Artigo de Guaçu Piteri: 'Pizza fatiada'
Pizza fatiada’ by Guaçu Piteri
Quando a gente mais quer acreditar nas instituições republicanas, olha o que acontece. O Supremo Tribunal Federal resolve fatiar as investigações da operação Lava Jato. A manobra visa negar a existência da “organização criminosa” que o lulopetismo articulou com o claro propósito de comprar apoio político com recursos desviados de órgãos públicos. “Mensalão, petrolão, desvios na Eletronuclear, são todos conexos. No ápice dessa organização estão pessoas ligadas a partidos e à Casa Civil do governo Lula.” Carlos Fernando Lima – procurador da República. (Folha de S. P. 22/09/15; p. A5).
A decisão de transferir o julgamento da senadora do PT, Gleisi Hoffmann, – acusada de corrupção no Ministério do Planejamento – do ministro Teori Zavascki para seu colega Dias Tofoli – suscitou a desconfiança de interferência política no desdobramento da operação Lava jato. A procuradoria Geral da República recorreu da decisão, mas não teve êxito. O recurso foi negado pelo presidente do STF que, como todos sabem, é o ministro Lewandowski. Os advogados de defesa, alvoroçados e eufóricos apressam-se em renovar os pedidos de retirada de ações da jurisdição do juiz Sérgio Moro.
Não custa lembrar que o próprio STF, à época presidido pelo ministro Joaquim Barbosa, rejeitou a proposta de fatiar o mensalão. Qual é a justificativa – senão interferência política – para mudar o entendimento agora, se as ações são análogas? Ninguém é mais credenciado para denunciar essa estranha e lamentável mudança de rumo do STF do que o Juiz Federal Sergio Moro:
“O fato é que a dispersão das ações, como pretende parte das defesas, para vários órgãos espalhados do judiciário no território nacional não serve à causa da Justiça, tendo por propósito pulverizar o conjunto probatório e dificultar o julgamento.” (Folha de S. P. 26/09/15; p A14). Depois dessa, é de se perguntar: Dá para acreditar na autonomia do Judiciário?…
Artigo de Celso Lungaretti: 'Iniquidade da politica econômica de Dilma2 é cada vez mais admitida pelos economistas do PT
NÃO ACREDITAM EM MIM? LEIAM OS ECONOMISTAS LIGADOS AO PT! DÁ NO MESMO…
Celso Lungaretti, no blogue Náufrago da Utopia
Numa entrevista da edição dominical da Folha de S. Paulo, vocês encontrarão, com outras palavras, o que venho escrevendo há vários meses sobre o arrocho fiscal da dupla Dilma/Levy:
- é eminentemente recessivo, perverso e socialmente injusto (pois, ao invés de os coitadezas serem sangrados, bastaria cancelarem-se privilégios dos ricos para se obter o equilíbrio das finanças públicas);
- estupra direitos e conquistas dos trabalhadores; e
- não pode ser imposto a um país pobre como o Brasil sem causar, em médio prazo, um tsunami social.
Ou seja, Marcio Pochmann, presidente da Fundação Perseu Abramo, repetiu as principais acusações que eu tenho feito desde o início ao austericídio no qual o governo do PT embarcou, seguindo o receituário neoliberal.
Como os petistas costumam fechar os ouvidos aos questionamentos de quem está à esquerda deles, talvez agora, quando vários dos seus falam as mesmíssimas coisas, passem a reconhecer que a política econômica de Dilma.2 é uma verdadeira abominação, um crime que está sendo cometido contra o povo brasileiro!
Leiam alguns trechos da entrevista do Porchmann e constatem (os grifos são meus):
“A nova equipe econômica convenceu a presidente de que era mais importante adotar uma terapia de choque que, diziam, teria efeitos negativos, mas de curto prazo. Fizeram choques fiscal, monetário, cambial e de preços. Tudo no mesmo momento. Isso alterou dramaticamente as expectativas e jogou a economia numa recessão…
“…A lógica do ajuste é um fim em si mesmo. Não fixa pontes para o futuro. Está queimando pontes com o presente e o passado. As sugestões que ganham força são de cortes em despesas obrigatórias, estabelecidas como direitos e conquistas…
“…É insustentável para o país uma recessão prolongada. A se manter um quadro desses, as manifestações contra a recessão vão crescer, como cresceram nos anos 1980, quando um protesto de trabalhadores derrubou as grades do Palácio dos Bandeirantes. Temos um agravamento porque as pessoas estão percebendo a piora, o rebaixamento do padrão de vida. Por quanto tempo a população vai suportar medidas que apontam para o rebaixamento do seu padrão de vida?
“…Se houvesse um esforço concentrado só na questão da sonegação, não precisaria do ajuste. Sonegação, subsídios, desonerações: o Estado brasileiro é muito corajoso para cobrar imposto de pobre e paternalista para cobrar imposto de rico. Quem mais paga imposto não reclama e quem menos paga, reclama“.
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Continua em cartaz, com grande sucesso, a peça ‘Viúva, porem Honesta’ no Teatro Abilio Victor, de Itapetininga,
O espetáculo revela o amadurecimento do teatro itapetiningano
O espetáculo teatral itapetiningano conta com atores, cantores e músicos da mais alta qualidade, entre eles as cantoras Larissa Targa e Katia Baroni, os saxofonistas Renan Adriano e Du Bertolai.
Integram o elenco de artistas: Mayara Hory, Denise Brunatto, Samanta Oliveira, Jana Oliveira, Joao Victor Oliver, Carol Oliveira, Clara Terra, Wesley Rodrigues, Julio César, Gustavo Tk, Thiago Gabriel,Tiago Henrique,Carol Oliveira,Walkiria Paunivic, Dea Paulino, Beato Iluminação, Bruno Puzzi, Rafael Almeida, Caf Charles, Tabhata Matarazzo e Paulo Carriel Neto Barbieri.
