Vereador condenado deveria deixar o cargo, afirma presidente da OAB

‘Mesmo que o caso não tenha trânsito em julgado, ele é considerado ficha suja’, avalia o presidente da OAB, Luiz Lisbo Gonzaga Rolim

Publicado pelo jornal Correio de Itapetininga
por Orestes Carossi Filho
Jornal Correio de Itapetininga

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Itapetininga, Luiz Gonzaga Lisboa Rolim, considera que a situação do vereador Douglas Monari (PSDB) ficou insustentável. “O que se espera do representante do povo no Legislativo, no Executivo, no Judiciário e em ONGs é que tenham um comportamento acima do cidadão comum”, informou.
Em sua avaliação, a sentença do Tribunal de Justiça (TJ) tornou o vereador ficha suja. “Mesmo que o caso do vereador não tenha trânsito em julgado (sentença final, sem condições de recorrer), ele é considerado ficha suja”, opinou o presidente da OAB. “Perante a Ordem dos Advogados, ele é ficha suja”, reforçou.
Na próxima semana, Gonzaga disse que a OAB irá iniciar uma campanha pela ética e contra a corrupção no Estado de São Paulo. Em Itapetininga, a instituição irá trazer esse assunto para a população. Ele disse que “pensa em fazer algo sobre o vereador”.
Para o presidente da OAB, o vereador deveria, no mínimo, pedir licença. “Está insustentável para ele e para seus pares no Legislativo. O mínimo é a licença”, comentou em entrevista ao Jornal Correio de Itapetininga. A Mesa Diretora da Câmara pode tomar a medida para retirá-lo.
Há instrumento jurídico previsto para isso. A Lei Orgânica do Município (LOM) prevê a perda de mandato do vereador. No artigo 40 da LOM está escrito que o vereador perderá mandato cujo o procedimento for declarado incompatível com o decoro parlamentar. Diz a lei: “No artigo 6º, a perda de mandato será declarada pela Mesa, de ofício ou mediante provocação de qualquer vereador ou de partido político representado na Câmara Municipal, assegurada a ampla defesa”. A Mesa Diretora estuda o caso.

Entenda o caso
O Tribunal de Justiça (SP) condenou à prisão o vereador Douglas Mateus Monari (PSDB). Em 14 de abril, a 4ª Câmara de Direito Criminal negou os embargos de declaração e confirmou a sentença de 27 de janeiro deste ano que determinou a reclusão do réu e que o Tribunal Regional Eleitoral faça a cassação dos direitos políticos do vereador. O caso corre em segredo de Justiça, mas a sentença está publicada no site do TJ no processo de nº 3791-92.2013.8.26.0269.
Ao rejeitar os embargos de declaração, o relator, desembargador Euvaldo Chaib escreveu que: “fosse expedido, oportunamente, mandados de prisão do corréu Douglas Mateus Monari Baptista, oficiando-se ao Tribunal Regional Eleitoral para a cassação dos direitos políticos com estribo no art. 15, inciso III, da Constituição Federal, e à Secretaria da Administração Penitenciária para decretação da perda do cargo público na esfera estadual, na forma do art. 92, inciso I, letra “b”, do Código Penal”.

Delegacia da Mulher
A delegada titular da Delegacia da Mulher, Leila Tardelli, que indiciou, na época, o vereador, disse que foi aberto inquérito de todos os envolvidos, entre eles do vereador por ter dado carona e ter alugado a chácara em que ocorreu o crime contra a adolescente.
Ele foi condenado na primeira e segunda instância, mas pode esgotar todos os meios até reformar a sentença. “O parlamento (a Câmara) é um poder autônomo da esfera policial”, comentou. “Os vereadores podem fazer questionamentos. Douglas apresenta restrições (em função das condenações) e a Câmara pode adotar providências.” Depois completou: “Moralmente uma pessoa sub judice deveria sair”, conclui.

Outro lado
Na sessão de segunda-feira, dia 22, o vereador Douglas Monari disse que está recorrendo da decisão. “Quero deixar bem claro que uma pessoa só é considerada condenada, quando tem uma sentença transitado em julgado. Eu estou recorrendo. Não tem sentença nenhuma. Está suspensa a decisão do juiz por enquanto. Quero deixar bem claro que eu não tenho nada a ver com isso”, contou no alto da Tribuna da Câmara.




