Últimos dias para inscrições no programa de estágio 2016 da CPFL Energia

Maior grupo privado do setor elétrico oferece mais de 100 vagas em São Paulo e Rio Grande do Sul

A CPFL Energia, maior grupo privado do setor elétrico brasileiro, recebe até o próximo dia 20/09 inscrições para o programa de estágio 2016. São mais de 100 vagas disponíveis nas cidades de Bauru, Campinas, Caxias do Sul, Jundiaí, Jaguariúna, Itapetininga, Indaiatuba, Mococa, Piraju, Passo Fundo, Ribeirão Preto, Santos, São Paulo e Sorocaba.​

 

As oportunidades são para estudantes das ciências humanas ou exatas. Para nível superior, há vagas para engenharia, financeiro, recursos humanos, jurídico, comunicação, tecnologia da informação, entre outros. Para nível técnico, em eletrotécnica, eletrônica e segurança do trabalho.

 

Os interessados devem se inscrever no site www.cpfl.com.br/estagio2016 até o próximo domingo. O processo seletivo será composto por uma prova online que testa conhecimentos em língua portuguesa e raciocínios lógicos, dinâmica, por uma apresentação de um painel de negócios (uma dinâmica com os gestores dentro da CPFL Energia) e por entrevistas individuais.

 

O contrato para os candidatos aprovados será de um ano, prorrogável por mais um ano, para início em fevereiro do ano que vem. A jornada de trabalho é de 18 a 30 horas, dependendo das necessidades de cada área. Como remuneração, a CPFL Energia oferece bolsa-auxílio competitiva com o mercado onde atua e diversos benefícios, como vale alimentação/refeição, vale transporte, academia de ginástica, biblioteca e espaço para estudos, entre outros.

“Nosso compromisso no programa de estágio é ajudar na formação destes novos profissionais, seja para ele continuar a seguir carreira na CPFL Energia ou para praticar as competências organizacionais exigidas na empresa no mercado de trabalho. Aqui, essa importante experiência é enriquecida com a vivência em uma empresa centenária, que oferece um plano de desenvolvimento capaz de ajudar o jovem profissional a planejar melhor sua carreira”, afirma Monica Oliveira Rocha, Gerente de Desenvolvimento de Pessoas da CPFL Energia.

Vantagens

Desde que são admitidos, os estagiários da CPFL Energia terão um plano de desenvolvimento que comtempla formação composta por atividades e palestras que o capacitarão em assuntos como mercado de energia elétrica, ética, carreira, papeis esperados para o estagiário.

Esses profissionais ainda participarão de uma rotina de uma grande corporação e terão a oportunidade de passar por avaliações de desempenho com feedback, que contribuirão para que o estudante conheça suas potencialidades e os pontos que precisam desenvolver para progressão de sua carreira.

Efetivação e contribuição para o mercado

Na CPFL Energia, a taxa de efetivação dos estagiários foi de 23,44% em 2015 este índice é de 18,5% (Sextante). Esses profissionais são contratados para trabalhar nas áreas onde realizou estágio ou ainda em outras áreas da empresa, uma vez que a atuação pode ser a vitrine de seu trabalho na corporação.

Mesmo para aqueles que não tiveram oportunidade de serem efetivados, a CPFL Energia criou um book de estagiários que contempla dados de todos os estudantes que se destacaram durante o período de estágio. Esta lista é divulgada internamente e para todas as grandes empresas com as quais a CPFL Energia tem relacionamento, funcionando como uma “carta  de recomendação” importante para estes profissionais recém-formados.

 

Sobre a CPFL Energia

A CPFL Energia, há 102 anos no setor elétrico, atua nos segmentos de distribuição, geração, comercialização, serviços e telecomunicações. É líder no mercado de distribuição, com 13% de participação, totalizando mais de 7,6 milhões de clientes nos Estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná.

Na comercialização, é um dos líderes no mercado livre, com uma participação de mercado de 14% na venda para consumidores finais entre as comercializadoras. É líder na comercialização de energia incentivada para clientes livres.

