English Talk Club

English Talk Club

Um espaço para artistas se conectarem e crescerem

Card de abertura do English Talk Club
Card de abertura do English Talk Club

Em 7 de junho de 2025, nasceu o English Talk Club, um projeto inovador que visa criar um espaço para artistas se expressar, pesquisar e ampliar sua rede de contatos em inglês. A ideia surgiu de uma conversa entre quatro jovens, dois dos quais falam inglês fluente e dois em nível intermediário, que discutiam a importância de ter um espaço para praticar inglês entre artistas.

Objetivos do English Talk Club

  • Praticar inglês: Melhorar suas habilidades linguísticas em inglês através de conversas e atividades práticas.
  • Compartilhar experiências: Trocar ideias e experiências com outros artistas, aprendendo com suas perspectivas e conhecimentos.
  • Ampliar a rede de contatos: Conhecer novos artistas e profissionais da área, criando oportunidades para colaborações e parcerias.
  • Empoderar a arte: Promover a divulgação e o reconhecimento das artes dos membros do clube, ajudando a fortalecer a comunidade artística.

O English Talk Club tem como objetivo principal ajudar os artistas a se expressar, pesquisar e ampliar sua rede de contatos para o empoderamento e divulgação maior de suas artes. O clube busca criar um ambiente acolhedor e estimulante onde os artistas possam:

Equipe do English Talk Club

O English Talk Club é liderado por uma equipe dedicada e apaixonada, composta por:

  • Coordenadora: Responsável por gerenciar o clube e garantir que os objetivos sejam alcançados.
  • Gestora de mídias: Cuida da presença online do clube, criando conteúdo e promovendo as atividades nas redes sociais.
  • Design do projeto: Desenvolve o design visual do clube, criando materiais promocionais e recursos visuais.
  • Tesoureira e logística: Gerencia as finanças do clube e cuida da logística das atividades e eventos.

O que esperar do English Talk Club

O English Talk Club oferece um espaço único para artistas se conectar, aprender e crescer. Os membros podem esperar:

  • Conversas estimulantes: Discussões interessantes e desafiadoras sobre arte, cultura e temas atuais.
  • Atividades práticas: Exercícios e atividades que ajudam a melhorar as habilidades linguísticas e artísticas.
  • Oportunidades: Encontros com outros artistas e profissionais da área, criando oportunidades.

Os rostos do projeto

Loid Portugal, 27 anos, Comunicóloga e Artista.

Yohana Selei, 28 anos. Técnica Média de Informática de Gestão. Atriz, criadora de conteúdo, fundadora do Projecto Inspire-se.

Rafael Adriano Canjundo, finalista no curso de Geodemografia da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Agostinho. Palestrante, escritor, designer e aspirante a ator. Gosta de ler, ver filmes e ouvir música.

Epifânia Carlos, Estudante de Contabilidade e Finanças do ISAF- Instituto Superior de Administração e Finanças.
Bibliotecária. Gosta de anime, livros e fotografia.

Serviço

Abertura do English Talk Club: 12 de julho (sábado), às 17:04.

Dress code: rosa e branco

Local: Hotel Globo – Ndongo 119

Contato para reserva: (+244) 927 165 941

E-meio: englishtalkclub82@gmail.com

Rede social:

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Nobreza

Loide Afonso: Poema ‘Nobreza’

Loid Portugal
Loid Portugal
Imagem criada por IA do Bing – 08 de julho de 2025,
às 11:22 PM

Tens sorte de ter e viver
A vida que tens

Há uns que
Nem viver
Nem sofrer
Só sucumbiram

Correram
Outros
Desaceleraram

Foram
Sua dignidade
Venderam

E os que compraram?

Hoje rondam
Giram
Na mesma roda

Cima
Baixo
Direita
Esquerda
Este
Oeste
Norte
Sul

Giram
Giram
Giram
Giram

E são chamados
De minoria
Os que vivem abastados

Respiram o ar puro
Em outros termos são os ‘duros’.
Tens sorte de viver a vida que tens.

