Divulgada a programação comemorativa do aniversário de Sorocaba

Secult divulga atrações para aniversário de Sorocaba

Em comemoração ao 361º aniversário de Sorocaba, a Prefeitura de Sorocaba realizará uma série de atividades gratuitas durante os 31 dias do mês de agosto. Os principais destaques são o shows do cantor e compositor Lenine e da Orquestra Jazz Sinfônica e espetáculo da São Paulo Companhia de Dança.

Organizada pela Secretaria da Cultura (Secult), a programação comemorativa conta com a parceria do Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba (Macs), Sesi, Sesc e Oficina Cultural Grande Otelo. Os principais destaques marcam o final de semana dos dias 29 e 30 de agosto. No dia 29, às 20h, a São Paulo Companhia de Dança, mantida pela Secretaria de Cultura apresentará no Teatro Municipal Teotônio Vilela os espetáculos Knawa, Lyplhide e Grand Pas De Deuz de O Cisne Negro. Já no dia 30, às 11h, no Paço Municipal, haverá concerto da Orquestra Jazz Sinfônica, e às 16h, show com Lenine.

Além do Paço e do Teatro Municipal, outros espaços públicos receberão as atividades como a Biblioteca Municipal “Jorge Guilherme Senger”, Biblioteca Infantil “Renato Sêneca de Sá Fleury”, Museu Histórico Sorocabano, Galeria Scarpa, Barracão Cultural, Jardim Botânico “Irmãos Villas Bôas”, Parque da Formosa, Parque das Águas, Parque dos Espanhóis, Parque “Carlos Alberto de Souza” (Campolim) e o Parque “Amedeu Franciulli” (Vitória Régia).

Programação completa

Para dar início à festa, será realizado no dia 1º de agosto, das 9h às 11h, um passeio cultural gratuito que vai destacar a história, evolução e curiosidades de diferentes locais de Sorocaba. A atividade será coordenada pelo historiador José Rubens Incao, coordenador da Biblioteca Infantil.

Também no dia 1º de agosto acontece a 7ª edição do Projeto Ocupação Jovem, realizada pela Coordenadoria da Juventude da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes). O evento acontecerá das 10h às 21h e reunirá diversas atrações gratuitas, entre shows, obras de arte de jovens artistas sorocabanos, intervenções artísticas e oficinas no Parque das Águas, no Jardim Abaeté. Dentre as atrações musicais, os sorocabanos poderão conferir gratuitamente, a partir das 11h, shows das bandas Gregos e Baianos, Serafins, Trio Macaíba, Pedra Branca e Leões de Israel.

A programação do Projeto “Viva a Cultura” também contará com muitas atrações locais, que serão apresentadas durante todo o mês de agosto em diversos bairros de Sorocaba. O Teatro Municipal Teotônio Vilela receberá a Mostra de Teatro do Aniversário da Cidade, que acontecerá nos dias 4, 5, 12, 13, 19 e 20 de agosto, sempre a partir das 20h.

Já no dia 5 de agosto, às 9h, acontece o já tradicional Ato Cívico do Pelourinho, que marca o início oficial das festividades de aniversário da cidade. A solenidade ocorrerá na Praça “Bruno Abreu Tigani”, localizada na Avenida Itavuvu, 8.805.

No Parque das Águas, no Jardim Abaeté, a Cia Tempo de Brincar se apresenta no dia 8 de agosto, às 15h. Já nos dias 15 e 16 Sorocaba receberá o Street Chef Food Park, das 12h às 22h. O evento gastronômico reunirá num mesmo espaço diversas opções de comida.

Os tradicionais Ato Cívico e Desfile Cívico em comemoração ao aniversário de 361 anos de Sorocaba acontecem na manhã do dia 15 de agosto. Às 8h, acontece o Ato Cívico no Largo de São Bento, junto à estátua do fundador de Sorocaba, Baltazar Fernandes. Após a solenidade, haverá Desfile Cívico pelas Ruas São Bento e 15 de Novembro.

A população também vai poder prestigiar o 10º Prêmio Sorocaba de Música – Festival Nacional de MPB Livre 2015, que ocorrerá nos dias 14, 15 e 16 de agosto, no Teatro Municipal.




Artigo de Celso Lungaretti mostra a NECESSIDADE URGENTE de impedir a volta da censura à imprensa.

CUSTOU-NOS MUITA LUTA TERMOS LIBERDADE DE EXPRESSÃO. VAMOS PERMITIR QUE QUALQUER FACEBOOK A PISOTEIE?

Celso Lungaretti (*)
Mensagem do Facebook lembra a tesoura da ditadura 

confesso que estava passando batido pelo problema da censura no Facebook até que ela me atingiu, no último domingo, 26.

