Questão de pele, por quê?

Sandra Albuquerque: Poema ‘Questão de pele, por quê?’

Sandra Albuquerque
Sandra Albuquerque
"Pensemos em uma nova era, onde todos os seres mereçam respeito, dignidade"
“Pensemos em uma nova era, onde todos os seres mereçam respeito, dignidade”
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O tempo passa
A vida passa
Existem desumanos que não têm jeito.
Tem pessoas que parecem viver numa bolha:
Alienadas, fora da realidade.
Pretas, ruivas, loiras, mulatas, amarelas
Do oriente ao ocidente
Todo sangue é vermelho
Todo mundo precisa de oxigênio
Ninguém é melhor que ninguém.
Porque a morte não escolhe
E nem as doenças pandêmicas
Ou hereditárias.
Até quando?
Questão de pele por quê ?
Oh! Gente sem noção!
Morre hoje, amanhã decompõe.
Todas as pessoas são preciosas
Cada uma tem o seu valor
E a sua particularidade.
Cada ser é ímpar.
Que morra o preconceito
Que viva a empatia!
Somos seres viventes.
Aprendamos com os irracionais
Que em certas situações
São seres bem melhores
Muito superiores que nós.
Eles adotam
Enquanto humanos escolhem
Fazendo distinção.
Mas…
Ainda podemos mudar esta realidade
Tão dura, dolorosa e cruel.
Pensemos em uma nova era
Onde todos os seres
Mereçam respeito, dignidade
Amabilidade e confiança
Onde o amor deve ser incondicional
Onde os valores essenciais
Vivam em constante dinamismo
Onde as oportunidades são as mesmas
E a questão de pele por quê?
Já não será necessária questionar.

Comendadora Sandra Albuquerque

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Domingou

Denise Canova: Poema ‘Domingou’

Denise Canova
Denise Canova
Sorria sempre
Sorria sempre
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Domingou

Quer sorrir?

Não é errado

É errado

Esconder o sorriso

Dama da Poesia

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Contos de Anhangá

Contos de terror baseados em fatos quase reais que têm como pano de fundo a Amazônia

Capa do livro 'Contos de Anhangá
Capa do livro ‘Contos de Anhangá’,
de Annieli Valério Rufino

Contos de Anhangá é um livro de contos de terror com ambientação na Amazônia.

São treze contos de terror baseados em fatos quase reais que têm como pano de fundo a Amazônia, seus mitos e mistérios emprenhados no sobrenatural das lendas da região, com muito suspense, misticismo e arrepios de tirar o fôlego.

O livro é da escritora Annieli Valério Rufino e está em duas versões: Kindle e capa comum (distribuído por amazon.usa)

O livro foi um dos participantes do prêmio Conto Inesquecível 2023 da Amazon em parceria com a Prime.

Voltado para o público juvenil adulto, Contos de Anhangá promete surpreender os leitores de contos de terror.

Contos de Anhangá, está no topo 5 estrelas das avaliações na Amazon e está disponibilizado gratuitamente para download pelo link https://a.co/d/ijwYfqD ate o dia 11/12.

Imperdível! Corre lá, baixa o seu e não esquece de deixar sua avaliação.

Sobre a autora

Annieli V. Rufino

Annieli Valério Rufino é Oficial da Força Aérea Brasileira, professora, escritora, compositora, atriz, cantora e produtora cultural.

Autora premiada e publicada de oito obras solos, cinco antologias e três ebook.

Doutora Honoris Causa em Patrimônio Histórico, artístico e cultural e Doutora Honoris Causa em Literatura

Membro 11ª Fundadora da Academia de Letras e das Artes de Oriximiná – Cidade Natal da Autora.

Membro 269ª da FEBACLA – Federação Brasileira dos Acadêmicos das Letras, das Artes e das Ciências.

Membro 930ª da Academia Internacional de Literatura Brasileira
Membro da Academia de Letras e das Artes Luso-Suiça.

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A casa do Pai

Marcelo Augusto Paiva Pereira: Crônica ‘A casa do Pai’

Marcelo Paiva Pereira
Marcelo Paiva Pereira
No ambiente do dormitório o morador faz contato com Deus
No ambiente do dormitório o morador faz contato com Deus
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Ao tempo em que fui aluno na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, o Oswaldo – grande amigo –, fez a mim alguns comentários teológicos sobre as funções da sala, do dormitório, da cozinha, do banheiro e do corredor de uma casa. Muito interessantes, deles seguem abaixo o quanto me recordo e aprendi.

