Artigo de Celio Pezza: 'Transporte de autoridades'

Célio Pezza – Crônica 298: Transporte de autoridades

Colunista do ROL
Celio Pezza

Dentro da estrutura da FAB (Força Aérea Brasileira) existe, em Brasília, um grupo chamado GTE (Grupo de Transporte Especial), que é o responsável pelo transporte aéreo do Presidente da República, Ministros e demais autoridades. Fora o avião presidencial, essa frota dispõe de 15 aviões, desde jatos executivos até aviões com capacidade de aproximadamente 50 passageiros. Alguns modelos tiveram seus interiores modificados e transformados em salas VIP, garantindo o máximo de conforto para seus usuários.

Em geral, o custo dessas aeronaves para deslocar autoridades chega a custar 20 a 50 vezes mais do que o valor das passagens aéreas em voos comerciais, mesmo considerando viagens em primeira classe. No caso de viajar somente um ou dois passageiros, o valor por passageiro fica astronômico. Um avião pequeno custa aproximadamente R$ 150 mil para ir de Brasília ao Rio de Janeiro; se forem 03 passageiros, significa um custo de R$ 50 mil por passageiro. A conta da gastança é simples.

Um levantamento efetuado de janeiro a setembro do ano passado mostrou um total de 2.206 voos para atender aos políticos, o que dá mais de 08 voos por dia. É um desperdício imenso de dinheiro público, enquanto o povo não tem moradia decente, saneamento básico, segurança, saúde, transporte, etc..

Por outro lado, a FAB efetuou somente 42 missões de transporte de pacientes e órgãos para transplantes nesse mesmo período, causando sérios problemas à população. Só o Ministério das Cidades fez 187 viagens; o deputado Eduardo Cunha usou a FAB por 110 vezes, e assim por diante.

Por outro lado, no inicio do ano, um menino de 12 anos não conseguiu receber um transplante de coração e morreu em Brasília, pela falta de aeronave para transportar um órgão que estava disponível em Itajubá, no estado de Minas Gerais. A FAB simplesmente alegou que não podia atender ao pedido de transporte, por “questões operacionais”. Uma frase simples, que causou a morte de uma criança.

Vale lembrar que existe um decreto de 2002 que disciplina o uso de aviões da FAB e diz que seus jatos podem ser requisitados quando houver motivo de emergência médica, o que obviamente não foi considerado nesse caso.

Renan Calheiros usou jato da FAB para ir de Maceió até Porto Seguro, para assistir ao casamento do senador Eduardo Braga. Sua assessoria disse, na época, que Renan participou do compromisso como presidente do Senado e que tem direito ao uso de aeronave oficial, mesmo que a viagem não seja oficial.

Existem casos de políticos que viajaram para ver jogos da seleção, casos em que foram para Fernando de Noronha, mas que usaram aviões da FAB por questões de segurança e por aí vai.

O fato é que o desperdício do nosso dinheiro continua enorme, apesar dos discursos de muitos “representantes do povo”. Para todos os lados que olharmos com atenção, vamos verificar essa prática. Até quando?

Essa é a pergunta que continua sem uma resposta. Bem, agora é carnaval e não podemos nos preocupar com esses detalhes. Devemos nos preocupar com os blocos carnavalescos, com as marchinhas de alto padrão e com o desfile das escolas de samba. Até quando?

 

Célio Pezza

Fevereiro, 2016




Artigo de Celso Lungaretti: 'Tudo de que Lula não precisa é associar sua imagem à do Celso Jobim'

LULA COGITA TER COMO PORTA-VOZ O PALADINO DA IMPUNIDADE DOS TORTURADORES
 
Por Celso Lungaretti, no blogue Náufrago da Utopia

 

Quando ministro, usava uniformes de campanha…

Está na Folha de S. Paulo, coluna da Monica Bergamo, desta 4ª feira, 3:

Um dos candidatos a porta-voz de Lula é o ex-ministro da Justiça Nelson Jobim. Ele é o nome preferido dos que argumentam que o ex-presidente passe a ser defendido por um político de estofo, que consiga se contrapor à avalanche de suspeitas e críticas feitas pela imprensa

…e outras bizarrices. 

Se consumada, será uma escolha simplesmente desastrosa e repulsiva. Sabem por quê? Pelos motivos que já expus em agosto de 2011, quando Jobim foi merecidamente chutado do ministério do próprio Lula. 
Não há nada a tirar, nem pôr. Recapitulemos.

