Prefeitura de Itapetininga abre vagas para 32 médicos plantonistas

A Prefeitura de Itapetininga abriu inscrições de Processo Seletivo

O objetivo é o de preencher 32 vagas no cargo de Médico Plantonista.

A remuneração para os plantões vai de R$ 100,00 a R$ 230,00 por hora, dependendo da unidade de atuação.

Para ocupar o cargo o profissional precisa ter Nível Superior Completo em Medicina e registro regularizado no conselho de classe.

Os interessados devem fazer a inscrição no período de 1 a 12 de junho de 2015, pelo site da Integri Brasil,www.integribrasil.com.br.

A taxa no valor de R$ 11,00 deve ser paga por meio de boleto bancário até a data correspondente ao último dia de inscrição.

Os candidatos serão analisados por meio de Prova Objetiva, prevista para ser aplicada no dia 21 de junho de 2015.

Este Processo Seletivo terá validade de 1 ano e pode ser prorrogado por igual período. Mais informações podem ser obtidas no Edital disponível em nosso site.




Peça O Senhor das Chaves é encenada em Itapetininga

Espetáculo Infantil

 

Apresentação é gratuita e mistura técnicas circenses e interação com a plateia

A Secretaria de Cultura e Turismo traz mais um grande espetáculo teatral para Itapetininga. Dessa vez, as crianças serão agraciadas com a peça “O Senhor das Chaves”, produzido pela Oficina Grande Otelo. A apresentação acontecerá no dia 7 de junho, domingo, às 16h, no Auditório Abílio Victor.

A peça, encenada unicamente pelo ator Alexandre Riot e que conta com grande participação da plateia, relata a história de um marinheiro, que está perdido e sem memória. Mas aos poucos, lembra alguns fatos e tenta se encontrar. A história se desenrola em meio a humor e melancolia, com técnicas circenses e contação de fábulas.

O espetáculo é gratuito e a classificação é livre, porém, recomendada para crianças maiores de cinco anos. Informações na Secretaria de Cultura e Turismo, pelo telefone 3272-3401.

Saiba mais sobre o ator Alexandre Riot

Co-fundador do grupo Parlapatões, Patifes & Paspalhões, atualmente segue carreira solo, viajando pelo Brasil e América Latina, tendo sempre a rua como palco. O ator acumulou também, durante oito anos, a função de criador e coordenador da Mostra Latino-Americana de Teatro de Rua, realizada até 2014 pela Cooperativa Paulista de Teatro.




Elektro abre vagas para escola de eletricistas em Tatui

Ao todo serão 40 vagas e as inscrições vão até 19 de junho

 

Estão abertas a partir de hoje (01/06) as inscrições para a Escola de Eletricistas Elektro em Tatuí. Os interessados devem levar a documentação necessária até o dia 19 de junho, das 9h às 18h, na FATEC Tatuí  localizada na Rodovia Mario Batista Mori, número 971, no Jardim Aeroporto.

 

A Escola de Eletricistas é voltada para a comunidade, o treinamento é realizado por meio de parceria com o FATEC (Fundação de Tecnologia de Tatuí), a FAT (Fundação de Apoio à Tecnologia) e a Prefeitura Municipal. As aulas serão ministradas de segunda a sábado, no período integral, das 8h às 17h.

 

O programa tem duração de 972 horas e está distribuído em dois módulos. As primeiras 40 vagas são para o Primeiro Módulo, que terá duração de 200  horas. Os alunos que apresentarem melhor desempenho e nível de comprometimento ao longo do treinamento serão selecionados para o Módulo II, para o qual serão disponibilizadas 20 vagas.

 

O treinamento é gratuito e para se inscrever é necessário atender aos seguintes requisitos:

– Ter 18 anos ou mais;

– Ensino médio completo;

– Estar disponível no horário estabelecido das aulas;

– Possuir carteira de habilitação na categoria B (desejável categoria C).

Mais informações estão disponíveis no site da Elektro (www.elektro.com.br).




Diretoria do Ciesp Sorocaba tem mandato prorrogado por mais dois anos 

Assembleia foi realizada nas 42 Diretorias Regionais do Estado de São Paulo que mantiveram seus atuais diretores e conselheiros, incluindo o presidente do Ciesp e da Fiesp, Paulo Skaf

 

Por decisão unânime dos seus associados industriais, o mandato do diretor titular do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), Regional Sorocaba, Antonio Roberto Beldi, do 1º vice-diretor, Erly Domingues de Syllos, do 2º vice-diretor Mário Tanigawa, do presidente do Conselho, Nelson Tadeu Cancellara, dos conselheiros titulares e conselheiros suplentes, além do presidente do Ciesp e da Fiesp Paulo Skaf, será prorrogado por mais dois anos.

