Artigo de Celio Pezza: 'Bruxas e a ignorância'

Crônica # 269 – Bruxas e a ignorância

 

Celio Pezza
Celio Pezza

 

O grupo Estado Islâmico (EI) decapitou nesta semana, na Síria, duas mulheres e seus maridos, todos acusados de bruxaria. As execuções ocorreram diante de uma multidão que apoiou a decisão.

A acusação era de que nas suas casas foram encontrados amuletos feitos de papel com escritos costurados em um pedaço de tecido. Isso foi considerado bruxaria e, por essa razão, perderam suas cabeças.

Segundo dados do Legal Human Rights Center, do Departamento de Estado Norte Americano, somente na Tanzânia, África, tivemos cerca de 500 mulheres mortas por suspeitas de bruxaria em 2013 e esse numero tende a aumentar.

Em 1982 o governo criou a Lei da Bruxaria, onde criminalizava a prática e pretendia evitar que a população ignorante fizesse justiça, mas, na verdade, essa lei legitimou a crença na existência de bruxaria e as mortes aumentaram.

Na Índia, perto de 200 mulheres e crianças por ano são vítimas e qualquer doença na família é motivo para suspeitar de bruxaria e condenar uma pessoa à morte.

Quem mata acredita que está fazendo um bem à sua comunidade e existiu um caso em que uma pessoa matou sua tia e levou sua cabeça cortada até uma delegacia, para mostrar que tinha matado uma bruxa.

Isso acontece no mundo atual, inclusive na América do Sul.

No vizinho Paraguai, em uma aldeia perto da capital, Assunção, uma mulher foi acusada de ter causado uma doença à sua irmã, através de bruxaria. Os chefes da aldeia prenderam a mulher e deram um prazo de um mês para que ela tirasse o feitiço; como isso não aconteceu, ela foi assassinada perante os membros de sua família.

O mês de julho que se inicia é comemorado como sendo especial para todo tipo de magia e bruxarias, por ser o sétimo mês do ano. Começa no dia primeiro, como o dia das Dríades, ou ninfas que habitam as árvores, em especial o carvalho, e que podem emprestar seus poderes aos seres humanos. Também temos o dia 16 de julho, conhecido como Dia do Sono das Fadas, uma tradição irlandesa que diz que este é o único dia do ano em que as fadas adormecem. No dia 18 de julho, temos o Dia de Isis (protetora da natureza e da magia) e de sua irmã Néftis (deusa dos desertos e da morte), deuses egípcios que representam as coisas que existem e as que estão por vir. Também temos o dia 21 de julho, que era o primeiro dia das Neptunálias, em homenagem ao deus romano Netuno, deus dos mares e dos terremotos (Poseidon para os gregos).

Infelizmente, os fatos recentes das mortes das “bruxas” nos mostram o quanto temos de ignorância atualmente e esperamos que este mês de julho, com toda sua tradição, traga mais luz para o mundo.

Célio Pezza   /   Julho, 2015




Genealogia: Afrânio Mello atende gratuitamente pedidos de leitores do ROL. Desta vez fornece informações sobre a familia ALEDI.

Afrânio Mello – ATENDIMENTO NÚMERO 494

 

Caro Fernando, boa tarde.

Finalizando o seu pedido de pesquisa de sobrenome, envio o da família ALEDI.

Veja que tem diversas grafias o mesmo e as origens com ramos diversos em

Portugal,Espanha e Itália.

Os sobrenomes de pessoas encontradas no Brasil, na Itália e Espanha estão

nominadas no arquivo anexado e abaixo transcrito.

Veja que você tem três dos mais belos brasões e que darão ótimos quadros

para pendurar nas paredes de sua casa ou escritório.

Vão causar espanto e muitas perguntas sobre a origem.

Espero ter contribuído com suas pesquisas.

Receba o meu fraternal abraço.

