Lançamento: O DETETIVE CATÓLICO

LANÇAMENTO DA EDITORA AVE-MARIA ESCLARECE CURIOSIDADES SOBRE O CATOLICISMO

Dúvidas, mitos, questionamentos, O Detetive Católico é o livro certo para quem quer desvendar alguns enigmas da Igreja Católica

Maria teve outros filhos além de Jesus? Qual é a posição da Igreja Católica com relação à tatuagem? A Igreja pode mandar alguém para o inferno? O que é considerado “heresia” para a Igreja Católica? Fora da Igreja pode haver salvação? Essas são questões que surgem na mente de qualquer pessoa comum. Quem já está inserido na Igreja tem dúvidas e quem está de fora tem curiosidade sobre esses temas.

E é pensando nessas pessoas que a Editora Ave-Maria lança o livro O Detetive Católico. Escrito por Valdeci Toledo, esta obra é ideal para esclarecer dúvidas acerca de temas relacionados à fé. Ao longo das 296 páginas, o leitor encontrará uma escrita de fácil compreensão que traz apontamentos sobre questões da Igreja.

O autor da obra usou toda a sua experiência de ter estudado Teologia em Roma – graduou no mestrado na Pontifícia Universidade Lateranense – para quebrar os paradigmas e apresentar ao público um entendimento sobre diversos assuntos, sejam eles polêmicos ou não. Ele conta como surgiu a ideia de escrever o livro: “Durante a execução de nossos trabalhos na Editora Ave-Maria, muitas vezes nos chegaram questionamentos de nossos leitores sobre variados temas relacionados à fé, ao pontificado, alguns temas pastorais, ao Santíssimo Sacramento, ao Sagrado Coração, à devoção a Maria Santíssima e São José etc.”.

Em O Detetive Católico, o escritor também reuniu respostas dadas em questionamentos feitos à seção “Consultório Católico” e artigos da Revista Ave Maria, da qual ele é articulista. Tudo com o intuito de fazer o leitor compreender a sua fé de modo seguro. No final da obra, Valdeci Toledo ainda indica algumas referências bibliográficas que poderão ser muito úteis para o aprofundamento dos temas abordados durante as páginas do livro. “Continuaremos a desenvolver outros temas que serão publicados mensalmente na Revista Ave-Maria”, afirma o escritor.

O Detetive Católico já tem data e local para o lançamento. O público poderá prestigiar o autor Valdeci Toledo numa manhã de autógrafos que acontece no dia 07 de março, na Livraria Ave-Maria, em São Paulo. O evento, que começa após as 10 horas, é uma oportunidade para o leitor conhecer pessoalmente e poder bater um papo com o escritor.

Ficha Técnica
Editora Ave-Maria
Autor: Valdeci Toledo
ISBN: 978-85-276-1520-4
Páginas: 296
Formato: 16×23
Preço: R$ 34,90

Sobre o autor: Valdeci Toledo nasceu em Dom Cavati (MG) no ano de 1968. Aos quatro anos de idade mudou-se para São Paulo onde se estabeleceu. Depois de ter estudado Filosofia no Instituto São Boaventura, na Diocese de Santo Amaro (São Paulo), foi para Roma estudar Teologia, onde se graduou no mestrado na Pontifícia Universidade Lateranense (PUL). É também pós-graduado em Controladoria (Fecap-SP). Foi professor de História da Igreja e diretor do Instituto São Boaventura. Atualmente é gerente editorial da Editora Ave-Maria e escreve regularmente na Revista Ave Maria.

Serviço
Lançamento do livro O Detetive Católico
Data: 07/03/2015
Horário: 10 – 12 horas
Local: Livraria Ave-Maria
Endereço: Rua Jaguaribe, 761 – Santa Cecília | São Paulo




Artigo de Celso Lungaretti: DEPORTAÇÃO DE BATTISTI? MUITO BARULHO POR NADA!

