DIA 8 SERÁ RELANÇADO EM ITAPETININGA O LIVRO 'CONTINÊNCIA Á MORTE' EM COMEMORAÇÃO AO DIA DA VITÓRIA

Continência à Morte: Edição Comemorativa dos 70 anos do Dia da Vitória

CAPAProfessor Jefferson Biajone*

Continência à Morte! Um título poderoso, expressivo, convidativo às maiores e profundas reflexões.

Foi assim, sob tais impressões, que em meados de julho de 2011, eu organizava o conteúdo hipertextual relativo à participação do 1° Tenente José Ribamar de Montello Furtado, ex-combatente da Força Expedicionária Brasileira (FEB) e oficial reformado do Exército Brasileiro, em uma das páginas do então em vias de criação “Portal dos Ex-Combatentes de Itapetininga

De fato, foi no curso do levantamento de seus dados escritos no verso de sua fotografia da Galeria de Ex-Combatentes da FEB existente no Tiro de Guerra de nossa cidade (TG 02-076) que li, pela primeira vez, o título da obra que publicou em 1951, qual foi, Continência à Morte!

Recordo-me que este título me impressionou o bastante para que eu não mais o esquecesse nos anos seguintes.

De fato, três anos depois, quando da reinauguração do Monumento aos Pracinhas de Itapetininga, a 19 de julho de 2014, na sede do Tiro de Guerra, recordei-me do livro e indaguei ao amigo Afrânio Franco de Oliveira Mello se era do conhecimento dele a existência e o paradeiro de tal obra.

Para minha grata surpresa, Afrânio não só reconheceu a obra de imediato, como declarou ter sido amigo de José Ribamar de Montello Furtado e de sua família há anos, tendo deles recebido de presente um exemplar de Continência à Morte! para o acervo de sua biblioteca.

Outrossim, meses depois naquele mesmo ano de 2014, mais precisamente a 12 de novembro, Afrânio, Edmundo José Vasques Nogueira e eu lançamos pela Gráfica Regional nova edição do clássico Heroísmo Desconhecido de Edmundo Prestes Nogueira, esta comemorativa dos 90 anos da Revolução de 1924. A noite de autógrafos deste livro ocorreu na Câmara Municipal de Itapetininga tendo sido coroada por discursos e homenagens realizadas por autoridades e familiares ao seu saudoso autor falecido em 1994.

cobrafumandoQuando dessa solenidade, imaginei que poderíamos fazer publicar uma edição comemorativa também de Continência à Morte! A justificativa, muito providencial, colocava essa nova edição em uma situação toda favorável para a sua publicação: em 2015, o Dia da Vitória das Forças Aliadas na Segunda Guerra Mundial, comemorado desde 8 de maio de 1945 ao redor do mundo, completaria setenta anos.

E foram nessas circunstâncias muito fortuitas que concebida foi a ideia de trazer a lume para as gerações presentes e futuras do século XXI a obra poética de Continência à Morte!

E com ela o testemunho em versos de José Ribamar de Montello Furtado, um cidadão brasileiro, itapetiningano não de nascimento, mas de coração, que de fio a pavio participe foi do maior conflito armado do século anterior, a Segunda Grande Guerra Mundial.

E na leitura de seus versos, prenhes de idealismo, realismo e reflexão, percebe-se emergir o soldado patriota que não hesitou em tomar das armas e defender a Liberdade e a Democracia ameaçadas por regimes totalitários.

Foram esses mesmos ideais que nortearam trinta e um outros itapetininganos, que como José Ribamar, voluntariamente ingressaram na FEB para o desconhecido de toda uma odisseia de sacrifícios que o conflito armado em escala mundial haveria de lhes impor, fosse pela presença constante da morte nos combates, fosse a crescente incerteza se estariam vivos ou não nas horas seguintes.

De fato, esses trinta e dois itapetininganos, cujas fotos desde 1995 ilustram galeria de honra existente na sala de instrução de nosso Tiro de Guerra e, desde 2011, páginas hipertextuais no Portal dos Ex-Combatentes, foram, na sua maioria, jovens ao redor dos dezoito a vinte anos que integraram os três regimentos organizados pelo Exército
Brasileiro para compor a FEB em 1944.

contra capa

Com efeito, do 1° Regimento de Infantaria “Regimento Sampaio” da FEB, o 1° RI, pertenceram Argemiro de Toledo Filho, Benedito Ayres de Campos, Benedito Nunes da Costa, Domingos Barreira Sobrinho, Guiomar da Costa Pinto, José de Ribamar Montello Furtado, Joaquim Antonio de Oliveira, José Rolim de Oliveira, Luiz Folegatti, Manoel Evaristo de Moura, Nelson Barreiros, Nelson Medeiros e Pedro Gomes
de Oliveira.

Do 6° Regimento de Infantaria “Regimento Ipiranga” da FEB, o 6° RI, pertenceram Aniceto Vieira Branco, Benedito Bento Mariano, Davino da Costa Calhares, Higino Mendes de Andrade, José da Silva Reis, João Domingues, João Leonel de Medeiros, João Luizon, Luiz Braitt, Mario de Souza, Reinaldo Rolim e Sebastião Garcia.

