NOTICIA: MUSEU DO FUTEBOL EXPÕE LIBERTADORES

Museu do Futebol recebe exposição Libertadores – paixão que nos une

Patrocinada pela Bridgestone, a mostra apresenta de forma interativa a história da competição e as curiosidades culturais dos países que participam

O Museu do Futebol – instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, localizado no estádio do Pacaembu – inaugura a exposição “Libertadores – paixão que nos une”. Realizada pela Bridgestone, patrocinadora máster da Copa Libertadores e dos Jogos Olímpicos Rio 2016, a exposição explora todas as particularidades do campeonato e torna o visitante um espectador real de cada época da competição. O projeto, organizado pela Cultura Sustentável, tem a colaboração de artistas como Caio Vilela, Marcelo Duarte e Maurício Rito.

A mostra conta com vários ambientes interativos. No chão, diversos adesivos de bola retratados pelo fotógrafo Caio Vilela – que percorreu o mundo registrando o futebol de rua – mesclam o cenário futebolístico com a famosa “pelada”. A exibição ainda conta com um telão de vídeos, fotos e curiosidades da competição – produção do jornalista e criador do Guia dos Curiosos, Marcelo Duarte.

“O futebol para nós, brasileiros, tem como sinônimos a paixão, a emoção, a fidelidade. Uma idolatria que ultrapassa barreiras e permeia nossa vida com as mais diversas sensações”, comenta Fabio Fossen, presidente e diretor-geral da Bridgestone Brasil. “A Bridgestone, por meio de seus produtos, quer estar cada vez mais próxima de seus consumidores compartilhando esses sentimentos”.

A exposição tem um ambiente interativo com totens e tablets. Também serão disponibilizados para download gratuito dois aplicativos: um com dados da competição e outro com conteúdo mais extenso sobre a exposição. Para as crianças, foi desenvolvida uma tela exclusiva com conteúdo diferenciado, “quiz” interativo na parede, entre outras ações educativas.

“É uma exposição emblemática. O campeonato se modernizou tanto que a Conmebol, entidade que organiza a competição, avalia inserir times norte-americanos no torneio”, diz Noelly Russo, uma das curadoras do evento. Para ela, a réplica da taça no final da exposição e o ambiente onde o visitante poderá vestir virtualmente a camiseta do seu time são os dois grandes destaques da exibição.

Para Ana Busch, também curadora da mostra, a interatividade será uma característica marcante durante as visitas. “Queremos incentivar o público a tirar selfies das camisetas e da réplica da taça para compartilhar nas redes sociais. Teremos um acervo virtual com as camisetas de todos os times que participaram da Copa Libertadores”. Algumas camisetas foram produzidas pelo designer Maurício Rito para completar a coleção virtual. A hashtag da exposição será #expolibertadores.

É a primeira vez que o Museu do Futebol recebe uma exposição organizada por profissionais de fora. Para a idealizadora do projeto e diretora da Cultura Sustentável, Ana Carolina Xavier, o diálogo com a equipe técnica do museu do futebol resultou na parceria inovadora para falar de uma competição tão importante, que é a Libertadores.

Livro

Em paralelo à exposição, haverá o lançamento da 2ª edição do livro “Libertadores – paixão que nos une”, escrito pelo jornalista Nicholas Vital e que traz um relato completo do mais tradicional torneio da América Latina.

“Essa nova edição do livro traz a trajetória da conquista do San Lorenzo na Copa Bridgestone Libertadores 2014 e novos relatos de ex-jogadores como Zico, Marcos, Cafu, Francisco Sá (maior campeão da Libertadores com seis títulos) e Alberto Spencer (principal artilheiro da competição com 54 gols)”.

A obra é um projeto realizado por meio da Lei de Incentivo à Cultura – Lei Rouanet – com apoio do Ministério da Cultura e do governo do Estado de São Paulo. O valor da venda dos exemplares, tanto na mostra quanto em livrarias e no site www.paixaoquenosune.com.br, e do aplicativo que estará disponível na Apple Store será revertido para a Fundação Cafu.

Serviço

Exposição Libertadores

Data: até 14/06

Local: Museu do Futebol (Praça Charles Miller, s/n – Estádio do Pacaembu)

Preço dos ingressos: R$ 6 (inteira) /R$ 3 (meia-entrada para estudantes, idosos e professores).

