Sorocaba: SEMANA DE JORNALISMO ASI/UNISO RECEBE PROFISSIONAIS

De segunda (27) a quarta-feira (29), será realizada a Semana de Jornalismo ASI/Uniso, em parceria com a Associação Sorocabana de Imprensa.

O evento  comemora os 20 anos do curso de Jornalismo da Uniso eé aberto à comunidade acadêmica, profissionais e demais interessados.

O jornalista Caco Barcellos é um dos convidados da Semana de Geografia e Relações Internacionais da Uniso –  “Multiplicidades do mundo contemporâneo”, que será realizada de 27 a 30 de abril, no câmpus Trujillo.

Especialista em jornalismo investigativo, documentários e reportagens sobre violência e injustiça social, Caco Barcellos ministrará a palestra “Brasil: Da Rota 66 à continuidade da violência”.  Além de “Rota 66”, é autor dos livros “Abusado: o dono do morro Dona Marta” e “Nicarágua: a Revolução das Crianças”. Atualmente, apresenta o programa Profissão Repórter, na Rede Globo.
A palestra será  destinada exclusivamente aos cursos de Geografia, Relações Internacionais, História e Jornalismo da Uniso. Para participar, os alunos deverão apresentar o RA na entrada. As demais atividades serão abertas a toda comunidade.
Programação da Semana de Jornalismo
Câmpus Trujillo, Salão Vermelho, 19h30

27/04 – Segunda-feira
“O Poder Judiciário no Brasil”
Prof. Walter Cruz Swensson
Secretário de Governo da Prefeitura de Arujá, SP. Foi juiz do tribunal de alçada criminal e desembargadorespecializado em Direito Público e professor de teoria geral do processo, autor de diversos livros sobre registro de imóveis.

28/04 Terça-feira
“Ecologia, Educação e as Relações Internacionais”
Prof. Marcos Reigota
Doutor em Educação pela Universidade Católica de Louvain e Pós-doutor em Educação pela Universidade de Genebra, atualmente é professor do Programa de Pós-Graduação em Educação da Uniso. Autor de diversos livros sobre educação e meio ambiente, como “A Floresta e a Escola”, “Ecologistas”, “O que é Educação Ambiental” e “Iugoslávia: uma barbárie anunciada”.

29/04 Quarta-feira
“Brasil: Da Rota 66 à continuidade da violência”
Caco Barcellos
Jornalista, repórter televisivo e escritor. Especializou-se em jornalismo investigativo, documentários e reportagens sobre violência e injustiça social. Autor dos livros “Rota 66”, “Abusado: o dono do morro Dona Marta” e “Nicarágua: a Revolução das Crianças”. Apresenta atualmente o programa Profissão Repórter

30/04 Quinta-feira
“As oportunidades do agronegócio no período de mundialização da economia”
Adriana Renata Verdi
Geógrafa pela Unesp, doutora em Geografia pela USP, integra desde 2005 o Instituto de Economia Agrícola. Atualmente é pesquisadora da Coordenação de Pesquisa na Agência Paulista de Tecnologia do Agronegócio, vinculada ao Instituto de Economia Agrícola da Secretaria da Agricultura do Estado de São Paulo.

 




Genealogia: AFRANIO MELO FORNECE INFORMAÇÕES SOBRE AS FAMILIAS DUARTE E MORAES

Genealogista Afrânio Mello
Genealogista Afrânio Mello

Afrânio Mello: ATENDIMENTO NÚMEROS 452 e 453

 

Smailli,

 

Estou encaminhando, para suas pesquisas e , poderá ver  que tera um trabalho imenso de escolha,

histórico do Duarte e do Moraes/Morais.

Encaminho 15 brasões das diferentes localidades de origem dos MORALES ( Espanho ), assim você

tem a opção , em sabendo de suas origens, o Portuques e o Espanhol.

O material enviado é bastante grande e muito bonito.

 

Eu também tenho tatuagens e gostaria que me enviasse uma foto depois de fazer a tatuagem.

 

Espero que fique contente.

Grande abraço.

 

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Jornal On Line

 

 

DUARTE – ESPANHOL

 

El apellido español Duarte es de origen patronimico, derivado del primer nombre del padre, y significa (hijo) de Eduardo.