E, por fim, do 11° Regimento de Infantaria “Ipiranga”, o 11° RI, pertenceram Amasilio Paulo de Campos, Benedito Morelli, Francisco Mathias de Campos, Honorio Negrisoli, Itaboraí Marcondes Machado, Joaquim Arcanjo de Carvalho, Leandro Paulino da Cruz, Miguel França e Victório Nalesso.

Todos esses itapetininganos, na sua grande parte prestando o Serviço Militar Inicial no 5° Batalhão de Caçadores, unidade sediada em prédio onde hoje se encontra a 2° Diretoria Regional do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), saídos foram de Itapetininga para os escalões de embarque que seus respectivos regimentos tomaram com destino à Itália, entre os meses de julho a setembro de 1994, nos navios General Mann e General Meigs.

De fato, incorporados à FEB, grande unidade divisionária forte em 25.334 homens que nos meses de embarque cruzaram um oceano de dúvidas e incertezas em duas semanas que antecederiam sete meses e dezenove dias de campanha de guerra total contra o jugo nazifascista naquele país.

Uma campanha que inscreveu nos Anais da História Militar mundial o nome do Brasil em fortes matizes de abnegação, luta, sacrifício, desprendimento, coragem, bravura e heroísmo revelados em combates que nossos pracinhas empreenderam na libertação de Massarosa, Camaiore, Monte Prano, Monte Acuto, San Quirico d’Orcia, Gallicano, Barga, Monte Castello, La Serra, Castelnuovo, Soprassasso, Montese, Paravento, Zocca, Marano Sul Panaro, Collecchio e Fornovo di Taro. Combates esses em que tombaram em ação quatrocentos e cinquenta e quatro integrantes da FEB e cinco pilotos da Força Aérea Brasileira, além de duas mil mortes resultantes de ferimentos em combate, e de mais de doze mil baixas originadas por mutilação e/ou variadas outras causas incapacitantes, completando assim essa expressiva estatística da epopeia de sacrifícios que a campanha na Itália custou ao Brasil.

Dois de nossos trinta e dois pracinhas itapetininganos estiveram entre aqueles que tombaram em ação.

Foram eles, o soldado Joaquim Antonio de Oliveira, do 1° RI, a 29 de novembro de 1944, em combate ao 197° Regimento de Infantaria Alemão quando do segundo de três ataques empreendidos às posições inimigas fortemente alojadas no lendário Monte Castello.

E o soldado Sebastião Garcia, este do 6° RI, a 28 de abril de 1945, em combate ao 348° Regimento de Infantaria alemão na libertação de Collechio.

A morte de Sebastião Garcia foi provavelmente uma das últimas sofridas pela FEB, porquanto a 29 de abril de 1945, em Fornovo di Taro, toda a 148ª Divisão de Infantaria Alemã se rendeu aos brasileiros, perfazendo um total de 14.779 prisioneiros, 4.000 cavalos, mais de 1.500 viaturas, 80 canhões de diversos calibres e vasta quantidade de fuzis e munição.

Da extraordinária captura de toda uma divisão inimiga ao término da guerra passariam apenas mais algumas semanas, dado que a 6 de julho de 1945 embarcava com destino ao Brasil o 1° escalão dos agora ex-combatentes da FEB, a qual por fim dissolvida foi em 1° de janeiro de 1946.

Os anos que seguiram ao retorno de nossos pracinhas ao Brasil correram céleres. Associações de Ex-Combatentes como a de Itapetininga – esta em 1955 – foram fundadas em várias localidades no Brasil e, mais recentemente, com o advento da Internet e das redes sociais digitais, portais de resgate da odisseia expedicionária foram criados, a exemplo do Portal dos Ex- Combatentes de Itapetininga, a 28 de agosto de 2011.

Com o passar dos anos pós-guerra, foram-se também, um a um, os ex-integrantes itapetininganos da FEB do nosso convívio, prestando cada qual a sua derradeira continência à morte.

José Ribamar de Montello Furtado a prestou em 27 de maio de 1983, outros companheiros de FEB houve que o antecederam e o precederam.
Mais recentemente, outros dois o fizeram. Os pracinhas Amasilio Paulo de Campos, em 6 de outubro de 2013, aos 93 anos de idade, e Higino Mendes de Andrade, com a mesma idade, a 29 de junho de 2014.

Dos trinta e dois pracinhas itapetininganos que partiram para a Itália, Victório Nalesso (93 anos) e Argemiro de Toledo Filho (92 anos) são os dois remanescentes em vida e que conosco estão nas comemorações dos 70 anos do Dia da Vitória neste ano de 2015.

Victório e Argemiro são os herdeiros das tradições de seus camaradas combatentes da FEB. Dignos heróis de Itapetininga, a quem devemos nosso respeito, reconhecimento e todo elogio.

