Dia 2 de abril: DIA INTERNACIONAL DO LIVRO

Dia internacional do Livro Infantil tem destaque no Staybridge Suítes São Paulo

 

O Staybridge Suítes São Paulo comemora no dia 01 de abril, o Dia Internacional do Livro Infantil com ação que reúne arrecadação de livros e tarde com contação de história para crianças de abrigo

      

O Staybridge Suites São Paulo, marca da rede IHG – InterContinental Hotels Group, localizado no bairro do Itaim Bibi, em São Paulo, preparou para o dia 2 de abril de 2015 (Dia Internacional do Livro infantil) um evento que visa incentivar o hábito de leitura das crianças.

A campanha, idealizada pela equipe de marketing do hotel, apoiada pela Ong Viva e Deixe Viver e o Instituto da Criança   consiste na arrecadação de uma quantidade de livros infantis que, posteriormente, serão doados ao Abrigo Reviver (Instituição que acolhe crianças e adolescentes). O hotel preparou para encerrar a campanha um evento especial, onde as crianças do abrigo, participarão de uma tarde diferente com contação de histórias, lanchinhos e outras atrações atreladas ao universo cultural.

A tarde contará também com a presença do autor Rodrigo Libânio, que doará alguns exemplares e estará conversando e autografando seu livro “Eu gosto muito da minha avó. Minha avó é muito legal. Eu gosto muito dela”.

Como apoiadores do evento podemos destacar o Instituto da Criança, que ajudará na organização das crianças do abrigo até o hotel, o grupo brasileiro Friore, especializado na produção, distribuição e comercialização de produtos alimentícios e a JS Locadora (transporte executivo parceiro do hotel), que fará gratuitamente o translado das criaças. E mais, sucos Su Fresh que serão servidos aos pequenos e a ONG Viva e Deixe Viver com contadores de histórias.

O hotel espera consolidar a ação e incluí-la no seu calendário de eventos. Todos podem participar desta ação doando livros infantis. As mesmas podem ser entregues no hotel até a data do evento.

O Dia Internacional do Livro Infantil é comemorado em 2 de abril em decorrência do nascimento do escritor dinamarquês Hans Christian Andersen, considerado o primeiro autor a adaptar fábulas para uma linguagem adequada ao universo das crianças.

– Sobre o Staybridge Suites São Paulo

Empreendimento com característica de longa permanência, é pertencente à maior rede hoteleira do mundo em números de apartamentos, a IHG – InterContinental Hotels Group. Muito humanizado, conta com espaçosas e confortáveis suítes, dispõe de serviços que fazem com que o hóspede se sinta realmente em casa.

Localizado em uma das mais belas regiões da capital paulista, o hotel está inserido no Brascan Open Mall, um projeto único que reúne variadas opções gastronômicas, cafés, livraria, cinema e casa de câmbio, garantindo praticidade, segurança e conforto.

Possui fácil acesso a importantes vias da cidade e está a 8 quilômetros do aeroporto de Congonhas e próximo aos diversos pontos turísticos da capital, como parques, museus e restaurantes.

Serviço:

Hotel Staybridge Suítes São Paulo​
Rua Bandeira Paulista, Nº 555 – Itaim Bibi – São Paulo/SP
Telefone: (11) 3706-6600
Site: www.sbsaopaulo.com.br

 




Noticia: DIA 11 BANDA SINFONICA NO MASP

No dia 11 de abril, às 17h, a Banda Sinfônica se apresenta no Auditório do Masp.

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Sob regência de Marcos Sadao Shirakawa, o grupo apresenta Pinóquio, de Ferrer Ferran, As Quatro Estações, de Douglas Braga e Rhythms of the Spirit, de James M. Stephenson. O concerto terá participação especial dos solistas e saxofonistas Douglas Braga e Carlos Contijo e narração do ator Hugo Possolo. Ingressos na bilheteria do Masp.

 

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Artigo de Celso Lungaretti: 'DEPORTAÇÃO DE BATTISTI'

A ENTREVISTA DO PROCURADOR ARAS É OU NÃO A PONTA DE UM ICEBERG?

