A previsão de liberação para o tráfego da Rua Pedro Voss, em Itapetininga (SP), é para a próxima quarta-feira (15), segundo informou a prefeitura nesta quinta-feira (9). Ainda de acordo com a administração municipal, não há risco de novas quedas no local.
Segundo a Secretaria de Obras de Itapetininga, foi colocada uma tubulação maior sob a via para aumentar a capacidade de passagem da água. A secretaria diz ainda que está faltando apenas a mureta e o asfalto no local. A obra realizada pelo Executivo custará R$ 97,7 mil.
A cratera se abriu depois de uma forte chuva em 5 de novembro de 2014 na ponte que atravessa o Ribeirão do Chá. O tráfego de veículos no local ficou interditado desde então.
Rua Pedro Voss será liberada em 15 de abril, diz prefeitura (Foto: Reprodução/ TV TEM)
Lançamento de liro: 'MARIPOSA – ASAS QUE MUDARAM A DIREÇÃO DO CENTO, DE PATRICIA BAIKAL
A ficção responde: o que querem as mulheres?
Livro Mariposa – asas que mudaram a direção do vento traz uma história repleta de reflexões sobre os desejos femininos e o papel da mulher na atualidade
A ficção é um espaço para o imaginário construir e desconstruir estereótipos, criar heróis, viver aventuras insólitas e experimentar o prazer. Existe um lugar melhor para a mulher exercer a sua liberdade? Se muitas mulheres ainda encontram restrições para se expressarem na vida real, nos livros elas tentam se libertar de quaisquer amarras. Ao fazerem literatura, as escritoras não estariam dizendo o que querem?
Uma análise histórica revela que os homens ocuparam o maior espaço da literatura mundial, construindo inúmeros personagens sob a perspectiva masculina. Por outro lado, não se pode negar que algumas escritoras conseguiram louvável reconhecimento na literatura, como Virgínia Wolff na Inglaterra, Simone de Beauvoir na França e Clarice Lispector no Brasil. Mas o sucesso não foi fácil para estas mulheres, pois elas ousaram escrever sobre uma sociedade que marginalizava a mulher, criando personagens contestadoras.
É neste ponto que surge uma pergunta: o que se pode dizer sobre as personagens criadas pelas próprias mulheres? Podem ser consideradas um reflexo do desejo feminino ou da imagem feminina de seu tempo?
No livro “Mariposa – asas que mudaram a direção do vento”, Patrícia Baikal traz uma heroína forte, independente e apaixonante. Mascarada como os heróis de HQ, ela conduz e protege Nicolas Vaz, um jovem senador que luta contra a corrupção. Se estávamos acostumados a ver heróis salvando mocinhas, neste livro o leitor verá justamente o contrário!
Para Lélia Almeida, mestre em literatura, “Mariposa, a mulher amada, o princípio feminino protetor que cuida de Nicolas Vaz é também o símbolo da transmutação e da mudança.” O título do livro não foi escolhido à toa. Mariposa é a metáfora da mulher do século XXI, a qual valoriza a liberdade, a sua identidade e também os seus valores. Não seria um retrato da figura feminina atual?
Além disso, Patrícia Baikal toma a voz do personagem fictício Nicolas Vaz para narrar, em primeira pessoa, a sua história: uma perspectiva feminina da visão masculina:
Era surpreendente como os lados tão diversos dela podiam se complementar tão perfeitamente, de forma que ela não seria tão encantadora se não fosse tão nociva. Sua face era o que mais me fascinava, porque não saber sua identidade me fazia pensar em quem seria ela, o que estaria fazendo naquela manhã, se teria amigos ou alguém a esperando ansioso como eu, e com tanta avidez.
O romance, que se passa num Brasil futurista de 2020, revela também a importância da presença feminina no universo político, ainda pouco conquistado pelas mulheres. Neste livro, os leitores não terão dúvida de que a ficção pode responder sim a esta pergunta: o que querem as mulheres?
Sobre a autora:
Patrícia Baikal nasceu em Campo Grande, MS, e com um mês de idade mudou-se para Uberlândia, MG, onde passou a infância e o início da vida adulta. Bacharel em Direito, veio morar em Brasília depois de ser aprovada em um concurso público. Aos treze anos escreveu seu primeiro texto, a peça teatral Esperança Viva, encenada no teatro Rondon Pacheco, em Uberlândia.