São a eles dois em vida e à memória de seus outros trinta companheiros falecidos que faço dessa nota de abertura de Continência à Morte: Edição Comemorativa dos 70 anos do Dia da Vitória, um preito de agradecimento e reconhecimento pelo que realizaram na defesa dos ideais da Liberdade e da Democracia num dos momentos mais decisivos da história de nosso Brasil e do mundo.

Que esta obra poética de José Ribamar de Montello Furtado e as fotos de todos os seus camaradas pracinhas que a ilustram possam permanecer os próximos setenta anos do Dia da Vitória no conhecimento e no imaginário das gerações presentes e futuras na imorredoura certeza de que no Brasil de ontem, hoje e sempre, o filho não foge à luta e nem teme a quem adora a própria morte.

Nesse sentido, contribuem abrindo caminho nesta edição comemorativa de Continência à Morte seis prefaciadores de escol, iniciados por Ana Paula de Ribamar Furtado Araújo Neves, neta de José de Ribamar Montello Furtado e representante de toda sua digna família; o 1° Tenente Edomar Wiedtheuper, delegado do Serviço Militar em Itapetininga nos anos de 2013 e 2014, representando o Exército Brasileiro; Afrânio Franco de Oliveira Mello,  amigo de décadas de José Ribamar de Montello Furtado e de sua família, vice presidente-fundador do Núcleo MMDC de Itapetininga, entre outros méritos; Padre Mário Donato Sampaio, nosso pároco mais expressivo e presidente da Academia Itapetiningana de Letras; o intrépido jornalista Helio Rubens de Arruda e Miranda, presidente do Instituto Histórico Geográfico e Genealógico de Itapetininga; Edmundo José Vasques Nogueira, jovem e dedicado jornalista, vice presidente do Portal dos Ex-Combatentes de Itapetininga, paladino da verdade como fora seu saudoso pai, Edmundo Prestes Nogueira e, por fim, o entusiasta Derek Destito Vertino, gestor do Portal FEB um dos maiores e mais expressivos portais de resgate e divulgação digital da saga Febiana na Segunda Guerra Mundial.

Abalizada por essa plêiade de colaboradores, não poderia Continência à Morte estar melhor apresentada e iniciada aos leitores do século XXI, aos quais esta obra, certamente nos seus versos mais incisivos, fará retumbar em seus corações sua energia e vibração, como o fez no meu, a certeza de que Unidos viveremos.

E quando a morte chegar espatifando a vida, unidos partiremos para o seio paternal de Deus, em busca do reino universal do Amor. E é nesse amor que José Ribamar de Montello Furtado soube tão bem nortear seus versos de guerra em Continência à Morte que reconheço o seu profundo e dedicado amor à Pátria Brasileira, o mesmo que o escritor e capitão da Guarda Nacional João Simões Lopes Neto (1865-1916), anos antes da Epopeia da Força Expedicionária Brasileira na Segunda Guerra Mundial, já soube tão bem definir e aquilatar seu significado e relevância para o Brasil de outrora, de hoje e sempre:

 

O homem morre, as gerações se sucedem, mas a Pátria fica, sobrevive e segue adiante, e mais e sempre, ancorada na saudade dos que a construíram e já tombaram e nas esperanças dos que nascem.

Nenhum povo pode ser grande sem esse sentimento. Nenhuma nação pode ser forte sem nele apoiar-se. E o amor a Pátria é o mais sólido elo da nacionalidade e o mais forte estímulo aos cidadãos.

Que o amor à Pátria se desenvolvia e se fortalecia com o conhecimento de seu passado e presente e com fé em seu futuro.
João Simões Lopes Neto

(1865 – 1916)

 

Os interessados poderão adquirir o livro enviando um e-mail para: jbiajone@gmail.com

(*) Jefferson Biajone é professor, historiador e membro da Academia Itapetiningana de Letras e do Instituto Histórico Geográfico e Genealógico de Itapetininga. Oficial da reserva do Exército Brasileiro, é membro colaborador da Delegacia da Federação das Academias de História Militar Terrestre do Brasil “Aluisio de Almeida” em Sorocaba e Região. É presidente fundador do Núcleo “Paulistas de Itapetininga! As Armas!!” da Sociedade Veteranos de 32 – MMDC e do Portal dos Ex-
Combatentes de Itapetininga.




Artigo de Celso Lungaretti: 'ELEGEMOS A DRA. JECKYLL, UMA REFORMISTA. QUEM NOS GOVERNA É A SRA. HYDE, UMA NEOLIBERAL'

Por Celso Lungaretti, no blogue Náufrago da Utopia.

Furo do blogue: com a leitura labial, descobri  que a Merkel lhe disse “eu sou você amanhã”.

Está na Folha de S. Paulo deste sábado (2) e o autor é André Singer, um dos analistas mais simpáticos ao petismo no jornal da ditabranda:

…os olhares se voltarão para a votação do ajuste fiscal, que aparecerá logo mais no plenário sob a forma das Medidas Provisórias 664 e 665. Dissolvida a inusual contenda direita-esquerda, que se verificou no tema da terceirização, voltará a prevalecer a luta entre a base de apoio governista e a oposição.