Como sempre faço, tentei comunicar que publicara no meu blogue um novo artigo. Mas, fui impedido:

essa mensagem possui conteúdo bloqueado: Sua mensagem não pode ser enviada pois ela tem conteúdo que outras pessoas no Facebook denunciaram como abusivo.

Como abominava a censura da ditadura militar –cheguei a responder a um processo estapafúrdio no Fórum João Mendes, que não deu em nada mas obrigou-me a comparecer umas quatro vezes, convocado para as 13h e pagando o mico de ficar mofando naquele ambiente desagradável umas quatro horas até começar a audiência que me dizia respeito, pois os processos com réus presos tinham prioridade–, desde a redemocratização denuncio veementemente qualquer veto, boicote ou emasculação dos meus textos.

Foi o que imediatamente fiz. Inclusive, tentei postar no próprio Facebook a minha catilinária contra a censura do Facebook… e consegui. Aí, repeti a tentativa de divulgar o artigo político e constatei que continuava embargado. Ou seja, tratava-se de algum tipo de gatilho automático, que dispara apenas quando existe tal ou qual palavra no texto. 

Pesquisando no Google, constatei que, durante a onda de manifestações de rua contra a Copa do Mundo, a meninada se queixava de que acontecia exatamente o mesmo quando suas mensagens citavam “Exército”, “Forças Armadas”, “Guarda Nacional”.  

Já o amigo jornalista Rui Martins levantou a possibilidade de que a censura tivesse ocorrido a partir de um uso desvirtuado do ícone no qual os usuários do Facebook podem clicar para denunciarem conteúdo pornográfico.

Como a empresa não dá satisfações, somos obrigados a ficar no terreno das hipóteses.  E, claro, indagando-nos se uma companhia ponto.com dos Estados Unidos tem o direito de, atuando em nosso país, ignorar o que reza a Constituição da República Federativa do Brasil:

Ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei (art. 5, § 2º)

É livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença (art. 5, § 9º)

A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo, não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição (art. 220)

É vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística (art. 220, § 2º)

E não age às escondidas. Já nos padrões de sua comunidade, deixou claro que faria exatamente o que está fazendo:

As pessoas usam o Facebook para compartilhar suas experiências e conscientizar os outros sobre assuntos que consideram importantes. Isso significa que você pode encontrar opiniões diferentes das suas, o que acreditamos que possa gerar conversas importantes sobre temas complexos. No entanto, para equilibrar as necessidades, a segurança e os interesses de uma comunidade diversificada, temos que remover determinados tipos de conteúdos controversos ou limitar o público que os visualiza [o grifo é meu].

Esta postura está coerente com o enfoque jurídico dos EUA. Lá, apenas os governos federal, estaduais e municipais são obrigados a respeitar escrupulosamente a liberdade de expressão. Organizações particulares podem, a bel prazer, impugnarem conteúdos  que a empresa não deseje veicular.

É isto que queremos para o Brasil? Caso contrário, por que permitimos que brasileiros estejam sendo submetidos a tais restrições?




Jogos Regionais do Idoso terá participação 1500 atletas

Competição terá início no próximo dia 5 de agosto. Mais de 1500 atletas disputarão 14 modalidades

 

Itapetininga recebe o 19º JORI-Jogos Regionais do Idoso a partir do dia 5 de agosto e irá até o dia 9. A competição, que reúne atletas acima dos 60 anos, contará com mais de 1500 participantes, representando 45 Municípios do Estado de São Paulo.

As formas de disputa, sorteio de chaves e grupos, além dos primeiros confrontos foram definidos ontem (27), em congresso técnico realizado na Câmara Municipal. O evento contou com a presença de várias autoridades, como o Secretário Municipal de Esportes e Lazer, Osmar Thibes e da Primeira Dama do município, Dalva Di Fiori.

Para quem quiser mais Informações do 19º JORI é só conferir no site www.jori2015.itapetininga.sp.gov.br, ou pelas redes sociais: www.facebook.com.br/secretariadeesporteelazerdeitapetininga.

Modalidades

Atletismo, Bocha, Buraco, Coreografia, Damas, Dança de Salão, Dominó, Malha, Natação, Tênis, Tênis de Mesa, Truco, Voleibol Adaptado e Xadrez.

Número de Atletas

1500




Genealogia: Afranio Mello fornece informações sobre a familia MATIAS

Afrânio Mello – ATENDIMENTO NÚMERO 505

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Apesar de sua solicitação ter sido feita para o sobrenome PORFÍRIO eu ví que na sua genealogia tem o sobrenome MATIAS.

Assim sendo encaminho o mesmo para o seu deleite.

Segue também 9 brasões em separado das variações do sobrenome.

Você já está com um belo arquivo e deveria fazer quadros de seus sobrenomes.

Uma página A4 é o que basta.Pendurados ficam muito bonitos e vai despertar

muita curiosidade para quem os estivem vendo.