Em 2014 criou o blog literário www.palavrasdebandeja.com.br, onde semanalmente apresenta contos inéditos. Alguns deles obtiveram prêmios em concursos literários. Atualmente, faz parte do Grupo de Literatura de Autoria Feminina e do Clube do Livro de Autores Brasilienses.
Título: Mariposa: asas que mudaram a direção do vento Autora: Patrícia Baikal Editora: Editora Kiron Páginas: 291 Ano: 2014 Gênero: Ficção Preço: R$ 48,00
Seminário: O TEMA É LIBERDADE DE EXPRESSÃO
Seminário sobre liberdade de expressão e seus limites incentiva produção de trabalhos acadêmicos
10/4/2015 09:00:00
Estão abertas as inscrições para apresentação de trabalhos sobre o tema do evento, marcado para os dias 21 e 22 de maio
Ao considerar que o desafio da defesa da liberdade de expressão é cotidiano, especialmente quando há existência de conflitos, o seminário tem por objetivo promover o debate sobre o que é a liberdade de expressão hoje.
A intolerância, pluralidade, censura, conflitos, polêmicas e os atentados – como o ocorrido com o periódico Charlie Hebdo –, estão na pauta do Seminário 2015: Liberdade de Expressão e seus Limites, que acontece nos dias 21 e 22 de maio. Organizado pelo Observatório de Comunicação, Liberdade de Expressão e Censura da Universidade de São Paulo – OBCOM/USP e Instituto Palavra Aberta, o evento terá no primeiro dia (21) painéis de debate com especialistas, pesquisadores, acadêmicos e convidados; e, no segundo (22), exposição de trabalhos selecionados sobre o tema.
Informações para inscrições de trabalhos no site www.obcom-usp.com.br. A participação é gratuita e haverá certificados.
Trabalhos
Serão recebidos trabalhos que estejam inseridos dentro do tema proposto. Poderão submeter trabalhos, individual ou em coautoria, professores, pesquisadores, estudantes, profissionais, agentes culturais e representantes de entidades governamentais, privadas e do terceiro setor.
O trabalho deverá conter título, resumo de até quatro mil caracteres com espaço, bibliografia e mini currículo. O prazo de recebimento é até 15 de abril e o resultado dos selecionados para apresentação (marcada para o dia 22 de maio) será informado por e-mail aos autores até 30 de abril. Inscrições para apresentação dos trabalhos: www.obcom-usp.com.br.
Genealogia: AFRANIO MELLO FORNECE INFORMAÇÕES SOBRE AS FAMILIAS BRANDÃO E LEITE
Genealogista Afrânio Mello
AFRÃNIO MELLO – ATENDIMENTOs NÚMERO 454 e 455
Caro Marco Antonio,
Atendendo sua solicitação, segue os arquivos dos sobrenomes BRANDÃO com 3 páginas e 1 brasão e LEITE com 13 páginas e 3 brasões.
Abaixo um pequeno resumo extraído do arquivo principal.
Você tem um bom material para pesquisa e leitura.
Espero que encontre as referências que procura.
Grande abraço
Afrânio Franco de Oliveira Mello
IHGGI / ROL – Jornal rol – Região On Line
Brandão, trata-se de um sobrenome com raízes plausivelmente toponímicas, extraído que pode ter sido da
denominação da vila de Paços de Brandão, na comarca de Santa Maria da Feira. É possível que a família que adotou esta
designação seja de muito remota antiguidade. Dizendo alguns genealogistas que o seu fundador foi Fernão Brandão,
contemporâneo de Henrique de Borgonha.
A João Brandão Sanches, aliás um legítimo Brandão e que foi feitor de Portugal na Flandres do séc. XVI, parece
ter sido dada carta de armas novas, usadas pôr ele seus descendentes.
Já com os verdadeiros Brandões nada tinha a ver Duarte Brandão, famoso aventureiro português do séc. XV e
XVI. De origem judaica, passou a Inglaterra pôr, segundo reza a lenda, ter assassinado um homem em Portugal.
De extrema bravura, depressa conquistou as boas graças do Rei Eduardo IV, que o fez cavaleiro da Jarreteira,
passando a dominar-se Sir Edward Brampton, ao mesmo tempo que recebia o governo da ilha de Guernesey.
Em 1476 encontrava-se na França, e pôde emprestar a Dom Afonso V elevadas somas quando o rei de Portuga
l ali foi para se avistar com Luís XI de França. Ao tomar o partido de Ricardo II de Inglaterra, jogaria porém
na carta errada, e a vitória da facção contrária forçou-o a retira-se para Portugal, onde foi bem acolhido pôr
João II. Só em 1500, alcançando o perdão de Henrique VII, pôde voltar à Grã-Bretanha, onde ainda
viveria o suficiente para ver um filho ser armado cavaleiro da Jarreteira em Winchester pôr aquele mesmo monarca.
