Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobre a familia ViLLAÇA

Afrânio Mello: ATENDIMENTO NÚMERO 495

 

Rejane,

 

Não faço esse tipo de PESQUISA.

Não tenho como procurar pessoas.

Na minha região, que dista 120 quilometros de Campinas , ninguém dos Villaça

conhece esse nome.

Eu pesquiso sobrenomes.

Vou encaminhar o que tenho sobre o VILLAÇA/VILAÇA.

Tem alguns nomes e suas cidades, mas não tem o da Beatriz.

Coloquei o nome dela em um site de pesquisa de VILAÇA/VILLAÇA.

Veja a lista ao final dos escritos.

Vamos torcer para que alguém responda

Enquanto isso veja os arquivos e os brasões.

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Jornal On Line

 

Vilaça Vilaça1Vilaça, Villaça, Villacis sobrenomes de origem galega.Vem dos “Villacis” da galícia espanhola por parte de Hernande de Villacis, fidalgo-homem que passou à Sevilha, ainda em Espanha e que posteriormente, passou a Portugal e se fixou no Minho e mais tarde na Beira. De ilustre geração houve Afonso Rodrigues de VILAÇA, já adotado como sobrenome a forma portuguesa, e que foi comandante de tropas ao lado do príncipe Dom João nas batalhas contra o rei Dom Fernando de Castela.

Por inúmeros serviços prestados, ao rei, pela bravura que demonstrou na batalha de Toro, Dom Afonso V, rei de Portugal “reconheceu o seu muito valor com grandes honras e mercês, que lhe concedeu, das quais foi o principal a de o fazer fidalgo de sua casa,” concedendo-lhe o brasão de armas 2m 20-IV-1476. As duas grafias se refere a mesma família que usam o mesmo brasão de armas. O primeiro brasão é de origem portuguesa e o segundo de origem espanhola, onde  a família Villacis também o adotou.

Família de origem galega, que tomou parte na conquista de Baeza. Em Espanha o apelido é Villacis. Existe descendência no Minho, de onde passou à Beira. Consultando antigos documentos, podemos dizer que esta família é uma das mais antigas e honradas da história de Portugal. VILLACIS é o 5190º apelido mais comum da Espanha, em todo o território espanhol nós encontramos que há registrado cerca de  812 pesoas com VILLACIS como primeiro apelido, 773 com VILLACIS como segundo apelido e um total de 16 com VILLACIS em ambos apelidos.

Registra-se Antonio Caetano Villaça, nascido em 1731, São João Souto, Braga, Portugal; casou-se com Anna Joaquina de Oliveira, ela nascida em 20.02.1735, Prados, Minas Gerais, Brasil. Tiveram os seguintes filhos: Hipólita de Oliveira Villaça, nascida em 28.11.1771. Prados, Minas Gerais, Brasil e Joaquina Villaça, nascida em 03.02.1768, Prados, Brasil.

Registra-se Rosaura Francisca Villaça, nascida em 1757, Rio Grande do Sul, Brasil; casou-se com José Pereira dos Santos em 1777, ele nascido em 1752. Tiveram um filho: Antônio dos Santos, nascido em 28.12.1778.

Registra-se Antônio José Ferreira Villaça, nascido em 1779, Prados, Minas Gerais, Brasil; filho de José Ferreira Villaça e Rosa Perpétua Caetano. Casou-se com Maria Josefa do Nascimento em 29.10.1810, ela nascida em 1788.

Registra-se José das Neves Villaça, nascido em 1869, Claudio, Minas Gerais, Brasil; casou-se com Brígida Maria de Jesus em 1887, ela nascida em 1869. Tiveram um filho: Josué das Neves Villaça, nascido em 26.05.1889 e falecido em 08.07.1890.

Registra-se Antônio da Rocha Loures Villaça, nascido em 1855, Brasil; casou-se com Anna Luiza do Amaral em 1877, ela nascida em 1856. Tiveram uma filha: Anna Joaquina da Rocha Loures Villaça, nascida em 1880.

Registra-se Rosália Francisca Villaça, nascida em 1759, Rio Grande do Sul, Brasil; casou-se com Manoel Pereira dos Santos em 1779, ele nascido em 1754. Tiveram um filho: Antônio dos Santos, nascido em 11.02.1781.

