PREFEITURA DE ITAPETININGA INICIA RECUPERAÇÃO DA MARGINAL DOS CAVALOS

Trecho da Marginal dos Cavalos, em Itapetininga, é interditado para obras

(publicada pela TV Tem)
 Tráfego está paralisado na altura da Rua Antônio de Almeida Leme.
Construção de implantação da rede de galerias pluviais será realizada.

Do G1 Itapetininga e Região

A Marginal dos Cavalos, em Itapetininga (SP), está interditada na altura da Rua Antônio de Almeida Leme a partir desta quarta-feira (13), segundo a prefeitura. O Executivo fará obras de implantação da rede de galeria pluvial no local. Já a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) realiza reparos de esgoto no local.

A paralisação do tráfego vai até sexta-feira (15) por parte da Prefeitura, mas a Sabesp não informou quando irá finalizar os trabalhos no local.

Via está interditada para implantação de galerias pluviais (Foto: Reprodução/ TV TEM)Via está interditada para implantação de galerias pluviais (Foto: Reprodução/ TV TEM)



INSTITUTO JULIO PRESTES INICIA NOVO GRUPO DE ESTUDOS

10 anos estudando Morin

Após 10 anos de leituras e debates dos textos do pensador francês Edgar Morin sobre o paradigma e o pensamento complexo, o Instituto Julio Prestes, de Itapetininga deu inicio agora a uma nova fase de estudos.

Segundo o coordenador do grupo de estudos, “estamos agora abrindo vagas para quem se interessar pela prática de análise de dados com base na complexidade”.

Os interessados devem se comunicar com Angelo Lourival Ricchetti, pelo celular 15 9 9171 7672 ou pelo telefone 15/3272-7525 ou ainda pelo endereçol aricchetti@yahoo.com.

As reuniões de estudo são normalmente realizadas aos sábados à tarde, em Itapetininga.




Artigo de Pedro Novaes: 'CAOS  POLÍTICO'

Pedro Israel Novaes de Almeida   

 

Não convém nFoto closeutrir grandes esperanças na tal reforma política.

Uma reforma política séria deveria começar pela obediência ao postulado de que a cada cidadão corresponde um voto, de igual valor. O voto de um eleitor de Roraima, para deputado federal, vale 15 vezes o voto do eleitor paulista.

Em 2014, Roraima elegeu um senador com 97.000 votos, com os mesmos poderes e prerrogativas do senador paulista, eleito com 11.000.000 de votos. Na verdade, a representação é mais geográfica que populacional.

Tal situação gera guetos de poder, e núcleos de pressão com pouca representatividade popular. Não é raro representantes de regiões pouco povoadas terem sotaques diferentes dos que os elegeram.

Cidadãos probos, quando eleitos, não militam somente por melhorias em suas regiões de origem, mas por todos os rincões do país. É preconceituosa a ideia de que a representação populacional agravaria as diferenças entre as diversas regiões do país.

A situação é mais grave no senado, onde cada estado tem direito a 3 vagas, tenha centenas ou milhões de habitantes. Na verdade, estamos submetidos a minorias.

Existe, ainda, o tabu do voto distrital, cuja imagem acabou associada ao maior contato e acompanhamento, entre eleitor e eleito. As decepções, tão comuns, do eleitorado, no tocante à maioria dos vereadores eleitos, é prova de que tal proximidade não rende frutos na melhoria da qualidade das escolhas eleitorais.

O voto distrital amesquinha a atuação dos eleitos, tendendo a voltar-se unicamente aos interesses de seu distrito. Deputados são chamados a opinar sobre temas mais abrangentes. Devem representar parcela da população de todo o estado, e não moradores de determinada região.

O voto distrital tende a arrasar minorias e gerar feudos, abençoados pelo direcionamento de recursos, sempre ridiculamente vinculados à atuação dos preferidos pelo poder Executivo. Candidatos ambientalistas, por exemplo, possuem votos dispersos pelo estado, e dificilmente conseguirão o necessário sufrágio, em um único distrito.

As famosas listas partidárias, em país onde a diferença entre as agremiações vão pouco ou nada além das letras, soa como piada ou império de cúpulas. Nas listas partidárias, o eleitor somente ratifica a escolha feita pelos controladores dos partidos, e, na prática, ocorre o engessamento das representações, em detrimento da necessária alternância.

