Artigo de Guaçu Piteri: 'Bar do Povo – um balcão de histórias – VI'

Guaçu

Bar do Povo um balcão de histórias – VI

by Guaçu Piteri

Religião e Política 

Aos sábados à tarde, quando a barbearia era mais frequentada, Honório discorria a respeito de religião e política. Ao final do discurso, sempre atacava o catolicismo. Eu como católico, me sentia ofendido e revoltado.

Lembro-me bem do argumento que me deixava mais perplexo. Aludindo a um sociólogo alemão, de renome, apressava-se em dividir o mundo cristão em dois pólos: de um lado os países protestantes que eram desenvolvidos; do outro, os católicos, atrasados. Formulada a relação de causa e efeito entre a variável independente —religião— e a dependente —desenvolvimento econômico–– citava alguns exemplos convincentes. Na Europa, a guisa de referência, destacava os países protestantes, de um lado, e os católicos do outro. Citava sempre, entre os primeiros, a Inglaterra e a Alemanha, e entre os últimos, a Espanha de Franco e Portugal de Salazar. Nem sequer fazia a ressalva de que os países da Península Ibérica estavam mergulhados nas mais retrógradas ditaduras fascistas.

Mas não era só. Na América, repetia-se o fenômeno. Estados Unidos e Canadá ao norte do Rio Grande, em contraste com a América Latina. Também sob esse aspecto não se lembrava de mencionar Quebec, província canadense católica de origem francesa. Mas sua conclusão era definitiva. Quem poderia duvidar da superioridade da cultura anglo-saxônica de tradição religiosa, fundamentada no “protestantismo”?

Eu, que já me sentia ofendido nos meus brios de católico, tinha agora que suportar a humilhação da inferioridade da minha cultura.

Minha vontade era reagir. Queria responder que há culturas diferentes, mas o conceito largamente difundido de que umas são superiores e outras inferiores é refutado pela ciência. Quanto ao desenvolvimento econômico e ao progresso social, eu pretendia contestar enfatizando que há países de maioria católica, como a França, a Bélgica, a Itália e tantos outros que são ricos, socialmente avançados e tecnologicamente desenvolvidos. Desejava, por fim, acrescentar que as teorias reducionistas não encontravam fundamento na ciência. A vida social é muito complexa para ser interpretada à luz de uma única variável ou mesmo de apenas uma categoria delas. Somente a abordagem multicausal é aceita como fonte científica do estudo da sociedade.

Mas eu —pobre de mim— de onde iria tirar, nessa época, argumentos e coragem necessários para me manifestar em legítima defesa de minha herança latina e de minha religião católica.

Com o tempo, com muita leitura e muito estudo, cheguei ao alcance de compreender que as idéias, enfaticamente expostas pelo barbeiro Honório vertiam da interpretação superficial e reducionista do clássico de Max Weber “A Ética do Protestantismo e o Espírito do Capitalismo”. O incentivo à poupança com a condenação do consumismo; a crença no sucesso pessoal e na competição; a dedicação ao trabalho como fonte de salvação continuam sendo os valores da moral calvinista, associados ao desempenho da burguesia nos primórdios do capitalismo. Entretanto, esse conjunto de valores não explica, em sua amplitude e profundidade, o todo complexo das relações sociais, econômicas e culturais da sociedade.

No entanto, apesar dessas contrariedades, eu devotava ao velho barbeiro sincera admiração e, nos horários em que não havia fregueses em sua barbearia, eu me aproximava para ouvir seus conselhos a respeito da importância da educação e da honestidade nas relações interpessoais. Suas sábias lições me serviam de inspiração para prosseguir os estudos e para reforçar a crença nos princípios da solidariedade, da justiça e da ética.

Do livro Sonhar é Preciso – Comunidade e Política nos Tempos da Ditadura; Guaçu Piteri – Edifieo – Osasco

(continua)




Artigo de Guaçu PIteri: 'Quem tem medo da Odebrecht?'

Guaçu Piteri

Quem tem medo da Odebrecht?

by Guaçu Piteri

Demorou, mas aconteceu. As grandes empresas, integrantes do Clube das Empreiteiras – famigerado cartel criado para assaltar os cofres da Petrobras, estão esperneando para se livrarem da Lei Anticorrupção que prevê a responsabilização administrativa e civil de pessoas jurídicas, pela prática de atos lesivos ao interesse público.

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, comprou a briga das empreiteiras. Dias atrás  manifestou-se indignado com o despacho do Juiz Sergio Moro que aceitou  o desafio  de “reiteração das práticas corruptas” se as empreiteiras investigadas firmarem contratos com o poder público, no program de concessões “cujo investimento previsto chega a 198,4 bilhões.”

O ministro discorda porque “… defende empesas da Lava Jato em licitações.”Folha de São Paulo; 21/06/15; P. A10).

