Artigo de Reinaldo Canto: 'Um planeta mais quente e desigual'

Um planeta mais quente e desigual


Estudos da Nasa e da Oxfam revelam que 2015 foi o ano mais quente e com a maior desigualdade já registrada
por Reinaldo Canto — publicado 16/02/2016 04h34

Tomaz Silva / Agência Brasil / Fotos Públicas

Marcha Global pelo Clima

Marcha Global pelo ClimaManifestantes realizam a Marcha Global pelo Clima no Rio chamando a atenção para a gravidade das mudanças climáticas

Dois estudos divulgados recentemente apresentam pontos aparentemente paralelos, mas que possuem uma terrível e nefasta convergência: 2015 foi o ano mais quente e, ao mesmo tempo, o mais desigual da história.

A constatação de que o ano passado foi o mais quente já registrado desde 1880, quando os dados começaram a ser levantados, foi feita pela agência espacial norte-americana, a Nasa, e pela Agência Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA).

As duas entidades realizaram estudos separados, mas chegaram às mesmas conclusões: a temperatura do planeta ficou, em média, 0,90ºC acima da registrada no século XX e 0,16ºC acima do recorde anterior, registrado em 2014. Dezembro passado também foi o mês mais quente já observado.

Os cientistas apontam o fenômeno climático El Niño pelos resultados, mas, principalmente, o atribuem ao aquecimento causado pelas emissões de gases relacionados à ação do homem.

As consequências estão aí: aumento do nível dos oceanos e ocorrências cada vez mais frequentes de fenômenos climáticos extremos, como a onda de calor que matou 2,5 mil pessoas na Índia, também no ano passado.

Aquecimento global

Aquecimento global
O recorde de 2015 acompanha a tendência de aquecimento observada nos últimos anos, diz a Nasa
O outro ponto é o levantamento anual da ONG britânica Oxfam sobre desigualdade e concentração de renda. A organização afirma que, neste ano de 2016, as 37 milhões de pessoas que compõem o 1% mais rico da população mundial terão mais dinheiro do que os outros 99% juntos.

O relatório apresentado pela Oxfam toma como base o levantamento anual do banco Credit Suisse. E as estatísticas demonstram que ao longo dos últimos anos a concentração e a desigualdade só aumentaram!

São muitas as questões que nos afligem: a crise econômica brasileira, a questão dos refugiados na Europa, o mosquito Aedes aegypti, os fanáticos do Estado Islâmico – todas altamente relevantes e merecedoras de nossa atenção.

Mas fato é que os dois estudos apontados neste artigo possuem o poder de determinar os caminhos da humanidade para um futuro em que as demais questões serão decorrência desses dois fatores, ou seja, o crescimento da desigualdade e mudanças climáticas cada vez mais fortes e persistentes.

Winnie Byanyima, diretora-executiva da Oxfam e co-presidente do Fórum Econômico Mundial alertou sobre as consequências desses desequilíbrios: “Tanto nos países ricos quanto nos pobres, essa desigualdade alimenta o conflito, corroendo as democracias e prejudicando o próprio crescimento”.

Isto é, quanto mais a temperatura e a desigualdade crescerem, menos possíveis serão os esforços para o equilíbrio e a harmonia do planeta e de seus habitantes. Tal acirramento se transformará em mais refugiados, em mais doenças e levará à eclosão de novas guerras e conflitos.

No entanto, a Nasa, a NOAA e a Oxfam consideram essas questões ainda possíveis de serem enfrentadas ou revertidas. Alguns dos caminhos relacionados ao clima foram exaustivamente debatidos na COP 21, realizada em Paris, em dezembro passado.

Já para enfrentar a concentração de renda, o caminho é a busca pela ampliação dos direitos das pessoas e por mais democracia e participação, buscando a educação e o empoderamento dos cidadãos como meta universal, entre outros grandes desafios.

A sustentabilidade, tão almejada, só será efetivamente alcançada quando a humanidade conseguir entender e combater todos esses desequilíbrios ambientais e sociais. Será preciso reverter essas nefastas tendências que colocam em xeque a nossa civilização e flertam fortemente com um indesejado cenário de fim do mundo.