No ambiente da sala o morador cuida da própria alma, tanto no convívio familiar quanto ao receber amigos e visitas. É um espaço coletivo dentro da casa, no qual as pessoas estão em convívio mútuo.

No ambiente do dormitório o morador faz contato com Deus, que cuida da alma dele no silêncio da privacidade. É um espaço individual para o morador se aproximar do Criador através das orações e da fé.

A sala e o dormitório são ambientes dedicados à alma de cada pessoa, morador, amigo ou visita. A maior proximidade com Deus depende da privacidade do ambiente doméstico, acentuada pelo dormitório.

No ambiente da cozinha o morador cuida do corpo dele, dos familiares, parentes e convidados, alimentando-se e aos outros. É o momento em que realizam – e celebram – a Santa Ceia, assistidos por Deus durante as refeições.

No ambiente do banheiro Deus cuida do corpo de cada morador, parente ou visita durante a higiene pessoal (do corpo), amparado pela presença d’Ele.

A cozinha e o banheiro são ambientes dedicados ao corpo de cada pessoa, morador, familiar, parente e convidados. O amparo divino se faz presente em ambos, na razão da atividade doméstica que se desenvolve em cada pelas pessoas.

O ambiente do corredor é o intercâmbio, espaço de comunicação entre os ambientes da casa, equivale ao coração, que bombeia o sangue para todas as partes do organismo.

A sala e a cozinha são ambientes coletivos, mas tem funções distintas: enquanto a primeira cuida da alma, a segunda cuida do corpo. Dormitório e banheiro são ambientes individuais, mas enquanto o primeiro cuida da alma, o segundo cuida do corpo.

Nosso corpo é como se fosse uma casa, e a casa corresponde ao corpo de cada um. Nas palavras de Jesus, “na casa do meu Pai há muitas moradas”. Significa que há várias pessoas e cada qual com características próprias.

Conclusivamente, numa residência as áreas secas são as salas, dormitórios e corredores, enquanto as áreas molhadas são o banheiro, a cozinha e a área de serviço. Assim como estas áreas, quando viemos ao mundo somos batizados com água (benta) e, paralelamente, a água é fundamental à vida orgânica, individual e coletiva.

Assim como aquelas outras, nossas almas dependem apenas da fé em Deus e das orações a Ele (assim dependemos tanto individual quanto coletivamente). Por fim, cada um de nós é a morada ao Criador e a Casa do Pai é a morada eterna de quem O recebe na própria casa, material (corpo) e espiritual (alma). Nada a mais.

Marcelo Paiva Pereira
secondo.appendino@gmail.com

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Festival Internacional de Cinema Feminino

Festival Internacional de Cinema Feminino realiza 14ª edição com mais de 30 filmes dirigidos por mulheres ou com temática feminina

Cena do filme Canções de Terra (Songs of Earth), de Margreth Olin
Cena do filme Canções de Terra (Songs of Earth), de Margreth Olin

Evento acontece entre 13 e 18 de dezembro no CCBB Rio de Janeiro, com entrada franca

O Festival Internacional de Cinema Feminino, FEMINA, anuncia sua 14ª edição, que será realizada de 13 a 18 de dezembro, no CCBB Rio de Janeiro. A programação, com entrada franca, reúne mais de 30 filmes, entre curtas, longas, documentários e de ficção, todos dirigidos por mulheres cis, trans e pessoas não-binárias de 35 países e de oito estados brasileiros. A mostra conta ainda com sessões especiais e seminários sobre temas como violência contra mulher e desigualdade de gênero.

A abertura do festival está marcada para o dia 12, no Estação Net Botafogo, com a exibição, às 21h, do filme Canções de Terra (Songs of Earth), da diretora norueguesa Margreth Olin. Inédito no Brasil, o documentário – aposta da Noruega para concorrer ao Oscar de filme estrangeiro em 2024 – acompanha os passos do pai da cineasta, aos 84 anos de idade, por montanhas e paisagens nórdicas. A produção executiva do longa é assinada por Liv Ullmann e Win Wenders. O filme também será exibido no CCBB no sábado (16/12). Veja o trailer aqui.

