Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobre a familia Alfradique

Genealogista Afrânio Mello
Genealogista Afrânio Mello

Afrânio Mello: ATENDIMENTO NÚMERO 487

 

Solicitação pendente de 22.04.2015

 

Prezada Ana,

 

Pesquisa extremamente difícil.

Arquivo só de uma página que reproduzo abaixo.

Sobrenome de pouca incidência no Brasil e não encontrei os

registros de entrada em nosso país.

Encontrei três nomes no Brasil e um nos Estados Unidos.

 

Veja se eles não são um dos seus antepassados.

Um belo brasão que dá um bom quadro para pendurar na sua sala.

Tem o arquivo do brasão em separado e anexado.

 

O Alledi estou em fase de finalizar.

Desculpas pela demora.

 

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Jornal On Line

 

 

 

 

 

AlfadiqueAlfradique, Alfredique sobrenome de origem catalã. O originalmente se

escrevia Altra Duc e foi aportuguesado para Alfradique, que significa Outro Duque, que é um título de nobreza.

É um sobrenome bastante raro. Sua maior concentração encontra-se no Brasil no estado do Rio de Janeiro.

 

 

Registra-se

alfa

 

 

Registra-se Camila Souza Alfradique, nascida por volta de 1980, Brasil; casou-se em 04.07.2003 com

Eduardo Bermudes Segundo em Clark, Nevada, Estados Unidos. Reside atualmente na Califórnia, Estados Unidos.

Registra-se Antonio Moraes Alfradique, nascido em 1868, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil; casou-se

em 08.01.1910 com Amélia Pereira D’Assumpção, filha de Eleutério Gomes D’Assumpção e Maria dos Anjos;

filho de Alberto Manoel Alfradique e Cândida Maria da Conceição.




Turistas barrados no aeroporto com RG antigo são socorridos no Poupatempo

Países do Mercosul não aceitam Carteiras de Identidade emitidas há mais de dez anos e viajantes precisam pedir segunda via provisória para não perder as férias

A procura por serviços do Poupatempo cresceu cerca de 10% esta semana por causa do início das férias de julho, período em que muitas pessoas aproveitam o tempo livre para colocar os documentos em dia.

No Poupatempo Guarulhos, o único que emite Carteira de Identidade provisória para turistas que estão com passagem marcada e precisam do documento atualizado, o movimento é maior ainda.

Os viajantes com destino a países do Mercosul não conseguem embarcar quando estão com a Carteira de Identidade desatualizada. As empresas aéreas, assim como alguns bancos, só aceitam o documento emitido há menos de dez anos. A alternativa, nesses casos, é remarcar o embarque e correr para o Poupatempo de Guarulhos.

Cerca de 9 mil pessoas por dia são atendidas no posto de Guarulhos em períodos de férias escolares, e cerca de 800 Carteiras de Identidade são solicitadas diariamente. Entre os pedidos, estão cerca de 10 a 15 turistas por dia que chegam do aeroporto preocupados em resolver o problema com o documento a tempo de não perder a viagem.

O RG provisório, válido por 90 dias, é emitido quando o passageiro precisa embarcar no mesmo dia. O documento pode ficar pronto em uma hora, mas na volta é necessário voltar ao Poupatempo para retirar o documento definitivo. Se o embarque está programado para ocorrer após 48 horas, os turistas conseguem viajar com a segunda via definitiva.

A emissão da segunda via do RG, provisório ou definitivo, só é possível para pessoas que tenham a primeira via emitida no Estado de São Paulo e que estejam com passagens marcadas. Quem tem o RG desatualizado de outro Estado não consegue renovar o documento em prazo inferior ao normal, de cinco a dez dias úteis, e muitos perdem a viagem e estragam as férias por causa disso.

“Muitas pessoas acham que a Carteira Nacional de Habilitação substitui o RG, mas para viajar para os países do Mercosul o único documento aceito é a Carteira de Identidade”, explica Maria Auxiliadora Montenegro, gerente do Poupatempo Guarulhos. Segundo ela, as empresas aéreas já impedem o embarque dos turistas que não estão com o documento em dia para evitar que eles tenham problemas ainda maiores. “Se chegar ao destino sem a documentação em ordem o turista é proibido de permanecer no país e o transtorno é maior ainda”, acrescenta, lembrando que a exigência é dos países membros do Mercosul.