Conservatório de Tatuí inicia programação artístico-pedagógica em março

Estreia será no dia 3; concertos no teatro Procópio Ferreira terão novo horário a partir deste ano

O Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos de Tatuí, equipamento do Governo do Estado de São Paulo e Secretaria da Cultura do Estado, inicia no próximo mês de março sua programação artístico-pedagógica. A estreia será na quinta-feira, dia 3 de março, no teatro Procópio Ferreira (rua São Bento, 415). Neste ano, a instituição alterou o horário de início dos concertos no espaço de eventos: agora, eles começam mais cedo, às 20h00.

Em março, serão realizados seis concertos, contando com a participação de quatro dos principais grupos do Conservatório de Tatuí. A estreia de temporada será com concerto da Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí, sob regência de Dario Sotelo. Na quinta-feira, dia 3, às 20h, o grupo apresenta obras de Thomas Doss (Magic Overture), David Gillingham (Waking Angels), Wolfgang A. Mozart (Serenade KV 388 para conjunto de saxofones, com arranjos de Rafael Migliani) e Timothy Mahr (Hymn and Celebration).

Em seu primeiro concerto do ano, a Banda Sinfônica apresenta-se com seu núcleo de professores e com participação de alunos convidados. O repertório representa a temática adotada pelo grupo neste ano: “Música e Imagem”.

“Vivemos rodeados de imagens em todos os lugares e meios de comunicação. Tudo é visual, inclusive a música que faz parte do nosso dia-a-dia. Sem todas as possibilidades tecnológicas de nossos dias, compositores de todo o mundo já se utilizavam da música como meio artístico de expressão de outras artes, ou tomadas como base para a composição de obras sinfônicas ou de entretenimento. Até os anos de 1950, isto fazia parte da rotina do compositor, mesmo que escrevesse música para cena ou para o cinema. Sendo assim, em toda a história da música encontraremos exemplos de música que se relaciona com imagens, mesmo que elas sejam ‘imagens musicais'”, comenta o maestro Sotelo.

Durante o concerto, também será realizada cerimônia de entrega de certificados a representantes oficiais das empresas que oferecem apoio cultural à temporada artística deste ano, a CCR SPVias e Coop.

Mais concertos – A programação artístico-pedagógica seguirá com concertos da Orquestra Sinfônica do Conservatório de Tatuí, sob regência de João Maurício Galindo, confirmados para a sexta-feira, 4, e quinta-feira, 24, às 20h00.

A Big Band do Conservatório de Tatuí apresenta-se na quarta-feira, dia 16, às 20h, sob coordenação de Celso Veagnoli.

A Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí volta ao palco do teatro Procópio Ferreira na quinta-feira, 24, também às 20h, sob regência de Dario Sotelo.

Ainda neste mês de março, o Conservatório de Tatuí promove cerimônia de formatura de 200 alunos que concluíram cursos em 2015. Durante a solenidade, que tem início excepcionalmente às 19h, haverá apresentação especial da Camerata de Violões do Conservatório de Tatuí, coordenada por Edson Lopes. Na ocasião, a Camerata de Violões apresenta obras de Wolfgang A. Mozart (Serenata Noturna) e de Jorge Cardoso (Milonga).

Conservatório de Tatuí – O Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos de Tatuí é um equipamento do Governo do Estado de São Paulo e Secretaria da Cultura do Estado administrado pela Associação de Amigos do Conservatório de Tatuí. Fundado em 1951, é uma das mais importantes ações na área de cultura no país. Oferece formação profissional em música, luteria e artes cênicas. Sua única extensão fora do município de origem é o Polo do Conservatório de Tatuí em São José do Rio Pardo.
Apoio Cultural – Para a temporada do ano de 2016, o Conservatório de Tatuí conta com apoio cultural da Coop – Cooperativa de Consumo e Grupo CCR SPVias.

SERVIÇO

Abertura de Temporada Artístico-Pedagógica 2016
Banda Sinfônica do Conservatório de Tatuí
Quando: 3 de março – quinta-feira – 20h00
Onde: Teatro Procópio Ferreira
Rua São Bento, 415 – Centro – Tatuí-SP
Ingressos: R$ 12 (R$ 6 meia entrada), na bilheteria do teatro, de terça a sexta das 17h às 19h e nos dias de realização de eventos a partir das 18h
Informações: 15 3205-8444




Artigo de Pedro Novaes: 'População Idosa'

   Pedro Israel Novaes de Almeida:  ‘POPULAÇÃO  IDOSA’

colunista do ROL
Pedro Novaes

 

A diminuição da natalidade e o atingimento de idades cada vez maiores tem causado o envelhecimento da população.

