Artigo de Celso Lungaretti: 'Memória não morrerá: a greve de fome que quase todos preferem esquecer!

VEJA UM VÍDEO QUASE DESCONHECIDO SOBRE O EPISÓDIO QUE GEROU A GREVE DE FOME DOS “QUATRO DE SALVADOR”

Celso Lungaretti, no blogue Náufrago da Utopia

Aos poucos vão aparecendo na internet peças como este vídeo, que permitem montar o quebra-cabeças de uma das raras greves de fome bem sucedidas no Brasil –e, exatamente por isto, muito menos lembrada do que as, por um motivo ou outro, terminadas em desistência, como as de Lula e outros sindicalistas do ABC, de D. Flávio Cappio, de Anthony Garotinho e de Cesare Battisti.

Tive a oportunidade de contribuir para tal vitória, quando militantes nordestinos iniciaram o protesto de supetão  e fiz esforços desesperados para conseguir repercussão na imprensa, vital para que atingissem seu objetivo.

Por ser inconveniente para a direita derrotada e a esquerda omissa, a greve de fome dos quatro de Salvador (dentre cinco presos em flagrante: Antonio Prestes de Paula, Cícero Araújo, Jari José Evangelista, José Wellington Diógenes e Marcos Wilson Lemos. Não me lembro nem consegui agora determinar qual deles ficou de fora do protesto) foi convenientemente relegada ao esquecimento. É mais fácil encontrarmos registros cuja ótica é policialesca, limitada ao assalto e prisão, como este aqui.

Daquela vez muitos se furtaram ao dever da solidariedade: houve quem se distanciasse completamente e quem não fizesse tudo que podia/deveria.

 
O erro: tentarem reeditar a luta armada… em 1986!

Mesmo assim, os esforços bem-intencionados frutificaram — ainda que de forma dramática, a duríssimas penas.

Para reconstituir o episódio, aproveitarei, primeiramente, trechos da tese de pós-graduação em História de Lucas Porto Marchesini Torres, na Universidade  Federal da Bahia, A questão financeira é uma questão política, cuja íntegra vocês podem acessar aqui:

Em abril de 1986, cinco homens foram presos após tentativa frustrada de assalto à agência Canela do Banco do Brasil na capital da Bahia, Salvador. Depois de um rápido cerco policial, tiros disparados por ambas as partes e alguma negociação, aos cinco assaltantes restaram poucas opções. O automóvel Voyage que os aguardava de frente ao banco, roubado e com placa fria, tornara-se inatingível para a fuga. Cercados, renderam-se. Entregaram suas armas (dois revólveres calibre 32, dois 38 e uma pistola automática Lugger), mais outras que haviam tomados aos seguranças, uma sacola de dinheiro contendo aproximadamente 230 mil cruzados e alguns objetos pessoais dos clientes (relógios, pulseiras, etc.).

Do primeiro contato direto que tiveram com os policiais surgiu a necessidade de revelarem aquilo que deveria ter sido mantido em segredo e era escamoteado pelos contornos que os cinco detidos pretendiam, até então, dar àquele assalto. Algemados e submetidos, por medo de serem confundidos (e tratados como) bandidos comuns ou membros da Falange Vermelha, apressaram-se em assumir: ‘somos todos petistas!’.

 
Apolônio de Carvalho, dirigente do PCBR voltando do exílio.

Ao buscarem diferenciar-se dos criminosos ditos comuns, esclareceram que com o assalto desejavam levantar fundos em ajuda à Nicarágua sandinista, para onde o dinheiro seria enviado ou financiaria a viagem deles para lá como trabalhadores voluntários. Tais alegações alçaram essa ocorrência incomum ao noticiário nacional, com grande destaque, e as páginas em que apareceu não eram as policiais.

Na década de 1990 um pequeno documentário foi realizado com os presos. Introduzido por “Soy louco por ti America”, de Caetano Veloso e Capinam, (…) Marcos foi recolado à frente da agência onde foi preso para recontar sua versão, agora não mais para agentes policiais. (…) Primeiro registrou demonstrações de coragem e capacidade do grupo, conscientes de como deviam se comportar naquele momento de tensão, sem perder o controle da situação. À porta do banco, segundo Marcos, a imprensa era amiga, salvaguardando a vida dos assaltantes; em seguida, se tornou inimiga, deturpando declarações dos presos.

Marcos, à sua maneira, apostou na caracterização do grupo como ingênuo e idealista. “Eu contava com apenas 22 anos”, disse demonstrando sua juventude presumidamente imatura. Reputou suas duas grandes influências na vida, àqueles que o estimularam a perseguir seu ideal revolucionário: “Rubens Lemos, meu pai, que foi preso político na década de 1970, e Ernesto Che Guevara”.

A sentença não foi igual para todos. José Wellington, Jari, Marcos e Cícero foram apenados com treze anos e dez meses de reclusão, mais o pagamento de uma multa no valor de 21 mil cruzeiros. Prestes de Paula e Telson, com sete anos e dez meses, mais 12 mil cruzeiros de multa.

 
O prestígio do sandinismo estava no auge entre nós

Após a definição da sentença, havia pouco a fazer. Os militantes perderam o espaço que tinham na imprensa e suas aparições ali tornaram-se rarefeitas.

Individualmente, tentaram benefícios que certamente os ajudaram a resistir à vida na prisão. A partir de 1987, três deles conseguiram liberação da Justiça para estudar fora do presídio. Marcos ingressou no curso de Filosofia, José Wellington em Direito (para mais adiante especializar-se na área criminal) e Telson frequentou curso técnico de soldador oferecido pelo Senai. Os demais se dedicaram ao artesanato dentro da prisão.

OS LULUS INOFENSIVOS E O CACHORRO LOUCO

Para complementar, eis narrativa que fiz em Náufrago da Utopia (Geração Editorial, 2005), único livro que parece ter abordado a greve de fome. 

[Vale, ainda, acrescentar que os cinco acabaram sendo expulsos do PT, que não lhes deu chance de apresentar  defesa e só se preocupou com os danos à sua imagem pública, não movendo uma palha para evitar que sofressem arbitrariedades na prisão.]

Como escrevi boa parte do Náufrago na 3ª pessoa, refiro-me a mim mesmo pelo pseudônimo que então utilizava para driblar a censura do regime militar: André Mauro.