Viajantes relatam transtornos causados por documentos desatualizados
O agropecuarista Ricardo Curi, de Ribeirão Preto, teve de remarcar a viagem com a mulher e o filho de seis anos porque não estava com o RG atualizado. Ele teve de pagar R$ 560,00 extras para remarcar as passagens, e ainda perdeu um dia da viagem de uma semana. “Se não fosse o Poupatempo eu não poderia embarcar e perderia a viagem”, disse Ricardo. O filho, que também se chama Ricardo, temia ter de voltar para casa no dia da sua primeira viagem de avião.

Outra turista que teve problemas foi a tradutora Simara Dutra, que veio da Itália e pretendia visitar a irmã no Uruguai. Ela estava acompanhada da filha Ana Carolina Ceresini, de seis anos, e da mãe Elza Dutra, de 75 anos. Elza portava um RG tirado em Porto Ferreira, interior de São Paulo, há mais de dez anos. O documento foi recusado na hora do embarque e a família foi orientada no aeroporto a procurar o Poupatempo. A família, que havia saído ás 3h da madrugada do interior de São Paulo para estar às 8h em Cumbica, remarcou a viagem das dez da manhã para as 22h de segunda-feira e foi com toda a bagagem para o Poupatempo Guarulhos.

“Não sabia que existia no Brasil um serviço tão ágil como o Poupatempo”, disse Simara, que nasceu em Porto Ferreira e mora em Pescara, na Itália. “Os atendentes guardaram nossa bagagem e foram muito simpáticos, o serviço todo é maravilhoso”, comentou ela. “Imagina o que seria das nossas férias sem o Poupatempo”. Para renovar o RG dona Elza precisou providenciar a Certidão original de Casamento no 1º Cartório de Registros de Santa Rita do Passa Quatro, o que só foi possível graças aos atendentes do Poupatempo.

Apesar do empenho dos funcionários, muitas vezes os passageiros não conseguem providenciar o documento a tempo de garantir a viagem. “Já tivemos o caso de um juiz do Nordeste que foi barrado no embarque para Buenos Aires e não conseguiu a segunda via porque o RG era de outro Estrado”, conta a coordenadora de atendimento Sílvia Chioatto, do Poupatempo Guarulhos. “A família toda dele viajou e ele teve de voltar para casa sozinho”, lembra ela, destacando a importância de se manter sempre os documentos em dia.




Artigo de Celio Pezza: 'A pior das greves'

Celio Pezza
Celio Pezza

Celio Pezza: Crônica # 267

A pior das greves

  

Se existisse uma estatística entre os países que mais têm greves, o Brasil seguramente estaria entre os primeiros do mundo. Para todos os lados que olhamos, vemos greves intermináveis e, quando uma é resolvida, começa outra.

No meio de tantas greves, temos que tomar muito cuidado com uma em especial. É a “greve da mente humana”, que ataca o emocional, com reflexos profundos nas atitudes, na economia, nos movimentos sociais e em todos os campos de nossa vida. Essa greve começa com a revolta contra todo o sistema, sociedade e instituições políticas em especial.

É uma greve diferente, para mudar tudo que nos enoja no dia a dia, como a corrupção e as mentiras. Ela tira o nosso ânimo. Ela é especialmente perigosa, quando atinge a fase de perder a esperança no futuro de um país ou do próprio mundo.

Ela mata o homem por dentro! Mesmo trabalhando normalmente, fazendo o que tem que ser feito no seu dia a dia, ele não acredita em mais nada. Este ser humano está “em greve”! Ele quer melhorar, mudar, mas o sistema e as instituições não permitem a mudança, então ele desiste e se declara em greve. Ele perde a esperança e a fé em dias melhores!

Faz parte da problemática dessa greve, questionar o valor do dinheiro, para muitas coisas. Por exemplo, não existe como medir em dinheiro o custo de uma guerra, especialmente para quem participa dela. Não temos como avaliar em dinheiro o valor de um rio morto pela poluição, da mesma forma que não temos como mensurar em dinheiro se um dia o homem desaparecer da face da Terra. É difícil explicar o conceito dessa greve, mas sabemos que seus efeitos são devastadores.