Entre os destaques da programação estão os brasileiros “Eu deveria estar feliz”, de Claudia Priscilla, e “Sua Majestade, o passinho”, de Carol Correia e Mannu Costa, além de “Upwards Tide”, da austríaca

Daniela Zahlner, e “De onde nasce o Sol”, da espanhola Gabriele Stein. Os filmes serão avaliados por dois júris: um para produções nacionais, composto por Ana Flávia Cavalcanti (atriz), Fernanda Teixeira (cineasta, montadora e diretora de arte) e Manaíra Carneiro (realizadora); e outro para os filmes internacionais, formado por Consuelo Lins (professora e pesquisadora), Marina Meliande (cineasta, produtora e montadora) e Beth Sá Freire (curadora de cinema). Na cerimônia de encerramento, em 18/12, haverá ainda uma homenagem à diretora Laís Bodanzky. Veja aqui a programação completa do festival.

O FEMINA é realizado pelo Instituto de Cultura e Cidadania Feminina, uma organização sem fins lucrativos, e tem como objetivo divulgar e promover o trabalho das mulheres no cinema e na cultura, tendo sido o primeiro a falar sobre questões de gênero, além de exibir, desde 2006, filmes de pessoas trans e não-binárias.

Falar sobre desigualdade e feminismo é cada vez mais essencial – e urgente – para a sociedade brasileira, e é com muita alegria e responsabilidade que trazemos luz a esses assuntos, exibindo filmes importantes e de forma gratuita a toda população”, declara Paula Alves, Diretora e Produtora do festival. “Além disso, promovemos debates com o objetivo de discutir medidas e soluções sobre as problemáticas enfrentadas no dia a dia da mulher”.

Seminário FEMINA

Desde sua primeira edição, o FEMINA promove debates e encontros que reúnem convidados dos meios cultural e intelectual para discutir com o público questões relacionadas à igualdade e relações de gênero, identidade, sexualidade, corpo, representação, direitos humanos, feminismo, representatividade, entre outros.

Em 2023, o Seminário Femina será realizado em parceria com o Generis – Grupo de Pesquisas sobre Gênero, Sexualidades, Reprodução e suas Interseccionalidades, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em População, Território e Estatísticas Públicas da ENCE (Escola Nacional de Ciências Estatísticas do IBGE). Serão três mesas com os seguintes temas: “Fontes de Dados e Pesquisas em Gênero, Identidades e Sexualidades”, “Desigualdades de Gênero no Trabalho, Ciências e Educação” e “Estudando a violência contra mulheres: o desafio dos dados”. Mais informações aqui.

Sessões especiais

No dia 17 de dezembro, domingo, será exibido o longa Direito Dela (УнингХукуки/Her right), da diretora Saodat Ismailova, nascida no Uzbequistão. A produção experimental de 15 minutos tem o título inspirado no filme mudo Uzbekkino (do diretor G. Cherniak, de 1931), e relembra a campanha política Hujum (ataque), tomada pelo Partido Comunista para emancipar e desvelar mulheres no país.

No dia seguinte, o documentário Kevin, de Joana Oliveira, será exibido em sessão com libras e legendagem descritiva. A trama conta a primeira vez em que Joana, uma brasileira, visita sua amiga Kevin em seu país, a Uganda. Elas se conheceram há 20 anos quando estudaram juntas na Alemanha e faz muito tempo que não se veem. Agora estão próximas de completar 40 anos e a vida se mostra mais complexa do que na juventude.

Veja fotos aqui.

Sobre o CCBB RJ

Inaugurado em 12 de outubro de 1989, o CCBB está instalado em um edifício histórico, projetado pelo arquiteto do Império, Francisco Joaquim Bethencourt da Silva. Marco da revitalização do centro histórico do Rio de Janeiro, o Centro Cultural mantém uma programação plural, regular e acessível, nas áreas de artes visuais, artes cênicas, cinema, música e pensamento.