Registra-se José Temístocles Villaça, nascido em 24.10.1867 e falecido em 12.07.1930, Resende, Rio de Janeiro, Brasil; casou-se com Leonor Jardim Espíndola, nascida em 01.08.1870, Rio Bonito, Rio de Janeiro, Brasil e falecida em 20.05.1949. Tiveram um filho: Dioscorides Jardim Villaça, nascido em 21.11.1898, Resende, Rio de Janeiro, Brasil e falecido em 08.08.1972, Niterói, Brasil.

Registra-se Maria Gomes Villaça, nascida em 1699, Sequeira, Barcelos, Braga, Portugal e falecida em 25.06.1763; casou-se com Antônio Ferreira; Tiveram as seguintes filhas: Sebastiana Ferreira, nascida em 1725 e Anna Maria Villaça, nascida em 1725.

 

Região de Origem do Sobrenome

 

A Galiza tinha cerca de 2,78 milhões de habitantes em 2008, com uma densidade demográfica maior na faixa entre a Corunha e Vigo. Santiago de Compostela é a capital politica, com um estatuto especial, dentro da província da Corunha. Tem hoje o estatuto denacionalidade histórica . Galiza (em galego: Galicia ou Galiza; em espanhol: Galicia; no Brasil, também se utiliza Galícia, adaptação da forma castelhana), é uma comunidade autónoma espanhola situada no noroeste da península Ibérica, onde antigamente se situou a Galécia e o Reino da Galiza (409–1833).

É formada pelas províncias da Corunha, Lugo, Ourense e Pontevedra. Geograficamente, limita-se ao norte com o mar Cantábrico, ao sul com Portugal (Minho e Trás-os-Montes), a oeste com o oceano Atlântico e a leste com o Principado das Astúrias e Castela e Leão(províncias de Zamora e de Leão).

À Galiza, pertencem o arquipélago das ilhas Cíes, o arquipélago de Ons e o arquipélago de Sálvora, assim como outras ilhas, comoCortegada, Arousa, as Sisargas ou as Malveiras.

Aqui, se situa um dos mais importantes santuários católicos do Ocidente: a Catedral de Santiago de Compostela.

O hino da Galiza, Os Pinos, elaborado por Eduardo Pondal, refere-se à Galiza como a nação de Breogão (Breogán), herói celta.

 

Cultura megalítica

A primeira grande cultura claramente identificada se caracterizava por sua capacidade construtora e arquitetônica, junto com seu sentido religioso, fundamentado no culto aos mortos como mediadores entre o homem e os deuses.

Diz-se que a sociedade estava organizada num tipo de estrutura de clãs. Da época do megalítico depõe milhares de túmulos estendidos por todo o território, em seu interior estes túmulos escondiam uma câmara funerária de dimensões maiores ou menores, edificada com brames de pedra, conhecidas como dólmen.

 

celtica

 

 

 

 

 

Cultura céltica castreja

Castro de Santa Trega

Corresponde ao período de tempo desde a chegada dos celtas e seu assentamento até à fortificação nos seus castros. Floresceu na segunda metade da Idade do Ferro, resultado da fusão com a cultura da Idade do Bronze e outros contributos posteriores, coexistindo em parte com a época romana. Os celtas trouxeram novas variedades de gado, o cavalo domesticado e provavelmente o centeio.

O primeiro povo celta que invade Galiza é o dos Sefes, no século XI a.C.. Submeterá o Oestrimni, mas este influirá no primeiro sobretudo no terreno da religião, da organização política e das relações marítimas com Bretanha e Inglaterra. O seu carácter eminentemente guerreiro fez que Estrabão dissesse deles que eram os mais difíceis de vencer de toda a Lusitânia. É preciso dizer que a província romana da Gallaecia própria dos galaicos ainda não estava constituída política e administrativamente.

Os castros são recintos fortificados de forma circular, providos de um ou vários muros concêntricos, precedidos geralmente do seu correspondente fosso e situados, os mais deles, na cimeira de colina e montanhas. Entre os castros de tipo costeiro, destacam-se os de Fazouro, Santa Trega, Baroña e O Neixón. No interior, podem mencionar-se os de Castromao e Viladonga. Comum a todos eles é o facto de que o homem se adapta ao terreno e não ao contrário.

