Governo do Estado cria Fatec Itatiba

O governador Geraldo Alckmin assinou ontem, dia 2, decreto criando a Faculdade de Tecnologia (Fatec) de Itatiba

O texto foi publicado hoje no Diário Oficial do Estado.

A nova faculdade teve Vestibular para o primeiro semestre deste ano. Os 239 candidatos disputaram as 40 vagas oferecidas no período da noite para o curso superior tecnológico de Gestão da Produção Industrial, o que representa 5,98 candidatos por vaga. As aulas começam no dia 11 de fevereiro.

Na parceria para a implantação da Fatec, coube à Prefeitura a reforma e a adequação do prédio que inicialmente abrigará a unidade. O Estado ficou responsável pela compra de mobiliário e equipamentos e o Centro Paula Souza, pela elaboração do projeto pedagógico do curso, acompanhamento do processo seletivo e contratação de professores.

Com a faculdade de tecnologia recém-criada em Itatiba, a décima na Região de Campinas, o Centro Paula Souza passa a administrar 66 Fatecs no Estado, distribuídas em 60 cidades paulistas.

O município de Itatiba tem também uma Escola Técnica Estadual, a Etec Rosa Perrone Scavone, que oferece Ensino Médio e 10 cursos técnicos: Administração, Administração (semipresencial), Automação Industrial, Eletromecânica, Eletrônica, Informática, Informática integrado ao Ensino Médio, Logística, Manutenção e Suporte em Informática e Projetos Mecânicos. A novidade deste semestre é a implantação do curso técnico de Recursos Humanos.

Sobre o Centro Paula Souza – Autarquia do Governo do Estado de São Paulo vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação, o Centro Paula Souza administra as Faculdades de Tecnologia (Fatecs) e as Escolas Técnicas (Etecs) estaduais, além das classes descentralizadas – unidades que funcionam com um ou mais cursos técnicos, sob a supervisão de uma Etec –, em mais 300 municípios paulistas. As Etecs atendem mais de 208 mil estudantes nos Ensinos Médio, Técnico integrado ao Médio e no Ensino Técnico, para os setores Industrial, Agropecuário e de Serviços. Nas Fatecs, o número de alunos matriculados nos cursos de graduação tecnológica ultrapassa 75 mil.




Artigo da leitora Sônyah Moreira, de Votorantim: 'Consequencias de uma interpretação'

Conseqüências de uma interpretação

 

É abominável qualquer forma de preconceito, seja de cor, raça, opção sexual, condição social.

Existem inúmeras formas de subjugar o semelhante, mas imagine você que um dos piores preconceitos do mundo foi gerado por interpretação errada dos textos bíblicos.

Isso mesmo, no antigo testamento Cam, filho de Moisés foi amaldiçoado e assim as nações de Canaã, que seriam o continente Africano, ficariam subjugados aos outros, com essa errônea interpretação. Assim justificaram por anos a escravidão de nossos irmãos africanos.

Todo preconceito vem de uma análise mal feita de alguma coisa, pois, cada um quer interpretar as coisas a bel prazer e isso acontece em diversas religiões; levam ao pé da letra escritos que são verdadeiros absurdos.

O fanatismo é a pior conseqüência da ignorância, com povos sendo massacrados, subjugados com justificativa, dizendo ser pecado, ou ser abominável aos olhos de Deus a sua existência ou seus costumes. E se olharmos a Bíblia como livro histórico, veremos que em diversas partes, principalmente nos livros do Velho Testamento, o Deus descrito nela é cruel, ditador, sem nenhuma piedade para com seus filhos, ou seja, dente por dente, olho por olho. É um perigo levar em conta certas afirmações, e fazer disso uma verdade, pode nos levar a cometer injustiças. Veja, não estou dizendo que a bíblia é um erro, não é isso, apenas digo que precisamos ter muito cuidado, é preciso estudo aprofundado, e mesmo assim como somos seres humanos e passíveis de engano, podemos sempre ter a interpretação que mais nos agradar.