Em 34 anos de atuação, foram mais de 2.500 projetos oferecidos aos mais de 50 milhões de visitantes. Desde 2011, o CCBB incluiu o Brasil no ranking anual do jornal britânico The Art Newspaper, projetando o Rio de Janeiro entre as cidades com as mostras de arte mais visitadas do mundo. O prédio dispõe de 3 teatros, 2 salas de cinema, cerca de 2 mil metros quadrados de espaços expositivos, auditórios, salas multiuso e biblioteca com mais de 200 mil exemplares.

Os visitantes contam ainda com restaurantes, cafeterias e loja, serviços com descontos exclusivos para clientes Banco do Brasil. O Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro funciona de quarta a segunda, das 9h às 20h, e fecha às terças-feiras. Aos domingos, das 8h às 9h, o prédio e as exposições abrem em horário de atendimento exclusivo para visitação de pessoas com deficiências intelectuais e/ou mentais e seus acompanhantes.

Sobre o Femina

O Femina surgiu em 2004 quando falar sobre as questões de gênero no cinema ainda não estava tão evidente na mídia como hoje. De lá pra cá pouca coisa mudou, infelizmente. A violência contra a mulher e pessoas trans, por exemplo, aumentou.

A participação proporcional de mulheres no mercado de trabalho como um todo, e no audiovisual, estagnou.  O Femina é um evento necessário para discutirmos essas e outras questões, usando o cinema como importante ferramenta para chamar a atenção do público. Paula Alves e Eduardo Cerveira  

SERVIÇO:

FEMINA – Festival Internacional de Cinema Feminino

13 a 18 de dezembro de 2023

Sala de Cinema 1

Entrada Gratuita

Ingressos disponíveis a partir das 9h do dia de cada sessão, na bilheteria fisica ou no site do CCBB.

feminafest.com.br

@feminafestivaldecinema

Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro 

Rua Primeiro de Março 66, Centro 

Contato: tel (21) 3808-2020 | ccbbrio@bb.com.br 

Siga o CCBB nas redes sociais: x.com/ccbb_rj | facebook.com.br/ccbb.rj | instagram.com/ccbbrj

Veja a programação:

SESSÃO DE ABERTURA

12 dezembro às 21h – Estação Net Botafogo

Fedrelandet

Canções de terra

Songs of Earth

Documentário, 90min, cor, Noruega, 2023

Direção: Margreth Olin

Programação CCBB RJ – Sala 1

Quarta-feira, 13 dezembro

Competição Internacional 1 – 16h

Presque l’Automne

Quase outono

Almost Fall

Ficção, 23min, cor, França, 2022

Direção: Margot Pouppeville

Tous les oiseaux ne savent pas voler

Nem todos os pássaros podem voar

Flightless Birds

Ficção, 20min, cor, Bélgica, 2022

Direção: Hélène Dereppe

Malqueridas

Documentário, 74min, cor, Chile-Alemanha, 2023

Direção: Tana Gilbert

Competição Nacional 1 – 18h15

Infantaria

Experimental, 23min, cor, AL, 2022

Direção: Laís Santos AraújoA ilha

Experimental, 18min, cor, RJ, 2023

Direção:  Darks Miranda

Eu deveria estar feliz

Documentário, 71min, cor, SP, 2023

Direção: Claudia Priscilla

Quinta-feira, 14 dezembro

Competição Internacional 2 – 16h

Warsha

Ficção, 16min, co, Líbano-França, 2022

Direção: Dania Bdeir

The Debutante

A debutante

Animação, 8min, cor, Reino Unido, 2022

Direção: Elizabeth Hobbs

Millie Lies Low

Millie está em baixa

Ficção, 100min, cor, Nova Zelândia, 2022

Direção: Michelle Savill

Competição Nacional 2 – 18h15

Sua majestade, o passinho

Documentário, 22min, cor, PE, 2022

Direção: Carol Correia, Mannu Costa

O chá de Alice

Ficção, 20min, cor, PR, 2022

Direção: Simone Spoladore

Termodielétrico

Documentário, 72min, cor, RJ, 2023

Direção: Ana Costa Ribeiro

Sexta-feira, 15 dezembro

Competição Internacional 3 – 16h

ΣτονθρόνοτουΞέρξη

No trono de Xerxes

On Xerxes’ Throne

Ficção, 16min, cor, Grécia, 2022

Direção: Evi Kalogiropoulou

Y

Animação, 7min, p&b, Croácia, 2023

Direção: Matea Kovač

Human Flowers of Flesh

Flores humanas de carne

Ficção, 106min, cor, Alemanha-França, 2022

Direção: Helena Wittmann

Competição Nacional 3 – 18h15

De onde nasce o sol

Ficção, 19min, cor, ES, 2023

Direção: Gabriele Stein

Peixes não se afogam

Documentário, 17min, cor, RJ, 2022

Direção: Anna Azevedo

Quando eu me encontrar

Ficção, 78min, cor, CE, 2023

Direção: Amanda Pontes, Michelline Helena

Sábado, 16 dezembro

Filme de Abertura – 14h

Fedrelandet

Canções de terra

Songs of Earth

Documentário, 90min, cor, Noruega, 2023

Direção: Margreth Olin

Competição Internacional 4 – 16h

Palma

Ficção, 15min, cor, Portugal, 2023

Direção: Mónica Santos

Upwards Tide

Maré ascendente

Experimental, 6min, cor, Áustria, 2022

Direção: Daniela Zahlner

My Love Affair with Marriage

Meu caso de amor com o casamento

Animação, 107min, cor, Letônia-EUA-Luxemburgo, 2022

Direção: Signe Baumane

Competição Nacional 4 – 18h15

Corpo onírico

Experimental, 17min, cor, PE, 2022

Direção: Marina Mahmood

Nagano

Documentário, 16min, cor, SP, 2022

Direção: Letícia Hayashi

A alegria é a prova dos nove

Experimental, 100min, cor, SP, 2023

Direção: Helena Ignez

Domingo, 17 dezembro

SESSÃO SAODAT ISMAILOVA – 14h

УнингХукуки

Direito dela

Her Right

Experimental, 15min, p&b, Uzbequistão, 2020

Direção: Saodat Ismailova

Bibi Seshanbe

A dama protetora

Experimental, 52min, cor, Uzbequistão-Alemanha, 2022

Direção: Saodat Ismailova

Competição Internacional 5 – 16h

نظربازی

O jogo de olhares

Nazarbazi

Experimental, 19min, cor, Irã-Reino Unido, 2022

Direção: Maryam Tafakory

O homem do lixo

Animação, 11min, cor, Portugal, 2022

Direção: Laura Gonçalves

Những đứa trẻ trong sương

Crianças da névoa

Children of the Mist

Documentário, 92min, cor, Vietnã, 2022

Direção: Hà Lệ Diễm

Competição Nacional 5 – 18h15

Lidiane

Experimental, 10min, cor, RJ, 2023

Direção: Ludmila Curi

Mulher vestida de sol

Animação, 10min, cor, BA, 2022

Direção: Patricia Moreira

Diálogos com Ruth de Souza

Documentário, 108min, cor, SP, 2022

Direção: Juliana Vicente

Segunda-feira, 18 dezembro

SESSÃO ACESSIBILIDADE – 15h

Sessão com Libras e Legendagem descritiva

Kevin

Documentário, 80min, cor, MG, 2021

Direção: Joana Oliveira

SESSÃO HOMENAGEM À CINEASTA LAÍS BODANZKY – 17h

Como Nossos Pais

Just Like Our Parents

Ficção, 120 minutos, cor, SP, 2017

Direção: Laís Bodanzky

PREMIAÇÃO E ENCERRAMENTO – 19h

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O Chapéu de Alberto

Resenha do livro “O Chapéu de Alberto”, de Isa Oliveira, pela Editora Uiclap.

RESENHA

Uma garota conta histórias para seu amigo imaginário, o Alberto, que a aconselha e dá força para o sonho de ser escritora…

Um livro de contos lindissimo!

Várias temáticas diferentes, feito com muita sensibilidade e maestria.

Neste livro Isa também tem um pouco de autobiagrafia e fala de assuntos como situações de abusos e injustiças.

Uma leitura fluida e delicada.

Amei!!!

Assista à resenha do canal @oqueli no Youtube

SINOPSE

O Chapéu de Alberto conta a história de uma menina que foi grande amiga de Santos Dumont.