A leniência é a saída vislumbrada pelo governo para silenciar as mega empreiteiras envolvidas na roubalheira. Não é à toa que depois da prisão dos chefões da Odebecht e da Andrade Gutierrez, instalou-se o pânico no Planalto e a CGU – …….. )resolveu fechar qualquer acordo com

A suspeita torna-se mais verossímil quando se sabe que Norberto Odebrecht, declarou que: “se o presidenta e da…

 




Prefeitura anuncia aumento para R$ 3 na tarifa de ônibus em Itapetininga

Atual valor é de R$ 1,90; reajuste começa em 1º de julho.Executivo alega valor defasado e inflação para mudança

 Do G1 Itapetininga e Região

A Prefeitura de Itapetininga (SP) anunciou na noite desta sexta-feira (26) que o valor da tarifa de ônibus no perímetro urbano vai subir para R$ 3. A mudança vale a partir de 1° de julho. O atual preço é de R$ 1,90. O preço de táxi rotativo também sofrerá reajuste: de R$ 2 para R$ 3,50. Apesar dos aumentos, os valores do transporte coletivo rural continuam os mesmos.

O Executivo alega que, como não houve reajuste desde 2013, o valor está defasado. Afirma também que o aumento é necessário para superar a inflação (aumento no combustível), e cobrir o reajuste salarial dos funcionários da empresa responsável pelo serviço, a Rosa Turismo. Em 17 de junho a secretária de Transportes, Samira Albuquerque, adiantou que seria feito um estudo para esclarecer a quantia do aumento.

Para o aumento no preço do táxi, o valor foi estabelecido segundo as previsões da lei e do decreto que regulamentam a categoria, assim como através de uma comissão especial para definição da tabela de preço, composta por membros da categoria de táxi.

Além do táxi rotativo também houve aumento em outros serviços: bandeirada a R$ 5,60; bandeira 1 a R$ 2,90; bandeira 2 a R$ 3,50; hora parada a R$ 22,00; volumes R$ 1,00.

Preço da tarifa de ônibus em Itapetininga ficará mais caro a partir de julho (Foto: Cláudio Nascimento/TV TEM)Preço da tarifa de ônibus em Itapetininga ficará mais caro a partir de julho (Foto: Cláudio Nascimento/TV TEM)
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Afrânio Mello fornece informações sobre a familia Lapolla, La Polla

Afrânio Mello – ATENDIMENTO NÚMERO 487

Caro Newton,

Depois de quase trinta dias consegui alguns dados sobre o seu sobrenome LAPOLLA,

nos sites italianos e já traduzidos para você.

O outro arquivo foram ‘ passeios “ que fiquei fazendo pela Internet e colando em um arquivo

o que encontrei, incluso uma FOTO SUA.

Espero ter contribuído com a sua pesquisa para desenvolver os seus sobrenomes.

LAPOLLA voc~e já tem. Caso queira enviar outros sobrenomes poderei pesquisar.

Utilze os sites de Genealogia tais como : MuHeritage , Genoon, a Igreja dos Mormons que possuem

imensos arquivos de sobrenomes e a genealogia deles fazendo a correspondência de nomes.

Forte abraço

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Jornal On Line

Lapolla  lapolla1Lapolla, La Polla, sobrenome de origem latina. Há ramos tanto na Itália como na Espanha. A palavra vem do latim e significa pequeno frango ou pinto. Família antiga, virtudes claras e ancestrais, originalmente de Venosa, que desde o século XVI, apresenta Casa Solar em Napoli. Um certo Venânico Lapolla estava autorizado a assumir o título de barão com “compromissos conjugais”, com o Real Decreto de 28 de junho de 1906 e do Decreto Ministerial de 02 de maio de 1908 concedido à esposa Maria Marigliano em 1906, transmitida aos seus descendentes para a primogenitura masculina. Há um ramo italiano de Basilicata, que deve derivar da transformação do toponímico Rapolla. Há também uma mui ilustre e poderosa família oriunda de Treviso, Veneto, de antiqüíssima origem, proveniente de Pola. Bonfácio de La Polla, eleito em 1269 como prefeito de Treviso. Há um registro de outro Bonifácio La Polla que viveu em Treviso por volta do ano de 1150, dos quais descendem os Monfiorido, um feudo do patriarca d’Aquileia que teve notável parte na história do patriarcado naquele tempo.

Registra-se Alessio La Polla, nascido em 1787, Monterosso, Calabro, Catanzaro, Itália; casou-se em 1812 com Rosa Galati; tiveram um filho: Bruno La Polla.

Registra-se Pedro Lapolla, nascido em 1856, Tursi, Itália; casou-se por volta de 1880 com Aurélia Lambertacci; tiveram um filho:Nicolas Donato Lapolla.