O mandato que teve início em 2011 e deveria terminar no dia 27 de setembro de 2015, foi prorrogado até o dia 31 de dezembro de 2017. A decisão aconteceu no dia 14 de maio durante assembleia no auditório da entidade. A assembleia aconteceu simultaneamente nas 42 Diretorias Regionais, Municipais e Distritais em todo o Estado de São Paulo, incluindo a diretoria da capital. Houve um total de 697 participantes, sendo 22 da Regional de Sorocaba. Do total de participantes, 688 votaram a favor, seis votaram contra e houve três abstenções, totalizando 99% de aprovação.

De acordo com a gerente regional do CIESP Sorocaba, Eva Marius, a assembleia foi convocada, pois, em março deste ano, houve um abaixo-assinado feito pelos associados de todas as diretorias regionais, na qual solicitavam uma assembleia para incluir um artigo no estatuto do Ciesp para que o atual mandato fosse prorrogado por mais dois anos. A assembleia foi convocada e publicada no jornal O Estado de S. Paulo no dia 4 de maio. A inclusão do artigo que prorroga o atual mandato só é válida para o mesmo. A partir de 1º de janeiro de 2018 o mandato volta a ser de quatro anos.

Segundo o diretor titular do Ciesp Sorocaba, Antonio Roberto Beldi, os associados sentiram a necessidade prorrogar o atual mandato em virtude do cenário econômico do Brasil. “Essa assembleia foi muito positiva, sinalizando a confiança que os associados têm em nosso trabalho e  para que possamosunir forças visando o progresso econômico da cidade e das indústrias que estão instaladas na nossa região”, explica Beldi.

De acordo com o 1º vice-diretor do Ciesp Sorocaba, Erly Domingues de Syllos, a diretoria da entidade continuará trabalhando para fortalecer o trabalho da indústria. “Temos muitos desafios pela frente, mas temos esperança que a economia volte a progredir, impulsionando as empresas e os empregos gerados pela indústria”, afirma.

Para o 2º vice-diretor do Ciesp Sorocaba, Mário Tanigawa, mesmo com a economia retraída e o impacto da desindustrialização no cenário brasileiro, o momento é de trabalhar pelas causas da indústria. “O momento é delicado, mas toda a diretoria e os departamentos do Ciesp Sorocaba vão continuar unindo forças no sentido de promover o crescimento econômico”, conclui.

Outras informações sobre as atividades realizadas pela entidade podem ser obtidas por meio do site www.ciespsorocaba.com.brou pelo telefone (15) 4009-2900.




Senac Itapetininga promove mutirão para coleta de resíduo eletrônico

Evento conta com participação dos alunos do programa Aprendizagem da unidade e da Prefeitura

 

Acontece, no dia 2 de junho, em Itapetininga o mutirão da coleta de equipamentos eletrônicos. Essa é a quarta edição do projeto, que teve início em 2012, e conta com a participação do Sistema de Gestão Ambiental do Senac Itapetininga.

 

O evento é realizado pelos alunos do programa Aprendizagem do Senac Itapetininga, em parceria com a Prefeitura e acontece das 8h30 às 17 horas.  O ponto fixo de coleta é na Praça do Rosário, no Centro.  Os alunos também percorrerão todo o comércio da região central e escolas da cidade recolhendo o material. No último mutirão, realizado em setembro de 2014, foram coletadas mais de 5 toneladas de equipamentos eletrônicos.

 

Poderão ser descartados todo tipo de equipamento eletrônico, incluindo computadores, tablets, celulares, impressoras, monitores, notebooks, entre outros. Não poderão ser descartadas pilhas, lâmpadas e outros equipamentos que não sejam exclusivamente eletrônicos.

 

Pela primeira vez, participará desta ação a empresa Recicladora Urbana, localizada em Jacareí e que é especialista em gestão sustentável de resíduos eletrônicos. A Recicladora Urbana tem um projeto criado em 2010 com o objetivo de trazer soluções inovadoras para o problema da reciclagem de equipamentos eletrônicos no Brasil. A empresa será responsável pela reciclagem de todos os equipamentos recolhidos no dia do evento.