Grande abraço

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Jornal On Line

clip_image002  clip_image004  clip_image006  clip_image008Matias, Mathias, sobrenome de origem religiosa ou patronímica.

Há registros desse sobrenome em diversos ramos familiares na Europa. Sendo assim, não é possível detalhar uma origem única do mesmo. Sobrenome adota por muitas famílias judias, especialmente na Espanha. O nome vem do hebraico e significa “ dádiva ou presente de Jeová”. Além disso, há varias variantes judaicas desse sobrenome em diversos idiomas. Mateus é uma forma latina desse nome. Eis os principais ramos: Matijas (origem Yidish); Mathieux, Mathioux, Matieux, Matieu, Matthon e Matu (origem francesa); Matteis, Matteo, Matteoli, Mattielo, Mattiola, Mattioli, Mattiazzi, Mattion e Mattone (origem italiana);  Macieiczyk, Matuska, Matuszewski (origem polonesa); Matthaus, Mathisen e Mendel (origem alemã); Mathows, Mathewman, Mattews (origem inglesa); Mateusz, Matyjasz, Matuch, Matucha, Matug, Matuk, Matyga e Matyka (origem eslava); Mathys, Matthijs e Mathijs (origem holandesa).

Registra-se Ana Mathias Quijada (bisavó de Leandro Cano Gracía), nascida em 1750, Pozuelo Calatrava, Espanha; casou-se em 8.11.1766 na Paróquia de San Juan Bautista de Pozuelo de Calatrava com Manuel Sánchez Quesada, natural da Ciudade Real. Ana Mathias, agora Quesada, faleceu em Pozuelo por volta de 1822. Teve por filhos: Manuela Mathias Quesada, nascida em 05.01.1768, teve por madrinha Antonia Sánchez Delgado; Juan Manuel Mathias Quesada, nascido em 08.12.1768 e falecido ainda bebê; Juan Manuel Mathias Quesada, nascido em 12.11.1770; Rafaela Mathias Quesada, nascida em 28.10.1771, casou-se com Juan Manuel Reyna em 25.11.1788 e teve por filho a Feliz Quesada Reyna, nascido em 02.11.1809; Manuel Antonio Mathias Quesada, nascido em 03.07.1774; Juana Maria Mathias Quesada, nascida em 07.01.1777, casou-se com Antonio Luismana e teve por filhos a Caledonio Quesada Luismara, nascido em 1803 e a Victor Quesada Luismara, nascido em 05.05.1807; Eugenia Brígida Mathias Quesada, nascida em 09.10.1779; teve por madrinha  Eugenia Muñóz, mulher de Antonio Sánchez Blas; Obdulia Cristina Mathias Quesada, nascida em 06.09.1782, teve por madrinha a mesma de sua irmã Eugenia; Paloma Escolástica Mathias Quesada, nascida em 11.01.1785 e Miguel Mathias Quesada, nascido em 27.01.1787, teve por madrinha Antonia Quijada, mulher de Manuel Millán. Manuel, Rafaela e Juana receberam a Confirmação de sua fé, em Pozuelo em 19.10.1777. A linhagem de Leandro Cano Gracía procede de sua avó Obdulia Cristina que casou-se com Antonio Rodríguez de Gracía na Paróquia de Pozuelo de Calatrava em 09.08.1799.

Registra-se Juan Matias, nascido em 1840, Guadix, Granada, Espanha; casou-se por volta de 1860 com Isabel López; tiveram uma filha: Francisca López Matias, nascida em 1863 na mesma localidade; casou-se em 1881 com Francisco Gomez Barral.

Registra-se Josepha García Matias, nascida em 25.09.1722 e batizada em 04.10.1722 na Igreja Católica de La Purísssima Concepción, Nerpio, Albacete, Espanha; filha de Alonso e Maria García Matias.

Registra-se Gertrudis Manuela de La Concepcion Matias Diaz, nascida em 23.02.1873 e batizada em 02.03.1873 na Igreja Católica de Santa Maria Madalena, Olvença, Portalegre, Portugal e fixou residência em Olvenza, Badajoz, Espanha; filha de Francisco Matias Diaz e Maria Josefa Gonzalez.

Registra-se Manuel Antonio Hernando Matias, nascido em 01.02.1678, San Andres, Valladolid, Espanha e batizado em 20.02.1678; filho de Andrés Hernando e Ysabel Matias.

Registra-se Jean Nicolas Mathias, nascido em 1723, Eure, Normandie, França e falecido em 1767; casou-se e teve os seguintes filhos: Jean Mathias, nascido por volta de 1740; Nicolas Mathias, nascido por volta de 1742 e Catherine Mathias, nascida por volta de 1744.