El primer nombre Eduardo se ha derivado del ingles antiguo, y significa “guardian rico”. Fue el nombre de un santo ingles,

nacido en 1004, que fue Rey de Inglaterra,celebre por su bondad y justicia. Tambien fue el nombre de un Rey portuguez

(1391-1438), que fue poeta. Los primeros registros del apellido Duarte hacen mencion de un Pedro Duarte, que en 1509

paso desde las Encartaciones de Vizcaya al reino de Aragon. En Valencia, vivia otra familia, originaria de Aragon, llamado

Duart. Figuran en el indice de apellidos probados en la Orden de Carlos III los nombres de los siguientes: Juan Duarte,

Manuela Duarte, Nicolas Duarte Gomez, N icolas Duarte y Pedroso, y Nicolas Durte Castro y Palomino. Son varios los

portadores del apellido Duarte citados en el “Archivo General Militar de Segovia”, como: Antonio Duarte, del Regimiento

de Infanteria en el ano 1762, Braulio Duarte, de Infanteria, en 1895 y Roque Duarte Marquez, de la Sanidad, en 1918.

Un notable portador de este apellido fue Higinio Maria Duarte y Buron (1785-1860). En 1836 se le nombro Secretario de

la jefatura politica de Caceres y como compensacion a las persecuciones que sufrio, asi como tambien para premiar sus

servicios cuando la invasion Francesa, la reina gobernadora le concedio los honores de secretario de Isabel II, con ejercicio

de derechos. Otro fue Juan Pablo Duarte (1813-1873), fundador de la Republica Dominicana. Su vida fue una constante lucha

por la independencia patri a. Se ha dado su nombre a un poblacion y muchas calles y plazas de las ciudades dominicanas.

 

 

 

Duarte, sobrenome de origem latina. Nome próprio adoptado como apelido

pelo que existem várias famílias em Portugal que o usam sem que nenhuma relação de parentesco exista entre elas.

Enquanto nome próprio (variante aportuguesada de Eduardo), tornou-se mais comum o seu uso em Portugal a partir

de meados do século XV, depois de com esse nome ter sido baptisado o príncipe herdeiro – futuro rei D. Duarte –

filho primogénito de D. João I e de Filipa de Lencastre, em memória do rei Eduardo III de Inglaterra, de quem aquela

princesa era neta.

 

 

 

Títulos, Morgados e Senhorios

 

Viscondes de Oliveira Duarte

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Morais, Moraes, ignora-se se os deste nome o tiraram do lugar de Morais, em Trás-os-Montes, ou se provêm dos Morales da Espanha. Os genealogistas atribuem-lhes remotas mas incomprovadas origens, se bem que seja indiscutível que a família já existia em Portugal usando este sobrenome durante a primeira Dinastia.

 

Moraes, sobrenome de origem geográfica. Topônimo de Portugal. Plural de um substantivo moral que devia ter significado «amoreiral». O espanhol tem moral, amoreira, e o sobrenome Morales. O substantivo desapareceu, ficando só o topônimo e o sobrenome. Guérios derivou de Murales, muros (Antenor Nascentes, II, 207). Do espanhol Morales, lugar onde há amoreiras (Anuário Genealógico Latino, IV, 25). O solar desta família é no lugar de Morais, têrmo de Bragança, província de Trás-os-Montes, Portugal. Gonçalo Rodrigues de Morais, senhor de muitos lugares, era descendente dos senhores da cidade de Bragança; em 1217 deu sua ermida de Santa Catarina aos franciscanos, quando foi a Bragança fundar o convento (Anuário Genealógico Latino, I, 67). Ilha da Madeira: o genealogista Henrique Henriques de Noronha, em sua importante obra Nobiliário Genealógico das Famílias da Ilha da Madeira, composta em 1700, dedicou-se ao estudo desta família [Henriques de Noronha – Nobiliário da Ilha da Madeira, Tomo II, 365]. Brasil: No Rio de Janeiro, entre as mais antigas, a de Diogo de Morais, n. no Rio, e fal. antes de 1721. Cas. no Rio, em 1695, com Felícia de Abreu Pereira, n. em Lisboa, e fal. no Rio, em 1721 (Rheingantz, II, 619). Antiga e importante família estabelecida em São Paulo, procedente, na metrópole portuguesa, de Rui Martins de Morais, alcaide-mor de Bragança [1321], Senhor de Morais, 3.º Padroeiro do Convento de S. Francisco, que deixou numerosa descendência do seu cas. com Alda Gonçalves Moreira. Foram pais de Ignez Rodrigues de Morais, que do seu cas. com D. Mendo Esteves de Antas, da Casa de Vimioso, descendem os Moraes de Antas, de São Paulo. Deste último casal – Mendo e Ignêz, foi descendente, seu quarto neto, Baltazar de Morais de Antas [Mogadouro – a.1600], que passou para o Brasil, tornando-se tronco de uma das principais famílias de São Paulo. Trouxe carta de Nobreza, passada perante o Juiz de Mogadouro [Carta 11.09.1579], que foi reconhecida perante o Ouvidor Geral da Bahia Cisme Rangel de Macedo.

