No Quadro do ROL, a aquarela poética de Tânia Orsi
Tânia Orsi enriquece as letras ROLianas com sua visão e sensibilidade psicoterapêuticas
Tânia Orsi
Tânia Maria Orsi, natural de Itapetininga (SP) e residente em Sorocaba (SP), é psicoterapeuta, atuando como psicóloga há 39 anos na área de atendimento na Clínica Expressão.
Na área cultural é escritora, poeta e colunista do Internet Jornal.
Autora dos livros de poesia: Mãe do Corpo e um Quilo de Sal.
É cofundadora do grupo Coesão Poética de Sorocaba e participa com produções próprias em saraus.
Tânia se apresenta aos leitores do ROL com o poema Poesia não convém, pela qual contrapõe o poeta com a realidade que o cerca.
Poesia não convém
“… ouve estrelas, pastoreia rebanhos e restolhos na proa do vento iça velas…” Microsoft Bing – Imagem criada pelo designer
Resenha do livro “Diário Poético”, de Luana Leites, pela Editora Uiclap.
RESENHA
Esta obra nasceu de um projeto da Secretaria da Educação e Cultura e da Fundação Marcopolo.
E se transformou em um livro lindo, com várias poesias profundas e maduras, onde Luana Leites nos fala de seus sentimentos no período da pandemia.
De uma forma clara, vibrante e muito sensível, a autora nos leva a profundas reflexões, com sua escrita madura e concreta.
Lindo!
Super recomendo!
Assista à resenha do canal @oqueli no Youtube
SINOPSE
Reflexão com profundidade, verdades e dramas de uma adolescente.
“Não sintam saudade, sejam poesia!”
Diário Poético é um livro de poesias.
Esse livro quer te fazer refletir a partir do questionamento “o quanto de poesia existe no dia a dia das pessoas?”
Neste livro você vai descobrir, a partir das visões e emoções da autora Lulu Leites, quanto a vida pode ser poética e inspiradora!
Está preparado para todos as reflexões e sentimentos que este Diário pode te despertar?!
SOBRE A OBRA
Este é um projeto que a autora idealizou inicialmente sozinha, no dia 8 de novembro de 2014, e isso faz dele algo inédito!
Nesta mesma data, participou do concurso literário de prosa da extinta CORAG, no livro “Tecendo Palavras, construindo ideias” com o tema “Como construir uma cultura de paz”.
Seu texto foi destaque, nas palavras do diretor, mas por estar focada em outras prioridades o livro foi ficando para outra oportunidade.
Então a oportunidade surgiu com o projeto da Secretaria de Educação e Cultura e Fundação Marcopolo, nascendo assim “O diário Poético”.
SOBRE A AUTORA
Luana Vitória Mariano Leites, natural de Porto Alegre, tem 23 anos.
Seus pais Neri Leites e Iracilda Rigol, que desde cedo notaram que Luana mostrava interesse por assuntos literários.
Luana começou a escrever aos 11 anos de idade, por puro hobby.
Cursou ensino médio na escola Dr. Glicério Alves, estudou linguagem e comunicação, introdução e fundamentos à biblioteconomia.
Cursou sistema para internet na escola técnica QI.
Dedicada à leitura e escrita, participou do projeto ‘Galera Curtição’ e do livro ‘Tecendo Palavras Construindo Ideias’.
Membro da Confraria Poetas Livres de Bagé.
Trabalhou na Produtora FênixArt durante alguns meses.
Concedeu matéria ao Jornal Zenger News pelo seu projeto internacional Diário Poético.
Atualmente, participa da coletânea Internacional Mulheres Notáveis , promovido pelo Institute Cultive e participa da Antologia Internacional Uni-Verso Poético!
Segundo livro infantil de Priscila Mancussi, ‘A pequena Paloma e seus amigos’ descreve um ambiente escolar repleto de alegria, ludicidade e um cotidiano leve e descontraído
Capa do livro ‘A pequena Paloma e seus amigos’, de Priscila Mancussi
“A educacão está em mim, assim como eu estou nela; escrevo sempre pensando no aprendizado das crianças” (Priscila Mancussi)
Após o sucesso do primeiro livro infantil ‘A Festa do Pererê’ (2023), Priscila Mancussi lança nova obra destinada às crianças: A PEQUENA PALOMA E SEUS AMIGOS, publicado pela Editora Caravana, com ilustrações de Rafael Pereira, e, da mesma forma que o primeiro, acompanha o livro um kit de atividades e de sequência didática.