Sem mais delongas, vamos ao que interessa:

 
Rubens Lemos tivera seus dentes arrancados pela ditadura

André chega atrasado para a reunião da Cacimba, numa tarde de sábado. O grupo literário se distribui por cadeiras e pelo chão do quarto. A palavra está com um visitante ilustre: Rubens Lemos, jornalista, poeta e velho militante comunista. André cumprimenta a todos, pede desculpa pelo atraso e se acomoda. Rubens continua expondo o problema que o trouxe a São Paulo.

Seu filho e outros companheiros foram presos ao assaltarem um banco na capital baiana, alguns meses atrás. Dinheiro para a revolução, uma prática que já parecia extinta. Por serem todos petistas, a imprensa fez estardalhaço. E o partido, temendo que esse fato fosse explorado na campanha eleitoral, voltou as costas aos chamados quatro de Salvador.

O PT está obsessivamente empenhado em livrar-se da imagem de reduto dos antigos terroristas.

Na primeira eleição de que participou, em 1982, a lei eleitoral só permitia a exibição, no horário gratuito da TV, do currículo e foto de cada candidato. Os aspirantes petistas a deputados eram quase todos originários da resistência à ditadura — e orgulhavam-se disso, fazendo questão de destacar a condição de ex-presos políticos.

A direita, por sua vez, aproveitou ao máximo para insuflar preconceitos. Colocava em circulação piadas tipo “os candidatos do PT não estão mostrando currículos, mas sim folhas corridas e boletins de ocorrência”…

Então, na eleição de 1986, o que o partido mais queria era dar a volta por cima, projetando uma imagem de respeitabilidade. Quando a prisão dos quatro de Salvador ameaçou relacionar o PT com as expropriações outrora praticadas pela vanguarda armada, foi um deus-nos-acuda!

 
Lemos: “Foi um golpe brutal”.

Além de negar qualquer apoio a esses militantes, a tendência majoritária começou a reprimir e expurgar as correntes radicais abrigadas em suas fileiras. Pertencer simultaneamente à Articulação e ao PT continuou in, mas ser da Convergência Socialista e do PT virou out. Porta da rua é serventia da casa.

Os párias ficaram numa situação extremamente vulnerável — e os policiais, contrários à redemocratização do País, não desperdiçaram a chance. Agentes da Polícia Federal começaram a levá-los a outros Estados, sem mandado judicial nem comunicação a seus advogados, para serem mostrados a testemunhas de todos os assaltos a bancos ocorridos em passado recente.

Nem mesmo a Ordem dos Advogados do Brasil obtinha permissão para dar assistência aos prisioneiros nessas praças e acompanhar os reconhecimentos. Havia uma intenção óbvia de inculpá-los de tantos delitos quanto fosse possível.

A gota d’água foi o telefonema recebido por Rubens Lemos na rádio de Natal em que comandava um programa esportivo, alertando-o de que os explosivos recentemente roubados de uma pedreira se destinariam à simulação de uma revolta no presídio de Salvador; no meio da confusão, os quatro seriam assassinados.

Lemos fez essa denúncia no ar, abortando — se havia — tal plano. Quatro decidiram entrar em greve de fome a partir de segunda-feira. Dois dias antes, não há nenhum esquema de imprensa estruturado para fazer com que seu protesto repercuta nas principais capitais do País.

O comitê de solidariedade paulista é imediatamente formado. E André aceita ficar com a missão mais difícil: colocar a greve de fome no noticiário…

Começa enviando um comunicado à imprensa para cientificá-la da greve. Ninguém publica.

Convence Lemos a escrever uma carta emocionada à população brasileira, afirmando que, em face de seus (reais) problemas cardíacos, delega ao povo a missão de assegurar a sobrevivência do filho Cícero, caso não possa fazê-lo pessoalmente. Ninguém publica.

Visita deputados, redações, agências noticiosas. Na do Governo Federal, a Empresa Brasileira de Notícias, quem o atende é um agente do Serviço Nacional de Informações travestido de jornalista. Fazendo-lhe uma ameaça velada:

 
José Wellington Diógenes hoje é advogado

— O tempo não está bom para os presos políticos e muito menos para quem já esteve preso. Se for pra jaula de novo, é bem provável que nunca mais saia. Ou ir direto pra baixo da terra…

Tem melhor sorte nos contatos com os correspondentes estrangeiros, que enviam algumas linhas a seus veículos. Mas é pouco para incomodar o governo brasileiro.

A cada dia, aumenta a apreensão no comitê de solidariedade. André atua em tempo integral, atirando em todas as direções.

Procura o procurador Hélio Bicudo, que já entrevistara para uma revista, e pede ajuda. Bicudo lhe dá uma apresentação para a Cúria Metropolitana de São Paulo. Acaba conseguindo uma carta anódina na Igreja, na linha de que por piores que hajam sido seus crimes, esses presos devem ter seus direitos respeitados. Ninguém publica.

Faz idêntica gestão na OAB, obtém uma carta igualmente cautelosa e também a distribui inutilmente aos jornalistas.

Manda um fax pessoal a todos os diretores-proprietários de veículos da grande imprensa, alertando-os de que, caso persista o boicote às notícias sobre a greve de fome, frustrando quaisquer chances de atendimento das reivindicações, caberá a eles a responsabilidade por qualquer tragédia que venha a ocorrer.

Quando já não sabe mais o que fazer ou a quem recorrer, o colunista que escreve sobre o Rio de Janeiro na página de Opinião da Folha de S.Paulo, Newton Rodrigues, dedica todo seu espaço daquele dia ao assunto. Diz que recebeu do jornalista Lungaretti uma denúncia consistente sobre violação dos direitos humanos dos quatro de Salvador, tendo repassado-a ao ministro da Justiça, Fernando Lyra.

 
Bobby Sands, mártir irlandês.

André, que enviara o dossiê a Newton Rodrigues apenas por causa das posições libertárias que este assumia na coluna diária e do seu passado de resistência ao golpe de 1964, fica então sabendo que o veterano jornalista faz parte do Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (…). Um golpe de sorte, no momento exato! Os quatro, segundo os médicos, começam a correr riscos mais graves!

No dia seguinte, Rodrigues relata a seqüência do caso: o ministro determinou ao governador da Bahia, Waldir Pires, que tome as providências cabíveis para que a greve de fome tenha um desfecho humanitário.