Por Celso Lungaretti, no seu blogueUma juíza do Distrito Federal tomou a esdrúxula decisão de tentar reverter o status de refugiado do escritor italiano Cesare Battisti em nosso país. 

shakespeareApesar da euforia com que a grande imprensa está saudando a novidade, a meritíssima mesma não cogita a extradição de Battisti para a Itália, pois reconhece que seria uma afronta à decisão em contrário do presidente da República, reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal.

Eis o principal de sua algaravia:

No presente caso, trata-se, na verdade, de estrangeiro em situação irregular no Brasil, e que por ser criminoso condenado em seu país de origem por crime doloso, não tem o direito de aqui permanecer, e portanto, não faz jus à obtenção nem de visto nem de permanência. Ante o exposto, julgo procedente o pedido para declarar nulo o ato de concessão de permanência de Cesare Battisti no Brasil e determinar à União que implemente o procedimento de deportação aplicável ao caso…”

“…os institutos da deportação e da extradição não se confundem, pois a deportação não implica em afronta à decisão do presidente da República de não extradição, visto que não é necessária a entrega do estrangeiro ao seu país de nacionalidade, no caso a Itália, podendo ser para o país de procedência ou outro que consinta em recebê-lo(os grifos são meus).

Ou seja, ainda que tal besteirinha subsistisse às outras instâncias do Judiciário que sucessivamente a apreciariam (inclusive o STF, o qual certamente manteria seu entendimento anterior), o risco para o Cesare seria apenas o de ser deportado para outro país qualquer, e não o de ser extraditado para a Itália.

Shakespeare explica: é muito barulho por nada.

GOVERNO DE DILMA NÃO ESTÁ EM FASE TERMINAL, MAS JÁ ESGOTOU SUA QUOTA DE ERROS.

Por Celso Lungaretti, no seu blogue.

Quando ela disse adotar o “padrão Felipão”…

A democracia brasileira corre óbvios riscos, mas é exagero comparar a situação atual ao pré-1964, assim como há grande diferença entre o locaute de caminhoneiros orquestrado e financiado pela CIA em 1972 no Chile e os últimos acontecimentos no Brasil, cujos protagonistas apenas defendem o próprio bolso.

Teorias conspiratórias à parte, não há nenhuma evidência real de que os EUA estejam agora envolvidos em tramoias para defenestrar Dilma, Cristina Kirchner e Nicolas Maduro, até porque os três tropeçam nas próprias pernas e são os principais responsáveis pelas crises em curso nos seus países.

Exatamente por inexistir um esquema golpista estruturado, competente e com recursos financeiros de sobra, como o que tentou tomar o poder em 1961 e conseguiu em 1964, o caso de Dilma Rousseff não é terminal.

Mas, chegou a hora de o PT começar a dar os passos certos, pois a quota de errados está mais do que esgotada.

Ela tentou apaziguar o grande capital adotando a receita neoliberal para cenários de queda de investimentos, perda de competitividade e estouro das contas públicas: a recessão purgativa.

Não levou em conta, contudo, a indignação do eleitorado, por ter sido levado a crer que, reelegendo-a, escaparia deste remédio amargo.

…não imaginava estar sendo premonitória…

Nem o instinto de sobrevivência dos políticos do próprio PT e da base aliada, que temem ser castigados nas urnas se apoiarem o draconiano pacote de ajuste fiscal.

Por último, confiou a tarefa de preparar o saco de maldades a um Chicago boy de segunda categoria, sem jogo de cintura para preencher o espaço de czar da área econômica, permitindo que Dilma se mantivesse convenientemente à distância para a impopularidade não respingar nela.

Deu tudo errado. Joaquim Levy não passa de um coadjuvante que se embanana todo ao ter os holofotes voltados para si, dá declarações as mais inoportunas, desconstrói-se sozinho e acaba forçando Dilma a manifestar-se… contra ele! Resumindo: além de estar vendendo peixe podre, consegue piorar a coisa com seu evidente amadorismo.