Na geração, é o segundo maior agente privado do país, com um portfólio baseado em fontes limpas e renováveis. A CPFL Geração conta com 2.199 MW de potência instalada, considerando sua participação equivalente em cada um dos ativos de geração. Em 2011 criou a CPFL Renováveis, com ativos como PCHs, parques eólicos, termelétricas a biomassa e a usina solar Tanquinho, pioneira no Estado de São Paulo, e uma das maiores do Brasil. Adicionando a participação equivalente na CPFL Renováveis, a capacidade instalada total do Grupo CPFL atingiu 3.129 MW no final do segundo trimestre de 2015. O grupo também ocupa posição de destaque em arte e cultura, entre os 15 maiores investidores brasileiros.

A CPFL Energia tem ações listadas no Novo Mercado da BM&FBovespa e ADR Nível III na NYSE, além participar do Índice Dow Jones Sustainability Index Emerging Markets e do Morgan Stanley Capital International Global Sustainability Index (MSCI). Pelo 10º. ano consecutivo, as ações da companhia integram a carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da BM&FBovespa.

 




Artigo de Hungria na coluna Guaçu Piteri: 'Defesa'

Hungria by Guaçu Piteri : Defesa

 

A “Presidenta” está mesmo ciosa em defender as mulheres. É uma obstinação que dá o que pensar. Não sei se é efeito das “bolinhas” que tomou para emagrecer, se é estresse que já denominaram “ressaca seca”, ou se é mesmo a indiferença que tem revelado ultimamente. Fala sem pensar.

Consta que, numa missa no Palácio do Planalto, quando o Padre invocou as palavras de Pilatos aos judeus, mostrando-lhes Cristo e pronunciou “Ecce homo” (eis o homem; aqui está ele), ela aparteou para dizer “ Essa mulher também”.

Não ficou por aí. Por recomendação médica, tinha que ouvir músicas, de preferência repousantes. Às tantas seu CD room anunciou BACH, que compôs

“Jesus, alegria dos homens”. Imediatamente, comunicou aos amigos ali presentes que, na segunda- feira, iria apresentar um protesto formal, pois a música deveria se chamar “ Jesus alegria dos homens e das mulheres também”.

Durma com mais essa!

Já não chega aquela que ela diz “não sei ainda qual é a nossa meta, mas quando alcança-la já teremos outra meta. Vamos dobrar a meta”.  Entenderam? Nem eu.

Nesta semana, teve a humildade que a nação, a sociedade, eu e você, todos nós queríamos: “meu erro foi não ter percebido prematuramente que a situação seria tão ruim como se descreveu” . Então, madame, o que passou pela sua cabeça? Se não é economista e nem entendeu o que a mídia nacional não parou de clamar, deveria se informar melhor. Ou parou de ver TV, ouvir rádio e noticiário, cansada de más notícias sobre seu governo? Nem os protestos de rua?  Tem dó, né?

E o episódio do cadeirante que obedeceu ordem do mestre de cerimônia e foi censurado, publicamente, por ela?!  Sentiu sua autoridade diminuída! É o fim!

Efetivamente, o Brasil não vai bem. Está doente.

Primeiro, quis ressuscitar a finada CPMF, o imposto sobre a movimentação financeira (0,38%) De triste memória, frise-se. Mas, em três dias, recuou, voltou atrás, e os políticos nacionais duelaram sem parar e desnessariamente. Vale dizer, não pensou direito e está brincando com a nação e com nós todos, políticos ou não.

 




Artigo de Celso Lungaretti: 'A nova palavra de ordem do governo do PT: "Banqueiros Unidos Jamais Serão Vencidos!"

A NOVA PALAVRA DE ORDEM DO GOVERNO DO PT: “BANQUEIROS UNIDOS JAMAIS SERÃO VENCIDOS!”

Cara de um (Setubal)…

“Temos que enfrentar os nossos problemas repartindo o ônus por todos os segmentos, mesclando redução de benefícios e aumento de impostos. No momento, isso se faz necessário, pois a alternativa é muito pior. Infelizmente, acredito que a conta não fecha sem a CPMF, que deve ser temporária e declinante ao longo de quatro anos.” 