André e o comitê de solidariedade são informados de que o governador baiano oferece aos presos a garantia de não serem mais sequestrados pela Polícia Federal para reconhecimentos arbitrários, além de estar disposto a permitir que estudem ou trabalhem durante o dia, somente pernoitando na prisão.

Mas os quatro, empolgados com a mobilização de estudantes de Salvador em seu favor, pretendem prolongar a greve de fome por mais dois dias. Querem arriscar ainda mais a vida para desfrutar seu momento de glória, depois de terem sido vilipendiados pela própria esquerda!

André compreende seus sentimentos, mas considera o êxito político mais importante do que o desagravo pessoal. Então, na reunião do comitê, ele é incisivo:

— Estávamos sem perspectiva nenhuma e a vitória praticamente caiu do céu. Não podemos permitir, de jeito nenhum, que ela se transforme em derrota.

Decide-se mandar um ultimato a Salvador: ou os quatro saem imediatamente da greve, ou o comitê de apoio paulista vai mandar um comunicado a todos os jornais expressando sua discordância dessa postura.

É um blefe pois, a julgar pelos precedentes, ninguém publicaria. Mas, surte efeito. Depois de mais de uma semana sem alimentarem-se, os quatro são socorridos e se restabelecem plenamente.

Como recompensa por ter agido enquanto o PT se omitia, André recebe um insulto insólito do dirigente petista Rui Falcão:

— O Lungaretti e os quatro de Salvador são todos cachorros loucos!

LULISTAS DISPARAM CHUMBO GROSSO CONTRA
A POLÍTICA ECONÔMICA DE DILMA. EU OS APOIO.

Celso Lungaretti, no blogue Náufrago da Utopia

Como não me alinho automaticamente com personagem nenhum da política oficial, já fiz sérias restrições ao Lula. Fui, p. ex., um dos poucos a protestar na imprensa contra a expulsão de Paulo de Tarso Venceslau por haver denunciado o primeiro esquema profissional de desvio de recursos públicos para os cofres do partido.

Mas, é inescapável a constatação de que o ex-sindicalista e seu grupo hoje estão certíssimos em abrirem fogo contra a política econômica de Dilma e o ministro neoliberal que já não merece sequer ser chamado apenas de estranho no ninho; está mais para excrescência no ninho.

O governo Dilma tem os dias contados, será levado de roldão pelo tsunami econômico, mas o PT não precisa morrer abraçado com ele. Já passou da hora de dar uma guinada de 180º à esquerda, preservando-se para lutas futuras, enquanto o Titanic dilmista continuará, pela direita, a navegar inexoravelmente em direção ao iceberg.

 

 

É a atitude que se impõe após Dilma, no recente bate-boca com Rui Falcão, ter repetido pela enésima vez que não recuará de sua conversão ao neoliberalismo; hoje, o padrinho que faz sua cabeça é o Luís Carlos Trabuco, do Bradesco, e não mais aquele cujo beijo a transformou de rã em rainha. Então, como disse o Cristo, “deixai os mortos sepultarem seus mortos”.

De resto, que ninguém ouse criticar o meu posicionamento atual! Também neste caso saí na frente e foram os companheiros que convergiram para onde eu já estava.

Há mais de um ano comecei a alertar que, dos três candidatos com chances de vitória na eleição presidencial, nenhum deles ousaria confrontar o poder econômico, ainda mais quando o grande capital dava murros na mesa exigindo um arrocho fiscal. Adverti a esquerda que o PT se destruiria se aceitasse cumprir papel tão repulsivo e incompatível com seus valores e sua história.

Infelizmente, hoje  são raros, em nossas fileiras, os que ousam pensar com a própria cabeça. Seguiram os líderes então, quando a ordem era ignorar alertas como o meu, e continuam seguindo agora, quando quem não se tornou chapa branca até a medula pede, finalmente, a exoneração de Joaquim Levy.

Antes tarde do que nunca. Então, como nunca fui adepto do quanto pior, melhor, estarei sempre dando a maior força aos lulistas que, como André SingerRicardo KotschoGuilherme BoulosMarcio Pochmann e o próprio Rui Falcão, tentam salvar algo do desastre que se avizinha.

Pois precisaremos muito desses salvados do incêndio para reconstruir a esquerda a partir do day after.

OUTROS POSTS RECENTES DO BLOGUE NÁUFRAGO DA UTOPIA (clique p/ abrir):

A REELEIÇÃO DE DILMA COMPLETA UM ANO. VEJA COMO A CARRUAGEM VIROU ABÓBORA.

A CONSTITUIÇÃO PROÍBE, NINGUÉM LIGA: MAIS DE 90% DA DÍVIDA PÚBLICA BRASILEIRA É DE JUROS SOBRE JUROS.

RICARDO KOTSCHO: “CRESCE O ABISMO ENTRE BRASÍLIA E O RESTO DO BRASIL”.

ANDRÉ SINGER: AO DEFENDER MUDANÇAS NA ECONOMIA, RUI FALCÃO RECOLOCA O PT NO CAMPO DA ESQUERDA.

NA MOSCA!!!

RUI MARTINS: “TEREZA CRUVINEL E BICUDO GAGÁ”.

ESTRANHOS NO NINHO OBSCURECEM AS DISTINÇÕES IDEOLÓGICAS, DIFICULTANDO A SAÍDA DA CRISE.

APOLLO NATALI: “VONTADE DE VOMITAR”.

VALE TUDO PARA DESQUALIFICAR BICUDO, ATÉ ATRIBUIR-LHE SENILIDADE!!!




Atendendo solicitação de um leitor, o genealogista Afrâno mello fornece informaçõs sobre famila: QUEVEDO

Afrânio Franco de Oliveira Mello: ATENDIMENTO NÚMERO 556

Vou passar o que  tenho do sobrenome Quevedo.

Nome de difícil pesquisa em virtude de na Espanha já ser quase extinto.

Não encontrei referências para esse nome . Manoel Rodrigues de Quevedo .