Para Dilma, a aprovação das MPs é fundamental. Goste-se ou não (e eu não gosto), a escolha de Sofia em favor do ajuste recessivo foi feita por inteiro. O cálculo parece ser de que, depois de um período agudo -que pode durar mais um semestre ou até o fim de 2016-, ocorrerá crescimento em 2017.

E para os esquerdistas que a salvaram da derrota em 2014…

Assim, haveria tempo para entrar no ano eleitoral de 2018 com a economia em alta. Trata-se, portanto, de aguentar o tranco agora, de maneira a terminar o mandato em condições ao menos razoáveis.

Dada a aposta acima, o PT será obrigado a cerrar fileiras em favor das MPs, de modo a garantir que os demais partidos da base, a começar pelo PMDB, sustentem a estratégia da presidente. O projeto da terceirização veio em boa hora, pois deu oportunidade ao PT de mostrar serviço à classe trabalhadora antes de sacramentar no Parlamento a opção neoliberal

Ou seja, enquanto os blogueiros chapa branca alimentavam ilusões de que logo sairíamos da penúria atual, a Angela Merkel brazuca (eu poderia também chamá-la de Margaret Thatcher, mas deixemos as mortas em paz…) sabia muito bem que comeremos o pão que o diabo amassou por muito tempo ainda. E, agindo como a tecnoburocrata que vem sendo de coração nas últimas décadas (embora lhe convenha esconder que nada tem mais a ver com a saudosa Wanda), ela está prontinha para atirar o Brasil e os brasileiros no mesmo buraco sem fundo do qual a Grécia tenta desesperadamente escapar.

Ou seja, certo mesmo está o FMI, ao projetar queda do PIB brasileiro em 2015 (-1%) e insignificante melhora em 2016 (+0,9%), o que equivale a dois anos de recessão. No mínimo.

De que vale evitar o impeachment mas perder a alma?

E certo mesmo também estava eu, ao dar um sacode nas ilusões falaciosas que tentam impingir ao nosso pobre povo: Por enquanto, estamos f… e mal pagos. Adiante, continuaremos f… e nos pagarão um tantinho mais.

Quem se vê como pertencente à esquerda mas concorda com a aplicação à risca do receituário neoliberal no Brasil, acumpliciando-se com a sangria dos explorados, deveria procurar um analista especializado em dupla personalidade. Ou ir confessar seus pecados a um padre bem indulgente.

Face à opção que os golpistas lhe ofereceram, de abandonar o Chile juntamente com todos os companheiros que escolhesse e coubessem no avião, sem obrigação nenhuma de virar a casaca, o grande Salvador Allende preferiu a morte. A pequena Dilma Rousseff tomou a decisão diametralmente oposta, deixando-se cooptar escancaradamente pela burguesia; e não para salvar a vida, mas tão somente para preservar o mandato.

Não sou fã incondicional do Lula, mas ele é, atualmente, o único ator político que pode livrar o PT do total desvirtuamento e os brasileiros, do pior pesadelo neoliberal. É, aliás, sua obrigação moral, por nos ter imposto a dra. Jeckyll como presidenta; cabe-lhe agora, mais do que a qualquer um, conter a sra. Hyde.

E, antes que me esqueça: delenda est Levy.

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Artigo de Celio Pezza: 'RATOS NA CPI'

Crônica de Celio Pezza: # 259 Ratos na CPI

Foto closeUsar animais em espetáculos de circo já é proibido em vários estados brasileiros. Infelizmente, ainda é permitido em Brasília. Talvez, por causa disso, tivemos um espetáculo durante uma sessão na Câmara, onde um funcionário soltou cinco ratinhos no inicio do depoimento de João Vaccari Neto, tesoureiro do PT, apontado como operador de seu partido no esquema de pagamentos de propinas.

Como se sabe, os ratos são espécies resistentes, inteligentes, proliferam com muita rapidez e se alimentam da podridão existente em determinados locais.

Não é a toa que os ratos existem há mais de 10.000 anos e não conseguimos até hoje nos livrar deles. Eles são uma praga, odiados e temidos pelos homens. Durante o século XIV foram os causadores da terrível Peste Negra, que dizimou mais de 75 milhões de pessoas na Europa.

Existe um fenômeno curioso chamado de Rato Rei, onde muitos animais ficam presos uns aos outros pelas caudas e sem possibilidade de libertação. Vários já foram encontrados na Alemanha desde a Idade Média, sendo que o maior aglomerado até hoje foi de 32 ratos mumificados encontrados em uma lareira, em 1828. Esse macabro achado era considerado como um presságio de doenças e morte certa.

Da mesma forma, hoje, existem os famosos corruptos que se protegem, entrelaçam suas caudas e um não consegue de desvencilhar dos outros.

