PROGRAMA DE TRAINEE: DURATEX ABRE INSCRIÇÕES

A empresa vai selecionar 15 jovens talentos entre abril e junho deste ano

 

A Duratex anuncia a abertura para inscrições do Programa de Trainee 2015. No total, serão 15 jovens talentos selecionados para suas divisões Deca e Madeira, além da área corporativa. As inscrições podem ser feitas por meio do site http://www.across.com.br/duratex/, entre os dias 17 de abril e 30 de junho.

Os interessados precisam ter completado ou completar o curso universitário entre junho de 2013 e junho de 2015. Podem participar do programa candidatos graduados em quaisquer cursos, com destaque para Administração (todas), Análise de Sistemas, Ciências Contábeis, Ciências da Computação, Ciências Econômicas, Comércio Exterior, Controladoria, Direito, Economia, Engenharia (todas), Finanças, Marketing, Publicidade e Propaganda, Psicologia, Tecnologia da Informação. É necessário que tenham disponibilidade para mudança de cidade, inglês fluente (outros idiomas serão considerados um diferencial). Atividades extracurriculares e vivência internacional, também, serão valorizadas no processo de seleção.

“É importante para a Duratex a valorização de seus colaboradores e investimento em desenvolvimento e carreira. O Programa de Trainee em 2014 recebeu cerca de 15 mil inscrições. Para nós, é uma satisfação ser uma empresa que os candidatos desejam fazer parte da equipe”, diz Antonio Joaquim de Oliveira, presidente da Duratex.

O Programa de Trainee da Duratex oferece dois anos de aprendizado e desenvolvimento intensivo, e visa oferecer bases para a atuação e o crescimento do jovem profissional na empresa.

O processo seletivo será realizado com base no dia a dia da empresa, seu negócio, operações e cultura. Os selecionados conhecerão todas as áreas de negócios da Duratex, receberão acompanhamento para desenvolvimento de carreira e, ainda, participarão de projetos estratégicos. “O plano de negócio da Duratex está pautado em crescimento acelerado, competitividade, sustentabilidade e inovação. Buscamos pessoas que contribuam para o desenvolvimento da empresa e compartilhem os nossos valores”, diz o presidente.

 

Sobre a Duratex

A Duratex S.A. é uma empresa brasileira, privada e de capital aberto, controlada pela Itaúsa – Investimentos Itaú S.A e Companhia Ligna de Investimentos. Maior produtora de painéis de madeira industrializada e pisos, louças e metais sanitários do Hemisfério Sul, é líder no mercado brasileiro com as marcas Durafloor, Duratex, Deca e Hydra. Produz ainda aquecedores solares e chuveiros eletrônicos. Também está entre as 10 maiores empresas globais dos setores em que atua.

Com sede em São Paulo, conta com cerca de 12 mil colaboradores e 15 unidades industriais estrategicamente localizadas nos estados de Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo, além de três fábricas de painéis na Colômbia, por meio de sua participação de 80% na Tablemac.

Possui 260 mil hectares com florestas plantadas e áreas de conservação nos estados de Minas Gerais, Rio Grande do Sul e São Paulo. Tem suas ações listadas nos mais relevantes índices do mercado, tais como Ibovespa (principal índice de referência da BM&FBovespa), Dow Jones Sustainability Emerging Markets Index (Índice Dow Jones de Sustentabilidade para Mercados Emergentes) e no Índice de Sustentabilidade Empresarial da BM&FBovespa – ISE.




Itapetininga: EMPRESA PROMOVE RECICLAGEM DE RESIDUOS

Cooperativa médica têm realizado ações no sentido da conscientização da população sobre a importância da preservação do meio ambiente, reciclagem e reaproveitamento dos resíduos

 

A Unimed Itapetininga foi convidada pela Tv Tem para ser o destaque em reportagem sobre a importância do descarte correto de lixo.

Em entrevista realizada no último dia 10 de abril, o técnico florestal e responsável pelo destino dos resíduos na Unimed Itapetininga, Gabriel Resende, falou sobre a importância do descarte correto dos resíduos e do engajamento da Unimed em causas socioambientais.

Preocupando-se com a sustentabilidade do planeta a Unimed Itapetininga tem vários projetos e campanhas neste sentido:

Vidas que Geram Árvores, onde a Unimed doa uma muda de árvore para cada gestante que faz o parto no Hospital Dr. José Silva Dantas Filho.