Abraços a todos,

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Jornal On Line

 

Quevedo, sobrenome de origem espanhola

Que se tenga memoria, pues realmente el origen de este preclaro linaje se pierde en la oscuridad de los tiempos, el más antiguo solar, o casa solariega, del apellido Quevedo, radicó en la villa de Pie de Concha, lugar de donde partieron las distintas ramas que se conocen y que fueron extendiéndose por diversos lugares de España. Uno de sus eminentes varones, por no decir el que más, fue don Francisco de Quevedo y Villegas, que vistió el hábito de Santiago y fue señor de la Torre de Juan Abad, nacido en Madrid en 1.580 y fallecido en Villanueva de los Infantes en 1.645. Celebrado escritor no estuvo ajeno a los avatares de la política y así a la caída de su protector, el duque de Osuna, estuvo desterrado en su señorío de la Torre de Juan Abad, (Ciudad Real), y años más tarde se atrajo la enemistad del todopoderoso conde-duque de Olivares quien ordenó su encarcelamiento en el convento de San Marcos. De su ingenio y facilidad de escritura e imaginación, no es menester dar pruebas, pues sus obras son muestra palpable de todo ello. No podemos olvidar algunas de las más conocidas como “El diablo cojuelo” en donde levantando los tejados se podía contemplar las intimidades de los habitantes de la villa y corte de aquella lejana época. Posiblemente sus versos satíricos y sus coplillas fueron la causa real de todos sus males, pues en ellos arremetía y criticaba las corrupciones y las lacras que se daban entre los encopetados caballeros y nobles de la corte, amén de los “trapos sucios” de muchas de las más distinguidas damas. El apellido Quevedo se halla más extendido en la zona centro de España, siendo prácticamente desconocido en Cataluña y todo el Norte de la Península Ibérica.

 

 
ose M Quevedo

United States Census, 1940

birth: 1890 Cuba
residence: 1940 Ward 5,​ Key West,​ Election Precinct 7,​ Monroe,​ Florida,​ United States
spouse: Rose Quevedo
child: Georgina Quevedo
Rose Quevedo

United States Census, 1940

birth: 1891 Florida
residence: 1940 Ward 5,​ Key West,​ Election Precinct 7,​ Monroe,​ Florida,​ United States
spouse: Jose M Quevedo
child: Georgina Quevedo
Cristobal Quevedo

United States Census, 1940

birth: 1881 Cuba
residence: 1940 Area B,​ Tampa,​ Election Precinct 14,​ Hillsborough,​ Florida,​ United States
children: Manuel Quevedo,​ Conchita Quevedo
Frank Quevedo

United States Census, 1940

birth: 1894 Mexico
residence: 1940 Supervisorial District 3,​ Pinal,​ Arizona,​ United States
spouse: Carmon Quevedo
children: Eganico Quevedo,​ Esperansa Quevedo…
Juan Quevedo

United States Census, 1940

birth: 1889 Mexico
residence: 1940 Election Precinct 17 Anapara,​ Dona Ana,​ New Mexico,​ United States
spouse: Velen Quevedo
children: Alfonso Quevedo,​ Raul Quevedo…
Velen Quevedo

United States Census, 1940

birth: 1895 Mexico
residence: 1940 Election Precinct 17 Anapara,​ Dona Ana,​ New Mexico,​ United States
spouse: Juan Quevedo
children: Alfonso Quevedo,​ Raul Quevedo…
Jose Quevedo

United States Census, 1940

birth: 1891 Mexico
residence: 1940 Ward 2,​ Scottsbluff,​ Scottsbluff City,​ Scotts Bluff,​ Nebraska,​ United States
spouse: Marta Quevedo
children: Tony Quevedo,​ Frank Quevedo…
Cristina Quevedo

United States Census, 1940

birth: 1894 New Mexico
residence: 1940 Belvedere Judicial Township,​ Los Angeles,​ California,​ United States
children: Manuel Quevedo,​ Armando Quevedo…
Frank Quevedo

United States Census, 1940

birth: 1900 Mexico
residence: 1940 Tract 357,​ Redondo Beach,​ Inglewood Judicial Township,​ Los Angeles,​ California,​ United States
Joe Quevedo

United States Census, 1940

birth: 1897 Mexico
residence: 1940 Castroville Judicial Township,​ Monterey,​ California,​ United States
Melchor Quevedo

United States Census, 1940

birth: 1878 New Mexico
residence: 1940 Councilmanic District 13,​ Los Angeles,​ Los Angeles Township,​ Los Angeles,​ California,​ United States
spouse: Petra Quevedo
children: Pete Quevedo,​ Melchor Quevedo…
Petra Quevedo

United States Census, 1940

birth: 1886 Mexico
residence: 1940 Councilmanic District 13,​ Los Angeles,​ Los Angeles Township,​ Los Angeles,​ California,​ United States
spouse: Melchor Quevedo
children: Pete Quevedo,​ Melchor Quevedo…
Primo E Quevedo

United States Census, 1940

birth: 1900 Philippine Islands
residence: 1940 Councilmanic District 10,​ Los Angeles,​ Los Angeles Township,​ Los Angeles,​ California,​ United States
parents: Aurillo Quevedo
Aurillo Quevedo

United States Census, 1940

birth: 1870 Philippine Islands
residence: 1940 Councilmanic District 10,​ Los Angeles,​ Los Angeles Township,​ Los Angeles,​ California,​ United States
child: Primo E Quevedo
Pedro Quevedo

United States Census, 1940




Genealogia: Afrânio Mello fornece gratuitamente informações sobre familias. Nesta edição, sobre as familias REGO, MOARES e SOARES

Afrânio Franco de Oliveira Mello: ATENDIMENTO NÚMEROS 553, 554 E 555

 

Caro Domingos, boa noite.

Pesquisei o nome do Capitão-mor Pedro (também citado como Pero) Soares do Rego (Oeiras-PI) e nada encontrei nos meus arquivos.

O que tenho sobre esse sobrenome é muito pouco e não traduz a sua localização de onde veio. Tem um belo brasão.

Esse sobrenome tem origem nos nobres portugueses Condes,Viscondes, Barões e Senhores.

Segue uma página e um brasão.

 

 

imageR E G O

 

Nome de raízes toponímicas, deriva da honra desta designação, no lugar de Lordelo, comarca de Lanhoso.

Parece ter sido o fundador da família Lourenço do Rego, que vivia em meados do século XIII, e que deixou descendência que lhe continuou o nome.

 

 

Armas 

As armas ditas antigas dos Regos são: de verde, uma banda ondada de prata, carregada de três vieiras de ouro, perfiladas de azul. Timbre: uma vieira do escudo, entre dois penachos de verde, picados de ouro.