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Jornal On Line

 

Aledi Aledi1 aledi2Aledi, Alledi, Alede, Allede, Aledo, sobrenomes de origem latina, pois há ramos em Portugal, Espanha e Itália. A pompa e atos desta família antiga que apesar de escassez de documentos não deixa de provar sua Nobreza, e, portanto, a família possui seu brasão de armas.

 

Os deste apelido, Aledo, são oriundos de Portugal vindos da família Coutinho, pois procedem de uns Cavaleiros ilustres lusitanos que passaram para a Espanha. O Rei Don Alonso IV de Portugal teve de sua mulher Dona Beatriz por seu filho primogênito o Infante Don Pedro I, o justiceiro. Quando este Infante tinha 8 anos de  idade somente se fechou o contrato de matrimônio com a Infanta Blanca do Reino de Castilla (Castela), que era sua prima. Porém o casamento não chegou a realizar-se por causa do mal estado de saúde de sua noiva. Anos depois se firmou sua união matrimonial com Constanza, filha do Infante Juan Manuel, neto de Fernando III, o Santo, Rei de Castilla (Castela) e Regente do reino durante a minoridade de Alfonso XI, porém este Juan Manuel não desejou enviar a Portugal a sua filha, devido a guerra que estalara entre Portugal e Castilla. Com o tratado de paz, se celebrou o matrimônio em 1334. Na  comitiva da nova Rainha Doña Constanza figurava a célebre Doña Inés de Castro, chamada Cuello de Garza, filha de Don Pedro Fernández de Castro, grande Senhor da Galícia (Galiza) e neto do Rei Don Sancha IV de Castilla. Também ilustres Cavaleiros da família Aledoestavam nessa comitiva que levou Doña Constanza de Madrid até Lisboa. Doña Inés de Castro, que não tardou em enamorar-se loucamente pelo Infante Pedro de Portugal, marido de Doña Constanza. Isto fez com que o matrimônio fosse desastroso desde o princípio, se bem que se assegura que Pedro I tratava sua esposa com o maior afeto, tanto que esta chegou a acreditar que se tratava de um namorico passageiro. Quando se convenceu do contrário, convidou Doña Constanza a amante de seu marido a que fosse madrinha de seu primeiro filho. E acabaram por se tolerarem até o fim de suas vidas. Os Cavaleiros portugueses que acompanharam Doña Constanza cujo o apelido real era Coutinho, muito poderosos na corte do Rei Don Alonso de Portugal, nos quais foram posteriormente perseguidos devido a intrigas na corte, fugiram então para o Reino da Murcia e se refugiaram no castelo da vila de Aledo, cujo o nome então tomaram como apelido e o conservaram para seus descendentes. Em seu brasão espanhol mantiveram as quinas portuguesas para que seus descendentes nunca se esquecessem de sua origem portuguesa.

Registra-se Delciza Aledi, nascida em 1905, Castelo, Espírito Santo, Brasil e falecida em 1954, Cachoeiro de Itapemirim, E.Santo, Brasil; casou-se em 1919 com Pedro Machado. Teve um filho: Oswaldo Ferreira Machado.

Registra-se Luigi (Louis) Alledi, nascido em 1907, Itália; imigrou em 1930 para Nova York junto com seus familiares. Vieram Vincent Albassi, 41 anos; sua esposa (prima de Luigi) Maria Alledi, 38 anos; seu filho John (Giovanni) Albassi, 20 anos; sua filha, Sadie Albassi, 18 anos; sua filha, Louise Albassi, 15 anos; seu filho Elsie Albassi, 11 anos; seu primo, John (Giovanni) Ghisoni, 18 anos e seus amigos: Giuseppe Bertoni, 30 anos; Pasquale Brassatti, 30 anos; Pesicate Sigate, 30 anos e Marco Nello de 35 anos.

Registra-se Amália Aledo Dávila, nascida em 09.11.1847, Totana, Murcia, Espanha e falecida em 07.02.1926; filha de Salvador Aledo Carlos e Francisca Paula Dávila Alarcon.