Reciclagem de pilhas, baterias, lâmpadas e raio X, que arrecada produtos para destiná-los da maneira correta, para serem reciclados ou descartados com segurança e sem causar danos ao meio ambiente e à comunidade.

Mais plástico, mais vida, que visa diminuir o consumo de copos plásticos e propõe o uso das canecas.

Eu ajudo na lata, campanha que arrecada lacres de latas de alumínio, revertidos em cadeiras de rodas ou outro item de acessibilidade para pessoas com deficiência, como bengalas e aparelhos auditivos, que são doados à instituições assistenciais.

Entre outras ações que a Unimed Itapetininga realiza visando o bem-estar da população, a conscientização e o bem-estar no planeta.




Artigo de Reinaldo Canto: 'SACOLAS PLÁSTICAS E O LIMITE DAS FALSAS COMODIDADES'

Com a entrada em vigor da cobrança pelo uso das sacolinhas em São Paulo, começam a surgir as (muitas) resistências

por Reinaldo Canto — publicado 14/04/2015 04:34

Sacolas
A nova regra das sacolas de mercado e a cobrança por elas passou a valer a partir de abril, em São Paulo
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Foram quatro anos de brigas, acusações e adiamentos para que a lei municipal 15.374 de 2011 fosse sancionada. Durante todo esse período, a celeuma envolveu comerciantes, consumidores, prefeitura e até mesmo o Ministério Público. A proibição das sacolinhas plásticas comuns foi regulamentada em 7 de janeiro, mas a lei só entrou em vigor no começo deste mês de abril.

A partir de agora, os supermercados só podem disponibilizar sacolinhas em modelos previamente padronizados nas cores verde e cinza. As novas embalagens são mais resistentes, cerca de 40% maiores que as sacolas brancas e também mais ecológicas, pois são elaboradas à base de cana de açúcar em vez daquela que tem o petróleo como insumo básico.

As sacolas verdes devem ser usadas para descartar o lixo reciclável e as cinzas, para resíduos orgânicos e rejeitos. Tanto o comércio pode ser multado por não distribuir as sacolas corretas quanto o consumidor pode ser penalizado caso não faça a reutilização adequada.

Nesses últimos dias desde a implantação da lei, os consumidores se queixaram de ter de pagar de R$ 0,08 a R$ 0,10 por sacola. Aliás, esse era o principal argumento daqueles que eram contrários à lei e de anteriores posicionamentos do Ministério Público de São Paulo. Para eles, a cobrança feria o sagrado direito do consumidor de receber as sacolas de maneira gratuita.

Na ocasião, cheguei a escrever sobre essa determinação do MP que impediu a lei de entrar em vigor, afirmando que preservava um direito do consumidor, mas questionei o fato de que esse direito não vinha acompanhado da contrapartida de ter também o dever de não descartar as sacolas em qualquer lugar, principalmente, nas ruas, rios, córregos e logradouros públicos em geral. É preciso definir melhor o que são direitos “inalienáveis” dos consumidores e quando eles, consumidores, precisam também ser chamados à sua responsabilidade.

Infelizmente, já que as noções de cidadania e educação estão ausentes das práticas cotidianas de boa parte da população, o bolso acaba por cumprir essa função. Se algo tem valor monetário e vou ter que pagar por ele, usarei de maneira racional e irei reduzir o desperdício! Simples assim!

E isso, com certeza, é válido para tudo aquilo que não é utilizado de maneira racional e ponderada.

Uso racional da água e da energia

Os recentes aumentos nos valores cobrados pela água e pela energia, de certa maneira, vão por esse mesmo caminho. Eles, sem dúvida, vão pesar no orçamento familiar e, portanto, serão alvos de discussões internas sobre maneiras de economizá-los. Tudo bem que as razões para tais aumentos são de ordem puramente econômica e, determinadas pela escassez dos insumos responsáveis por seu fornecimento, mas já paramos para pensar o quanto são historicamente desperdiçados e de maneira criminosa? E, claro, isso vale para o consumidor, mas não podemos esquecer dos enormes impactos do mal uso dos insumos também pelos setores público e privado que sempre lidaram com essas questões de maneira pouco sensata. Agora com seu custo sofrendo um grande aumento, a realidade começa a mudar. Economizar, racionalizar e reutilizar a água nas empresas virou questão de sobrevivência do negócio. Alternativas para geração própria e economia de energia podem representar vantagens ou não diante da concorrência. Pois serão capazes de contribuir decisivamente para o preço final de um produto.