João Goulart, em circunstâncias semelhantes, recorria a nomes de primeira grandeza como Carvalho Pinto, Celso Furtado e São Tiago Dantas. E nem assim funcionou, pois o PCB e Leonel Brizola torpedearam suas gestões até que saíssem, derrotados.

Então, se os grãos petistas quiserem evitar o impeachment de Dilma ou (pior ainda) um golpe de estado, têm de considerar opções como a articulação de um governo de união nacional, a montagem de um gabinete de crise e/ou a renúncia da presidenta, acompanhada ou não pela renúncia do vice Michel Temer. Mesmo que percam os anéis, conservarão os dedos e a enorme chance de reassumirem a Presidência com Lula em 2018.

…no pior sentido possível!

Se nada fizerem de impactante, a contagem regressiva continuará, com a Dilma tão impotente diante do agravamento da crise quanto Felipão ao ver a Alemanha marcar gol após gol sem esboçar a mínima reação, pois tinha sido superado pela adversidade.

E, continuando nos paralelos futebolísticos, para a partida do impeachment começar só falta um motivo (ou pretexto) à altura, como algum testemunho de delator premiado que envolva Dilma com a roubalheira na Petrobrás; uma ocorrência dramática nas manifestações oposicionistas do próximo dia 15; uma lambança de aloprado do PT na linha do atentado de Gregório Fortunato contra Carlos Lacerda, etc. O que cair primeiro na rede será peixe.

Então, o governo do PT precisa retomar rapidinho a iniciativa política, deixando de dar sopa pro azar.

E tendo a humildade de reconhecer que as soluções plausíveis implicam todas uma redução do poder de Dilma, em benefício de atores políticos que não estejam tão queimados e ainda sejam capazes de incutir esperança nos brasileiros.

Pois, enquanto não passar a sinistrose atual, nada dará certo.

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Lançamento: LIVRO 'ENTRE QUATRO PAREDES'

capaaaaaaaaaaaa“O lançamento do livro “Entre Quatro Paredes de Poesia”, das autoras: Dayan Marchini, Marcela Pinheiro, Raquel Coronel e Thaciana Rodrigues,  já se aproxima em Sorocaba.
O primeiro lançamento ocorreu nesse último dia 28, às 10h00 na livraria Estudantil, em Caruaru – PE, e contou com um público ansioso e cheio de brilho nos olhos, para descobrir o que há por trás das tais quatro paredes.
Em Sorocaba, a obra será lançada nesse sábado, 7 de março, às 15h00, na livraria Curitiba do Shopping Cidade, com um bate-papo descontraído, sorteio de um exemplar e música ambiente com André Xavier, acompanhado de Filipi Silvano. O público poderá adquirir o livro pelo valor de R$ 25,00″.



LIVRO E EXPOSIÇÃO RETRATAM TUDO SOBRE DAVID BOWIE

Após o sucesso no Brasil, a exposição “David Bowie is”, que ficou em cartaz no MIS (Museu da Imagem e do Som), também chega a Paris.

São mais de 300 objetos, como figurinos, instrumentos, desenhos e fotografias referentes ao artista, apresentados numa cenografia inspirada pelas quase cinco décadas da carreira do artista inglês.

Para quem não conseguiu ver a exposição no Brasil, a editora Nossa Cultura apresenta um livro sobre o rico legado deste ícone: David Bowie e os anos 70 – O homem que vendeu o mundo.

A biografia escrita por Peter Doggett (autor de A batalha pela alma dos Beatles) faz um exame detalhado do extraordinário processo criativo de Bowie. Na obra, Peter traz uma análise – música a música, disco a disco – musical, lírica, biográfico e cultural, ao lado de pequenos ensaios sobre os temas que influenciaram o trabalho do cantor britânico.

David Bowie e os anos 70

O maior livro já escrito sobre o artista que mudou uma geração

“As pessoas olham para mim a fim de
constatar o espírito dos anos 70, aos menos
50% delas procedem assim – os críticos eu
não entendo. São demasiado intelectuais.”

