Olha o Itapê Folia 2016 aí gente!
Secretaria de Cultura está preparando um grande evento, recheado de atrações e muita diversão com fins beneficentes
A Secretaria de Cultura e Turismo já está com quase tudo pronto para celebrar o carnaval.
O Itapê Folia 2016 começa a partir do dia cinco de fevereiro (sexta-feira), com várias atrações.
Mesmo com orçamento apertado, a secretaria está preparando diversos eventos na cidade, incluindo a zona rural, como explica o Secretário da
pasta, Maurício Hermann, “Neste ano, o Itapê Folia 2016 economizará, em relação ao ano passado, mais de 50% e mesmo assim realizará três
grandes eventos: o Festival do Boteco, o tradicional desfile de rua e uma matinê no Distrito do Rechã. No ano passado foram gastos
aproximadamente R$ 282 mil e em 2016 o valor estimado é de R$ 163 mil, o que representa uma economia de mais de R$ 100 mil.”.
Pensado para ser o carnaval do bem, o Itapê Folia serve como importante ferramenta de diversão para parte da população que não tem condições
de participar de festas de carnaval particulares, “É importante ressaltar que dentre as necessidades coletivas, como Saúde, Educação e
Transporte, a Cultura também se coloca como uma demanda pública de grande importância. Pensando o contexto econômico e social de nossa
cidade, é dever público proporcionar um evento de qualidade para todos, atendendo às diversas demandas de todas as classes sociais,
principalmente para aqueles que no feriado de Carnaval não podem consumir os serviços oferecidos por clubes privados, viagens e festas
particulares, comumente vendidos neste período”, salienta Mauricio Hermann.
Confira todas as atrações do Itapê Folia e fique ligado em todas as informações em nossas redes sociais.
Festival de Boteco
As barracas do Festival do Boteco serão geridas pelas entidades que terão
parte da renda revertida a seus projetos sociais. O evento contará com
diversos quitutes da nossa gastronomia. Também haverá apresentações
com artistas locais e a Banda Municipal, além de duas matinês que
contarão com uma programação especial aos “foliõezinhos” que irá conter
um espaço exclusivo com uma oficina de percussão com instrumentos
feitos a partir de materiais reciclados e marchinhas. A terceira –idade
também terá um dia especial no evento.
Desfile de Rua
Neste ano, as escolas e blocos voltarão a desfilar na rua Virgílio de
Rezende, conforme solicitação das agremiações. Serão dois dias de
desfiles tendo início às 20h30min e término previsto para às 23h. As
agremiações participantes são: Aristocratas do Samba e Cultura,
Imperador do Samba, Motumbo // Avestruz e Inconformados do Samba.
Agita Rechan
O Distrito do Rechan terá neste carnaval uma programação especial
voltados para crianças e adolescentes. A praça principal receberá
apresentações de capoeira, Dj e o Carnazumba como parte das festa. O
evento ocorrerá das 14h às 18h.
Isto posto, agradecemos a colaboração de todos e desejamos que em
2016 possamos ter um Carnaval seguro e de qualidade, como merece a
população de Itapetininga.
São Miguel Arcanjo: melhorias no viveiro de mudas
SMA entrega melhorias no viveiro de mudas florestais da Comunidade Quilombola Nhunguara
Na próxima quarta-feira, dia 3, às 15h, a secretária do Meio Ambiente de São Miguel Arcanjo, Patrícia Iglecias, e o diretor executivo da Fundação Itesp, Marco Pilla, estarão na Comunidade Quilombola Nhunguara, situada no entorno do Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (PETAR), em Iporanga, para a entrega das melhorias no viveiro de mudas florestais nativas e frutíferas e também da Autorização de Manejo de algumas espécies das quais a comunidade colhe sementes na mata para fazer as mudas de nativas.
O projeto de melhoria foi selecionado entre 45 propostas apresentadas em atendimento ao edital do Projeto de Desenvolvimento Rural Sustentável Microbacias 2 – Acesso ao Mercado. O recurso, liberado em 2013, via Coordenadoria de Biodiversidade e Recursos Naturais (CBRN) da Secretaria do Meio Ambiente, foi direcionado para construção da cozinha, do banheiro, da composteira e da estufa do viveiro.
O investimento possibilitou a utilização de embalagens biodegradáveis produzidas por um grupo de mulheres das comunidades quilombolas Pedro Cubas e Pedro Cubas de Cima, ambas em Eldorado. Os quilombolas também adotaram procedimentos para legalização das atividades, como a aquisição da Nota Fiscal do Produtor Rural.
A Autorização de Manejo é importante para comprovar que a atividade de manejo está aprovada, além de agregar valor e reconhecimento à prática socioambiental de manejo sustentável da floresta, como estratégia de conservação da Floresta Ombrófila Densa.