(Roberto Setubal, presidente do Itaú Unibanco, que soma forças com seu equivalente do Bradesco, Luís Carlos Trabuco, na faina para ressuscitarem o tributo mais execrado pelos brasileiro, com toda razão –afinal, 

…focinho do outro (Trabuco).

 acarreta redução do consumo, com o consequente agravamento da recessão e aumento do desemprego, sendo, portanto, uma “alternativa muito pior” do que, p. ex., obrigar os grandes bancos a devolverem um pouco da enormidade que escorcham dos seus clientes, fazendo da agiotagem o negócio mais lucrativo do Brasil)

Do blogue Náufrago da Utopia.




Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobre as FAMILIAS CAPUANO e MILANI

Afrânio Mello:  ATENDIMENTO NÚMEROS 541 E 542

 

 

Prezada Cristiane,

 

Atendendo seu pedido encaminho os arquivos de :

 

O seu Capuana é o mesmo do que envio e é só uma questão de grafia, da mesma forma o caso de Milani,Milano e outros.

 

Capuano…………….. 10 páginas e 1 brasão ; ( arquivo completo copiado abaixo)

Milani…………………  13 páginas e com 6 brasões no arquivo e mais 10 brasões em separado.( uma parte do arquivo copiado abaixo)

 

 

Espero que tenha boa sorte em suas pesquisas e , em relação ao faltante KELLER tão logo consiga, eu envio.

 

Forte abraço,

 

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Jornal On Line

 

clip_image002[3]Capuano, Capuani, Capua,  são sobrenomes de origem italiana. a origem do sobrenome de Capua, cidade meridional italiana, cujo nome se origina do etrusco capys, que significa falcão. Capuano significa habitante de Capua ou indivíduo oriundo de Capua. Os Capuano originários da Espanha são de origem judaica-sefardita.

Registra-se Lucrezia Capuano, nascida em 1805, Napoli, Campania, Itália; filha de Ciro Capuano (nascido em 1780) e Catherina Luongo; casou-se em 02.02.1830 com Giuseppe Luongo (seu primo materno).

Registra-se Calogera Capuano, nascida em Sciacca, Agrigento, Itália em 1770 e falecida em 1841; casou-se com Antonio Genuardi. Tiveram uma filha: Accurzia Genuardi, nascida em 1798.

Registra-se Angela Capuano, nascida em 1812, Trabia, Palermo, Sicília, Itália; casou-se em 1830 com Giuseppe Turturici. Tiveram uma filha: Concetta Turturici nascida em 1833.

Registra-se Domenico Antonio Capuano, nascido em 1798, Cerreto Sannta, Benevento, Itália; casou-se em 22.02.1824 com Angiola Catarina Paduanti.

Registra-se Loretto Capuano, nascido em 1823, Frosinone, Itália e falecido em 22.12.1859; filho de Luigi Capuano (nascido em 1793) e Marianna Luchetti.

Registra-se Carlantonio Capuano, nascido em 1783, Frosinone, Itália.

Registra-se Raffaele Capuano, nascido em 1793, Frosinone, Itália e falecido em 01.02.1859; filho de Giuseppe Capuano (nascido em 1767) e Lucia Brove.

 

Registros no Brasil

 

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Mapa da Distribuição do Sobrenome na Itália

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clip_image002[4]Milano, Milani, sobrenomes de origem italiana. Sobrenome de origem toponímica, indivíduo oriundo de MIlano (Milão), Lombardia, Itália.

Há várias família que usam esse sobrenome sem terem em si nenhum laço consanguíneo. Variantes do sobrenome MIlanese, Milanesi, Milanezzi. Sobrenome bastante comum no centro-norte da Itália e é difuso em todo o país. Há o registro em 1500 do Viscondi de Bergamo, Gianbattista Milani. Há registros da família a partir do século XI. Em 1122 há registro de um certo Senhor MIlanisnum documento na Comune Signorile di Tortona.

Por volta de 400 a.C., os celtas insubres habitavam Milão e seus arredores. Em 222 a.C., os romanos conquistaram este assentamento, e impuseram o nome Mediolano, ainda que o nome utilizado pela população local era Milàn, do celta Medhlan. Depois de vários séculos de domínio romano, Milão foi declarada capital do Império Romano do Ocidente pelo imperador  Diocleciano em 293 d.C.Diocleciano preferiu ficar no Império Romano do Oriente (capital Nicomédia), e seu colega Maximiano ficou no Império Romano do Ocidente. Imediatamente Maximiano construiu diversos monumentos gigantescos, como um grande circo de 470 m x 85 m, a termas Erculee (Thermae Erculee), um grande complexo de palácios imperiais e vários outros edifícios.