Loid Portugal

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Dia Mundial do Chocolate

Denise Canova: ‘Dia Mundial do Chocolate’

Denise Canova
Denise Canova
Imagem criada por IA do Bing - 08 de junho de 2025, às 10:34 PM
Imagem criada por IA do Bing – 08 de junho de 2025, às 10:34 PM

Dia mundial do chocolate

Remédio gostoso

Chocolate

Amo

Cura as dores

Meu companheiro.

Dama da Poesia

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Meu corpo conta histórias

Cia Cria Mundos realiza oficina cultural voltada a crianças de 7 a 10 anos

Card da oficina infantil gratuita 'Meu Corpo Conta Histórias'
Card da oficina infantil gratuita ‘Meu Corpo Conta Histórias
Ivanise de Carlo
Ivanise de Carlo

Cia Cria Mundos realiza a oficina cultural ‘Meu corpo conta histórias’, voltada a crianças de 7 a 10 anos, no dia 11 de julho (sexta-feira), das 13h às 15h, na Biblioteca do CEU das Artes ‘Prof. Flávio Vespasiano Di Giorgi‘, localizada no Parque das Laranjeiras, em Sorocaba.

A oficina é gratuita e será conduzida por Ivanise de Carlo, atriz, artista visual e arte-educadora. A atividade propõe a exploração do corpo como instrumento de criação e expressão, por meio de jogos teatrais, mímicas e uso de objetos do cotidiano.

A ação integra o projeto ‘Histórias com a Mafralda‘, contemplado pelo edital 2024 da Lei de Incentivo à Cultura (LINC), uma iniciativa da Prefeitura de Sorocaba, por meio da Secretaria de Cultura (Secult).

As vagas são limitadas e as inscrições serão realizadas no local, no dia da oficina.

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Poetar

Sergio Diniz da Costa: ‘Poetar’

Sergio Diniz
Sergio Diniz
Imagem criada por IA do Bing - 05 de julho de 2025, às 19:46 PM
Imagem criada por IA do Bing – 05 de julho de 2025,
às 19:46 PM

Poeto, porque a poesia está em mim

feita uma correnteza de emoções

Abro, assim, as comportas da alma

e permito que a poesia flua,

feita caudaloso rio de cascatas.

Poeto, porque a poesia clama de mim

o desejo de alcançar o infinito

e, nessa viagem versejada, esparzir

o perfume dos sonhos acordados.

Sergio Diniz da Costa

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Os nossos, os outros: ‘O vergalho’

Elaine dos Santos: “Os nossos, os outros: ‘O vergalho’”

Elaine dos Santos
Elaine dos Santos
Imagem criada por IA do Bing - 04 de julho de 2025, às 10:04 PM
Imagem criada por IA do Bing – 04 de julho de 2025,
às 10:04 PM

Não ousaria tecer digressões sobre a obra literária produzida por Machado de Assis na exiguidade de um breve ensaio, mas os seus textos são fonte constante de inspiração para refletir sobre o ser humano e a nossa sociedade.

Recentemente, na região central do Rio Grande do Sul, houve um crime (creio que é a palavra mais adequada), em que um agricultor, lenhador, teria investido contra a polícia ambiental e foi morto com três tiros – as imagens foram captadas por câmeras de segurança interna da propriedade, mas nem todas as ações ficam claramente evidenciadas.

A primeira impressão que emergiu (parafraseando Chapolin Colorado: “Quem poderá nos salvar” se a polícia mata? Teria havido uma denúncia feita por vizinhos de desmatamento ilegal, teria sido mera coincidência a presença da polícia ambiental na propriedade. O agricultor teria se agitado, investido contra os dois policiais com um machado.

A segunda questão, que me foi posta pela esposa de um ex-aluno, foi: por que nos choca tanto a morte de um igual se, no Brasil, pessoas são mortas diariamente pelas forças de segurança, quer seja por tiros dirigidos diretamente a elas ou por balas perdidas em tiroteios?

De imediato, o capítulo “O vergalho”, do romance ‘Memórias póstumas de Brás Cubas‘, considerado a primeira obra realista de Machado de Assis, veio à memória.