David Bowie, 1973

David Bowie e os anos 70 – O homem que vendeu o mundo explora o rico legado da década mais produtiva e inspirada de Bowie. O livro é um relato intenso sobre como a música dele refletia e influenciava o mundo que o cercava. Mais do que isto: como o mundo que o cercava influenciava no seu processo de criação como artista. Foi durante a década de 1970 que David Bowie se tornou a lenda que é hoje, após uma série de discos incríveis, acompanhados de grandes revoluções no modo de se vestir e de incorporar diferentes personagens nos palcos – e fora deles – o que o levou a ser conhecido como o ‘camaleão do rock’.

“Entre 1974 e 1980, Bowie afastou-se
do mundo que o cercava e criou uma
microcultura toda sua, uma paisagem atordoante
na qual nada se mantinha fixo e tudo o que havia
de familiar mudava de forma diante
dos olhos do observador.”

A biografia tem a autoria de Peter Doggett (autor de A batalha pela alma dos Beatles) que faz um exame detalhado do extraordinário processo criativo de Bowie. Na obra, Peter traz uma análise – música a música, disco a disco –musical, lírica, biográfico e cultural, ao lado de pequenos ensaios sobre os temas que influenciaram o trabalho do cantor britânico.

“Bowie era masculino e feminino,
rei e rainha, alienígena e humano, transcendental e
sublime; era capaz de inspirar e se entregar ao
público, em última instância era capaz de ser o
público, de tornar-se a encarnação dos seus
sonhos, desejos e medos.”

 

O livro começa com o primeiro grande sucesso do cantor, Space Oddity (1969) e termina em 1980, com o lançamento de Scary Monsters. Peter Doggett fez questão de apresentar cada momento de Bowie em detalhes, explicando como as roupas e atitudes dele, tiveram um impacto na música e no comportamento da época. O livro também fala da relação do artista com outras personalidades da época, como Andy Warhol, Iggy Pop e Lou Reed. Diferente de outros livros já escritos, Peter Doggett se concentrou em falar de David Bowie como um artista produtivo, polêmico e com grande tino para se autopromover, e não como uma celebridade e seus escândalos. O livro ainda destaca a criação do personagem alienígena Ziggy Stardust, o mito máximo de astro de rock e que rendeu ao Bowie notoriedade.

“O rock’n’roll tem sido um tédio, a não ser pelo trabalho do David.”
Lou Reed

Por ser organizada cronologicamente em músicas, essa biografia ajuda o leitor a ter uma ideia da mutação do cantor, desde sua figura andrógena do início da década, que abusava de psicodelia e maquiagem para compor seus personagens, até o sujeito de cara lavada mais depressivo, e que queria ser apenas o ‘verdadeiro David Bowie’ do início dos anos 80. Além da música, o escritor Peter Doggett ainda dá pinceladas da participação de Bowie em filmes daquela época.

David Bowie e os anos 70 – O homem que vendeu o mundo chega ao publico brasileiro pela editora Nossa Cultura.

 

Ficha Técnica
Editora Nossa Cultura
ISBN:
978-85-8066-139-2
Preço: R$ 59,90

Sobre o autor: Peter Doggett escreve sobre música pop, indústria do entretenimento e história social e cultural, desde 1980. Jornalista e colaborador dos periódicos ingleses Mojo, Q e GQ. Mais recentemente, publicou uma enciclopédia história da contracultura e seus protagonistas na década de 1960: There’s a Riot Goig On.




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João Goulart, em circunstâncias semelhantes, recorria a nomes de primeira grandeza como Carvalho Pinto, Celso Furtado e São Tiago Dantas. E nem assim funcionou, pois o PCB e Leonel Brizola torpedearam suas gestões até que saíssem, derrotados.

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…no pior sentido possível!

Se nada fizerem de impactante, a contagem regressiva continuará, com a Dilma tão impotente diante do agravamento da crise quanto Felipão ao ver a Alemanha marcar gol após gol sem esboçar a mínima reação, pois tinha sido superado pela adversidade.