 

Século XIX

Até o século XIX, a Galiza estava dividida em sete províncias: Mondoñedo, Lugo, Ourense, Tui, Santiago, Corunha e Betanzos. Desde essa época, as províncias foram reduzidas a apenas quatro.

Tinha órgãos de governo próprios, sendo eles, a Junta da Galiza (em galego: Xunta de Galicia) e o Parlamento Galego.

Portugal foi um destino migratório para muitos galegos, desde o tempo da reconquista.

 

 

Imagens da Galiza

 Galiza  Galiza2  Galiza1

REJANE – Esta é a lista que encontrei na Internet e coloquei o nome da Beatriz. Veja que está como NOVO.

  • Adriana Pereira Da Fonseca Villaça 
  • Agnes Barbieri Villaça
  • Alexandre Luiz Villaça Veiga
  • Almerinda Azevedo Villaça
  • Andre Luiz Lamblet Villaça
  • Andréia Lúcia Villaça Veiga
  • Beatriz Gomes Azevedo Villaça
  • Carla Fonseca Villaça
  • Carlos Frederico Villaça
  • Daniela Fonseca Villaça
  • Edio Anderson De Souza Villaça
  • Eudson Miranda Villaça
  • Fábio Pagano Villaça Pinto
  • Fabio Villaça Morais
  • Fabio Villaça Morais
  • Fatima Villaça Ros
  • Fernanda De Medeiros Villaça
  • Flávio Lucio Mendonça Villaça
  • Francis Da Silva Villaça
  • Isabel Dos Santos Villaça
  • Isaque Santos De Santana Villaça
  • Jamile De Abreu Villaça Almeida
  • Janaina Villaça De Lima Apolinário
  • Jéssica Fernanda Galdino Villaça
  • Jó De Oliveira Alves Villaça
  • Jó De Oliveira Alves Villaça
  • João Fernando Villaça Villas Bôas
  • José Roberto Villaça
  • Jurandir Alves Villaça
  • Kamylla Geovanna Ferreira Villaça
  • Lucas Da Silva Villaça
  • Luciana Villaça V. Santos
  • Marcelo Villaça Macedo Carvalho
  • Marco Antonio Villaça Da Cunha
  • Mariza Villaça Regis De Augsto Pulice
  • Marly Villaça Villas Bôas
  • Nelma Autran Villaça Gorgulho
  • Ney Autran Villaça
  • Paulo Cesar Ferreira Villaça
  • Paulo Jacob Azevedo Villaça
  • Paulo Marcio Villaça Veiga
  • Paulo Márcio Villaça Veiga
  • Rejane De Oliveira Alves Villaça
  • Rejane De Oliveira Alves Villaça
  • Ruth Vera Da Rocha Villaça
  • Sergio Pereira Villaça
  • Sérgio Villaça
  • Simone Da Rocha Villaça
  • Tereza Maria Garrido Villaça
  • Thiago Villaça Cardoso De Mello

 

From: Rejane de Oliveira Alves Villaça

Sent: Tuesday, July 07, 2015 11:56 AM

To: Afrânio Tintaspig

Subject: Re:

 

eu tenho o villaça porque ganhei do meu falecido marido. meu nome: Rejane de Oliveira Alves Villaça.

Na verdade, eu estou querendo descobrir se o pai do meu falecido marido é realmente morto como dizia minha falecida sogra Ruth. mas meu marido tinha duvidas, porque ela nunca mostrou a foto para os filhos, nunca mostrou certidão de óbito, e na foto de casamento ela estava sozinha; parece que ela só tinha uma foto de casamento. E antes dela morrer ela escreveu um bilhete, disse que tinha que revelar algo pra o meu cunhado, irmão mais velho de Everaldo, como ela melhorou no hospital, acabou rasgando o bilhete e não falando o que tinha que revelar, mas acabou morrendo.

A unica coisa que ela contava para os filhos é que Paulo Jacob, o marido , trabalhava nas industrias Matarazzo em São Paulo e que sofreu um acidente e morreu.

Meu marido Everaldo e o irmão dele Paulo Rogério da Rocha Villaça nasceram em Duque de Caxias – RJ.

Meu marido quando era vivo dizia que a vida da minha falecida sogra era cercada de mistérios.