Itapetininganos integraram seleção brasileira em Sul-Americano de Sumô

Os itapetininganos Yoshihiro Sakashita e Cristiane Yurika Sakashita Apolinário defenderam o Brasil  no Campeonato Sul-Americano de Sumô realizado na cidade de Pirapo, Paraguai

Sumô - Sul Americano de Sumô - Paraguai - 1e 2.agosto.2015 (1)A atleta Cristiane Apolinário esteve entre os 15 convocados pela Confederação Brasileira de Sumô, tendo ótimo desempenho com a conquista da Medalha de Bronze na categoria Peso Médio e o 3º lugar com a equipe Brasil B.

Yoshihiro Sakashita atou como um dos árbitros do torneio internacional que reuniu sumotoris  da Argentina, Brasil, Peru, Venezuela  e outros países.

Durante a competição houve uma homenagem pelos 25 anos de municipalização daquela cidade e os 55 anos  da colonização japonesa.

Diversas autoridades prestigiaram o evento, entre eles os embaixador do Japão no Paraguaí e o Consul do Japão.

O Brasil conquistou o primeiro lugar por equipes.

Itapetininga foi referência no Sumô em 2014. Alunos da Escola Municipal de Sumô e da Associação Kodokan também participaram do Mundial na China, onde a jovem Anne Pires chegou ao pódio como terceira colocada.




E.M. Matheus Maylasky promove 2ª Caminhada Histórica

Como parte do Projeto ‘Sorocaba nos Trilhos da Inovação’, a Escola Municipal Matheus Maylasky promove nesta quarta-feira (26), a partir das 8h30, sua 2ª Caminhada Histórica Matheus Maylasky.

017O objetivo, segundo a Secretaria da Educação (Sedu), é estreitar o vínculo e parceria entre a comunidade e a escola, por meio de vivências culturais capazes de promover o reconhecimento dos significados da cultura e história local, como prática da leitura de mundo.

A caminhada pelo bairro será guiada por um dos moradores mais antigos da Vila Santana, o senhor Daniel Matucci, e pelo pesquisador e historiador José Rubens Incao. Atualmente, a E.M. Matheus Maylasky oferece Ensino Fundamental de 1º ao 9º ano.

Centro

Já na sexta-feira (28), também às 8h30, a escola realizará mais uma caminhada, dessa vez com os professores e pelo centro da cidade. A intenção é o reconhecimento de espaços públicos de memória esquecidos pela versão oficial da História. A caminhada será guiada pelo historiador, pesquisador e escritor Carlos Carvalho Cavalheiro.

A ideia é estabelecer uma rede em que as expressões culturais, a história e as vivências da memória se entrecruzem estabelecendo para os estudantes uma ação de participação e envolvimento com o seu entorno, e despertando um olhar crítico para o mundo que o cerca.

Encerramento

Para este ano, o encerramento do projeto será no dia 24 de setembro e contará com apresentação de cururu, danças folclóricas, vídeo do percurso da caminhada, inclusive com entrevistas de moradores antigos da Vila Santana e ferroviários que trabalharam na Sorocabana, contribuindo com a construção de uma escola para atender seus filhos e netos, em 1959.

Em 2014 a experiência com os estudantes promoveu o vínculo entre adolescentes e o grupo da 3ª Idade “Viva Terceira Idade”, que também participou da 1ª Caminhada Histórica. O fechamento do projeto contou com apresentação de Dança de Salão e os grupos de dança medalhistas da 3ª Idade.




Artigo de Celio Pezza: 'Sonegação de impostos no Brasil'

Celio Pezza: Sonegação de impostos no Brasil

Colunista do ROL
Celio Pezza

Quando a carga tributária é muito alta e a fiscalização da sonegação é baixa, passa a ser economicamente racional a prática da sonegação.

De acordo com a Receita Federal, a carga tributária bruta no Brasil passa de 35% do PIB, sendo que o Governo Federal fica com aproximadamente 70%, os Estados com 25% e os Municípios 5%.

Já o Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional, SINPROFAZ, estima que a sonegação de impostos no Brasil seja maior que a corrupção, e que os cofres públicos perdem acima de 500 bilhões de reais por ano, pelo não pagamento dos impostos devidos.

Este é um grande mal ao país, que continua nas sombras, com pouca ou nenhuma divulgação pela grande mídia, apesar do tamanho do rombo aos cofres públicos.