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From: Smailli Moraes

Sent: Wednesday, April 22, 2015 4:32 PM

To: afraniomello@itapetininga.com.br

Subject: Brasão / Significado

 

Boa tarde, encontrei seu e-mail pesquisando sobre Brasão na internet e gostaria de ver se você consegue me ajudar.

 

Estou procurando informações e brasão das famílias Moraes e Duarte. Se você conseguir fico grato.

 

O intuito desse pedido é que estou desenhando uma tatuagem com o brasão das familias (Duarte por parte de mãe e Moraes por parte de pai).

21 anexos

 

 

 

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duarte – esp.doc

Visualizar o anexo duarte.doc

duarte.doc

Visualizar o anexo morais.doc

morais.doc

Smailli Moraes <moraes.smailli@gmail.com>

11:50 (Há 13 horas)
para Afrânio, mim

Bom dia, fico grato pela sua ajuda tão rapidamente.
Assim que começar os desenhos da tattoo eu lhe envio as idéias e depois ela pronta.

🙂

3 anexos

 

 

 

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Genealogia: AFRANIO MELLO FORNECE INFORMAÇÕES SOBRE A FAMILIA BARRIOS

FOTO CLOSE AFRANIOAfrânio Mello: ATENDIMENTO NÚMERO 451

 

Rodrigo,

 

Não faço árvore genealógico.

O que faço é fornecer informações sobre os SOBRENOMES das pessoas e a origem do mesmo.

 

A sua, você deve fazer, iniciando por você, seus pais,avós, bisavós e assim por diante.

Quando faltar nomes que não sabe, consulte os parentes, envolva os mesmos nessa tarefa e verá

quanto informação vai conseguir.

 

Os arquivos anexados estão transcritos abaixo.

 

Espero ter contribuido com a sua pesquisa e veja que tem um belo Brasão do seu sobrenome.

 

Forte abraço

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL -Região On Line

 

 

BARRIOS – ESPANHOL

 

El solar de esta noble y antigua familia se situa en Guipúzcoa y parte del primer Señor de Vizcaya. Posteriormente fueron

extendiéndose por la provincia de Burgos fundando nuevos solares. Acreditados genealogistas coinciden en la antiguedad y

nobleza de esta familia, entre ellos Antonio de Barahona que hace extensa mención al apellido Barrios, al igual que García

Alonso de Torres, ambos cronistas de Felipe II y Carlos I, estando los dos de acuerdo en consignar cómo este solar se fue

arruinando por el rigor de los siglos. Se destacaron en las conquistas de Baeza y acompañaron a los Reyes Católicos en la

toma de Granada. En tiempos de la reina doña Juana y de su hijo Carlos, destacó don Fernando de Barrios, caballero, del

que dan noticia los cronistas de la época. Armas: En azur sobre ondas de azur y plata dos peces de plata.

 

 

BARROS – ESPANHOL

 

Su origen hay que fijarlo en Galicia y en la raya de Portugal, que posteriormente se extendió por las provincias de Pontevedra,

Santander y Segovia. De acuerdo a las sucesivas ramas los escudos de las diferentes familias fueron variándose. En la ciudad

de Tuy (Pontevedra) se afianzó una rama que traía sus armas de Portugal y a la que perteneció uno de sus fundadores, el

caballero don Juan de Barros, Señor del Coto de Togores y su hijo, don Juan, que participó en las guerras de Flandes y de Italia

, pasando a América con las huestes de don García de Mendoza. Este linaje probó repetidas veces su hidalguía no solo ante las

Reales Chancillerías sino también ante los tribunales del Santo Oficio. Armas: En campo de gules, tres bandas de plata,

acompañadas de nueve estrellas de oro puestas una, tres y dos.