Como sempre tudo é definido pela economia. Nesses tempos de crise e escassez que, infelizmente, estamos a enfrentar, ao menos será possível refletir sobre o quanto já chegamos a confundir com comodidade, conforto e qualidade de vida.

Assim como não representa sofrimento algum carregar uma sacola retornável, colocar na bolsa ou na mochila uma compra pequena sem necessidade de sacola plástica, o mesmo vale para desligar a luz e a TV quando ninguém estiver presente e a torneira fechada ao escovar dentes e fazer a barba.

Devemos dar mais valor a outros direitos e prazeres do que simplesmente acharmos normal fazer uso indiscriminado e irresponsável dos recursos naturais. O planeta possui limites e estar atento a isso é fundamental para o futuro comum. Pense nisso antes de reclamar da nova lei das sacolas plásticas!




Artigo de Celio Pezza: 'UMA ENTIDADE CHAMADA 'SISTEMA'

Foto closeCelio Pezza – Crônica # 258

 Uma entidade chamada “Sistema”

Quantos de nós não passamos por uma situação onde as coisas param de funcionar e o responsável nos diz que a culpa é do “Sistema”? É normal após muito tempo nas filas de um banco, o funcionário nos informar que o “Sistema” caiu e as operações ficam suspensas até a sua volta.

Da mesma forma, em muitas empresas, as notas fiscais não podem ser emitidas, nem os pagamentos efetuados, quando o famoso “Sistema” está fora. Isto acontece em todas as operações em que a tecnologia nos obriga a depender de um bendito “Sistema”, criado originalmente para facilitar a nossa vida. Já lhe aconteceu de estar fazendo uma compra em uma loja e o “Sistema cair”? Dá para imaginar algo semelhante nos Sistemas de Defesa e controle de armas nucleares de qualquer país? Pode ser que o “Sistema” dê início a uma nova guerra mundial.

Por outro lado, já ficou convencionado que, quando ocorre uma pane deste tipo, não existe uma pessoa responsável. É tudo culpa do “Sistema”, que passou a ser uma entidade superior, como uma divindade. Numa empresa, ele manda mais que diretores ou o próprio presidente, pois não adianta eles ordenarem que o “Sistema” volte a trabalhar. Ele retorna quando quer, falta ou sai de férias quando quer e ninguém tem autoridade para contestá-lo.

Muitas vezes penso nos benefícios, malefícios e na própria criação desse intocável ser maligno. Ele é uma entidade criada artificialmente, através de um processo mágico, para nos servir. Ele lembra a fábula do Golem que, no folclore e na cabala judaica, é um ser artificial e sem vontade própria, criado para satisfazer as vontades de quem o criou. Embora sem inteligência, ele podia fazer tarefas simples. O problema era que, repentinamente, ele ficava sem controle, se tornava muito perigoso, e, fazê-lo parar, era uma árdua tarefa, mesmo para os melhores rabinos e cabalistas.

Na tradição esotérica, ele tinha a palavra Emeth, que significa Verdade em hebraico, na sua fronte ou debaixo de sua língua e, para desativá-lo, seu criador precisava apagar a primeira letra e transformar a palavra em Meth, que significa Morte. Isto lembra uma senha para acessar um programa de computador ou um “Sistema” e ativá-lo ou desativá-lo. O problema é que nós nos acostumamos tanto com as suas tarefas que, hoje, é difícil viver sem nosso “Golem Sistema”.

Quando ele falha, a nossa vida fica complicada e vemos o quanto dependemos dele. Se um dia ele ficar fora de controle, quem conseguirá acessá-lo para apagar a primeira letra? Nas histórias do Golem, quando isto aconteceu, o preço para desativá-lo foi o de muitas vidas, inclusive a de seus criadores. Hoje, pode ser que custe a vida de toda a humanidade.