Os impostos mais sonegados são o INSS, o ICMS, o Imposto de renda e as contribuições sociais pagas com base nas declarações das empresas.

Um estudo feito pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, com sede em Curitiba,  divulgou que existem indícios de sonegação em 65% das empresas de pequeno porte, 49% das empresas de médio porte e 27% das grandes empresas.

A sonegação é maior no setor industrial e, apesar dos mecanismos existentes para evitar a sonegação, quase nada é feito. Muitas vezes, depois de uma empresa sonegar durante anos, ainda é contemplada com um parcelamento da dívida a perder de vista ou com uma anistia fiscal.

Essa prática, na verdade, premia os maus empresários, destrói o mercado e pune aqueles que recolhem seus impostos rigorosamente em dia.

É debochar do empresário sério, que perde competividade, mercado e condições de crescer dentro da lei, pois seus concorrentes têm preços melhores pela simples sonegação de impostos.

E quem deveria evitar essa prática criminosa, cala e consente com seu silêncio.

Os principais tipos de sonegação apurados são a venda sem nota, com “meia nota”, duplicidade da numeração da nota fiscal, a compra de notas fiscais, o saldo negativo do caixa ou passivo fictício, o crescimento patrimonial incompatível dos donos do negócio, a apropriação indébita, como o não recolhimento de tributos descontados dos funcionários, e muitos outros.

Em 2013, o SINPROFAZ criou o Sonegômetro e desde essa data vem alertando que a sonegação e a lavagem de dinheiro vêm financiando a corrupção que assola o país e que isso só acontece porque temos um Estado muitas vezes tolerante e conivente, que não combate de forma eficaz essa prática e, sempre que falta dinheiro no caixa, corta investimentos necessários, aumenta a taxa de juros e os impostos, quando o correto seria combater a sonegação e punir exemplarmente os sonegadores.

Célio Pezza   /   Agosto, 2015




Lançamento da Frente Parlamentar de Apoio à Silvicultura reunirá Secretários de Estado, Deputados e lideranças da região nesta próxima 2ª, dia 31 em Itapetininga

Será lançada em Itapetininga, nesta próxima segunda-feira,  dia 31, às 10 h, na Câmara Municipal, a Frente Parlamentar de Apoio à Silvicultura, coordenada pelo deputado estadual Edson Giriboni, autor da iniciativa

A Frente é formada por representantes de 10 partidos (PV, PSDB, PT, PC do B, DEM, PSB, PSD, PEN, PRB, PDT). Além de parlamentares,prefeitos e vereadores da região, autoridades locais e produtores rurais, participarão do evento o Secretário Estadual de Energia, João Carlos de Souza Meirelles e a Secretaria estadual do Meio Ambiente, Patrícia Iglecias.

A silvicultura é uma ciência, uma atividade agrícola das mais produtivas, voltada à preservação das florestas e dedicada ao aproveitamento econômico da madeira. É um importante instrumento de preservação ambiental, contribuindo para o equilíbrio do clima, para conservação da biodiversidade, ajuda na recuperação de áreas degradadas e dos mananciais.   

No Estado de São Paulo, há 1,1 milhão de hectares de florestas plantadas e, entre as atividades agropecuárias do Estado, a silvicultura,ocupa o 4º lugar no ranking de geração de renda, ficando atrás da cana-de-açúcar, pecuária bovina e avicultura. Na região de Itapetininga ficam nove dos 20 maiores produtores de resina do país, Itapetininga é o 4º município do país em produção de lenha da silvicultura, além disso, o único curso de Tecnólogo em Silvicultura do Estado é na Fatec de Capão Bonito.

“O objetivo é contribuir com propostas e ideias para desenvolvimento do setor de forma sustentável”, diz Giriboni. Para José Ricardo Paraíso Ferraz, presidente da Associação Paulista de Produtores de Florestas Plantadas (Florestar)a Frente permitirá ampliar as discussões e alinhamentos estratégicos para que os benefícios do manejo das plantações de árvores sejam fomentados no Estado de São Paulo, “ a indústria da árvore requer elevado nivel de desenvolvimento tecnológico e investimentos econômicos, no entanto também demanda, para seu sucesso, um arcabouço legal e institucional construído pelo trabalho parlamentar”, afirma. 

No Brasil, com 7 milhões de hectares plantados, o setor produtivo da silvicultura é  composto por três cadeias: da madeira industrial (celulose, papel e painéis de madeira reconstituída), do processamento mecânico da madeira (serrados e compensados) e da madeira para energia (lenha, cavaco e carvão vegetal). Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Bahia, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul são detentores de 87,1% da área total de plantios florestais.