E, continuando nos paralelos futebolísticos, para a partida do impeachment começar só falta um motivo (ou pretexto) à altura, como algum testemunho de delator premiado que envolva Dilma com a roubalheira na Petrobrás; uma ocorrência dramática nas manifestações oposicionistas do próximo dia 15; uma lambança de aloprado do PT na linha do atentado de Gregório Fortunato contra Carlos Lacerda, etc. O que cair primeiro na rede será peixe.

Então, o governo do PT precisa retomar rapidinho a iniciativa política, deixando de dar sopa pro azar.

E tendo a humildade de reconhecer que as soluções plausíveis implicam todas uma redução do poder de Dilma, em benefício de atores políticos que não estejam tão queimados e ainda sejam capazes de incutir esperança nos brasileiros.

Pois, enquanto não passar a sinistrose atual, nada dará certo.

OUTROS POSTS RECENTES DO BLOGUE NÁUFRAGO DA UTOPIA (clique p/ abrir):

DILMA ROUSSEFF, QUEM DIRIA, VIROU SANTA PROTETORA DAS EMPREITEIRAS…

DILMA-2 ESTÁ SENDO “CENÁRIO DE TERRA ARRASADA”, AVALIA RICARDO KOTSCHO.

REPTO PARA DILMA: COMPOR GOVERNO DE UNIÃO NACIONAL OU RENUNCIAR.

MALDADES DE DILMA MERKEL / MARGARET ROUSSEFF PODEM SER BARRADAS PELO PT

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SABESP, O MASSACRE.

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Lançamento: LIVRO DE FICCÃO PROPOE SOLUÇÕES PARA O BRASIL

Solução para os problemas políticos do Brasil está na ficção

O romance Mariposa, escrito por Patrícia Baikal tem como cenário o Distrito Federal e seus escândalos políticos

O livro Mariposa – asas que mudaram a direção do vento vai fazer o leitor refletir e acreditar que existe uma luz – mesmo que ainda na ficção – na situação atual da política brasileira. Com uma trama inteligente, a obra permite dentro de um ambiente conturbado, como o da política, a inserção de uma história de amor cheia de suspense e reviravoltas.

A história acontece em uma Brasília futurista, em 2020, onde o então senador Nicolas Vaz tenta desmascarar o colega de senado Brassel, autor de inúmeros delitos contra a constituição brasileira e envolvido em diversos esquemas de corrupção. O protagonista, no entanto, tem que enfrentar os métodos sujos e invasivos que seu inimigo político usa para impedi-lo de prosseguir nas investigações. O que ele não esperava era contar com a proteção e a ajuda de uma bela e sedutora mulher, a misteriosa Mariposa.

Aquele discurso havia me exaurido. Ele não se cansava de si próprio? Era como se o tempo todo Brassel estivesse usando máscaras para disfarçar seus reais propósitos. Era possível que nem mesmo ele soubesse como seria viver sem elas.

O romance, muito bem estruturado por Patrícia, destaca a capital federal e suas diversas faces, desde o cenário da cidade, até as condições climáticas. A servidora pública, que reside na metrópole, descreve como ninguém cada lugar e suas características específicas. “Temos em mãos uma romancista pronta. A divisão dos capítulos, os títulos escolhidos, a construção da trama e a visão de mundo da autora atestam a sua cultura sofisticada e seu estatuto de leitora inteligente.”, comenta a Mestre em Literatura brasileira Lélia Almeida, que assinou o prefácio da obra.

Patrícia demonstra o tempo todo que domina as questões politicas que descreve no livro. O objetivo da autora era prender o público com um romance muito bem arquitetado, além de fazê-lo refletir sobre problemas reais, que inspiram a ficção. Ao ler o livro, não vai restar dúvidas ao leitor de que ela conseguiu!

Sobre a autora:

Patrícia Baikal nasceu em Campo Grande, MS, e com um mês de idade mudou-se para Uberlândia, MG, onde passou a infância e o início da vida adulta. Bacharel em Direito, veio morar em Brasília depois de ser aprovada em um concurso público. Aos treze anos escreveu seu primeiro texto, a peça teatral Esperança Viva, encenada no teatro Rondon Pacheco, em Uberlândia.