Esses novos ratos também são difíceis de serem eliminados, têm alto poder de sobrevivência, são odiados, perseguidos, mas muitas vezes se escondem e voltam a prejudicar a raça humana, quando menos se espera.

A corrupção é como a peste, que não morre nunca.

Ela espera, pacientemente, o momento para acordar seus ratos. Como são espertos, eles se infiltram em todos os ramos da nossa sociedade. Quando nos damos conta, estamos infestados de ratos e a peste aparece.

Para acabar com a peste, temos que acabar com os ratos.

Isso já foi aprendido durante o grande surto na Europa e não podemos nos esquecer desses fatos. Se quisermos um país sem a peste da corrupção, temos que eliminar os ratos. Não conseguiremos eliminar a doença, vivendo com a causa.

Voltando ao depoimento de João Vaccari Neto, vimos alguns lances curiosos; por exemplo, a defesa obteve um habeas corpus assinado por um ministro do Supremo Tribunal Federal, garantindo o direito de não assinar um termo de compromisso usual nas CPIs, no qual o depoente se compromete a dizer apenas a verdade.

Em outras palavras, ele teve o direito assegurado de mentir sem ser penalizado. Estranho esse mundo infestado de ratos, com a peste batendo à nossa porta.

Célio Pezza

Abril, 2015




Jornal Bem Estar: UMA VERGONHA: APROVADO PROJETO QUE DISPENSA AVISO NOS TRANSGÊNICOS

Aprovado projeto que dispensa símbolo da transgenia em rótulos de produtos

Vergonha: enquanto outros países proíbem completamente o uso de alimentos transgênicos, no Brasil os interesses são “outros”.

Por Nosso Bem Estar

Gustavo Lima/Câmara dos Deputados

Transgenicos

Luis Carlos Heinze e outros deputados apoiaram o projeto

Apesar de ter ocorrido uma discussão intensa entre os deputados favoráveis e contrários à medida, o projeto foi aprovado e agora vai para o senado.

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (28) o Projeto de Lei 4148/08, do deputado Luis Carlos Heinze (PP-RS), que acaba com a exigência do símbolo da transgenia nos rótulos dos produtos com organismos geneticamente modificados (OGM), como óleo de soja, fubá e outros produtos derivados.

A matéria, aprovada com 320 votos a 135, na forma de uma emenda do deputado Valdir Colatto (PMDB-SC), deve ser votada ainda pelo Senado. Clique aqui para saber quem votou a favor e contra no seu estado.

O texto disciplina as informações que devem constar nas embalagens para informar sobre a presença de ingredientes transgênicos nos alimentos. Na prática, o projeto revoga o Decreto 4.680/03, que já regulamenta o assunto.

Heinze afirmou que a mudança do projeto não omite a informação sobre a existência de produtos transgênicos. “Acho que o Brasil pode adotar a legislação como outros países do mundo. O transgênico é um produto seguro”, afirmou. Segundo ele, não existe informação sobre transgênicos nas regras de rotulagem estabelecidas no Mercosul, na Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e na Organização das Nações Unidas (ONU).

De acordo com o texto aprovado, nos rótulos de embalagens para consumo final de alimentos e ingredientes alimentares destinados ao consumo humano ou animal deverá ser informada ao consumidor a presença de elementos transgênicos em índice superior a 1% de sua composição final, se detectada em análise específica.

A redação do projeto deixa de lado a necessidade, imposta pelo decreto, de o consumidor ser informado sobre a espécie doadora do gene no local reservado para a identificação dos ingredientes.

A informação escrita sobre a presença de transgênicos deverá atender ao tamanho mínimo da letra definido no Regulamento Técnico de Rotulagem Geral de Alimentos Embalados, que é de 1 mm.

Sem transgênicos
Além do fim do símbolo que identifica os produtos com transgênicos, no caso dos alimentos que não contenham OGM, o projeto mantém regra do atual decreto que permite o uso da rotulagem “livre de transgênicos”.

Destaque do PT aprovado pelos deputados retirou do texto a condição de que esses produtos sem transgenia somente poderiam usar essa rotulagem se não houvesse similares transgênicos no mercado brasileiro.

O texto continua a exigir, entretanto, a comprovação de total ausência de transgênicos por meio de análise específica, o que pode dificultar o exercício desse direito pelos agricultores familiares, que teriam de pagar a análise para poder usar a expressão.

Polêmica em Plenário
A discussão sobre o tema foi intensa e não houve consenso entre os parlamentares, em especial entre os principais partidos da base aliada do governo, PT e PMDB.

Para o deputado Alessandro Molon (PT-RJ), o projeto de lei cassa, na prática, o direito de o consumidor saber se há ou não transgênicos. “É correto sonegar ao consumidor essa informação? Está certo tirar o direito de saber se tem ou não transgênicos?”, questionou.

Já o deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS) defendeu a medida e lembrou que a Lei de Biossegurança (11.105/05), que regulamentou o uso de transgênicos, completou dez anos neste mês. “Disseram que os transgênicos poderiam causar câncer. Agora renovam a linguagem.”