Sinopse
A pequena Paloma e seus amigos descreve um ambiente escolar repleto de alegria, ludicidade e um cotidiano leve e descontraído, onde Paloma brinca com os versos e descreve seus amigos com alegria e felicidade. A pequena Paloma contagia e encanta a todos com seus versos repletos de histórias que enchem os corações de quem lê. Não tem nada mais alegre do que a energia e a pureza de uma criança. A pequena Paloma nos ensina sobre a riqueza que é ter os amigos por perto.
SERVIÇO
A pequena Paloma e seus amigos
Editora: Caravana
Ilustrações: Rafael Pereira
Lançamento: 6 de janeiro de 2024, a partir das 15h
Local: Clube de Campo do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Sorocaba
Endereço: Rua 28 de outubro, nº 370 – Alto da Boa Vista – Sorocaba
Preço de Venda: O kit (Livro + caderno de atividades) será comercializado ao preço de R$65,00
Nascida na Baixada Santista, casada, professora e poeta, Priscila Mancussi reside na cidade de Sorocaba/SP, onde é professora dos primeiros anos do Ensino Fundamental na Escola Municipal Norma Justa Dall’Ara. Priscila recebeu diversos prêmios em certames literários. Entre alguns prêmios e participações, em 2017 o poema ‘A Busca’ foi selecionado pela revista digital Aspas Duplas, além de outras participações em antologias como Talento Poético 2015. Em 2017 a poesia ‘Horizonte’ foi selecionada pela Revista Poesia. Em 2019 as poesias ‘O frio desses dias’, “’Por falar em dor’, ‘Gelo’ e ‘Diversão’, foram selecionadas em 1º lugar pelo Concurso Poesia Premiada; Em 2022 participou da Antologia Contos de Lu, além de outros concursos e da criação e orientação do Projeto Jovens Escritores na rede pública de ensino de São Paulo, na cidade de Sorocaba. Priscila Mancussi é ainda Coordenadora do Movimento Cultivista Café com Poemas Sorocaba, divulgando artistas nacionais. Publicou seu 1º livro Súbito – a vida entre versos em 2020 e seu primeiro livro infantil ‘A festa do Pererê’, 2023 e trabalha como divulgadora e consultora literária.
Professor Carlos tem microconto selecionado no Salão de Humor de Piracicaba
O Salão de Humor de Piracicaba é um dos eventos de humor mais conceituados, sendo reconhecido internacionalmente
Logo do 13º Concurso de Humor de Piracicaba 2023
O professor Carlos Carvalho Cavalheiro teve o seu microconto de Humor, intitulado ‘Artificial?’, selecionado para a Antologia do 13º Concurso de Microcontos de Humor, ação que faz parte da programação do 50º Salão Internacional de Humor de Piracicaba 2023.
O Salão de Humor de Piracicaba é um dos eventos de humor mais conceituados, sendo reconhecido internacionalmente. O microconto do professor Carlos Carvalho Cavalheiro faz uma brincadeira com a Inteligência Artificial: “A Inteligência Artificial vem alcançando avanços significativos e está cada vez mais se aproximando do comportamento humano. Outro dia eu pedi para a Alexa procurar o filme Blade Runner. No dia seguinte recebi uma notificação de processo por assédio moral”.
Esta não é a primeira vez que o texto do professor Carlos é selecionado nesse concurso. Em outras edições, o autor teve microcontos selecionados e no 9º Concurso ele ficou em 2º lugar, sendo premiado na ocasião.
Nesta mesma semana ele recebeu da FEBACLA (Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes) a Medalha Cultural alusiva ao Bicentenário do poeta Gonçalves Dias. Essa honraria, segundo Dom Alexandre da Silva Camêlo Rurikovich Cavalho, foi concedida em “reconhecimento de seus trabalhos e suas ações que mereceram destaque na defesa, promoção e valorização da cultura nacional”.
Carlos Cavalheiro
Natural de São Paulo (SP) e atualmente reside em Sorocaba, Calos Carvalho Cavalheiro é professor de História da rede pública municipal de Porto Feliz (SP). Licenciado em História e em Pedagogia, Bacharel em Teologia e Mestre em Educação (UFSCar, campus Sorocaba). Historiador, escritor, poeta, documentarista e pesquisador de cultura popular paulista. Autor de mais de duas dezenas de livros, dentre os quais se destacam: ‘Folclore em Sorocaba’, ‘Salvadora!’, ‘Scenas da Escravidão, ‘Memória Operária’, ‘André no Céu’, ‘Entre o Sereno e os Teares’ e ‘Vadios e Imorais’. É colaborador dos jornais Tribuna das Monções, Jornal Cultural ROL e do Portal marimba Selutu, de Angola.