Célio Pezza   /   Abril, 2015




PEÇA INFANTIL GRATUITA EM SOROCABA

Peça O Gato de Botas. (1)Peça O Gato de Botas é encenada no Iguatemi Esplanada

 

A peça faz parte do Projeto Domingo é Dia de Teatro que apresenta todos os domingos peças de teatro infantil que unem atividades educativas, músicas e cenários envolventes para adultos e crianças

 

A história do famoso Gato de Botas é a atração deste domingo no Projeto Domingo é Dia de Teatro que traz encenações infantis, brincadeiras, contação de histórias, palhaços e mágicos ao Shopping Iguatemi Esplanada. As apresentações são gratuitas, voltadas à família, principalmente ao público infantil, e acontecem sempre às 16h.

 

A proposta do projeto é dar aos consumidores do shopping uma opção de cultura, lazer e diversão com atividades interativas para toda a família. As apresentações acontecem alternadamente nas Alas do shopping e neste domingo será realizada na Praça de Eventos da Ala Sul, próximo à exposição Lego.

 

A peça

 

A peça O Gato de Botas irá apresentar toda a história de um dos felinos mais famosos do mundo encantado. A lenda do Gato de Botas começa quando um velho camponês morre e deixa uma herança para cada um de seus três filhos. Para o mais velho e para o filho do meio, deixou um moinho e um cavalo, que garantiriam o sustento de ambos por um longo período, porém, o mais novo recebeu um presente um tanto inusitado: um gato de estimação.  Mas o que ele fatia com um simples gato? E no que o gato poderia o ajudar a sobreviver?

 

Acontece que o tal gato não era apenas um ‘gato’ qualquer, mas sim um Gato Xadrês Malhado Siamês, muito diferente de todos os outros existentes no mundo. Tão diferente que garantiu que faria seu amo ser um homem muito importante, na verdade, o homem mais importante que aquele reino já tinha visto. Para tanto, planejou seu casamento com uma Princesa encantadora.

 

Mas para que o seu dono conseguisse conquistar de vez a tão linda moça, o gato passou por confusões e atropelos para passar uma imagem importante dele para ela e claro, para o rei. Só que quando ‘driblar’ o reino estava se tornando fácil, o agora ‘Gato de Botas’, se depara com uma bruxa no meio de seu caminho e que resolveu atrapalhar ainda mais a sua luta.

 

E agora? Será que ele vai conseguir dar conta deste problema? Quais ideias mirabolantes este gato esperto irá ter para que tudo não vá por água abaixo?

 

​Cada espetáculo tem duração média de 50 minutos. Outras informações pelo telefone (15) 3219.9900.

 

Serviço:
Domingo é Dia de Teatro
Peça: O Gato de Botas

Data: 19 de abril

Horário: 16h

Preço: gratuito
Local: Praça de Eventos da Ala Sul

 

Endereço:

Ala Norte: Av. Izoraida Marques Peres, 401 – Altos do Campolim – Sorocaba

Ala Sul: Av. Gisele Constantino, 1850 – Parque Bela Vista – Votorantim

Informações: (15) 3219.9900 / www.iguatemiesplanada.com.br /

 




III ENCONTRO “REFLETIR BRASIL” MARCA A VOLTA DE DOMENICO DE MASI AO BRASIL

RefletirCom a participação do sociólogo italiano Domenico De Masi, o terceiro Encontro Refletir Brasil, edição 2015, será realizado nos dias 27 e 28 de abril de 2015 na sede do IED – Instituto Europeu de Design (Rua Maranhão, 617 – Higienópolis), em São Paulo, e terá como tema UTOPIA E REALIDADE.

 

convite-Refletir-Brasil-2 (5)Promovido pelo grupo Oca Brasil em parceria com o S3.Studium do sociólogo Domenico De Mais, este encontro foi inspirado no modelo do Festival de Ravello, na costa Amalfitana, na Itália. O objetivo do evento é compartilhar conhecimentos e vivenciar a formação de um grupo criativo, em uma grande metrópole, uma cidade dinâmica, contraditória, síntese da brasilidade, como São Paulo.

 

A ideia de um Brasil distante dos estereótipos costumeiros foi lançada em março de 2013, em Paraty, no primeiro encontro Refletir Brasil, quando o tema central foi “Um diálogo sobre a Brasilidade”.Um segundo encontro ocorreu em abril de 2014, dando um passo adiante na busca de novas formas de convivência nas cidades. O resultado deste evento mostrou a urgência de construirmos, entre nós, uma “cultura da reflexão”.