Veja outro exemplo que causou e ainda causa inúmeros problemas: por milênios a mulher foi considerada pecadora, conseqüência da história de Adão e Eva. Foi ela a culpada pela expulsão da humanidade do paraíso. Esse trecho do texto bíblico levou a igreja a subjugar, perseguir e também excluiu a mulher da hierarquia da instituição e até hoje em alguns países do oriente médio a mulher continua a ser tratada de forma desprezível, considerada como um ser inferior ao homem.

Percebeu agora o perigo de más interpretações? Seja por falta de conhecimento ou em benefício próprio, porém, tem algumas interpretações que não causam nenhum dano moral nem ao homem e nem a mulher, umas delas é que se fosse para o homem ser superior a mulher, o osso que foi retirado de Adão pelo criador para dar origem a Eva, seria do pé, se ao contrário Eva ser superior ao homem, seria retirado da cabeça, porém, o bendito osso foi retirado exatamente do meio do corpo, ou seja, das costelas, portanto, a interpretação seria que tanto homem quanto a mulher são exatamente iguais, ou seja, duas metades que se completam, o côncavo e o convexo, poeticamente falando, anjos separados pela queda do paraíso, e que ficam eternamente a procura de sua cara metade, de sua alma gêmea.

 

Sônyah Moreira




Mais de 16,5 mil alunos cegos voltam às aulas sem ter uma Máquina Braille

Crianças e jovens com deficiência visual carecem de importante equipamento para alfabetização e inclusão escolar em todo país

BrailleA máquina de escrever em Braille é considerada a principal ferramenta para alfabetização de pessoas com deficiência visual. Mesmo tão importante, mais de 16,5 mil alunos nessas condições, matriculados em escolas públicas e instituições de diversas regiões do Brasil, estão sem acesso ao equipamento por falta de recurso.

Para aprender a ler, escrever e ter domínio do método Braille, a pessoa com deficiência visual precisa desembolsar um valor alto, cerca de R$ 5.000,00, por um produto importado. No entanto, existe no mercado nacional de tecnologia assistiva uma opção mais acessível fabricada pelaLaramara – Associação Brasileira de Assistência à Pessoa com Deficiência Visual, por meio de uma parceria com escolas SENAI, que pode ser encontrada por uma diferença de até 50%.

A solução para os estudantes que não têm condições financeiras para comprar a Máquina Braille é se cadastrar em um banco de dados da instituição, onde aguardam numa fila de espera para adquirir o equipamento gratuitamente, distribuído por meio de projetos sociais, campanhas e parcerias. Para ter uma ideia, desde 2004, quando o equipamento começou a ser produzido no Brasil pela associação, mais de 7.000 crianças e jovens com deficiência visual já foram beneficiados.

“A Laramara é uma associação sem fins lucrativos, fundada há mais de duas décadas, que conhece os desafios dessa importante parcela da população. Como muitas dessas pessoas são de baixa renda, a parceria com os órgãos públicos e o patrocínio das empresas e pessoas físicas é primordial para viabilizar as doações de recursos e permitir o acesso à educação, facilitando a inclusão”, explica Cristiano Gomes, gestor de projetos e parcerias na Laramara.

Sobre a Laramara:

A LARAMARA é uma das mais atuantes instituições especializadas em deficiência visual e um centro de referência na América Latina no desenvolvimento e na pesquisa na área da deficiência visual. Fundada em 1991, realiza atendimento especializado nas áreas socioassistencial e socioeducativa com ações complementares e atividades específicas essenciais à aprendizagem e ao desenvolvimento das pessoas com deficiência visual e com deficiências associadas. As atividades são realizadas em grupos e os usuários dispõem ainda de atendimentos específicos de Braille, Soroban, Desenvolvimento da Eficiência Visual (Baixa Visão) e Orientação e Mobilidade. Disponibiliza recursos humanos para apoio à inclusão social, colabora para o aperfeiçoamento e a capacitação de profissionais e divulga suas experiências e aquisições para todo o Brasil, por meio de recursos instrucionais produzidos por sua equipe, como livros, manuais e DVDs. LARAMARA trouxe para o Brasil a fabricação da máquina Braille e da bengala longa, indispensáveis para a educação e a autonomia da pessoa cega. Buscando a inclusão profissional de jovens e adultos com deficiência visual, ampliou seu projeto socioeducativo em 1996 realizando atendimento a essa população.