Na verdade, a reforma política não vai além do entendimento e conveniência dos atuais legisladores, que dificilmente legislarão contra si próprios. As reformas que temos vivenciado acabam confinadas a mudanças periféricas e perfumarias.

O país tem resistido, desde 1.500, ao desenrolar de administrações e desempenhos sofríveis, e nossos melhores momentos são breves e descontinuados. Não há representação política de verdade, e o desempenho da maioria dos eleitos é sofrível, de Brasília ao menor dos municípios.

pedroinovaes@uol.com.br

O autor é engenheiro agrônomo e advogado, aposentado.




Artigo de Celso Lungaretti: 'FALCÃO FISCAL TREINADO NA UNIVERSIDADE DE CHICAGO' É O SUPERMINISTRO DA DILMA'

Celso Lungaretti – Do blogue Náufrago da utopia

Os Chicago boys do Pinochet…

O segundo governo de Dilma Rousseff está sendo um pesadelo para a esquerda. Perdemos a supremacia nas ruas, a credibilidade, a superioridade moral, o respeito do povo. Perdemos tudo. Teremos de recomeçar do zero.

Qualquer cidadão com um pingo de discernimento político estará chegando à conclusão de que partidos de esquerda jogam suas mais sagradas bandeiras no lixo e assumem o ideário do inimigo como tábua de salvação, quando ameaçados de perderem o poder.

Se depois de 1964 nos imolamos para provar aos brasileiros que (ao contrário daqueles que haviam se deixado enxotar do governo com um piparote) éramos capazes de sangrar por nossos ideais, o que precisaremos fazer nos próximos anos para provar aos brasileiros que (ao contrário da corrente do PT que apoia o Dilma.2) não fazemos ajustes recessivos à custa dos explorados?

…e o da Dilma (ou será o contrário?).

Do Chile deveríamos copiar a coerência e a coragem de Salvador Allende, não as diretrizes dos Chicago boys.

A referência é aos aproximadamente 25 jovens economistas chilenos, a maioria pós-graduados da Universidade de Chicago, que formularam a política econômica do carrasco Augusto Pinochet, recebendo elogios entusiásticos de Milton Friedman, o pai do neoliberalismo.

Friedman chegou a falar em milagre do Chile. Mas, se era para recorrer a um milagreiro dessa laia, por que Dilma foi buscar um de segunda categoria? O Delfim Netto, que joga na divisão principal e prestou o mesmíssimo serviço aos ditadores brasileiros, não teria sido uma escolha melhor? Certamente, mas era preciso salvar as aparências…

Quando igualo Joaquim Levy aos serviçais chilenos de Pinochet, não estou exagerando. Leiam alguns trechos do interessante artigo desta 5ª feira, 14, de Fernando Canzian (detentor de dois prêmios Esso de jornalismo) e me digam se Levy, cria da mesmíssima universidade estadunidense e do FMI, não pertence à mesmíssima corrente:

A série de ajustes conduzida neste momento por Joaquim Levy é pura prescrição do FMI, instituição na qual o ministro da Fazenda trabalhou por sete anos.

Ele é o 007 do FMI, com licença para matar…nos! 

 Na terça (12), o Fundo fez elogios às ações de Levy. No mesmo dia, o [jornal] britânico Financial Times o chamou de ‘falcão fiscal treinado na Universidade de Chicago’.

“O receituário do FMI é sempre previsível e clássico, destinado a países que chegam ao fundo do poço, como o Brasil sob Dilma.

Corte de despesas e aumento de receitas quando há crises fiscais, mais a implosão de programas insustentáveis do ponto de vista atuarial. Os cortes no seguro desemprego e pensões por mortes são parte dessas medidas.

De saída, o FMI também impõe a seus endividados forte elevação dos juros para conter a inflação e tentar amenizar os efeitos de outro instrumento do receituário: um ‘tarifaço’ a fim de corrigir preços defasados e equilibrar o caixa de empresas fornecedoras de energia, combustíveis etc. para que possam perpetuar investimentos.

…O objetivo é aproximar ao máximo o país da economia de mercado.