Registra-se José Maria Triton Cayeula Aledi, nascido em 03.07.1874, Totana, Murcia, Espanha e falecido em 09.02.1956; filho de Telesforo Cayuela Mora e Purificacion Maria Carlos Aledo Dávila.

Registra-se Francisca de Paula Inchaurrendieta Aledo, nascida em 17.01.1871, Totana, Murcia, Espanha e falecida em 04.11.1965; filha de José Ramon Inchaurrendieta Paez e Amália Aledo Dávila.

 

Na Itália as famílias Aledi e Alledi que são da mesma origem, são oriundas da Comune Cernusco Sul Naviglio, Lombardia, Itália.

mapa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mapa da Itália com a
Distribuição do Sobrenome

mapa1

 

Cernusco Sul Naviglio

 Cernusco

 

Lombardia

Lombardia

 

 




Comissão de Educação do Senado aprova parecer ao projeto que acaba com a censura prévia de biografias

SegundologoROLface o senador Romário Faria, o parecer dele acabou de ser aprovado

A respeito desse assunto, assim se pronunciou o senador Romário:

“Acabou de ser aprovado na Comissão de Educação, aqui o Senado, meu parecer ao projeto que acaba com a censura prévia de biografias (PLC 42/2014). O texto que apresentei permite que qualquer pessoa seja biografada, e não mais apenas pessoas públicas, como previa o texto aprovado na Câmara. Aquele que se sentir prejudicado por alguma informação inverídica, pode recorrer à justiça, pois a legislação brasileira já tem os mecanismos para punir quem publica inverdades.

A aprovação do projeto vai ao encontro da decisão recente do Supremo Tribunal Federal, que afastou a censura prévia nas obras. É uma vitória da sociedade brasileira, que tem o direito de conhecer a sua história e fatos biográficos são relevantes para essa compreensão.

Agradeço o apoio dos senadores que manifestaram apoio ao meu relatório. Veja o que eles disseram:

Senador Ricardo Ferraço: “Parabéns pela clareza, objetividade e pela forma republicana com que interpretou direitos e garantias fundamentais que estão consagrados na nossa Constituição. Não há país civilizado e democrático no mundo que permita censura prévia ou posterior. Seu voto está impecável”

Senadora Marta Suplicy: A grande parte da sociedade brasileira vê a liberação de biografias como uma parte do estado democrático que hoje nós vivemos. Eu comungo com essa ideia. Sei que muitas vezes as pessoas usam isso de forma indevida, mas para isso existe justiça. Parabéns ao senador Romário por essa postura”,

Hélio José: O senador Romário fez as adequações necessárias, de acordo com o voto do Supremo Tribunal Federal, para garantir a liberdade de expressão”.

 




Estão abertas as inscrições para as oficinas culturais na APEOESP de Itapetininga

Espaço Cultural APEOESP Itapetininga

Espaço Cultural
Já estão abertas as inscrições para as oficinas de Teatro e Dança.

Para as oficinas a idade minima é de oito anos

O regulamento pode ser solicitado através do e-meio oficinasculturaisapeoesp@gmail.com




A data de 9 de Julho será condignamente comemorada em Itapetininga

CONVITE_PALESTRAMMDCIHGGI VAI COMEMORAR O 9 DE JULHO COM PALESTRA

O IHGGI – Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Itapetininga  não vai deixar passar em branco uma das datas mais importantes da História do Brasil e em especial do nosso Estado de São Paulo: o dia 9 de Julho. 

Nesse dia (feriado) se comemora um dos episódios mais ricos da civilidade brasileira: o momento em que os paulistas se levantaram em armas exigindo uma Carta Magna para o Brasil. Foi o inicio da gloriosa Revoluçlão Constitucionalista de 1932!

O professor Jefferson Biajone e o genealogista Afrânio Mello vão pronunciar uma palestra abordando a participação de Itapetininga e região nesse brilhante episódio. 

A entrada é franca e 0o evento será realizado no dia 9 de Julho, às 20 horas, na sede do IHGGI à Rua Prudente de Moraes, 716, centro, Itapetininga (nas dependencias do Museu Carlos Ayres, anexo à Casa Kennedy).