 

Segundo a coordenadora do projeto e docente do programa Aprendizagem, Simone Zanforlim, para que este projeto pudesse ser realizado foi necessário trabalhar o tema em sala de aula com os alunos por meio de pesquisas e palestras sobre reciclagem e sustentabilidade. “Desenvolvemos o trabalho em equipe para que as pessoas possam descartar esses materiais de forma segura e com comprometimento ambiental”, explica.

 

De acordo com a engenheira ambiental da Recicladora Urbana, Aline Galvão, a coleta de material eletrônico é essencial para evitar o acúmulo dos equipamentos inutilizados e impedir que eles sejam descartados de forma incorreta, causando impacto no meio ambiente. “A Recicladora Urbana trabalha de acordo com as normas vigentes da Política Nacional de Resíduos Sólidos para atender toda a população que necessita descartar esse tipo de material”, afirma.

 

Segundo a engenheira, os materiais são sujeitos a um processamento e transformados em matéria prima e reutilizados em projetos sociais para comunidades carentes.

 

 

Serviço
Coleta de material eletrônico
Data: 2 de junho, das 8h30 às 17 horas
Local: Praça do Rosário, em frente à igreja Nossa Senhora do Rosário
O que pode ser descartado: Computadores, celulares, monitores e outros componentes eletrônicos. Não poderão ser descartadas pilhas, baterias, lâmpadas e outros componentes que não sejam eletrônicos.
Informações: (15) 3511-1200




Artigo de Reinaldo Canto: 'Debates entre diferentes atores da sociedade marcam os três anos do Código Florestal'

Evento em São Paulo reuniu representantes dos setores acadêmico, rural, público e ambiental para discutir a atual situação da implementação da lei

 

Por reunir setores diversos com interesses nem sempre convergentes, foi possível conhecer diferentes opiniões, além das preocupações e das angústias que a implementação do Código Florestal ocupa neste período de vigência da lei de florestas brasileiras. O encontro realizado no dia 21 de maio, data em que o Código Florestal completou três anos, no Hotel InterContinental na capital paulista, foi dividido em dois painéis: um sobre a implantação do Código em São Paulo e outro sobre a crise hídrica e sua relação com as florestas.

Na primeira mesa com a presença de representantes das Secretarias da Agricultura e do Meio Ambiente, foi possível acompanhar o atual estágio de implementação da lei e da adesão dos proprietários rurais a regulamentação pelo Cadastro Ambiental Rural (CAR) e da Lei Estadual 15.684/2015. Segundo Cristina Maria de Azevedo, Secretária-Adjunta do Meio Ambiente do Estado, mais de 67% das propriedades rurais de São Paulo já aderiram ao CAR. Na mesma linha,  se deu na apresentação do presidente da Sociedade Rural Brasileira, Gustavo Junqueira. O representante do setor produtivo afirmou que os produtores têm feito o que está ao seu alcance, inclusive, desmatando menos e produzindo mais. Menos otimista foi o pronunciamento de Ricardo Rodrigues, professor da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (ESALQ /USP) e especialista no tema. Para Rodrigues, poderia ter se avançado mais. Ele afirmou que São Paulo está atrás, por exemplo, do Pará onde a relação entre preservação ambiental e produção agrícola está melhor equacionada.

Já no segundo e último painel, o tema debatido foi a relação da crise hídrica com as florestas ou a ausência delas. Carlos Rittl, secretário-executivo do Observatório do Clima e Malu Ribeiro, coordenadora da Rede das Águas da SOS Mata Atlântica, foram na linha dos muitos estudos que comprovam a insustentabilidade dos modos de produção e de expansão das cidades. Tanto no campo, como na questão da pecuária, destacada por Rittl, como sobre as ocupações irregulares em áreas de mananciais e a especulação imobiliária responsável por suprimir áreas de florestas, conforme apontou Malu Ribeiro. Ambos foram categóricos em afirmar que o problema da água ainda deverá se agravar.

A representante do Ministério Público do Estado de São Paulo, Tatiana Barreto Serra,  Promotora de Justiça e Assessora da Área de Meio Ambiente, ressaltou que as florestas não são um entrave para a produção de alimentos, mas sim questões como a má distribuição de terras, assistência técnica deficiente, a falta de investimentos em infraestrutura e tecnologia, entre outros. Segundo Tatiana, a crise hídrica é uma verdadeira tragédia que impacta principalmente os mais pobres. Enquanto isso, nossas matas nativas remanescentes estão ameaçadas pela Lei Federal 12.651/12 reproduzida pela Lei Estadual 15.684/15 que reduzem a proteção das florestas.