 …Se olharmos para todos os países que precisaram de dinheiro do Fundo para se manter à tona, veremos que a base do receituário é sempre a mesma…

O Brasil segue mais uma vez o mesmo caminho…

Não há absolutamente nada em comum entre homens de esquerda e os falcões fiscais treinados na Universidade de Chicago, com estágio no FMI, para ministrarem os remédios amargos da ortodoxia capitalista. Quando são companheiros de viagem, é porque alguém está traindo suas convicções.

Temo que não seja o Levy.

O EXÉRCITO O EXECUTOU. OS CLUBES MILITARES TORTURAM SUA FAMÍLIA.
 

Assim como uma juíza de 1ª instância do DF tentou alterar o que o Supremo Tribunal Federal e o presidente da República decidiram com relação ao escritor Cesare Battisti, recebendo um enfático puxão de orelhas de autoridade judiciária superior, agora é a vez de um juiz substituto da 1ª instância do RJ querer, com uma penada, anular todo o entendimento dos povos civilizados e do Estado brasileiro sobre o direito de resistência à tirania.

Carlos Lamarca e quaisquer outros que pegaram em armas quando usurpadores do poder submetiam o povo brasileiro ao arbítrio e à truculência têm todo direito de receberem tratamentos de heróis e vítimas; e de serem (ou seus herdeiros) indenizados pelos danos físicos, psicológicos, morais e profissionais que lhes foram infligidos pelos tiranos e seus esbirros.

Em termos morais, aliás, é inacreditável que se questione exatamente a reparação de um brasileiro capturado com vida e executado a sangue-frio por forças ajagunçadas do Estado. O ignóbil e covarde assassinato de Lamarca manchará para sempre a farda do Exército Nacional.

Vale lembrar que até mesmo o cabo Anselmo, uma das figuras históricas mais deploráveis dos anos de chumbo, teria direito à reparação. caso sua colaboração com as forças repressivas datasse de depois do golpe.

Ou seja, seria mais uma vítima  da quebra da ordem institucional no nefando 1º de abril de 1964, embora houvesse, em seguida, se tornado um dos piores vilões do período.

A Comissão de Anistia do Ministério da Justiça, contudo, negou-lhe o benefício porque conseguiu provar que ele era um agente duplo desde bem antes, quando liderava movimentos de marinheiros e, na verdade, agia como provocador, estimulando uma radicalização que convinha ao esquema golpista.

Enfim, a ação movida pelos clubes militares tem endereço certo, a lata de lixo. Lamentavelmente, o pagamento de reparações aos herdeiros de Lamarca continuará suspenso enquanto a sentença iníqua não for corrigida por instância superior, como inevitavelmente será.

É vergonhoso que esta situação perdure 43 anos após o bestial homicídio de um dos maiores heróis e mártires do povo brasileiro. Os verdadeiros democratas não podem continuar omitindo-se, como muitos têm feito até agora.

(clique aqui para acessar o vídeo do filme Lamarca)

COMANDANTE CARLOS LAMARCA 
(1937-1971): VENCER OU MORRER!
 

Já lá se vão 43 anos e oito meses desde que o comandante Carlos Lamarca, debilitado e indefeso, foi covardemente executado pela repressão ditatorial no sertão baiano, em setembro de 1971, numa típica  vendetta  de gangstêres.

O que há, ainda, para se dizer sobre Lamarca, o personagem brasileiro mais próximo de Che Guevara, por história de vida e pela forma como encontrou a morte?

Foi, acima de tudo, um homem que não se conformou com as injustiças do seu tempo e considerou ter o dever pessoal de lutar contra elas, arriscando tudo e pagando um preço altíssimo pela opção que fez.

Teve enormes acertos e também cometeu graves erros, praticamente inevitáveis numa luta travada com tamanha desigualdade de forças e em circunstâncias tão dramáticas.

Mas, nunca impôs a ninguém sacrifícios que ele mesmo não fizesse. Chegava a ser comovente seu zelo com os companheiros –via-se como responsável pelo destino de cada um dos quadros da Organização e, quando ocorria uma baixa, deixava transparecer pesar comparável ao de quem acaba de perder um ente querido.

Dos seus melhores momentos, dois me sensibilizaram particularmente.