Em algumas décadas, teremos mais idosos que cidadãos com menos de vinte anos. A tendência é um menor número de pessoas produzindo, para sustentar um número cada vez maior de inativos.

Alguns povos conseguem amenizar o problema elevando o índice de produtividade do trabalho e incentivando investimentos. Outros tratam de tornar a aposentadoria cada vez mais difícil e menos compensadora.

O envelhecimento populacional torna mais requeridos os serviços de saúde pública, além de exigir mudanças radicais na engenharia urbana, atualmente mais dirigida a atletas que a cidadãos comuns.

Nossos idosos são mais inativos que incapazes, sendo que a maioria continua discriminada no mercado empregador. A aposentadoria não deve, necessariamente, ser acompanhada pela inatividade.

Estatísticas demonstram o óbvio: integrantes das classes médias atingem idades maiores que integrantes das classes menos favorecidas. Pobres chegam à velhice com menos saúde.

O aumento da população de idosos gera maior demanda de serviços e produtos, abrindo oportunidades empresariais em todos os campos de atuação.  Os idosos chegaram à internet, e já são frequentadores assíduos das redes sociais.

Sedentarismo e falta de ambiente apropriado, inclusive no meio familiar, constituem problemas que agravam e tornam incômoda a terceira idade. Nem sempre a convivência familiar é saudável, e há uma incrível falta de estruturas públicas e privadas de moradia.

Asilos sobrevivem graças à ação de voluntários e abnegados, e estruturas privadas estão fora do alcance da maioria das famílias. Existe uma tendência de isolamento dos idosos, que prejudica até suas capacidades de memorização e manutenção do vigor físico.

A população envelheceu antes da formulação de políticas, implantação de estruturas e ensino de respeito humano. Elaboramos um pomposo e rebuscado Estatuto do Idoso, de pouca aplicação e acatamento.

No crescente problema do incômodo ao sossego alheio, representado pelo deseducado som da vizinhança, são raros os inquéritos policiais que atentam para o fato de haver flagrante violência contra idoso, capaz de transformar em crime uma pretensa contravenção penal. Som alto, queiram ou não algumas autoridades, é potencialmente lesivo à saúde do idoso, podendo ter graves consequências.

Som alto, perturbador da vizinhança, é também uma questão de saúde pública, sempre e impunemente ignorada. A tendência é instar a Justiça a exigir medidas práticas e eficazes de todos os órgãos e agentes que fingem ignorar o problema, inclusive legislativos municipais.

pedroinovaes@uol.com.br

O autor é engenheiro agrônomo e advogado, aposentado.




Outra noticia cultural publicada pela TV TEM: 'Matrículas são abertas para projeto 'Oficina de Artes' em Boituva'

Matrículas vão até 24 de fevereiro e as aulas começam dia 29 de fevereiro

Do G1 Itapetininga e Região

Projeto oferece cursos de dança, música e artes em Boituva (Foto: Divulgação/Prefeitura de Boituva)
Projeto oferece cursos de dança, música e artes em Boituva (Foto: Divulgação/Prefeitura de Boituva)

Começam nesta quarta-feira (17) as matrículas para o projeto “Oficina de Artes” em Boituva (SP). O período vai até 24 de fevereiro e as aulas começam no dia 29 de fevereiro.

Em artes plásticas,  o projeto desenvolve atividades como desenho, pintura em tela e em tecido. No campo dança as ações abrangem balé, jazz, sapateado e danças urbanas. Já em relação à música, há aulas de musicalização, piano, teclado, fundamentos da música, bateria, percussão, canto e coral.

O atendimento ao público é realizado nas unidades do projeto das 8h às 10h30 e das 13h às 16h30, de segunda a sexta-feira. Para fazer a inscrição é necessário estar munido de duas fotos 3×4, RG ou certidão de nascimento e uma declaração escolar para alunos da rede municipal de ensino.

A taxa de inscrição para alunos da rede municipal de ensino é de R$ 5,00. Já para não alunos é  R$ 15,00 para cursos de artesanato e dança. Formações na área da música custam R$ 20.




Saiu na TVTem: Terminal Rodoviário de Avaré recebe biblioteca itinerante

Projeto ‘Livro na Rodoviária’ disponibilizará livros de graça

 Biblioteca itinerante vai estar no Terminal Rodoviário até quarta-feira (17).