Beatriz Secaf, responsável pela área de sustentabilidade da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), apresentou números e informações sobre o aumento da produtividade no campo e o compromisso do setor no enfrentamento da crise hídrica. Ela afirmou que o agronegócio tem trabalhado pelo desenvolvimento sustentável, pois reconhece a importância dos recursos naturais e a necessidade de preserva-los e deixou para reflexão a seguinte frase: “o pragmatismo, abaixo as ideologias, é o único caminho”.

Pragmáticos, sem dúvida, são os objetivos do Observatório do Código Florestal (OCF). O que ficou bem claro nos pronunciamentos de Roberto Resende, presidente da Iniciativa Verde e de Andrea Azevedo, diretora de políticas públicas do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM) e coordenadora do OCF chamando ao diálogo e à participação de todos os importantes atores que desempenham um papel protagonista para o futuro das florestas brasileiras.

A organização do encontro esteve a cargo das organizações Iniciativa Verde, Imaflora e IPAM.

Informações para a imprensa: Reinaldo Canto (Iniciativa Verde, São Paulo) reicanto@uol.com.br; 11 3647 9293; 11 99976 1610.




Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobre a familia RAMIRES

Afrânio Mello – ATENDIMENTO NÚMERO 478

 

 

Caro Arthur,

 

Não encontrei o seu sobrenome SUGUITA mas tenho o RAMIREZ/RAMIRES que segue anexado.

 

Segue primeiramente abaixo o arquivo RAMIREZ em espanhol e o seu belo Brasão.

 

 

Espero que fique contente com a remessa.

 

Abraços

 

Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Jornal On Line

 

ramirez

 