 

 

BARROS – PORTUGUES.

 

 

 

Barros, sobrenome de origem toponímica, parece tirado do lugar de Barros, no concelho de Regalados, onde vivia, no tempo dos Reis Dom Afonso III e Dom Diniz, Fernão Dias de Barros. De notar que até ao século XVII o sobrenome de Barros se grafou indistintamente assim, ou como Bairros.

Pretendem alguns linhagistas que o primeiro a usar deste sobrenome tenham sido um membro da família de Haro, dos senhores da Biscaia.

 

Armas

 

De vermelho, três bandas de prata, acompanhadas de nove estrelas de ouro postas uma, três, três e duas.

Timbre: uma aspa de vermelho, carregada de cinco estrelas do escudo.

 

Ramos Familiares

 

Barros e Vasconcelos

 

Títulos, Morgados e Senhorios

 

Barões de Itu                             Barões de Paraopeba

Barões de Piracicaba                   Barões de Provezende

Barões do Casal                         Barões do Resgate

Condes de Barros                       Condes de Basto

Condes de Basto-n                      Condes de Vinhais

Condes do Casal                                 Marqueses de Itu

Senhores da Quinta  Colmiosa      Senhores de Entre Homem e Cávado

Senhores do Morgado de Alte       Viscondes da Marinha Grande

Viscondes de Alvelos                   Viscondes de Congonhas de Campos

Viscondes de Cortegaça               Viscondes de Poiares

Viscondes de Santarém               Viscondes de Vila Nova da Rainha

Viscondes do Amparo                  Viscondes do Gerês

 

Cargos e Profissões no Reino de Portugal

 

Abades de Colvelo

Cavaleiros da Ordem de Cristo

Primeiros-ministros de Portugal

Professores

 

 

Explicação de algumas punições.

 

Uso de Hábito Perpétuo: ou sambrenito era uma punição quase sempre utilizada pelos inquisidores. Esta roupa era de uso obrigatório pelos hereges mesmo quando eram libertados. O hábito era um roupão quase sempre da cor preta ou amarela, tendo desenhos de cruz no peito e nas costas. Quando a setença era hábito com insígnias de fogo, vinham todos pintados com labaredas e figuras diabólicas. Quem era condenado a usar essas vestimentas, não conseguiam trabalho, tinham todos os seus bens confiscados, eram ridicularizados e apedrejados, acabavam seus dias mendingando ou morrendo a mingua. Seus descendentes eram considerados infames por várias gerações, não podendo ocupar quaisquer cargos públicos, pertencer a ordens militares ou religiosas.

 

Carocha: era um objeto parecido a uma coroa ou mitra, que era colocada na cabeça de alguns condenados e toda pintada com figuras demoníacas.

 

Galés: era a punição onde o réu era condenado a ficar numa embarcação movida a tração humana. Não havia retorno, a maioria morriam por exaustão. Eram embarcações similares aos que os Romanos e os Vikings usavam.

 

Degredo: o condenado era expulso de Portugal e enviando para as colônias portuguesas sem qualquer perspectiva de melhora. Mas na realidade era a melhor punição, pois muitos acabaram por viajarem para outros países e colônias e com o tempo recuperar um pouco de seus bens.

 

Cárcere: na realidade era uma ida quase sem volta, as condições nas masmorras eram as piores possíveis, a maioria morria nas prisões ou saiam em situação deplorável física, emocional e espiritual. Muitos morriam pouco tempo depois de saírem desses cárceres.

 

Mordaça: o condenado era obrigado a usar uma mordaça na boca e era proibido de falar com qualquer pessoa.

 

Açoite: o réu era açoitado em praça pública com chicotes

 

 

 

From: Rodrigo Barros

Sent: Friday, April 24, 2015 4:49 PM

To: afranio@tintaspig.com.br ; Rodrigo Barros

 

GRÁTIS – UM SERVIÇO DO ROL PARA SEUS LEITORES: PARA CONHECER MAIS SOBRE SEUS ANCESTRAIS, BASTA ENVIAR E-MEIO ! 

boa tarde ! o senhor precisa de quais dados para fazer  minha arvore familiar !

grato !