Eu queria descobrir se Paulo Jacob é realmente morto ou se existe algum parente dele, ou se existe algum parente dela Ruth Vera.

Na certidão de nascimento do meu cunhado Paulo Rogério da Rocha Villaça que mora em Campinas – São Paulo, está como Declarante Beatriz Gomes Azevedo Villaça; nós achamos que deva ser algum parente por parte do meu sogro, mas também nunca consegui localizá-la.

qualquer informação lhe agradeço.

Rejane Villaça.

 

Em 7 de julho de 2015 10:45, Afrânio Tintaspig <afranio@tintaspig.com.br> escreveu:

Rejane,

Me diga de onde você é e se o Villaça faz parte dos de Itapetininga (SP).

 

Os Rocha são do Morro Alto??

 

No aguardo

 

Afrânio

 

From: Rejane de Oliveira Alves Villaça

Sent: Monday, July 06, 2015 8:32 PM

To: afranio@tintaspig.com.br

 

Boa Noite,

Eu li um artigo teu falando sobre a familia Villaça e gostaria de saber a origem do meu sogro. Minha sogra que já é falecida, meu marido tambem é falecido.

Ela contava que o marido dela era falecido, mas meu marido tinha duvidas.

vou te mandar a filiaçao de meu marido pra ver se voce conhece alguma das familias e pode me dar alguma informação , por favor.

 

o meu marido , hoje falecido chamava-se Everaldo Frederico da Rocha Villaça

filho de: Paulo Jacob Azevedo Villaça e Ruth Vera da Rocha Villaça

são avós paternos: Carlos Frederico Villaça e  Almerinda Azevedo Villaça

são avós maternos: Everaldo Cunha da Rocha e Maria Helena Salles da Rocha.

No final das contas até hoje não sei dizer se realmente meu sogro é falecido, porque muita coisa minha sogra escondia dos filhos. Se voce souber de algum familiar por parte do sobrenome da minha falecida sogra, Ruth Vera da Rocha Villaça , por favor, entre em contato comigo; qualquer informação é valiosa.

desde já agradeço

Rejane Villaça




Artigo de Celso Lungaretti: 'A República se esfarela'

ENQUANTO OS PODEROSOS BRIGAM, OS COITADEZAS QUE SE DANEM!

Do blogue Náufrago da Utopia.

HookO mandato da presidenta Dilma Rousseff está por um fio porque ela conduziu o País à pior crise econômica desde a hiperinflação do Sarney, está tentando sair do sufoco mediante um receituário ortodoxo que prometera não adotar e, depois de trair a palavra empenhada e as pregações contra o neoliberalismo que o PT martelava há décadas, nem sequer vem obtendo sucesso. Até porque escolheu para executar o arrocho fiscal um economista insignificante e incompetente, o Chicago (office) boy  Joaquim Levy.

Tudo isso se refletiu numa queda vertiginosa da popularidade de Dilma, hoje na casa de 9%. Se estivéssemos no parlamentarismo, um voto de desconfiança já a teria derrubado. E se fosse maior do que é, renunciaria antes de arrastar os brasileiros ao fundo do poço e tornar a imagem da esquerda totalmente execrável para o cidadão comum.

Pelo contrário, vocifera que não vai largar o osso de jeito nenhum. Não vou! Não vou! Não vou!  O estilo diz tudo…criança

E, sem ideia nenhuma de como sair do labirinto em que se meteu e voltar a ter o respaldo das ruas, seu pensamento fixo é evitar que o processo do impedimento seja instaurado contra si. Já desistiu de desatar o nó, só não o quer em volta do seu pescoço. Sabe que, fragilizada  e pessimamente avaliada como está, uma vez colocado nos trilhos o trem do impeachment, poucos parlamentares se disporão a frustrar o eleitorado, arriscando o próprio futuro político.

A obstinação cega de Dilma em permanecer no cargo a qualquer preço e dos oposicionistas em derrubá-la a qualquer preço vem produzindo um cenário político próximo da insanidade. A república está se esfarelando.  E, depois de comermos o pão que o diabo amassou para darmos um fim ao arbítrio, o aprendizado democrático que oferecemos às novas gerações é desalentador, bem do tipo cria cuervos.  Nada de alvissareiro prenuncia.