Horário de funcionamento do Museu: 9h às 17h (permanência até as 18h)

*Pessoas com deficiência não pagam

*Crianças até sete anos não pagam

*Estacionamento no local com Zona Azul – R$ 5,00 válido por três horas. A venda na bilheteria do Museu

Tel.: (11) 3664-3848

Informações: www.museudofutebol.org.br

 




Genealogia: Afrânio Mello fornece INFORMAÇÕES SOBRE A FAMILIA MANHÃES

afranioATENDIMENTO NÚMERO 442 – FAMILIA MANHÃES

 

Lucina Lemos Rangel da Silva,

 

Demorou um pouco mas consegui a pesquisa do sobrenome MANHÃES.

Sobrenome Franco-suiço Magnan aportuguesado para Manhães.

 

São três páginas e brasões no arquivo de texto e brasões em separado no Jpg.

 

Belos brasões e que se reproduzir em papel fotográfico e colocar em quadros ficará um beleza

afixados nas paredes de sua casa ou escritório.

 

Tem a relação completa da entrada de Manhães no Brasil.

 

Os faltantes envio logo que os receba.

 

Grande abraço

Afrânio Franco de Oliveira Mello

IHGGI / ROL – Região On Line

 

 

Manhães, sobrenome de origem franco-suíço, sendo originalmente escrito como Magnan e depois aportuguesado por Manhães. Sendo que os primeiros que vieram ao Brasil se fixaram no estado do Rio de Janeiro.

Registra-se Olímpio Manhães, nascido em 05.04.1895, Palmares, Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro, Brasil e falecido em 1983.

Registra-se Antonio José Manhães, nascido em 26.021885, Palmares, Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro, Brasil e falecido em 17.08.1954; filho de Joaquim Manhães dos Santos e Maria Francisca do Nascimento.

Registra-se Benedito Manhães, nascido em 11.08.1917, Palmares, Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro, Brasil e falecido em 12.03.1967.

Registra-se José Francisco Manhães, nascido em 23.04.1899, Palmares, Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro, Brasil e falecido em 30.09.1984.

Registra-se Joaquim Manhães, nascido em 02.04.1920, Palmares, Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro, Brasil e falecido em 28.01.1984; filho de Francisco José Manhães, nascido em 05.10.1891 e falecido em 24.03.1949 e Antônia de Oliveira, nascida em 1898; neto de Joaquim Manhães dos Santos e Maria Francisca do Nascimento.

Registra-se Maria Laura Manhães, nascida em 05.12.1903, Nova Friburgo,  Rio de Janeiro, Brasil; casou-se com Damasceno Nogueira Peixoto em 11.06.1925; ele nascido em 26.07.1899.

Registra-se Malvino Alves Manhães, nascido em 30.04.1915,  Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro, Brasil e falecido em 17.07.2005; filho de Antônio José Manhães, nascido em 26.02.1885 e falecido em 17.08.1954 e Maria Francisca Alves, nascida em 16.12.1894 e falecida em 05.07.1925.

Registra-se Joaquim  Manhães dos Santos, nascido em 1855, Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro, Brasil e falecido em 1917; casou-se com Maria Francisca do Nascimento em 1879, ela nascida em 1860 e falecida em 1936.

Registra-se Antonio Manhães de Andrade, nascido em 06.061870,  Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro, Brasil e falecido em 1969; casou-se com Otília Barbosa em 1899, ela nascida em 1879 e falecida em 1965. Tiveram os seguintes filhos: Hermes Manhães de Andrade, nascido em 07.01.1914 e falecido em 1972 e Saritha Manhães de Andrade, nascida em 20.09.1916 e falecida em 1987.

Registra-se José Rodrigues Manhães de Sousa, nascido em 1890,  Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro, Brasil; casou-se com Luzia Clara da Encarnação em 1914, ela nascida em 1893. Tiveram uma filha: Dejanira Manhães de Sousa, nascida em 10.05.1915 e falecida em 12.10.1976.