Registra-se Lorenza Lapolla, nascido em 1756, Bovino, Foggia, Itália; casou-se por volta de 1780 com Antonio Caccavela; tiveram os seguintes filhos: Davice Caccavela, Rosária Caccavela, Salomone Caccavela e Francesco Caccavela.

Registra-se Antonio Lapolla, nascido em 1779, Panni, Foggia, Itália; casou-se em 1803 com Francesca Melino; tiveram os seguintes filhos: Saverio Lapolla e Michele Lapolla.

Registra-se Robert La Polla, nascido em 1878, Milton, Nova York, Estados Unidos; casou-se por volta de 1902 com Louise Faranto;

Registra-se Simplício La Polla, nascido em 1783, Panni, Foggia, Itália; filho de Domenico La Polla e Maria Montecalvo.

Registra-se Maria Lapolla, nascido em 21.03.1903 Santa Cruz das Palmeiras, São Paulo, Brasil; filha de Domingos Lapolla e Archangela Ingrezieri.

Mapa da Distribuição do Sobrenome nos Estados Unidos

Lapolla2

Mapa da Distribuição do Sobrenome na Itália

Mapa

PESQUISAS SOBRE O SOBRENOME LAPOLLA NA INTERNET

Lapolla3

                        

Sobrenome Lapolla em São Paulo, Brasil

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1 Lapolla em São Paulo (Brasil)

1 Lapolla nascidos em São Paulo (Brasil)

1 Lapolla morando em São Paulo (Brasil)

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84 Lapolla no Mundo

  • Lapolla em Argentina
  • Lapolla em Brasil
  • Lapolla em Chile
  • Lapolla em Espanha
  • Lapolla em Itália

 Lapolla4

Origem do sobrenome Lapolla, país de origem: Italia

Nobreza: Baroni – Nobili dei Baroni

Escudo e Brasão de Armas da família Lapolla:
Troncato con la fascia di oro sulla troncatura: nel primo di rosso a tre stelle di sei raggi d’oro ordinate in fascia; nel secondo di azzurro alla rapa la naturale.

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Antica famiglia, di chiara ed avita virtù, originaria di Venosa, la quale, sin dal XVI secolo, pose dimora in Napoli. Un Venanzio fu autorizzato ad assumere il titolo di barone “maritale nomine”, con Real Decreto 28 giugno 1906 e Decreto Ministeriale 2 maggio 1908 concesso alla moglie Maria Consiglia Marigliano nel 1906, trasmissibile ai suoi discendenti per linea retta maschile primogeniale. Ma, tal casato, anche precedentemente, sempre riuscì a distinguersi, …continua

Origem do sobrenome Lapolla, país de origem: Italia

Nobreza: Baroni – Nobili dei Baroni

Escudo e Brasão de Armas da família Lapolla:
Troncato con la fascia di oro sulla troncatura: nel primo di rosso a tre stelle di sei raggi d’oro ordinate in fascia; nel secondo di azzurro alla rapa la naturale.

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grazie agli elevati personaggi, a cui diede i natali. Tra questi, ricordiamo: Luigi, dottore in “utroque jure”, vivente in Napoli, nel 1565; Carlo Maria, protomedico alla corte di Napoli, vivente nel 1598; D. Biagio, canonico, teologo e commissario apostolico, vivente nel 1611; Ernesto, giudice della Gran Corte Civile, vivente nel 1630; P. Melchiorre, dell’Ordine dei Predicatori, uditore e preposito del proprio ordine, vivente nel 1650; Salvatore, giurato in Monte San Giuliano, vivente nel 1734; Gio. Battista, gentiluomo di Camera di re Carlo III di Borbone; Stefano, alfiere del “1° Reggimento Cacciatori a Cavallo” che fu presente in tutta la campagna dalla Sicilia a Gaeta; Matilde, promotrice dell’Anticoncilio di Napoli, del 1869. La famiglia è scritta nel Libro d’Oro della Nobiltà Italiana e nell’Elenco Ufficiale Nobiliare Italiano, anno 1922. Arme del casato. Troncato con la fascia di oro sulla troncatura: nel primo di rosso a tre stelle di sei raggi d’oro ordinate in fascia; nel secondo di azzurro alla rapa la naturale. I cognomi così antichi, senza dubbio alcuno, rendono decoro non solo alle famiglie ma anche alle città che li hanno accolti; pare siano, infatti, molto riguardevoli i soggetti viventi di questa famiglia che, con tanto decoro, sostentano questo nobile cognome, che ha avuto vari soggetti illustri.