Modernamente, as armas passaram a ser: de verde, uma banda ondada e aguada de sua cor, carregada de três vieiras de ouro. O timbre não sofreu alteração alguma.

Ramos Familiares 

Cunha Rego

Sousa Rego

Títulos, Morgados e Senhorios 

Barões de Porto de Mós

Condes de Almarjão

Condes de Armil

Condes de Rego Botelho

Senhores de Aguiar

Senhores de Neiva

Viscondes de Geraz do Lima

Viscondes de Sousa Rego

============================================================================================================================

Sobrenome Morais e Moraes – existem as duas grafias e a origem espanhola é Morales.

No arquivo principal te 19 brasões das mais diversas origens de lugares. Uma para cada local.

Belos brasões.

Envio em separado do arquivo principal mais 4 brasões.

Abaixo um resumo das duas grafias.

clip_image002Morais, Moraes

ignora-se se os deste nome o tiraram do lugar de Morais, em Trás-os-Montes, ou se provêm dos Morales da Espanha. Os genealogistas atribuem-lhes remotas mas incomprovadas origens, se bem que seja indiscutível que a família já existia em Portugal usando este sobrenome durante a primeira Dinastia.

 

 

 

 

clip_image003Moraes, sobrenome de origem geográfica.

Topônimo de Portugal. Plural de um substantivo moral que devia ter significado «amoreiral». O espanhol tem moral, amoreira, e o sobrenome Morales. O substantivo desapareceu, ficando só o topônimo e o sobrenome. Guérios derivou de Murales, muros (Antenor Nascentes, II, 207). Do espanhol Morales, lugar onde há amoreiras (Anuário Genealógico Latino, IV, 25). O solar desta família é no lugar de Morais, têrmo de Bragança, província de Trás-os-Montes, Portugal. Gonçalo Rodrigues de Morais, senhor de muitos lugares, era descendente dos senhores da cidade de Bragança; em 1217 deu sua ermida de Santa Catarina aos franciscanos, quando foi a Bragança fundar o convento (Anuário Genealógico Latino, I, 67). Ilha da Madeira: o genealogista Henrique Henriques de Noronha, em sua importante obra Nobiliário Genealógico das Famílias da Ilha da Madeira, composta em 1700, dedicou-se ao estudo desta família [Henriques de Noronha – Nobiliário da Ilha da Madeira, Tomo II, 365]. Brasil: No Rio de Janeiro, entre as mais antigas, a de Diogo de Morais, n. no Rio, e fal. antes de 1721. Cas. no Rio, em 1695, com Felícia de Abreu Pereira, n. em Lisboa, e fal. no Rio, em 1721 (Rheingantz, II, 619). Antiga e importante família estabelecida em São Paulo, procedente, na metrópole portuguesa, de Rui Martins de Morais, alcaide-mor de Bragança [1321], Senhor de Morais, 3.º Padroeiro do Convento de S. Francisco, que deixou numerosa descendência do seu cas. com Alda Gonçalves Moreira. Foram pais de Ignez Rodrigues de Morais, que do seu cas. com D. Mendo Esteves de Antas, da Casa de Vimioso, descendem os Moraes de Antas, de São Paulo. Deste último casal – Mendo e Ignêz, foi descendente, seu quarto neto, Baltazar de Morais de Antas [Mogadouro – a.1600], que passou para o Brasil, tornando-se tronco de uma das principais famílias de São Paulo. Trouxe carta de Nobreza, passada perante o Juiz de Mogadouro [Carta 11.09.1579], que foi reconhecida perante o Ouvidor Geral da Bahia Cisme Rangel de Macedo. Em 1556 já residia em São Paulo. Juiz Ordinário de São Paulo [1579]. Deixou numerosa descendência de seu cas., em São Paulo, com Brites Rodrigues Anes, filha de Joannes Annnes Sobrinho, português, Juiz Ordinário de Santo André da Borda do Campo [1566], Procurador do Concelho [1558 e 1562) (Leite Ribeiro, 22; AM, Piratininga, 118; SL, VIII, 3; PT, I, 251).

 

========================================================================================================================================================

Sobrenome soares – Arquivo com 8 páginas e 4 brasões e em separado mais 3 brasões para confecção de quadros.

 

clip_image002[3]     clip_image003[3]

Soares, sobrenome de origem portuguesa.

BRASÃO DE ARMAS: De vermelho com uma torre de prata.

TIMBRE: A torre de escudo

“Aqueles do século XIV, membros da honorável casa dos Soares, viveram no tempo em que uma das maiores façanhas das armas da história de Portugal teve lugar, a saber, a batalha de Aljubarrota, travada em 14 de agosto de 1385, próxima da assim denominada cidade, localizada no centro de Portugal. O rei castelhano, Juan I, reclamava a coroa de Portugal através de seu casamento com a rainha Beatriz, a filha do último rei de Portugal. A grande maioria dos portugueses, incluindo muito dos patrióticos da família Soares, não estavam dispostos a aceitar um rei castelhano, razão pela qual escolheram como seu líder a João de Aviz, que se iriam juntar à luta que estava para vir por Nuno Ivares Pereira, o “Condestável”. Juan I invadiu Portugal confiante no valor do seu exército, que contava com vinte e dois mil cavaleiros, e soldados, e esperava o apoio de nobres portugueses que o tinham como legítimo herdeiro. Ao contrário, João, que tinha sido proclamado rei de Portugal há apenas quatro meses atrás, estava apto para reunir tão somente uns meros sete mil homens. Não obstante, o prestígio do chefe Pereira, ganho através de suas vitórias em incursões do ano precedente, inspirou entre a milícia de seus comandados e soldados, os quais podem ter incluído heróicos membros da família Soares, a garantia da necessidade de uma condição de vitória. Uma vez que a direção dos castelhanos tornou-se clara, Pereira propôs um plano que acarretaria no bloqueamento das linhas inimigas em avanço e, então, procederia à ofensiva, tendo manejado seus inimigos em terrenos que anularia a vantagem numérica dos invasores.