Existe uma fábula que nos leva a pensar sobre ela: Certo dia, os membros do corpo humano resolveram fazer uma greve contra a barriga, alegando que ela era a parte mais beneficiada de todas. Ela recebe a comida, descansa, engorda, enquanto os pés levam o corpo, as mãos executam as tarefas, o cérebro dirige, e assim por diante. O coração explicou que o corpo não é um só membro, mas muitos e que devem viver em harmonia para que o corpo seja são. Mesmo assim, alguns membros continuaram com a greve; os pés se recusavam a levar o corpo, as mãos não mais preparavam os alimentos, a cabeça e o cérebro desanimaram e entraram na pior das greves. Eles não quiseram mais participar dos acontecimentos e desistiram do corpo. Depois de alguns dias, o corpo ficou tão fraco, que não conseguiu mais se levantar, preparar seu alimento e morreu de inanição.

Cuidado com essa greve silenciosa! Ela pode comprometer o futuro de um país! Ela pode comprometer a humanidade!

Célio Pezza  /  Junho, 2015




Oficinas culturais na APEOESP Itapetininga

opna (2)Espaço Cultural APEOESP Itapetininga

Já estão abertas as inscrições para as oficinas de Teatro e Dança.

Para as oficinas a idade minima é de oito anos

O regulamento pode ser solicitado através do e-meio oficinasculturaisapeoesp@gmail.com

 

 




Artigo de Celso Lungaretti: 'A DILMA, CALADA, É UMA POETA…'

¿POR QUÉ NO TE CALLAS, DILMA? 
Celso Lungaretti (*)
Quando não se tem nada aproveitável para dizer…

A presidenta Dilma Rousseff deveria mirar-se no exemplo do Marco Polo Del Nero e não sair tão cedo do seu canto.

Por motivo diferente, claro. Ao contrário do cúmplice de José Maria Marin, ela pode correr mundo  à vontade, sem o mínimo receio de prisão e extradição. Deste tipo de vexame a Dilma nos poupa.

Mas, cada vez que abre a boca no exterior, deixa morrendo de vergonha todos que a temos como presidenta da República.

Ora atribui seu novo recorde de impopularidade a um inverossímil preconceito sexual por parte dos brasileiros que há poucos meses a reelegemos. Não consta que, depois de outubro de 2014, tenha ocorrido em nosso país uma epidemia de machismo. Trata-se, tão somente, de uma saída pela tangente, uma desculpa de má pagadora.

E, se nem na Quadrada das Almas Perdidas uma lorota destas cola, muito menos na capital do Império. Os leitores do Washington Post, um dos jornais mais importantes do planeta, devem ter sentido pena de nós.

Ora Dilma faz um verdadeiro samba do crioulo doido por não levar em conta a regra de ouro de que roupa suja se lava em casa. Qualquer mandatário que se desse ao respeito e tivesse respeito pelo seu cargo não se manifestaria em solo estrangeiro sobre um assunto doméstico tão pobre e tão podre.

Primeiramente, porque é o partido no poder que está sendo duramente atingido por alcaguetagens dos seus parceiros de maracutaias, a ponto de tirar Dilma do sério. Então, a primeira coisa que ocorrerá a um estrangeiro dotado de espírito crítico, lendo a catilinária de Dilma contra o delator premiado da vez, é: como o tal Partido dos Trabalhadores foi envolver-se com uma ralé moral tão nauseabunda?!

…a regra de ouro é: em boca fechada, não entra mosca.

Se, além disto, tal cidadão conhecer o passado do PT, mais estupefato ainda ficará: pois não é que uma agremiação nascida das lutas contra o patronato está em parafuso por haver sido pilhada em conluio com um dos segmentos mais vorazes e inescrupulosos do empresariado, os empreiteiros de obras! Virou tudo de cabeça pra baixo?

É óbvio que as declarações de Dilma, dadas durante conversa com jornalistas em Nova York, se endereçavam ao público brasileiro; mas, eram a hora e o lugar errados para as fazer, porque, queira ela ou não, o que presidente da República fala em viagem internacional tende a ter repercussão também internacional. Por que não incumbir um porta-voz qualquer de dar tal recado cá no Brasil?