A história conta que, depois da morte do marido, a viúva resolveu virar uma ‘mulher honesta’, mantendo-se fiel ao finado, mas estranhamente resolveu nunca mais se sentar! O pai da jovem, diretor de um dos mais influentes jornais do país, resolve então convocar conceituados especialistas para solucionar o problema da filha.Trata-se de uma farsa irresponsável e cheia de reviravoltas criada por Nelson Rodrigues, um dos maiores dramaturgos do teatro nacional.
A direção geral é do Paulo Carriel!
Nas fotos alguns momentos da estréia da peça que estreou dia 27, no teatro Abilio Victor, em Itapetininga, com longas filas para entrar..
O espetáculo tem uma produção muito bem cuidada e é revelador do amadurecimento do teatro itapetiningano.
“Somos a prova que santo de casa faz milagres!”, disse ao ROL o diretor geral Paulo Carriel, destacando ainda que conta com “uma equipe de profissionais maravilhosos” e com “atores dedicados e músicos de primeira”. Entusiasmado, revela, que o público ri muito do começo ao fim do espetáculo e no no dia da estreia o público aplaudiu freneticamente, de pé, com gritos de aplausos!. “Foi emocionante!”, disse o diretor.
Veja momentos da peça:
Pedraco é alvo de matéria da TV Tem de Itapetininga
‘Música é minha vida’, diz idoso de 78 anos que dividiu palco com Mazzaropi
Ex-cantor, João Vicente se apresenta há 30 anos em feira em Itapetininga.
‘Não tem mais artistas como antes. Hoje em dia é só ‘sertanojo’, diz músico.
Idoso mostra com orgulho caderno com músicas que cantava (Foto: Caio Gomes Silveira/ G1)“A música é minha vida”, assim define João Batista Vicente, ex-cantor sertanejo que fez fama no final dos anos 50 e início da década de 60 com as duplas “Serrano e Serraninho” e depois “Pedrico e Pedraco”. Aos 78 anos, o idoso se apresenta na feira livre de Itapetininga (SP) há mais de 30 anos e afirma que, na juventude, dividiu palco com celebridades como Mazzaropi, uma das maiores referências da cultura caipira no Brasil. O segredo de tanto entusiasmo: “Não tenho vícios.” Nesta quinta-feira (1°) ele comemora o Dia do Idoso relembrando das épocas de “cantoria.”
Além de atuar com Mazzaropi, Vicente cantou por 6meses na TV Tupi (Foto: Caio Gomes Silveira/ G1)
Vicente revela que nos anos 60 era tão famoso que chegou a se apresentar na TV Tupi, referência do que era ter chegado ao sucesso naquela época. “Toco desde pequeno e já estive em diversas cidades. Fui violeiro, cantor e poeta. Naquela época das duplas, me apresentava em eventos com Mazzaropi e Tonico e Tinoco”, relembra.
Após dedicar tanto tempo à arte, o músico crítica a geração atual de cantores e duplas do gênero. “Não se faz mais músicos como antes. Hoje em dia não tem mais sertanejo, agora passou para ‘sertanojo’”, brinca.
História
Nascido em Angatuba (SP), Vicente se mudou para Itapetininga aos 13 anos e, desde então, nunca mais deixou a cidade. Apesar de não ser natural do município, ele fala com orgulho sobre as homenagens que já recebeu pelo longo tempo de prestação de serviços à comunidade. “Tenho título de Cidadão Itapetiningano e Cidadão de Mérito”, destaca.
Pai de 16 filhos, hoje o idoso mora sozinho em uma casa na Rua Sarapuí, na Vila Paulo Ayres. No entanto, ele ressalta que mesmo com a idade avançada não depende de ninguém e mantém uma saúde privilegiada. “Não tenho vícios. Nunca fumei e nem bebi”, comenta.
Vicente, ou Pedraco, cantava modas de viola nas décadas 50 e 60 (Foto: Caio Gomes Silveira/ G1)IFSP realiza Processo Seletivo com vaga em Itapetininga
Proposta é para Professor Substituto na área de Edificações
Quinta-feira, 1 de outubro de 2015 às 09h56
O objetivo é contratar um Professor Substituto para área de Edificações, na qual o docente deve dar aulas por tempo determinado.
As inscrições já estão abertas e devem ser realizadas até o dia 14 de outubro de 2015, das 13h às 17h, no próprio campus que fica na Avenida João Olímpio de Oliveira, nº 1.561, bairro Vila Asem. A taxa é R$ 15,00.
Acesse o extrato do edital disponível em nosso site com mais informações.
Desenho do colunista Marcelo Paiva Pereira
‘São Paulo aos cubos’- desenho

Neste desenho feito pelo colunista Marcelo Augusto Paiva Pereira em 2011, ele traduz o caos que a malha urbana se encontrava na época e que vale ainda para a atualidade.
Ele mesmo explica melhor: “O desenho tem inspiração cubista e foi a corrente artística por mim escolhida para representar a desconstrução que gerou o caos da malha urbana, num mosaico sem solução, restando apenas medidas pontuais, localizadas em espaços ou regiões definidas administrativamente, como se fossem módulos urbanos encaixados uns aos outros. Daí o nome de “São Paulo aos cubos” com o qual o batizei’.
“São Paulo aos cubos” traduz o caos que a malha urbana se encontra na atualidade





