A arena em que os gladiadores se digladiam é a da investigação das roubalheiras. As duas facções exercem terríveis pressões de bastidores, uma para envolver Eduardo Cunha e Renan Calheiros, a outra para comprometer Dilma e Lula. É a política degradada a uma guerra de tortas de lama.

bandeiraComo consequência, o relacionamento entre Executivo e Legislativo está chegando ao ponto de ebulição. E o Judiciário se faz de morto o melhor que pode.

Enquanto os poderosos brigam, os coitadezas que se danem! Se a recessão atual evoluir para depressão, azar! O que importa é o poder, só o poder, nada mais que o poder.

É a versão brasileira da marcha da insensatez. E até agora não se vislumbra sequer uma réstia de luz no fim do túnel.

Entre a desmobilização das férias escolares de julho e a dos festejos natalinos, teremos quatro meses que se anteveem quentes  e decisivos. O impasse atual precisa chegar a algum desfecho, para o Brasil não estagnar de vez, nem entrar numa espiral de turbulência. E, se continuar inexistindo um mínimo de grandeza política por parte das facções em conflito, tal desfecho não unirá o País.

O ideal seria não haver vencedores e derrotados, facilitando a reconstrução e não deixando engatilhadas novas disputas autofágicas. Mas, para isto precisaríamos de atores políticos de primeira grandeza. Não os temos, infelizmente.

 

 

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Projeto de arte itinerante chega ao Gramadinho

 

Evento reunirá artistas de diversos segmentos e as apresentações são gratuitas

A Secretaria de Cultura e Turismo de Itapetininga continua aplicando projetos culturais para levar lazer e arte gratuitos para a população.

Agora chegou a vez dos moradores do Distrito do Gramadinho serem contemplados com a ‘Caravana da Cultura’, que reunirá diversas atrações artísticas de vários segmentos.

Um evento será realizado no próximo sábado, 18, a partir das 18h, na Praça da Igreja Bom Jesus.

A participação é livre e gratuita.

Sobre o projeto Caravana da Cultura

A ‘Caravana da Cultura’ é um projeto que reúne artistas de diversos segmentos que, com o apoio da Secretaria de Cultura, recebe toda a estrutura para mostrar sua arte e seu talento em vários locais da cidade. Acompanhe a página da Secretaria de Cultura no facebook e fique por dentro dos eventos.




Artigo de Pedro Novaes: 'Idade'

Pedro Israel Novaes de Almeida

 

colunista do ROL
Pedro Novaes

Ser idoso traz o inconveniente de perceber que o organismo já não é o mesmo, e que limitações vão ocorrendo, de maneira crescente.

Contudo, a idade traz consigo desprendimentos que emprestam um ar de liberdade ao dia-a-dia.  A despreocupação com a própria imagem e com julgamentos alheios faz da maioria dos idosos pessoas quase folclóricas, convivendo socialmente sem a mínima preocupação com padrões de estética e projeção individual.

Não raro, a família tenta jogar ao lixo algumas roupas mais puídas, justamente aquelas que causam sensações de conforto. O veículo antigo, que alterna garagem e oficina, raramente é trocado, enquanto cumprir sua missão de sair de um ponto e chegar a outro.

Não existisse o desconfiômetro familiar, muitos idosos seriam abordados ou evitados, como mendigos. Afinal de contas, qual o crime em usar aquela camiseta com um furinho, ou calçar o tênis que não combina com a meia ?

Idosos excessivamente educados não são longevos, e a aceitação passiva de afrontas e desacatos tem efeito cumulativo, com reflexos diretos na saúde. A natureza costuma dotar os idosos da capacidade de reagir verbalmente, sem provocar o confronto físico.

Alguns idosos confundem idade com sabedoria, e acabam desempenhando o papel de chatos, proferindo cada frase como se fosse um grande ensinamento.  Pode parecer politicamente incorreto, mas, na verdade, nem toda criança é bonita, e nem todo idoso é sábio.

A idade, em aposentados, revela pendores ignorados, e é comum grandes empresários e profissionais liberais encontrarem a felicidade em uma oficina na garagem, no trato com jardins e hortas, nas artes, culinária, etc. Alguns partem para funções beneméritas de auxílio humano, proteção da natureza ou preservação da história.