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O Diretor do Centro de Estudos
Andreola Nicandre

Origem sobrenome Lady, país de origem: Itália

Nobreza: Baroni-nobre dos barões

PASSADO NO TRADUKKA TEMOS A LEITURA ABAIXO:

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Escudo e Brasão de Armas da senhora de Familia

Antiga família, das virtudes de clara e avita, de Venosa, que, desde o século XVI, colocado a casa em Nápoles. A foi autorizada a recrutar Venancio as candidaturas de estado civil de Barão de título, com decreto real e Decreto Ministerial de 2 de maio de 1908 28 de junho de 1906 concedeu a sua esposa Maria recomenda Mackenzie em 1906, transmitida aos seus descendentes para o macho de primogeniale em linha reta. Mas, esta casa também, sempre conseguiram se destacar-se,… detalhes de Hotel

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Foto de Newton Lapolla no Facebook.

Edson Lapolla: ‘Comigo o São Paulo terá uma gestão mais profissional’

LANCENET! entrevista o candidato que faz oposição a Juvenal Juvêncio

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Bruno Quaresma e Marcio Porto – 20/04/2011 – 07:19 São Paulo (SP)

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Edson Lapolla sabe que no vencer as eleies desta quarta-feira (Foto: Divulgação / Blog do São Paulo)

Juvenal Juvêncio vencerá a eleição para presidente do São Paulo, que acontece na noite desta quarta-feira, no Morumbi. Quem afirma é Edson Lapolla, candidato da oposição. Se todos sabem do resultado, qual a finalidade de entrar em um jogo perdido?

– O jogo não está perdido. Só de eu estar aqui falando com vocês, de apresentar uma plataforma, dela ser publicada. Da torcida saber que tem gente com ideias para melhorar a gestão do São Paulo. Só isso para mim e para as pessoas que me acompanham já é uma vitória – explicou Lapolla em visita à redação do LANCENET!.

E MAIS!

Leia mais no LANCENET! http://www.lancenet.com.br/sao-paulo/Edson-Lapolla-Comigo-Paulo-profissional_0_466153388.html#ixzz3dohGqJ1U
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Familia Lapolli ou Lapolla

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Encontro Lapolli – 4 respostas.

Fernando M L – 27 de agosto de 2006 – denunciar abuso

Encontro Lapolli

Estamos agitando um encontro para quinta-feira aqui em Florianópolis.

Fernando M L – 30 de agosto de 2006 – denunciar abuso

O encontro ficou para o dia 05 de setembro, terça-feira, às 20:00 hs, no Restaurante Notório, Fica no Estreito (Balneário) numa rua depois da rua do Estádio do Figueirense.

Gi Lapolli – 8 de setembro de 2006 – denunciar abuso

E ai Fernando como foi mais esta “pequena reunião de família”?

Fernando M L – 9 de setembro de 2006 – denunciar abuso

Oi Gisele
Como da outra vez apenas os Fernando e o Bruno, rssss
Tinhamos pensado em fazer o encontro na sexta ou sábado, mas acabou que não deu, então marcamos de jantar na terça-feira última, mas estamos com ideias de agitar um para reunir um número maior de parentes, uma vez que muitos primos meus e até alguns que eu não conheço ainda demonstraram vontade de participar.
E também estamos aguardando a sua próxima vinda até aqui para te conhecer.
Beijos prima

Peter Lapolla

Hospital & Health Care Professional

Localidade

Santa Fe, New Mexico

Setor

Atendimento médico e hospitalar

Atual
  1. La familia clinic
Anterior
  1. Autônomo
Formação acadêmica
  1. Dental School University of Maryland

4conexões

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4conexões

La familia clinic

retired

Histórico profissional

Experiência

retired

La familia clinic

director

Autônomo

1956 – 2003 (47 anos)

Competências

  • Nursing
  • Healthcare Management
  • Hospitals
  • Healthcare

Formação acadêmica

Dental School University of Maryland

DDS, Dentistry, B

1952 – 1956

President of Junior class
treasurer of sophomore class
Psi Omega dental fraternity
Delta Epsilon Sigma Honor society
Worked with emotionally disturbed children for three years while in Dental school

Teatro local perde sua grande entusiasta: marlene lapolla

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jcregional13 de março de 2015

Faleceu nesta quarta-feira (11 de março de 2015) às 22:15, em Ribeirão Preto, uma das maiores entusiastas do nosso teatro Amador: Marlene Salete Lapolla Paschoal.

Marlene Lapolla começou a fazer teatro em 1977 com as primeiras turmas de teatro em Pirassununga. O gosto pela arte nasceu na infância e por isso é considerada pelas pessoas com quem trabalhou como uma entusiasta do teatro. Não fez nenhum curso, porém a vontade de incentivar pessoas no teatro fez com que Marlene pesquisasse nos livros o ofício.

Um local que marcou presença por muito tempo foi a Escola Estadual Coronel Franco onde ficou por dez anos ministrando aulas de teatro. Um convite da profa. Maria Luiza Giacomelli formalizou o curso naquela escola, que foi aberto para os alunos e também crianças interessadas em aprender.