A despeito da desconfiança de alguns comandantes portugueses, em adotar uma estratégia agressiva contra um oponente numericamente superior, o ritmo dos acontecimentos tiveram poucas alternativas para escolha de ações e os ainda indecisos foram forçados a seguir o audacioso desígnio do Condestável, que saiu de Abrantes com o exército levantado e seguiu para Tomar. Os portugueses procederam para prevenir o avanço dos Castelhanos em Lisboa e Pereira colocou suas forças numa colina defensiva ao norte e a oito quilômetros ao sul de Leiria. Ali, encostas ásperas para ambos os lados, a posição defensiva tinha a vantagem da inclinação sobre o campo do atacante. Os cavaleiros castelhanos, acreditando em sua própria superioridade e ignorantes do terreno, resolveram atacar. O triunfo português em Aljubarrota, uma fonte de honra para todos, incluindo os atuais portadores da família Soares, não só preservou sua independência nacional, mas também marcou a supremacia política das classes burguesas de Portugal, que tinham preparado e feito a revolução de 1383 e escolhera a João de Aviz como rei, demonstrando a vantagem da infantaria, organizadas de maneira democrática, que lentamente iam anulando o valor da cavalaria medieval.

======================================================================================================================================

Espero que encontre nos arquivos referências dos nomes de sua família.

Grande abraço

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Jornal On Line

 

From: Domingos Savio de Morais

Sent: Wednesday, October 21, 2015 4:19 PM

To: Afrânio Tintaspig

Subject: Re: genealogia

Sr. Afranio, boa tarde!

Inicialmente, muito obrigado pela resposta. Sou Morais em descendência ao Capitão-mor Pedro (também citado como Pero) Soares do Rego (Oeiras-PI). O senhor tem referências dos ancestrais dele? O senhor também teria informações da família Espirito Santo originária de Crateús?

Muito obrigado pela despolibilidade em ajudar-me!

Domingos Morais.

 

Em 20 de outubro de 2015 15:12, Afrânio Tintaspig <afranio@tintaspig.com.br> escreveu:

Caro Domingos,

Tenho os arquivos : Moraes, Santos e Vieira.

No meu IMENSO arquivo não encontrei referência ao sobrenome PINHO.

Aqui na minha cidade,ITAPETININGA (SP) existia uma família que era dona de um hotel e que tinham o

sobrenome PINHO . Eram da cidade de OLIMPIO (SP ).

Sinto muitíssimo em não poder ajudá-lo.

Se quiser os demais é só pedir que envio.

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Jornal Região On Line

 

From: Domingos Savio de Morais

Sent: Tuesday, October 20, 2015 1:59 PM

To: afranio@tintaspig.com.br

Subject: genealogia

Sr. Afranio Mello, boa tarde!

Sou Domingos Savio de Morais Santos. Encontrei vosso e-mail em pesquisas aleatórias acerca do tema e gostaria de parabenizá-lo pelas pesquisas.

Sou natural do Ceará e há algum tempo procuro informações acerca da família Pinho a qual também pertenço. Meu tataravô, Antônio de Pinho Vieira é a referência mais antiga que pude encontrar. Sei que ele morreu em 1907 ou 1908 na cidade de Senador Pompeu-CE e viveu por muitos anos em Várzea Alegre-CE (onde fixou descendência). Sei também que era comerciante e talvez seja originário de Quixeramobim-CE ou ainda de Mombaça-CE e dever ter nascido entre as décadas de 1840 e 1860.

Caso o senhor tenha alguma informação ela nos será bastante útil.

Atenciosmente,

Domingos Morais.




A biblioteca de Itapetininga continua muito ativa

Biblioteca de Itapetininga promove o evento 3ª Feira de Troca de Livros

 Ação começa nesta segunda-feira (26) e vai até sexta-feira (30).
Objetivo é incentivar crianças, adolescentes e adultos a praticar a leitura.

Feira para troca de livros será promovida em Itapetininga (Foto: Fábio Molina/ divulgação)
Feira para troca de livros será promovida em
Itapetininga (Foto: Fábio Molina/ Divulgação)

A Biblioteca Municipal de Itapetininga (SP) irá realizar a 3ª Feira de Troca de Livros entre segunda-feira (26) e sexta-feira (30). A ação tem o objetivo de incentivar crianças, adolescentes e adultos a praticar a leitura, além disso, ter a troca de experiências.

Gibis e livros em bom estado de conservação (infantil, infanto-juvenil e adulto) são matérias de trocas. Já livros didáticos, religiosos, de cunho político, enciclopédias, guias e revistas de qualquer assunto e livros com selo de gratuidade não são materiais de troca.

A biblioteca fica aberta das 8h às 22h e está localizada à Rua Campos Salles, 175, Centro. Mais informações pelo telefone: (15) 3272-3265.




Atividades culturais do professor Jefferson Biajone na Fatec Itapetininga repercutem na imprensa nacional

Projeto conta histórias de heróis em cemitérios de Itapetininga

JOSÉ TOMAZELA

26 Outubro 2015 | 11:39

Um projeto pioneiro está resgatando a memória de cidadãos de Itapetininga que, no passado, participaram de momentos decisivos da história do Brasil. Voluntários da Revolução Constitucionalista de 1932, ex-combatentes das revoluções de 1924 e 1930, integrantes da Força Expedicionária Brasileira que lutaram na Segunda Guerra Mundial e outras pessoas que se destacaram no cenário nacional terão seus túmulos identificados para compor um roteiro histórico nos cemitérios da cidade. A vida e realizações de cada personagem podem ser acessadas com o uso do celular.

O projeto Morada de Heróis foi idealizado por alunos e professores do curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas (ADS) da Faculdade de Tecnologia (Fatec) de Itapetininga e é realizado em parceria com o Instituto Histórico Geográfico e Genealógico. De acordo com o professor Jefferson Biajone, da disciplina de Matemática Discreta, o passo inicial foi dado com a identificação dessas personalidades e a localização de seus túmulos nos cemitérios Municipal e da Irmandade do Santíssimo Sacramento.

Com base na teoria dos grafos, ramo da matemática que estuda as relações entre objetos de um determinado conjunto, foi elaborado um percurso para a visitação dos túmulos históricos. Um banner explicativo do passeio já foi instalado nas entradas dos cemitérios. Através de parceria com a empresa InTheApp, fundada por alunos da Fatec, foi desenvolvido um aplicativo para celular com todo o conteúdo do projeto.