As mudas produzidas no viveiro são adquiridas pela própria comunidade e comercializadas no Vale do Ribeira e na região de Sorocaba. A meta dos quilombolas para os próximos anos é dobrar o número de beneficiários que trabalham no local. O projeto contribui para geração de renda e emprego, além de inspirar outras comunidades a adotarem iniciativa semelhante.
Artigo de Celso Lungaretti: 'Ombudsman da 'Folha' ou Guarda-Costas de Azevedo?
PARA PROTEGER REINALDO AZEVEDO, OMBUDSMAN DA “FOLHA” FALTA COM O DEVER, IGNORA LEITORES QUEIXOSOS E DESRESPEITA CIDADÃOS IDOSOS
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| Reinaldo Azevedo: pego na mentira. |
Há exatas duas semanas a Folha de S. Paulo publicou uma coluna de Reinaldo Azevedo na qual, para satanizar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (o que ele e a veja fazem dia sim, outro também, há anos), mentiu descaradamente sobre o desfecho do Caso Battisti.
Após sustentar que Lula se consideraria “o inimputável da República”, Azevedo foi mais além em suas invencionices manipulatórias:
“Vai ver isso decorre daquela maioria excêntrica formada no STF, em 2009, que decidiu que o refúgio concedido a Cesare Battisti era ilegal, mas que cabia a Lula decidir se o terrorista ficaria ou não no Brasil. Ficou. Assim, os excêntricos de toga lhe concederam a licença única para decidir contra a lei“.
No mesmo dia (15/01/2016), os três principais defensores de Battisti na batalha de opinião publica outrora travada escrevemos à ombudsman da Folha, Vera Guimarães Martins, pedindo um posicionamento do jornal com relação a quem utiliza suas páginas para falsear a História e insuflar campanhas de ódio.
Eu pedi à ombudsman que cumprisse a sua missão de defender as boas práticas jornalísticas, evitando que fosse estigmatizado um escritor já sexagenário, que está aqui em situação perfeitamente legal e leva vida produtiva e pacata em nosso país, tendo esposa e filho brasileiros.
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| Cesare Battisti, hoje: um sexagenário pacato e produtivo. |
E expliquei o que o Supremo Tribunal Federal realmente decidira, ao cabo de três longas e dramáticas sessões de julgamento, cujas três votações tiveram o mesmo placar de 5×4, atestando a complexidade do assunto que Azevedo pretendeu esgotar de forma tão leviana e superficial:
“1. anular a decisão do então ministro da Justiça Tarso Genro de conceder refúgio humanitário a Battisti, por considerar que os motivos alegados eram insuficientes para tanto;
2. autorizar a extradição de Battisti, solicitada pela Itália;
3. reafirmar a jurisprudência de que cabe ao presidente da República, como condutor das relações internacionais do País, a palavra final sobre pedidos de extradição.
Foi, portanto, uma mentira cabeluda do Azevedo: Lula não decidiu ‘contra a lei’, apenas exerceu uma prerrogativa presidencial que sempre existiu em nossa tradição republicana.
Azevedo também tenta vincular demagogicamente a terceira decisão à primeira, o que é uma ofensa à inteligência dos leitores da Folha. O refúgio humanitário foi anulado, mas isto apenas impedia Lula de o restabelecer. A decisão presidencial foi outra, a de não autorizar a extradição“.
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| Para Dalmo Dallari, negar extradição foi “ato de soberania”. |
O valoroso jornalista Rui Martins solicitou que se publicasse algo “para retificar erro do colunista Reinaldo Azevedo, em nome da equidade e veracidade na imprensa”. E deu dois links para a ombudsman informar-se melhor sobre o assunto, em termos jurídicos: um do respeitadíssimo site Consultor Jurídico e outro do maior jurista brasileiro vivo, Dalmo de Abreu Dallari.
E Carlos Lungarzo, professor universitário, escritor e defensor histórico dos direitos humanos, depois de esmiuçar os aspectos jurídicos do caso, desabafou:
“A posição da Folha no caso Battisti é conhecida não apenas no Brasil, mas também no exterior, bem como suas interpretações do caso e suas fontes, nem sempre isentas.
Entretanto, a matéria do colunista Reinaldo Azevedo excedeu tudo o que já lemos na Folha e mesmo em outros veículos…“
O que fez a ombudsman, diante de tais queixas consistentes, apresentadas por leitores e cidadãos respeitáveis, os três idosos, os três com um currículo inatacável como paladinos dos direitos humanos?