Até as escadarias do Ginásio Preside4nte Médici serviram como palco para ensaiar suas peças. Passou por vários bairros da cidade e instituições (APAE, Lar André Luiz) e bairros da zona rural (Monte Sião). A vila Esperança foi a que lhe deu mais pessoas interessadas em fazer teatro

Marlene apresentou mais de 100 peças (de sua autoria criou quatro, entre eles a belíssimo espetáculo “Lili”), levando em conta as diversas turmas que formou. O curso durava aproximadamente de seis  a um ano, era gratuito e a maioria de seus alunos eram crianças.

Em 1994 parou com os cursos nas escolas e instituições e passou a ministrar suas aulas de teatro em casa. Por problema de saúde resolveu continuar lecionando em casa.

Costumava frequentar o Teatro Municipal Cacilda Becker e ficou superfeliz quenado no ano de 2007 foi escolhida pela organização do VII Festival de Teatro Cacilda Becker a ser a primeira pessoa a receber o Prêmio Cacilda Becker.  Marlene foi a primeira personagem a ser homenageada pelo festival tendo em vista a sua grande participação na luta por um teatro melhor e mais respeitado.

Também ministrou cursos no CIT de técnica teatral. Por suas mãos iniciaram-se no teatro muitos jovens pirassununguenses: Reinaldo Facchini, Silmara Mello, Jajá Toledo, Rebeca Lancieri, Laine Vasconcelos, Almir Rogério, e tantos outros.

Marlene montava suas peças e fazia com dinheiro próprio as fantasias e cenários e contava com a ajuda de amigos para o transporte e as apresentações que realizava nas escolas e nos espaços culturais de escolas.

Sua morte certamente abre uma lacuna em nosso teatro sério, batalhador e executivo (não falava ou criticava, trabalhava e executava seus planos, sem depender de ajuda municipal). Marlene sai de cena, mas deixa um legado de lutas e conquistas, que teve início numa época difícil, quando Pirassununga nem teatro tinha.

Marlene lutava contra um câncer nos últimos anos e havia terminado radioterapia na cidade de Ribeirão Preto.

Para a família, fica a certeza de que Marlene fez o melhor de si, ajudou e realizou sonhos de muitos jovens e deixou seu nome marcado na história de nosso teatro!

Marlene, descanse em paz!

ISRAEL FOGUEL

LAPOLLA Specifico della Basilicata, dovrebbe derivare dalla trasformazione del toponimo Rapolla (PZ).

 




Artigo de Celso Lungaretti: 'Cabo Anselmo lança livro 'Minha Verdade'. Mas, o veredicto da história é bem diferente…'

Do blogue Náufrago da Utopia

Cabo-Anselmo-Agente-infiltradoA História deu o veredicto sobre o antigo marinheiro de primeira classe José Anselmo dos Santos, erroneamente apelidado de Cabo Anselmo, em 2012, quando a Comissão de Anistia do Ministério da Justiça negou seu pleito, decidindo que jamais fora vítima da ditadura mas sim um agente provocador a serviço dos golpistas desde a fase de preparação da quartelada de 1964.

Hoje com 74 anos, ele exercita seu direito de espernear contra a verdade histórica na autobiografia Minha Verdade, com prefácio de Olavo de Carvalho, que a editora Matrix começou a colocar nas livrarias neste sábado (27). Quantas árvores terão sido abatidas para fornecer o papel no qual foram impressos os 3 mil inúteis e repulsivos exemplares?

Anselmo sempre alegou só ter começado a colaborar com a repressão, armando ciladas nas quais os resistentes eram presos ou mortos, após ser preso em 1971 pelo delegado Sérgio Fleury, do Deops paulista. Já o PCB desde os anos 60 o vinha acusando de agente provocador.

A Comissão de Anistia chegou à verdadeira verdade a partir de documentação secreta do Serviço de Inteligência da Aeronáutica, de papéis recebidos do Arquivo Nacional e de um depoimento do ex-delegado Cecil Borer no sentido de que Anselmo era mesmo um infiltrado (ver aqui), comprovando de viva voz o que sempre se suspeitara: não passou de uma farsa a alegada fuga do marinheiro da delegacia carioca na qual estava detido em maio de 1966, pois ele foi simplesmente solto.

O MAIS NOTÓRIO “CACHORRO” DO FLEURY

metralhaAntes mesmo de definitivamente comprovada sua condição de agente duplo, Anselmo já tinha assegurado uma posição infame na História como o mais célebre dos militantes da luta armada que, presos, atuaram (segundo o jargão dos próprios órgãos de segurança) como cachorros da repressão.

