Genealogia: Afranio Mello atende gratuitamente pedidos de leitores e desta vez fornece informações sobre a familia Silveira

Afrânio Mello – ATENDIMENTO NÚMERO 492

Caro Fábio,

Não resisti e estou enviado para você o arquivo genealógico do seu sobrenome.

São 17 páginas e 3 brasões.

Você pode fazer belos quadros dos brasões e colocá-los em sua sala.

Muitos de seus amigos e parentes que o visitarem vão ficar encantados.

Veja quantos famosos usam esse sobrenome, incluso você ,amigo de extrema

importância para todos os que escrevem e pretendem que seus escritos se

transformem em livros.

Grande abraço

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Jornal On Line

 

 

SilveiraSilveira, sobrenome de origem portuguesa. Nome de origens toponímicas, haverá mais do que uma família a tê-lo adotado por apelido. Aquela que se encontra documentada desde épocas mais remotas deriva de Vasco Lourenço de Silveira, provavelmente filho de um Lourenço Gonçalves, que morreu antes de Dezembro de 1330, e foi senhor da quinta e paço da Silveira, no termo do Redondo. Esta família era da nobreza dos escudeiros nobres e a respectiva chefia recaiu na Casa dos Condes da Sortelha.

Alguns nobiliários apontam a origem desta família em Gonçalo Vasques Silveira, fidalgo, senhor da herdade de Silveira em 1378. Outras fontes indicam Dom Fernando Afonso da Silveira, embaixador em Castela em 1423, casado com D. Catarina Teixeira, camareira-mor da Infanta D. Isabel, e pai de D. João Fernandes da Silveira, primeiro Barão de Alvito, vedor da Fazenda de D. João II. Guilherme van der Hagen, fidalgo alemão que veio com família, serviçais e pertences para Faial, recebeu armas próprias de D. João II e passou a denominar-se Guilherme Vandraga da Silveira.Outros Silveiras provêm do Dr. Afonso da Silveira, embaixador em Castela em 1423, estando a sua representação e chefia da família que fundou na Casa dos Barões e Marqueses de Alvito.

Outros Silveiras ainda, radicados nos Açores, descendem do flamengo Wilhelm van der Hagen que traduziu o nome de Hagen para “Vandaraga” e, depois, Silveira.

Silveira1É uma família que se estende por todas as ilhas dos Açores com excepção da Graciosa, onde os Silveiras aí estabelecidos constituem um ramo dos Silveira do continente.

De silveira, subst. comum – silva, moita de silvas designação de várias plantas medicinais da família das Rosáceas [Antenor Nascentes, II, 282]. Diversas são as origens deste sobrenome. Entre outras, por adoção feita pelo holandês Wilhem van der Haagen ou Haghe, quando passou à Ilha Terceira (Açores), no século XV, passando a assinar-se Guilherme da Silveira. Dele descendem milhares de Silveiras e Silveiras Bruns, dos quatro cantos do Brasil. Este ocorrido, deveras importante e talvez desesperador para alguns, vem mostrar que uma quantidade impressionante de famílias que se assinam Silveira, vêm pagando um bom dinheiro pela aquisição de um desenho do Brasão de Armas, sem saberem que não têm nenhuma relação com a família Silveira, de Portugal, pois são de origem flamenga. Outro grupo familiar com este sobrenome, procede da herdade e torre de Silveira, da qual era proprietário, junto à vila de Assumar, em Portugal. Outra família Silveira, procede dos Pestanas e ambas descendem de Giraldo Sempayor, que ganhou Évora aos mouros, no tempo de D. Afonso Henriques, 1.º rei de Portugal, em 1139. O solar desta família é o morgado da Silveira, na província do Alentejo (Anuário Genealógica Latino, I, 88). Ilha das Flores: sobre a história desta família e sua passagem pela Ilha das Flores, escreveu no ano de 1717, o Padre Antonio Cordeiro, em sua História Insulana das Ilhas a Portugal Sugeytas, Livro IX – Das Ilhas das Flores, e Corvo; & das que se espera descobrir de novo, Capítulo IV – Da qualidade, ou nobreza das famílias que povoàraõ as Flores [Antonio Cordeiro, História Insulana, Livro VIII, Ilha das Flores]. Ilha de S. Miguel: o genealogista português Gaspar Fructuoso, em sua História Genealógica de Sam Miguel [Saudades da Terra], escrita por volta de 1580, dedicou-se ao estudo desta família [Gaspar Fructuoso, Saudades da Terra, p. 40]. Ilha do Fayal: sobre a história desta família e sua passagem pela Ilha do Fayal, escreveu no ano de 1717, o Padre Antonio Cordeiro, em sua História Insulana das Ilhas a Portugal Sugeytas, Livro VIII – Das Ilhas do Fayal, e Pico, Capítulo IV – Dos outros primeyros, & mais nobres Povoadores do Fayal, Utras, & Quadros, Silveyras, & Cunhas, & Boemias [Antonio Cordeiro, História Insulana, Livro VIII, Ilha do Fayal]. Ilha Terceira: sobre a história desta família e sua passagem pela Ilha Terceira, escreveu no ano de 1717, o Padre Antonio Cordeiro, em sua História Insulana das Ilhas a Portugal Sugeytas, Livro VI – Da Real Ilha Terceira, Cabeça das Terceiras, Capítulo XXI –Dos Castellosbrancos, Carvalaes, Lobos, Silveyras, Espinolas, Lemos, & dos Betencores, Dornellas, & outros [Antonio Cordeiro, História Insulana, Livro VI, Ilha Terceira]. Brasil: Sobrenome de uma família originária das ilhas portuguesas, estabelecida no Rio Grande do Sul, para onde passou Pascoal da Silveira, nasc. por volta de 1720, na Freguesia do Espírito Santo da Feteira, concelho de Horta, Ilha do Faial, bispado de Angra, Arquipélago dos Açores. Filho de Bernardo da Silveira e de Isabel de Faria. Casada, em primeiras núpcias, com Maria do Espírito Santo, natural da mesma freguesia da Feteira. Sobrenome de uma família de origem portuguesa, estabelecida no Rio de Janeiro, para onde passou o desembargador Dr. Matias da Silveira Botelho nasc. em Leiria, por volta de 1706 e fal. no Rio a 01.01.1756 (22 dias após o enlace) filho de João Gonçalves Dias e de D. Mariana da Silveira. Casado, no Rio (Candelária 6º, 41v) a 10.12.1755 (em casa da noiva) com Antônia Viana de Castro, nasc. no Rio (Candelária 3º, 66) a 30.12.1706 (bat. a 09.01.1707) e fal. no Rio a 04.01.1778. Era dona da chácara, e capela de N. S. da Madre de Deus, no Valongo. Filha do tenente-Coronel Salvador Viana da Rocha, patriarca da Família Viana do Amaral (v.s.), do Rio de Janeiro [Carlos Rheingantz, Primeiras Famílias do Rio de Janeiro, Tomo I]. Sobrenome de uma família de origem portuguesa, estabelecida no Brasil, onde chegou, em 27.01.1884, Manoel Cabral da Silveira, natural de Portugal, 21 anos de idade, com destino à capital do Estado de São Paulo. Veio em companhia de sua esposa, Maria do Carmo da Silveira, natural de Portugal, 18 anos de idade, e das filhas: 1. Ermelinda Rosa, natural de Portugal, 24 anos de idade; 2. Marianna de Jesus, natural de Portugal, 26 anos de idade [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 002, p. 003 – 27.01.1884]. Sobrenome de uma família estabelecida de origem portuguesa estabelecida em Santa Catarina, a qual pertence D. Luiz Maurício da Silveira, Fidalgo da Casa Real de Portugal, Com geração do seu cas. com Tomásia Francisca Valadares Alboim. Entre os descendentes do casal, registram-se: I- o filho Braz Nicolau da Silveira [01.12.1813, Santa Catarina – 06.09.1886, Rio de Janeiro, RJ], que deixou geração do seu cas. com Maria Rosa de São João, filha de João Alves Pereira da Costa e de Joana Maria da Trindade; II- o neto D. Braz Nicolau da Silveira [1853 – 14.04.1913, Rio de Janeiro, RJ], filho do item I. Com geração do seu cas. com Margarida Maria Maurity [10.12.1864, Rio de Janeiro, RJ -], bisneta de Lino José Maurity [1751, Lisboa – 1814, Lisboa], patriarca desta família Maurity (v.s.), que se estabeleceu no Rio de Janeiro; III- o bisneto D. Alvaro Maurity da Silveira, filho do item II; IV- a bisneta D. Alice Maurity da Silveira [c. 1890, Rio de Janeiro, RJ -], filha do item II. Casada, a 30.06.1909, Rio de Janeiro, RJ, com Feliciano Ferreira Maia [c. 1887, Rio de Janeiro, RJ -], filho de Joaquim Ferreira Maia e de Henriqueta da Silva. Sobrenome de uma família estabelecida de origem portuguesa estabelecida em Santa Catarina, a qual pertence D. Luiz Maurício da Silveira, Fidalgo da Casa Real de Portugal, Com geração do seu cas. com Tomásia Francisca Valadares Alboim. Entre os descendentes do casal, registram-se: I- o filho Braz Nicolau da Silveira [01.12.1813, Santa Catarina – 06.09.1886, Rio de Janeiro, RJ], que deixou geração do seu cas. com Maria Rosa de São João, filha de João Alves Pereira da Costa e de Joana Maria da Trindade; II- o neto D. Braz Nicolau da Silveira [1853 – 14.04.1913, Rio de Janeiro, RJ], filho do item I. Com geração do seu cas. com Margarida Maria Maurity [10.12.1864, Rio de Janeiro, RJ -], bisneta de Lino José Maurity [1751, Lisboa – 1814, Lisboa], patriarca desta família Maurity (v.s.), que se estabeleceu no Rio de Janeiro; III- o bisneto D. Alvaro Maurity da Silveira, filho do item II; IV- a bisneta D. Alice Maurity da Silveira [c. 1890, Rio de Janeiro, RJ -], filha do item II. Casada, a 30.06.1909, Rio de Janeiro, RJ, com Feliciano Ferreira Maia [c. 1887, Rio de Janeiro, RJ -], filho de Joaquim Ferreira Maia e de Henriqueta da Silva. Sobrenome de uma família originária das ilhas portuguesas, estabelecida no Rio Grande do Sul, para onde passou Ana Maria da Silveira, nasc. por volta de 1720, na Freguesia de Nossa Senhora da Luz da Ribeira dos Flamengos, concelho de Horta, bispado de Angra, Ilha do Faial, Arquipélago dos Açores. Filha de João Garcia Pereira e de Maria da Silveira. Casada com Antonio Pereira de Souza. Sobrenome de uma família originária das ilhas portuguesas, estabelecida no Rio Grande do Sul, para onde passou Marta Maria da Silveira, nasc. por volta de 1747, na Freguesia de São João da Batalha do Pico, Ilha do Pico, Arquipélago dos Açores. Filha de José Pereira e de Maria Silveira (do Pico). Casada com Sebastião da Silva Ferreira. Sobrenome de uma família originária das ilhas portuguesas, estabelecida no Rio Grande do Sul, para onde passou Ursula Francisca de Santa Rosa, nasc. por volta de 1746, na Freguesia de São Pedro, Ilha Terceira, Arquipélago dos Açores. Filha de Francisco Silveira e Catarina da Conceição Casada, em primeiras núpcias, com Claudio Brandão; em segundas núpcias, em 1766, com Manuel Cota de Melo. Sobrenome de uma família originária das ilhas portuguesas, estabelecida no Espírito Santo, para onde passou em
1813, Manuel Caetano Silveira, 40 anos de idade, em companhia de sua esposa, Ana de Jesus, 32 anos de idade, e os filhos: Maria, 6 anos de idade; José, 4 anos de idade, e Guilhermina, 11 meses de idade. Foram destinados para a Capitania do Espírito Santo, para onde partiram na lancha Dom Jardim, sob a direção do Mestre Antônio José de Oliveira. Seu nome consta da Relação dos Casais de Ilheus que vierão das ilhas na 2ª Remessa em o Bergantin Rosario do qual he Capitão Sergio Francisco Ferreira, para serem destribuídos para diverços lugares com declaração das terras para onde forão remethidos, na conformidade dos primeiros vindos para o mesmo fim. Em Minas Gerais, de origem portuguesa, entre outras, destaca-se a importante família do Dr. José da Silveira e Souza [Tomar – 1793, S. João del Rei], filho de Pantaleão de Souza e de Maria de Nazaré. Advogado, atuante em São João del Rei, onde deixou numerosa descendência de seu cas. com Maria Josefa Bueno da Cunha [ – 1806, S. J. del Rei], neta de Amador Bueno da Veiga. Entre os 10 filhos do casal, destaca-se a poetisa Bárbara Eliodora, que foi cas., em 1781, com o inconfidente Alvarenga Peixoto. No Rio Grande do Sul, originária das ilhas portuguesas, registra-se a família do Capitão Francisco Pires Casado, que deixou numerosa descendência do seu casamento, por volta de 1722, com Felipa Antônia da Silveira. Alguns dos seus descendentes passaram para o Brasil, entre eles: I – o filho, o Capitão-Mor de Ordenança Francisco Pires Casado [1724, Ilha do Pico – 06.12.1803, Rio Grande, RS], que deixou numerosa descendência de seu cas., c.1754, no Rio Grande (RS), com Mariana Eufrásia da Silveira [1732, Ilha do Faial – 09.04.1822, Rio Grande, RS], irmã de Mateus Inácio da Silveira, outro patriarca dos Silveira, do Rio Grande do Sul, por seu casamento, por volta de 1750, com Maria Antônia. Os descendentes deste casal Francisco e Mariana, foram aparentados, entre outras, com as seguintes famílias: Rebelo de Paiva, Gomes Viana, Rodrigo de Carvalho, Camará, Ávila e Chaves Barcelos; II – o filho, o Capitão Inácio Antônio da Silveira [1743, Ilha do Pico – 04.02.1819, Pelotas, RS], que passou para o Rio Grande do Sul, onde deixou numerosa descendência de seu cas., em 1781, Rio Grande (RS), com sua sobrinha, Maurícia Inácia da Silveira [22.09.1758, Rio Grande, RS – 16.12.1821, Pelotas, RS], filha de seu irmão, o Capitão-Mor de Ordenança Francisco Pires Casado, citado acima no item I. Os descendentes deste casal, Inácio e Maurícia, foram aparentados, entre outras, com as seguintes famílias: Martins Viana, Silva Bastos, Oliveira Castro, Aquino, Moreira, Antunes Maciel e Soares de Paiva. Em São Paulo, entre outras, cabe registrar a família do Governador Antônio Raposo da Silveira [Lisboa, Portugal – 1663, SP], que foi armado Cavaleiro de S. Tiago, por serviços prestados na defesa de um baluarte da fortaleza de Águeda, nas Índias, em 1641, e que recebeu do Rei a propriedade do ofício de Juiz de Órfãos de São Paulo, que deu em dote de casamento a seu genro. Foi Capitão-Mor e Ouvidor da Capitania de São Paulo. Deixou numerosa descendência de seu cas. com Maria Raposo de Siqueira [-1709, SP], neta de Antônio Raposo, patriarca desta família Raposo (v.s.), de São Paulo (SL, III, 5, 336). Linha Africana: Sobrenome também adotado por famílias de origem africana. No Rio Grande do Sul, registra-se a de Joaquim Silveira, «preto forro», cas., 25.02.1805, no Rio Grande, RS, com Mariana Gonçalves, «preta forra» (L.º3.º??, fl. 85).