JOBIM: SUA REMOÇÃO 

DEMOROU UMA ETERNIDADE.

…A situação por ele [Jobim] criada, com suas seguidas, inconsequentes e inaceitáveis incontinências verbais, teve o único desfecho possível: a demissão.

Mas, o pior malefício que ele cometeu dificilmente será desfeito.

Foi Jobim quem, numa reunião ministerial decisiva, confrontou Tarso Genro e Paulo Vannuchi, encabeçando a corrente contrária à revisão da Lei de Anistia. Para opróbrio do Brasil, tal posição acabou prevalecendo.

Em plena ditadura militar, os altos escalões do arbítrio concederam um habeas corpus preventivo a si próprios (mandantes) e a seus esbirros (torturadores), para evitar que se fizesse justiça quando da redemocratização do País.

Absurdamente, a Nova República, presidida por um lambe-botas dos antigos déspotas,  esqueceu  o festival de horrores que a antecedeu.

Os dois Fernandos e o inapetente Itamar Franco deixaram tudo como estava no que tange a punições, embora FHC tenha, pelo menos, instituído as comissões de Anistia e de Mortos e Desaparecidos Políticos, para apurarem os crimes e injustiças do período de exceção, concedendo reparações aos sobreviventes e aos herdeiros das vítimas.

A chegada de Luiz Inácio Lula da Silva ao poder reavivou as esperanças de que tanto as bestas-feras, quanto os canalhas que removeram suas focinheiras, respondessem finalmente por seus atos.

Mas, com participação decisiva de Nelson Jobim, o Ministério resolveu, no final de 2007, que o Governo Federal não proporia a revisão da anistia de 1979.

Um ano mais tarde, quando a questão chegou à Justiça, a posição da União, expressa por sua Advocacia Geral, foi de que a Lei de Anistia colocara uma pedra sobre o assunto. E, todas as vezes em que a AGU foi chamada a dar seu parecer, alinhou-se com a impunidade.

Não é de estranhar-se que o Congresso Nacional tenha olimpicamente ignorado o assunto; e que o Supremo Tribunal Federal, em 2010, haja ratificado o entendimento do Executivo.

Até hoje, não se conseguiu desatar o nó atado em 2007 por Jobim e os ministros reacionários e/ou pusilânimes que lhe garantiram maioria.

Foi naquele momento que Jobim, prestando um enorme desserviço à Nação, desqualificou-se irremediavelmente para o Ministério. Sua remoção demorou uma eternidade.

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Alunas criam esmalte com pigmento de urucum

Projeto de estudantes da Etec de Suzano substitui corante sintético por pigmentação natural na produção de cosmético para unhas. O trabalho foi premiado na 9ª edição da Feteps

Três alunas do curso de Química da Escola Técnica Estadual (Etec) de Suzano desenvolveram um esmalte sem qualquer corante sintético. Em substituição aos produtos químicos, Thaís Neves Fonseca, Paula dos Santos Teixeira e Fabiana Garcia Silva utilizaram pigmentação do urucum – planta que já era usada pelos índios para colorir artefatos de caça e pesca, vestimentas e até mesmo o próprio corpo.
O objetivo das estudantes era substituir os corantes sintéticos, que podem causar doenças e alergias, por um produto natural que contribuísse para o desenvolvimento socioeconômico do País. A partir das pesquisas, as alunas concluíram que o urucum era o pigmento ideal. O Brasil é responsável por 57% da produção mundial de urucum, à frente de Peru, Costa do Marfim e Gana, segundo dados do Centro de Horticultura – Setor de Plantas Aromáticas e Medicinais do Instituto Agronômico de Campinas (IAC). São Paulo é o maior produtor brasileiro, seguido por Rondônia, Pará e Paraná. As principais empresas que processam o urucum estão instaladas ao redor da Grande São Paulo e na região metropolitana de Campinas. De acordo com as pesquisas do grupo, uma muda de urucum custa R$ 0,12, enquanto o gasto para cultivar um hectare é de R$ 30.
“Os custos para iniciar uma lavoura são baixos. Com mais pesquisas e a maior utilização do urucum em cosméticos, seria possível dar apoio aos pequenos produtores, melhorando a economia de uma região”, diz Thaís, de 18 anos, que acabou de se formar em Química na Etec e cursa a graduação tecnológica em Polímeros na Faculdade de Tecnologia do Estado (Fatec) Zona Leste.
O esmalte criado pelas estudantes foi vencedor da 9ª Feira de Tecnologia do Centro Paula Souza (Feteps) na categoria Tecnologia Química, de Alimentos, da Agroindústria e da Bioenergia.