Registra-se Isabel Alves Manhães, nascida em 02.02.1847, Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro, Brasil e falecida em 27.07.1924; casou-se com Domingos Alves Barcelos Cordeiro em 1863, ele nascido em 04.08.1839 e falecido em 1904. Tiveram um filho: João de Barcelos, nascido em 29.04.1867 e falecido em 05.11.1911. Filha de Francisco José Manhães, nascido por volta de 1820 e Raquel José Alves, nascida por volta de 1825; neta materna de José Alves Rangel, nascido em 24.04.1779 em São João da Barra, Rio de Janeiro, Brasil e falecido em 01.11.1855 e Maria Francisca Alves. Isabel teve como tias maternas Isabel Alves Rangel, nascida por volta 1827 e Francisca Alves de Barcelos, nascida por volta de 1830. Era bisneta materna de Domingos Alves de Barcelos, nascido por volta de 1750 e Isabel da Silva Rangel, nascida por volta de 1755. Domingos era filho de Félix Alves de Barcelos, nascido por volta de 1720 e falecido em 1775 e Domingas Borges Serra; Isabel da Silva Rangel era filha de Antônio da Silva Cordeiro, nascido por volta de 1715 e Faustina das Neves Rangel, nascida por volta de 1720. Félix Alves Barcelos era filho de Francisco Alves Barcelos, nascido por volta de 1695, Portugal e Margarida Corrêa e neto materno de Manuel Corrêa, nascido por volta de 1670, Portugal. Manuel Corrêa era filho de Juan d’Avalos y Benevide, nascido por volta de 1645, Espanha e falecido em 1709, Rio de Janeiro, Brasil e Maria Correia.

Registra-se Anne Magnan, nascida em 1649, St Germain, L’Auxerrois, Paris, França e falecida em 20.12.1713; filha de Simon Magnan e Anne Magnan.

 

Registra-se Jacques Magnan, nascido em 31.03.1636, St Pierre, Coulonges, Royaux, Niort, França e falecido em 21.12.1713, Charlebourg, Quebec, Canada; filho de Gilles Magnan, nascido em 1605, França e Jeanne Touchetelle, nascida em 1610, França.

Registra-se Joseph Algoud Magnan, nascido em 1743, Saint  Agnant em Vercors, Drôme, França e falecido em 06.04.1818; casou-se com Victoire Blanc, nascida em 1754 e falecida em 08.05.1824. Tiveram os seguintes filhos: Marie Reine Algoud Magnan, nascida em 1781 e falecida em 12.06.1809; Joseph Victor Algoud Magnan, nascido em 1787 e falecido em 16.02.1816 e Joseph Augoud Magnan, nascido em 1793 e falecido em 24.01.1817.
Registra-se Pierre Croze-Magnan, nascido em 12.04.1712, St. Martin, Marseille, França e falecido em 29.05.1775; casou-se com Rose Ronnes Roux em 18.07.1747, ela nascida em 15.01.1727 e falecida em 10.06.1808; filho de Celestin Croze-Magnan, nascido em 1684, Recortier, Basses-Alpes, França e falecido em 27.06.1745, St. Martin, Marseille, França e Jeanne Rose Alexandre, nascida em 11.02.1653, St. Martin, Marseille, França. Tiveram os seguintes filhos: Simon Celestin Croze-Magnan, nascido em 11.04.1748 e falecido em 12.08.1818; Jeanne Rose Croze-Magnan, nascida em 26.04.1748 e falecida em 10.03.1754; Augustin Gaspard Croze-Magnan, nascido em 23.09.1751; Jean Baptiste Croze-Magnan, nascido em 15.01.1753 e falecido em 15.08.1835; Jean Pierre Croze-Magnan, nascido em 11.06.1754; Anne Rose Croze-Magnan, nascida em 05.06.1756 e falecida em 24.06.1819.

3 anexos

 

 

 

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Manhães – magnan.jpg

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Manhães.doc

 




Informação nova: MUBE APRESENTA ARTE DE LENA BERGSTEIN

De 6 a 31 de março com entrada gratuita

 

Até o final de março, a artista plástica Lena Bergstein expõe no MUBE uma série contínua de 18 telas, um conjunto de livros de artista e o trabalho inédito multimídia de fotos e escritos, Cartas de Odessa. A exposição leva o título de Narrações, pois a artista define seu trabalho como: “um conjunto de narrações e de relatos do que sente, percebe e pensa, como se fossem uma biografia/autobiografia inscrita nos azuis, nas fotos e cartões postais”.