Virtude e defeitos são realçados, na terceira idade. Os que a ela chegam, portando intolerâncias e preconceitos, dificilmente perdem tais defeitos, podendo, no máximo, evitar manifestá-las.

O sexo é o tabu mais insondável da terceira idade. Alguns buscam o auxílio de medicamentos, outros aceitam o crescente declínio, mas todos, em regra, mentem.

O grande desafio à terceira idade é manter intactas a memória e a agilidade mental. Sudoku, palavras cruzadas, leitura, xadrez, exercícios e muita conversa são algumas das armas para retardar o inexorável advento das perdas.

Quanto mais evoluída a sociedade, mais valorizadas a infância e a velhice. Populações indígenas costumam seguir tal preceito.

No Brasil, ainda são precárias as moradias para idosos, quase todas conduzidas pela benemerência e voluntariedade social. Poderiam, os governos, dispensar maiores respeitos e cuidados aos idosos, de pouco adiantando a edição de leis protetoras, se pouco cumpridas.

pedroinovaes@uol.com.br

O autor é engenheiro agrônomo e advogado, aposentado.

 

 

 

 




Artigo de Celso Lungaretti: ' Já que a politica brasileira não é séria, merece, ser analisada com irreverência'

EM 1969 FOMOS GOVERNADOS POR TRÊS MILICOS. ESTARÁ CHEGANDO A VEZ DOS TRÊS PATETAS?

Do blogue Náufrago da Utopia.

militaresAlguém soprou para as repórteres Marina Dias e Natuza Nery, da Folha de S. Paulo, o que teria sido discutido na 5ª feira passada (9), quando o presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha, recebeu na sua residência oficial o ministro do STF Gilmar Mendes e o dirigente sindical Paulinho da Força.

O último teria então sustentado que um processo de impedimento da presidenta Dilma Rousseff requer um acordo prévio entre quatro pessoas: o próprio Cunha, o vice-presidente Michel Temer, o presidente do Senado Renan Calheiros e o presidente do PSDB Aécio Neves.

 

 

patetasA ideia seria, defenestrada Dilma, partir-se para um parlamentarismo branco: Temer compartilharia o poder com Cunha e Calheiros até as eleições de 2018.

Bem, como fomos governados em 1969 pelos ministros militares, inexiste a possibilidade de triunvirato pior. Temer, Cunha e Calheiros não são daqueles que matam pessoas; só matam nossas esperanças num Brasil melhor.

As repórteres acrescentaram que a possível rejeição das contas de 2014 do governo faz parte dos planos para a derrubada de Dilma.

Neste sentido, o Tribunal de Contas da União teria sido, na surdina, pressionado pelos oposicionistas a adiar (como adiou) a análise das ditas cujas para agosto, após o recesso parlamentar.

Ou seja, o Congresso precisaria estar funcionando para servir como caixa de ressonância, no sentido de maximizarem o impacto de um veredicto negativo do TCU.

 

MANCHETE DO DIA: PF FAZ BUSCA E APREENSÃO NA CASA DO COLLOR.

Do blogue Náufrago da Utopia.

CollorEm 1992, tudo fizemos para

nos livrarmos delle.

Queríamos vê-llo bem longe da

Praça dos Três Poderes.

 

Collor1Mas, das coisas ruins não nos

livramos tão facilmente.

No Brasil elas sempre voltam,

com a maior cara de pau…

foto

 

Vamos torcer para que, desta vez,

Polícia Federal leia o manual do

Bram Stoker para tais casos e faça o

serviço completo.

 

 

MINISTRO QUE NÃO ENTENDE NADA DE ESPORTE FOI NOS ENVERGONHAR NO PAN

Do blogue Náufrago da Utopia.

 

Marin

 

É evidente que o esporte brasileiro jamais passará de novo, numa competição internacional, por humilhação tão grande quanto a de 2014, quando o representante máximo do nosso futebol numa Copa do Mundo foi o filhote da ditadura e cleptomaníaco José Maria Marin. Pior, impossível!