 

  

Programa

9h às 10h- Recepção/Credenciamento

10h- Apresentação do Coordenador da Frente Parlamentar, deputado Edson Giriboni

10h20- – Apresentação Presidente da Florestar, José Ricardo Ferraz

10h30- Apresentação Diretor da Fatec Capão Bonito, José Francisco de Souza,

10h40- Saudação da Presidente da Câmara de Itapetininga

10h50- Saudação do Prefeito de Itapetininga

11h- Apresentação do secretário estadual de Energia, João Carlos de Souza Meirelles

11h20- Apresentação do secretário estadual do Meio Ambiente, Patrícia Iglecias

12h- Encerramento

Informações sobre o evento- 15-997199236




Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobre as familias VALENTE, CARVALHO,OLIVEIRA, ANTUNES, SIQUEIRA, JESUS e PEREIRA

Afrânio Mello: ATENDIMENTOS NÚMEROS 522,523,524,525,526,527 E 528     ( 7 SOBRENOMES)

Ana, boa noite.

Não faço pesquisas de nomes e sobrenomes.

Não posso ir aos cartórios, igrejas , funerárias e afins onde encontramos esses documentos.

Os registros da Hospedaria dos Imigrantes de São Paulo e do Rio são mais de outras origens

que não os portugueses e espanhóis.

O que tenho são arquivos de SOBRENOMES.

Em muitos deles, diversos que enviei para solicitantes , me responderam que encontraram

os nomes de seus parentes.

As fonte mais seguras são exatamente as certidões: nela você encontra, para cada situação,

os nomes de pais e avós e se for seguindo, vai longe.

Os seus sobrenomes sâo:

Valente,Carvalho,Oliveira,Antunes,Siqueira/Sequera,Jesus e Pereira.

Valente……..10 páginas e 11 brasões ;

Carvalho……. 15 páginas e 3 brasões ;

Oliveira…….. 40 páginas e 1 brasão ;

Antunes…….  02 páginas e 1 brasão;

Siqueira……   11 páginas 1 1 brasão;

Jesus……….   15 páginas e 1 brasão ;

Pereira…….   20 páginas e 1 brasão.

Tenho todos eles.

São arquivos grandes e vou colocar abaixo um pequeno resumo de cada um.

Você pode ver os arquivos originais em sua casa quando os receber.Salve em um bom lugar e

faça cópia.

Espero que goste e que tenha uma boa pesquisa, afinal são 113 páginas de arquivos e 29 brasões.

Grande abraço

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Jornal On Line

 

imageValente, Valiente,   sobrenome  de origem latina, pois existem famílias de origem portuguesa, italiana e espanhola, primitivamente classificado como alcunha.

Nome de homem, também usado como nome de família. Do latim Valente, de valens, tis, forte na saúde (Antenor Nascentes, II, 309). A família tem a mesma origem dos Freitas. Afonso Peres Valente foi o primeiro que se chamou Valente  (Anuário Genealógica Latino, I, 93). Felgueiras Gayo, em seu Nobiliário de Famílias de Portugal [Tomo XXVIII], principia esta família em D. Gonçalo Oveques, homem da idade média, que fundou o Mosteiro de Sete. Foi quarto avô de Affonso Pires Valente, o primeiro que indica com o uso deste sobrenome. Brasil: Sobrenome de uma família estabelecida no Rio de Janeiro; e outra em São Paulo. Sobrenome de diversas famílias estabelecidas no Pará, vinda da Praça de Mazagão, em África, ramo da antiga família Valente do Couto.

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arvalho, sobrenome de origem portuguesa.

Apelido de raízes toponímicas, foi extraído da vila da mesma designação, na diocese de Coimbra, e adotado por Gomes de Carvalho, que viveu em meados do séc. XIII, e que foi pai de Fernão Gomes de Carvalho.

Usava este último por armas em inícios do séc. XIV um escudo carregado por uma caderna de crescentes.

No séc. XVI, de acordo com o Livro do Armeiro-Mor e o “da Nobreza e Perfeição das Armas”, usavam as armas que aqui se descrevem.