É claro que melhor mesmo teria sido ela, simplesmente, calar. Pois,  nada se aproveita desta mistura de alhos com bugalhos:

Eu não respeito delator, Até porque eu estive presa na ditadura e sei o que é. Tentaram me transformar numa delatora. A ditadura fazia isso com as pessoas. Eu garanto para vocês que eu resisti bravamente.

O que tem a ver, afinal, uma militante que combateu uma ditadura bestial com um meliante categorizado da organização criminosa que assaltou o Estado em plena democracia?

Como equiparar o ato de não ceder às bestas-feras que queriam barbarizar e executar os melhores brasileiros com o ato de não ajudar os agentes de um Estado de Direito a denunciarem e processarem os piores brasileiros?

Daria para esperar outra coisa deste indivíduo?

Como uma ex-resistente se tornou tão desnorteada a ponto de ela própria se colocar no mesmo plano de um reles Ricardo Pessoa (ao afirmar que ele fez o que ela não aceitou fazer), como se fossem valores de mesma grandeza?

Como uma presidente da República se põe a deitar falação sobre investigações policiais e judiciais em curso (o que, claro, configura pressão indevida e absolutamente injustificável sobre outras esferas do Estado)?

E, tendo tal forçação de barra pontos de contato com os disparates demagógicos de alguns articulistas e blogueiros chapa branca, é o caso de indagamos se ela estará insinuando  a existência de alguma semelhança entre os métodos da Polícia Federal e os do DOI-Codi, entre o juiz Sérgio Moro e os auditores militares.  Espero que não, pois aí já seria desespero de causa; e causas desesperadas, defendidas com tamanho desapreço pela verdade, estão de antemão fadadas à nocividade.

De resto, como ex-preso político que também sofri o diabo nos porões do regime militar, acrescento que a comparação de Dilma peca também no aspecto de ser descabido ela afirmar que resistiu bravamente aos que queriam transformá-la numa delatora.

É preconceituoso e desumano qualificar de delatores aqueles de quem os torturadores arrancaram alguma informação; todos sabemos que a resistência humana tem limites, quem cultuava super-homens eram Nietzche e os nazistas (quanto à Dilma, deve sonhar toda noite com super-mulheres-sapiens…)..

Os correspondentes aos delatores premiados de agora não eram os pobres torturados de outrora, mas sim os vis  cachorros da repressão –militantes que, aceitando propostas indecentes dos torturadores, passavam a trabalhar para eles, em troca da liberdade, de uma nova identidade e de um pagamento mensal. Ou seja, negociavam os detalhes da barganha, firmavam o pacto e então mudavam de lado, para receberem  favores e contrapartidas dos verdugos. Não porque fossem coagidos a tanto, mas simplesmente para encurtarem a permanência na prisão e levarem vida melhor fora dela.

Quem se deita com cães, amanhece com pulgas.

Se Dilma queria comparar o dono da construtora UTC com alguém, por que não fez o paralelo certo, equiparando-o aos ditos cachorros? Talvez porque assim a pertinência seria maior mas a dramaticidade, menor; a ambiguidade é que convinha a seu propósito de usar um nobre passado como escudo contra acusações (verdadeiras ou não) que lhe fazem no presente.

Muitos dos que optamos por travar o bom combate em circunstâncias tão extremas, arriscando a vida, a integridade física/psicológica e a segurança de nossos entes queridos, consideramos imensamente mais importante o que fizemos então do que qualquer coisa que façamos ou sejamos agora.

Mesmo para manter uma faixa presidencial sob a democracia burguesa, não utilizaríamos como trunfo retórico nem faríamos chantagem emocional a partir de uma luta que para nós foi sagrada. Até porque nós, os sobreviventes do morticínio, temos a obrigação de honrar o sacrifício dos companheiros que não estão mais conosco.

É pena que a Dilma não seja mais como nós nem pense mais desta maneira. Sua imagem histórica como presidenta não tem conserto e temo que a permanência no cargo, doravante, nada lhe trará de gratificante. Fez as apostas erradas e perdeu; enquanto permanecer na mesa, será para padecer em agonia lenta.