3 anexos

 

 

Visualizar o anexo barrios – esp.doc

barrios – esp.doc

Visualizar o anexo barros- esp.doc

barros- esp.doc

Visualizar o anexo barros.doc

barros.doc

 




Jornal Bem Estar: TUDO SOBRE GATOS!

Dicas e curiosidades para entendermos melhor nossos bichanos

Por Nosso Bem Estar

Smitt/IStock/NBE

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Gatos: uma paixão irresistível

Cães e gatos são espécies bem diferentes, com um perfil muito particular de comportamento. O gato se porta de forma bastante distinta do que o cachorro, por ser um animal de temperamento muito mais independente. Abaixo algumas curiosidades tipicamente felinas que são importantes conhecer e compreender.

Mania de acordar o dono
Existe uma crença de que o gato sabe o momento em que você irá acordar, mas o mais provável é que ele esteja te acordando porque quer que você gaste um tempinho com ele, brinque, ofereça comida, etc. Jamais brigue com seu gatinho por isso – gatos não associam as punições que recebem como os cachorros fazem. Ele se tornará um animal medroso e não irá agir como você deseja
Janelas teladas
As janelas são sempre um perigo para gatos de apartamento. Eles adoram ficar vendo o movimento da rua e se distraem facilmente com pássaros e borboletas voando. Também gostam de dormir tomando seu solzinho e aproveitando o ar fresco que vem de fora. Em ambas as situações, podem perder o equilíbrio e cair. Por isso, é extremamente necessário que as pessoas telem todas as janelas de seu apartamento. O procedimento é rápido e não é caro!
Acesso às ruas
Se você acha que tudo que eles querem é “liberdade”, é porque eles não têm noção do perigo que correm. Lá ele poderá ter contato com doenças e riscos diversos como atropelamento, brigas e muito provavelmente vai ter um dia em que ele não voltará para casa. Gatos de rua passam fome, sofrimento, abandono, se machucam e são extremamente carentes. Quando você abre a porta da rua para seu gato dar uma “voltinha”, você está abrindo também um caminho de possibilidades para que ele compartilhe desse sofrimento com os outros. Ficar “preso” dentro de casa, mas com o carinho de uma família, uma cama quentinha para dormir e comida e bebida à disposição não é tão ruim assim.
A caixinha de areia
A caixa deve ser cheia até ficar com uns 5 cm de altura de areia, no mínimo. Deve-se tirar as sujeirinhas com a pá, colocar num saco e dar um nó antes de colocar no seu cesto de lixo, para evitar vazamentos. Após a retirada, preencha com mais areia limpa. E a cada 2 ou 3 semanas troque totalmente a areia da caixa.
Porque os gatos “marcham”?
Esse comportamento felino , também chamado de “amassar pão” , e “massagear” com as patas, quando encontram superfícies macias, serve para depositar o odor pessoal do felino alí demonstrando ser seu território. Mas eles também sentem muito prazer fazendo isso. Essa massagem também chamada de movimento de “ordenha” é algo que sobreviveu como um ato afetivo à infância dos gatinhos , quando faziam isso para estimular o leite da mãe. Esses momentos para os gatos são aconchegantes e calorosos , de felicidade total, porque lembram a nutrição inicial.

Afiando as unhas no sofá
Afiar as unhas faz parte da natureza de todo felino . Da mesma maneira que o gato se lambe todo, no intuito de higienizar-se (o tão conhecido “banho de gato”), ele também precisa arranhar para que suas unhas sejam aparadas. Então em vez de ensinar o gato a não arranhar, o que comprometeria o bem-estar dele, devemos estimulá-lo a arranhar objetos permitidos ou arranhadores adquiridos para essa finalidade.

Ronron
O som é o resultado da vibração que surge das paredes dos maiores vasos sanguineos na área do tórax. Essas vibrações são prontamente transmitidas para as passagens de ar do gato, resultando no ronronar. Este é o mecanismo físico, que é impulsionado pelo mecanismo emocional. Um gato não passa a vida toda ronronando, ele só emite esse som quando esta, emocionalmente de bem com a vida, feliz e satisfeito. O ronroneio do gato não é mais que um estado de espírito. Alguns gatos ronronam alto quando estão muito assustados ou com dor ou para pedir socorro. Exemplos: gatas dando à luz ronronam. Gatos atropelados ou muito subnutridos ronronam para pedir socorro.