Mas, o ministro do Esporte George Hilton (dei a ficha dele aqui), que no loteamento das Pastas preencheu a vaga do PRB de Edir Macedo, também faz o gênero rinoceronte em loja de cristais

Eis o episódio que o irreverente comentarista esportivo José Roberto Malia acaba de relatar no seu blogue:

 

 

 judoca
O papagaio de pirata deu o maior vexame

Certamente o judoca brasileiro Charles Chibana jamais esquecerá a noite de 12 de julho. E não apenas por ter derrotado o canadense Antoine Bouchard por ippon e conquistado a medalha de ouro como rei do tatame na categoria até 66 quilos dos Jogos Pan-americanos.

…‘Le plus grand moment’ da história da competição foi proporcionado pelo eclético ministro do Esporte, George Hilton.

Todo faceiro e acreditando que estaria abafando, Hilton subiu ao pódio para entregar a medalha ao lutador brasileiro.

Estaria tudo muito bom, tudo muito bem, mas realmente… o ministro cometeu uma gafe inacreditável, daquelas que deixariam até mico com vergonha.

O pódio é simplesmente um lugar sagrado e exclusivo dos atletas. Somente eles podem pisá-lo para receber o prêmio.

O esporte que ele pratica é o levantamento de pesos?

O sensacional golpe de Hilton contra o esporte brasileiro foi flagrado pelo ex-judoca João Derly, que publicou uma foto nas redes sociais e aproveitou para tirar uma onda:

‘São tantas medalhas conquistadas que até o ministro George Hilton já subiu no pódio’.

Seria cômico se não fosse trágico. Pastor e radialista, o ministro já havia marcado um gol de placa ao assumir a pasta e revelar que… ‘não entendo nada de esporte’. Que venha a Rio-16!

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Cine Clube de Itapetininga vai exibir gratuitamente o filme 'Mon Oncle'

O Cine Clube de Itapetininga apresenta gratuitamente o filme ‘MEU TIO’, DE JACQUES TATI

A apresentação será no dia 23 de Julho quinta-feira, às 19h30.

O roteiro conta a história do ‘Senhor Hulot’ (Jacques Tati), que vive em um bairro pobre e antigo de Paris, enquanto sua irmã e seu cunhado vivem em uma casa supermoderna onde tudo é automático. O Senhor Arpel (Jean-Pierre Zola) é dono de uma fábrica de plástico, que o tornou rico, e onde o humilde Sr. Hulot começa a trabalhar. O emprego foi arranjado pelo próprio cunhado, que não deseja que o seu sobrinho cresça sob a má influência de Hulot, um sujeito bom e bem desengonçado.

‘Mon Oncle’ (‘Meu Tio’, em português) ganhou o prêmio especial do júri no Festival de Cannes e o Oscar de melhor filme estrangeiro.

Início às 19:30 h em ponto e depois haverá debate e sorteio de livro

Programa Filmes de Autor pelo Cine Clube do Instituto Julio Prestes em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Itapetininga.

A exibição e o debate acontecem no novo CINE JANELAS, anexo ao Posto de Saúde Dr. Genefredo Monteiro, PRAÇA 09 DE JULHO, 518 CENTRO, com entrada franca e sorteio de livro entre os presentes.

Reserva com Angelo Lourival Ricchetti pelo fone 15 3272 7525,                                  pelo celular 15 9 9171 7672 e e-mailaricchetti@yahoo.com




MyHeritage lança tecnologia revolucionária de Tradução Global de Nomes, para turbinar descobertas sobre a história da família

Nova tecnologia elimina barreiras linguísticas para aprimorar a pesquisa e preservação da história familiar

Global_Name_Translation_PR_image_pt (1)SÃO PAULO, Brasil; TEL AVIV, Israel & LEHI, EUA – 8 de julho de 2015: MyHeritage o destino principal para a descoberta, preservação e compartilhamento da história familiar anunciou hoje o lançamento da Tradução Global de Nomes – uma nova tecnologia que auxilia as famílias a romperem com as barreiras linguísticas, que limitam a busca por seus ancestrais. A tecnologia traduz automaticamente com muita precisão nomes encontrados em registros históricos e árvores genealógicas de uma língua para outra, gerando traduções plausíveis, a fim de facilitar as coincidências entre nomes, em diferentes idiomas. Além disso, a busca manual em um idioma irá retornar resultados encontrados em outros ainda, traduzidos para o idioma inicial. Esta é uma inovação exclusiva, não oferecida em nenhum outro local, bastante útil para todos os interessados em encontrar suas origens internacionais.