Crédito: Gastão Guedes
Esmalte usado pela aluna Thaís Fonseca foi vencedor da Feteps

Cores
A partir da semente de urucum, é possível desenvolver esmaltes em cores que vão desde o amarelo pálido ao vermelho tijolo. O desafio do projeto para o futuro é criar novas tonalidades a partir do pigmento do urucum e substituir componentes da fórmula. “Vamos continuar trabalhando no desenvolvimento de novas cores e na substituição dos compostos alergênicos, como o tolueno, que também estão sendo trocados pela indústria de cosméticos. O foco do produto é nos materiais sustentáveis”, explicou o professor Cesar Tatari, orientador do grupo.
Segundo Thaís, o custo estimado de produção de cada vidro de esmalte é de R$ 0,63. “Em escala industrial, poderia sair até mais barato. Nas lojas, o preço para o consumidor seria compatível ou até mais em conta que o dos produtos que estão no mercado”, acredita a aluna, que destaca o rendimento do urucum e a sustentabilidade do produto natural. “A semente seca do urucum pode ser usada várias vezes. Depois, pode servir de adubo. O uso da planta não gera resíduos para o meio ambiente.”
O projeto, coorientado por Deyse Alves Silva, será apresentado na 14ª edição da Feira Brasileira de Ciência e Tecnologia (Febrace), que será realizada de 14 a 18 de março na Universidade de São Paulo (USP).

Sobre o Centro Paula Souza – Autarquia do Governo do Estado de São Paulo vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação, o Centro Paula Souza administra as Faculdades de Tecnologia (Fatecs) e as Escolas Técnicas (Etecs) estaduais, além das classes descentralizadas – unidades que funcionam com um ou mais cursos técnicos, sob a supervisão de uma Etec –, em mais 300 municípios paulistas. As Etecs atendem mais de 208 mil estudantes nos Ensinos Médio, Técnico integrado ao Médio e no Ensino Técnico, para os setores Industrial, Agropecuário e de Serviços. Nas Fatecs, o número de alunos matriculados nos cursos de graduação tecnológica ultrapassa 75 mil.




Governo do Estado cria Fatec Itatiba

O governador Geraldo Alckmin assinou ontem, dia 2, decreto criando a Faculdade de Tecnologia (Fatec) de Itatiba

O texto foi publicado hoje no Diário Oficial do Estado.

A nova faculdade teve Vestibular para o primeiro semestre deste ano. Os 239 candidatos disputaram as 40 vagas oferecidas no período da noite para o curso superior tecnológico de Gestão da Produção Industrial, o que representa 5,98 candidatos por vaga. As aulas começam no dia 11 de fevereiro.

Na parceria para a implantação da Fatec, coube à Prefeitura a reforma e a adequação do prédio que inicialmente abrigará a unidade. O Estado ficou responsável pela compra de mobiliário e equipamentos e o Centro Paula Souza, pela elaboração do projeto pedagógico do curso, acompanhamento do processo seletivo e contratação de professores.

Com a faculdade de tecnologia recém-criada em Itatiba, a décima na Região de Campinas, o Centro Paula Souza passa a administrar 66 Fatecs no Estado, distribuídas em 60 cidades paulistas.

O município de Itatiba tem também uma Escola Técnica Estadual, a Etec Rosa Perrone Scavone, que oferece Ensino Médio e 10 cursos técnicos: Administração, Administração (semipresencial), Automação Industrial, Eletromecânica, Eletrônica, Informática, Informática integrado ao Ensino Médio, Logística, Manutenção e Suporte em Informática e Projetos Mecânicos. A novidade deste semestre é a implantação do curso técnico de Recursos Humanos.