O narrador seguia pela rua e ouviu os impropérios ditos por um homem ao seu escravo. Achegou-se e encontrou o seu ex-escravo Prudêncio, já alforriado, a bater sem medida em um escravo que adquirira. Solicitou que Prudêncio perdoasse o escravo, o que ele fez sem demora, demonstrando resquícios da submissão absolutamente servil.

Brás Cubas seguiu o seu caminho e passou a tecer reflexões sobre a cena que assistira, sobre a (re) duplicação da violência e ponderando que Prudêncio, que fora seu escravo, cobrava com juros a violência que sofrera.

O Brasil é um país forjado na força, na violência. Os portugueses quando aqui chegaram, quando começou o efetivo povoamento, por volta de 1530, principiaram uma verdadeira chacina do povo indígena que não se resignava à escravidão. Por outro lado, inúmeras mulheres indígenas foram sexualmente violentadas, nasceram mestiços sem pai.

Aliás, esse modo de agir acabou encontrando eco exatamente entre os senhores de engenho, que emprenhavam as suas melhores escravas para, com os filhos mestiços delas, aumentarem a mão de obra nas fazendas. Há registros que se pode buscar na própria História oficial, que escravos homens eram escolhidos para engravidar escravas mulheres para que nascessem crianças mais saudáveis para o trabalho.

Mentalmente, revisito a História do Rio Grande do Sul, que foi feita sob o lombo de cavalos, o estado mais meridional do Brasil, um dos últimos a ser ocupado, região em que vivo na atualidade.

Primeiro, vieram bandeirantes que expulsaram jesuítas portugueses. Quando os jesuítas espanhóis estabeleceram os Sete Povos das Missões, era o tempo dos tropeiros paulistas que vinham em busca do gado para produzir charque e das mulas para o transporte nas Minas Gerais. Nesse caso, valiam-se das mulheres indígenas como empregadas, como amantes, abandonando-as quando partiam, muitas delas encontrando-se grávidas.

A violência entre nós, como ao escravo Prudêncio, que pertencera a Brás Cubas, faz parte do imaginário social. Nos últimos anos, parece ter sido banalizada, bem como a morte – mas a morte do outro: do negro, do homossexual, da mulher. Que estranha sociedade formamos que somente a morte ‘do nosso’, do branco, do agricultor, do reconhecido como trabalhador, consegue nos assustar, comover?

Hoje, como nos tempos de doutorado, quando analisamos o romance ‘O matador‘, de Patrícia Melo, eu tenho medo dessa sociedade. Enquanto comentávamos a obra de Patrícia Melo, uma colega disse: “Mas eles (os pobres, os nascidos na periferia) não têm apego à vida!” Outra colega replicou: “Como tu consegues afirmar isso? Eles, os outros, também tiveram uma mãe que os amou, sonhos que se frustraram, desejos não realizados.” Somos, enfim, todos humanos. Por que essa relação sempre tão violenta e tão ‘comum’?

Elaine dos Santos

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Genuíno pensamento

Irene da Rocha: Poema ‘Genuíno pensamento’

Irene da Rocha
Irene da Rocha
Imagem criada por IA do Bing - 05 de junho de 2025, às 00:42 AM
Imagem criada por IA do Bing – 05 de junho de 2025,
às 00:42 AM

Sonhar contigo, mesmo além do oceano,
Imaginar tua pele, quente e morena,
Te ouvir como eco de uma voz serena,
Desejar teus beijos em meu rosto insano.

Respirar ofegante, o coração em declínio,
Seus braços entrelaçados, dúvida e desejo,
Apenas tua presença faz o tempo enlevo,
E transforma o silêncio em ritmo divino.

Aguardo esse instante, sonho e esperança,
Tão vívido, quase utopia que encanta,
Vida segue seu rumo, com esperança,

Mas minha razão insiste em que vale a pena,
Crer nesse amor que o coração revela,
Um sonho verdadeiro, pura e serena.

Irene da Rocha

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