Su origen, historia y hechos. Se trata de un apellido castellano, casi exclusivamente madrileño, ya que fue en esta villa donde mantuvo su solar primitivo desde mucha antiguedad. Esta casa procede de don García, o Gracián, Ramírez, Señor, entre otros muchos, del castillo de las cuestas de Rivas, sobre el río Jarama, primer gobernador, alcaide y capitán de Madrid, fundador de la ermita y capilla de Nuestra Señora de Atocha. Estamos tomando la información del cronista Pellicer, que a lo anterior añade algo un tanto sorprendente: nos habla de un milagro pues dice: “Fundador de la ermita y capilla de Nuestra Señora de Atocha que obró con su mujer y sus hijas, aquel estupendo milagro de resucitarlas, tan sabido en las historias y que hoy se ve pintado sobre la puerta de su devotísimo y venerable santuario. No consta en que año, ni en que reinado, sucediese este caso, y el autor de este memorial no se conforma, con lo que lo pone muy cerca de la pérdida de España, o poco después, pues es más verosímil que fuese antes de la conquista de Toledo”. En este punto don Francisco Piferrer hace una observación muy atinada: “Sin duda, Pellicer, se refiere a la conquista de Toledo por los moros”. Pero sigamos con el milagro: “Lo que no parece ofrecer duda es que los descendientes del famoso don Gracián Ramírez conservaron en Madrid su nobleza en los heredamientos de Rivas, parte de su antiquísimo patrimonio, con el patronazgo de la ermita de Nuestra Señora, en cuyas paredes se hallaron largos años después esculpidas sus armas”. Juan Ramírez, fue hijo del anterior y fue ricohombre del rey don Alfonso VI. Detrás vino otro del mismo nombre y apellido, para dar paso a don García Ramírez, padre de don Diego Ramírez, Señor de la villa de Madrid, que fue ricohombre del rey Fernando IV. Encontramos también a don Hyab Ramírez, que vivió en el reinado de don Enrique II, teniendo por hijo a otro don Diego Ramírez, a quien hizo matar el rey don Pedro, llamado, “el Cruel”. Como no constan los motivos para que el citado monarca tomara tal determinación, es de suponer que se tratara de que el tal don Diego fuera partidario del Conde de Trastámara, el hermano bastardo de don Pedro, que luchó con este por el trono de Castilla, lo que consiguió mediante la alevosa muerte que dio al monarca castellano en los campos de Montiel cuando su lacayo, el mercenario francés Dugesclin atrajo a don Pedro a traicionera trampa. Habrá que retroceder un poco, para volver al fundador, don Gracián Ramírez. Según Piferrer, en su obra, “Reinos y Señoríos de Espana”, conviene en que este caballero pudo ser el origen del linaje Ramírez, aclarando que vivió en el siglo VII y defendió valerosamente la villa de Madrid contra el ataque de los moros y aunque derrochó arrojo y valentía, no pudo impedir que la citada villa cayera en poder de los sarracenos. Pero el citado tratadista añade que no dejó que los moros gozaran en paz con su conquista porque los tuvo en continua zozobra con sus repetidos ataques y continuas correrías, hasta que en el año 720, se determinó a asaltar la villa con tal arrojo y valentía que se apoderó de ella, reconquistándola del poder de los moros, a los que hizo huir, viéndose así en posesión de Madrid aunque pasado algún tiempo, los sarracenos tornaron a ocuparla. Añade Piferrer que no es de extrañar que todos los caballeros llamados Ramírez se sientan orgullosos de su ilustre antepasado. Continuando con la genealogía de los Ramírez, llegamos a don Francisco Ramírez, que fue uno de los más esforzados caballeros de su tiempo, Capitán General de Artillería, Alcaide de la Fortaleza de Salobreña, en el tiempo de los Reyes Católicos. Fue fundador de muchos monasterios, capillas y hospitales, pues era hombre de corazón generoso, hermanando así, su intensa piedad, con el ardor con el que combatía a los enemigos de la fe, siendo en este último caso un esforzado guerrero, que ni daba ni pedía cuartel a los moros. Y entre las muchas acciones de guerra en las que participó, puede citarse la conquista de la ciudad de Málaga donde fue el primero en alzar la enseña de Santiago en lo alto de la segunda torre, ya que la alcanzo antes que nadie, por lo que recibió una herida en plena cabeza, pero no grave. Y ante su arrojo, valentía y audacia, fue armado caballero por la propia mano del rey Fernando “el Católico”, quien como señal, para que las sucesivas generaciones pudieran recordar tan admirable hecho de armas, le autorizó a añadir a su escudo el mismo puente y torre que conquistó con tanta valentía. Fue este mismo caballero quien casó con una dama de reconocida piedad llamada doña Beatriz Galindo, camarera mayor y consejera de la reina doña Isabel “la Católica”, y que fue también la maestra de la lengua latina a su egregia discípula, por lo que fue conocida por el nombre de, “la Latina”. Esta piadosísima dama, fue la fundadora del Hospital que, aun en tiempos modernos, se ha llamado hospital de “la Latina” y para los nacidos en Madrid que esto lean, ya quedan impuestos del motivo del por qué, uno de los barrios de Madrid, lleva dicho nombre: “La Latina” y a quien es debido. De esta casa de Ramírez surgieron varias ramas, siendo una de ellas la también muy noble de los Ramírez de Arellano: don Juan Ramírez, Señor de Arellano en Navarra y de los Cameros, en Castilla, fue privado del rey con Carlos II y tuvo por hijo a don Juan Ramírez de Arellano que murió en la batalla de Aljubarrota en Portugal. Uno de sus descendientes, don Alonso Ramírez de Arellano, fue el primer Conde de Aguilar. Y de esta rama fue Diego Ramírez de Arellano, nacido en 1.633 marino y cosmógrafo que tomó parte en las expediciones de los hermanos García de Nodal al estrecho de Magallanes y fue el descubridor de la islas que, aún hoy, llevan sus nombre: islas de Diego Ramírez. De los Ramírez que pasaron a América, y de la rama de los Fuenleal consta don Sebastián Ramírez de Fuenleal, prelado, que fue administrador colonial y designado Presidente de la Audiencia de Santo Domingo, así como Obispo de Santo Domingo y de Concepción de la Vega. Organizó la administración de Nueva España, a la que fue trasladado por la buena actuación realizada en Santo Domingo, y cuando aquel país se constituyó en virreinato, cesó en el cargo de presidente de su Audiencia, regresando a España. Como armas, traen: Escudo de oro, una encina de sinople, con un león empinante al tronco. Bordura de gules y ocho aspas de oro.

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Passado no TRADUKKA ficou assim.