Registra-se Jean Marie Mathias, nascido por volta de 1610, Yonne, Borgonha, França.Teve os seguintes filhos e descentes:

Jean Mathias, nascido em 1633, Borgonha, França e falecido em 1684; casou-se com Marie Glaive (1634-1696) em 1667. Tiveram os seguintes filhos: Marie Mathias, nascida em 1667; Claude Mathias, nascido em 1669 e falecido em 1671; Jean Mathias, nascido em 1670 e falecido em 1710; casou-se em 1694 com Jeanne Chaumet (1672-1728). Tiveram os seguintes filhos: Pierre Jean Mathias,nascido em 1696 e falecido em 1758; casou-se em primeiras núpcias em 1720 com Reine Billebault (1696-1723). Tiveram os seguintes filhos: Marie Jeanne Mathias, nascida em 1721 e falecida ainda bebê e François Mathias, nascido em 1723 e falecido ainda bebê. Casou-se em segunda núpcias em 1724 com Marie Bouveret, nascida em 1701. Tiveram os seguintes filhos: Jean Mathias, nascido em 1725 e falecido em 1783; casou-se em 1746 com Marie Anne Grignard (1716-1783). Tiveram os seguintes filhos: Antoine François Mathias (1747-1748); Marie Magdeleine Mathias, nascida em 1748; casou-se em 1775 com Edme Bezine, nascido em 1750; Louis Gonzague Mathias (1751-1752); Pierre Hospice Mathias (1753-1754); Pierre Félix Mathias (1755-1782); Gabriel Mathias (1757-1757) e Marie Louise Mathias (1759-1766). Pierre Jean Mathias teve outros filhos: Claude Mathias (1726-1726); Pierre Mathias(1728); Marie Jeanne Mathias (1729-1730); Marie Mathias (1730-1730); Thomas Mathias (1732-1732). Outro filho de Jean Mathias foiEdme Mathias, nascido em 1698 e falecido em 1727; casou-se em 1723 com Pierrete Durand (1708-1770). Tiveram uma filhaMargueritte Mathias (1724-1797), casou-se em 1748 com Pierre Chevallier (1725-1803). Outros filhos de Jean Mathias foram: Louis Mathias (1700-1702); Jeanne Mathias (1703-1710); Pierre Mathias (1706-1733); casou-se em 1730 com Margueritte Jeanne Bouveret (1704-1749). Tiveram um filho: Edme Mathias (1733-1733); e Anne Mathias (1708-1759); casou-se em 1735 com Ettiene Amiard (1698-1761). Jean Mathias teve outros filhos: Marguerite Mathias, nascida em 1672 e falecida em 1744; casou-se em 1693 com Charles Rousseau (1673-1743) e Françoise Mathias (1675-1694).

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Artigo de Celio Pezza fala sobre o desaparecimento de crianças e adultos e lembra o caso do avião que sumiu com 239 pessoas.

Celio Pezza – Crônica # 271  – Desaparecidos

 

Colunista do ROL
Celio Pezza

No dia 25 de maio celebra-se o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas e no dia 30 de agosto, temos o Dia Internacional dos Desaparecidos.

A cada ano, estima-se que, só no Brasil, desaparecem cerca de 200 mil pessoas, sendo que 40 mil são crianças.

Apesar da grandeza do número, até hoje não existe uma estatística oficial e correta, pois não existe um banco de dados confiável.

De acordo com a UNICEF, mais de 1,2 milhão de crianças são traficadas anualmente no mundo, muitas delas vendidas como escravas.

Em países da África e Ásia, não existem dados sobre desaparecimentos e mesmo na Europa e nos Estados Unidos são falhos.

Na verdade, este é um problema mundial, mas ninguém dá a devida atenção.

Por que desaparece tanta gente no mundo?

Sabemos que parte foge de casa, muitos são doentes mentais e acabam perambulando pelas ruas, outros são raptados para transplantes de órgãos, adoções irregulares, exploração sexual, etc., mas temos perto de 10% desse total que simplesmente desaparecem para sempre, sem nenhuma explicação plausível.

As teorias da conspiração falam em abduções alienígenas acobertadas pelos governos, daí a falta de interesse em solucionar o problema. O fato é que esse número de desaparecidos inexplicáveis só aumenta ano a ano, apesar dos esforços das diversas ONGs não governamentais, como a Associação dos Desaparecidos do Brasil, o KDVC, Child Focus, Mães da Sé, e muitas outras.

Nos Estados Unidos, o FBI recebeu mais de 500 mil informes de desaparecimentos em 2014, sendo que um canal de televisão de Washington lançou uma campanha de conscientização utilizando a chamada “every90seconds¨. Essa campanha foi baseada na informação do Departamento de Justiça, que uma criança desaparecia a cada 90 segundos em solo americano.

O que fazer? Por que somem tantas pessoas?