Quem visita os cemitérios, pode usar o telefone móvel para, através de dispositivo instalado nos túmulos, ter acesso a textos, imagens, áudio e vídeos sobre a vidas das personalidades e a participação que tiveram nos conflitos. Os primeiros heróis lançados no sistema foram o pracinha José Ribamar de Montello Furtado, que lutou na II Guerra; o capitão Francisco Fabiano Alves, destaque na Revolução de 24, e o soldado Antenor de Oliveira Mello Junior, revolucionário de 1932.

No Dia de Finados, quem não baixou o aplicativo no celular, vai receber um mapa do percurso histórico em formato de folder. De acordo com Biajone, o objetivo é fomentar o turismo histórico nos cemitérios e resgatar histórias de vida que podem ajudar as gerações atuais e futuras a compreender a história do Brasil.

Dispositivo no túmulo permite acessar a história da personalidade.




Fotos antigas de Itapetininga da coleção de Osvaldo Souza Filho

mais fotos antigas de Itapetininga enviadas pelo colecionador Osvaldo Souza Filho

Mais fotos antigas foi enviada pelo colecionador e historiador Osvaldo Souza Filho.

 

197 - Pça. Mal. Deodoro da Fonseca - Anos 50 (1)

197 – Pça. Mal. Deodoro da Fonseca – Anos 50 (1).JPG

196 - Capela NªSª Aparecida do Sul - Anos 40 (1)

196 – Capela NªSª Aparecida do Sul – Anos 40 (1).jpg

195 - Pça. Mal. Deodoro da Fonseca - Anos - 40 (1)

195 – Pça. Mal. Deodoro da Fonseca – Anos – 40 (1).JPG

194 - Pça. Mal. Deodoro da Fonseca - Anos - 40 (1)

194 – Pça. Mal. Deodoro da Fonseca – Anos – 40 (1).JPG

193 - Igreja N.S. do Rosario - Pça. Rui Barbosa - 1930 (1)

193 – Igreja N.S. Rosário – Praça Rui Barbosa – 1930

192 -  N.S. do Rosario - Pça. Rui Barbosa - Anos - 20192 –  N.S. do Rosario – Pça. Rui Barbosa – Anos – 20

191 - Casa do Antonio A. Alves - Pça. da Matriz - 04-12-1951

191 – Casa do Antonio A. Alves – Pça. da Matriz – 04-12-1951

190 - Igreja N.S. dos Prazeres - Anos - 70190 – Igreja N.S. dos Prazeres – Anos – 70

189 - Pça. - Duque de Caxias -2005189 – Pça. – Duque de Caxias -2005

187 - Festa Pça. N.S. Aparecida - 01-01-1944
187 – Festa Pça. N.S. Aparecida – 01-01-1944

 




Genealogia: Afrânio Mello fornece informações gratuitas para leitores do ROL. Nesta edição ele conta sobre as familias CASTRO e SOUZA

Afrânio Mello: ATENDIMENTO NÚMEROS 544 E 545

 

Prezado Luiz Antonio,

 

Em atenção a sua solicitação de informações sobre os sobrenomes Souza e Castro,

de sua família, anexo os arquivos que tenho sobre os mesmos.

 

Castro espanhol………………….. 2 páginas ………….  interessante formação do nome com origem na Espanha ;

Castro portugues………………… 26 páginas…………   com toda a genealogia da nobreza do sobrenome ;

Castro……………………………….. 12 páginas e 6 brasões das diversas localidades de origem do sobrenome;

Souza,Souza Resumido………… 12 páginas e 1 brasão e

Souza,Sousa completo…………  40 páginas e 1 brasão e mais 6 cbrasões em separado e uma referência aos  Condes da Calheta – Condes da Ilha da Madeira.

Abaixo pequeno resumo dos dois sobrenomes tirados dos arquivos principais.

Você tem 92 páginas de informação para sua leitura e encontrar o nome de algum dos seus ascendentes.

Grande abraço e sucesso em suas pesquisas.

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Jornal On Line

 

 clip_image005  clip_image006  clip_image004

Castro,  sobrenome de origem espanhola, é uma das famílias das mais nobres linhagens da Península Ibérica e talvez das que melhor se encontram documentadas desde a mais remota antigüidade.

Por diversas vezes se uniu por casamento com princesas e infantas de várias famílias reais hispânicas e o seu poder sócio-politico e militar chegou a ombrear com o dessas famílias.

Em especial a partir do séc. XIV, vieram estabelecer-se em Portugal membros da família dos Castros, aqui erigindo grandes casas senhoriais.

Á família pertencia a célebre Inês de Castro que viria a casar com o rei Dom Pedro I de Portugal.

Costumam os genealogistas dividir os Castros em dois principais ramos, designados normalmente por «de Treze» ou «de Seis», consoante a variação que se verifica nas arruelas das suas armas. E alguns heraldistas tentaram explicar essa variação dizendo que os Castros do ramo legítimo usaram as treze arruelas e que o ramo ilegítimo teriam diferenciado as suas armas, usando apenas seis.

Esta teoria porém, está longe de ser inteiramente de aceitar sem discussão. De referir, aliás, e sobre os timbres a que se faz referência, que sendo eles de criação tardia, não devem ter nada que ver com eventos anteriores ao séc. XVI.