Do G1 Itapetininga e Região

Projeto oferece livros aos usuários no terminal de Avaré (Foto: Divulgação/Prefeitura de Avaré)
Projeto oferece livros aos usuários no Terminal  Rodoviário de Avaré (Foto: Divulgação/Prefeitura de Avaré)

O Terminal Rodoviário de Avaré (SP) vai receber, a partir desta segunda-feira (15), o projeto “Livro na Rodoviária”, que traz uma biblioteca itinerante para que os usuários possam ler livros, de graça, enquanto esperam o embarque. O projeto vai ficar até esta quarta-feira (17).

A ação tem como objetivo incentivar a leitura. As obras, que são frutos de doações e fazem parte do acervo da Biblioteca Municipal Professor Francisco Rodrigues dos Santos, podem ser lidas na rodoviária de forma gratuita. Além disso, elas também podem ser retiradas com devolução agendada ou retiradas sem devolução, pois todos os meses um livro pode ser levado sem nenhum custo.

Serviço
O Terminal Rodoviário de Avaré fica na Praça Antônio Batelli. O projeto ficará até esta quarta-feira (17) das 10h até 16h.




Cine Clube de Itapetininga retorna com exibição de filme nacional

A exibição será na sexta-feira, dia 26 e é gratuita

 

O projeto Cine Clube ‘Antonio Luiz Pedroso Balint’, do Instituto Julio Prestes, em parceria com a Secretaria de Cultura e Turismo, retoma com as exibições de cinema.
O título escolhido para a primeira sessão do ano é o premiado Lavoura Arcaica, de Raduan Nassar, em parceria com Luiz Fernando Carvalho.
Após o filme, haverá debate.
 
Será na sexta-feira, dia 26, às 19h, no espaço do Cine Janelas, que fica no Auditório Abílio Victor, à Praça 9 de Julho, 518, Centro.
 
A classificação indicativa é de 16 anos.
 
Sobre o filme
 
Lavoura Arcaica conta a história de uma tradicional família, que se sustenta dividindo as atividades entre cuidados da lavoura e afazeres domésticos. O tema principal é a diferença de visão e conflitos entre as gerações, especialmente quando sentimentos fora dos padrões despertam no lar. Entre os atores estão Raul Cortez, Selton Mello e Simone Spolaor.



Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobre as familias BARBOSA e COSTA

Afrânio Franco de Oliveira Mello: ATENDIMENTOS NÚMEROS 665 e 666

 

Prezada Marluce, bom dia.

Estou enviando os arquivos que tenho sobre os sobrenomes Costa e Barbora.

Barbosa……………………… 32 páginas e 1 brasão e

Costa…………………………  18 páginas e 3 brasões.

Abaixo um pequeno resumo do arquivo principal de cada sobrenome.

Faça quadros dos brasões e pendure nas paredes de sua sala.

Serão objetos de bela visão e de muitas perguntas. Onde arrumou,

onde fêz e assim poderá falar de suas origens.

Grande abraço.

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Região On Line

 

 

clip_image002 Barbosa ou Barboza

ilustre e antiquíssima linhagem portuguesa, tem o seu nome raízes toponímicas, visto derivar da quinta e honra de Barbosa, na freguesia se São Miguel das Rãs, perto do Mosteiro de Cete. O nome Barbosa, indica um lugar onde há muitas barbas de bode ou barbas de velho (uma espécie de planta )  Os Barbosa procedem de Dom Sancho Nunes de Barbosa, que era descendente do Conde Dom Nuno de Celanova e sobrinho de São Rosendo. Embora aparentada com todas as grandes linhagens de origens anteriores à fundação da Nacionalidade, a família dos Barbosas sofreu uma grande decadência durante os séculos XIII e XIV, vindo a fixar-se a meio da escala nobiliárquica. As duas formas de escrita tanto com S ou Z, procedem da mesma linhagem, isto é devido a erro de grafia no momento do registro em cartórios ou em outras repartições públicas.