A origem geográfica, foi tomada ao antigo morgado de Carvalho, em terras de Coimbra, Portugal. De carvalho, do latim quercus – árvore, planta (Anuário Genealógico Latino, IV, 19). A antigüidade desta família pode ser constatada em uma doação feita ao mosteiro de Lorvão em 1131, assinada porPelagius Carvalis, senhor de toda a terra em que hoje está o morgado de Carvalho, instituído por seu neto D. Bartolomeu Domingues.

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imageOliveira, sobrenome  português de raízes toponímicas, foi tirado da designação do Paço de Oliveira, na freguesia de Santa Maria de Oliveira, termo de Arcos de Valdevez.

A família que adotou este nome por sobrenome é de remotas e nobres origens, a ela pertencendo o arcebispo de Braga Dom Martinho Pires de Oliveira, que instituiu um rico morgadio em Évora, que deixou à descendência de seu irmão Pedro  Mem Pires de Oliveira em 1306. As armas antigas dos Oliveiras, talvez  tão antigas que antecedessem o nascimento das chamadas regras da armaria ou, pelo menos, a sua aplicação em Portugal.

Na Idade Média, especialmente na época da Inquisição Católica, muitos judeus se tornaram “ cristãos”, para não serem queimados em fogueiras; sendo assim, as várias famílias ao fazerem isso deixaram o seu sobrenome hebraico original e adotaram um sobrenome português  Muitos desses judeus escolheram adotar sobrenomes como: Oliveira, Pereira, Prado, Silva, Nogueira, e outros similares.

No Brasil, após a libertação dos escravos negros em 1888, muitos destes adotaram o sobrenome dos seus antigos senhores, sendo assim, é difícil atualmente  dizer com precisão quem é realmente  parente deste ou daquele.

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 Antunes,  sobrenome de origem patronímica (derivado de Antônio), muitas serão as famílias que o adotaram, sem que entre elas existaimage qualquer relação de parentesco.

Inicialmente, os primeiros a utilizar este sobrenome eram conhecidos como “ Fulano Filius Quondam Antonius “ ou “ Fulano filho do senhor Antônio”, já a Segunda geração, ou seja, os netos do senhor Antônio já utilizavam o nome do avô diretamente como  sobrenome. Inicialmente era a casa dos Antônios, e de alguma forma não exatamente conhecida de Antônios mudou-se para o Antunes atual.

A Simão Antunes, soldado que muito se distinguiu ao serviço do imperador Carlos V, foram-lhe pôr este concedidas armas, permitindo o rei de Portugal que professasse na ordem de Cristo onde teve uma comenda.

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clip_image002[3]Sequeira/SIQUEIRA- sobrenome de raízes toponímicas, ignora-se de qual das terras e vilas desta designação terá provindo. A família que o adotou por apelido será de origem ainda medieval, mesmo se não levar em consideração tudo o que sobre ela dizem certos genealogistas.

Um ramo dos Sequeiras, proveniente de Dom Frei Fernão Roiz de Sequeira, usou chamar-se de Sequeira Freire ou Freire de Sequeira, pretendendo-se que isso derivava do fato de serem eles remotos descendentes de uma avó Andrade.

É, no entanto, bastante mais provável que aquele Freire proviesse da profissão religiosa de D. Frei Fernão, que sucedeu a D. João I no mestrado de Ordem de Avis.

É também erro óbvio escrever-se Siqueira, visto que sempre os documentos referiram esta família como Sequeira, o que aliás está de acordo com as raízes etimológicas do termo.

 

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clip_image002Jesus, sobrenome português de invocação religiosa muito utilizado em Portugal e Brasil que, com especial incidência a partir da segunda metade do século XIX, começou a ser adotado como sobrenome, prática que foi seguida por um número sem conta de famílias diferentes, daí resultando  na existência de um grande número famílias que o usa sem que nenhuma relação de parentesco exista entre elas.

Especialmente no Brasil após a libertação dos escravos, através da Lei Áurea de 1888, muitos escravos adotaram o nome dos antigos senhores ou por razões religiosas.

 

Houve uma antiga família portuguesa, estabelecida em 1675 em Pernambuco, por Thomaz Varela de Lima, cuja descendência do seu casamento com Mariana Ribeiro Calado, por motivos religiosos começou assinar Jesus, e acabaram por adotar como sobrenome. Na Bahia, a Família dos Ferreira de Jesus foi estabelecida no ínicio do século XIX.