BattistiPor Celso Lungaretti, no blogue Náufrago da Utopia.

Battisti: interminável via crucis.

A rocambolesca ordem de detenção de Cesare Battisti (cumprida na tarde do último dia 12 e revogada sete horas depois), atropelou flagrantemente o rito legal, já que antes deveriam ser apreciadas as contestações judiciais já protocoladas e as muitas outras cabíveis contra a sentença de deportação proferida pela juíza de 1ª instância. A possibilidade de detenção só deveria entrar em pauta no final da batalha jurídica, depois de transpostas várias instâncias; ou seja, daqui a alguns anos.

Isto suscitou no advogado Igor Tamasauskas e nos apoiadores do escritor italiano, a partir de paralelos com episódios escabrosos de outros países, fortes suspeitas de que teria sido uma tentativa de sequestro relâmpago (como qualificou o professor universitário Carlos Lungarzo, que atua há décadas na defesa dos direitos humanos).

O objetivo final seria o de criar-se um fato consumado: a entrega de Battisti à França, onde existe uma ordem de extradição pendente contra ele. Evidentemente, como o presidente da República e a mais alta corte brasileira proibiram a sua repatriação forçada, ficou automaticamente vedada qualquer triangulação para atingir-se o mesmo resultado por meio de tramoias e atalhos jurídicos.

Lungarzo: “sequestro relâmpago”.

As suspeitas se robusteceram quando se soube de uma entrevista do procurador Vladimir Aras, publicadas neste site italiano.

Eis como Lungarzo traduziu as declarações mais melindrosas de Arras:

Existe uma longa história de colaboração entre a Itália e o Brasil. Em 1984, o Brasil extraditou Tomasso Buscetta e esta operação contribuiu muitíssimo para selar as relações entre os dois países. A ajuda do Brasil foi determinante para a Itália no processo de desmantelamento da Cosa Nostra [a Máfia siciliana].

[Indagado sobre o que deu errado no que pode ter sido uma tentativa de despacharem Cesare Battisti ilegalmente para a França] Acontece que não houve tempo. Foi só uma questão de tempo…

…Um juiz federal [a juiza Adverci Rates Mendes de Abreu] decidiu que Battisti deveria ser expulso do Brasil porque, tendo sido condenado em última instância noutro país, não pode ter visto de residente permanente.

…o juiz [a juíza] ordenou a deportação de Battisti e, para dar execução imediata a esta decisão, o Ministério Público Federal requereu uma ordem cautelar para o fim de prender Battisti assim como, de fato, aconteceu, e escoltá-lo ao aeroporto para deportá-lo à França.

Procurador Aras: no mínimo, falou demais.

…enquanto eram feitos os procedimentos de documentação emergencial para a viagem, a defesa de Battisti decidiu recorrer ao Tribunal Regional Federal do Brasil, e o presidente do Tribunal suspendeu a decisão de primeiro grau da Justiça federal de Brasília [porque, justificou, ‘a posição de Battisti não pode mais ser decidida num processo que trâmite na Justiça Federal, mas, apenas por uma decisão do presidente da República e do Supremo Tribunal Federal’].

Foi só um problema de tempo porque, se o Tribunal não houvesse suspendido a decisão, Battisti estaria hoje na França.

A informação foi passada para um veículo da grande imprensa, que está apurando o episódio.

Pesquisando no Google, encontrei o currículo do procurador:

Vladimir Aras, soteropolitano, nascido em 1971, é mestre em Direito Público pela UFPE, professor assistente de Processo Penal na Universidade Federal da Bahia (Ufba), membro do Ministério Público Federal no cargo de procurador Regional da República, secretário de Cooperação Jurídica Internacional da PGR, membro do Grupo de Trabalho em Crime Organizado… 

Episódio nos trouxe más lembranças

Ele edita o Blog do Vlad e está no Twitter.

Não há post que aborde, especificamente, o episódio do último dia 12, mas, em vários outros, ele deixa transparecer muita hostilidade a Battisti.

No mínimo, jamais deveria ter abordado com tamanha sem-cerimônia um assunto que, sendo ele o secretário de Cooperação Jurídica Internacional, tem algo a ver com suas incumbências na PGR.