No  Édito de Milão de 313, o imperador Constantino I garantiu a liberdade religiosa  para os cristãos. A cidade foi sitiada pelos visigodos em 402 d.C., e a residência imperial foi transferida para Ravena. Cinquenta anos mais tarde (em 452 d.C.), os hunos invadiram a cidade. Em 539, os ostrogodos conquistaram e destruiram Milão, no transcorrer da chamada Guerra Gótica contra o imperador bizantino Justiniano I. No verão de 569, os lombardos (donde deriva o nome da região italiana da Lombardia) conquistaram Milão, dominando o pequeno exército bizantino que estava em sua defesa. Algumas estruturas romanas permaneceram em uso em Milão sob o domínio lombardo. Milão se rendeu aos francos em 774, quando Carlos Magno, em uma decisão totalmente incomum na época, assumiu também o título de “rei dos lombardos” (até então os reinos germânicos frequentemente conquistavam uns aos outros, mas nenhum havia adotado o título de rei de outro povo). A Coroa de Ferro da Lombardia data desse período. Posteriormente Milão faria parte do Sacro Império Romano-Germânico.

Durante a Idade Média, Milão prosperou como um centro de comércio devido ao seu domínio da rica planície do Pó e das rotas da Itália através dos Alpes. A guerra da conquista por Frederico Barbarossa contra as cidades lombardas trouxe a destruição de grande parte de Milão em 1162. Após a fundação da Liga Lombarda em 1167, Milão assumiu o papel de liderança nesta aliança. Como consequência da independência que as cidades lombardas ganharam na Paz de Constança, em 1183, Milão se tornou um ducado. Em 1208, Rambertino Buvalelli exerceu por um tempo o cargo de Podestà da cidade, em 1242 Luca Grimaldi, e em 1282 Luchetto Gattilusio. Esta posição podia ser cheia de perigos pessoais na vida política violenta da comuna medieval: em 1252, hereges milaneses assassinaram o inquisidor da Igreja, mais tarde conhecido como  Martir São Pedro. Em 1256, o arcebispo e os nobres influentes foram expulsos da cidade. Em 1259, Martino della Torre foi eleito Capitano del Popolo por membros das guildas; ele tomou a cidade a força, expulsou seus inimigos, e governou com poderes ditatoriais, pavimentando de ruas, escavando canais, taxando com sucesso as propriedades rurais, etc. Sua política, entretanto, levou o tesouro milanês ao colapso, a utilização frequente de unidades mercenárias imprudentes irritou demais a população, conferindo um apoio crescente aos inimigos tradicionais de Della Torre, os Viscontis.

Em 22 de julho de 1262, Ottone Visconti foi nomeado arcebispo de Milão pelo Papa Urbano IV, em oposição ao candidato dos Della Torre, Raimondo della Torre, bispo de Como. Este último então passou a divulgar alegações da proximidade dos Viscontis com os cátaros hereges, acusando-os de alta traição os Viscontis, que acusaram os Della Torre dos mesmos crimes, foram então banidos de Milão e suas propriedades confiscadas. A guerra civil que se seguiu causou mais danos à população e economia de Milão, durando por mais de uma década.

 

 

From: Cristiane Pavao

Sent: Wednesday, August 26, 2015 5:31 PM

To: afraniomello@itapetininga.com.br

Subject: Sobrenome Pavão

 

Afrânio VC teria informações sobre os nomes Capuana, millano e keller




Genealogia: Afrânio Mello responde e orienta leitora

Acompanhe a troca de correspondência entre o genealogista Afrânio Mello e a leitora Carolina

Afrâio Mello
Afrâio Mello

Carolina, boa tarde.