Linha de Degredo: Registra-se a sentença dada, a 31.08.1644, pelo Rei ao Desembargador Francisco Branco da Silveira. Foi condenado em dez (10) anos de degredo para o Brasil, sem beca, mas, como houvera discrepância de opiniões «foi el Rey … por isso à Rellação e leu esta condenação e não asinou por ser muito tarde e se duvidar se só, ou com Juises».

Cristãos Novos: Sobrenome também adotado por judeus, desde o batismo forçado à religião Cristã, a partir de 1497. Para o Rio de Janeiro, ver a família Vale da Silveira (Wolff, Dic.I, 186).

Nobreza Titular: Manuel Joaquim Silveira, foi agraciado, em 07.05.1868, com o título nobiliárquico de conde de São Salvador.

Heráldica: I – um escudo em campo de prata, com 3 faixas de vermelho. Timbre: um urso de negro, armado de vermelho, sainte de uma capela de silvas de verde, preluzida de prata; II – Outra forma: um escudo em campo de prata, com 3 faixas de vermelho e bordadura também de prata carregada de um ramo de silva, de verde. Timbre: um urso de negro, armado de vermelho, sainte de uma capela de silvas de verde, preluzida de prata; III – dos Açores: um escudo partido: primeiro, em campo de ouro, uma árvore de duas copas, de verde, firmada num contra-chefe do mesmo; segundo: em campo negro, um leão de prata, armado, linguado e coroado de ouro; IV – outra forma: um escudo em campo de ouro, duas coticas onduladas, de vermelho, acompanhadas de 6 flores-de-lis de vermelho, postas 3 e 3. Timbre: uma pomba de prata (Armando de Mattos – Brasonário de Portugal, II, 129). Século XVI: I – Álvaro da Silveira, morador em Borba. Brasão de Armas, datado de 23.12.1534. Registrado na Chancelaria do Rei D. João III, Livro X, fl. 26: um escudo em campo de prata, com três faixas de vermelho. Elmo: de prata aberto, guarnecido de ouro. Paquife: de prata e vermelho. Timbre: meio urso preto cortado em sangue sobre uma capela de silvas florida de prata. Diferença: uma flor-de-lis de azul com o pé de ouro. Filho de Francisco da Silveira, e neto de João Álvares da Silveira (Sanches de Baena, Archivo Heráldico, I, 14). Heráldica- Século XVIII: Antônio da Cunha e Silveira, citado acima. Carta de Brasão de Armas passada em 25.01.1719. Registrada a fl. 64 do Livro IV do Registro dos Brasões da Nobreza: um escudo esquartelado: no 1º quartel, as armas da família Correia: em campo de ouro, umas correias vermelhas trespassadas umas por outras; no 2º quartel as armas da família Espínola: em campo de prata uma faixa enxaquetada de vermelho e ouro, e em chefe um espinho verde; no 3º quartel, as armas da família Cunha, em campo de ouro, nove cunhas azuis, postas em três palas com as pontas para cima; no 4º quartel, as armas da família Silveira, em campo de prata, três faixas vermelhas. Elmo: de prata, aberto, guarnecido de ouro. Paquife: dos metais e cores das armas. Timbre: da famíia Correia, que são dois braços armados atados com uma correia vermelha pelos pulsos. Diferença: uma estrela de prata;

 