Mas, só mesmo uma investigação jornalística criteriosa esclarecerá se Arras esteve de alguma forma envolvido num complô ou, como muitos pavões que, diante de um microfone, tentam parecer mais importantes do que são, apenas elucubrou.

 

O DIA DA MENTIRA MAIS ATROZ E A NOITE QUE DUROU 21 ANOS

“Morte vela, sentinela sou
do corpo desse meu irmão 

que já se foi.
Revejo nesta hora 

tudo que aprendi, 

memória não morrerá!

Longe, longe ouço essa voz
que o tempo não vai levar!”

(Fernando Brant e Milton 

Nascimento, “Sentinela”)

Nesta 4ª feira, ao se completar mais um ano da pior mentira já socada goela dos brasileiros adentro -a quebra da normalidade institucional sob justificativas falaciosas, mergulhando o País nas trevas e barbárie durante mais de duas décadas-, é oportuno lembrarmos o que realmente foi a nada branda ditadura de 1964/85, ainda louvada por seus carrascos impunes, reverenciada por suas repulsivas viúvas e defendida pelos cuervos  que o totalitarismo criou.
Como frisou a bela canção de Milton Nascimento e Fernando Brant, cabe a nós, sobreviventes do pesadelo, o papel de sentinelas do corpo e do sacrifício dos nossos irmãos que já se foram, assegurando-nos de que a memória não morra – mas, pelo contrário, sirva de vacina contra novos surtos da infestação virulenta do despotismo.
Nessa efeméride negativa, o primeiro ponto a se destacar é que a quartelada de 1964 foi o coroamento de uma longa série de articulações e tentativas golpistas, nada tendo de espontânea nem sendo decorrente de situações conjunturais; estas foram apenas pretextos, não causa.
Há controvérsias sobre se a articulação da UDN com setores das Forças Armadas para derrubar o presidente Getúlio em 1954 desembocaria numa ditadura, caso o suicídio e a carta de Vargas não tivessem virado o jogo. Mas, é incontestável que a ultra-direita vinha há muito tempo tentando usurpar o poder.
Em novembro/1955, uma conspiração de políticos udenistas e militares extremistas tentou contestar o triunfo eleitoral de Juscelino Kubitscheck, mas foi derrotada graças, principalmente, à posição legalista que Teixeira Lott, o ministro da Guerra, assumiu. Um dos golpistas presos: o então tenente-coronel Golbery do Couto e Silva, que viria a ser o formulador da doutrina de Segurança Nacional e eminência parda do ditador Geisel.

Em fevereiro de 1956, duas semanas após a posse de JK, os militares já se insubordinavam contra o governo constitucional, na revolta de Jacareacanga.

Os oficiais da FAB repetiram a dose em outubro de 1959, com a também fracassada revolta de Aragarças.
E, em agosto de 1961, quando da renúncia de Jânio Quadros, as Forças Armadas vetaram a posse do vice-presidente João Goulart e iniciaram, juntamente com os conspiradores civis, a constituição de um governo ilegítimo, só voltando atrás diante da resistência do governador Leonel Brizola (RS) e do apoio por ele recebido do comandante do III Exército, gerando a ameaça de uma guerra civil.

Apesar das bravatas de Luiz Carlos Prestes e dos chamados grupos dos 11 brizolistas, inexistia em 1964 uma possibilidade real de revolução socialista. Não houve o alegado “contragolpe preventivo”, mas, pura e simplesmente, um golpe para usurpação do poder, meticulosamente tramado e executado com apoio dos EUA, como hoje está mais do que comprovado. Derrubou-se um governo democraticamente constituído, fechou-se o Congresso Nacional, cassaram-se mandatos legítimos, extinguiram-se entidades da sociedade civil, prenderam-se e barbarizaram-se cidadãos.