Naquele momento, os dois “demolidores” da velha cidade pensavam que era preciso retirar os pobres do núcleo central, conduzindo-os a morar a quilômetros de distância dos ricos, evitar levantes populares, assim como conter a disseminação de doenças (era muita sujeira, de fato, entre pobres e entre ricos).
Em 1857, um poeta expressou o mal-estar que tudo isso causava. Charles Baudelaire, que se tornou um dos grandes ícones da literatura mundial. Um dos seus poemas em prosa, “Os olhos dos pobres“, define um pouco do que se vê por aqui ainda hoje.
Temos visto inúmeras cenas em que pessoas – que se acham – ricas demonstrarem asco, nojo e expressarem violência contra os pobres.
Em “Os olhos dos pobres”, Baudelaire trata dessa suposta superioridade que alguns mais abastados financeiramente acreditam ter: um jovem casal transita pela Paris em reformas e mostra-se encantado.
Eis que eles resolvem adentrar em um café, em que se destacam sinais de reforma, mas que já apresenta traços de modernidade – é um local, pois, em transição. O casal senta-se em um espaço que dá acesso ou que permite ver a rua.
Surgem, então, um homem na faixa dos 40 anos, que traz um menino pela mão e carrega outro pelo braço. Todos em farrapos. Eram seis olhos que contemplavam a grandiosidade do café, o que incomoda seriamente a jovem.
Tem-se então a voz do homem apaixonado (o eu lírico do poema): “Dizem os cancionistas que o prazer torna a alma boa e amolece o coração. Não somente essa família de olhos me enternecia, mas ainda me sentia um tanto envergonhado de nossas garrafas e copos, maiores que nossa sede.”
Ele prossegue os seus versos: “Voltei os olhos para os seus, querido amor, para ler neles meu pensamento; mergulhava em seus olhos tão belos e tão estranhamente doces, nos seus olhos verdes habitados pelo Capricho e inspirados pela Lua, quando você me disse: ‘Essa gente é insuportável, com seus olhos abertos como portas de cocheira! Não poderia pedir ao maître para os tirar daqui?’
Como é difícil nos entendermos, querido anjo, e o quanto o pensamento é incomunicável, mesmo entre pessoas que se amam!”
Ao iniciar o poema, o eu lírico já havia avisado que passara a odiar aquela mulher “impermeável” à dor do outro.
Gente insensível, gente omissa, gente sem noção sempre existiu. De tempos em tempos, eles apenas tomam coragem e erguem a voz.
Algumas pessoas, no Natal, distribuem presentes, brinquedos, alimentos para saciar a consciência e seguem as suas vidas.
Algumas pessoas esquecem que pessoas humildes, pessoas solitárias também sentem fome, medo, solidão, tristeza, saudade e ignoram-nas não apenas nas festas do final de ano, mas o fazem durante todo o ano.
O período que se seguiu às principais publicações de Baudelaire foi marcado por grandes evoluções tecnológicas, mas pouca valorização humana, tanto que, na Europa, emerge o chamado Decadentismo, um desconforto literário diante do descompasso entre o progresso econômico e a pobreza das gentes.
Pensei nisso porque, na véspera de Natal, houve um afogamento numa prainha na minha cidade. O rapaz, 19 anos, era arrimo de família. As buscas somente alcançaram êxito na manhã do dia 26 de dezembro, ou seja, o dia de Natal foi marcado pela angústia da família e pela animação na prainha.
Meu sincero desejo que 2024 nos encontre mais permeável aos sentimentos do outro, tanto aquele que nos é caro, como nossos familiares, com o estranho, que tem família, que tem pessoas que lhe amam.
Helio RubensA Bandeira da Argentina Microsoft Bing – Criador de imagens do designer pela plataforma DALL-E3
Helio Rubens a opção do eleitorado argentino por um modelo político desconhecido, que optou por medidas radicais e inócuas na economia
Nesta edição da coluna ‘Como o jornalista Helio Rubens vê as coisas‘, publicada pela TVITAPÊ (Programa Telescópio), pelo programa Telejornal A Voz do Povo e pelo Jornal Cultural ROL, o jornalista Helio Rubens analisa o modelo desconhecido, radical e inócuo do atual presidente argentino, Javier Milei.
TRECHO DO TELEJORNAL ‘A VOZ DO POVO’ – SEXTA-FEIRA 15/12/2023