Cartas de Odessa, que está exposta pela primeira vez, são superposições de fotos de pessoas do início dos anos 1900 na distante Odessa – Rússia, com fragmentos de cartas, com fotos da paisagem da cidade tiradas da casa da artista. O resultado é a ligação entre o antigo e contemporâneo por relatos escritos.

A entrada do MuBE é gratuita. Todas as segundas-feiras de abril e junho, a artista vai dar aulas sobre como fazer livro de artista (http://mube.art.br/curso/livro-de-artista-imagem-e-texto/).

 




Informação nova: SESI DE ITAPETININGA INICIA TEMPORADA 2015

(matéria publicada pelo G1 da Tv Tem) Sesi Itapetininga abre temporada 2015
com obra do escritor Oscar Wilde

 Teatro de bonecos ‘O Gigante Egoísta’ é encenado dias 7 e 8 de março.
Entrada é gratuita; ingressos devem ser retirados 1 hora antes do show.

Do G1 Itapetininga e Região

O Sesi em Itapetininga (SP) abre a temporada 2015 com de teatro de bonecos “O Gigante Egoísta”, nos dias 7 e 8 de março, às 16h. A obra tem texto original de Oscar Wilde (1854-1900), que constrói uma crítica ao individualismo da era vitoriana e da sociedade industrial por meio da figura do gigante. A entrada é gratuita. Ingressos devem ser retirados uma hora antes do show.

Espetáculo de bonecos abre temporada 2015 do Sesi em Itapetininga (Foto: Luca Ayres/Divulgação Sesi)Espetáculo de bonecos abre temporada 2015
do Sesi (Foto: Luca Ayres/Divulgação Sesi)

Depois de passar sete anos na casa de seu amigo Ogro, o Gigante descobre que crianças invadiram seu palacete para brincar no jardim. Ele expulsa as crianças da propriedade e constrói um muro que o separa do resto da cidade. Isolado e sozinho, o Gigante percebe que o inverno hospedou-se definitivamente em sua casa e que a primavera recusa-se a voltar ao seu jardim, agora eternamente coberto pelo gelo e pela neve.

Porém, a chegada de um menino que resolve brincar no jardim, apesar da sua proibição, traz de volta a primavera e faz com que o Gigante reconheça o quanto tinha sido egoísta. O espetáculo aborda a importância de as pessoas serem mais tolerante umas com as outras e de valorizarem a amizade como um dos pilares da sociedade.

“O Gigante Egoísta”, produção realizada pelo Sesi-SP, ficou entre as peças mais premiadas do Projeto São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem – antigo Prêmio Femsa. O espetáculo é dirigido por Gustavo Bicalho e Henrique Gonçalves, da Artesanal Cia de Teatro.

Serviço:
Espetáculo: “O Gigante Egoísta”
Local: Teatro do Sesi Itapetininga (Avenida Padre Antônio Brunetti, 1.360, Vila Rio Branco)
Datas e horários: 7 e 8 de março, às 16h
Duração: 50 minutos
Classificação indicativa: Livre para todos os públicos
Mais informações: (15) 3275-7951
Ingressos: Entrada gratuita. Os ingressos serão distribuídos 1 hora antes do início do espetáculo




Noticia: AS IRMÃS ITAPETININGANAS JÉSSICA SANTOS E JENNIFER LANÇAM CD

Jéssica Santos e Jennifer. Irmãs criadas e reveladas na região de Itapetininga, interior de São Paulo, com 14 anos de estrada

Em declarações prestadas ao ROL, as irmãs que compõem a dupla serteneja de Itapetininga contam um pouco de sua história.

Tudo começou com Jéssica Santos que, atendendo incentivo do pai João Santos, percebeu que sempre teve uma veia musical que herdou de seus antepassados, mas que, por falta de oportunidade, não estava seguindo. Seu pai tinha percebido que sua filha tinha um dom musical e que, com dedicação e paciência, poderia se transformar em uma das jovens cantoras mais versáteis da música sertaneja. Assim, aos seis anos de idade, Jéssica começou a aprender tocar teclado e a cantar.