Prêmio Off Flip | Bibliomundi de Literatura abre inscrições

Estão abertas as inscrições para o Prêmio Off Flip | Bibliomundi de Literatura

 

O Prêmio é uma realização do Selo Off Flip e contempla os gêneros conto, poesia e literatura infantojuvenil. Nesta edição de 2016, as inscrições serão feitas exclusivamente pela internet, a partir da plataforma de autopublicação Bibliomundi (www.bibliomundi.com.br/premiooffflip). Os vencedores ganharão 30 mil reais no total, além de estadia em Paraty durante a FLIP, passeio de escuna e cota de livros.

 

As inscrições serão feitas até 28 de março e o regulamento pode ser lido no site do Prêmio (www.premio-offflip.net). Os autores interessados poderão se inscrever em cada um dos três gêneros literários do concurso, podendo concorrer com apenas uma obra em cada gênero, conforme regulamento. Poderão participar autores maiores de 16 anos de qualquer nacionalidade residentes no Brasil, bem como autores de países lusófonos e brasileiros residentes no exterior. O valor da taxa de inscrição é R$ 100,00 para cada gênero literário.

 

Os textos serão avaliados por escritores de expressão no cenário literário brasileiro, e o sarau de premiação acontecerá no Centro Cultural Sesc Paraty no dia 2 de julho, durante a Festa Literária Internacional de Paraty.

 

Os contos e poemas selecionados serão publicados em coletânea e os autores das obras vencedoras no gênero infantojuvenil firmarão contrato de edição com o Selo Off Flip. Como prêmio, os primeiros colocados nas categorias Conto e Poesia receberão R$ 5.000; os segundos colocados receberão R$ 4.000; e os terceiros colocados receberão R$ 3.000. Já para o gênero Infantojuvenil, o primeiro e o segundo colocados receberão R$ 3.000.

 

A Bibliomundi é uma plataforma de autopublicação e distribuição de livros digitais, cuja proposta é contribuir para a democratização desse mercado. O portal da Bibliomundi (www.bibliomundi.com.br) permite ao autor converter arquivos de texto em e-books e vender suas obras através das livrarias conveniadas.




Genealogia: Afrânio Mello presta informações sobre a familia PESSOA

Afrânio Franco de Oliveira Mello: ATENDIMENTO NÚMERO 617

Júnior,

Creio que o faltante é o  PESSOA.

Encaminho o arquivo desse sobrenome com 8 páginas e 2 brasões.

Tem os mais famosos PESSOA do Brasil.

Bom estudo.

Abaixo um pequeno resumo do arquivo principal.

Abraços

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Região On Line

 

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PESSOA,

 

sobrenome proveniente de alcunha, deve existir mais do que uma família a tê-lo adoptado por apelido.

Primitivamente Alcunha. De pessoa, subst. comum (Antenor Nascentes, II, 241). Felgueiras Gayo, em seu Nobiliário das Famílias de Portugal, trata da antigüidade desta família, procedente de Affonso Pessoa, que foi vassalo do Rei D. João I [1385-1433], o primeiro de que se tem notícia com este sobrenome. Achou-se no cerco de Malaca, com a patente de Capitão. Dizem ter saído de Aragão para Portugal. Deixou geração do seu cas. com Maria Arraes. Entre os descendentes do casal, registram-se: I – o quarto neto, Manuel Homem Pessoa, que teve mercê da Carta de Brasão de Armas, em 1587, II – o quarto neto, André Ferreira Pessoa, que teve mercê da Carta de Brasão de Armas, em 10.03.1613.