Deixou geração em Portugal, que continuou a usar o apelido Brandão, e na Inglaterra, que prosseguiu a linhagem dos Brampton.
Leite, sobrenome de origem portuguesa . O mais remoto indivíduo que se conhece usando este nome como apelido é um
Álvares Anes Leite, que viveu na primeira metade do séc. XV e que teve o senhorio de Calvos e de Basto, em Entre Douro e
Minho, a alcaidaria-mor de Monforte de Rio Livre, e que de seu casamento com Filipa Borges deixou sucessão que deu continuidade
ao seu nome.
Uma disputa jurídica que ele teve – e que ganhou – com João Rodrigues Pereira, sobre a terra de Calvos, é indício verosímil de se
verificar parentesco entre ele e os Pereiras.
Primitivamente alcunha, da comparação com o leite, da alvura de uma pessoa (Antenor Nascentes, II, 170; Antroponímia, 249).
Ilha da São Miguel: sobre a história desta família e sua passagem para a Ilha de São Miguel, escreveu no ano de 1717, o Padre
Antonio Cordeiro, em sua História Insulana das Ilhas a Portugal Sugeytas, Livro V – Da fatal Ilha de S. Miguel, Capítulo XVII –
De algus homes famosos, & familias que vieraõ povoar a Ilha de Saõ Miguel; Título IV – Dos Botelhos, Leytes, Amaraes,
Vasconcellos [Antonio Cordeiro – História Insulana, Livro V, Ilha de São Miguel]. Ilha Terceira: o genealogista Eduardo de Campos
de Castro de Azevedo Soares, em seu Nobiliário da Ilha Terceira, escreveu sobre esta família: Descendem de Diogo Leite de Azevedo,
que nasceu no Porto e passou aos Açôres nos fins do século XVI. Viveu na Ilha de S. Miguel, onde constituiu família que se
ramificou na Terceira e em outras ilhas do archipélago açoriano. Era filho de Diogo Leite do Amaral, fidalgo da Casa Real e
commendador de S. Pedro das Aguias, e de sua mulher D. Maria Pereira de Vasconcellos; neto paterno do dr. João Rodrigues do
Amaral e de sua mulher D. Aldonça Leite, da família dos Leites, da Honra de Calvos, em Bastos; e, pelo lado materno, neto de
Jacomo Rodrigues de Vasconcellos, sr. Do Couto de Sinfães e Alvarenga, e de sua mulher D. Izabel de Azevedo. Diogo Leite
de Azevedo, foi fid. Da Casa Real, por alv. De 22 de novembro de 1581, cav. Da ordem de Christo e superintendente da Casa
da Moeda do Porto. Casou em Villa Franca do Campo, na ilha de S. Miguel, com D. Helena de Castro, filha de Sebastião
de Castro e de sua mulher D. Isabel da Costa.Entre os descendentes de Diogo Leite e de Helena de Castro, registra-se o quarto
neto, Antão José Leite de Vasconcelos, fidalgo cavaleiro da Casa Real, por alvará de 28.03.1713. Ausentou-se para o Brasil, onde
seguiu a carreira militar [Azevedo Soares – Nobiliário da Ilha Terceira, II, Título LI]. Brasil: Sobrenome de inúmeras famílias espalhadas
por diversas partes do território brasileiro: Rio de Janeiro, São Paulo, Pernambuco, Maranhão, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Pará
, Amazonas, Alagoas, Sergipe, Santa Catarina, Bahia, etc. No Rio de Janeiro, entre as mais antigas, registra-se a família de Francisco
Leite, que deixou descendência em 1690.
ESTOU ME APRESENTANDO: MEU NOME É MÔNIA SALES!
Prezados leitores do ROL: me chamo Mônia Sales, tenho 25 anos, sou itapetiningana e mãe de um menino maravilhoso chamado Marco António!
Morei em Itapetininga até meus 12 anos; durante toda minha infância estudei nas escolas públicas mais tradicionais da cidade, as três famosas E.E. Fernando Prestes, E.E.Peixoto Gomide e E.E. Adherbal de Paula Ferreira, situadas na Praça Peixoto Gomide no centro da cidade.