Com nove anos já estava com um trabalho na praça, e aos poucos foi conquistando seu espaço na região de Itapetininga, se apresentando em festas de aniversário, barzinhos, eventos beneficentes, bailes, promoshows em porta de lojas e eventos promovidos pelas prefeituras da região.

Dois anos depois surgiu a dupla, pois sua irmã Jennifer já começava a participar dos shows.

Em 2005, Jéssica Santos e seu pai partiram para São Paulo em busca da realização do sonho de ter o trabalho reconhecido. Logo depois também foi o restante da família.

Adquirindo grande experiência, Jéssica Santos e Jennifer passaram por palcos importantes de São Paulo como o CTN (Centro de Tradições Nordestinas) – um dos espaços de shows com maior público da capital, a festa junina do São Paulo Futebol Clube, no Morumbi, entre outros.

Um marco nessa passagem por São Paulo foi a participação de Jéssica Santos no programa Raul Gil, o que valorizou muito seu trabalho. Na época Jennifer não pôde participar, pois não tinha idade suficiente para o quadro.

A dupla teve ainda passagens em redes de TV local e rádios como a Trianon, Globo e outras.

Após quase cinco anos em São Paulo trabalhando sozinhos, “na raça”, resolveram voltar para Itapetininga, onde estavam suas raízes.

Assim, deram continuidade ao trabalho que com o tempo só tenderia a evoluir. Jéssica Santos pode ser considerada “multifuncional”: canta, compõe, toca sanfona, viola caipira e violão. Jennifer canta e toca violão. Ambas são autodidatas e nunca frequentaram nenhuma escola de música. Esse diferencial vem chamando a atenção por onde passam, pois não é comum uma dupla sertaneja feminina, tão jovem e ainda trabalhando com muita seriedade.

A dupla Jéssica Santos & Jennifer faz show para todas as idades, trazendo em seu repertório desde o sertanejo raiz, romântico e até o dançante, um show para ninguém ficar parado.

Após muitos anos trabalhando por amor à música ,vivendo da música, sem empresário ou qualquer tipo de investidor, a dupla gravou em 2012 seu primeiro CD, simples, com pouco recurso, mas com muita força de vontade, apresentando  dez canções inéditas, composições próprias.

Em 2012 participaram do Programa ‘No Alto da Serra’, apresentado por Elói Carlone na Estância Alto da Serra, transmitido  pelo canal rural em rede nacional. Também participaram do programa ‘Tempero Caipira’, pela TV Século 21 para todo Brasil em rede aberta, além de outras participações em mídiaa regionais.

Em março de 2014 as duas foram convidadas para participar do Programa ‘Terra da Padroeira’ na TV Aparecida, onde surpreenderam a todos, recebendo elogios de artistas renomados como a dupla Ataíde e Alexandre e a cantora Jayne.

No final de 2014 lançaram o mais novo trabalho, um CD acústico, intitulado ‘Essência’, com 17 canções, sendo 16 inéditas e uma regravação do CD anterior. Nesse CD conseguiram evidenciar ainda mais a identidade musical da dupla, trazendo a influências do sertanejo raíz, romântico e dançante, com composições próprias e algumas em parceria. Um trabalho mais simples e intimista produzido por Jéssica Santos.

Para divulgar o novo CD estiveram novamente do Programa ‘No Alto da Serra’, agora realizado pelo canal Terra Viva, em mídias regionais e, realizando seu grande sonho, se apresentaram no programa ‘Viola, Minha Viola’, TV Cultura, apresentado por Inezita Barroso.

E assim seguem trilhando seu caminho, com humildade, carisma, determinação e profissionalismo.

Jéssica Santos & Jennifer acreditam em um propósito: fazer tudo com amor, sempre buscando levar uma mensagem positiva e ser um diferencial na música sertaneja.