Acidentes domésticos

Gatos são animais muito curiosos e irrequietos então é preciso tomar cuidados para evitar acidentes em casa. Veja alguns:

– Evite deixar líquidos e alimentos quentes ao alcance do gato.
– Quando estiver cozinhando mantenha o gato fora da cozinha. Mesmo após desligar o fogão, cuidado com a superfície que ficou quente: pode queimar a patinha ou o focinho de seu felino.
– Não utilize produtos em spray (perfumes, desodorantes, etc.) perto do gato – podem causar alergias respiratórias no bichinho.
– Cuidado com desinfetantes e ceras – podem intoxicar o bichinho. Use água sanitária diluída em água;
– Use protetores de tomadas, e evite que o bichano tome choques, que podem ser fatais;
– Deixe máquina de lavar e outros aparelhos fechados ou tampados;
– Gatos gostam de entrar em gavetas, armários, etc. Se ficar trancado, o animal pode sufocar-se. Cuidado também com geladeiras, freezers e armários com produtos de limpeza;
– Cuidado com sacos plásticos – gatos “gostam” de mastigar e engolir pedaços do saco, o que pode ser fatal. Além do que podem se esconder dentro do saco, podendo sufocar;
– Mantenha linhas, barbantes, fios de lã e fio dental longe do alcance dos gatos. Se engolidos podem afetar o intestino e o bichano necessitar de uma cirurgia de emergência;
– Mantenha alfinetes e agulhas longe do alcance dos gatos – eles podem engolir e ser fatal.
– Não permita que seu gato fique no banheiro enquanto você toma banho – isso pode favorecer o aparecimento de fungos, pois ele ficará úmido com o vapor.
– Cuidado com agulhas, facas, tesouras e pequenos objetos. Mantenha-os sempre longe do alcance do gato;
– Mantenha os produtos de limpeza longe do alcance dos animais, assim como das crianças;

Compilado com informações do site cantodosgatinhos




Itapetininga: CÂMARA APROVA DISTANCIA MENOR PARA ANTENAS DE CELULARES

Câmara aprova projeto que diminui distância para instalação de antenas

 Lei ainda precisa ser sancionada pelo Executivo de Itapetininga (SP). Torres de celular agora podem ser fixadas a dez metros de residências.

Do G1 Itapetininga e Região

Vereadores aprovaram em 2ª ediscussão projeto de lei (Foto: Cláudio Nascimento/ TV TEM)Vereadores aprovaram em 2ª discussão projeto de lei (Foto: Cláudio Nascimento/ TV TEM)

A Câmara de Itapetininga (SP) aprovou, na sessão desta quinta-feira (23), o projeto de lei que diminui a distância entre casas e a instalação de antenas de telefonia celular. O projeto aprovado em 2ª discussão determina que as antenas possam ser instaladas a 10 metros das residências, enquanto a antiga lei apontava o mínimo de 110 metros de distância. A medida inclui antenas de telefonia celular, radio difusão, internet e televisão.

Três emendas também foram aprovadas durante a sessão. A primeira delas determina que a implantação de cada nova torre que seja construída na cidade passe de 110 metros para 300 metros de distância de hospitais, clínicas, asilos, escolas e creches. A segunda emenda votada permite o compartilhamento de uma mesma torre pra várias operadoras. O objetivo é a redução do o número de torres da cidade, segundo o Legislativo.

Já a terceira emenda definiu que as empresas que já possuem torres de transmissão na cidade tenham um prazo de 12 meses para se adaptar às novas normas após o vencimento do atual alvará. Ou seja, a empresa com torre instalada em desacordo com a nova lei precisará desinstalar a antena e implantá-la em novo local antes do fim do prazo.

Entenda o caso
O projeto que altera a lei de 2011 sobre as dimensões para a instalação de antenas em Itapetininga foi votada e aprovada em 1ª discussão em 13 de abril. Proposta pela prefeitura, a alteração é defendida por permitir mais investimentos por parte das empresas de telefonia.