Silveira da Mota, Importante e antiga família estabelecida na Bahia, procedente do Cap. Antônio Luiz da Mota, nat. da Bahia, que deixou larga descendência, do seu cas., c.1721, com Maria Ana da Franca Corte Real, nat. da Bahia. Entre os seus descendentes: I – o neto, Dr. Inácio Francisco Silveira da Mota [c.1746, BA -], bach. em Direito [Coimbra, 1770], tendo feito leitura a 07.10.1778; II – o bisneto, o desembargador Joaquim Inácio da Silveira da Mota, desembargador dos Agravos da Casa da Suplicação e Juiz dos Feitos da Coroa e Fazenda, que, a 19.10.1828, obteve a aposentadoria como Conselheiro do Conselho da Fazenda, com o vencimento integral. Deixou geração do seu cas. com Ana Luiza da Gama; III – o terceiro neto, Senador José Inácio da Silveira Mota [15.02.1807, Vila Boa de Goiás – 15.10.1893, Rio, RJ], filho do casal anterior, que iniciou em Lisboa sua educação literária. Bacharel em Direito [1833] e Doutor em Direito pela Faculdade de São Paulo [1834]. Quando estudante de direito, fundou, ao lado de Francisco Bernardino Ribeiro e Carlos Carneiro de Mendonça, a Sociedade Philomatica, sendo o redator da respectiva revista, cujo primeiro número saiu em 1833. Oficial da Secretaria do Governo Provincial de São Paulo [1834]. Lente Substituto da faculdade de Direito de São Paulo [1834]. Catedrático [1842]. Diretor da Instrução Pública em São Paulo [1852]. Professor Jubilado da mesma Faculdade [1856]. Conselheiro. Deputado Provincial por São Paulo [1850-1851, 1852-1853, 1854-1855 e 1856-1857]. Deputado à Assembléia Geral por São Paulo: 8.ª Leg. [1850-1852] e 9.ª Leg. [1853-1854]. Senador do Império por Goiás [1855]. Consultor da Secretaria de Justiça. OOR??. Conselheiro do Império. Advogado do Conselho de Estado; IV – o terceiro neto, Dr. Inácio Francisco da Silveira Mota [26.07.1815, Vila Boa de Goiás -18.04.1885, Quissamã, RJ], irmão do anterior. Magistrado. Presidente das Províncias do Piauí e Ceará. Agraciado sucessivamente, com os títulos [Dec. 16.01.1875] de barão de Vila Franca e de [Dec. 22.09.1877] barão com honras de grandeza da Vila Franca. Não deixou geração do seu cas. com Francisca de Velasco Castro Carneiro [- 14.06.1885], baronesa com honras de grandeza da Vila Franca, irmã do Visconde de Araruama; V – o terceiro neto, Dr. Joaquim Inácio da Silveira Mota [02.05.1818, BA – 19.08.1891, Rio, RJ], irmão dos anteriores. Doutor em Medicina (Alemanha), Deputado Provincial por São Paulo. Deputado à Assembléia Geral Legislativa pelo Paraná: 11.ª leg. [1861-1863]. Vice Presidente da Província do Paraná. Diretor da Instrução Pública do Paraná. Nobreza Titular: VI – o quarto neto, Artur da Silveira Mota [26.05.1843, São Paulo, SP – 06.06.1914, Rio, RJ], oficial de marinha. Aspirante de marinha [04.03.1859]. Guarda-Marinha [30.01.1860]. 2.º Tenente [28.03.1866]. 1.º Tenente [28.03.1866]. Capitão-Tenente [21.01.1867]. Capitão de Fragata [14.03.1868]. Capitão de Mar e Guerra [02.12.1869]. Chefe de Divisão [02.12.1878]. Chefe de Esquadra [03.03.1880]. Vice-Almirante reformado [31.10.1887] – reintegrado no serviço ativo [1900]. Almirante [10.05.1902]. Reformado segunda vez [15.02.1911]. Medalha de Prata da Campanha Oriental [16.10.1866]. Medalha de Prata da rendição de Uruguaiana [16.10.1866]. Medalha de Ouro da Passagem de Humaitá [01.05.1869]. Medalha Geral da Campanha do Paraguai [18.11.1872]. Medalha de Ouro de Mérito e Filantropia de Portugal [15.06.1872]. Medalha de Mérito Militar da Campanha do Paraguai [05.07.1888]. Medalha de Ouro por 30 anos de serviço sem nota [11.06.1902]. Cavaleiro da Ordem de Cristo [03.01.1866]. Cavaleiro da Imperial Ordem do Cruzeiro [21.06.1867]. Oficial da Imperial Ordem do Cruzeiro [28.12.1867]. Dignitário da Imperial Ordem do Cruzeiro [14.03.1868]. Cavaleiro da Ordem de São bento de Aviz [31.07.1874]. Grã-Cruz do Duplo Fragão da China [24.09.1880]. Conselheiro do Império [03.06.1882]. Ordem da Águia Vermelha de 2.ª Classe da Prússia [21.06.1884]. Agraciado com o título [Dec. 19.08.1884] de barão de Jaceguai. Não deixou geração do seu cas. com casado, a 09.02.1870, em Buenos Aires, com Luiza Glech, italiana.

 

Silveira e Souza, sobrenome de origem portuguesa estabelecida em Minas Gerais, para onde passou o comissário José da Silveira e Souza, [Vila de Tomar, Portugal – São João del Rei, MG], bach. em Direito, pela Universidade de Coimbra. Irmão da Ordem Terceira de S. Francisco de S. João del Rei. Deixou numerosa descendência do seu cas., a 28.06.1806, em São João del Rei, MG, com Maria Josefa Bueno da Cunha, natural de São João del Rei, neta do Capitão-Mor Amador Bueno da Veiga, patriarca desta família Bueno da Cunha (v.s.), de São Paulo. Entre os descendentes deste casal, registram-se: I – a filha, famosa poetisa Bárbara Heliodora Guilhermina da Silveira Bueno [SP – d.1792], mulher «de uma beleza rara, de uma educação esmerada e cultora mimosa da poesia, soube inspirar veemente paixão ao poeta, Dr. Inácio José de Alvarenga Peixoto (v.s.), e retribuindo a afeição que lhe inspirara. com ele se casou (Blake, I, 381); e II – a filha, Iria Claudia Umbelina da Silveira, nat. de São João del Rei, que foi cas., a 17.04.1789, em São João del Rei, com o Coronel Matias Gonçalves Moinhos de Vilhena, filho do Cap.-Mor Matias Gonçalves Moinhos de Vilhena, patriarca desta família Moinhos de Vilhena (v.s.), de Minas Gerais.

 

Silveira Eiró, sobrenome de uma família de origem espanhola, estabelecida no Brasil, onde chegou, em 07.04.1884, Joaquim Silveira Eiró, natural da Espanha, procedente de Vigo, 21 anos de idade, com destino à capital do Estado de São Paulo [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 002, p. 039 – 07.04.1884].

 

Silveira Frade, sobrenome de uma importante e antiga família do Pará, de abastados proprietários na Ilha de Marajó. Teve princípio em Rodrigo da Silveira Frade [c.1695 – ?], que deixou numerosa descendência de seu cas. com Maria Josefa Antônia de Seixas. Entre os seus descendentes, registram-se: I – o filho, Florentino da Silveira Frade [1722, Tomar – Pará], Coronel Inspetor Geral da Ilha Grande de Joanes (Marajó), com a finalidade de fiscalizar os serviços das Fazendas e a cobrança dos dízimos (1757); e II- o bisneto, Ten. Coronel Antônio Pereira da Silveira Frade [c.1802, Ilha de Marajó, PA – 1892], agraciado com o título (Dec. 03.02.1883) de barão de Muaná, com direito ao uso do Brasão de Armas (Carlos Barata – Famílias do Pará, XI, 180). Heráldica(Antônio Pereira da Silveira Frade – 18.08.1883): em campo de prata, 3 faixas vermelhas, sobre elas um escudinho de ouro com um emblema de indústria com sua cor natural. Coroa de barão, paquife das cores e metal do escudo.

 

Silveira Franco, sobrenome estabelecida em São Paulo. A união dos dois sobrenomes teve princípio no Cap.-Mor Lucas de Siqueira Franco, 1.º Cap.-Mor de Atibaia, filho do Cap. Inácio de Siqueira Ferrão e de Catarina Franco do Prado, e, por via desta, neto do Cap. Lourenço Franco Viegas, português, chefe desta família Franco, em São Paulo. Deixou geração de seu cas., c.1740, com Isabel da Silveira Camargo, filha de Francisco de Camargo Pimentel e de Isabel da Silveira Cardoso, e, por via desta, bisneta do Cap.-Mor Antônio Raposo da Silveira, patriarca desta família Silveira (v.s.), de São Paulo.

 

Silveira Lins, importante família de abastados proprietários de engenhos, membros da «aristocracia rural açucareira», estabelecida em Pernambuco. A união dos dois sobrenomes teve princípio em Henrique Marques Lins [1800, PE – 1877, PE], oitavo filho de Cristóvão Lins, patriarca do terceiro ramo da família Lins (v.s.), de Pernambuco. Foi agraciado, sucessivamente, com os títulos de barão de Utinga (1.º) por Decreto de 14.03.1860; elevado a Visconde de Utinga por Decreto de 17.11.1876. Deixou numerosa descendência de seu cas., em 1824, em Pernambuco, com Antônia Francisca Veloso da Silveira [1807 – 1879, PE], viscondessa de Utinga, filha de José Veloso da Silveira. Entre os descendentes do casal: I – o filho, Belmiro da Silveira Lins [1827-1880], que foi agraciado com o título [Dec. 09.09.1874] de barão de Escada; II – o filho, Florismundo Marques Lins [1838-1895], que foi agraciado com o título [Dec. 30.05.1888] de barão de Utinga (2.º); e III – a filha, Teodolinda da Silveira Lins [01.08.1834, PE – 06.10.1903, Recife, PE], que, por seu casamento na importante família Caldas Lins (v.s.), de Pernambuco, tornou-se a baronesa de Araçagi, e depois, Viscondessa do Rio Formoso.