Em 2014 criou o blog literário www.palavrasdebandeja.com.br, onde semanalmente apresenta contos inéditos. Alguns deles obtiveram prêmios em concursos literários. Atualmente, faz parte do Grupo de Literatura de Autoria Feminina e do Clube do Livro de Autores Brasilienses.

 

Título: Mariposa: asas que mudaram a direção do vento
Autora: Patrícia Baikal
Editora: Editora Kiron
Páginas: 291
Ano: 2014
Gênero: Ficção
Preço: R$ 48,00




Genealogista Afrânio Mello: INFORMAÇÕES SOBRE AS FAMILIAS ROSA,CAMARGO, FERREIRA, FURTADO E OLIVEIRA

ROSAATENDIMENTOS NÚMEROS 437, 438, 439, 440 E 441 – Genealogista Afrânio Mello

 

Afrânio,

 

Brasão e árvore genealógica da família:

 

Terezinha Furtado Camargo e Antônio Edison Camargo.

 

Montello e Furtado (do pai) e Oliveira e Rosa (da mãe) dela.

 

Ferreira e Camargo (meu pai).

 

Obrigado

 

Edinho.

 

Prezados Edinha e Terezinha

 

É com enorme satisfação que atendo os seus pedidos.

 

O da família Montello , eu vou enviar dentro de alguns dias.

Eu tenho esse arquivo no meu dicionário de Sobrenomes Italianos e

tem uma curiosidade : ele é um nome com inúmeras grafias e é originário

do sobrenome MÒNTI .

Tenho que copiar e fazer a tradução.

 

Encaminho  a relação abaixo e um pequeno resumo do arquivo principal.

 

ROSA …………………   12 páginas e 7 brasões ;

CAMARGO………….     2 páginas e  1 brasão ;

FERREIRA……………    19 páginas e 2 brasões ;

FURTADO…………..     11 páginas e 2 brasões ;

OLIVEIRA……………     36 páginas e 1 brasão .

 

Espero que fiquem satisfeitos com a remessa e boa sorte em suas pesquisas.

 

Grande abraço

Afrânio Franco de Oliveira Mello

IHGGI / ROL – Região On Line

 

 

 

 

Rosa, Rosas, Roza sobrenome de origem latina. Encontramos famílias em Portugal, Espanha, Itália e França. Sobrenome que pode ter fundo religioso  classificado como matronímico, isto é, deriva do nome próprio da matriarca desta família ou pessoas que cultivavam rosas.  No Brasil a região com a maior concentração deste sobrenome é o Rio Grande do Sul, isto se deve, ao fato de ser um estado que faz fronteiras com países de língua espanhola, Argentina e Uruguai.

Nome de mulher, muito difundido como nome de família. De rosa, subst. comum – flor da roseira; a rainha das flores (Antenor Nascentes, II, 265, 378; Silveira Bueno, Dic. Escolar, 1191). Ilha da Madeira: O genealogista Henrique Henriques de Noronha, em sua importante obra Nobiliário Genealógico das Famílias da Ilha da Madeira, composta em 1700, dedicou-se ao estudo desta família [Henriques de Noronha – Nobiliário da Ilha da Madeira, tomo II, 249]. Brasil: Há diversas famílias com este sobrenome estabelecidas em São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso, Ceará, Rio Grande do Sul, Bahiae Rio de Janeiro. No Rio de Janeiro, entre as mais antigas, registra-se a de André Rosa Carreiras [c.1627 – a.1690], filho de Francisco da Rosa e de Isabel Carreiras.

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Camargo

é um sobrenome de uma família de origem espanhola com origem na região Cantábrica, que viviam na povoação de Camargo (Espanha), de onde lhes veio o apelido, na região de Burgos, ao norte da Espanha.