Sagrado nome do Filho de Deus. Do hebraico, da época evangélica Iexu, por Ieoxud ou Iexuá, Deus é o seu auxílio, através da transcrição grega Iesoús e do latim Iesus. O s é a desinência de nominativo singular grego. Aquele a quem Deus é auxílio. Salvação. Jeová é salvação (Antenor Nascentes, II, 16A). Antiga família, de origem portuguesa estabelecida em Pernambuco, para onde passou, antes de 1751, Thomaz Varela de Lima, cuja descendência do seu cas. com Mariana Ribeiro Calado, nat. do Cabo (PE), assina-se Jesus e Ribeiro Calado (Estirpe de Sta. Tereza, 19). Sobrenome de algumas famílias estabelecidas na Cidade do Rio de Janeiro. Na Bahia, existem os Ferreira de Jesus.

 

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imagePereira, sobrenome de origem luso-espanhola. Linhagem das mais nobres de Portugal, embora o apelido esteja muito vulgarizado.

Pretendem os genealogistas que ela provém de Dom Mendo, irmão de Desidério, último rei dos Longobardos, o qual veio da Itália com poderosa armada para conquistar o reino da Galiza e ser seu soberano, intento que se frustou por causa de uma grande tempestade no cabo de Piorno, salvando-se só cinco cavaleiros, com os quais, no ano de 740, aportou à Galiza. Reinava então Dom Afonso I em Leão, a quem ficou a servir, e na Espanha, casou com a condessa Dona Joana Romais, que alguns dizem não chegou a receber, filha do Infante Dom Romão Bermudes, irmão legítimo do Rei de Leão, dom Fruela I, como escrevem.

 

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From: Ana Valente

Sent: Thursday, August 20, 2015 12:43 PM

To: afranio@tintaspig.com.br

Subject: GENEALOGIA BRASILEIRA: zona da mata mineira

 

Ilustríssimo Senhor,

Li um blog  de V. Sa. informando que quem quisesse saber sobre a origem de sua família, bastaria escrever-lhe. Assim, anotei seu endereço eletrônico.

Eu, Ana Patrícia Valente, tenho muita sede de conhecimento nesse tema. Embora já tenha coletado dados em família, não tenho todos os registros em mãos nem como verificar todas as informações, porque não sei quais são as fontes seguras para um bom começo, excetuando as certidões de nascimento, casamento e óbito.

Então, se for possível, deixo aqui alguns dados da minha família paterna, a qual tenho maiores fontes de informação e contato.

Sou filha de Pedro Paulo Valente (1932 –         ), natural de Carangola, MG (c.c. Alvina Carvalho Valente(1935 –         , natural de Teresina, PI), cujos pais foram: Antonio de Oliveira Valente e Rita Antunes Valente (nome de casada), em Carangola, MG.

Segundo meu tio avô falecido, Joanico, irmão da mãe do meu pai, vovó Rita, seus pais foram Jovino Antunes Siqueira e Francelina Maria de Oliveira.

Ainda segundo tio Joanico, os pais de Jovino foram Antonio Antunes Siqueira e Rosa Maria de Jesus; e os pais de Francelina, Cândido Carlos Pereira e Rita Maria de Oliveira,

Pesquisando na internet descobri a familia Antunes de Siqueira, oriunda de Além Paraíba e a família Carlos Pereira, que contribuiu para a formação da cidade de São Francisco do Glória, devido ao sobrenome CARLOS PEREIRA. Esse mesmo nome  eu o encontrei na genealogia de uma família em Mar de Espanha.

O que me intriga é que, em relação a Rosa Maria de Jesus não consegui descobrir nada. Esse nome, inclusive, é repetido em genealogias de diferentes famílias, sem que haja conexão entre elas. Desconfio que esse seja um nome fantasia e o nome da família seja outro…

Verifiquei, também, alguns portais que mencionam a ocupação da Zona da Mata por meio da distribuição de sesmarias, em fins do século XVIII e início do séc. XIX, mas não consegui fazer a ligação entre as famílias.

Agradeço, desde já, o que V Sa. puder fornecer sobre dados genealógicos que ampliem as informações já coletadas.

Com muita estima e consideração,

Ana Valente




Notícias do Legislativo de Itapetininga

Fique por dentro do que acontece na Câmara itapetiningana

 

Requerimento de todos os vereadores pede o envio de projeto  instituindo o REFIS para 2015.