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Silveira Lobo,  sobrenome de uma antiga família da Paraíba, com ramificações em Minas Gerais, que teve princípio no conhecido político e ex-presidente da Paraíba, Manuel Lobo de Miranda Henriques [Fins do séc. XVIII, PB – 1856, Recife, PE], deputado. Participou da revolução de Pernambuco de 1817. Presidente das Províncias de Alagoas [1831] e do Rio Grande do Norte [1833]. Foi vice-presidente da Paraíba (1838 e 1839). Membro da importante família Miranda Henriques (v.s.), da Paraíba. Deixou numerosa descendência de seu cas., c.1822, com Ana Norberta da Silveira, filha do revolucionário e mártir Francisco José da Silveira, enforcado e esquartejado, por sua participação na Revolução de Pernambuco, no Campo do Erário, em Recife, em 1817. Daquele casal, nasceram os primeiros Silveira Lobo, que passaram a Minas Gerais (RT, ZC, 502). Foram pais, entre outros, de: I – Senador Francisco de Paula da Silveira Lobo [1826, PB – 29.04.1886, MG], bacharel em Direito [PB-1846]. Juiz Municipal de Mariana (MG). Deputado à Assembléia Geral, por Minas Gerais, em 4 legislaturas [1857, 1861, 1864 e 1867], Senador [MG-1869]. Ministro da Marinha [1865] e Fazenda [1866]. Pres. da Assembléia Geral. Pres. das Províncias de Pernambuco [1866] e Minas Gerais [1878]; II – o republicano histórico, Dr. Aristides Lôbo [Aristides da Silveira Lôbo – 12.02.1838, Mamanguape, PB – 27.03.1896, MG], bacharel em Direito pela Faculdade de Pernambuco [1859]. Professor, jornalista e político. Deputado à Assembléia Geral Legislativa, por Alagoas, em duas legislaturas [1864-1866 e 1867-1870]. Promotor na Corte [RJ]. Juiz em Minas Gerais. Redator do Íris Acadêmico, Recife, PE. Signatário do Manifesto Republicano de 1870. Redator do jornal A República[1870]. Colaborou na Província de São Paulo e Diário Popular. Primeiro Ministro da Justiça na República [1889]. Senador da República [1892-1895] pelo Rio de Janeiro. Constituinte de 1891. Membro da Comissão de Constituição, Poderes e Diplomacia, no Senado; e III – Dr. Demóstenes da Silveira Lôbo, bach. em Direito [PE-1859], deputado provincial por Pernambuco.

 

Silveira3Silveira Martins, família estabelecida no Rio Grande do Sul. A união dos dois sobrenomes teve princípio em Carlos Silveira [c.1794, Encruzilhada, RS – 1873, Bagé, RS], filho de Joaquim Silveira de Souza e de Mariana Inácia Ramos. Deixou numerosa descendência de seu cas., c.1820, com Maria Joaquina das Dores Martins [1803, Rio Pardo, RS – 1890, Pelotas, RS], filha de João Antônio Martins. Foram pais, entre outros, do Dr. Gaspar Silveira Martins [05.08.1834, faz, Aceguá, Uruguai – 23.07.1901, Montevidéu, Uruguai], bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito de São Paulo [1856], Juiz Municipal da Corte [RJ-1859], Deputado provincial [RS-1862]. Fundou em Porto Alegre, RS, a folha liberal, Reforma [1868]. Deputado à Assembléia Geral Legislativa, pelo Rio Grande do Sul, em duas legislaturas: 14.ª [1872-1875] e 17.ª [1878-1879]. Senador do Império, pelo Rio Grande do Sul [1880-1889]. Ministro da Fazenda [1878-1879] e Presidente da Província do Rio Grande do Sul [1889]. Conselheiro do Império. Conselheiro de Estado Extraordinário. Chefe Civil da Revolução de 1893.

 

 

Silveira Melo,  família estabelecida em São Paulo. A união dos dois sobrenomes teve princípio em Rafael da Silveira Vieira, morador em Piracicaba, filho de Antônio da Silveira Vilas-Boas e de (cas. 1768) Isabel Vieira Pedroso, falecida em 1829. Deixou numerosa descendência, em Piracicaba (SP), de seu cas., c. 1828, com Custódia de Mello César, filha do Cap. -Mor Manuel de Melo Rego, Capitão-Mor de Faxina, e de Isabel de Arruda César. Custódia, por parte de pai, é terceira neta do Alf. Manuel de Mello Rêgo, patriarca desta família Melo Rego (v.s.), de São Paulo; e por parte da mãe, é bisneta do mesmo Alf. Manuel de Melo Rego, e bisneta de Francisco César de Miranda, patriarca desta família César (v.s.), de São Paulo. Entre os descendentes do casal, registram-se: I- a filha Ana da Silveira Melo, de quem descendem os Silveira Corrêa (v.s.), de São Paulo; II- o filho comendador Joaquim da Silveira Melo, natural de Piracicaba. Deixou geração dos seus dois casamentos: o primeiro, com Ana Teolinda da Silveira, filha de Antonio Florêncio da Silveira e de Marciana da Silveira Ferraz, e o segundo, com sua cunhada, Antonia Augusta da Silveira, irmã da primeira esposa; III- a neta Maria da Silveira Melo, de quem descendem os Michelet (v.s.), de São Paulo (SL, IV, 151); IV- o neto Dr. João Batista Silveira Melo [20.10.1859, Piracicaba, SP – 21.01.1934, Limeira, SP], que deixou numerosa descendência do seu cas., em 1888, em Piracicaba, com uma filha do Presidente Prudente de Moraes, membro da importante família Moraes Barros (v.s.), em São Paulo; V- o neto Rafael da Silveira Melo [- 09.09.1895], filho do primeiro matrimônio do item II. Chefe da família Franco de Melo (v.s.), por seu cas. com Ana Franco de Morais; VI- o neto Dr. Joaquim da Silveira Melo, natural de Piracicaba, filho do primeiro matrimônio do item II. Deixou geração do seu cas. com Amélia Corrêa [1868, Botucatúi, SP – 08.11.1940, Santos, SP], filha de Antonio Corrêa Pacheco e de Ana Cândida de Almeida Barros; VII- a bisneta Maria Teresa da Silveira Melo [12.11.1894, Piracicaba, SP -], deputada Estadual, Prefeita de Limeira, SP, e industrial com a firma de beneficiar café – Máquinas São Paulo. Com geração [Anuário Genealógico Latino, IV, p. 223].

 

Silveira4Silveira Mendonça, importante e antiga família estabelecida em Minas Gerais, à qual pertence o brigadeiro João Gomes da Silveira Mendonça [1781, São Miguel, MG – 02.07.1827], filho de João Gomes Pereira. O brigadeiro Silveira Mendonça, foi bacharel em Ciências Físicas e Naturais. Oficial do Exército. Assentou Praça no regimento de cavalaria de linha da capitania de Minas Gerais [28.03.1801]. Cadete [17.06.1801]. Alferes [17.09.1807]. Capitão [24.08.1808]. Sargento-Mor [13.05.1811]. Tenente-Coronel. Coronel  graduado [24.07.1816].  Coronel efetivo [06.02.1818]. Brigadeiro graduado [18.03.1822]. Brigadeiro [12.10.1824]. Ajudante de ordens do general inspetor geral de artilharia e fundições e inspetor da Fábrica e fundições e inpestor da Fábtica de Pólvora da Estrela.  Deputado Constituinte, por Minas Gerais [1823]. Senador do Império, por Minas Gerais [1826-1827]. Ministro do Estado dos Negócios da Guerra [1823-1824]. Conselheiro de Estado.  Dignitário da Ordem do Cruzeiro. Agraciado, sucessivamente, com os títulos de visconde com honras de grandeza do Fanado [Dec. De 12.10.1824] e Marquês de Sabará [12.10.1826].

 

 

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Armas

 

 

De prata, três faixas de vermelho. Timbre: um urso de prata, armado e lampassado de vermelho, sainte de uma capela de silvas de sua cor.

Os Silveiras descendentes de Wilhelm van der Hagen usam: partido, o primeiro de ouro com uma árvore de duas copas de verde, assente em um contra-chefe do mesmo; o segundo de negro, com um leão de parat, armado, lampassado e coroado de ouro.