O Executivo afirma que desde 2011 nenhuma torre foi instalada no município. “Na verdade a intenção da gente em sugerir essas modificações é garantir mais possibilitar da instalação de antenas na cidade”, afirma o engenheiro da Secretaria de Obras José Roberto Paes.

Atualmente, segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), cinco operadoras de telefonia móvel compartilham 19 torres de transmissão espalhadas pelo município.

Vereadores ainda incluíram três emendas ao projeto (Foto: Cláudio Nascimento/ TV TEM)Vereadores ainda incluíram três emendas ao projeto (Foto: Cláudio Nascimento/ TV TEM)



Artigo de Celso Lungaretti: 'O HOMEM BIÔNICO E O PREJUÍZO FARAÔNICO'

Por Celso Lungaretti, no blogue Náufrago da Utopia.

Seriado de TV cujo primeiro episódio completou 40 anos no último mês de janeiro, O homem de 6 milhões de dólares vai ter uma versão cinematográfica, com Mark Wahlberg no papel que celebrizou Lee Majors.

Os valores, contudo, serão atualizados: o filme vai se chamar O homem de 6 bilhões de dólares

Para evitar mal entendidos, sugiro aos exibidores brasileiros que incluam este esclarecimento no material promocional: não confundir com o Sr. Corrupção da Petrobrás

Primeiramente, porque continua havendo grande diferença entre dólares e reais, entre os senhores do mundo e seus lacaios.

E depois, porque a série não se refere a 6 bilhões jogados no ralo, mas sim a uma quantia bem utilizada.

Por aqui, esta grana preta só serviu mesmo para quantificar a corrupção que alguns dirigentes petistas juravam não existir na Petrobrás. Doravante, cada vez que fizerem afirmações igualmente estapafúrdias, teremos 6 bilhões de motivos para botar as barbas de molho.

Quanto à companhia emblemática do nacionalismo tupiniquim, suponho que não vá trombetear o novo recorde como sempre fez com os outros. E nem precisará: um prejuízo de R$ 21,6 bilhões é tão exagerado que todo mundo toma conhecimento imediato.

Como a quota da corrupção foi de R$ 6,2 bilhões, suponho que devamos atribuir os R$ 15,4 bilhões restantes à má gestão.

É para isto que servem as gerentonas?!

POR ENQUANTO, ESTAMOS F… E MAL PAGOS. ADIANTE, CONTINUAREMOS F… E NOS PAGARÃO UM TANTINHO MAIS.

Por Celso Lungaretti, no blogue Náufrago da Utopia.

O ministro da Recessão, Joaquim Mãos de Tesoura, continua tratando os brasileiros como infantilizados. Dá declarações acentuadamente evasivas e ligeiramente otimistas, que servem como matéria-prima para a rede de blogueiros amestrados disseminarem esperanças totalmente sem noção. Eis um exemplo:

O resultado do PIB mostrou que a gente está em uma transição. Começa a haver recuperação das exportações. No ano passado, a contribuição das exportações e importações foi neutra, uma compensou a outra. Neste ano, esperamos que haja recuperação das exportações e que o setor externo possa ajudar o crescimento da economia. Nos últimos anos não foi assim, então esta pode ser uma mudança positiva.

Alguém sentiu firmeza? Eu não. Mas, este nem-sim-nem-não-muito-pelo-contrário foi suficiente para vários tolos ou charlatães começarem a profetizar recuperação econômica. Me engana que eu gosto.

O Fundo Monetário Internacional, no seu encontro da semana passada, colocou os pingos nos ii: o PIB brasileiro deverá ter evolução negativa em 2015 (-1%) e baixo crescimento no restante da década: 0,9% em 2016, 2,2% em 2017, 2,3% em 2018, 2,4% em 2019 e 2,5% em 2020.

Segundo as previsões do FMI, que costumam dar certo ou chegarem perto disto, a tendência é de que não atinjamos, na atual década, nem sequer metade do crescimento alcançado na década passada, que foi de 3,6% ao ano.

A recessão será brava em 2015 e 2016, com os quatro anos seguintes trazendo algum alívio, mas ainda nos deixando bem longe dos cenários comparativamente auspiciosos da década anterior. Ou seja, de imediato, estamos f… e mal pagos; adiante, continuaremos f…, mas nos pagarão um tiquinho mais.