E foi aí que minha vivência artística começou. Meus professores foram ótimos e nos ensinavam a ir além, a ser criativos, sensíveis e mais humanos. Nos colocavam em contato com os artistas locais, com aulas na Praça Peixoto Gomide nos direcionando às artes e à História local. Foi um tempo muito bom.
Aos 12 anos de idade fui residir em Caraguatatuba e em outras cidades, ficando longe de Itapetininga.11 anos! Mas sempre dizendo a todos, como minha cidade é maravilhosa!.
Saí daqui menina e retornei mãe, feliz por poder proporcionar a meu filho a mesma infância feliz que tive, nesta caipirice cheia de mato, de arte e simplicidade. Meus avós maternos ainda são vivos então a felicidade estava completa.Mas, quando cheguei, me deparei com um cenário cruel e sem explicações: a cultura local estava esquecida, com artistas encurralados e inativos.
Sempre fui apaixonada por artes, mas nunca antes havia tido um contato diferente como participante.
Então, em Outubro de 2014 conversei com alguns amigos e resolvi procurar nossos artistas.
Em Novembro escrevi um Projeto chamado “Resgatando o Movimento Artístico de Itapetininga”, o qual apresentei à Secretária de Cultura e Turismo da Prefeitura de Itapetininga, sendo aprovado pelo secretário de Cultura Antônio Marcos Polyceno, que me incentivou e se colocou à disposição para a realização do mesmo.
O Projeto abrange os diversos segmentos de artes, como: artes plásticas, teatro, música, literatura, fotografia e dança. E tem por objetivo, resgatar a existência de um grupo artístico sólido, disposto a manter vivas as manifestações culturais da cidade.Através de pontos 4 pontos chave:* INTERAÇÃO ENTRE OS ARTISTAS; * DIVULGAÇÃO DE SEUS TRABALHOS; * TECNICAS E PROFISSIONALIZAÇÃO;* INTERAÇÃO DA COMUNIDADE X ARTISTAS; (Que envolvam cultura, educação e saúde).
No dia 28 de março último, realizamos a inauguração do projeto, com a participação de 57 artistas em um evento maravilhoso.
Dentre os presentes contamos com a participação da ‘Orquestra de Viola Caipira Teddy Vieira’, uma exposição de artes plásticas mesclando pinturas e esculturas, um vídeo de uma composição musical inédita chamada ‘Solenes Caipiras’, criada para esta inauguração – uma mistura de hip hop e bossa nova e fechamos com chave de ouro, com a canção ‘Memory from cats’, no clarinete e sax.
E a participação do público!
Foi uma vitória em um cenário de escassez cultural!
Agora entramos no segundo momento: teremos duas Oficinas de Artes e em Junho um Festival de Artes.
Por isso, leitor, é que lhe faço este convite, pois fizemos brotar em nossos artistas uma semente muito especial!
Precisamos porém de ajuda para darmos continuidade a esse estímulo com o apoio do poder público e privado, para trabalharmos com qualidade e seriedade.
Uma semente foi plantada no dia 28/03, agora devemos rega-la para colhermos flores com pétalas cheias de tinta e aumentarmos o jardim e quem sabe plantarmos um pomar!?
Logo que tiver novidades, voltarei a publicar nova matéria aqui no jornal eletrônico ROL – REGIAO ON LINE!
Artigo de Celio Pezza: 'CONTATO COM EXTRATERRESTRES'
CELIO PEZZA: Crônica # 252
Contato com extraterrestres
Partindo do princípio que existe vida extraterrestre, somos conduzidos naturalmente à vontade de estabelecer um contato.
A História do nosso mundo está cheia de relatos de contatos e, na própria bíblia, existem inúmeras situações que sugerem esses episódios.
Atualmente, temos inúmeros casos e testemunhos, mas também observamos muitas situações que não resistem a uma análise um pouco mais profunda e caem na vala comum das falsificações e bobagens que só servem para desacreditar a realidade do fenômeno.
Os governos e instituições, normalmente desmentem tudo, pois não é de seu interesse, no momento, que esse assunto seja debatido de uma forma séria.
Por outro lado, uma astrofísica da Malásia, Mazlan Othman, Diretora do Escritório para Assuntos do Espaço Exterior da ONU, passou a ser a interlocutora das Nações Unidas no caso de um contato extraterrestre.
Ora, para que nomear uma pessoa para cuidar de algo que não existe?