 

Títulos, Morgados e Senhorios em Portugal

 

Barões da Escada                                Barões da Fonte Bela

Barões da Fonte Bela                           Barões da Fonte do Mato

Barões da Silveira                               Barões de Alvito

Barões de Nossa Senhora da Oliveira     Barões de Paúlos

Condes da Ericeira                              Condes da Fonte Bela

Condes de Alvito                                Condes de Amarante

Condes de Caparica                             Condes de Carvalhais

Condes de Lumiares                            Condes de Oriola

Condes de Rio Pardo                           Condes de São Vicente

Condes de Sarzedas                            Condes de Sortelha

Condes de Terena                               Condes de Unhão

Condes de Vila Nova de Portimão         Condes do Cabo de Santa Maria

Condes do Prado                                Condes dos Fenais

Marqueses das Minas                           Marqueses de Alvito

Marqueses de Chaves                          Marqueses de Louriçal

Marqueses de Ponte do Lima                Marqueses de Valada

Senhores de Alvito                              Senhores de Sarzedas

Viscondes da Silveira                           Viscondes da Várzea

Viscondes de Canelas                          Viscondes de São Sebastião

Viscondes de São Valentim                  Viscondes de Sousel

Viscondes de Tinalhas                         Viscondes de Viamonte da Silveira

Viscondes do Cabo de Santa Maria

 

Cargos e Profissões no Reino de Portugal

 

Alcaides da Guarda

Alcaides de Castelo Rodrigo

Alcaides de Terena

Alcaides de Viseu

Capitães de Diu

Claveiros da Ordem de Cristo

Comendadores de Arguim

Escrivães da Puridade

Governadores do Rio de Janeiro

 

Silveiras de Destaque em Portugal

 

Álvaro da Silveira, claveiro da Ordem de Cristo

Nascido por volta 1565

 

Casamento :
Com: Ana de Castro  nascida por volta de 1570

 

Filhos do Casamento :

  • Fernão da Silveira , faleceu ainda criança
  • Francisco da Silveira, claveiro da Ordem de Cristo  nascido por volta de 1590 casou-se em 1ª núpcias com   Dona Cecília Henriques,  casou-se em 2ª núpcias com  Isabel de Morais
  • João da Silveira, religioso da Ordem dos Eremitas de Santo Agostinho
  • Manuel da Silveira, religioso da Ordem de São Francisco em Xabregas
  • Rodrigo da Silveira, doutor em Teologia, deputado da Inquisição de Évora
  • Jerónimo da Silveira
  • António da Silveira, religioso da Companhia de Jesus
  • Simão da Silveira
  • Helena de Castro nascida por volta de  1600 casou-se com António Teles de Menezes, 1º conde de Vila Pouca
  • Inês de Castro nc
  • Joana de Castro nc
  • Leonor de Castro nc

 

Francisco da Silveira, claveiro da Ordem de Cristo

Nascido por volta de  1580

 

Casamento I:
Com: Dona Cecília Henriques  nascida por volta de 1580

Casamento II:
Com: Isabel de Morais nascida por volta de  1590

 

Filhos do Casamento I:

  • Ana da Silveira nascida por volta de  1610 casou-se  em 1ª núpcias com  Francisco de Brito de Almeida  casou-se em 2a  núpcias com Dom Brás de Castro
  • Maria da Silveira nc (“foy falta de juizo e vindo para o Reyno viveo em Casa de sua tia a Condessa de Villa-Pouca)

Filhos do Casamento II:

  • Não houve descendência deste casamento

 

  1. Álvaro da Silveira, governador do Rio de Janeiro

*nascido por volta de 1660

 

Pai: D. António da Silveira (Sortelha)
Mãe: Catarina de Lima *nascida por volta de 1625

Casamento I:
Com: D. Brites Mariana de Menezes e Tavora * nascida em 12.12.1660

Casamento II: 1694
Com: D. Teresa de Bourbon *nascida por volta de em 1680

 

Filhos do Casamento I:

  • Não houve descendência deste casamento

Filhos do Casamento II:

  • Brites de Bourbon * nascida por volta de 1710 casou-se com Dom António de Almeida
  • Maria de Bourbon * casou-se com António de Miranda Henriques

 

Cargos Ocupados

  • Governador do Rio de Janeiro
  • Comendador de Santa Maria da Sortelha na Ordem de Cristo
  • Mestre de Campo de Campo Maior

 

 

 

Alberto Carlos da Silveira

*Nascido em Faro, Lagos 25.2.1859 e falecido em Lisboa, Portugal em  22.4.1927

 

Pai: Francisco Alberto da Silveira  nascido por volta de 1830
Mãe: Emília Carolina * nascida por volta de 1830

 

Casamento I:
Com: Carlota Christian * nascida por volta de 1860

 

Filhos do Casamento I:

  • Francisco Alberto da Silveira nascido em 12.11.1886 casou-se com Palmira Emília Perestrelo de Alarcão

 

Cargos Ocupados

  • General do exército
  • Ministro da Guerra
  • Deputado (1911 e 1928)
  • Senador da república
  • Comandante da Polícia de Lisboa
  • Grande oficial da Ordem de São Bento de Avis
  • Medalha militar de ouro de Comportamento Exemplar

 

Francisco Alberto da Silveira

Nascido em 12.11.1886 e falecido em 24.4.1958

 

Casamento : Lisboa, Lisboa 2.9.1911
Com: Palmira Emília Perestrelo de Alarcão nascida em 2.9.1891

 

Filhos do Casamento :

  • Alberto Alarcão da Silveira * casou-se com Gracinda
  • Maria Helena Perestrello d’ Alarcão Silveira  casou-se com Fernando Noé Garrido dos Santos

Filhos fora do casamento

  • Manuel da Silveira

 

Silveira6WILHELM VAN DER HAGHE OU

HAEGEN GUILHERME DA SILVEIRA

Pode parecer incrível, mas as origens dos SILVEIRA DE SOUZA são holandesas e não portuguesas como pode parecer. A explicação é bem mais simples do que parece; senão vejamos.

Provem esta família de WILHELM VAN DER HAGEN, membros da nobreza flamenga que passou aos açores.

Em 1466, D Duarte doou as ilhas para sua irmã D. Isabel de Borgonha, duquesa de Flandres. Dando início assim, pelos flamengos que se recuperavam da Guerra dos Cem anos, a colonização oficial das ilhas açorianas.

Os Silveira são de origem Flamenga, descendentes de WILHELM VAN DER HAGHE OU HAEGEN ou VANDARAGA ou CASMACA, que no fim do século XV, juntamente com sua mulher MARGARIDA DA ZAMBUJA, passou do Condado de Flandres , flagelada pela Guerra dos Cem Anos, (casa de Maestrich) para uma das nove ilhas Flamengas (como inicialmente ficou conhecido o arquipélago) e depois ARQUIPELAGO DOS AÇORES (nome que alude às águias de asa redonda que fugiam aos bandos quando as embarcações portuguesas se aproximavam da costa).
Por volta do século XV o nobre Flamengo WILLIAN VEM DER HAEGEN aportou, vindo de Flandres e de Portugal continental, na ilha de Fayal, com seus bens, família, escravos, oficiais mecânicos de todos os ofícios e suas mulheres em dois barcos . Não se adaptando à ilha de Fayal, esteve na ilha Terceira e na das Flores e com licença da infanta D. Brites, viuva do infante D. Fernando, GUILHERME VAN DER HAEGEN foi povoar o TOPO, a ponta oriental da ilha de S. Jorge.
A primeira referência tida como histórica relativa a ilha de São Jorge data do final do século XV .

À mulher de Guilherme Casmaca chama Frutuoso de Margarida da Sabuya; outros, de Azambuja; outros Sabina, Sabuia, e Sabuio. A senhora Margarida supõe-se flamenga. E sendo raro então que as mulheres usassem apelido diferente do que usavam seus maridos, não teria ela simplesmente o do homem com quem casara, que traduzido em português era o de Silveira?

Com efeito, é graficamente semelhante Sylveyra com Sabuya, ou Zambuja, dando lugar ao erro de leitura ou de interpretação, a má ou duvidosa caligrafia do referido apelido?

O nobre flamengo William Van der Haegen, (mais tarde este nome foi traduzido para o português como SILVEIRA), dando este nobre origem a todos os Silveiras de são Jorge e a grande parte dos que pelos Açores e pelo mundo se espalharam. Tendo criado no Topo uma povoação, veio nela a morrer, já com o seu nome traduzido para Guilherme da Silveira.

O nome VAN DER HAEGEN traduziu-se para o português no vocábulo correspondente que era SILVEIRA, e que nada tem a ver com os SILVEIRAS de Portugal, tendo-se generalizado na ilha de S. Jorge em todas as classes sociais. Alguns conservaram a denominação original porem rapidamente deturpada em VANDRAGA.
VAN DER HAEGEN, obteve de el-rei D. JOÃO II, de que fala uma justificação de nobreza, a confirmação do brasão d´armas da família VAN DER HAGHE que seus ascendentes usavam em FLANDRES.

Obteve de D. João II carta de confirmação de armas que haviam os seus ascendentes usado na Flandres e a sua descendência traduziu o nome para português para o vocábulo correspondente, que era Silveira. Alguns, no entanto, conservaram a denominação primitiva, rapidamente deturpada em Vandraga ou Vandaraga. É uma família que se espalha por todas as ilhas Açorianas.

 




Artigo de Celio Pezza: 'Lula e a lenda de Golem'

Celio Pezza
Celio Pezza

Crônica # 268

Lula e a lenda do Golem

  

A rejeição ao governo da presidenta Dilma alcançou, em junho deste ano, a marca de 65% de ruim e péssimo.

No ABC paulista, o berço do PT, chegou a 75%.

No dia 18 de junho, durante uma reunião no Instituto Lula, com várias lideranças religiosas, o ex-presidente Lula analisou esses resultados e disparou contra sua pupila, chegando a dizer que ela está no “volume morto”, numa alusão ao volume de água nos reservatórios de São Paulo.

Reclamou de Dilma pela falta de notícias positivas e disse ter perguntado a ela quando tinha sido a última notícia boa para o país.

Não teve uma resposta, o que mostrou a situação dramática atual do governo petista e do próprio Partido dos Trabalhadores.

Evidente que Lula está tentando de todas as formas sair mais uma vez como uma vítima ao invés do grande articulador e responsável pela situação atual.

Essa sua posição lembra a história do Golem na cabala judaica.

O Golem era um ser artificial e sem vontade própria, criado para satisfazer as vontades de quem o criou. Embora sem inteligência, ele podia executar tarefas simples. O problema era que, repentinamente, ele ficava sem controle, se tornava muito perigoso e desativá-lo era tarefa muito difícil, mesmo para os maiores rabinos e cabalistas.