De acordo com o amigo e protetor de Anselmo até hoje, o (antigo torturador) delegado Carlos Alberto Augusto, do 12º distrito de São Paulo, só no Deops/SP havia uns 50 deles.

Até 2012, perdurava, contudo, uma dúvida: Anselmo mudara de lado em 1971–o que obrigaria a União a atender seu pleito, apesar das abominações que cometeu, tendo até se vangloriado de haver causado a  morte de “cem, duzentos” opositores da ditadura que o tinham como companheiro–  ou era, desde o início, um agente infiltrado? A Comissão de Anistia deu o xeque-mate na questão.

Principal agitador da Associação dos Marinheiros e Fuzileiros Navais do Brasil no período que antecedeu o golpe de 1964, Anselmo chegou a ser preso pelo novo regime mas escapou de forma inverossímil; passou vários anos foragido e chegou a treinar guerrilha em Cuba.

De regresso ao Brasil em 1970, militou na luta armada contra o regime militar, ao mesmo tempo em que colaborava com a repressão da ditadura, desgraçando seus companheiros.

Eis como Élio Gaspari relatou, em A Ditadura Escancarada, a mais lembrada de suas missões:

A última operação de Anselmo, na primeira semana de janeiro de 1973, (…) resultou numa das maiores e mais cruéis chacinas da ditadura. Um combinado de oficiais do GTE e do DOPS paulista matou, no Recife, seis quadros da VPR. Capturados em pelo menos quatro lugares diferentes, apareceram numa pobre chácara da periferia.

Lá, segundo a versão oficial, deu-se um tiroteio (…). Os mortos da VPR teriam disparado dezoito tiros, sem acertar um só. Receberam 26, catorze na cabeça. (…) A advogada Mércia de Albuquerque Ferreira viu os cadáveres no necrotério. Estavam brutalmente desfigurados.

Passou então a viver sob a proteção dos órgãos de segurança, que lhe proveram remuneração e fachada legal sob identidade falsa. De vez em quando, para aumentar os ganhos, concedia entrevistas que foram publicadas com destaque na grande imprensa e até viraram livros.

Vários dos ex-colegas de Anselmo na Armada há muito sustentavam que ele sempre serviu à comunidade de informações.

Primeiramente, porque ele tudo fez para radicalizar os movimentos dos subalternos das Forças Armadas – fator decisivo para que a oficialidade, sentindo-se afrontada, decidisse quebrar seu juramento de fidelidade à Constituição, passando a apoiar os conspiradores.

Após o golpe, Anselmo pediu asilo na embaixada mexicana. Mas logo mudou de ideia e, embora fosse uma das pessoas mais procuradas do País, saiu andando calmamente de lá, sem ser detido.

O HÓSPEDE SAÍRA E NÃO VOLTARA…

Algum tempo depois foi preso, exibido como troféu pela ditadura… e logo transferido para uma delegacia de bairro, na qual, diz Gaspari, “Anselmo fazia serviços de telefonista, escrivão e assistente do único detetive do lugar”.A situação carcerária do ex-marujo, continua Gaspari, não cessou de melhorar:

Com as regalias ampliadas, era-lhe permitido ir à cidade. Numa ocasião surpreendeu o ministro-conselheiro da embaixada do Chile, visitando-o no escritório e pedindo-lhe asilo. Quando o diplomata lhe perguntou o que fazia em liberdade, respondeu que tinha licença dos carcereiros. O chileno, estupefato, recusou-lhe o pedido.

Finalmente, sem nenhuma dificuldade, Anselmo deixou a cadeia em abril de 1966. Nada houve que caracterizasse uma fuga: apenas constataram que o hóspede saíra e não voltara.

O grande jornalista Jânio de Freitas assim comentou tal episódio:

O compreensível ódio da oficialidade desacatada pelos marinheiros, logo na mais classista das forças militares, transmudou-se em represália feroz quando o golpe possibilitou a prisão da marujada rebelde. Masmorras e prisão nas piores condições em navios foram o destino comum dos apanhados.

Não, porém, para o maior incitador da rebelião e das ameaças à oficialidade: Anselmo foi posto em um pequeno e pacato distrito policial na orla da floresta do Alto da Tijuca, sem vigilância especial, e disponível para seus visitantes.

Em poucos dias, não precisou de mais do que sair pela porta para a liberdade. Os visitantes perderam a sua nos dias seguintes.

E foi mais longe Jânio de Freitas, acrescentando uma informação não muito conhecida sobre Anselmo:

Também por aquelas alturas, um cartunista jovem e já famoso foi solicitado a ajudar ‘o caçado’ Anselmo, arranjando-lhe um abrigo por alguns dias. O rapaz deu-lhe a chave de um apartamento. Em troca, recebeu os efeitos habituais da repressão, e mais tarde viveu anos de exílio na Suíça.