Mesmo supondo que grande parte tenha sido encontrada ou tenha tido uma explicação, temos uma parcela insólita de adultos e crianças que sumiram sem nenhuma explicação racional. Aliás, lembram-se do avião da Malásia Airlines com 239 pessoas a bordo, que desapareceu em 08 de março de 2014 após voar aproximadamente por uma hora. Era um Boeing 777-200, que decolou de Kuala Lumpur, capital da Malásia, com destino a Pequim, na China. O avião simplesmente desapareceu do radar, após um comentário rotineiro do piloto avisando que tudo estava bem. Muitos se perguntam como não localizar um avião desse porte, com toda a tecnologia existente? Da mesma forma, onde estão esses desaparecidos do mundo todo?

Célio Pezza   /   Julho, 2015




Artigo de Celso Lungaretti aborda a questão das 'pedaladas fiscais'

GOVERNO JUSTIFICA (?) AS PEDALADAS FISCAIS: “TODOS FAZIAM”, “FOI POR PERÍODOS CURTOS”…

Do blogue Náufrago da Utopia.

 
Adams: só por “períodos curtos”.

defesa formal da presidenta Dilma Rousseff no caso das chamadas pedaladas fiscais (*), entregue ao Tribunal de Contas da União pelo titular da Advocacia Geral da União Luís Inácio Adams, bate na surrada tecla do nós fizemos, mas os outros também faziam.

Trata-se de uma saída pela tangente que, desde o mensalão, vem sendo amplamente utilizada como justificativa retórica de irregularidades e ilicitudes. Como é anêmica em termos legais, só recorre a ela quem não tem coisa melhor para alegar.

Os petistas não estão mentindo, o rigor do Judiciário e da imprensa com relação às administrações peemedebistas, tucanas, etc., era mesmo bem menor. Mas, há um porém: foi exatamente para acabar com tais práticas viciadas e viciosas que tantos idealistas ralaram tanto para levarem o PT ao poder. Constatarmos que continua tudo como dantes no quartel de Abrantes é, no mínimo, desalentador.

Adams admitiu que as pedaladas realmente ocorreram, mas “em períodos curtos”. Fico imaginando qual sentença receberia um réu que, indagado se estuprou, respondesse ao juiz: “Estuprei sim, mas foi por períodos curtos”.

Segundo Adams, esse tipo de contrato de prestação de serviços é adotado há vários anos e não foi objeto de questionamento por parte do TCU em gestões anteriores:

Os números da Caixa [Econômica Federal] mostram que existe uma sistemática com relação ao repasse dos bancos públicos em que havia situações de pagamentos descobertos. Essa prática tinha momento de volumes maiores ou menores, mas o fato é que ela se incorporou como uma realidade do ponto de vista do sistema de pagamentos.

O que não quer dizer absolutamente nada; se todo delito não punido servir como pretexto para delitos posteriores também não serem punidos, a impunidade vai eternizar-se e acabaremos numa geleia geral. Em algum ponto do caminho alguém tem de dar um basta!.

Os petistas deveriam estar carecas de saber que corriam enorme risco de tal basta! ser dado quando chegasse a vez deles no Palácio do Planalto, daí o imperativo de não fornecerem, de mão beijada, motivos para acusações fundamentadas. Vacilaram e agora é tarde, Inês é morta.

Fizeram, sim, o que todos faziam, mas fica ridículo pretenderem que não devam ser punidos porque outros não o foram. O homem comum, cujos deslizes fazem invariavelmente desabar sobre si todo o rigor da lei, não engole que os poderosos sempre escapem ilesos. Estão aí as pesquisas de avaliação de Dilma.2, que não me deixam mentir; nunca dantes neste país um governo foi tão rejeitado logo no seu sétimo mês, e isto se deve, em boa parte, à percepção generalizada de que é conivente com a avacalhação.

Uma das coisas que mais me incomodam no PT de hoje, tão distante daquele de 1980, é ter descambado para uma constrangedora amoralidade. Jogou os princípios no lixo e se move ao sabor das conveniências.

Já fez alianças com vilões de carteirinha da política brasileira (José Sarney, Paulo Maluf, Fernando Collor, Renan Calheiros, ACM, Jader Barbalho, etc.). Já defendeu os piores segmentos do empresariado (é estarrecedor estar derramando lágrimas de crocodilo pelos grandes empreiteiros, apenas e tão somente para desacreditar a Operação Lava-Jato!!!). Já ajoelhou e rezou nos biliardários templos dos mais cínicos exploradores da fé. Já se omitiu vergonhosamente quando escabrosas ditaduras barbarizavam seus dissidentes.