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| O passado condena: ajudando Médici a soprar as velinhas… |
Nada, absolutamente nada. Nem publicou a retificação que se impunha, nem mesmo respondeu aos três e-mails. Foi uma ofensa inédita: todos os ombudsman anteriores achavam algo para dizer em tais situações, ainda que não passassem de platitudes ou desculpas esfarrapadas.
Ou seja, Vera Martins não cumpriu sua obrigação profissional, não se comportou com um mínimo de civilidade e nem mesmo levou em consideração a condição de idosos dos seus interlocutores.
Ficou muito aquém de sua digna antecessora, Suzana Singer, que teve coragem de discordar da outorga de um espaço semanal para Reinaldo Azevedo fazer sua panfletagem ultradireitista, argumentando que no jornalismo impresso “espera-se mais argumento e menos estridência; mais substância, menos espuma; do contrário, a Folha estará apenas fazendo barulho e importando a selvageria que impera no ambiente conflagrado da internet”.
Mas, só pessoas muito especiais ousam remar contra a corrente. E Reinaldo Azevedo parece ser exatamente o tipo de colunista que a Folha gosta de ter, tanto que acaba de admitir um filhote do dito cujo como colunista júnior no seu site.
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Coral Municipal de Itapetininga está com inscrições abertas
Canto: ‘Os interessados devem se inscrever até o próximo dia 11′
O Coral Municipal de Itapetininga, através da Secretaria de Cultura e Turismo abriu inscrições para o Coral Municipal de Itapetininga, sob a regência do professor Mario Chagas.
A participação é gratuita e a idade mínima é 16 anos.
As inscrições devem ser feitas pessoalmente até o dia 11 de fevereiro, na Secretaria de Cultura e Turismo, que fica à Rua Saldanha Marinho, 107, Centro, próximo à Catedral Nossa Senhora dos Prazeres.
Informações pelos telefones 3272-3401 e 3275-2934.
Publicitária narra em livro superação de doença autoimune
Claudia Eberle, após três transplantes de rim, vira exemplo de positividade e inspira milhares de pessoas
A publicitária Claudia Eberle esbanja sorrisos e simpatia por onde passa. Quem a vê assim não imagina as adversidades e as batalhas que jáenfrentou. Portadora de uma doença autoimune chamada Berger, que compromete a funcionalidade dos rins e cujo diagnóstico é irreversível, Claudia passou por tratamentos intensos e submeteu-se a três transplantes. Mesmo com uma enfermidade que pudesse ser a sua sentença de morte, nunca desistiu de lutar pelos seus sonhos e, hoje, é conhecida por incentivar a doação de órgãos e motivar inúmeras pessoas a enxergarema vida sempre por uma perspectiva positiva.
“Você corre risco de vida” foi a frase que marcou para sempre o destino da adolescente de apenas 14 anos, que tinha um futuro promissor a seguir, ao receber a notícia de ser portadora de Berger. “Criei certa resistência à situação. Não queria ser vítima nem refém da doença”, relembra Claudia em seu livro Três Vidas: uma história de superação e pílulas de positividade, lançamento da Scortecci Editora. Depois de ser submetida ao tratamento de hemodiálise com urgência, precisou recorrer ao transplante de rim. O primeiro “anjo” e doador foi seu próprio pai.
Claudia encarou o transplante como uma forma de renascimento, o que a motivou a alcançar cada vez mais suas metas e objetivos. Dez anos depois, ela conseguiu se formar em Propaganda e Marketing e, aos 25 anos, já possuía uma carreira respeitada como executiva em grandes agências e empresas multinacionais. No entanto, logo sua vida ganharia novos rumos graças ao comprometimento do rim transplantado. “Fiquei desolada naquele momento”, comenta Claudia. Ali, começava sua segunda batalha pela vida.
Depois de tantas idas e vindas ao hospital na adolescência, a executiva estava “blindada” para enfrentar qualquer desafio. Encontrar outro doador estava se tornando uma tarefa impossível, quando, por surpresa, a compatibilidade ocorreu com sua tia. “As coisas começavam a conspirar a nosso favor. Tia Rosa e eu nos entreolhamos, respiramos mais aliviadas e percebemos que havia uma força a qual todos nós precisamos aprender a criar, aceitar e praticar. Aquele foi o ponto chave em que minha vida mudou e decidi me entregar ao destino, escolhendo acreditar que tudo no final da certo, e que cabe a cada um de nós ser o protagonista da nossa própria história, começando a enxergar nas dificuldades a beleza do aprendizado, mesmo com tudo que já tínha vivido e enfrentado”, ressalta Claudia.