Na tradição esotérica, o Golem tinha a palavra Emeth, que significa Verdade em hebraico, na sua fronte ou debaixo de sua língua e para desativá-lo, seu criador precisava apagar a primeira letra e transformar a palavra em Meth, que significa morte.

Na lenda original, para desativá-lo, o preço custou muitas vidas, inclusive a de seu criador.

Lula criou um Golem e agora está tentando desativá-lo.

Não vai ser fácil e, se a lenda estiver correta, isso irá custar muitas vidas.

No meio desse caos politico, Lula foi citado, na 14ª fase da Operação Lava Jato, como facilitador de negócios de empreiteiras fora do país. Mensagens interceptadas pela Policia Federal revelaram que o ex-presidente tinha o apelido carinhoso de “Brahma”, junto aos empreiteiros investigados. Em um trecho da conversa gravada pela Policia Federal, os executivos das construtoras falam sobre as diferenças do governo Brahma e da senhora atual que, segundo eles, tem um discurso fraco, confuso e falta carisma. O criador agora tenta se salvar da tormenta que bate à sua porta. Para isso, como sempre, vale tudo, até sacrificar sua criatura.

Célio Pezza

Junho, 2015




Itapetininga vai receber a chama olímpica em 2016

Roteiro inicial do Revezamento da Tocha Olímpica Rio 2016 inclui Itapetininga entre as primeiras 82 cidades confirmadas. A data e o percurso detalhado da passagem da chama Olímpica em Itapetininga ainda serão confirmados

 

3 de julho de 2015: Itapetininga está confirmada no Revezamento da Tocha Olímpica Rio 2016. O Comitê Organizador dos Jogos anunciou em Brasília nesta sexta-feira, 3 de julho, a lista das primeiras 82 cidades integrarão a jornada da chama Olímpica pelo país.

 

As 82 cidades anunciadas indicam os destinos finais da chama Olímpica para cada dia do Revezamento da Tocha Olímpica Rio 2016, com exceção dos dias em que houver paradas técnicas ou momentos especiais de imagem. Também foi confirmado que a jornada da Chama Olímpica no Brasil começará em data ainda a ser decidida, entre abril e maio de 2016.

 

Para o Prefeito Luís Di Fiori “Receber a chama Olímpica em Itapetininga é como dividir com toda nossa população o próprio Jogos Olímpicos. Nossa cidade encherá as ruas para celebrar esse símbolo tão tradicional e festejar as histórias exemplares dos nossos cidadãos que conduzirão a tocha. Com isso, mostraremos mais uma parte do Brasil para o mundo e abasteceremos a chama com o calor do nosso povo.”

 

O Revezamento da Tocha Olímpica Rio 2016 vai durar entre 90 e 100 dias após a tradicional cerimônia de acendimento da chama Olímpica na cidade grega de Olímpia, berço dos Jogos da Antiguidade. Serão em torno de 12.000 condutores da tocha e a chama percorrerá cerca de 20.000 quilômetros por estradas e ruas brasileiras e 10.000 milhas aéreas.

 

O Revezamento da Tocha Olímpica se encerrará no dia 5 de agosto de 2016, quando o último condutor da tocha acenderá a Pira Olímpica durante a cerimônia de abertura dos Jogos, no Estádio do Maracanã. Os destinos finais para cada dia foram escolhidos para que a rota pudesse atingir o maior número possível de brasileiros dentro da duração estimada do Revezamento da Tocha Olímpica Rio 2016.

 

A lista completa das cidades que receberão o Revezamento da Tocha Olímpica Rio 2016 será revelada no início do ano que vem. Esse encontro da tradicional Chama Olímpica com o calor humano do povo brasileiro vai alcançar em torno de 90% da população do país em cerca de 300 cidades de todos os 26 estados do Brasil, além do Distrito Federal.

 

Ao longo dos próximos dois meses, o Comitê Organizador dos Jogos e os Patrocinadores Oficiais do Revezamento da Tocha Olímpica Rio 2016, Coca-Cola, Nissan e Bradesco, anunciarão suas campanhas públicas para selecionar em todo o Brasil aqueles que terão o privilégio de conduzir a Chama Olímpica.

 

A chama Olímpica

 

Os gregos da Antiguidade consideravam o fogo um elemento divino e mantinham chamas perpétuas acesas em frente a seus principais templos, como no santuário de Olímpia, onde aconteciam os Jogos Olímpicos da Antiguidade. A chama era acesa usando os raios do sol, para assegurar sua pureza, e uma skaphia, espécie de espelho côncavo que converge os raios para um ponto específico. Na Era Moderna, essa mesma cerimônia é reproduzida em Olímpia, onde a chama é acesa em frente ao Templo de Hera meses antes do início de cada edição dos Jogos Olímpicos de Verão e de Inverno.

 

O Revezamento da Tocha Olímpica

 

O Revezamento da Tocha Olímpica é inspirado em duas tradições da Grécia Antiga. Na primeira, corridas de revezamento da tocha eram organizadas em Atenas como tributo a certos deuses. O primeiro participante a chegar ao altar do deus da corrida ganhava a honra de acender o fogo em sua homenagem.

 

A segunda tradição envolvia mensageiros viajando por cidades da Grécia para anunciar a data exata dos Jogos. Eles convidavam os cidadãos a ir até Olímpia e proclamavam a trégua sagrada, que obrigava todas as guerras a cessar um mês antes do evento e durante as competições, para que atletas e espectadores pudessem ir e voltar com segurança.

 

Nos Jogos Olímpicos da Era Moderna, o significado ancestral da chama foi resgatado pela primeira vez em Amsterdã 1928, mas o primeiro Revezamento da Tocha Olímpica aconteceu em Berlim 1936, com a chama sendo acesa em Olímpia e transportada para a capital alemã.

 

Atualmente, meses antes de cada edição dos Jogos Olímpicos de Verão e Inverno, a cerimônia de acendimento dá início ao Revezamento da Tocha Olímpica na Grécia. Após percorrer o território grego por alguns dias, a chama chega à capital Atenas, onde é entregue aos organizadores dos Jogos Olímpicos. De lá, ela é transportada até o país-sede, onde embarca em uma jornada por dezenas de cidades, levando uma mensagem de paz e união. O seu destino final é o estádio da cerimônia de abertura, onde a chama acende a Pira Olímpica e marca o início oficial dos Jogos.

 

O Revezamento da Tocha Olímpica Rio 2016

 

O Revezamento da Tocha Olímpica Rio 2016 é realizado pelo Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 e patrocinado por Coca-Cola, Nissan e Bradesco. Os governos federal, além dos estados e municípios por onde a chama passará, são parceiros na organização, garantindo que os serviços públicos necessários sejam oferecidos.

 

A data da cerimônia de acendimento em Olímpia e da chegada da chama a Brasília ainda será definida, mas depois de aterrissar no Brasil, a chama:

 

– Viajará o país por cerca de 90 a 100 dias

– Percorrerá em torno de 300 cidades dos 26 estados brasileiros, além do Distrito Federal (82 dessas cidades foram anunciadas nesta sexta)

– Percorrerá cerca de 20.000 quilômetros por estradas e ruas do país

– Viajará em torno de 10.000 milhas aéreas, no trecho entre Teresina e Campo Grande

– Será carregada por cerca de 12.000 condutores da tocha, em trechos de aproximadamente 200 metros cada

– Atingirá 90% da população brasileira

 

Sobre o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016

O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 é uma associação civil de direito privado, com natureza desportiva, sem fins econômicos, formada por Confederações Brasileiras Olímpicas, pelo Comitê Olímpico Brasileiro e pelo Comitê Paralímpico Brasileiro. Sua missão é promover, organizar e realizar os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, seguindo as diretrizes do Contrato da Cidade-Sede, do Comitê Olímpico Internacional, do Comitê Paralímpico Internacional (IPC, na sigla em inglês) e da Agência Mundial Antidoping, e respeitando a legislação brasileira, a Carta Olímpica e o Manual de Regras do IPC.

 

Sobre a Coca-Cola Brasil

A Coca-Cola é a mais antiga patrocinadora dos Jogos Olímpicos, participando desde os Jogos Olímpicos de Amsterdã, em 1928. Em todas as edições realizadas desde então, vem compartilhando o sonho Olímpico no esforço de promover a disseminação do espírito olímpico, auxiliar na formação de atletas e contribuir para o desenvolvimento do esporte em todo o mundo. A parceria da Coca-Cola com o Revezamento da Tocha Olímpica também é de longa data. Os Jogos Olímpicos Rio 2016 representam a 11ª participação da marca em um Revezamento de Tocha Olímpica, incluindo os Jogos Olímpicos de Verão e de Inverno. A primeira vez que a Coca-Cola participou de um Revezamento da Tocha Olímpica aconteceu em Barcelona 1992. Na ocasião, a Coca-Cola foi parceira na implementação do primeiro Programa Internacional de Condutores, quando proporcionou que pessoas de outros países, inclusive o Brasil, pudessem conduzir a Chama Olímpica ao lado de condutores do país anfitrião dos Jogos. A Coca-Cola é também uma das patrocinadoras do Comitê Olímpico do Brasil (COB) e, desde 2012, patrocina os Jogos Escolares da Juventude, maior competição de esportes olímpicos do mundo em nível escolar.