Deveria encarar seu passado revolucionário como o maior patrimônio que lhe restou, a melhor lembrança que deixará para os pósteros. Dilma presidenta foi um equívoco, mas Wanda guerrilheira merecerá eternamente o respeito e a gratidão do povo brasileiro.

* jornalista, escritor e ex-preso político, foi companheiro de militância de Dilma Rousseff na VAR-Palmares. http://naufrago-da-utopia.blogspot.com.br/

OUTROS POSTS RECENTES DO BLOGUE NÁUFRAGO DA UTOPIA (clique p/ abrir):

VIVA SYRIZA!!!

O RAULZITO HOJE FARIA 70 ANOS/1: A TEIMOSIA BRABA DO GUERREIRO.

O RAULZITO HOJE FARIA 70 ANOS/2: REFLEXÕES SOBRE A SOCIEDADE ALTERNATIVA.

DE HORA EM HORA DILMA PIORA E A ESQUERDA DEGRINGOLA

PARA DUNGA E SEUS ANÕES, ATÉ O PARAGUAI É GULLIVER…

CABO ANSELMO LANÇA LIVRO “MINHA VERDADE”. MAS, O VEREDICTO DA HISTÓRIA É BEM DIFERENTE…




Secretaria de Cultura e Turismo terá Coral Municipal

A participação é gratuita e não é necessário ter experiência

A Secretaria de Cultura e Turismo traz uma novidade para você, que adora soltar a sua voz. É o coral municipal. Podem participar pessoas de ambos os sexos, com mais de 16 anos e não é necessário ter experiência com canto. Os interessados passarão por entrevista e classificação vocal. A participação é gratuita.

As aulas terão início no dia 4 de agosto e acontecerão sempre às terças-feiras, das 19h às 20h30, na Escola Livre de Música. O regente do coral será o músico e compositor Mario Chagas, formado no Conservatório de Tatuí em percussão sinfônica e regência instrumental. Atualmente, é professor na Escola Livre de Música Municipal e diretor na Oficina de Música.

As inscrições poderão ser feitas entre os dias 6 e 17 de julho, das 9h às 17h, na Escola Livre de Música, que fica à Rua Dr. Júlio Prestes, 701, Centro. Informações pelos telefones 3271-7711.




Confira o reajuste nos valores de pedágios na região de Itapetininga

Um dos maiores aumentos é na Rodovia Castello Branco em Quadra (SP). Valores foram calculados de acordo com as variações do IGP-M e IPCA.

 Do G1 Itapetininga e Região

Os pedágios das rodovias administradas por empresas privadas no Estado de São Paulo ficarão mais caros a partir desta quarta-feira (1°). As tarifas deverão subir até 8,47%, afirma a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp). O reajuste é válido para carros, ônibus e caminhões. Na região de Itapetininga (SP), pelo menos seis vias terão pedágios mais caros.

Os valores foram calculados de acordo com as variações do Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) ou do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), no período de julho de 2014 a maio de 2015.

Veja qual o valor em praças da região:
– No pedágio da Rodovia Raposo Tavares (SP-270) em Alambari (SP), o valor vai subir de R$ 6,70 para R$ 7.
– Na Rodovia João Mellão (SP-255), em Avaré (SP), passará dos atuais R$ 5,40 para R$ 5,70.
– Na Rodovia Castello Branco (SP-280), na praça da região de Iaras (SP), o valor passará de R$ 7,30 para R$ 7,60.
– Na Castello Branco região de Quadra (SP), o valor passa de R$ 10,80 para R$ 11,30.
– Na Rodovia Francisco Alves Negrão (SP-258), o pedágio em Itararé (SP) passará para R$ 5,50.
– E na Rodovia Antônio Romano Schincariol (SP-127), o valor cobrado nas praças entre Tatuí e Itapetininga sobe para R$ 9,20.

Rodovia Castello Branco (Foto: Cláudio Nascimento/ TV TEM)Pedágio da Rodovia Castello Branco em Iaras e Quadra terão aumento (Foto: Cláudio Nascimento/ TV TEM)