A esquerda só voltou para valer às ruas em 1968, mas as manifestações de massa foram respondidas com o uso cada vez mais brutal da força, por parte de instâncias da ditadura e dos efetivos paramilitares que atuavam sem freios de nenhuma espécie, promovendo atentados e intimidações.
Até que, com a edição do dantesco AI-5 (que fez do Legislativo e o Judiciário Poderes-fantoches do Executivo, suprimindo os mais elementares direitos dos cidadãos), em dezembro de 1968, a resistência pacífica se tornou inviável. Foi quando a vanguarda armada, insignificante até então, ascendeu ao primeiro plano, acolhendo os militantes que antes se dedicavam aos movimentos de massa.

As organizações guerrilheiras conseguiram surpreender a ditadura no 1º semestre de 1969, mas já no 2º semestre as Forças Armadas começaram a levar vantagem no plano militar, introduzindo novos métodos repressivos e maximizando a prática da tortura, a partir de lições recebidas de oficiais estadunidenses.

Em 1970 os militares assumiram a dianteira também no plano político, aproveitando o boom econômico e a euforia da conquista do tricampeonato mundial de futebol, que lhes trouxeram o apoio da classe média.
Nos anos seguintes, com a guerrilha nos estertores, as Forças Armadas partiram para o extermínio premeditado dos militantes, que, mesmo quando capturados com vida, eram friamente executados.

A Casa da Morte de Petrópolis (RJ) e o assassinato sistemático dos combatentes do Araguaia estão entre as páginas mais vergonhosas da História brasileira – daí a obstinação dos carrascos envergonhados em darem sumiço nos restos mortais de suas vítimas, acrescentando ao genocídio a ocultação de cadáveres.

milagre brasileiro, fruto da reorganização econômica empreendida pelos ministros Roberto Campos e Octávio Gouveia de Bulhões, bem como de uma enxurrada de investimentos estadunidenses em 1970 (quando aqui entraram tantos dólares quanto nos 10 anos anteriores somados), teve vida curta e em 1974 a maré já virou, ficando muitas contas para as gerações seguintes pagarem.
As ciências, as artes e o pensamento eram cerceados por meio de censura, perseguições policiais e administrativas, pressões políticas e econômicas, bem como dos atentados e espancamentos praticados pelos grupos paramilitares consentidos pela ditadura.

Corrupção, havia tanta quanto agora, mas a imprensa era impedida de noticiar o que acontecia, p. ex., nos projetos faraônicos como a Transamazônica, Ferrovia do Aço, Itaipu e Paulipetro (muitos dos quais malograram).

A arrogância e impunidade com que agiam as forças de segurança causou muitas vítimas inocentes, como o motorista baleado em 1969 apenas por estar passando em alta velocidade diante de um quartel, na madrugada paulistana (o comandante da unidade ainda elogiou o recruta assassino, por ter cumprido fielmente as ordens recebidas!).

Longe de garantirem a segurança da população, os integrantes dos efetivos policiais chegavam até a acumpliciar-se com traficantes, executando seus rivais a pretexto de justiçar bandidos (Esquadrões da Morte).

O aparato repressivo criado para combater a guerrilha propiciava a seus integrantes uma situação privilegiadíssima. Não só recebiam de empresários direitistas vultosas recompensas por cada “subversivo” preso ou morto, como se apossavam de tudo que encontravam de valor com os resistentes. Acostumaram-se a um padrão de vida muito superior ao que sua remuneração normal lhes proporcionaria.

Daí terem resistido encarniçadamente à disposição do ditador Geisel, de desmontar essa engrenagem de terrorismo de estado, no momento em que ela se tornou desnecessária. Mataram pessoas inofensivas como Vladimir Herzog, promoveram atentados contra pessoas e instituições (inclusive o do Riocentro, que, se não tivesse falhado, provocaria um morticínio em larga escala) e chegaram a conspirar contra o próprio Geisel, que foi obrigado a destituir sucessivamente o comandante do II Exército e o ministro do Exército.

