Sandra Albuquerque“Mulheres são como a fênix que renasce das cinzas” Microsoft Bing. Imagem criada pelo
Somos mulheres. E por este fato, já somos muito importantes. Cada mulher tem um toque especial: preta, loira, ruiva, oriental… Não importa. Somos mulheres. Somos fortes. Empreendedoras. Temos garra. Defendemos a cria como ninguém. Somos surpreendentes Simplesmente fantásticas. Que seria do mundo sem nós? Não haveria mundo. Então… Nos respeitem Nunca pensem que uma mulher jamais dará a volta por cima. Mulheres são como a fênix que renasce das cinzas. Mulheres, não se deixem abater pela primeira ofensa. Denunciem. Vocês não estão sozinhas. Não são a exceção da regra. Há muitas que por medo ,culminam num feminicídio. Não se abatam. Lutem, corram atrás, gritem… Peçam ajuda, se preciso for. Mas não se esqueçam Cada uma de nós, somos únicas. Porém… Quando juntas Somos como um rebento. Empoderamento ,sim! Luta por direitos iguais, sim! A caminhoneira, a tratorista, a mecânica, a polícia feminina, a bombeira, a pedreira… Representam na sociedade a pequena massa, ainda Em breve ,aquela ideia de princesa frágil morrerá . E o mundo terá que entender e engolir Que mulher não se mede. A mulher não tem preço. Bravo! A todas as empresas que em suas profissões as recebem com os braços abertos. Mulher: Bisa, avó, mãe, filha, irmã, esposa, cunhada, tia, prima, sogra, madrinha ou afilhada e até amiga, não importa! O que importa é que, apesar de todos os dias, hoje é um dia reverenciado a você. Sorria e aproveite! Feliz Dia Internacional da Mulher!
Comendadora Poetisa Sandra Albuquerque Rio de Janeiro, 08 de março de 2024
Resenha do livro ‘Feliz na Infertilidade’, de Priscila Ferreira, pela Editora Uiclap.
RESENHA
Feliz na Infertilidade é um livro que vai muito além de uma autobiografia.
Este livro é um testemunho de fé, autoconhecimento e encontro verdadeiro com Deus, onde Priscila compartilha suas experiências e seu entendimento dos desígnios de Deus para sua vida.
Uma mulher que, perante as incertezas, vê forças e inspiração para ajudar a outras mulheres que passam pela mesma angústia.
Um livro absolutamente inspirador.
Super recomendo!!!
Assista à resenha do canal @oqueli no Youtube
SINOPSE
A história bíblica de Ana, mãe do profeta Samuel, sempre foi minha história preferida da Bíblia, mas desde que descobri uma infertilidade sem causa definida, Deus passou a me curar de muitas questões através deste texto bíblico e desde então Ele me curou da comparação, me ensinou a gratidão, me deu alegria de viver o hoje, me ensinou sobre renúncia e aceitação e segue me ensinando coisas dia a dia.
Compartilhar com outras mulheres e poder ser cura e bálsamo para mais pessoas é meu projeto de vida e este livro é o início deste tempo!
SOBRE A OBRA
Para muito além de uma autobiografia, Priscila nos dá o testemunho de amor e fé.
Ao descobrir que não poderia ter filhos, Priscila focou na fé e história bíblica de Ana, Mãe do Profeta Samuel, que passa a ser uma direção e um bálsamo, fazendo com que ela entendesse os designíos de Deus para sua vida.
Não teve filhos, mas gostaria muito de tê-los e este desejo aumentou a sua fé em Deus e a levou a escrever sobre a sua jornada de não maternidade, porém de muito contentamento.
E a partir daí, ela entendeu que um livro com o testemunho poderia ajudar a muitas mulheres que passam pelo mesmo problema.
SOBRE A AUTORA
Priscila Santiago da Silva Ferreira, 43 anos, casada há 19 anos, natural e moradora do Rio de Janeiro.
Formada em Gestão de Recursos Humanos, cursando o segundo ano de Psicologia pela Faculdade Estácio de Sá, atua como generalista há mais de 10 anos.
Sou inquieta, gosto de me comunicar com o mundo e de ensinar pessoas a serem melhores, meu propósito de vida é melhorar o mundo que vivo a partir de mim mesma e ensinar outras pessoas a fazerem igual. Se queremos mudança sejamos esta mudança que queremos, se desejamos ser felizes façamos esta felicidade acontecer todos os dias. Hoje é tudo que temos!
Letícia MarianaA sociedade está regredindo? Microsoft Bing. Imagem criada pelo Designer
Copa do Mundo Feminina, filme da boneca Barbie nos cinemas, protagonismo da mulher em alta nas redes sociais e reais. Cada vez mais nós, mulheres, temos o nosso devido espaço. Entretanto, uma parte da sociedade não vê nossas conquistas com bons olhos – e faz questão de demonstrar e divulgar com orgulho essa opinião.
Eu falo da machosfera: um movimento iniciado nos EUA que prega a superioridade masculina. Casos no Brasil foram parar na polícia, como o do Thiago Schutz, por exemplo.
O movimento começou nos Estados Unidos para combater o crescimento do feminismo no início dos anos 1980. A internet aumentou a proporção desses homens que, muitas vezes, atacam mulheres de forma desumana.
A filosofia dos red pills diz que homens são superiores às mulheres e que o feminismo deve ser combatido, pois ele traz sérios riscos à sociedade e oprime a classe masculina. Segundo o site BBC, “alguns membros do movimento só estão interessados em dicas de como seduzir mulheres”. Entretanto, muitas dessas dicas são abusivas, possessivas e manipuladoras, trazendo um futuro relacionamento tóxico para ambos.
“Red pill” é associado à direita alternativa que esteve em foco nas eleições de Donald Trump em 2016. Esse modo de viver cresceu e está presente em vários locais do mundo, inclusive aqui no Brasil.
Um membro anônimo diz que eles não aceitam o “shaming” das mulheres, que significa criticar alguém em público ou na internet. Algo contraditório, pois é o que a machosfera faz em tempo integral. De qualquer forma, isso seria uma resposta ao MeToo, campanha utilizada pelo movimento feminista para incentivar mulheres a denunciarem violências domésticas, psicológicas, patrimoniais, sexuais ou morais.
Segundo os red pills, os homens de hoje em dia não querem ser cavalheiros ou pagar contas, e as mulheres não querem perder o que eles chamam de “benesses”. Outra contradição, afinal, o feminismo sempre incentivou mulheres a conquistarem sua independência. Numa relação romântica, obviamente a parceira gosta de ser tratada com educação, carinho e gentileza, valores que deveriam ultrapassar gerações. Pagar ou não as contas, quando há uma parceria saudável, cada casal toma a decisão em relação a isso. O que é preciso parar é esse mito de que toda mulher é interesseira, concepção criada numa época onde as mulheres bem-sucedidas não eram bem vistas ou, muitas vezes, nem sequer conseguiam chegar ao mesmo patamar de seu cônjuge.
“Homem que é homem, saudável, ele é perigoso. Porque a masculinidade, por essência, deve ser perigosa.” afirma um coach de masculinidade popular nas redes sociais.
“O masculino foi feito para liderar. Ou você é líder, ou você é liderado. Ou você é dominante, ou você é submisso”, diz outro influenciador.
Não é preciso votar em x ou y para perceber o perigo desse movimento, perigo esse que os mesmos reconhecem e acham natural. Até quando o mundo tratará mulheres como objetos descartáveis e sem valor? Até quando os homens vão defender uns aos outros nos erros criminosos? Principalmente: quando a humanidade fará jus ao nome e será, enfim, humana?