 

O encontro contará com pessoas de diferentes áreas, qualificadas e capazes de refletir sobre o momento atual da evolução brasileira, portanto, será uma experiência única para construir em conjunto com líderes de diferentes setores da sociedade, referências para um país justo, sustentável e tecnologicamente avançado.

 

Uma realidade positiva além das utopias

 

O povo brasileiro é reconhecidamente trabalhador, adaptável e persistente.  Ultrapassa constantemente seus desafios com otimismo e alegria.  Brasil: País do Futuro é seu lema desde sempre. Então por que a qualidade de vida não acompanha todo seu esforço? Por que sente que trabalha cada vez mais sem obter uma produtividade maior, com mais horas livres para a cultura e o lazer?Abordar estas questões é a finalidade deste encontro.

 

Seguem os temas que serão discutidos no III Refletir Brasil:

 

Entre o céu e a terra

Com a participação de Ladislau Dowbor, economista, professor titular do departamento de pós-graduação da PUC-SP nas áreas de Economia e Administração; Massimo Canevacci, professor de Antropologia Cultural e de Arte e Culturas Digitais da Università degli Studi di Roma – La Sapienza, Itália, e Frei Betto, frade dominicano, autor de mais de 60 livros, editados no Brasil e no exterior. Moderador: Victor Megido.

 

Entre o corpo e a imagem

Com a participação de Lais Bodansky,cineasta premiada, criadora do projeto Cine Tela Brasil, sócia diretora da Buriti Filmes; Daiane dos Santos, ginasta brasileira, que competiu em provas de ginástica artística, ganhadora de inúmeras medalhas para o Brasil e Clodoaldo Silva, nadador e medalhista paraolímpico.Moderadora: Isis de Palma.

 

Entre os Meios e os Fins

Com a participação de Washington Olivetto,publicitário, CEO da WMcCann Worldgroup; Hiran Castello Branco,presidente do Conselho Nacional de Propaganda, publicitário e empresário do setor de comunicação, e Florestan Fernandez Jr, jornalista, diretor de jornalismo da EBC TV Brasil. Moderadora: Oriana Monarca White.

 

Além de produzir o ManifestoREFLETIR BRASIL 2015, o encontro será encerrado com uma palestra de Domenico de Masi.

 

Realização

OCA BRASIL é uma consultoria formada por profissionais de renome, que visa aliar conhecimento e prática de modo a melhorar a qualidade de vida das organizações mediante processos inovadores.Tem a Brasilidade como plataforma de lançamento internacional para modelos criativos de saber e fazer o novo.

 

 

Idealização

O S3. Studio é uma consultoria, sediada em Roma, que se propõe a renovar as organizações para a melhoria da qualidade do trabalho e da vida.Tem como diretor científico o Prof. Domenico De Masi, consultor de renome internacional, autor de diferentes livros já publicados no Brasil.

 

ONDE E QUANDO

São Paulo

27 e 28 de Abril de 2015

IED – Instituto Europeu de Design

Rua Maranhão, 617 – Higienópolis.

 

Contato: Valkiria Iacocca: 9.9978.4992 – valkiria@iacocca.art.br

Ou 55 11 45513362/ 946050800 – www.refletirbrasil.com

 

APOIO

isis

 

 

Isis de Palma

Diretora Imagens Educação

Responsável no Brasil pelo Fórum Internacional Ética & Responsabilidades

www.ethica-respons.net

Fone: 55-11-31672575 cel 11- 9 84262544

Cel em Paraty vivo – 24- 9 98520142

isis@educ-imagens.com.br

Skype isispalma1

 




Artigo de Celso Lungaretti: 'LILIPUTIANO DE CARVALHO DEMITE O GULLIVER CARSUGHI'

Por Celso Lungaretti, no blogue Náufrago da Utopia

 

Fiquei estarrecido ao ler, neste belíssimo post do Menon, a notícia da demissão do decano dos comentaristas esportivos em atividade no Brasil, Claudio Carsughi.

Italiano de Arezzo, Carsughi tem 82 anos, radicou-se no Brasil em 1946 e quatro anos depois já estava cobrindo o Mundial da Fifa para o Corrière dello Sport. Segundo ele próprio, só na Jovem Pan trabalhou quase 60 anos.