Artigo de Pedro Novaes: 'Muita complicação'

Pedro Israel Novaes de Almeida: ‘MUITA COMPLICAÇÃO’

 

colunista do ROL
Pedro Novaes

 

Somos vítimas da complicação de temas relativamente simples, que vez ou outra surgem, aqui e acolá.

A vítima maior das controvérsias, como sempre, é a educação. O ensino religioso, obrigatório às escolas, mas constitucionalmente facultativo a cada estudante, tem originado discussões as mais diversas, e impedimentos práticos que acabam por deixa-lo prestes a desaparecer, como justo, do texto constitucional.

Em tese, as aulas não seriam lecionadas por religiosos, mas por pessoas preparadas para incutir o respeito às diversidades, cultos e credos, de fiéis e ateus. A ideia central seria liquidar com a intolerância religiosa.

O dispositivo legal acabou sendo mais uma letra morta, como tantas que há no Brasil. Se implantado, estaria fadado a ser mais um complicador do ambiente escolar, a começar pelo constrangimento de pais e filhos que optassem por não participar da matéria.

O respeito às diversidades tem argumentado posturas até ridículas, tamanha a ferocidade das discussões. No caso da diversidade sexual, deve haver algum método que não seja a negação do aparato sexual natural, como indicativo original de sexualidade.

Não devemos incutir, nas crianças, a ideia de que podem, todas, urinar em pé ou sentadas, ou beijar o amiguinho e a amiguinha, até perceber por qual sexo têm maior atração. A noção de que aparatos sexuais naturais nada indicam, até que surja a opção, é catastrófica, abusiva e deprimente.

Respeitar as diversidades, religiosas, sexuais, políticas e raciais, cabem plenamente no item respeito humano, ao lado do respeito à natureza, animais e aves.   Mais que isso, é doutrinação e colonização cultural, e cabe razão, muita, aos que julgam que alguns temas devem ser ensinados no seio familiar.

O respeito aos negros não exige que pratiquemos seus rituais de origem, assim como devemos respeitar japoneses sem comer arroz sem sal, e respeitar os italianos, sem gritar.  Compete às escolas detectar intolerâncias, tentar corrigi-las e até mesmo puni-las, quando necessário.

Existe uma tentativa pouco camuflada de instrumentar a escola, transformando-a em fábrica de militantes. Professores não podem, sob pena de lesa pátrias, transformar cátedras em tribunas.

A escola merece estar imune a idiotias e preferências pessoais, de professores, administradores, pais e alunos. Exemplos recentes, de literatura grosseira e pornográfica, prestaram relevante desserviço à educação.

Na verdade, compete aos pais assumirem a obrigação de acompanhar e sondar tudo o que está sendo lecionado aos filhos, e como anda o ambiente escolar. Muitos são os que reclamam, e poucos os que acompanham de fato, e cobram soluções.

Da maneira como vamos, nossos estudantes em breve saberão tudo, menos matemática, português, biologia, geografia, etc. Assim não dá!

pedroinovaes@uol.com.br

O autor é engenheiro agrônomo e advogado, aposentado.




Genealogia: mais um leitor do ROL é atendido gratuitamente pelo egenalogista Afrânio Mello. Hoje ele fornece informações sobre a familia MINZON

Afrânio Mello – ATENDIMENTO NÚMERO 493

 

Caro Carlos,

Finalizando o seu pedido, encaminho o SOBRENOME  “ MINZON/MONZÓN “.

São duas páginas com boas informações e dois brasões sendo um deles muito bonito.

Segue també os nomes dessa família que tem registro no mundo da Genealogia, bem

como as regiões de incidência do sobrenome na Itália e fotos da região de origem do

mesmo,Vicenza e Veneto.

Espero que fique contente.