O líder do PV, deputado Sarney Filho (MA), disse que o projeto é um retrocesso na legislação atual. “O texto mexe naquilo que está dando certo. O agronegócio está dando um tiro no pé. Por que retroagir?”, questionou. Segundo ele, o texto não acrescenta nada sobre a transgenia, só retira informações.

Já o deputado Domingos Sávio (PSDB-MG) lembrou que 90% da soja e do milho comercializados no Brasil têm organismos transgênicos em sua composição e, dessa forma, toda a cadeia produtiva desses produtos, como carne e leite. “O projeto é excelente, garantimos o direito do consumidor ser informado”, disse.

Opiniões divergentes
O deputado Ivan Valente (Psol-SP) afirmou que, enquanto outros países proíbem completamente o uso de alimentos transgênicos, no Brasil se busca “desobrigar a rotulagem dos transgênicos e excluir o símbolo de identificação”. Ivan Valente ressaltou que não existe consenso se os transgênicos fazem ou não mal à saúde.

Para o deputado Bohn Gass (PT-RS), era necessário manter o símbolo da transgenia nos produtos. “Qualquer mudança vai prejudicar o consumidor.”

O deputado Moroni Torgan (DEM-CE), no entanto, criticou a rotulagem diferente para a transgenia. “Por que a diferença entre corante, conservante, agrotóxico e transgênico na embalagem? Se é para colocar letra grande para transgênicos, por que estão usando dois pesos e duas medidas?”, questionou.

Na opinião do deputado Padre João (PT-MG), a proposta só beneficia as grandes multinacionais do setor agropecuário que vendem sementes transgênicas. “Não podemos ficar a serviço das grandes empresas, devemos ter respeito ao consumidor”, disse.

O deputado Delegado Edson Moreira (PTN-MG) respondeu ao deputado Padre João que a hóstia, usada no rito católico, também é feita com trigo transgênico.

Fonte: Agência Câmara Notícias




Artigo de Celso Lungaretti: 'EXORTO DILMA A UM GESTO DE GRANDEZA: A RENÚNCIA."

EXORTO DILMA A UM GESTO DE GRANDEZA: A RENÚNCIA.

Por Celso Lungaretti, no blogue Náufrago da Utopia.

A esta altura, considero que o PT e Dilma Rousseff perderam quaisquer condições morais de continuarem detendo a Presidência da República.

Não por causa do mensalão e do petrolão, mas por algo muito pior: estarem dando carta branca, na formulação e execução da política econômica, a um ministro que representa a negação de tudo que o partido vem defendendo desde que surgiu. Está lá, no manifesto de fundação:

O PT nasce da decisão dos explorados de lutar contra um sistema econômico e político que não pode resolver os seus problemas, pois só existe para beneficiar uma minoria de privilegiados.

Discípulo de Milton Friedman, neoliberal até a medula, Joaquim Levy é criatura inconteste desse sistema econômico e político que só existe para beneficiar uma minoria de privilegiados. Afora representar o Bradesco no poder, pois foi o subalterno escolhido para a vaga depois que o presidente do banco, Joaquim Trabuco, recusou o ministério.

Um partido dos trabalhadores não pode apoiar um ajuste econômico recessivo, que sacrifica impiedosamente os explorados mas poupa o grande capital e os grandes parasitas (os herdeiros das maiores fortunas).

Muito menos depois de ter vencido uma eleição jurando por Deus e todos os santos que jamais agiria assim, enquanto soltava os cachorros em cima de uma adversária, acusando-a de pretender entregar o Brasil para os banqueiros. As voltas que o mundo dá.

Enfim, a única saída digna neste instante é a renúncia de Dilma Rousseff.

Até porque, enquanto durar a agonia lenta de um governo que já não oferece esperança nenhuma à sociedade, cada vez mais vai crescer o prestígio da direita e será esvaziado o da esquerda. No auge da recessão, lá por agosto, a correlação de forças nos será tão desfavorável que o impeachment vai acabar acontecendo de qualquer jeito. Só não vê quem não quer.

Será muito melhor se renunciar enquanto esta ainda não parece ser a alternativa à destituição iminente (quando as coisas chegarem a tal ponto, o ato se tornará uma confissão de derrota, não uma demonstração de dignidade).

Para quê isto servirá? Para evitar que a direita se robusteça ainda mais. Enquanto durar o impasse, ela estará acumulando forças.

Antes motivo de piada cada vez que botava a cara nas ruas (lembram do Cansei?), a dita cuja agora dá de goleada nas manifestações favoráveis ao governo, cujos índices de rejeição são assustadores se levarmos em conta que ainda não estamos no olho do furacão econômico.

E, claro, em tempo de penúria brava, a direita conquistará cada vez mais adeptos, até encostar Dilma nas cordas. A verdadeira opção é entre sair com elegância neste instante ou nocauteada depois.

Antecipando-se ao impeachment com sua renúncia, Dilma abortará a apoteose  direitista na qual seu impedimento se constituirá; e vai evitar que se acrescentem mais danos aos desastres acumulados até agora, recolocando a esquerda no papel que melhor desempenha: o de estilingue. Pois, como vidraça, foi estilhaçada em mil pedaços.