Antes mesmo de aprender a escrever, ela já criava histórias e as contava para o inventor, que as ouvia com atenção, aprovava ou reprovava.

Essa amizade foi fundamental na vida dessa criança e a incentivou a prosseguir em sua trajetória.

Mais velha, sofreu muito ao saber da morte do amigo, a quem não via há bastante tempo.

O vínculo entre eles, porém, foi forte o bastante para superar todas as barreiras.

Este livro reúne algumas histórias que essa garotinha escreveu, com temas emprestados da realidade e que ganham nova forma e cor no ritmo de sua fantasia, mostrando que é possível voar fora de um avião.

Histórias alegres, histórias tristes, histórias profundas.

Um livro escrito para encantar você.

SOBRE A OBRA

Isa nos conta que este livro foi um desafio, pois não acreditou que conseguiria escrever contos.

O primeiro texto, O chapéu de Alberto, escreveu despretensiosamente, no sítio de uma amiga e ficou guardado por anos.

Apesar de ele dar nome ao livro, o conto que impulsionou a obra foi “O menino caminha”, baseado em uma história real, vivida pelo filho de uma amiga de Isa.

Praticamente todas as histórias são recortes de acontecimentos da vida real, pródiga em nos dar temas para a escrita.

Este livro é muito importante para a autora por alguns aspectos autobiográficos e por discutir situações de injustiças, de abusos, de impossibilidades.

Com a intenção de dar voz a quem não tem, ela tem várias histórias ainda não publicadas que seguem a mesma linha.

SOBRE A AUTORA

Foto de Isa Oliveira, autora do livro "O Chapéu de Alberto" pela Editora Uiclap

Izilda Alves de Oliveira da Rocha Campos tem 58 anos, nasceu em Monte Alto/SP.

Nascida em família pobre, Isa trabalhou vários anos como empregada doméstica.

Com 17 anos, começa a escrever para o jornal de sua cidade.

Com sua escrita impecável, foi convidada para trabalhar no Estadão, onde ficou por 2 anos.

Aposentada há sete anos, antes trabalhou no Metrô e na Caixa Econômica Federal.

É formada em letras pela USP e pós-graduada em Docência no Ensino Superior pelo Centro Universitário Senac.

Isa é casada, ou melhor, “bem casada”, como ela fala com orgulho. Tem um filho, sete cachorros e dois jabutis.

Atualmente trabalha com escrita literária, redatora de um canal católico e como Ghost Writer.

Como autora, suas obras falam de situações do cotidiano, dificuldades, desafios, ironias, sonhos e tudo mais que compõe histórias fortes e significativas.

Seus livros têm temáticas profundas que nos fazem refletir sobre o mundo ao nosso redor.

OBRAS DA AUTORA

Capa do Livro "Elogio à Loucura" de Isa Oliveira, pela Editora Uiclap.

Capa do livro "O Chapéu de Alberto", de Isa Oliveira, pela Editora Uiclap

ONDE ENCONTRAR


Resenhas da colunista Lee Oliveira




Garganta cristalina em cascata

Ella Dominici: Poema ‘Garganta cristalina em cascata’

Ella Dominici
Ella Dominici
"águas agudas são tonalidades elevam o vão aos céus dos céus vestem-se de anjos as águas celestes"
“águas agudas são tonalidades elevam o vão aos céus dos céus vestem-se de anjos as águas celestes”
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as vozes visitavam os azuis
vagavam no vasto vazio
e vislumbravam à vistas

onde lá moravam encostadas

em vãos que vinham e iam
como cristais pendentes
eram lentes ladeadas, castiçais

ou copos de leite transparentes

as vozes tocam os copos topázios
tirilintar sonoro reverberam
tintintinamente tocam em ecos vazios

o precipício enche-se de ais e anais
de histórias de lá pra cá e lá lá-lás
é o encanto das meninas sabiás

águas agudas são tonalidades
elevam o vão aos céus dos céus
vestem-se de anjos as águas celestes

águas vorazes são trompas cascatais
que bramam leoninas nas variantes
descidas do precipício valioso das vozes

nasce o canto diamante prometido
aos que levam aos homens música
cascateada nas expressões sonoras do destino

não é lírico nem idílico
é salmo novo à paz e liberdade

Ella Dominici

Contatos com a autora

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