No meio dessa massa confusa, vemos um grande numero de ufólogos ou simpatizantes, que buscam de todas as formas estabelecer um contato alienígena, muitas vezes, de uma forma equivocada, na minha forma de ver o problema. Por exemplo, temos o caso de pessoas que fazem vigílias durante as noites em campos abertos olhando para o céu em busca de objetos voadores, temos aqueles que vão correndo para os locais onde aparecem os famosos círculos e desenhos nas plantações de cereais, outros que fazem meditações coletivas entoando mantras, e assim por diante. Acredito que esses dificilmente vão ter algum sucesso, pois um contato real deve ser baseado em vibrações. Mesmo entre nós, humanos, a base de tudo é um padrão vibratório e, quando se trata de vida extraterrestre, o mecanismo deve ser o mesmo.
Em outras palavras, para entrar em contato com extraterrestres, devemos estar na mesma frequência de vibração deles. Por exemplo, fumantes atraem fumantes, bêbados atraem bêbados e assim por diante.
É uma simples lei de afinidades e vibração. Imaginem uma pessoa que não goste de dançar, mas que vá a uma festa por algum motivo; essa pessoa vai naturalmente se aproximar de alguém que esteja sentado em algum canto quieto e não esteja dançando e cantando pelo salão. É a aplicação da famosa lei das afinidades que diz que semelhante atrai semelhante.
Acredito que os extraterrestres fazem o mesmo e vão contatar alguém que esteja mais sintonizado com suas faixas vibratórias e não com aqueles que correm atrás de discos voadores, mas que vibram em frequências distantes.
Por outro lado, essas faixas vibracionais podem ser modificadas em uma pessoa pelo seu estilo de vida, pensamentos, emoções, pelo amor e respeito a todas as formas de vida, livros, programas de televisão que assiste e principalmente, pela busca da verdade a que se propõe.
Essa busca pela verdade e a insatisfação com a mediocridade humana pode favorecer um eventual contato, pois quem busca a verdade muitas vezes sai da faixa normal do dia a dia e entra em outra de diferente vibração. Uma pessoa que no seu intimo não acredita em vida extraterrestre não vai vibrar na faixa de vida extraterrestre e dificilmente terá um contato, pois não será procurado pelo simples fato de estar desconectado.
Tudo é vibração e através dela, na faixa correta, poderá existir um contato.
Célio Pezza / Fevereiro, 2015
Sorocaba: 'ENCONTROS COM JULIETA' SERÁ NO SESC DIA 11
Desde o mês de março está ocorrendo no SESC Sorocaba uma série de encontros com diversas pessoas para debater a história e o imaginário criado sobre a menina Julieta Chaves, assassinada em 1899 em Sorocaba e que é considerada milagreira por uma parcela do povo que a elegeu como “Santinha de Sorocaba”.
Neste sábado dia 11/04 as 16:00, na sala “oficinas” no primeiro andar do Sesc Sorocaba acontecerá o terceiro encontro com Julieta.
O convidado será o historiador Carlos Carvalho Cavalheiro, autor de livros como Folclore em Sorocaba – 1999, Salvadora- 2001, Folia de Reis em Sorocaba- 2007, Nossa gente negra- 2013, entre outros.
Carlos fará um bate papo sobre aspectos históricos relacionados com Sorocaba na época de Julieta, bem como conversará sobre a devoção à “Santinha de Sorocaba” e a produção do livro-biografia que está compondo juntamente com a artista plástica Flávia Aguilera.
Serão no total cinco encontros com Julieta, onde cada um a apresentará de forma diferente. Estas atividades fazem parte da obra “Julieta” dentro da exposição Poipoidrome na Trienal de Artes do Sesc Sorocaba.
Programação de todos os encontros: 1º 28/03/2015, sábado as 16:00 Apresentação do trabalho e pesquisa de Flavia Aguilera e troca de idéias (breve apresentação da história, documentos, desenhos, matérias de jornal, etc) 2º 02/04/2015, quinta-feira a partir das 17:00 Sessão de psicografia e conversa com Ricardo Chaves, médium e sobrinho de Julieta. 3º 11/04/2015, sábado as 16:00 Conversa com o historiador Carlos Carvalho Cavalheiro. 4º 25/04/2015 sábado as 16:30 Conversa com Sr Genésio, conhecido de Julieta, testemunha ocular da história 5º 02/05/2015 sábado as 15:00 no Cemitério da saudade de Sorocaba Visita ao túmulo de Julieta com recepção de Zé Capela.
Obs: Os locais dos encontros dentro do SESC serão definidos, favor se informar na recepção