Brasil: Uma das antigas e principais famílias do nordeste brasileiro, que teve princípio em Pernambuco, para onde passaram os filhos de João Fernandes Pessoa, nat. de Canavezes, Minho, Portugal, que deixou numerosa descendência do seu cas., c.1533, com Guiomar Barroso, nat. de Lisboa (Borges da Fonseca, I, 148, II, 255). Entre os descendentes deste casal, cabe registrar: I – o bisneto Braz de Araújo Pessoa [1618-1698], de cujo cas. com Catarina Tavares da Costa, descendem os Tavares Pessoa, II – a terceira neta, Ignêz Pessoa, matriarca da família Camelo Pessoa (v.s.), de Pernambuco, III – o terceiro neto, Cap. João Ribeiro Pessoa [c.1652- ?], que, do seu segundo cas. com Ignêz da Veiga de Brito, originou a família Veiga Pessoa, IV – a quarta neta, Ana Bezerra Pessoa, de cujo cas. com o Cap.-Mor Antônio da Silva Pereira, originou-se a família Silva Pessoa, de Pernambuco, e os Silva Pereira (v.s.), que passaram para Mato Grosso. A este casal, parece pertencer o Ten. Coronel José da Silva Pessoa, de quem descende o Presidente da República, Epitácio Pessoa, conforme vai descrito no verbete Silva Pessoa (v.s.).

Cristãos Novos: Sobrenome também adotado por judeus, desde o batismo forçado à religião Cristã, a partir de 1497. (Wolff, Dic. I, 158).

 

 

 

 

From: Júnio o

Sent: Saturday, January 09, 2016 12:39 PM

To: Afrânio Tintaspig

Subject: RE: Ajuda em genealogia.

 

Caro Afrânio, boa tarde.

Primeiramente gostaria de agradecer muito por sua colaboração, em dias tão corridos sei o quão difícil é separar um tempo para uma pesquisa ampla como esta que me enviou, em um post seu ja ha algum tempo postado na internet, você menciona o presidente Epitácio Pessoa, como sendo descendente de Dona Inez Pessoa, também tenho minha linhagem descendendo de D. Inez e tenho informações ate João Fernandes Pessoa cc Guiomar Barrosa, que foram os primeiros pessoa a chegar no Brasil, porem com relação ao presidente Epitacio Pessoa consegui informações somente ate os seus avós, você teria essa ligação que falta ate Dona Inez?? Mais uma vez lhe agradeço pela sua atenção, e se tiver interesse posso lhe enviar a minha arvore geneologica, talvez possa lhe ser útil em sua pesquisa.

 

att, Júnio Alves.

From: afranio@tintaspig.com.br
To: junioalvesptu@hotmail.com
CC: jornalrol@gmail.com; afraniomello@itapetininga.com.br
Subject: Re: Ajuda em genealogia.
Date: Sat, 9 Jan 2016 11:37:21 -0200

: 01/09/16




Artigo de Reinaldo Canto 'Muito trabalho pela frente"

Muito trabalho pela frente para cumprir as metas do Brasil no clima

Para o cumprimento das metas propostas na COP 21 o Brasil terá de colocar em prática diversas ações, entre elas, a recuperação florestal

LUCAS PEREIRA E REINALDO CANTO*
22/01/2016 – 15h09 – Atualizado 22/01/2016 15h09

 

Passada certa euforia pelos resultados alcançados em Paris durante a realização da COP 21, chegou a hora de encarar o desafio de fazer com que seus objetivos sejam alcançados. Sem dúvida, ter obtido a concordância dos mais de 195 países representados na Conferência do Clima sobre a necessidade de se combater as mudanças climáticas, é algo a ser muito comemorado, mas a festa agora tem de dar lugar às ações concretas.

Pavilhão dos Estados Unidos na Conferência do Clima em Paris, na França (Foto: Christophe Ena/AP)

Não será uma tarefa fácil transformar em realidade o que foi definido como “o começo do fim da era dos combustíveis fósseis”. O histórico acordo definiu algumas ambiciosas metas que, só para recordar, almejam limitar o aumento da temperatura global a 2ºC (ou até 1,5ºC) em relação aos níveis pré-industriais e o aporte de US$ 100 bilhões anuais, a partir de 2020, para apoiar os países em desenvolvimento na transição rumo a uma economia de baixo carbono e com transferência de tecnologia. Esse valor, mesmo que considerado insuficiente, ainda está longe de ser alcançado pelo Fundo Verde do Clima.

Todas as delegações dos respectivos países voltaram para casa com tarefas diversas, entre elas, revisar as suas INDCs – a Contribuição Nacionalmente Determinada, na sigla em inglês.