Mas, de todas as ignomínias de Anselmo, nada se compara a haver causado a morte da companheira que engravidara (a Soledad Barret Viedma), tendo preferido propiciar o massacre de seis revolucionários do que salvar sua amante e a criança que ela concebia.

[Vale registrar que Anselmo incluiu no livro uma mensagem do irmão de Soledad, na qual este diz “não acreditar” que ela estivesse grávida ao ser entregue para os carrascos da ditadura. Além de isto não ser conclusivo, em nada diminuiria a torpeza de quem tinha um relacionamento íntimo com ela e traiu miseravelmente sua confiança.]

DILMA EM PARAFUSO: ELA AGORA ATRIBUI SUA IMPOPULARIDADE AO MACHISMO DOS BRASILEIROS!!!

Do blogue Náufrago da Utopia.

Está explicado: os 65% de brasileiros que consideram ruim ou péssima a gestão de Dilma Rousseff não chegaram a tal conclusão por causa do estelionato eleitoral de 2014; nem porque ela conduziu o País à pior crise econômica desde a megainflação do Sarney; muito menos por sua relutância em cumprir com os deveres do ofício, preferindo delegar o comando da economia ao neoliberal Joaquim Levy e a coordenação política ao eterno fisiológico Michel Temer.

Nada disso. O problema é, tão somente, o preconceito contra as mulheres, que inexistia nas duas vezes em que Dilma foi eleita, mas passou a existir agora (quando, por mera coincidência, nosso povo começa a sentir, em toda a sua extensão, os efeitos da estagflação)…

Foi a lorota que a Dilma tentou impingir numa entrevista ao Washington Post:

Eu acredito que há um pouco de preconceito sexual. Sou descrita como uma mulher dura e forte que coloca o nariz em tudo, e eu estou [me dizem] cercada por homens muito bonitos.

Se isto é tudo que ela tem para dizer a um dos jornais mais importantes do mundo, deveria ter ficado por aqui, ao invés de sair por aí nos envergonhando. Era só o que faltava: além de termos um governo desastroso, agora nos tornarmos motivo de chacota no exterior…

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CRÔNICA DE APÓLLO NATALI: “ABAIXO O TERRORISMO CONTRA CRIANÇAS!”

DUAS OPÇÕES DESASTROSAS DO PT: O JOGO SUJO CONTRA MARINA E TER IGNORADO O “VOLTA LULA!”.

AS MILÍCIAS DO MADURO: a) DERAM UM TIRO NO PÉ; b) FIZERAM O JOGO DO INIMIGO; c) CONSTRANGERAM UMA ALIADA; d) TODAS AS OPÇÕES.

ARCEBISPO DESMOND TUTU A CAETANO E GIL: “A NEUTRALIDADE SIGNIFICA TOMAR O PARTIDO DO OPRESSOR”.




Artigo de Reinaldo Canto: 'O clima definitivamente entrou na pauta global'

Notícias das últimas semanas revelam preocupação com as mudanças climáticas e seus efeitos, mas ainda falta o Brasil entrar no clima

por Reinaldo Canto 

AFP PHOTO / JUSTIN TALLIS
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Ativistas chamam a atenção para o aquecimento global durante ato próximo ao parlamento inglês, em Londres

Já não era sem tempo e nem por falta de sinais gritantes das mudanças climáticas, cada vez mais intensos e preocupantes. Finalmente, a questão foi reconhecida como uma seríssima ameaça a sobrevivência do ser humano num planeta mais quente e instável.

As boas notícias começaram no encontro do G-7, o grupo de países mais desenvolvidos do mundo (Alemanha, França, Reino Unido, Itália, EUA, Canadá e Japão) reunidos na Alemanha, que decidiu, pela primeira vez, encarar de frente o desafio de “descarbonizar” a economia. Ou seja, por um fim, mesmo que a longo prazo, ao uso de combustíveis fósseis (petróleo, carvão e gás natural) que tem sido a base energética da economia mundial ao menos há 200 anos.

 

Inicialmente o acordo dos países ricos prevê a redução entre 40 e 70%, até o ano de 2050, das emissões de gases de efeito estufa; e o comprometimento com aportes de recursos para um fundo de US$ 100 bilhões a serem investidos em tecnologia para a adoção de energias limpas e renováveis nos países pobres, principalmente no continente africano.

O objetivo mais imediato dos países que compõem o G7 é o de frear o aquecimento do planeta para que não ultrapasse os dois graus centígrados, considerados pelos cientistas um patamar crítico, já que o aumento da temperatura média poderá acarretar em mais fenômenos climáticos extremos, extinção acelerada de espécies, além de acarretar no aumento nos níveis dos oceanos, entre outras consequências. Segundo o comunicado emitido pelo G7 a economia mundial deverá estar “descarbonizada” até o ano de 2.100.