Noticia: MUSEU CATAVENTO COMPLETA 6 ANOS APRESENTANDO UMA ÓPERA

Para comemorar em grande estilo, apresenta a ópera infantil “Operilda na Orquestra Amazônica”

 

cataventoO Catavento Cultural e Educacional, espaço de Ciência e Tecnologia da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, chega aos 6 anos com muito a comemorar. Nesse período, recebeu 2,5 milhões de visitantes. Dentre eles, 890 mil estudantes de cinco mil instituições de ensino do Estado de São Paulo e de outros estados, interessados em complementar seus conhecimentos e, ao mesmo tempo, divertir-se muito nas suas mais de 250 instalações.

 

A comemoração do aniversário do Museu Catavento será no dia 28 de março, sábado, com a apresentação do espetáculo infantil sobre a música erudita brasileira Operilda na Orquestra Amazônica.

 

A feiticeira do bem Operilda sonha em ter uma orquestra e recebe uma missão de sua tia Opereta: contar para as crianças a história da música erudita do Brasil em uma hora. Ela corre contra o tempo para, com a ajuda de seis músicos e um livro mágico, passear pelos diversos estilos e ritmos que formam a história da música do país.

 

Operilda e seus músicos passam por vários momentos da história para mostrar a influência de europeus, negros escravos, índios e da natureza na formação da nossa música. O repertório escolhido por eles é composto por valsas, modinhas e choros de Ernesto Nazaré e Chiquinha Gonzaga, e pela música erudita de Alberto Nepomuceno, Guerra Peixe, Villa-Lobos, Carlos Gomes e Tom Jobim, mostrando de maneira clara a influência popular e folclórica na formação da chamada música erudita brasileira.

 

Segundo a autora Andréa Bassitt, “Operilda na Orquestra Amazônica tem como objetivo estimular a formação de público infantil e público em geral e desmistificar a imagem da música erudita como um tipo de arte de difícil acesso, oferecendo a plateias de diferentes origens sociais e culturais um espetáculo direto, bem-humorado, instrutivo e de qualidade, permeado pela linguagem universal da música”.

 

Operilda na Orquestra Amazônica recebeu os prêmios APCA Melhor Musical Infantil 2013 e FEMSA, na Categoria Especial pela Divulgação da Música Erudita e Folclórica. O espetáculo foi protagonista da série de concertos didáticos “Aprendiz de Maestro” – evento mensal apresentado pela Associação TUCCA, na Sala São Paulo.

 

Anote!

Operilda na Orquestra Amazônica

Local: Auditório

Datas: 28 de março de 2015 (sábado)

Horário: 15h30

Duração: 60 minutos

Entrada gratuita

Vagas limitadas

 

 

Sobre o Catavento

Fruto de parceria entre as Secretarias Estaduais da Cultura e da Educação, o espaço foi inaugurado em 26 de março de 2009. São mais de 250 instalações, em nove mil metros quadrados, divididas em quatro seções (Universo, Vida, Engenho e Sociedade), cada uma delas elaborada com iluminação e sons diferentes, que contribuem para criar atmosferas únicas e envolventes. Atrações como aquários de água salgada, anêmonas e peixes carnívoros e venenosos, uma maquete do sol e uma parede de escalada onde é possível ouvir histórias de personalidades como Gengis Khan, Júlio César e Gandhi, são apenas alguns exemplos de como o visitante pode aprender e se divertir ao mesmo tempo.

No local também é possível conferir as atrações da Fundação Museu da Tecnologia de São Paulo, que teve seu acervo transferido para o Catavento no início de 2011. Entre os principais equipamentos estão a locomotiva Dübs (fabricada em 1888 na Inglaterra que pertenceu à Cia. Paulista de Estradas de Ferro e foi usada brevemente para o transporte de carga) e o avião DC-3 (1936), que foi utilizado como cargueiro militar na Segunda Guerra Mundial.

 

Serviço

Catavento Cultural e Educacional

Onde: Palácio das Indústrias – Praça Cívica Ulisses Guimarães, s/no (Av. Mercúrio), Parque Dom Pedro II, Centro – São Paulo/SP

Telefone: 11 3315-0051 – atendimento das 11h às 17h

Quando: terça a domingo, das 9h às 17h (bilheteria fecha às 16h)

Quanto: R$ 6 e meia-entrada para estudantes, idosos e portadores de deficiência. Entrada gratuita aos sábados.