O Brasil, país considerado fundamental para o sucesso do novo acordo climático deverá não só revisar a sua INDC, como também, agir efetivamente para que transforme em algo possível e passível de ser cumprido.

Em nosso país, o corte das emissões de gases de efeito estufa está diretamente ligado ao fim do desmatamento e a recuperação de áreas degradadas por meio do reflorestamento.

Os compromissos apontados pela primeira versão da INDC brasileira já colocavam a meta de: “restaurar e reflorestar 12 milhões de hectares até 2030 para múltiplos usos”. Isso na previsão também inicial de se conter o aumento da temperatura média do planeta em 2ºC. Diante do acordado em Paris para evitar que a temperatura atinja 1,5ºC a mais, certamente a meta de reflorestamento deverá ser revista. De qualquer maneira, a meta é ousada e exigirá um esforço multissetorial, com participação essencial dos proprietários rurais e do setor privado.

Um dos caminhos a serem seguidos já está colocado e não é de hoje: o efetivo cumprimento do que prevê o Código Florestal Brasileiro. A aceleração de sua implementação, com certeza, irá contribuir em muito para que o Brasil seja capaz de avançar em consonância com seus compromissos estabelecidos em Paris.

Todos os biomas brasileiros seguem ameaçados com graus variados que vão do drama a tragédia, mas sem exceção precisam de apoio urgente para continuar a cumprir suas funções socioambientais. Neste momento, em que será necessário revisar a INDC do país, incrementar a recuperação de nossos ecossistemas só trará benefícios para todos, inclusive quanto à seriedade e protagonismo do Brasil no cenário mundial.

A Mata Atlântica é o cenário mais comum da atuação da Iniciativa Verde, www.iniciativaverde.org.br, organização que compõe o Observatório do Código Florestal, a Rede de ONGs da Mata Atlântica e o Observatório do Clima. O bioma responsável por abrigar a maior parte da população brasileira e também o mais agredido e degradado, merece receber uma atenção especial, além do mais por representar um componente essencial no combate à atual crise hídrica. Neste cenário, sua restauração é essencial e o compromisso brasileiro frente ao clima pode ajudar a tornar isso realidade.

São muitas as perguntas que precisarão ser respondidas, preferencialmente num curto espaço de tempo: de onde virão os recursos? Quais as políticas públicas que deverão ser estabelecidas (que prevejam subsídios e/ou incentivos) Como se dará a participação da iniciativa privada? Qual o papel dos estados e municípios?

Mudanças climáticas, desmatamento, reflorestamento, energias limpas ou fósseis seja no Brasil ou na Índia, tudo, no fim das contas interage e repercute de maneiras diversas e complementares. O trabalho mais importante começa agora após as definições da COP de Paris e ficou claro que todos dependemos de todos. Não é a toa que alguém já disse que vivemos na chamada aldeia global!  Mãos à obra!!

Lucas Pereira, geógrafo, diretor técnico da Iniciativa Verde.

Reinaldo Canto, jornalista da Iniciativa Verde e correspondente na COP 21

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Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobre as damilias AMÉRICO e SOUZA

Afrânio Franco de Oliveira Mello: ATENDIMENTOS NÚMEROS 633 R 634

 

Caro Luciano, boatarde,

Segue o final dos seus pedidos.

Américo ……………… 6 páginas e 1 brasão e

Souza/Sousa………… 40 páginas e 1 brasão.

Espero que fique satisfeito com a remessa.

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Jornal On Line

 

AMÉRICO

 

Origem do sobrenome Americo, país de origem: Italia

Nobreza: Conti

Escudo e Brasão de Armas da família Americo:
Troncato; al primo, di azzurro a tre monti d’argento uscenti dalla troncatura, sormontato da tre stelle (8) d’oro, ordinate in fascia; al secondo, d’oro a tre sbarre di rosso.