De onde você tirou as informações abaixo que alterei para a cor vermelha, no seu texto??
Eu creio que você tirou de uma publicação no Rol-Região On Line, de um arquivo que enviei em 13 de janeiro de 2015.
Você tendo essa informação é só entrar no site da Hospedaria dos Imigrantes, colocar os nomes e as datas que o arquivo
existente aparece.Se não aparecer telefone para eles que atendem muito bem. Na impossibilidade de atendê—la pegue
todos os dados que tem e se dirija até lá. Não tem como não atenderem.
Eu fiz assim e deu certo com os meus ancestrais e achei todos eles.
Grande abraço.
Afrânio Franco de Oliveira Mello
Sent: Monday, September 14, 2015 1:15 PM
Subject: Leitora que precisa de um favor
Boa tarde, Afranio
Por gentileza, gostaria de saber se você possui mais algum tipo de dado ou informação referente a Sobrenome de uma família de origem italiana estabelecida no Brasil, onde chegou a 27.01.1884, a bordo do vapor Polcevera, Francesco Ricci, natural da Itália, procedente de Genova, 25 anos de idade, com destino a Sorocaba – SP [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 002, 004 – 27.01.1884].  “
Tenho 21 anos e só tenho parentesco materno, estou pesquisando para encontrar membros vivos da familia do meu pai, ou se ele
mesmo ainda esta vivo. E se você possui, teria a possibilidade de compartilhar comigo para facilitar a minha pesquisa ? Sou
de Sorocaba e o sobrenome dele é Ricci. Por favor me retorne
Adoro o trabalho



Cidades do Estado de São Paulo participam de mobilização nacional pela leitura 

Evento acontece no dia primeiro de outubro e terá 12 horas de duração


​Envolver o maior número de pessoas em todo o território nacional em prol da leitura é a proposta do DIA de LER.TODO DIA!, programado para o próximo dia primeiro de outubro. Livros, jornais, revistas, gibis são as principais plataformas que podem ser utilizadas para a leitura mas nada impede que sejam lidas bulas, receitas e manuais. A coordenação do DIA de LER.TODO DIA! quer chamar a atenção de pais, professores, governantes e da sociedade como um todo para a importância do ato de ler.

A dinâmica da mobilização para o dia primeiro de outubro é uma maratona de 12 horas de duração durante as quais alunos e professores, profissionais liberais e operários, donas de casa e policiais, religiosos e não crédulos leiam, mesmo que por alguns segundos, seja uma pequena poesia, a Bíblia ou um volumoso clássico da literatura, em sistema de revezamento. No Estado de São Paulo as cidades participantes são: Campinas, Adamantina, Andradina, Araçatuba, Araras, Avaré, Bariri, Batatais, Borborema, Barueri, Caieiras, Campos Novos Paulista, Canitar, Capivari, Carapicuíba, Charqueada, Conchal, Cordeirópolis, Cunha, Diadema, Dirce Reis,  Divinolândia, Dois Córregos, Dourado, Duartina, Echaporã, Elias Fausto, Embu das Artes, Ferraz de Vasconcelos, Franca, Getulina, Guararema, Holambra, Iepé, Itaí, Itanhaém, Itapecerica da Serra, Itapevi, Itaquaquecetuba, Itatiba, Ituverava, Jaú, Lençóis Paulista, Lindóia, Martinópolis, Mogi das Cruzes, Mogi Guaçu, Monte Aprazível, Nova Castilho, Nova Luzitania, Nova Odessa, Paraibuna, Peruíbe, Piquete, Pirapora do B. Jesus, Pompéia, Pontal, Porangaba, Praia Grande, Pratânia, Presidente Prudente, Ribeirão Corrente, Ribeirão do Sul, Rubineia, Sales Oliveira, Santa Clara D’Oeste, Sta. Cruz da Esperança, Sta. Rosa de Viterbo, São Bento do Sapucaí, São Bernardo do Campo, São Carlos, São Francisco, S. Jose da Bela Vista, S. José do Rio Pardo, S. José do Rio Preto, São Manuel, São Roque, São Simão, Silveiras, Sumaré, Taiaçu, Tambaú, Tietê, Torre de Pedra e Três Fronteiras.

A população brasileira não tem o hábito da leitura, quando comparada com outros países. O brasileiro lê, na média, 4 livros/ano sendo que apenas 1,5 livro é lido por inteiro. O resultado é sentido no ranking internacional dos exames que avaliam desempenho dos alunos brasileiros, como o Pisa, onde o Brasil sempre ocupa as últimas colocações.