Ainda faltam detalhes sobre como será a execução do plano na prática, mas o anúncio e a importância dada ao tema são inéditos e demonstram claramente a preocupação desses líderes com o futuro do planeta. Isso não é pouca coisa. Muitos entenderam a posição como histórica, por representar o início do fim da era dos combustíveis fósseis, até aqui a base da economia global desde a Revolução Industrial.

Papa antenado com o clima  

A outra boa notícia veio do Vaticano e eis que mais uma vez o Papa Francisco surpreende e renova o seu empenho em falar sobre problemas contemporâneos. Desta feita em sua primeira encíclica – “Laudato si’” (Louvado sejas), ele cita o Patriarca Ecumênico Bartolomeu: “Um crime contra a natureza é um crime contra nós mesmos e um pecado contra Deus.”

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Turistas no Vaticano passam por cartaz sobre a encíclica papal que tratou do clima

Se não fosse pouca coisa, o Papa ainda afirma, fazendo uma direta referência às mudanças climáticas: “o urgente desafio de proteger a nossa casa comum inclui a preocupação de unir toda a família humana na busca de um desenvolvimento sustentável e integral, pois sabemos que as coisas podem mudar”.

Em consonância com os preceitos adotados desde a Conferência das Nações Unidas, a Rio+20, no Rio de Janeiro em 2012, que colocou o desenvolvimento sustentável ao lado da erradicação da pobreza, o Papa Francisco fez coro e reforçou a sua preocupação com os menos favorecidos: “São inseparáveis as preocupações com a natureza, a justiça para com os pobres, o empenho da sociedade e a paz interior.”

E agora Brasil?

Em recentes declarações durante o encontro de cúpula com a União Européia a Presidenta Dilma Roussef afirmou que o Brasil tem sido um dos países que mais reduziu suas emissões, graças principalmente a queda do desmatamento. Mesmo assim, para a 21ª Conferência do Clima a ser realizada em Paris no final do ano, será preciso um compromisso mais efetivo e não apenas jogo de palavras.

Nessa ocasião deverão ser assumidos novos compromissos para substituir o Protocolo de Kyoto com metas mais ambiciosas para todos os países. Ainda mais entre os maiores emissores, caso do Brasil que ocupa a 10ª posição. As pressões sobre o governo já começaram, entre elas, o Lançamento da Coalizão Brasil: Clima, Florestas e Agricultura, movimento com a presença de mais de 50 entidades representantes do setor privado e de importantes organizações do terceiro setor, nesta semana que, “pretende propor e promover políticas públicas para o estímulo à agricultura, pecuária e economia florestal que impulsionem o Brasil como protagonista na liderança global da economia sustentável e de baixo carbono, gerando prosperidade, com inclusão social, geração de emprego e renda”.

A Coalizão vai divulgar um documento que apresenta propostas de políticas e ações efetivas  que devem contribuir para a estruturação da posição do Brasil na COP21.

Nesses seis meses que faltam para o encontro de Paris novas discussões e debates virão e o Brasil deve entrar no clima positivo que começa a tomar corpo mundo afora.




Secretaria de Trânsito de Itapetininga realiza campanha de cidadania

Algumas ações serão desenvolvidas para alertar os condutores sobre a importância do respeito as vagas especiais

O Mês de Maio foi marcado por inúmeras ações de conscientização de trânsito, realizadas pela Prefeitura de Itapetininga, através da Secretaria de Trânsito e Cidadania. O Maio Amarelo deu início a um trabalho permanente de discussões que serão realizadas a cada mês, com enfoques específicos.

Neste mês de junho, o trabalho de orientação está direcionado para o respeito às vagas especiais (vagas para idosos e deficientes físicos),  vagas estas garantidas por Lei e que infelizmente costumam ser ignoradas por uma grande parcela dos condutores em Itapetininga.

Dentre as ações que estão sendo realizadas com o propósito de melhorar as condições para os idosos e portadores de necessidades especiais, é a sinalização vertical e horizontal de novas vagas. Desde o início do mês, as vagas especiais estão sendo aumentadas, para dar mais acessibilidade, principalmente nas vias principais da cidade.

Outra ação que será desenvolvida para este público será o Mutirão da Credencial de Estacionamento para Idosos e P.N.E que será realizado no dia 27 de Junho, na praça do Fórum Central, das 09h às 14h, oportunidade em que a Secretaria de Trânsito e Cidadania estará a postos para atender os cidadãos que preenchem os requisitos para adquirirem a Credencial de Estacionamento, que receberão o documento de forma imediata.  Para tanto, deverá apresentar: cópia da CNH, cópia do documento do veículo, comprovante de residência, foto 3×4, e atestado médico, no caso de Portadores de necessidades especiais. Não há qualquer custo para a emissão da Credencial.