 

Sobre a Nissan no Brasil

A Nissan está no Brasil desde 2000 e opera hoje com mais de 160 concessionárias em todo o País. Produzindo em São José dos Pinhais, no Paraná, desde 2002, a Nissan investiu R$ 2,6 bilhões na construção de seu próprio Complexo Industrial, em Resende, no estado do Rio de Janeiro. Esta unidade industrial foi inaugurada em 15 de abril de 2014 e tem a capacidade de produzir 200 mil carros – atualmente, o Nissan New March e o Nissan Novo Versa – e 200.000 motores por ano.

A Nissan do Brasil também é patrocinadora oficial dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. A parceria contempla o fornecimento de cerca de 5.000 veículos de diversos tipos que irão atender às necessidades dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 e do Time Brasil.

 

Sobre o Bradesco

A vocação de apostar e investir nos esportes está presente no DNA do Bradesco. Por isso é um dos maiores apoiadores e incentivadores do esporte brasileiro. O Banco é patrocinador oficial dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, do Time Brasil e do Revezamento da Tocha Olímpica Rio 2016.

A parceria com os Jogos Olímpicos teve início ainda em 2009, com o apoio do banco à candidatura do Rio de Janeiro como sede da competição. Após a escolha da cidade, o Bradesco abraçou o projeto e se tornou patrocinador dos Jogos e, com isso, também do Time Brasil, acreditando sempre na força dos nossos atletas. Essa ligação com o projeto Olímpico se estreitou ao longo do tempo e foi completada com o patrocínio ao Revezamento da Tocha Olímpica Rio 2016, que irá percorrer todos os estados do país e o Distrito Federal, e mostrará ao mundo toda a nossa brasilidade.

O Bradesco acredita na transformação da sociedade por meio da prática esportiva, por isso apoia ainda seis Confederações Brasileiras: Judô, Basquete, Esportes Aquáticos, Remo, Vela e Rugby. Mais do que investir nestas entidades, promove uma série de torneios, que levam o nome de Super Desafio BRA, com o objetivo de oferecer experiências diferenciadas e maior entrosamento do torcedor com o esporte de sua preferência.

O banco mantém também um dos maiores programas de formação social e esportiva do Brasil: o Bradesco Esportes e Educação, formado por núcleos de Formação e Especialistas nas modalidades de vôlei e basquete, atendendo cerca de 2.000 meninas anualmente, entre 8 e 20 anos. Nada menos do que 11 campeãs Olímpicas do vôlei e oito vice-campeãs Olímpicas do basquete passaram pelo programa.

 




Genealogia: Afrânio Mello fornece gratuitamente informações sobre a familia Scudeler

Afrânio Mello – ATENDIMENTO NÚMERO 491

 

Caro Fábio Silveira,boa tarde.

Há algum tempo, em conversa com o Marcos Scudeler e ele vendo o meu

arquivo de Genealogia, perguntou : você tem o arquivo SCUDELER??

Respondi que não tinha mas iria encontrar. Encontrei e o envio.

Peço a você que imprima o Brasão e abaixo o sobrenome, fazendo uma

arte bem bonita, imprima o restante em um papel ‘chic ‘ e entregue para ele

como uma homenagem minha e o seu trabalho.

Grande abraço

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Jornal On Line

 

scudelerScudeller, Scudeler, sobrenome de origem italiana. Forma dialetal setentrional do sobrenome Scodellaro. O sobrenome vem do Latim Scudellarius (derivado de Scutella – tigela, escudela), fabricante ou mercante de tigelas e recipientes similares de terracota, porcelana ou de oleiro.

 

Registra-se Giovanni Battista Scudeler, nascido em 1875, Mareno di Piave, Treviso, Itália e falecido em 22.02.1954, Laranjal Paulista, São Paulo, Brasil; casou-se 11.02.1898 com Teresa Damian; filho de Pietro Scudeler, nascido por volta de 1850, Mareno de Piave, Treviso, Itália  e Marianna Cal. Giovanni teve um irmão, Lorenzo Scudeler, nascido em 1886, Mareno di Piave, Treviso, Itália e falecido em 30.04.1944, Laranjal Paulista, São Paulo, Brasil; casou-se com Maria Baldassin 08.10.1910, Laranjal Paulista, Brasil.

Registra-se Cleuza Scudeller, nascida em 06.09.1950, Ipauçu, São Paulo, Brasil e falecida em 20.12.1994; filha de Domingo Abílio Scudeller, nascido em 11.01.1920, Ipauçu, São Paulo, Brasil e falecido em 17.03.1995, Ourinhos, São Paulo, Brasil, ele casou-se em 1941 com Hermínia. Cleuza teve um irmão Moacir Scudeller, nascido em 12.04.1947, Ipauçu, São Paulo, Brasil e falecido em 04.12.2000.

Registra-se Augusta Scudeller, nascida em 1772, Mareno di Piave, Treviso, Itália e falecida em 26.11.1848; casou-se em 1811 com Lorenzo Peruzza. Teve os seguintes: Urban Angelo Peruzza e Maria Margheritta Peruzza; filha de Angelo Scudeller, nascido em 1752, Mareno di Piave, Treviso, Itália e Angelina Zanardo.

Registra-se Angelo Scudeller, nascido em 1779, Mareno di Piave, Treviso, Itália; casou-se em 30.01.1799 com Teresa Celoto na mesma localidade.

Registra-se Domenico Scudeller, nascido em 1790, Mareno de Piave, Treviso, Itália; casou-se em 06.03.1810 com Maddalena Peruzza na mesma localidade.

Registra-se Giovanni Batista Scudeller, nascido em 1800, Mareno di Piave, Treviso, Itália; casou-se com Cattarina Peruzza em 14.02.1820.

Registra-se Angelo Scudeller, nascido em 1772, Mareno di Piave, Treviso, Itália; filho de Giacomo Scudeller; casou-se em 1792 com Maria Giorno.

Registra-se Angelo Scudeller, nascido em 12.04.1829, Zoppe, San Vendemiano, Treviso, Itália; casou-se em 15.01.1863 com Maria Teresa Stocher.

Registra-se Antonio Scudeller, nascido em 1754, Tezze, Vazzola, Treviso, Itália; casou-se em 1773 com Angela Modanese. Tiveram duas filhas: Anna Scudeller, nascida em 1776 e falecida em 19.01.1832; casou-se com Domenico Peruzza por volta de 1796 e teve os seguintes filhos: Rosa Peruzza, nascida em 1798, Antonia Peruzza, nascida em 1800, Marina Peruzza, nascida em 1802, Pietro Peruzza, nascido em 1804, Giacomo Peruzza, nascido em 1806 e Angela Augusta, nascida em 1808; e Teresa Scudeller, nascida em 1774; casou-se em 1787 com Matteo Peruzza e teve dois filhos: Giovanni Peruzza e Maria Peruzza.

Registra-se Cattarina Scudeller, nascida em 1757, Mareno di Piave, Treviso, Itália; casou-se em 1799 com Iseppo Peruzza. Teve dois filhos: Giovanni Battista Peruzza e Giacomo Andrea Peruzza.

Registra-se Francisco (Francesco) Scudeler, nascido em 1876, Cimetto, Itália e falecido em 22.12.1937, Laranjal Paulista, São Paulo, Brasil; filho de João (Giovanni) Scudeler e Lucia Cal; casou-se com Maria Ghiralde em 04.11.1897, Laranjal Paulista, São Paulo, Brasil.

Registra-se Antonia Scudeler, nascida em 1879, Mareno di Piave, Treviso, Itália; casou-se em 11.02.1898 com Emílio Damian, Laranjal Paulista, São Paulo, Brasil.

Registra-se Ana Angela Scudeler, nascida em 1892, Tietê, São Paulo, Brasil e falecida em 12.11.1981; filha de Domenico Scudelere Ana Maria Desatte.

Mapa da Itália com a
Distribuição do Sobrenome

Italia

 

 

 

 

 

 

Mareno di Piave

Italia Italia1

Treviso

 

 

 

Mareno

Mareno

Italia2




Projeto social de tênis de mesa é realizado em Itapetininga

O encontro das turmas praticantes de tênis de mesa aconteceu no Ginásio Ayrton Senna e reuniu 60 crianças no último mês. 11406814_10153511416234781_615543497401388155_nO projeto envolve os atletas amadores mirins do município e conta com o apoio da madrinha do esporte, Nataly Duarte, patrocinada pela Unimed Itapetininga.

Na ocasião, Nataly aconselhou as crianças com sua experiência. Falou sobre suas viagens pelo Brasil e exterior em busca dos títulos; da disciplina e dedicação aos treinos que resultam em boa classificação nos campeonatos; da importância de tirar boas notas na escola e do respeito aos pais e aos professores; da paciência necessária para esperar as coisas acontecerem no tempo certo e como consequência de seus atos e decisões.

Nataly esteve à disposição dos atletas e tirou fotos, treinou, orientou e fez uma apresentação junto com a atleta Amanda Adachi. Também doou várias borrachas (raquetes), presente dos amigos da seleção brasileira, mostrando a importância de ajudar os que estão começando e aqueles que não têm condições de comprar os materiais necessários para a prática esportiva.

Segundo a atleta, isso é o mínimo que ela pode fazer para ajudar a desenvolver talentos do esporte em sua terra natal, e assim, retornar à comunidade aquilo que lhe foi oferecido. Ela quer se empenhar ainda mais para angariar um número maior de recursos que possibilitem equipar mais escolas e ginásios, a fim de oferecer a atletas das escolas públicas melhores condições de treino e jogo.

As escolinhas do esporte são gratuitas e funcionam às terças e quintas-feiras, das 09h às 11h; às segundas e quartas-feiras, das 14h às 21h; e às sextas-feiras, das 14h às 17h, no ginásio de esportes Ayrton Senna, na Rua Jacira Holtz, 230, Vila Barth, em Itapetininga.