Ele atribui sua saída à direitização da JP:

A rádio está passando por uma mudança de perfil. Ela assumiu uma postura de direita, que nunca tinha tido. Sempre se ouvia os dois lados. Hoje tem uma posição frontalmente contrária ao PT, à Dilma, ao Lula. Talvez com isso espere o retorno publicitário com empresas do mesmo perfil.

Faz sentido, se levarmos em conta, p. ex., o artigo que reproduzi aqui, de enorme dignidade, que me levou a prestar um merecido tributo ao velho mestre.

Carsughi e o falecido Aluani Neto entrevistando Fittipaldi

Meu recado a ele é: não ligue para a pequenez desses mimadinhos que passam a vida inteira tentando provar-se merecedores do que meramente herdaram e quase sempre fazem encolher de ano a ano, até as empresas falirem ou tornarem-se nanicas. Eles têm inveja dos titãs porque dinheiro nenhum do mundo os colocará no nível dos verdadeiramente grandes.

Do clã, Paulo Machado de Carvalho é o único que deixou sua marca na história do esporte e do jornalismo.  O filho é aquele que pode ter destruído um vídeo do Geraldo Vandré por mera pirraça (hipótese que levantei aqui). E o neto foi quem conseguiu ofender todos os jornalistas dignos deste nome com uma atitude de estultice e ingratidão inqualificáveis.

Tomara que a antipatia que ele está granjeando seja a pá de cal para uma emissora que há muito perdeu a identidade e o rumo.

A ÉPOCA DE OURO DA MPB/2
‘BANDIDOS’ CONTRA ‘DISPARATADOS’
Por Celso Lungaretti, no blogue Náufrago da Utopia.

Vandré se destaca também, à época, pela extraordinária trilha musical do filme A Hora e Vez de Augusto Matraga, de Roberto Santos, na qual pontificam “Réquiem para Matraga”, “Modinha” (“Rosa, Hortência e Margarida”) e a vigorosa “Cantiga Brava”.

E confirma a boa fase com “Disparada”, dele e Théo de Barros, uma das vencedoras do 2º Festival da Música Popular Brasileira que a TV Record promoveu em setembro/outubro de 1966.

Épico sertanejo, “Disparada” coroa as pesquisas de Vandré no sentido de definir um idioma musical comum ao Centro-Nordeste e às pessoas egressas dessas regiões que se estabeleceram no chamado  Sul Maravilha, mas ainda traziam as marcas do êxodo rural.

É a saga do peão que, após longo tempo cumprindo tarefas subalternas (“na boiada já fui boi”), ascende a boiadeiro, “por necessidade do dono de uma boiada/ cujo vaqueiro morreu”.

Contar com uma montaria é uma verdadeira realização para aquele homem simples (“mas, o mundo foi rodando/ nas patas do meu cavalo”), até que, de repente, ele acorda de sua euforia e se descobre “valente lugar-tenente/ de dono de gado e gente”.

E recusa a condição de braço-direito do latifundiário, “porque gado a gente marca,/ tange, ferra, engorda e mata,/ mas, com gente é diferente”.

A interpretação foi de Jair Rodrigues, que abria um largo sorriso no trecho mais dramático da música.

Chamou a atenção o uso da queixada-de-burro, na verdade mais uma atração exótica do que qualquer outra coisa.

“Disparada” dividiu o primeiro lugar com “A Banda”, de Chico Buarque, cantada pelo autor e Nara Leão. O público praticamente se dividiu meio na torcida por essas canções, atribuindo aos adversários, com muito humor, a alcunha de bandidos e disparatados

Carioca radicado em São Pulo, Chico em pouco tempo saltou da boêmia universitária para a consagração nacional, apontado como um novo Noel Rosa.

As letras de precoce desencanto faziam a delícia das mocinhas românticas, como também sua timidez e os paparicadíssimos olhos verdes. Suas composições mais características eram do tipo “Meu Refrão”, “Olê Olá” e “A Banda”, com lirismo, tristeza, nostalgia e rimas certinhas. PARA LER O RESTANTE DESTE TEXTO E ASSISTIR A 4 VÍDEOS RELATIVOS AOS GRANDES FESTIVAIS DE MPB, CLIQUE AQUI. A SÉRIE DE 5 ARTIGOS CONTINUA NO PRÓXIMO DIA 22.