Idade mínima para visitação: recomendado para crianças a partir de seis anos

Como chegar: www.cataventocultural.org.br/mapas.asp

Acesso por transporte público: estação de metrô Pedro II e terminal de ônibus do Parque Dom Pedro II

Estacionamento: R$ 10 até 4 horas (para visitantes do museu). Adicional por hora: R$ 2,00 (capacidade para 200 carros). Ônibus e vans: R$20,00.

Infraestrutura: acesso para pessoas com deficiência locomotora.

 




Lançamento: O DETETIVE CATÓLICO

LANÇAMENTO DA EDITORA AVE-MARIA ESCLARECE CURIOSIDADES SOBRE O CATOLICISMO

Dúvidas, mitos, questionamentos, O Detetive Católico é o livro certo para quem quer desvendar alguns enigmas da Igreja Católica

Maria teve outros filhos além de Jesus? Qual é a posição da Igreja Católica com relação à tatuagem? A Igreja pode mandar alguém para o inferno? O que é considerado “heresia” para a Igreja Católica? Fora da Igreja pode haver salvação? Essas são questões que surgem na mente de qualquer pessoa comum. Quem já está inserido na Igreja tem dúvidas e quem está de fora tem curiosidade sobre esses temas.

E é pensando nessas pessoas que a Editora Ave-Maria lança o livro O Detetive Católico. Escrito por Valdeci Toledo, esta obra é ideal para esclarecer dúvidas acerca de temas relacionados à fé. Ao longo das 296 páginas, o leitor encontrará uma escrita de fácil compreensão que traz apontamentos sobre questões da Igreja.

O autor da obra usou toda a sua experiência de ter estudado Teologia em Roma – graduou no mestrado na Pontifícia Universidade Lateranense – para quebrar os paradigmas e apresentar ao público um entendimento sobre diversos assuntos, sejam eles polêmicos ou não. Ele conta como surgiu a ideia de escrever o livro: “Durante a execução de nossos trabalhos na Editora Ave-Maria, muitas vezes nos chegaram questionamentos de nossos leitores sobre variados temas relacionados à fé, ao pontificado, alguns temas pastorais, ao Santíssimo Sacramento, ao Sagrado Coração, à devoção a Maria Santíssima e São José etc.”.

Em O Detetive Católico, o escritor também reuniu respostas dadas em questionamentos feitos à seção “Consultório Católico” e artigos da Revista Ave Maria, da qual ele é articulista. Tudo com o intuito de fazer o leitor compreender a sua fé de modo seguro. No final da obra, Valdeci Toledo ainda indica algumas referências bibliográficas que poderão ser muito úteis para o aprofundamento dos temas abordados durante as páginas do livro. “Continuaremos a desenvolver outros temas que serão publicados mensalmente na Revista Ave-Maria”, afirma o escritor.

O Detetive Católico já tem data e local para o lançamento. O público poderá prestigiar o autor Valdeci Toledo numa manhã de autógrafos que acontece no dia 07 de março, na Livraria Ave-Maria, em São Paulo. O evento, que começa após as 10 horas, é uma oportunidade para o leitor conhecer pessoalmente e poder bater um papo com o escritor.

Ficha Técnica
Editora Ave-Maria
Autor: Valdeci Toledo
ISBN: 978-85-276-1520-4
Páginas: 296
Formato: 16×23
Preço: R$ 34,90

Sobre o autor: Valdeci Toledo nasceu em Dom Cavati (MG) no ano de 1968. Aos quatro anos de idade mudou-se para São Paulo onde se estabeleceu. Depois de ter estudado Filosofia no Instituto São Boaventura, na Diocese de Santo Amaro (São Paulo), foi para Roma estudar Teologia, onde se graduou no mestrado na Pontifícia Universidade Lateranense (PUL). É também pós-graduado em Controladoria (Fecap-SP). Foi professor de História da Igreja e diretor do Instituto São Boaventura. Atualmente é gerente editorial da Editora Ave-Maria e escreve regularmente na Revista Ave Maria.

Serviço
Lançamento do livro O Detetive Católico
Data: 07/03/2015
Horário: 10 – 12 horas
Local: Livraria Ave-Maria
Endereço: Rua Jaguaribe, 761 – Santa Cecília | São Paulo