A ditadura terminou melancolicamente em 1985, com a economia marcando passo e os cidadãos fartos do autoritarismo sufocante. Seu último espasmo foi frustrar a vontade popular, negando aos brasileiros o direito de elegerem livremente o presidente da República, ao conseguir evitar a aprovação da emenda das diretas-já.
Foi responsável pela morte de 827 opositores assumidos (os 457 que a Comissão de Mortos e Desaparecidos Políticos listou, mais os 370 posteriormente identificados num estudo sobre a repressão política no campo), por um sem-número de genocídios indígenas, pela prisão arbitrária de uns 50 mil brasileiros e pela tortura de, no mínimo, 20 mil cidadãos.
Balanço que pulveriza de vez a falácia de uma quimérica brandura… (Por Celso Lungaretti, no blogue Náufrago da Utopia)

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A MÁ NOTÍCIA É QUE O PIB ESTAGNOU EM 2014. A PIOR NOTÍCIA É QUE 2015 COMEÇA COM “FORTE DESACELERADA”.

A GRAÇAS ESTAVA TÃO SEM GRAÇA NA CPI QUE DEU PENA…

REINALDO AZEVEDO QUER AS RUAS PRESSIONANDO PELO IMPEACHMENT. E O GOVERNO, VAI SÓ TORCER CONTRA?

TEMOS DE IMPEDIR QUE A TERCEIRIZAÇÃO SEJA AGRAVADA! E PASSOU DA HORA DE COMBATERMOS A FALSA TERCEIRIZAÇÃO!

WOLINSKI FEZ UMA HQ QUE ANTECIPOU, DE CERTA FORMA, SUA TRAGÉDIA.




IMPRENSA: FÓRUM DE LIBERDADE DE IMPRENSA

liberdadePAINEL VAI DISCUTIR A DITADURA DO “POLITICAMENTE CORRETO” E AS RESTRIÇÕES IMPOSTAS À PUBLICIDADE E COMUNICAÇÃO MERCADOLÓGICA DIRIGIDA A CRIANÇAS

O 7º Fórum Liberdade de Imprensa e Democracia, promovido pela IMPRENSA Editorial, vai debater as questões da liberdade de imprensa no contexto das mudanças tecnológicas e legais que viverão os meios de comunicação em 2015.

Entre os paineis, destaque para “Limites na criação publicitária: liberdade de consumo vs. controle e regulamentação”, que já tem como convidados confirmados Mônica Spada e Sousa, da Maurício de Sousa Produções (MSP) e Carlos André Eyer, da agência NBS.

O fim da publicidade direcionada ao público infantil, baseada na resolução do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) que considera a prática abusiva, renderia prejuízo de R$ 33 bilhões à economia, segundo estudo feito a pedido da MSP. Mauricio de Sousa afirmou que não pretende criar uma “guerra” em torno do assunto”, mas sim debater o tema com o Instituto Alana, uma ONG que luta pela proteção dos direitos da criança. Ele diz que é impossível impedir que o público infantil tenha acesso a informações sobre os variados produtos.

Um case que será apresentado no debate sobre a ditadura do “politicamente correto” e seu impacto na liberdade de expressão e criação publicitária é o comercial “Compadre”, estrelado por Compadre Washington, do Bom Negócio.com. A campanha, criada pela agência NBS e produzida pela Zeppelin Filmes, havia sido vetada em maio de 2014 após 50 consumidores questionarem o uso da palavra “ordinária” para se referir a uma mulher na peça. No entanto, o vídeo foi liberado após acatar uma queixa contra a proibição.

Este painel também irá debater como o fenômeno das redes sociais – com seu poder de destruição da imagem de companhias – influencia no “excesso de cautela” por parte das agências.

A participação no fórum é gratuita e as vagas são limitadas! Participe deste debate sobre a liberdade de imprensa e de expressão na mídia. Reafirme o seu direito de falar e ser ouvido.

Convidados confirmados

Antônio Carlos de Almeida Castro (Kakay) – Advogado
Carlos André Eyer – Diretor Nacional de Criação da NBS
Carlos Latuff – Chargista
Ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha
Heraldo Pereira – Apresentador do Jornal Nacional e repórter especial da TV Globo
Jaguar – Cartunista
Luís Fernando Pimentel Mendes (Oscar) – cartunista e ilustrador
Mônica Spada e Sousa – Diretora Executiva da Maurício de Sousa Produções
Thiago Tavares Nunes de Oliveira – Presidente da SaferNet Brasil