Sobrenome de origem geográfica, tomado da vila de Castro Xeres. Do lat. «castrum», lugar fortificado (Anuário Genealógico Latino, IV, 19; Antenor Nascentes, II, 67). Foi senhor da referida vila D. Rui Fernandes de Castro, rico-homem de D. Afonso VII, rei de Castela em 1123, e o primeiro que usou esse sobrenome. O primeiro que passou a Portugal foi D. Pedro Fernandes de Castro, «o da Guerra», no tempo de D. Afonso IV, rei de Portugal, em 1325 (Anuário Genealógico Latino, I, 31). Felgueiras Gayo vai buscar as origens desta família em Nuno Belchiedes, Gentil Homem da Alemanha, que passou para a Espanha no ano 884, a fim de ajudar nas guerras contra os Mouros. Deixou numerosa descendência do seu cas. com D. Sula, filha do conde D. Diogo Prozellos, o Povoador de Burgos e 2.º conde de Castela. Ao traçar sua genealogia, o faz avô de D. Thereza Nunes Bella, que foi cas. com o famoso Juiz de Castela, Laim Calvo, de quem descende a família Calvo (v.s.). Continuando esta genealogia, faz este Laim Calvo, como quarto avô de D. Fernando Lains, que foi Senor de Castro Xerez, que era uma vila em Castela a Velha, a quatro léguas de Burgos, de onde tomou o novo sobrenome, que vai perpetuado em seus filhos e demais descendentes. Gayo apresenta o citado Fernando Lains, Sr. de Castro Xerez, como bisavô de D. Rui Fernandes de Castro, e sétimo avô de D. Pedro Fernandes de Castro, ambos citados no principio deste verbete (Gayo, Castros, Tomo XI, § 1 e 2, 29-31). Brasil: Numerosas foram as famílias, que passaram com este sobrenome para diversas partes do Brasil, em várias ocasiões. Não se pode considerar que todos os Castros existentes no Brasil, mesmo procedentes de Portugal, sejam parentes, porque são inúmeras as famílias que adotaram este sobrenome pela simples razão de ser de origem geográfica, ou seja, tirado do lugar de Castro. O mesmo se aplica no campo da heráldica. Jamais se pode considerar que uma Carta de Brasão de Armas de um antigo Castro, se estenda a todos aqueles que apresentam este mesmo sobrenome, porque não possuem a mesma origem. No Rio de Janeiro, entre as mais antigas, registra-se a do cap. Antônio de Castro [c.1609 – 1700,RJ], filho de Antônio de Castro, que deixou larga descendência, a partir de 1639, com Felipa de Sá [c.1619 – 1702,RJ], da casa do Gov. Salvador Correia de Sá (Rheingantz, I, 328). Rheingantz registra mais 13 famílias com este sobrenome, nos sécs. XVI e XVII, que deixaram numerosa descendência no Rio de Janeiro.

 

clip_image002

Sousa, Souza sobrenome de origem portuguesa.

Nome de raízes toponímicas tirado da terra de Sousa, designou primeiramente a linhagem deste nome, cujas origens documentadas datam de épocas anteriores à Nacionalidade, vindo posteriormente a ser apelido da família em que tal linhagem veio a transformar-se.

Tendo recaído em senhora os dois principais ramos desta família, as duas damas da família, Dona Maria Pais, chefe da linha primogênita, e Dona Inês Lourenço, a secundogênita, vieram a casar respectivamente com Dom Afonso Dinis, filho bastardo legitimado de Dom Afonso III, e com Dom Martim Afonso, meio-irmão daquele.

De Dona Maria Pais e Dom Afonso nasceria a linha de Sousas dita de Arronches, por terem detido este senhorio, hoje chefiada pelos Duques de Lafões

De Dona Inês e Dom Afonso descenderiam dos Sousas ditos do Prado, por terem tido o senhorio desta vila, ou Chichorros, da alcunha daquele Dom Martim.

Sobrenome de origem geográfica. Rio e Povoação de Portugal. Cortesão tirou, com dúvida, da baixa latinidade Sousa, Saucia, ou Socia. Sousa [forma documentadano ano de 924], Souza [com z], Socia [documentado em 1088]. Leite de Vasconcelos tirou do latim saza, seixos, o que traz dificuldades fonéticas. Outros derivam de Salsa, donde Souza, Sousa, o que não apresenta dificuldade fonética. Cortesão faz diferença entre Sousa, nome do rio, e Souza, nome da povoação, derivando aquele de saza e este de Socia (Antenor Nascentes, II,286). Uma das mais antigas e ilustres famílias de Portugal. Felgueiras Gayo, em seu Nobiliário das Famílias de Portugal (Tomo XXIX), usando o Nobiliário do Cazal do Paço, principia esta antiquíssima família em Dom Sueiro Belfaguer, Cavaleiro antigo godo, que floresceu nos primeiros anos do século VIII, ou pelos anos de 800. Foi filho, segundo melhores opiniões, de Don Fayão Theodo ou Theodosio (que foi bisneto em varonia de Flavio Egica, Rei da Espanha) e de sua esposa Sona Soeira, filha de D. Soeiro, Príncipe Godo. Informa ser a mais antiga família que se encontra na Espanha Portuguesa, e por automazia, a mais antiga Portuguesa. O primeiro Solar que teve esta Família foi na Comarca de Vila Real entre o Rio Tua e Tamega, em a terra chamada Panoyas, nome que lhe ficou de uma Cidade assim chamada pelos romanos, situada junto ao lugar de Val de Nogueiras, em cujas ruínas se encontrão descrições com letras romanas. O segundo Solar desta Família, de onde se tirou o sobrenome, fica em Entre Douro e Minho, no contorno do Concelho de Rio Tamaga, denominado = a terra de Souza = regada do Rio Souza, que nascendo por cima do Mosteiro beneditino de Pombeiro, recebe outras águas, e corre até se encorporar com o Rio Douro, muito abaixo de ambos os rios, sendo o Tamega o último que recebe duas léguas antes da Cidade do Porto. O sobrenome Souza não teve princípios senão muito depois de principiar esta família, conforme vimos, em Dom Sueiro Balfaguer, que deixou numerosa e ilustre descendência do seu casamento com D. Munia = ou Menaya = Ribeiro, descendente dos Condes de Coimbra, e por varonia, descendente de Sizebuto, filho de Witissa, penúltimo rei godo. Foram quarto avós de Dom Gomes Echigues , que floresceu pelos anos de 1030. Homem de muito valor, que combateu em Santarém, onde, com sua lança, deteve o Rei de Castela D. Sancho, e o venceu. Foi Governador de toda a Comarca de Entre Douro e Minho, por nomeação do Rei D. Fernando, pelos anos de 1050. Comprou o Lugar de Felgueiras, junto a Pombeiro, a Payo Moniz, pelo preço de dois bons cavalos, em 04.1039.

 

 

========================================================================================================================================================

 

 

—–Mensagem Original—–

From: Luiz Antonio

Sent: Thursday, October 01, 2015 7:46 PM

To: afranio@tintaspig.com.br

Subject: Antônio Manuel de Souza e Castro

 

Caro Afrânio,

 

Estou fazendo uma pesquisa sobre minha família e cheguei até meu tetravô Antônio Manuel de Souza e Castro, Ilha da Madeira.

 

O Sr. teria como me fornecer algum informação sobre ele ou algum caminho que possa conseguir maiores detalhes,

 

Atenciosamente

 

Luiz Antônio Muniz de Souza e Castro.

 

 

Enviado do meu iPad=