Parece nunca lhe ocorrer que, agindo assim, está levando o povo a crer que esquerdistas descumprem as leis, pactuam até com o diabo para obterem vantagens políticas, alinham-se com inimigos figadais sempre que lhes convém, são coniventes com vis estelionatários e estão se lixando para os direitos humanos. Um prato cheio para a propaganda adversa da direita e da extrema-direita..

PT, quem te viu, quem te vê… Quem não o conhece, não pode mais ver pra crer. Quem jamais o esquece, não pode reconhecer!

* atraso proposital, por parte do Tesouro Nacional, do repasse de dinheiro para autarquias e bancos (públicos e privados), com o objetivo de maquilar –melhorar artificialmente– as contas federais.

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Genealogia: Afranio Mello fornece gratuitamente informações sobre as familias GONÇALVES e NOGUEIRA

Afrânio mello: ATENDIMENTOS NÚMEROS 503 / 504

 

Caro André, boa tarde.

Não há inconveniência alguma em fazer o seu pedido.

Quando aceitei publicar no Rol – Jornal On Line minhas pesquisas e

repassar às pessoas que fizessem pedidos eu o fiz de boa vontade e

grande disposição em atender. Tenha certeza que é um prazer.

Vamos lá.

O arquivo GONÇAVES tem 28 páginas e 4 brasões que seguem anexados.

Abaixo uma pequena amostra do arquivo principal, para ilustração no Rol.

Aproveito para enviar o do sobrenome NOGUEIRA , mesmo sobrenome do

José Luiz Nogueira, escritor na área de Genealogia e que já escreveu 3 livros

sobre o assunto das cidades da minha região.Em andamento o quarto livro.

Ele pesquisa o assunto há muito tempo e tem SITE onde disponibiliza arquivos

sobre os NOGUEIRAS DO BRASIL.

Este arquivo NOGUEIRA tem 18 páginas e um brasão e segue ao final uma pequena mostra

do mesmo.

Estou copiando o José Luiz para que você entre em contato com ele.

Pode fazê-lo que será bem atendido.

Imprima os arquivos ou abra em seu computador, salvando-os para facilitar a leitura.

Grande abraço e boa pesquisa.

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Jornal On Line

 

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Gonçalves, sobrenome de origem portuguesa. Apelido patronímico (filhos de Gonçalo) que deu origem certamente a múltiplas famílias sem qualquer parentesco entre si.

Antes do séc. XVI, a um Antão Gonçalves foram concedidas armas que já figuram no Livro do Armeiro-Mor.

 

 