No dia 9 de abril último, a Secretaria de Cultura e Turismo de Barueri, cidade da Grande São Paulo, promoveu o DIA de LER.TODO DIA! e conseguiu que bombeiro lesse embaixo d´água e que policiais rodoviários promovessem uma blitz da leitura num dos pedágios da rodovia Castello Branco, uma das mais importantes estradas paulistas. Ao final da maratona de 12 horas (das 9 da manhã às 21 horas) foram computados mais de 93 mil participantes, incluídas crianças não alfabetizadas e que participaram de sessões de leitura.

A experiência foi tão bem-sucedida que se decidiu por uma edição nacional. Cidades de todo o país estão sendo convidadas por e-mail a participarem. A coordenação da mobilização afirma que não tem sido fácil conseguir uma forma de contato com os serviços municipais de educação e de cultura para que somem esforços pela leitura.

Não é preciso gastar absolutamente nada a não ser muita disposição para convidar a comunidade local para ler.

Informações mais detalhadas como respostas a possíveis dúvidas, ficha cadastral e até vídeos-depoimento de diversas personalidades sobre a importância de ler estão no www.diadelertododia.com.

Outras formas de contato: diadeler@barueri.sp.gov.br ou ainda pelo telefone 11 4199 1600.




Artigo de Pedro Novaes: 'Grupos Humanos'

    Pedro Israel Novaes de Almeida –  GRUPOS  HUMANOS

 

colunista do ROL
Pedro Novaes

Diziam, desde o tempos das cavernas, que era melhor serem dois que um, pois, em um caindo, haverá outro que o ampare.

Integrar um grupo é instintivo, como maneira de melhorar as condições de segurança e sobrevivência. Os humanos somos gregários.

Existem grupos de todos os matizes, políticos, sociais, profissionais e até criminosos.  Há um grupo adequado para cada virtude ou defeito humano.

Na benemerência, pessoas se juntam para socorrer os desvalidos, e, na catástrofe humana, migrantes sírios formam legiões que buscam ter o direito à vida, não faltando grupos cruéis, tentando impedi-los.

No meio rural, o associativismo desenvolveu-se sob o modelo formal de cooperativismo, com direito a legislações próprias, incentivos e tutela oficial. A diminuição dos custos de produção e a inserção fortalecida no mercado eram objetivos que permitiram o progresso do setor.

Contudo, tal associativismo acabou vitimado pela tutela oficial, quase sempre protetora de mandatos intermináveis e gestões primitivas. Não raro, o produtor eleito prosseguia laborando com o objetivo único de persistir dirigente.

A ânsia pelo poder e status está presente em todos os grupos, lembrando-lhes a natureza humana. Aos poucos, acabam dividindo-se em subgrupos, ou descaracterizados.

Não raro, grupos que buscam fomentar estudos, bons procedimentos e virtudes acabam vítimas da busca incessante de influência no meio social, incorporando pessoas tão somente pelos cargos que ocupam, e não pela integridade de  suas formações. Como os ambientes raramente são herméticos, a má ou boa imagem pessoal de um iniciado acaba transferida ao grupo ou entidade.

Grupos informais, de amigos, são longevos, e o amparo recíproco atravessa décadas, instintivos e solidários. Grupos criminosos também são longevos e atuantes, com a coesão baseada no companheirismo irretratável e forçado.

O grupo familiar, presente em todos os seres vivos, é a natural e incontornável modalidade de união, que abriga e interliga seus membros, até que uma herança qualquer os separe. Pais e irmãos são, instintivamente, solidários.

A família, rica ou pobre, é sempre o refúgio e porto seguro de todos nós. É nela que iniciamos a formação de valores e transmitimos tradições.

Mães são capazes de enfrentarem leões para defender os filhos, que só tardiamente costumam reconhecer-lhes o valor e dedicação. Governos e ideologias com pendores ditatoriais buscam, pouco disfarçadamente, inibir a grandiosidade do foro familiar, levando-nos todos para a tutela oficial.

Conscientes ou não, todos integramos algum grupo, e buscamos prestigiar seus integrantes e feitos. Até vândalos, sub-raça humana dedicada a destruir obras e feitos coletivos, aplaudem os que praticam as mesmas barbáries, sem qualquer vantagem pessoal.

Convém estarmos alertas, para não aderirmos a grupos que nada constroem.

pedroinovaes@uol.com.br

O autor é engenheiro agrônomo e advogado, aposentado.