Sobre o Centro Paula Souza – Autarquia do Governo do Estado de São Paulo vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação, o Centro Paula Souza administra as Faculdades de Tecnologia (Fatecs) e as Escolas Técnicas (Etecs) estaduais, além das classes descentralizadas – unidades que funcionam com um ou mais cursos técnicos, sob a supervisão de uma Etec –, em mais 300 municípios paulistas. As Etecs atendem mais de 208 mil estudantes nos Ensinos Médio, Técnico integrado ao Médio e no Ensino Técnico, para os setores Industrial, Agropecuário e de Serviços. Nas Fatecs, o número de alunos matriculados nos cursos de graduação tecnológica ultrapassa 75 mil.




Artigo da leitora Sônyah Moreira, de Votorantim: 'Consequencias de uma interpretação'

Conseqüências de uma interpretação

 

É abominável qualquer forma de preconceito, seja de cor, raça, opção sexual, condição social.

Existem inúmeras formas de subjugar o semelhante, mas imagine você que um dos piores preconceitos do mundo foi gerado por interpretação errada dos textos bíblicos.

Isso mesmo, no antigo testamento Cam, filho de Moisés foi amaldiçoado e assim as nações de Canaã, que seriam o continente Africano, ficariam subjugados aos outros, com essa errônea interpretação. Assim justificaram por anos a escravidão de nossos irmãos africanos.

Todo preconceito vem de uma análise mal feita de alguma coisa, pois, cada um quer interpretar as coisas a bel prazer e isso acontece em diversas religiões; levam ao pé da letra escritos que são verdadeiros absurdos.

O fanatismo é a pior conseqüência da ignorância, com povos sendo massacrados, subjugados com justificativa, dizendo ser pecado, ou ser abominável aos olhos de Deus a sua existência ou seus costumes. E se olharmos a Bíblia como livro histórico, veremos que em diversas partes, principalmente nos livros do Velho Testamento, o Deus descrito nela é cruel, ditador, sem nenhuma piedade para com seus filhos, ou seja, dente por dente, olho por olho. É um perigo levar em conta certas afirmações, e fazer disso uma verdade, pode nos levar a cometer injustiças. Veja, não estou dizendo que a bíblia é um erro, não é isso, apenas digo que precisamos ter muito cuidado, é preciso estudo aprofundado, e mesmo assim como somos seres humanos e passíveis de engano, podemos sempre ter a interpretação que mais nos agradar.

Veja outro exemplo que causou e ainda causa inúmeros problemas: por milênios a mulher foi considerada pecadora, conseqüência da história de Adão e Eva. Foi ela a culpada pela expulsão da humanidade do paraíso. Esse trecho do texto bíblico levou a igreja a subjugar, perseguir e também excluiu a mulher da hierarquia da instituição e até hoje em alguns países do oriente médio a mulher continua a ser tratada de forma desprezível, considerada como um ser inferior ao homem.

Percebeu agora o perigo de más interpretações? Seja por falta de conhecimento ou em benefício próprio, porém, tem algumas interpretações que não causam nenhum dano moral nem ao homem e nem a mulher, umas delas é que se fosse para o homem ser superior a mulher, o osso que foi retirado de Adão pelo criador para dar origem a Eva, seria do pé, se ao contrário Eva ser superior ao homem, seria retirado da cabeça, porém, o bendito osso foi retirado exatamente do meio do corpo, ou seja, das costelas, portanto, a interpretação seria que tanto homem quanto a mulher são exatamente iguais, ou seja, duas metades que se completam, o côncavo e o convexo, poeticamente falando, anjos separados pela queda do paraíso, e que ficam eternamente a procura de sua cara metade, de sua alma gêmea.

 

Sônyah Moreira




Mais de 16,5 mil alunos cegos voltam às aulas sem ter uma Máquina Braille

Crianças e jovens com deficiência visual carecem de importante equipamento para alfabetização e inclusão escolar em todo país

BrailleA máquina de escrever em Braille é considerada a principal ferramenta para alfabetização de pessoas com deficiência visual. Mesmo tão importante, mais de 16,5 mil alunos nessas condições, matriculados em escolas públicas e instituições de diversas regiões do Brasil, estão sem acesso ao equipamento por falta de recurso.

Para aprender a ler, escrever e ter domínio do método Braille, a pessoa com deficiência visual precisa desembolsar um valor alto, cerca de R$ 5.000,00, por um produto importado. No entanto, existe no mercado nacional de tecnologia assistiva uma opção mais acessível fabricada pelaLaramara – Associação Brasileira de Assistência à Pessoa com Deficiência Visual, por meio de uma parceria com escolas SENAI, que pode ser encontrada por uma diferença de até 50%.