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Cominciato da G.B. di Crollalanza e continuato poscia da suo figlio Goffredo, l’annuario della Nobiltà Italiana con il dizionario storico blasonico delle famiglie nobili italiane ci fà menzione di questa illustre famiglia, originaria del Piemonte. Comparisce con molto splendore frà la nobiltà piemontese questa casata, gli antenati della quale venuti già molti secoli prima in Piemonte, hanno con la loro riputatione apprestata ha discendenti loro onorata strada, trà le maggiori dignità della patria. Alcuni rappresentanti furono conti di San Dalmazzo. Negli atti di archivio si trovano scarsissime notizie su questa casata, solo il blasone e il motto sono riportati nei testi storici. La presenza dell’arma e del motto nella bibliografia documentata della famiglia Americo ci conferma l’avita nobiltà raggiunta dalla casata. Infatti l’origine del motto risale a circa il XIV secolo e deve essere ricercata in quei detti arguti che venivano scritti sui vessilli o bandiere dei cavalieri, esposti alle finestre delle locande in cui questi alloggiavano, in occasione dei tornei, e durante i tornei stessi. Il motto era un pensiero espresso in poche parole facente allusione a un sentimento palese o nascosto, a una qualità, a un ricordo storico, per stimolo al coraggio o onore. Era scelta dal capo della famiglia, dal cavaliere entrante in lizza o data dal sovrano al proprio uomo ligio. Motto della famiglia. Fortitudo pax. Fu costume delle più antiche famiglie, le quali dopo la caduta del Romano Imperio, in quella inondatione de’ Barbari, havendo i loro cognomi, sicome gli studi, e altre cose belle smarrito e restati solo con semplici nomi, trarre di nuovo i loro cognomi, e il loro casato da’ nomi proprii paterni, e de’ maggiori.

PASSADO NO TRADUKKA , TEMOS A TRADUÇÃO ABAIXO.

Iniciada por G.B. di Crollalanza e continuou posteriormente por seu filho Geoffrey, Dicionário histórico da nobreza italiana almanaque blasonico delle famiglie nobili italiane faz menção desta ilustre família, originária de Piemonte. Aparece com muita nobreza de piemontês frà esplendor desta família, os ancestrais dos quais veio já muitos séculos antes em Piemonte, tem com seu riputatione seus descendentes desde que honrou a estrada, entre a maior dignidade nacional. Alguns representantes foram Condes de San Dalmazzo. No arquivo você encontrará notícias muito pouco sobre esta família, apenas o brasão e o lema deve ser dado em textos históricos. A presença da arma e o lema da família documentado bibliografia que Americo confirma lavita nobreza alcançada pela linhagem. Na verdade, fora a fonte do lema data de cerca do século XIV e deve ser procurada nesses ditos espirituosos que foram escritos em banners ou bandeiras dos cavaleiros, exibido nas janelas das pousadas onde eles estavam hospedados, por ocasião dos torneios e durante os torneios. O lema era um pensamento expresso em poucas palavras, fazendo alusão aos sentimentos aparentes ou escondidos em uma qualidade, com uma memória histórica, para estimular a coragem ou a honra. Foi escolhido pelo chefe da família, da cavalaria entrada na disputa ou dada pelo soberano para seu homem leal. Lema da família. Fortitudo pax. Era costume das famílias mais antigas, que após a queda do Império Romano, em que inondatione de Barbari, havendo seus sobrenomes, como estudos e outras coisas bonitas perderam e ficaram sozinho com apenas nomes, retiraram-se seus próprios nomes, sobrenomes e sua linhagem paterna e de.

 

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Sousa, Souza

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sobrenome de origem portuguesa.  Nome de raízes toponímicas tirado da terra de Sousa, designou primeiramente a linhagem deste nome, cujas origens documentadas datam de épocas anteriores à Nacionalidade, vindo posteriormente a ser apelido da família em que tal linhagem veio a transformar-se.

Tendo recaído em senhora os dois principais ramos desta família, as duas damas da família, Dona Maria Pais, chefe da linha primogênita, e Dona Inês Lourenço, a secundogênita, vieram a casar respectivamente com Dom Afonso Dinis, filho bastardo legitimado de Dom Afonso III, e com Dom Martim Afonso, meio-irmão daquele.

De Dona Maria Pais e Dom Afonso nasceria a linha de Sousas dita de Arronches, por terem detido este senhorio, hoje chefiada pelos Duques de Lafões

De Dona Inês e Dom Afonso descenderiam dos Sousas ditos do Prado, por terem tido o senhorio desta vila, ou Chichorros, da alcunha daquele Dom Martim.