Info

7º Fórum Liberdade de Imprensa & Democracia
Realização: Revista e Portal IMPRENSA
Patrocínio: Grupo Globo
Data: 4 de maio de 2015
Local: Museu da Imprensa Nacional – auditório
SIG (Setor de Indústrias Gráficas) – quadra 6 – lote 800 – Brasília-DF

INSCRIÇÕES GRATUITAS pelo site portalimprensa.com.br/forumliberdadedeimprensa

VAGAS LIMITADAS
IMPRENSA Editorial
Gisele Sotto / Bruna Souza
giselesotto@portalimprensa.com.br
Tel: (11) 3729-6300 / 4800




Sorocaba: CAIU A INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR EM FEVEREIRO

Inadimplência do consumidor em Sorocaba cai 4,8% em fevereiro, diz Boa Vista SCPC

 

31 de março de 2015 – A inadimplência do consumidor em Sorocaba caiu 4,8% em fevereiro de 2015, na comparação com o mês anterior, de acordo com dados da Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito). Na comparação interanual (fev/15 contra fev/14) a inadimplência foi 7,0% maior e na variação acumulada em 12 meses o indicador subiu 6,2%.

 

INDICADOR DE INADIMPLÊNCIA DO CONSUMIDOR
Fev15/Jan15* Fev15/Fev14 12 meses
Sorocaba -4,8% 7,0% 6,2%
RA Sorocaba -4,4% 8,2% 6,3%
Estado de São Paulo -6,2% 0,7% 1,4%
Brasil -6,6% 1,7% 2,8%

 

*Séries dessazonalizadas

Fonte: Boa Vista SCPC

 

Pagamento de dívidas do consumidor

 

O indicador de recuperação de crédito do consumidor em Sorocaba – obtido a partir da quantidade de exclusões dos registros de inadimplência – registrou leve aumento de 0,4% na variação mensal (fev/15 contra jan/15). Na análise interanual (fev/15 contra fev/14) houve queda de 13,9% no pagamento de dívidas. Por fim, a recuperação de crédito caiu 1,8% na comparação acumulada em 12 meses.

 

INDICADOR DE RECUPERAÇÃO DE CRÉDITO DO CONSUMIDOR
Fev15/Jan15* Fev15/Fev14 12 meses
Sorocaba 0,4% -13,9% -1,8%
RA Sorocaba 0,7% -14,2% -2,0%
Estado de São Paulo -2,8% -14,9% -6,3%
Brasil 4,6% -10,2% -4,2%

 

*Séries dessazonalizadas

Fonte: Boa Vista SCPC

 

Metodologia

 

O indicador de registro de inadimplência é elaborado a partir da quantidade de novos registros de dívidas vencidas e não pagas e o indicador de recuperação de crédito é elaborado a partir das exclusões de registros informadas à Boa Vista SCPC pelas empresas credoras. As séries têm como ano base a média de 2011 = 100 e passam por ajuste sazonal para avaliação da variação mensal. A partir de janeiro de 2014, houve atualização dos fatores sazonais e reelaboração das séries dessazonalizadas, utilizando o filtro sazonal X-12 ARIMA, disponibilizado pelo US Census Bureau.

 




Itapetininga: 141 CASOS DE DENGUE

Vigilância Epidemiológica confirma 141 casos de dengue em Itapetininga

 Órgão também informou que outras 147 ocorrências serão avaliadas. Município já registrou 393 notificações desde o início do ano, diz orgão.

Do G1 Itapetininga e Região

A Vigilância Epidemiológica divulgou, por meio de nota na manhã desta terça-feira (31), queItapetininga (SP) já registra 141 confirmações de dengue. Desde o início do ano, 393 notificações foram realizadas, segundo informou a entidade. Ainda conforme o órgão, há outros 147 casos sendo avaliados.

Dicas
Entre as medidas que podem contribuir para o combate ao mosquito da dengue estão cuidados com o acúmulo de água em pneus. “A água limpa parada nos pneus é uma moradia ideal para a reprodução dos pernilongos da dengue. Então, é interessante que se jogue areia para evitar a presença deles”, orienta o médico Mário Carneiro durante entrevista à TV TEM.