Com o segundo transplante, Claudia retomou as rédeas da sua vida. Em 2002, começou a namorar um alemão e, no ano seguinte, se casaram. Ao lado do marido, a publicitária ousou sonhar com o que, para os médicos era muito difícil: ser mãe. Sua primeira gestação durou apenas cinco meses, sendo interrompida por um aborto. Após o luto, arriscou uma nova tentativa. Aos 31 anos, quando engravidou de Diego, sabia que a gestação exigiria muitos cuidados. Ficou internada, teve uma gravidez incomum e seu filho nasceu prematuro de sete meses, ficando quase um mês na incubadora do hospital.
Pouco tempo depois, Claudia descobriu que precisaria de um terceiro transplante, pois, por conta da doença, seu organismo rejeitara o órgão novamente. Desolada, sentiu seu mundo desabar mais uma vez e, agora como mãe, tinha que reunir ainda mais forças para encontrar o terceiro doador. Todos os familiares que faziam os testes de compatibilidade eram descartados pelos especialistas. Inesperadamente, uma amiga da famíliase sensibilizou com sua história e, em um ato de muito amor e generosidade, decidiu salvá-la. Assim que terminaram os exames de compatibilidade, Claudia descobriu que receberia sua terceira chance de viver.
Três Vidas: uma história de superação e pílulas de positividade traz a emocionante história real de Claudia Eberle na luta pela sobrevivência, suas descobertas e experiências inusitadas, conquistas, viagens e romance. Também revela como o leitor pode, mesmo com as adversidades, enxergar o lado bom da vida. Hoje, a autora também faz palestras motivacionais pelo Brasil e pela Europa e mantém o projeto “Pílulas de Positividade”, uma plataforma de comunicação em que ela propaga informações sobre a importância da doação de órgãos pelo mundo e conscientiza milhares de pessoas a enxergarem o lado positivo da vida.
Ficha Técnica
Título: Três Vidas: uma história de superação e pílulas de positividade
Editora: Scortecci Editora
Número de páginas: 147
Preço: R$ 25,00
Artigo de Pedro Novaes: 'Passe livre'
Pedro Israel Novaes de Almeida: ‘PASSE LIVRE’
O reajuste das tarifas do transporte urbano gera repetido e sempre previsível incômodo aos administradores públicos.
O transporte urbano é importante item do orçamento familiar, principalmente nos deslocamentos ao trabalho e escola. Cada brasileiro que necessita de quatro percursos tarifados, ao dia, demanda costumeira, deixa um terço do salário mínimo na tarifa de transporte.
Soa, então, lógica, a grande adesão popular aos movimentos que pregam a tarifa zero, ou passe livre. Tais movimentos eclodem com facilidade quando dos reajustes da tarifa.
Ocorre que não é Deus quem paga a conta, quando ocorre a gratuidade do transporte coletivo. Os custos do transporte urbano são pagos, total ou parcialmente, pelos cofres públicos.
Existe, no imaginário popular, a ideia de que os governos fabricam dinheiro, ou que existe uma torneirinha mágica que despeja dinheiro, sem parar. É notória, e acertada, a constatação de que os governos não têm um só tostão que não tenha sido tirado de alguém.
A gratuidade do transporte coletivo, para estudantes, idosos e portadores de necessidades especiais, já é subsidiada pelos cofres públicos. A instituição de subsídios é sempre complicada, e exige lançar, a todos, o custo dos benefícios a alguns.
Haddad e Alckmin, políticos de orientações políticas e ideológicas opostas, seguem irmanados no reajuste das tarifas, sendo apedrejados pela multidão que clama por transporte gratuito. Ambos sabem que administram populações carentes, e conhecem de perto as necessidades públicas, segurança, saúde e educação, ainda pouco assistidas.
O Brasil é useiro e vezeiro na má instituição e condução de subsídios oficiais. O crédito e seguro rurais, os incentivos sem retorno à indústria automobilística, e a contenção artificial dos preços dos combustíveis figuram, dentre outros na longa lista de bobagens e desperdícios que já praticamos.
Só um ou outro município, de grande arrecadação e poucos habitantes, possui condições de implantar a tarifa zero, sem prejudicar o atendimento das necessidades públicas. A interiorização do desenvolvimento ameniza o problema do transporte público.
No Brasil, o transporte público é ruim e caro, e as tais planilhas de custo seguem quase secretas. Vans e taxis, de custo superior, não raro praticam preços menores que as praticadas pelos ônibus.
Na verdade, o problema decorre de sermos pobres e carentes, em país onde os administradores alternam incompetência, fisiologismo e corrupção. É difícil explicar, à multidão, que os cofres públicos, tão assaltados, não possuem condições de arcar com a tarifa zero. Argumentam os mandatários que a tarifa zero prejudicaria outros setores básicos, mas a tarifa segue intacta e os setores básicos seguem desassistidos.
O autor é engenheiro agrônomo e advogado, aposentado