Sobrenome de origem geográfica. Rio e Povoação de Portugal. Cortesão tirou, com dúvida, da baixa latinidade Sousa, Saucia, ou Socia. Sousa [forma documentadano ano de 924], Souza [com z], Socia [documentado em 1088]. Leite de Vasconcelos tirou do latim saza, seixos, o que traz dificuldades fonéticas. Outros derivam de Salsa, donde Souza, Sousa, o que não apresenta dificuldade fonética. Cortesão faz diferença entre Sousa, nome do rio, e Souza, nome da povoação, derivando aquele de saza e este de Socia (Antenor Nascentes, II,286). Uma das mais antigas e ilustres famílias de Portugal. Felgueiras Gayo, em seu Nobiliário das Famílias de Portugal (Tomo XXIX), usando o Nobiliário do Cazal do Paço, principia esta antiquíssima família em Dom Sueiro Belfaguer, Cavaleiro antigo godo, que floresceu nos primeiros anos do século VIII, ou pelos anos de 800. Foi filho, segundo melhores opiniões, de Don Fayão Theodo ou Theodosio (que foi bisneto em varonia de Flavio Egica, Rei da Espanha) e de sua esposa Sona Soeira, filha de D. Soeiro, Príncipe Godo. Informa ser a mais antiga família que se encontra na Espanha Portuguesa, e por automazia, a mais antiga Portuguesa. O primeiro Solar que teve esta Família foi na Comarca de Vila Real entre o Rio Tua e Tamega, em a terra chamada Panoyas, nome que lhe ficou de uma Cidade assim chamada pelos romanos, situada junto ao lugar de Val de Nogueiras, em cujas ruínas se encontrão descrições com letras romanas. O segundo Solar desta Família, de onde se tirou o sobrenome, fica em Entre Douro e Minho, no contorno do Concelho de Rio Tamaga, denominado = a terra de Souza = regada do Rio Souza, que nascendo por cima do Mosteiro beneditino de Pombeiro, recebe outras águas, e corre até se encorporar com o Rio Douro, muito abaixo de ambos os rios, sendo o Tamega o último que recebe duas léguas antes da Cidade do Porto. O sobrenome Souza não teve princípios senão muito depois de principiar esta família, conforme vimos, em Dom Sueiro Balfaguer, que deixou numerosa e ilustre descendência do seu casamento com D. Munia = ou Menaya = Ribeiro, descendente dos Condes de Coimbra, e por varonia, descendente de Sizebuto, filho de Witissa, penúltimo rei godo. Foram quarto avós de Dom Gomes Echigues , que floresceu pelos anos de 1030. Homem de muito valor, que combateu em Santarém, onde, com sua lança, deteve o Rei de Castela D. Sancho, e o venceu. Foi Governador de toda a Comarca de Entre Douro e Minho, por nomeação do Rei D. Fernando, pelos anos de 1050. Comprou o Lugar de Felgueiras, junto a Pombeiro, a Payo Moniz, pelo preço de dois bons cavalos, em 04.1039. Fundou o Mosteiro de Pombeiro, de religiosos beneditinos, pelos anos de 1040. Achava-se em Guimarães pelos anos de 1052. Próximo as terras de Pombeiro, estava o Solar de Souza. Deixou numerosa descendência do seu cas. com D. Gontrode Moniz, filha de Dom Munio Fernandes de Touro [filho do Rei D. Fernando de Castela]. Por este casamento, a família Souza entrou para o sangue Real de Navarra, de quem descendem os Reis de Castela e Portugal. Entre os filhos deste último nobre cavaleiro, registra-se Dom Egas Gomes de Souza, que foi o primeiro que usou este apelido Souza, na forma de nome de família, por ser nascido, criado e, depois, Senhor das terras de Souza, Solar dessa família.

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From: Luciano Lucas

Sent: Saturday, January 30, 2016 3:44 PM

To: Afrânio Tintaspig

Subject: Re: Fwd: genealogia

 

Agradecido estou, eu tenho só mais uma curiosidade, referente aos sobrenomes Américo e Américo de Souza.