Consta que o primeiro Camargo a chegar ao Continente Americano foi D. Affonso de Camargo, que, por volta de 1539 teria zarpado de Sanlucar de Barrameda (Andaluzia, sul da Espanha). Há um ramo da família oriunda Del Valle de Camargo, Santander, desde donde se estendeu por toda a Península. Provou sua nobreza na Orden de Santiago nos anos de 1610, 1639, 1644, 1649, 1653, 1668 e 1680; na de Calatrava em 1699 e na de San Juan de Jerusalén nos anos de 1618 e 1739. Don José Antonio de Camargo foi criado Conde de Villarreal em 1669. Nos anos de 1520,1545, 1566, 1567, 1606 e 1636 provou esta linhagem e sua nobreza na Real Chancillería de Valladolid.

Encontramos na Espanha numerosos cavaleiros e personagens com este .

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Ferreira, sobrenome de origem portuguesa. Sobrenome de raízes caracteristicamente toponímicas, teve a sua origem, segundo alguns autores, na designação da vila de Ferrera, em Castela, hoje Herrera de Rupisverga, havendo outros que a dão numa das várias vilas portuguesas com o mesmo nome, significaria “lugar onde há ferro ou jazida de ferro” Terá sido o fundador desta família em Portugal, Dom Fernando Álvares Ferreira, senhor do paço de Ferreira, na freguesia de Sâo João de Eiris, comarca de Aguiar de Sousa, rico-homem de Dom Sancho I segundo Rei de Portugal, no final do século XII.  Outros genealogistas dão crédito a Rui Pires, um dos fidalgos que vieram a este reino com a rainha Dona Tareja, foi o primeiro que se chamou de Ferreira, tomando o nome da ” Ferreira de Alves “, de quem foi senhor, e é considerado como sendo o solar da família.

 

 

 

 

 

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FURTADO – Sobrenome de origem portuguesa.  Nome proveniente de alcunha, foi usado desde remotas eras por uma nobilíssima família de Castela, de que foi tronco D. Fernão Peres de Lara, o “Hurtado” como é denominado por sua mãe, a rainha D. Urraca de Castela, mulher do conde Raimundo da Borgonha, por tê-lo havido “a furto” fora do matrimónio, e resultado dos seus amores com D. Pedro Gonçalves de Lara.

Cedo se ligaram os Furtados aos Mendozas , pelo que é plausível que a família que o usava tenha vindo para Portugal através de Fernando Arrais de Mendoça aqui se espalhando muito.

Haverá, no entanto mais famílias portuguesas que usam o mesmo nome e que nada tenham a ver com os Furtados – ou Hurtados (como em Espanha se grafava o nome), dado que esse apelido também pode ter raízes toponímicas, e mesmo como alcunha, ter sido posto a outras pessoas.

 

 

 

 

 

 

 

 

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Oliveira, sobrenome  português de raízes toponímicas, foi tirado da designação do Paço de Oliveira, na freguesia de Santa Maria de Oliveira, termo de Arcos de Valdevez. A família que adotou este nome por sobrenome é de remotas e nobres origens, a ela pertencendo o arcebispo de Braga Dom Martinho Pires de Oliveira, que instituiu um rico morgadio em Évora, que deixou à descendência de seu irmão Pedro  Mem Pires de Oliveira em 1306. As armas antigas dos Oliveiras, talvez  tão antigas que antecedessem o nascimento das chamadas regras da armaria ou, pelo menos, a sua aplicação em Portugal.

Na Idade Média, especialmente na época da Inquisição Católica, muitos judeus se tornaram “ cristãos”, para não serem queimados em fogueiras; sendo assim, as várias famílias ao fazerem isso deixaram o seu sobrenome hebraico original e adotaram um sobrenome português  Muitos desses judeus escolheram adotar sobrenomes como: Oliveira, Pereira, Prado, Silva, Nogueira, e outros similares.

 

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From: edinho@planocamargo.com.br

Sent: Saturday, February 28, 2015 4:43 PM

To: ‘Afrânio Tintaspig’

Subject: CONTINÊNCIA À MORTE.