Torço para que Dilma seja capaz de tal gesto de grandeza.

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O “FENÔMENO LULA” É UM HÍBRIDO DE MOLUSCO COM CAMALEÃO…

VEJA NO BLOGUE O MELHOR FILME SOBRE O MOVIMENTO OPERÁRIO EM TODOS OS TEMPOS: “OS COMPANHEIROS”.

O HOMEM BIÔNICO E O PREJUÍZO FARAÔNICO

POR ENQUANTO, ESTAMOS F… E MAL PAGOS. ADIANTE, CONTINUAREMOS F… E NOS PAGARÃO UM TANTINHO MAIS.




CONGRESSO DE COMUNICAÇÃO CORPORATIVA

Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa segue com inscrições abertas

Evento marcado para os dias 26, 27 e 28 de maio, em São Paulo, debaterá as Rupturas e conexões da nova Comunicação Corporativa

A 18ª edição do Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa 2015, marcada para os dias 26, 27 e 28 de maio, ocupará o novo Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo, que conta com um novo espaço, sem perder a facilidade de acesso e mobilidade oferecida nos anos anteriores. Isso mesmo, o evento muda sem sair do lugar e passa a ocupar as suas modernas instalações.

O Congresso tem como tema central Rupturas e Conexões da Nova Comunicação Corporativa, promovido pela Mega Brasil, é referência no mercado e está consolidado como um dos mais importantes do segmento da Comunicação na América Latina, sendo um catalisador de algumas das mais importantes inovações e mudanças na área.

São esperados cerca de 1.000 participantes ao longo dos três dias de atividades, que incluem a Jornada dos Minicursos – 1º dia; a Jornada dos Debates e Reflexões – 2º dia; o Fórum do Pensamento, o lançamento doAnuário de Comunicação Corporativa, e a Jornada de Celebração (com as entregas dos prêmios Personalidade da Comunicação eTop Mega Brasil de Comunicação Corporativa) – 3º dia.

O evento tem patrocínio máster da GM, Ambev, Itaú e Casas Bahia, patrocínio temático das agências Approach, Edelman Significa, Fleishman Hillard, FSB Comunicação, Ideal, Imagem Corporativa, Textual e S2 Publicom; a colaboração de CDN, Grupo In Press, Maxpress e Planin; e apoio institucional da Aberje, Abracom, ABRH-SP, ABRP, Conferp, Conrerp 2ª Região, Fespesp e Instituto Vladimir Herzog.

As inscrições seguem abertas e podem ser feitas diretamente pelo site da Mega Brasil. Outras informações pelo 11-5576-5600 oueventos@megabrasil.com.br.




Genealogia: AFRANIO MELLO FORNECE INFORMAÇOES SOBRE A FAMILIA LONGARETTI

Afrânio Mello

Genealogista Afrânio Mello
Genealogista Afrânio Mello

Caro Celso,

 

Depois de pesquisar seu sobrenome , como já informado antes, constatei as mais diversas grafias

com a mesma origem e significado, podendo reduzir com segurança para os três abaixo descritos.

 

Dois belos brasões.

 

Poucos registros de entrada no Brasil com essa grafia e não tão antigos. Quase todos , mais ou menos,

nos anos 1950.

 

Apesar do grande noticiário sobre o Angelo Longaretti, não encontrei registros de sua origem.

 

Na Imigração em São Paulo, não obtive resultados por falta de datas e nomes de entrada para iniciar

a pesquisa.

 

Sinto muito não poder conectar você, genalogicamente, com as pessoas que você informa.

 

Não tem registros disponíveis.

 

O que consegui segue abaixo.

 

Aqui tem informação segura do significado e da região de origem.

Segue também pesquisa de distribuição do sobrenome na Itália e nos Estados Unidos.

 

 

Com o meu forte abraço e respeito pela sua pessoa.

 

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Jornal On Line

 

 

 

 

 

 

Longaretti, Longaro, Longari, são sobrenomes de origem italiana, Variantes da mesma raiz LONGARINI.

Longaretti é um sobrenome tipicamente Lombardo, com um ramo em Milano (Milão), sendo a maior concetração na região de Bergamo até Cremona. Este sobrenome deve derivar diretamente ou por uma forma hipocorístico. por sobrenomes dialetais relacionados com a palavra lombarda Longh (Lungo) e provavelmente oriundo de uma alcunha, os fundadores desse sobrenome provavelmente eram homens magros e altos.