Há muitos benefícios imediatos para os usuários. Por exemplo, pessoas dos EUA com antepassados russos previamente precisavam pesquisar seus antepassados diretamente na Rússia, para ampliar as chances de encontrar informações pertinentes. A nova tecnologia irá aceitar buscas em inglês, automaticamente aumentando o escopo da pesquisa para incluir igualmente a Rússia e a Ucrânia e de quebra ainda trazendo os resultados encontrados já traduzidos para o inglês.

A nova tecnologia também traz melhorias para as aclamadas tecnologias de busca por coincidências do MyHeritage, ao construir uma verdadeira ponte entre as lacunas linguísticas. Por exemplo, supondo que temos um usuário da Grécia, com uma árvore genealógica em grego, que tenha família em Israel, e que por sua vez mantém sua árvore em hebraico – o MyHeritage será capaz de conectá-los automaticamente, encontrando coincidências entre os nomes das suas árvores nos idiomas antigos do Grego e Hebraico e mostrando aos dois usuários como as suas árvores coincidem, levando a incríveis encontros entre os familiares, como nunca antes.

“A Tradução Global de Nomes ajuda a combatermos a síndrome da torre de Babel”, comenta Gilad Japhet, fundador e CEO do MyHeritage. “O mundo está ficando cada vez menor e mais conectado. No entanto, informações oriundas de outros países ainda são praticamente inalcançáveis para aqueles que não falam o idioma local. Tomamos como nossa a missão de desenvolver as melhores tecnologias para facilitar a descoberta da história familiar para e por todos, em qualquer lugar. Desta maneira, nós perseguimos o objetivo bastante ambicioso de remover uma das maiores barreiras que impedem tanto a pesquisa quanto a leitura dos resultados – a dificuldade de traduzir nomes de uma língua para outra. Nós nos orgulhamos do fato de sermos os pioneiros a apresentar uma solução para este problema e estamos exultantes com o valor adicional que oferecemos a nossos usuários, no mundo todo.”.

MyHeritage desenvolveu esta tecnologia utilizando pesquisa original, algoritmos avançados e baseando-se num imenso banco de dados multilíngue de 6 bilhões de perfis e registros históricos. A tecnologia cobre nomes e sobrenomes e está apta a lidar não apenas com os sobrenomes encontrados no passado, mas também com outros nomes que nunca haviam sido encontrados anteriormente. A tecnologia é genérica, mas também utiliza dicionários compilados por MyHeritage para cobrir sinônimos e apelidos. Assim, uma busca por Alessandro (Alexandre em italiano) também irá retornar “Саша”, a grafia russa para Sasha, que é um nome muito popular para Alexandre, na Rússia.

Esta primeira versão traduz de forma bem-sucedida nomes entre inglês, alemão, holandês, francês, espanhol, catalão, português, italiano, norueguês, sueco, dinamarquês, grego, hebraico, polonês, tcheco, russo e ucraniano. A nova versão, já em desenvolvimento, irá incluir chinês e japonês e outras línguas adicionais também serão implementadas.

Para testar a tecnologia de Tradução Global de Nomes, crie uma nova árvore genealógica gratuitamente em MyHeritage e aprecie as coincidências automáticas que encontramos para você ou utilize o SuperSearch – o motor de busca de registros históricos do MyHeritage.
Sobre o MyHeritage

MyHeritage é o destino principal para descobrir, preservar e compartilhar a história da sua família. Como líderes tecnológicos, MyHeritage está transformando a história da família em uma atividade que é acessível e traz recompensas imediatas. Sua comunidade mundial de usuários tem acesso a uma imensa biblioteca de registros históricos, às coleções mais internacionalmente diversificadas de árvores genealógicas e pesquisa, além de tecnologias que buscam conexões entre milhões de árvores presentes no site. Milhões de famílias confiam em MyHeritage, que lhes proporciona uma forma simples e segura de compartilhar suas histórias, seu passado e seu presente para as gerações atuais e futuras. MyHeritage está disponível em 42 idiomas. www.myheritage.com.br

Contato:

MyHeritage: Karen Hägele, Country Manager
Fone: +55-11-3042-1278
Email: karen.hagele@myheritage.com