Logo depois do Congresso de Mongaguá (abril/1969), quando a VPR saía de uma temporada de luta interna e de  quedas  em cascata, o caixa estava a zero e a rede de militantes, clandestinos em sua maioria, carecia desesperadamente de dinheiro para manter as respectivas  fachadas — qualquer anomalia, mesmo um atraso no pagamento de aluguel, poderia atrair atenções indesejáveis.

Mas, o chamado  grupo tático  fora o setor mais duramente golpeado pelas investidas repressivas.

Então, quando se planejou a expropriação simultânea de dois bancos vizinhos, na zona Leste paulistana, o pessoal experiente que sobrara não bastava para levá-la a cabo.

Eu e os sete companheiros secundaristas que acabáramos de ingressar na Organização fomos todos escalados –na enésima hora, entretanto, chegou a decisão do Comando,  designando-me para criar e coordenar um setor de Inteligência, então fiquei de fora.

Lamarca, procuradíssimo pelos órgãos repressivos, fez questão de estar lá para proteger os recrutas no seu  batismo de fogo. Os outros quatro comandantes tudo fizeram para demovê-lo, em nome da sua importância para a revolução. Em vão. A lealdade para com a  tropa  nele falava mais alto.

Depois de muita discussão, chegou-se a uma solução de compromisso: ele não entraria nas agências, mas ficaria observando à distância, pronto para intervir caso houvesse necessidade.

Houve: um guarda de trânsito, alertado por transeunte, postou-se na porta de um dos bancos, arma na mão, pronto para atingir o primeiro que saísse.

Lamarca, que tomava café num bar a 40 metros de distância, só teve tempo de apanhar seu .38 cano longo de competição, mirar e desferir um tiro dificílimo –tão prodigioso que, no mesmo dia, a ditadura já percebeu quem fora o autor. Só um atirador de elite seria capaz de acertar.

Como resultado, a repressão teve pretexto para fazer de Lamarca o  inimigo público nº 1 –e, claro, o fez. A imagem dele foi difundida à exaustão, obrigando-o a redobrar cuidados e até a submeter-se a uma cirurgia plástica.

Também teve de brigar muito com os demais dirigentes e militantes, para salvar a vida do embaixador suíço Giovanni Butcher, quando a ditadura se recusou a libertar alguns dos prisioneiros pedidos em troca dele e ainda anunciou que o Eduardo Leite (Bacuri) morrera ao tentar fugir.

Dá para qualquer um imaginar a indignação resultante –afinal, as dantescas circunstâncias reais da morte do  Bacuri (vide aqui) ficaram conhecidas na Organização.

Mesmo assim Lamarca não arredou pé, usando até o limite sua autoridade para evitar que a VPR desse aos inimigos o monumental trunfo que as Brigadas Vermelhas mais tarde dariam, ao executarem Aldo Moro. Sua posição prevaleceu, mas o episódio acabou tendo grande peso na decisão de deixar a VPR.

E, no MR-8, novamente divergiu da maioria dos companheiros –quanto à sua salvação.

Pressionaram-no muito para que saísse do Brasil, preservando-se para etapas posteriores da luta, pois em 1971 nada mais havia a se fazer. Aquilo virara um matadouro.

Conhecendo-o como conheci, tenho a certeza absoluta de que não perseverou por acreditar numa reviravolta milagrosa. Em termos militares, suas análises eram as mais realistas e acuradas. Nunca iludia a si próprio.

O motivo certamente foi a incapacidade de conciliar a ideia de  fuga  com todos os horrores já ocorridos, a morte e os terríveis sofrimentos infligidos a tantos seres humanos idealistas e valorosos. Fez questão de compartilhar até o fim o destino dos companheiros, honrando a promessa, tantas vezes repetida, de vencer ou morrer.

Doeu –e como!– vermos os militares exibindo seu cadáver como troféu, da forma mais selvagem e repulsiva.

Mas, ele havia conquistado plenamente o direito de desconsiderar fatores políticos e decidir apenas como homem se preferia viver ou morrer.