 

Sua origem, história e fatos. Ele é um sobrenome espanhol, Madrid, quase exclusivamente, uma vez que foi nesta aldeia onde ocupou seu primitivo solar desde tempos muito antigos. Esta casa vem de don García, ou Gracián, Ramirez, senhor, entre muitos outros, do castelo das encostas de Rivas, às margens do Rio Jarama, primeiro governador, diretor e Capitão de Madrid, fundador do Hermitage e a capela de nossa senhora de Atocha. Pellicer, que acrescenta algo um pouco surpreendente para o acima estão tendo as informações do cronista: fala de um milagre, porque ele diz: fundador do Hermitage e a capela de nossa senhora de Atocha, que trabalhou com sua esposa e filhas, esse milagre Super de ressuscitá-los, tão bem conhecido nas histórias e que hoje é pintado na porta de seu fiel e venerável relicário. Não há provas nesse ano, nem em que reinado, acontece neste caso e autor deste memorial não é satisfeito, o que você colocá-lo muito perto a perda da Espanha, ou pouco mais tarde, é mais provável que era antes da conquista de Toledo. Neste ponto, don Francisco Piferrer faz uma observação muito sábia: sem dúvida, Pellicer, refere-se à conquista de Toledo pelos mouros. Mas continue com o milagre: parece que a dúvida é que os descendentes do famoso don Gracián Ramírez manteve sua nobreza ao mesmo de Rivas, parte do seu património antigo, com o patrocínio da capela de nossa senhora, em cujas paredes longos anos mais tarde esculpidas as armas foram encontradas em Madrid. Juan Ramírez, era filho do anterior e o rei Dom Afonso VI ricohombre. Volta veio outro do mesmo nome e sobrenome, para dar lugar a don García Ramírez, pai de don Diego Ramírez, senhor da cidade de Madrid, que foi o rei Fernando IV ricohombre. Você também irá encontrar don Hyab Ramírez, que viveu no reinado de don Enrique II, tendo filho para outro don Diego Ramírez, quem matou o rei don Pedro, chamado, o Cruel. Como não consistem as razões para que o referido monarca tomou essa decisão, é presumivelmente que eram que o don Diego foi um partidário do Conde de Trastâmara, irmão bastardo de Dom Pedro, que lutou com isto para o trono de Castela, que passou a morte deliberada, que cedeu o monarca castelhano a Montiel campos quando seu lacaio o Dugesclin mercenário francês atraído por don Pedro de armadilha traiçoeira. Temos que voltar um pouco, o fundador, don Gracián Ramírez. Piferrer, em seu trabalho, reinos e senhorios de Espanha, concorda que este cavaleiro pode ser a origem da linhagem Ramirez, esclarecendo que viveu no século VII e corajosamente defendeu a cidade de Madrid contra o ataque dos mouros e embora ele desperdiçou a bravura e coragem, ele não conseguiu impedir a referida villa para cair nas mãos dos Sarracenos. Mas o citado estudioso acrescenta que não deixou que os mouros desfrutados em paz com sua conquista, porque tinha-os em perigo contínuo com seus repetidos ataques e invasões contínuas, até que no ano 720, empenhado em destruir a vila com tanta bravura e coragem que se apoderou dela, retomando-lo do poder dos mouros, que fugiu sendo assim, na posse de Madrid, mas ultimamente a algum tempo, os sarracenos virou-se para ocupá-lo. Adiciona Piferrer que não é surpreendente que todos os cavaleiros chamado Ramirez para sentir-se orgulhoso de seu antepassado ilustre. Continuando com a genealogia do Ramirez, chegamos a don Francisco Ramírez, que era um dos cavalheiros mais difícil trabalho de seu tempo, Capitão-General de artilharia, diretor da fortaleza de Salobreña, na época dos reis católicos. Ele foi o fundador de muitos mosteiros, capelas e hospitais, porque ele era um homem de coração, generoso, sua intensa piedade, de geminação com o ardor com que lutou contra os inimigos da fé, sendo um guerreiro corajoso, que não deu nem pediu a sede aos Mouros em último caso. E entre as muitas ações de guerra em que participou, incluem a conquista da cidade de Málaga, onde ela foi a primeira a levantar a bandeira de Santiago no topo da torre segundo, cheguei a ele, antes de qualquer outro, pelo qual recebeu um ferimento na cabeça, mas não é grave. E antes de seu destemor, coragem e ousadia, cavaleiro estava armado pela mão do Rei Ferdinand o Catholic, que, como um sinal, para que gerações sucessivas lembrasse armas de fato tão admiráveis, autorizou para adicionar ao seu escudo a mesma ponte e torre que conquistou com tanta coragem.