Longarini é específico da região central da Itália, se destacando na Umbria e Lazio (Roma). Alguns genealogistas acreditam que esse sobrenome possa derivar do nome ilirico Longarus, nome do Rei dos Dardanianos, um antigo povo da Ilíria, região ao norte da Macedônia. Como lemos no AB Urbe Condita de Tito Livio ..Hac satis felici expeditione bello commisso reguli ac principes accolae Macedonum in castra Romana ueniunt, Pleuratus Scerdilaedi filius et Amynander Athamanum rex et ex Dardanis BatoLongari filius: bellum suo nomine Longarus cum Demetrio Philippi patre gesserat. pollicentibus auxilia respondit consul Dardanorum et Pleurati opera, cum exercitum in Macedoniam induceret,..”(texto em latim). A tradução aproximada seria essa “…A guerra com a comissão de reis e príncipes insignificantes, vizinhos dos macedônios com esta expedição suficientemente bem sucedida, eles vêm para o acampamento romano, e da pleura Scerdilaedus, o filho do Dardanians e Amynander Bato, filho de Longarus: Longarus por sua própria conta com Demetrius, o pai de Philipi. suas ofertas de ajuda do cônsul da Dardanians e Pleuratus quando seu exército ia para a Macedônia…” – Nome também usado pelo pai de um chefe dos Dálmatas.

A falta de documentos naqueles séculos antigos, sobretudo na Itália, nos priva de informações mais antigas. Muitos dos registros estão em igrejas Católicas e nem sempre é possível obter permissão para extrair os registros, especialmente de casamentos, batismos e funerais.

 

 

Registra-se Luigi Longaretti, imigrou de Napoli (Nápoles), Itália para Nova York em 30.01.1892 com a idade de 24 anos. Seu vapor foi o Massilia. Veio solteiro.

Registra-se Emídio Longaretti, nascido em 23.03.1925, Picciano, Itália; filho de Rocco Longaretti e Maria Tommasa; imigrou para o Brasil em 1950, aonde chegou ao Rio de Janeiro. Veio solteiro.

 

Registra-se Maria Longaretti, nascida em 19.09.1924, Picciano, Itália; filha de Rocco Longaretti e Maria Tommasa; imigrou para o Brasil em 1956, aonde chegou ao Rio de Janeiro. Veio solteira.

 

Registra-se Robert Longaretti, nascido em 1843, Auckland, Durham, Inglaterra; imigrou para os Estados Unidos em 1861

 

Registra-se Giovanni Longaretti, nascido em 14.08.1881, Costa Monticelli, Bergamo, Lombardia, Itália e falecido em 14.03.1953; casou-se com Anna Aricci; teve os seguintes filhos: Alesseo Longaretti, Giovanna Longaretti e Ottavio Longaretti.

 

Registra-se Madelaine Longaretti, nascida em 1916, Neuchâtel, Suíça e faleceu em 12.11.2005

 

 Trento Longaretti (nascido em 27 de setembro de 1916) é um pintor italiano  de Treviglio, na Província de Bergamo  na  Lombardia .Ele estudou na  Academia Brera  na década de 1930, onde foi ensinado por artistas de renome, incluindo pintores Aldo Carpi e Pompeo Borra, e escultores  Francesco Messina  e  Marino Marini.  Ele diz que a pintura é um “elixir de longa vida”, e continua a pintar e participar em exposições até no final da década de 90.

Ele estava na margem da Corrente movimento iniciado por seus amigos e colegas de classe na década de 1930 para se opor àNovecento Italiano movimento que foi influenciado pelo fascismo italiano. Ele foi convocado pelo Exército italiano em 1939, completando excursões de dever que até 1945, momentos que interromperam os seus trabalhos artísticos embora ainda lhe permitindo assistir a várias exposições, incluindo o artisti degli Mostra em Armi exposição no Palazzo delle Esposizioni, em Roma.

Em 1945, casou-se com Elsa Longaretti Ferrari, com quem teve três filhos. Os temas de suas obras do pós-guerra envolveu mais arte sacra, e ele adotou uma postura anti-guerra e oposição à violência, como resultado de seu serviço de guerra, que aparece com destaque em obras que retratam mães se opõem à violência. Humildade apresenta em muitas de suas obras, incluindo a representação de personagens como mendigos, vagabundos, e andarilhos, e temas como a solidão, o abandono, o exílio, a peregrinação, e da pobreza. Ele afirmou que prefere a criação de obras que são “acessíveis e imediatamente agradáveis”. Suas pinturas a óleo  têm sido descritas como densa e oleosa como os de  Paul Cézanne, e seu estilo que tem semelhanças com as configurações de fantasia de  Marc Chagall  e “cultura pictórica” ​​de  Egon Schiele. Suas pinturas têm sido descritas como “delicada e quase religiosa”.

A pintura levou a Longaretti a ganhar a “Cadeira de Pintura” e tornando-se o diretor da Accademia Carrara em Bergamo , em 1953, cargo que exerceu até sua aposentadoria em 1978. Ele mantém estúdios no Alta città de Bergamo e em Corniglia dentro do Cinque Terre que ele descreve como um dos lugares mais bonitos do mundo.

 

Mapa da Itália com a Distribuição do Sobrenome

 

 

 

 

Mapa dos Estados Unidos com a


Distribuição do Sobrenome

 

 

 

 

Área de anexos

Visualizar o anexo Longaretti.doc

Longaretti.doc