Do feminino de um possível adjetivo barboso, derivado de barba e sufixo -oso, aplicado a terra que tivesse em abundância plantas em cujo nome entra a palavra barba (Antenor Nascentes, II, 38). Família que tirou o seu sobrenome da quinta chamada de Barbosa, de que são senhores (Sanches Baena, II, XXIII). Portugal: o genealogista, magistrado e escritor Cristóvão Alão de Moraes [1632-], em sua valiosa obra Pedatura Lusitana-Hispanica, composta, em 1667, dedica-se ao estudo desta família [Alão de Moraes, Pedatura, I, 1º, p. 145, 210; VI, 2º, p. 195, 313]. Felgueiras Gayo, em seu Nobiliário de Famílias, principia esta família em D. Sancho Nunes Barbosa, Senhor da Quinta de Barbosa, junto do Paço de Souza, que obteve por casamento [séc. XI], com Tereza Mendes, filha de D. Mem Moniz de Riba Douro e D. Urraca Mendes. D. Sancho, era filho do conde D. Nuno de Cellanova e de D. Gomes Echigues, sendo esta, filha do conde D. Gomes Echigues, que dizem ser o primeiro que usou o sobrenome Souza (v.s.), em Portugal (Gayo, Barbozas, Tomo V, § 1, 12). Entre os descendentes de D. Sancho Nunes Barbosa, de interesse para o Brasil, registram-se: I- o décimo neto Fernando Barbosa, que passou para o Brasil, onde casou; II- o décimo primeiro neto Mateus (Barbosa) da Costa Aboim, que passou para o Brasil, estabelecendo-se no Rio de Janeiro, onde faleceu a 08.02.1629. Presbítero do Hábito de São Pedro, 4º Prelado do Rio de Janeiro, com posse a 02.08.1607; III- o décimo segundo neto Pedro Barbosa, que passou para o Brasil; IV- o décimo segundo neto Luiz (Barbosa) de Almeida, que passou para o Brasil, onde foi Ouvidor Geral de Manomotapa (?), no ano de 1559, onde morreu. Doutorado em Coimbra.

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clip_image002    clip_image004    clip_image006Costa

sobrenome de origem latina. Este sobrenome identificou uma família da nobreza medieval portuguesa que poderia derivar de um protonotário apostólico que viveu em Portugal em princípios do século XIII, de origem grega e denominado Nicolau Kosta.

Outros autores o dizem de mais remotas origens e o dão por usado no tempo de Dom Afonso Henriques ( primeiro Rei de Portugal ), afirmando alguns que deriva da designação da Quinta da Costa, na comarca de Guimarães.

A mais antiga linha de Costas que se encontra devidamente documentada é a da varonia de Martim Gil Pestana, escudeiro nobre que viveu em Évora na segunda metade do séc. XIII e que se estende até finais do século XIV

Assim sendo, a chefia destes Costas, se não a de todos eles, veio a cair na Casa dos Silveiras, Condes da Sortelha.

O ramo dos Costas ditos senhores de Pancas, derivado colateralmente do célebre cardeal Dom Jorge da Costa, dos Costas de Alpedrinha, partiu aquelas armas com o «corpo» da empresa daquele purpurado.

De mencionar que, na opinião fundamentada de certos heraldistas, as costas destas armas não são a representação de ossos mas sim de um tipo de facas de sapateiro de lâmina curva e sem ponta, precisamente designadas de «costas». Acima os brasões Costa de Portugal, Espanha (2) e Itália.

Foi tomado da quinta da Costa, comarca de Guimarães, Portugal, com torre e casa forte, de que foi senhor Gonçalo da Costa, no tempo de D. Afonso I, o 1.º rei de Portugal, em 1129. Esta propriedade ficou em mãos dos seus descendentes até o ano de 1400, quando a perderam por crimes. É uma família muito extensa, que se divide em muitos ramos com casas muito ilustres (Sanches Baena, II,54). Há, também, inúmeras famílias com este sobrenome, de origem uruguaia, espanhola e italiana. Algumas, originárias de Gênova. Ilha de S. Miguel: o genealogista português Gaspar Fructuoso, em sua História Genealógica de Sam Miguel [Saudadas da Terra], escrita por volta de 1580, dedicou-se ao estudo desta família, em seu Capítulo V – Dos Costas, Arrudas, Favellas, Mottas e Portos, leados com os Botelhos, e no seu Capítulo XXVI – Dos Costas d´esta Ilha de Sam Miguel, que povoaram na Maia, e banda do Norte [Gaspar Fructuoso – Saudades da Terra, 52, 112, 214].

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From: marluceines@ig.com.br

Sent: Friday, February 12, 2016 6:33 PM

To: afranio@tintaspig.com.br

Subject: Histórico sobre a família da Costa Barbosa da Paraíba

Sou descendente de um ancestral paraibano da família da Costa Barbosa da Paraíba e gostaria de obter informações.
Grata, Marluce