Foi esse mesmo cavalheiro que se casou com uma senhora da piedade de renome chamada Doña Beatriz Galindo, maior garçonete e conselheiro da Rainha Isabel de Doña la Católica, e que também foi professor de língua latina para seu discípulo eminente, para o que era conhecido pelo nome de latim. Esta senhora graciosa, foi o fundador do Hospital que, mesmo em tempos modernos, foi chamado ao hospital latino e para aqueles que nasceram em Madrid que esta magra, você tem o motivo de impostos do porquê, um dos bairros de Madrid, leva este nome: La Latina e a quem é devido. Esta casa de Ramirez surgiram vários ramos, um deles sendo o também muito nobre do Ramirez de Arellano: don Juan Ramírez, senhor de Arellano em Navarra e Cameros, em Castela, foi privado do rei Carlos II e era filho de don Juan Ramírez de Arellano que morreu na batalha de Aljubarrota em Portugal. Um dos seus descendentes, don Alonso Ramírez de Arellano, foi o primeiro Conde de Araújo. Este ramo foi Diego Ramírez de Arellano, nascido em 1.633 marino e cosmógrafo que tomou parte nas expedições dos irmãos García de Nodal para o estreito de Magalhães e foi o descobridor das ilhas que ainda ostentam o seu nome: Ilhas de Diego Ramírez. Ramirez foi para a América, que consiste do ramo de Fuenleal don Sebastián Ramírez de Fuenleal, prelado, administrador colonial e nomeado presidente da audiência de Santo Domingo, bem como Bispo de Santo Domingo e Concepción de la Vega. Ele organizou a administração da Nova Espanha, que foi movido pelo bom desempenho em Santo Domingo, e quando aquele país tornou-se vice-reinado, cessado na posição de presidente de sua audiência, de regresso a Espanha. Como armas, trazer: Brasão de armas de ouro, uma árvore de carvalho de sinople com um leão de empinante ao tronco. Gules bordure e oito lâminas de ouro.

 

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Ramires – Português.

 

Tratando-se de novo patronímico, aliás pouco usado no nosso país, haverá várias famílias a tê-lo adoptado por apelido e sem ligações entre si.

Armas

 

 

Os Ramires portugueses usam as armas dos Ramirez de Espanha: de vermelho, um leão de ouro desfolhando um ramo verde picado de ouro e contrachefe de prata; bordadura cosida de azul, carregada de quatro aspas e quatro vieiras de ouro, as aspas postas nos ângulos do escudo. Timbre: uma aspa de vermelho, carregada de cinco vieiras de ouro.

Títulos, Morgados e Senhorios

 

Barões de Arruda

Viscondes de Estremoz

 

 