Da baixa latinidade Gundisalvici (de Gundissalbici): Gundisalbiz [897], Gundisaluiz [928], Gundissalbici [1026], Gunsaluizi[1077], Gunzaluiz. Gonçalo: do germânico composto de gundi, batalha, luta, no ant. alto al., e o segundo elemento, salo, escuro em ant. alto al. – cego pela luta (Antenor Nascentes, II, 127). Assim como os demais patronímicos antigos – Eanes, Fernandes, Henriques, etc. – este sobrenome espalhou-se, desde os primeiros anos de povoamento do Brasil, por todo o seu vasto território. Brasil:Há várias famílias com este sobrenome em diversas partes do Brasil, de origem portuguesa, colombiana, espanhola. paraguaia, argentina, uruguaia, etc. No Rio de Janeiro, entre as quase 200 famílias com este sobrenome, nos séculos XVI e XVII, registram-se: I – várias, documentadas em 1567, 1570, 1587, 1589, 1594, etc.; II – a de Manuel Gonçalves [1537], sapateiro, fal. depois de 1575; III – a de Pedro Gonçalves [1587], «o galego»; IV – as famílias Gonçalves de Andrade; Gonçalves de Azevedo; Gonçalves da Costa; Gonçalves da Cruz; Gonçalves da Cunha, Gonçalves Ferrão, Gonçalves da Fonseca, Gonçalves Lessa, Gonçalves Machado, Gonçalves Neto, Gonçalves da Silva, etc. (Rheingantz, II, 283-321). Sobrenome de muitas famílias, estabelecidas no Rio de Janeiro, para onde passaram no decorrer dos quinhentos anos de história do Brasil. Entre elas: I – de origem portuguesa, proveniente de Braga, a de Antônio Gonçalves Neves,natural de São Gonçalo de Vilasboas, arcebispado de Braga, Portugal, filho de Francisco Gonçalves e de Domingas Álvares (?). Casado, a 16.04.1712, na Fazenda de Joari, do padre Francisco Dias Duarte, Rio de Janeiro, com Luzia de Albuquerque [c.1689, Rio de Janeiro, RJ -], neta de Antônio de Abreu e de Luzia de Távora, citados no verbete da Família Abreu (v.s.), do Rio de Janeiro. Com geração citada emRheingantz, Primeiras Famílias do Rio de Janeiro, Vol. I; II – de origem portuguesa, proveniente de Lisboa, a de Pedro Gonçalves, casadopor volta de 1668, com Ana Gomes. Foram pais de Jerônimo Gonçalves, natural de Lisboa, casado a 09.07.1693, na Igreja de São José, com Josefa da Rosa [c.1672 – 25.09.1707, Rio de Janeiro, RJ], filha de Diogo Afonso e de Domingas de Paiva, com geração citada emRheingantz, Primeiras Famílias do Rio de Janeiro, Vol. I, I6; III – das ilhas portuguesas, a de André Goncalves [c.1620, Ilha do Faial – 03.02.1658, Rio de Janeiro, RJ], filho de Antônio João e de Maria Gonçalves. Casado a 27.05.1646, com Branca de Aguiar [bat. 07.04.1631, Rio de Janeiro, RJ – 09.03.1675, idem], filha de Domingos de Aguiar, citado no verbete da família Aguiar (v.s.), do Rio de Janeiro [Rheingantz, Primeiras Famílias do Rio de Janeiro, Vol. I, 23]; IV – de origem portuguesa, proveniente do Porto, a de Gonçalo Gonçalves, natural do Porto e residente no Rio de Janeiro, em 1621. Casado por volta de 1598, com Maria Gonçalves, natural do Porto, com geração citada em Rheingantz, Primeiras Famílias do Rio de Janeiro, Vol. I, 59; V – de origem portuguesa, proveniente de Lisboa, a de André Gonçalves dos Santos [c.1694, Santos-O-Velho, Lisboa -], filho de Domingos Gonçalves e de Mônica da Silva. Casado duas vezes: a primeira, com Antônia de Godói, falecida antes de 1730; a segunda, a 07.10.1730, Rio de Janeiro, RJ, com Maria de Lemos Pereira [bat. 02.08.1683, Rio de Janeiro, RJ -], filha de Tomé Gonçalves  Couto e de Micaela Pereira de Faria, citados no verbete dafamília Couto (v.s.), do Rio de Janeiro [Rheingantz, Primeiras Famílias do Rio de Janeiro, Vol. I, 63]. Sobrenome de uma famíliaestabelecida em Pernambuco, com ramificações no Rio de Janeiro, para onde passou, possivelmente por ocasião das guerras holandesas no nordeste [1625-1654], João Gonçalves, natural de Pernambuco, que deixou geração do seu casamento, por volta de 1622, com Margarida de Oliveira, natural de Pernambuco, com geração em Rheingantz, Primeiras Famílias do Rio de Janeiro, Vol. I, 24. No Rio Grande do Sul, entre as mais antigas, registra-se a família de Inácio Gonçalves [Braga, Portugal- 1752, Col. Sacramento], que deixougeração, em 1727, na Colônia do Sacramento, com Domingas Gonçalves [de Braga]. Em São Paulo, entre as mais antigas, encontra-se a de Bartolomeu Gonçalves, que passou à Capitania de S. Vicente, em 1532, com Martim Afonso, e durante mais de 20 anos foi o único ferreiro da capitania. Deixou geração, por volta de 10 filhos, de mais de uma mulher. Alem deste: João Gonçalves (S. Vicente, 1636), Gaspar Gonçalves (Santos, 1560), Gonçalo Gonçalves, sapateiro (S. Paulo, 1562), Domingos Gonçalves da Maia (S. Paulo, f.1627) (AM, Piratininga, 89; SL, I, 22, 23, 26; VI, 455; VII, 452). Ainda em São Paulo, cabe registrar a do cap. Antônio José Gonçalves [1776, Braga – c.1829], filho de Manuel Pereira Gonçalves e de Custódia Marques. Deixou numerosa descendência, em Queluz (Lorena – SP), do seu cas., em 1798, em Queluz, com Genoveva Ana Pinto da Silva Ribeiro de Camargo [c.1777, Baependi, MG – ?], filha de João Pinto da Silva Ribeiro. Em Santa Catarina, entre as mais antigas, registra-se a de João Gonçalves «Francês», nat. de Bordéus, França, filho de João Gonçalves e de Joana Maria franceses (?). deixou geração de seu cas., c.1737, com Maria Cardoso, nat. da Freg.ª do Rio São Francisco, Santa Catarina. No Maranhão, entre outras, registra-se a de Jerônimo Gonçalves, que deixou numerosa descendência do seu cas., c.1786, com Jacinta Antão. Entre os descendentes do casal, encontra-se o bisneto, Dr. Segismundo Antônio Gonçalves [29.09.1845, Barras, PI – 25.01.1915, Rio, RJ], jornalista. Magistrado. Promotor da Comarca de Alcântara [MA, 1867-68]. Juiz Municipal da mesma Comarca [1868-1871]. Juiz substituto da comarca de Alcântara [MA, 1871-1872]. Juiz de Direito da Comarca de Bragança [PA, 1873-77].Chefe de Polícia [PE—1878]. Juiz de Direito da Comarca de Monjardim [PE, 1882-1883]. Juiz de Direito da Comarca de São João dosCampos [SP, 1884-1885] e em Pernambuco [1889]. Desembargador da Relação de Pernambuco [1897]. No Império: Deputado Provincial [MA, 1868-1869].