 

Chamando atenção para o fato de que o Programa de Recuperação Fiscal- REFIS é um regime opcional que possibilita aos contribuintes, em situação irregular com a Fazenda do Município, o parcelamento de débitos fiscais, que só pode ser instituído em âmbito municipal, desde que proposto pelo Chefe do Poder Executivo, e lembrando que é grande o número de pessoas inscritas na dívida ativa municipal que podem ser beneficiadas com o mesmo, todos os vereadores da Câmara Municipal de Itapetininga apresentaram requerimento, solicitando o prefeito o envio de projeto de lei com essa providência. Durante a discussão, vários vereadores fizeram uso da palavra.

 

Fuad indaga sobre contratação de empresa para restauro e recuperação do Centro Cultural Brazilio Ayres de Aguirre.

 

    O vereador Fuad Abrão Isaac está solicitando ao prefeito municipal  esclarecimentos sobre o andamento do processo de licitação para contratação de empresa para execução dos serviços de restauro e recuperação do Centro Cultural Brazilio Ayres de Aguirre, bem como sobre quais as providências adotadas pelo Poder Executivo para que essa importante obra tenha início o mais breve possível. O autor lembrou da resposta da administração municipal  a requerimento anterior, de que estaria sendo feito um estudo conjunto com a Secretaria Municipal de Cultura e Lazer, para adoção das providências necessárias.

 

Aprovado Projeto do Dr. Mauri , homenageando o Sargento da Aeronáutica Danilo Santiago

 

     A Câmara Municipal de Itapetininga aprovou o Projeto de Lei 57/2015, de autoria do Vereador Mauri de Jesus Morais, dando o nome do Sargento da Aeronáutica Danilo Carlos de Campos Santiago, falecido em acidente de treinamento, à via pública localizada no Loteamento Portal dos Pinheiros II, Município de Itapetininga. Antes do projeto ser submetido à votação, o autor usou da palavra, enaltecendo o homenageado, que pertence a tradicional família itapetiningana, e que em sua trajetória honrou e dignificou o nome de Itapetininga.

 

Marcus Tadeu quer informações sobre reforma da pista de skate em Vila Barth

 

   Lembrando que, segundo informações, a pista de skate ao lado do Ginásio de Esportes Ayrton Senna, está totalmente deteriorada, o vereador Marcus Tadeu Quarentei Cardoso está solicitando ao Chefe do Executivo várias informações, entre as quais pedindo cópia do contrato com a empresa responsável pela execução da obra, indagando se a empresa já foi notificada sobre sua responsabilidade no contrato, se existe plano de reforma especializada e se há previsão de data para sua realização.

 

Itamar indaga sobre projetos sociais desenvolvidos em Itapetininga

 

    Lembrando de problemas recentemente ocorridos na Praça de Vila Aparecida e adjacências, nas proximidades do Albergue Assistencial, o vereador Itamar José Martins está solicitando ao prefeito as seguintes informações : 1- Quais os projetos sociais que estão ativos ou sendo desenvolvidos em nossa cidade ? 2- Existe estudo ou planejamento na Secretaria de Promoção Social ou Departamento de Assistência Social da prefeitura, para que as pessoas que pernoitam no mencionado albergue, sejam encaminhadas a outra instituição, no período diurno, para atendimento e busca de recuperação ? 3- Como a Guarda Municipal efetua o monitoramento dessa área, inclusive a preservação do patrimônio público que é a Praça da Aparecida ?

 

Antonio Etson Brun quer esclarecimentos sobre Câmara de Conciliação para Pagamento de Precatórios

 

    O vereador Antonio Etson Brun está solicitando ao Chefe do Executivo, o envio, à Câmara, de cópia do ofício recebido do Tribunal de Justiça, que orienta a Prefeitura a criar a lei que institui e define o funcionamento da Câmara de Conciliação Para o Pagamento de Precatórios, mediante Celebração de Acordo, no município. O autor lembrou de projeto recentemente aprovado pela Câmara.

 

Miguel Arcanjo pede creche e posto de saúde para o Jardim São Camilo.

 

   O vereador Miguel Arcanjo Maximo de Jesus está solicitando ao prefeito a construção de uma creche e um posto de saúde no Jardim São Camilo, bem como a melhoria na rede de iluminação do mencionado bairro, lembrando que hoje os seus moradores precisam deslocar-se até outros bairros para ter acesso ás escolas e creches, bem como para fazerem uso dos serviços prestados por unidades básicas de saúde.