Su origen, historia y hechos. Se trata de un apellido castellano, casi exclusivamente madrileño, ya que fue en esta villa donde mantuvo su solar primitivo desde mucha antiguedad. Esta casa procede de don García, o Gracián, Ramírez, Señor, entre otros muchos, del castillo de las cuestas de Rivas, sobre el río Jarama, primer gobernador, alcaide y capitán de Madrid, fundador de la ermita y capilla de Nuestra Señora de Atocha. Estamos tomando la información del cronista Pellicer, que a lo anterior añade algo un tanto sorprendente: nos habla de un milagro pues dice: “Fundador de la ermita y capilla de Nuestra Señora de Atocha que obró con su mujer y sus hijas, aquel estupendo milagro de resucitarlas, tan sabido en las historias y que hoy se ve pintado sobre la puerta de su devotísimo y venerable santuario. No consta en que año, ni en que reinado, sucediese este caso, y el autor de este memorial no se conforma, con lo que lo pone muy cerca de la pérdida de España, o poco después, pues es más verosímil que fuese antes de la conquista de Toledo”. En este punto don Francisco Piferrer hace una observación muy atinada: “Sin duda, Pellicer, se refiere a la conquista de Toledo por los moros”. Pero sigamos con el milagro: “Lo que no parece ofrecer duda es que los descendientes del famoso don Gracián Ramírez conservaron en Madrid su nobleza en los heredamientos de Rivas, parte de su antiquísimo patrimonio, con el patronazgo de la ermita de Nuestra Señora, en cuyas paredes se hallaron largos años después esculpidas sus armas”. Juan Ramírez, fue hijo del anterior y fue ricohombre del rey don Alfonso VI. Detrás vino otro del mismo nombre y apellido, para dar paso a don García Ramírez, padre de don Diego Ramírez, Señor de la villa de Madrid, que fue ricohombre del rey Fernando IV. Encontramos también a don Hyab Ramírez, que vivió en el reinado de don Enrique II, teniendo por hijo a otro don Diego Ramírez, a quien hizo matar el rey don Pedro, llamado, “el Cruel”. Como no constan los motivos para que el citado monarca tomara tal determinación, es de suponer que se tratara de que el tal don Diego fuera partidario del Conde de Trastámara, el hermano bastardo de don Pedro, que luchó con este por el trono de Castilla, lo que consiguió mediante la alevosa muerte que dio al monarca castellano en los campos de Montiel cuando su lacayo, el mercenario francés Dugesclin atrajo a don Pedro a traicionera trampa. Habrá que retroceder un poco, para volver al fundador, don Gracián Ramírez. Según Piferrer, en su obra, “Reinos y Señoríos de Espana”, conviene en que este caballero pudo ser el origen del linaje Ramírez, aclarando que vivió en el siglo VII y defendió valerosamente la villa de Madrid contra el ataque de los moros y aunque derrochó arrojo y valentía, no pudo impedir que la citada villa cayera en poder de los sarracenos. Pero el citado tratadista añade que no dejó que los moros gozaran en paz con su conquista porque los tuvo en continua zozobra con sus repetidos ataques y continuas correrías, hasta que en el año 720, se determinó a asaltar la villa con tal arrojo y valentía que se apoderó de ella, reconquistándola del poder de los moros, a los que hizo huir, viéndose así en posesión de Madrid aunque pasado algún tiempo, los sarracenos tornaron a ocuparla. Añade Piferrer que no es de extrañar que todos los caballeros llamados Ramírez se sientan orgullosos de su ilustre antepasado. Continuando con la genealogía de los Ramírez, llegamos a don Francisco Ramírez, que fue uno de los más esforzados caballeros de su tiempo, Capitán General de Artillería, Alcaide de la Fortaleza de Salobreña, en el tiempo de los Reyes Católicos. Fue fundador de muchos monasterios, capillas y hospitales, pues era hombre de corazón generoso, hermanando así, su intensa piedad, con el ardor con el que combatía a los enemigos de la fe, siendo en este último caso un esforzado guerrero, que ni daba ni pedía cuartel a los moros. Y entre las muchas acciones de guerra en las que participó, puede citarse la conquista de la ciudad de Málaga donde fue el primero en alzar la enseña de Santiago en lo alto de la segunda torre, ya que la alcanzo antes que nadie, por lo que recibió una herida en plena cabeza, pero no grave. Y ante su arrojo, valentía y audacia, fue armado caballero por la propia mano del rey Fernando “el Católico”, quien como señal, para que las sucesivas generaciones pudieran recordar tan admirable hecho de armas, le autorizó a añadir a su escudo el mismo puente y torre que conquistó con tanta valentía. Fue este mismo caballero quien casó con una dama de reconocida piedad llamada doña Beatriz Galindo, camarera mayor y consejera de la reina doña Isabel “la Católica”, y que fue también la maestra de la lengua latina a su egregia discípula, por lo que fue conocida por el nombre de, “la Latina”. Esta piadosísima dama, fue la fundadora del Hospital que, aun en tiempos modernos, se ha llamado hospital de “la Latina” y para los nacidos en Madrid que esto lean, ya quedan impuestos del motivo del por qué, uno de los barrios de Madrid, lleva dicho nombre: “La Latina” y a quien es debido. De esta casa de Ramírez surgieron varias ramas, siendo una de ellas la también muy noble de los Ramírez de Arellano: don Juan Ramírez, Señor de Arellano en Navarra y de los Cameros, en Castilla, fue privado del rey con Carlos II y tuvo por hijo a don Juan Ramírez de Arellano que murió en la batalla de Aljubarrota en Portugal. Uno de sus descendientes, don Alonso Ramírez de Arellano, fue el primer Conde de Aguilar. Y de esta rama fue Diego Ramírez de Arellano, nacido en 1.633 marino y cosmógrafo que tomó parte en las expediciones de los hermanos García de Nodal al estrecho de Magallanes y fue el descubridor de la islas que, aún hoy, llevan sus nombre: islas de Diego Ramírez. De los Ramírez que pasaron a América, y de la rama de los Fuenleal consta don Sebastián Ramírez de Fuenleal, prelado, que fue administrador colonial y designado Presidente de la Audiencia de Santo Domingo, así como Obispo de Santo Domingo y de Concepción de la Vega. Organizó la administración de Nueva España, a la que fue trasladado por la buena actuación realizada en Santo Domingo, y cuando aquel país se constituyó en virreinato, cesó en el cargo de presidente de su Audiencia, regresando a España. Como armas, traen: Escudo de oro, una encina de sinople, con un león empinante al tronco. Bordura de gules y ocho aspas de oro.