É esta a recuperação econômica que podemos esperar de Joaquim Levy e dos grandes senhores do capitalismo?! Se nem assim ousarmos chutar o pau da barraca, é exatamente aquilo que merecemos!

E, por favor, não me venham com as habituais teorias conspiratórias: o FMI e a burguesada querem mais é respaldar Levy e favorecer sua política econômica. Só que não são levianos a ponto de fazerem coro ao oba-oba engana-trouxas que a rede virtual chapa branca difunde… ajudando a enfiar goela dos brasileiros adentro o neoliberalismo tardio mais perverso e desumano!

“Que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” (Marcos 8:36)

Que adianta à Dilma salvar o mandato inteiro e perder o seu espírito revolucionário, tornando-se dócil serviçal dos que antes combatia? (Celso 24:04)

Para encerrar: delenda est Levy. Com a ressalva de que o Chicago Boy do governo petista não deve ser destruído como Cartago mas, tão somente, destituído.

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Artigo de Pedro Novaes: ' INVASÃO E INVASORES'

Foto close Pedro Israel Novaes de Almeida

A reforma agrária sempre foi um tema de cunho ideológico, e como tal jamais será pacificado.

A posse e propriedade de terras envolve guerra de conquistas, usurpação, favores históricos de poderosos e outras modalidades pouco nobres. Envolve também o heroísmo de desbravadores em regiões inóspitas e a aplicação de recursos oriundos do trabalho lícito, não raro obra de gerações.

Nosso ordenamento jurídico submete a propriedade ao cumprimento de sua função social, aspecto igualmente tumultuado por visões ideológicas e pouco técnicas. Do abandono total ao máximo explorável, não é possível uma tabela fria e objetiva de produtividades, até pelo fato da agricultura não estar confinada ao intervalo entre o plantio e a colheita.

A decisão de plantio envolve uma centena de parâmetros, que vão do mercado à estrutura disponível, passando pela disponibilidade de recursos e conveniências técnicas, sociais e econômicas.  É comum a opção por uma produtividade menor, com menores riscos e custos. A agricultura não é uma indústria, onde o somatório dos componentes sempre conduz, com precisão matemática, ao produto final.

Fingir que persegue uma safra, só para enganar a fiscalização, é como adquirir um bilhete de loteria para jogá-lo fora. Nenhum agricultor ou pecuarista é capaz de tal loucura.

O agricultor ou pecuarista, hoje, encontra-se submetido a ordenamento que obriga o cuidado com o meio ambiente, o cumprimento das obrigações trabalhistas e trato respeitoso com a saúde humana, vegetal e animal. A água é passível de outorga, e defensivos, em tese, necessitam de receituário.

A controvérsia da reforma agrária foi agravada pela artificial divisão entre o agronegócio e a agricultura familiar. O agronegócio nem sempre é pérfido explorador, e nem sempre a agricultura familiar é coitada. Ambos empregam e produzem.

A propriedade da terra já não é requisito essencial à produção, e aí estão posseiros, meeiros, parceiros e arrendatários, aos milhões, muitos preferindo o maquinário ao solo próprio. Indispensável é a segurança jurídica de ver garantida sua condição de acesso à terra.

A atividade rural não suporta, a qualquer título, a interrupção forçada, decorrente de invasões. As invasões constituíam meios de forçar a desapropriação oficial ou a apropriação ilegal, até que evoluímos para o dispositivo, por vezes descumprido, de que terra invadida não é desapropriável.

As invasões e ocupações forçadas desafiam nossa civilidade, constituindo tribunais de exceção e exércitos de execução. Na verdade, apesar dos apelos humanitários e sociológicos, negam validade ao próprio sistema político e constitucional, inimigos da propriedade e censores de explorações. O Estado brasileiro tem sido leniente com invasões e invasores.

A ideia de que toda reintegração deve ser precedida por tentativa de conciliação desprestigia a propriedade e posse, alongando invasões ilegais,  injustas e, não raro, vândalas.

Dar terras, a quem terras não tem, é como dar caminhões a motoristas, marcenarias a marceneiros, escolas a professores e hospitais a médicos.  Mais acertado seria um projeto de financiamento de lotes, urbanos ou rurais, com estrutura e condições para que seja edificada a moradia ou implantada a produção.

pedroinovaes@uol.com.br

O autor é engenheiro agrônomo e advogado, aposentado.