Área de anexos



13a. SEMANA DE MUSEUS COMEÇA 2a. FEIRA

A partir da próxima segunda-feira (18), instituições museológicas de todo o País contarão com programação especial, parte da 13ª edição da Semana Nacional de Museus, promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus, autarquia vinculada ao Ministério da Cultura (Ibram/MinC). O evento é realizado anualmente em celebração ao Dia Internacional de Museus e terá como tema “Museus para uma sociedade sustentável”, proposto pelo Conselho Internacional de Museus (Icom).
Ao todo, 1.378 instituições em 609 municípios brasileiros participarão da semana, com 4.570 atividades, entre palestras, exposições, oficinas, minicursos, ações educativas, exibições de filmes e espetáculos teatrais que se estendem até 24 de maio.
A sustentabilidade é um dos grandes desafios da vida contemporânea e o Ibram/MinC, ao trazer essa causa para discussão, tem como objetivo fomentar em toda a sociedade uma maior conscientização da ação do homem sobre o planeta e reforçar a necessidade urgente de alinhar o modelo econômico e social à perspectiva da continuidade e inovação. De acordo com o Ibram, nos museus, a sustentabilidade oportuniza repensar práticas, rever ações, debater, questionar, mobilizar e, sobretudo, aperfeiçoar a participação social para a construção de um mundo que reverbere essas ações.

#EunoMuseu

Quem for conferir as atividades da Semana dos Museus pode registrar sua participação utilizando a hashtag #EunoMuseu nos posts do Facebook, Twitter e Instagram. Os melhores cliques farão parte de uma galeria especial do evento e poderão aparecer nas redes sociais do Ministério da Cultura (MINC).



FAÇA SEU PRÓPRIO CACHECOL: AULAS NA VOLUNTÁRIOS DE SOROCABA

Cachecol 1 Oficina de Cachecol na ONG Voluntários de Sorocaba

 Cachecol 2As aulas acontecem em dois dias e ensinam técnicas de tricô

Para os interessados em aprender técnicas de tricô para a confecção de cachecóis, a ONG Voluntários de Sorocaba está com inscrições abertas para o workshop “Faça você mesmo o seu cachecol”. A oficina será realizada nos dias 18 e 25 de maio, das 14h às 16h.

As aulas serão ministradas pela professora Vera Regina e terão o investimento de R$50, que será revertido para a manutenção da ONG. Todo o material utilizado durante o workshop deve ser levado pelos alunos.

A oficina de cachecol será realizada na sede da ONG, localizada na Rua Voluntários de Sorocaba, nº 333, Centro. Inscrições e informações podem ser obtidas pelo telefone (15) 3233-8060 ou 3234-2423.

Sobre a ONG

A ONG Voluntários de Sorocaba realiza atendimento terapêutico e oficinas gratuitas a pessoas que passam por problemas emocionais. Há três anos atuando na cidade, a instituição já recebeu mais de 400 pessoas.

Serviço
Oficina de Cachecol
Data: 18 e 25 de maio
Horário: das 14h às 16h
Local: Rua Voluntários de Sorocaba, nº 333, Centro, Sorocaba
Valor: R$50,00
Vagas limitadas




MAIO AMARELO ITAPETININGA: BEBIDA E DIREÇÃO NÃO COMBINAM!

Filmes provocam o sentimento do público
transitoUma ação idealizada pela secretária de Trânsito e Cidadania da prefeiturade Itapetininga está marcando em Itapetininga uma campanha em favor da conscientização dos motoristas no trânsito: o Maio Amarelo.

A partir dessa idéia da secretária Samira Albuquerque um filme foi produzido pela Inbox Filmes para a Prefeitura Municipal de Itapetininga, integrante do Movimento de Conscientização Coletiva para Redução de Acidentes de Trânsito.

Dois filmes foram gravados, um com artistas locais e outro com depoimentos de mães itapetininganas, ambos chamando a atenção para o perigo de uma direção desastrada.

Atuaram num dos filmes os artistas Paulo Carriel, Thiago Gabriel, Jana Oliveira, Mayara Hory Nanini, Derik Machado, Igor Santana, Denise Brunato, Samanta Oliveira e Clara Terra, todos do grupo de teatro Detrás do Pano

A gravação foi esteve a cargo de Rafael Almeida, da equipe da Inbox Filmes. Os atores foram dirigidos pelo itapetiningano Paulo Carriel.

Para assistir aos filmes, acesse https://www.youtube.com/watch?v=uX2Qzmab0Jc

acidentes