A solução para os estudantes que não têm condições financeiras para comprar a Máquina Braille é se cadastrar em um banco de dados da instituição, onde aguardam numa fila de espera para adquirir o equipamento gratuitamente, distribuído por meio de projetos sociais, campanhas e parcerias. Para ter uma ideia, desde 2004, quando o equipamento começou a ser produzido no Brasil pela associação, mais de 7.000 crianças e jovens com deficiência visual já foram beneficiados.

“A Laramara é uma associação sem fins lucrativos, fundada há mais de duas décadas, que conhece os desafios dessa importante parcela da população. Como muitas dessas pessoas são de baixa renda, a parceria com os órgãos públicos e o patrocínio das empresas e pessoas físicas é primordial para viabilizar as doações de recursos e permitir o acesso à educação, facilitando a inclusão”, explica Cristiano Gomes, gestor de projetos e parcerias na Laramara.

Sobre a Laramara:

A LARAMARA é uma das mais atuantes instituições especializadas em deficiência visual e um centro de referência na América Latina no desenvolvimento e na pesquisa na área da deficiência visual. Fundada em 1991, realiza atendimento especializado nas áreas socioassistencial e socioeducativa com ações complementares e atividades específicas essenciais à aprendizagem e ao desenvolvimento das pessoas com deficiência visual e com deficiências associadas. As atividades são realizadas em grupos e os usuários dispõem ainda de atendimentos específicos de Braille, Soroban, Desenvolvimento da Eficiência Visual (Baixa Visão) e Orientação e Mobilidade. Disponibiliza recursos humanos para apoio à inclusão social, colabora para o aperfeiçoamento e a capacitação de profissionais e divulga suas experiências e aquisições para todo o Brasil, por meio de recursos instrucionais produzidos por sua equipe, como livros, manuais e DVDs. LARAMARA trouxe para o Brasil a fabricação da máquina Braille e da bengala longa, indispensáveis para a educação e a autonomia da pessoa cega. Buscando a inclusão profissional de jovens e adultos com deficiência visual, ampliou seu projeto socioeducativo em 1996 realizando atendimento a essa população.




Prêmio Off Flip | Bibliomundi de Literatura abre inscrições

Estão abertas as inscrições para o Prêmio Off Flip | Bibliomundi de Literatura

 

O Prêmio é uma realização do Selo Off Flip e contempla os gêneros conto, poesia e literatura infantojuvenil. Nesta edição de 2016, as inscrições serão feitas exclusivamente pela internet, a partir da plataforma de autopublicação Bibliomundi (www.bibliomundi.com.br/premiooffflip). Os vencedores ganharão 30 mil reais no total, além de estadia em Paraty durante a FLIP, passeio de escuna e cota de livros.

 

As inscrições serão feitas até 28 de março e o regulamento pode ser lido no site do Prêmio (www.premio-offflip.net). Os autores interessados poderão se inscrever em cada um dos três gêneros literários do concurso, podendo concorrer com apenas uma obra em cada gênero, conforme regulamento. Poderão participar autores maiores de 16 anos de qualquer nacionalidade residentes no Brasil, bem como autores de países lusófonos e brasileiros residentes no exterior. O valor da taxa de inscrição é R$ 100,00 para cada gênero literário.

 

Os textos serão avaliados por escritores de expressão no cenário literário brasileiro, e o sarau de premiação acontecerá no Centro Cultural Sesc Paraty no dia 2 de julho, durante a Festa Literária Internacional de Paraty.

 

Os contos e poemas selecionados serão publicados em coletânea e os autores das obras vencedoras no gênero infantojuvenil firmarão contrato de edição com o Selo Off Flip. Como prêmio, os primeiros colocados nas categorias Conto e Poesia receberão R$ 5.000; os segundos colocados receberão R$ 4.000; e os terceiros colocados receberão R$ 3.000. Já para o gênero Infantojuvenil, o primeiro e o segundo colocados receberão R$ 3.000.

 

A Bibliomundi é uma plataforma de autopublicação e distribuição de livros digitais, cuja proposta é contribuir para a democratização desse mercado. O portal da Bibliomundi (www.bibliomundi.com.br) permite ao autor converter arquivos de texto em e-books e vender suas obras através das livrarias conveniadas.