 




Artigo de Celso Lungaretti: 'Governo fala em moralizar o futebol. Senadores do PT incham a CPI da CBF, botando fermento em mais uma pizza do Congresso.

É MOCINHO CONTRA BANDIDO? ENTÃO, OS BANDIDOS PODEM CONTAR COM UMA FORCINHA DOS SENADORES DO PT…

Do blogue Náufrago da Utopia.

ptO jornalista José Cruz é eclético, escreve lá de Brasília sobre política, economia e esporte. Então, ninguém melhor do que ele para relatar como os parlamentares que, digamos, $impatizam com a Casa Bandida do Futebol, tentarão evitar que a CPI da CBF cumpra seu papel de higienizar a dita cuja, botando pra correr o cúmplice do detento Zé das Medalhas, o diretor de seleções e o técnico não só flagrantemente incompetentes, mas cujas ligações perigosas com a intermediação de jogadores os tornam inaceitáveis para os respectivos cargos, dentre outras figurinhas carimbadas. Só para lembrar:

  • a Polícia Federal está investigando a parceria entre a Rede Globo e a CBF (vide aqui), outro assunto que interessa à bancada dos corruptos da bola manterem bem longe dos holofotes da CPI;
  • o grande Zico, homem decente e um dos maiores futebolistas brasileiros de todos os tempos, acaba de lançar uma carta aberta (vide aqui), alertando para a forte possibilidade de que Rinaldi esteja transformando a gestão de seleções brasileiras de todas as categorias num próspero balcão de negócios;
  • como técnico da Seleção Brasileira no seu fracasso anterior, Dunga convocou para disputar o Mundial 2010 da Fifa o jogador Maicon, cliente de uma empresa internacional de intermediação de jogadores da qual ele próprio, Dunga, participava, embora mentisse à imprensa e à Justiça gaúcha a este respeito (vide aqui).Zito

Eis os detalhes sobre o fermento que senadores do PT acabam de colocar em mais uma pizza que deverá sair do forno do Congresso, segundo José Cruz:

fornoDesmoralizada em campo e fora dele, a cartolagem da CBF continua com domínio sobre o desprestigiado Congresso Nacional. Os políticos, em geral, se curvam ao poder da bola.

Uma manobra do senador Humberto Costa (PT/PE) aumentou de sete para 11 o número de integrantes da CPI da CBF.  Com o apoio de 27 senadores, ele apresentou requerimento alterando a composição da CPI que, em tese, dará à CBF chance de contar com mais parlamentares a ela alinhados, tentativa para barrar as investigações na suspeitíssima casa do futebol.

Os cartolas continuam com estreitas relações com vários parlamentares, entre eles o presidente do Senado, Renan Calheiros, íntimo amigo e ex-patrão do lobista da CBF, Vandemberg Machado. E, José Sarney. Mesmo aposentado, ele ainda é influente entre políticos. Seu filho, Fernando Sarney, é vice-presidente da CBF no Nordeste.

Mas, o placar real desse jogo de nova composição da CPI só se saberá quando todos os partidos tiverem indicado os seus representantes, decisivos para que se conheça, também, quem será o presidente e o relator da CPI.

 tecnicos
Você compraria um carro usado destas pessoas?

Essa estranha pernada do PT é para tentar barrar as pretensões do autor da CPI, senador Romário, de mergulhar nos bastidores das finanças da CBF. A manobra de Humberto Costa, alinhado ao Planalto, surgiu enquanto o governo que ele defende tenta enquadrar os clubes no cumprimento de seus compromissos fiscais.

De um lado temos a proposta de “moralização” – como se isso fosse possível no futebol… –  e, no Congresso, representantes do próprio governo aliviam para esconder mais e mais os suspeitíssimos bastidores da CBF, cujo ex-presidente, José Maria Marin, continua preso, e o atual, Del Nero, não se anima deixar o país…

Mesmo diante das indefinições, as articulações são para que a relatoria fique com Romero Jucá (PMDB/RR), da base do governo. Como disse um experiente consultor do Senado, “Jucá tem boas referências, é um político preparado”.

Mas, lembrando Millôr Fernandes, “esse negócio de político preparado é relativo, porque creolina também é preparado e serve para limpar  latrinas”.

OUTROS POSTS RECENTES DO BLOGUE NÁUFRAGO DA UTOPIA (clique p/ abrir):

¿POR QUÉ NO TE CALLAS, DILMA?

ELIO GASPARI, SOBRE DILMA E OS DELATORES: “O PT ENFIOU-SE NESSE MUNDO DE PIXULECOS PORQUE QUIS”.

VIVA SYRIZA!!!

O RAULZITO HOJE FARIA 70 ANOS/1: A TEIMOSIA BRABA DO GUERREIRO.

O RAULZITO HOJE FARIA 70 ANOS/2: REFLEXÕES SOBRE A SOCIEDADE ALTERNATIVA.

CABO ANSELMO LANÇA LIVRO “MINHA VERDADE”. MAS, O VEREDICTO DA HISTÓRIA É BEM DIFERENTE…




Genealogia: Afrânio Mello dá informações gratuitamente sobre a familia Strassulo

Afrânio Mello – ATENDIMENTO NÚMERO 489

 

Pendência de 05.05.15.

 

Daniele, boa tarde.
Demorou um pouco mas envio o que encontrei.

Sobrenome de pouca incidência no Brasil e de dificil pesquisa.

Segue arquivo do sobrenome e abaixo reproduzido.

Envio também em separado o Brasão da família.

Veja o significado : dinheiro ou riqueza vindo de pedras preciosas.

Não encontrei nas Hospedarias de Imigrantes de São Paulo e do Rio de Janeiro

registro de entrada de pessoas com esse sobrenome no Brasil.

Espero que possa encontrar o que andas procurando.

Forte abraço.

Afrânio Franco de Oliveira Mello

IHGGI / ROL – Jornal On Line

 

 

strassuloStrassulo, Strassolo, Scrassolo, Strassoldo, sobrenomes de origem italiana, uma variação dialetal deStrassoldo, que significa dinheiro ou riqueza vinda de pedras preciosas. Possivelmente os primeiros que adotaram esse sobrenome eram mineiros ou garimpeiros, ou mesmo mercadores de pedras preciosas, especialmente os oriundos do Veneto, que mantinham um forte comércio com a Índia e Indochina. Também pode se referir a pessoas oriundas de um pequeno burgo medieval friulano de nome Strassoldo (Strassolt em friulano e alemão). Atualmente não há registro de alguém na Itália que possua as formas Strassulo, Strassolo. Mesmo Strasoldo são raras as pessoas que pertencem a essa família.

 

Registra-se Lúcia Scrassolo, nascida por volta de 1875, Buenos Aires, Argentina; casou-se com Santiago Graffi por volta de 1896. Teve um filho nascido em ?/12/1897 e batizado na Igreja Católica de Nuestra Señora de Balvanera em 01.01.1898, Buenos Aires, Argentina.

Registra-se Giuseppe Strassoldo (conhecido na Friuli-Venezia Giulia como Giuseppe Strassolo), nascido em Udine, Friuli-Venezia Giulia, Itália em 1520 e falecido em 1597. Abraçou a vida eclesiástica. Escreveu várias poesias no estilo dos Petrarcas e outras no dialeto friulano.

Registra-se Giovanni di Strassoldo, nascido em Veneza, Veneto, Itália em 1547 e falecido em 1610. Foi um astrólogo veneziano.

Registra-se Giulio Strassoldo di Sotto, nascido em Gorizia, Friuli Venezia-Giulia, Itália em 01.09.1771 e falecido em Milão, Lombardia, Itália em 03.05.1830, foi um militar nobre austríaco de origem italiana. Foi governador da Lombardia (1818-1820). Recebeu diversar honras militares na Áustria e Itália, entre elas: Cavaliere di I Classe dell’Ordine della Corona Ferrea, Commendatore dell’Ordine Realle di Santo Stefano d’Ungheria (ambas austríacas); Cavaliere di Gran Corce dell’Ordine Constantiniano di San Giorgio (Parma) e Cavaliere Del Reale e Militare Ordine di San Giorgio della Riunione (ambas italianas). Em 10.05.1830 o governo da Lombardia passou para o Conde Hartig, ao qual sucedeu um parente de Giulio, o Conde Michele Strassoldo-Grafenberg, também tenente do exército da Lombardia.

Registra-se Michele Strassoldo-Grafenberg, nascido em Gorizia, Friuli Venezia-Giulia, Itália em 20.04.1800 e falecido em Strassoldo, Friuli Venezia-Giulia, Itália em 23.12.1873, foi tenente do exército e governador da Lombardia no tempo que seu cunhado era chefe geral do Governo, o marechal de campo Radetzky, que foi casado com sua irmã Franziska Romana Strassoldo-Grafenberg.

Registra-se Giulio Cesare Strassoldo-Grafenberg, nascido em Gorizia, Friuli Venezia-Giulia, Itália em 1790 e falecido em Verona, Itália em 10.09.1855. Foi um militar e general do exército austríaco, membro dell’Ordine Milate di Maria Teresa desde 29.06.1849.

Registra-se Giulio di Sotto Marzio Strassoldo-Grafenberg, nascido em Gorizia, Friuli Venezia-Giulia, Itália em 1736 em 1800. Foi um músico e compositor italiano.

Registra-se Enrico dei Signori di Strassoldo, nascido por volta de 1370 e falecido em 1432. Foi nomeado em 26.06.1409 patriarca de Aquileia.

castelo

Castelo da Família Strassoldo

 

 

 

Mapa da Itália com a
Distribuição do Sobrenome

mapa