Grande abraço

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Jornal On Line

 

Minzon

Minzon, sobrenome de origem latina. Os genealogistas dão duas origens distintas desse sobrenome. Uns afirmam que uma forma dialetal do sobrenome espanhol Monzón e outros afirmam que uma forma dialetal do italiano Monzano, que significa nascido ou oriundo de Monza. Monza cuja denominação remonta possivelmente ao nome próprio latino Modicia, dito depoisModicia, Moncia e finalmente Monza. Seja como for, a família obteve um brasão de armas para firmar sua nobreza.

Monzón, sobrenome de origem espanhola. Os irmãos genealogistas Alberto e Arturo Garcia Garrafa dizem que este é um apelido de origem asturiana. Parece ser que também teve  família um solar em Palencia, que acaso procedesse da vila de Monzón de Campo e um ramo passou para Navarra e fundou uma casa na rua de San Antonio de Pamplona. Outro ramo radicou-se em Madrid e Zaragoza, esta última procedia de Monzón, partido judicial de Barbastro, na província de Huesca.

Cavaleiros desta linhagem provaram sua nobreza nas Ordenes Militares de Santiago y Carlos III. Francisco Monzón de La Veja, da Casa de Madrid ingressou na Ordem de Santiago em 17.08.1666.

MonzonMonzón é o 741º apelido mais comum na Espanha, em todo território espanhol nós encontramos que tem afirmados ter Monzón como primeiro apelido cerca de 7.270 pessoas e como segundo apelido cerca de 81 pessoas. Censo de 2010.

Registra-se José Monzón, nascido em 1714, Astúrias, Espanha; casou-se em 1736 com Maria Urrea.Teve um filho: Manuel Monzón Urrea, nascido na Andalucia, Espanha em 1738 e falecido em Illapel, Chile em 1790; casou-se em primeiras núpcias com Rosa Cano por volta de 1760 em San Juan de La Frontera, Espanha e casou-se em segunda núpcias com Gegoria Fernández de Tordesillas, nascida em 1760, filha de Pedro Fernández de Tordesillas e Baltasara Pastene.

Registra-se Luigia Minzon, nascida em 1845, Itália; filha de Domenico Minzon, nascido por volta de 1820, Itália; casou-se com Giovanni Battista Chierico; tiveram uma filha: Rosa Chierico, nascida em 1866; casou-se em 1885 com Lodovico Bontempo.

Registra-se Ruben Minzon, nascido em 1908, México e falecido em 1940, San Francisco, Califórnia, Estados Unidos.

Registra-se José Bernabe Del Carmen Minzon, nascido em 13.06.1883, Teziutlan, Puebla, México; filho de Atundio Minzon e Arcadia Ruiz.

Registra-se Rosalia Minzon, nascida em 06.05.1884, Salomvar, Zala, Hungria; filha de Peter Minzon e Juli Szel.

Registra-se Rocco Minzon, nascido em 03.06.1876, Itália. Imigrou para Nova York, Estados Unidos por volta de 1898. Alistou-se para Primeira Guerra Mundial em 1917 lutando como soldado americano e faleceu na guerra em 1918.

Registra-se Joan Minzon, nascida por volta de 1710, Lyrre-Regis, Dorset, Inglaterra e falecida em 29.11.1744.

Registra-se Emma Minzon, nascida em 09.12.1860, Philadelphia, Pennsylvania, Estados Unidos; filha de William e Caroline Minzon.

Registra-se Angelus Millano Minzon, nascido em 07.05.1900, Bariri, São Paulo, Brasil e batizado em 29.10.1900 na Igreja Católica Nossa Senhora das Dores em Bariri, Brasil; filho de Angelo Minzon, nascido por volta de 1875, Itália e Santa Millano, nascida por volta de 1880, Itália.

Registra-se Carlos Alberto Minzon, nascido em 1959, Valinhos, São Paulo, Brasil e falecido em 08.08.2003, Jundiaí, São Paulo, Brasil.

Italia

 

 

Mapa da Itália com a
Distribuição do Sobrenome

 

 

 

 

Vicenza

Italia1

Veneto