 

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clip_image002[4]Nogueira, sobrenome de origem portuguesa.

Trata-se de um nome com raízes toponímicas, provavelmente derivado da torre e freguesia de São João de Nogueira, na terra de Barroso. As origens da família que adoptou tal nome como apelido estão perfeitamente documentadas, pelo menos desde o século XIV. Usam os Nogueiras por armas. . Da árvore nogueira (Anuário Genealógico Latino, IV, 25) Descende esta família de D. Mendo Paes Nogueira, sobrinho de D. Mendo Nogueira, cavaleiro da Ordem dos Templários, em 1089. Seu solar é a torre de Nogueira, na ribeira do rio Minho. O morgado dos Nogueiras era dos viscondes de Vilanova de Cerveira (Anuário Genealógico Latino, I, 71). Ilha de S. Miguel: o genealogista português Gaspar Fructuoso, em sua História Genealógica de S. Miguel[Saudades da Terra], escrita por volta de 1580, dedicou-se ao estudo desta família, em seu Capítulo XXXVI – Dos Albarnazes, Montes, Pereiras, Mendes, e outros appellidos de gente nobre, que veio a esta Ilha, no tempo antigo, e de seus successores que agora moram n´ella [Gaspar Fructuoso – Saudades da Terra, pág. 263]. Brasil: No Rio de Janeiro, entre as mais antigas, a de João Nogueira, que deixou geração do seu cas., c.1614, com Bárbara de Arão (Rheingantz, III, 13). Rheingantz registra mais 28 famílias com este sobrenome, nos sécs. XVI e XVII, que deixaram numerosas descendêcias no Rio de Janeiro. Em São Paulo, entre as mais antigas, a de Gaspar Nogueira, tabelião e escrivão da Câmara de St.º André desde a fundação da vila (AM, Piratininga, 125). Em Minas Gerais, entre as mais antigas, a de Tomé Rodrigues Nogueira do Ó [c.1674, Madeira – d.1736, Baependi, MG]. Estabeleceu-se, inicialmente em São Paulo, antes de 1711, quando foi recebeu a patente de Cap. de Inf. da Ordenança do Distrito de Piedade de Lorena. Em 1726, já possuía terras em Baependi, Minas Gerais.

 

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From: andre_gnogueira@yahoo.com.br

Sent: Tuesday, July 21, 2015 5:00 PM

To: afraniomello@itapetininga.com.br

Subject: Genealogia

 

Boa tarde Afrânio…

Desculpa te incomodar… mas abri um site em que havia muitas pesquisas que vc tinha realizado e havia uma que citava a família Gonçalves. Eu tenho buscado na internet informações sobre a origem e quando vieram para o Brasil, mas são muito escassas.

Vi que havia um link que dizia que havia uma informação de 28 páginas. Ele ainda é válido?

Como faço para conseguir essas informações extras?

Grato por qualquer ajuda.

André Gonçalves Nogueira.

 

Segue o link abaixo.

http://www.jornalrol.com.br/informacoes-sobre-as-familias-goncalves-matos-silva-valle/

 

 

Afrânio Mello <afraniomello@itapetininga.com.br>

24 de jul (Há 4 dias)
para mim

Helio,

 

Veja o agradecimento e onde reside. Argentina.

 

O Rol é internacional.

 

Parabéns.

 

Afrânio

 

From: Andre Nogueira

Sent: Friday, July 24, 2015 1:20 AM

To: Afrânio Mello

Subject: Re: Genealogia

 

Caro Afranio…

Primeiramente estou sem palavras. Gostaria de agradecer por ceder-me estas informações tão valiosas. Faz anos que estou buscando pela internet e encontro pouca coisa. Ajudou-me muitissimo. Estou tentando fazer a árvore genealógica da minha familia (embora alguns parentes relutem em passar informaçõe mas aos pouquinhos vou garimpando. Sou paulista, mas a familia da minha mãe é toda do Paraná e para ajudar… eu moro na Argentina (Buenos Aires) e um dos meus bisavôs é baiano. Quem disse que seria fácil?

Gostaria de agradecer também pelas informacões dos Nogueiras. No caso é da família do meu padrasto (que me registrou legalmente como filho)… entao pela justiça sou um Nogueira também. E também é mais fácil pesquisar, pois moro em Pindamonhangaba – SP (minha família) no Vale do Paraíba e a família vive nas redondezas.

Novamente grato.

Abraços.

André Nogueira