No entanto, esta não é a única forma de lidar com a água acumulada em pneus. “Outra forma é jogar pó de café no lugar de areia ou, ainda, deixar os pneus deitados para que não juntem água”, ressalta o especialista.

Cuidado com pneus é importante no combate aos mosquitos (Foto: Reprodução/TV TEM)Cuidado com pneus é importante no combate ao mosquito da dengue (Foto: Reprodução/TV TEM)



Artigo de Cláudio Stucchi: CUIDAR DE IDOSOS EXIGE COMPETÊNCIA E PROFISSIONALISMO

Cuidar de idosos institucionalizados exige competência e profissionalismo

Cláudio Stucchi [i]

 

A recente notícia de que uma casa de repouso da cidade de Avaré (interior de São Paulo) foi interditada pela Vigilância Sanitária nos inspirou a escrever este artigo. Não entramos no mérito se há culpa ou não da administração da referida empresa, não é o caso porque todos os fatos serão apurados pelas autoridades competentes e a empresa terá direito à defesa e recursos.

Mas é importante destacar que a prestação de serviços de cuidados aos idosos institucionalizados merece cuidados essenciais e técnicos, tanto em instituições filantrópicas (beneficentes sem fins lucrativos) ou não filantrópicas (particulares com fins lucrativos).

Trata-se de um serviço de alta complexidade que exige naturalmente, gestão competente e afinada com as exigências legais emanadas pelo controle social e fiscalizatório. Necessita de equipe técnica interdisciplinar capacitada e entrosada. Precisa de planejamento de seus trabalhos e das finanças. Necessita de uma cultura organizacional comprometida com a humanização de todos os seus atos de gestão. Se falta algum item essencial, perde-se a qualidade, gerando resultados insatisfatórios e negativos.

O aumento da longevidade da população brasileira está provocando um fenômeno econômico muito crescente. Está surgindo um novo nicho de mercado: o mercado da pessoa idosa. Esse fenômeno vem atraindo a atenção de diversos empreendedores que disponibilizam inúmeros produtos e serviços aos idosos. Logicamente que há o lado bom nisso tudo. São ofertas que podem facilitar a vida e a rotina diária dessas pessoas.

Mas de outro lado, alguns empreendedores abrem casas geriátricas com pouco ou sem conhecimento específico e técnico. Algumas dessas empresas conseguem se adequar com o passar do tempo e outras seguem com diversas irregularidades.

As principais irregularidades que as autoridades constatam se concentram na hotelaria, na nutrição, na limpeza e nos cuidados básicos de saúde. Por essas razões as ações fiscalizatórias do Ministério Público, dos Conselhos Municipais do Idoso, da Vigilância Sanitária e dos Conselhos Regionais de Enfermagem (COREN) vêm aumentando sistematicamente.

A pessoa idosa institucionalizada, por seus direitos naturais e constitucionais, merece um tratamento digno e competente. Ainda mais, quando se trata de pessoas debilitadas e fragilizadas pelo desgaste natural de sua condição física e mental. Essas pessoas já sofreram muito com o abandono familiar, com maus tratos, com o preconceito social e outros abusos. Querem agora, passar esta fase de suas vidas num lugar onde haja amor, compreensão, respeito, tolerância e competência profissional. Afinal quem ainda não é idoso, vai querer tudo isso quando chegar a sua hora de ser idoso.

[i] Advogado e Consultor especializado nas áreas de Políticas Públicas de Assistência Social para Idosos e de Gestão Documental para Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPI’s); Assessor jurídico de dezenas de Organizações Sociais Civis ligadas à Sociedade de São Vicente de Paulo do interior paulista; Assessor jurídico e consultor do Conselho Metropolitano de Jundiaí (Vicentinos); Coordenador dos Congressos Técnicos das Unidades Vicentinas; Presidente do Conselho Municipal do Idoso de Itapetininga/SP; Presidente do Lar São Vicente de Paulo de Itapetininga/SP; Sócio da Previner Consultoria; Palestrante convidado para o “I Congresso Nacional de Alzheimer” e Articulista no Site “Cuidar de Idosos”.