Carlos Cavalheiro obtém o 2º lugar em Concurso Internacional de Poesia
Colunista do ROL, o professor Carlos Cavalheiro obtém o 2º lugar em Concurso Internacional de Poesia
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O professor, escritor e historiador Carlos Carvalho Cavalheiro obteve a 2ª Colocação no I Concurso Internacional de Poesia ‘Brasil & Angola – Berço dos poetas: Um tributo ao meu país’, promovido pela FEBACLA (Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes).
O concurso, organizado por Rita de Cássia e Kapa Afonso , com a chancela da FEBACLA, teve como objetivo reunir sonetos, versos livres, e outras criações poéticas, em tributo aos países Brasil e Angola. O objetivo fundamental do tema, é que possa ser estudado pelos literatos e historiadores de forma poética, de acordo com o edital do concurso.
O professor Carlos Carvalho Cavalheiro classificou-se em 2º Lugar com o poema ‘Diamantina‘, uma reflexão poética sobre essa histórica cidade mineira, visitada por ele em agosto deste ano. Nos versos de Cavalheiro, a cidade de Diamantina é assim descrita:
“Dos becos calçados de pedra, / da serra que sobre ti descortina, /a seresta é o sereno que te cobre / durante a noite, oh Diamantina! / As tuas vielas estreitas / têm um propósito, sem engano, / pois nelas esquecemos o automóvel / para lembrarmo-nos do ser humano. / Em cada parede de taipa / em cada janela, quanta memória! / O passado vive no presente / nosso presente, tua História! / Chica da Silva, Juscelino, tantos outros… / O povo que carrega tal herança / empunha nas mãos um estandarte / no qual se lê o nome Esperança”.
O resultado do certame foi divulgado no dia 1º de novembro. Os vencedores do I Concurso Internacional de Poesia “Brasil & Angola – Berço dos poetas: ‘Um tributo ao meu país’ foram: 1º Lugar: Gustavo Bauer \ SP com o poema ‘Soberana Bandeira’; 2º Lugar: Carlos Carvalho Cavalheiro \ SP, ‘Diamantina’; 3º Lugar: Afonso Antonio Caculo \ Angola, ‘ÁFRICA’; 4º Lugar: Aparecido Elias \ SP, ‘Brasil, berço dos poetas’ e 5º Lugar: Geraldo Trombin \ SP, ‘TerrAmada’.
A premiação será a seguinte: 1ª, 2ª e 3ª colocações: medalha, e certificado de mérito literário; 4ª e 5ª colocações: certificados de menção honrosa. Os 5 melhores textos serão publicados na II ANTOLOGIA FEBACLA DOS ESCRITORES DA LÍNGUA PORTUGUESA gratuitamente, obra em versão impressa com 1 exemplar, em data a ser definida pelos organizadores.
Carlos Cavalheiro
O professor Carlos Carvalho Cavalheiro é professor da rede pública municipal de Porto Feliz e reside em Sorocaba.
Colaborador dos jornais Tribuna das Monções e Jornal Cultural ROL e do Portal Marimba Selutu, de Angola. É Acadêmico Correspondente da FEBACLA e lançou recentemente os livros ‘O sagrado e o Além Túmulo’ e ‘Sorocabanas, a mulher na História de Sorocaba’.
Marcus Krause: Artigo ‘Viva o rio Mearim! Preserve-o para nossos filhos e para a futura geração’
Marcus KrauseRio Mearim Disponível em: <https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Bacabal_-Maranh%C3%A3o–panoramio%281%29.jpg> Acesso em 11 nov. 2023
Segundo domingo de novembro, dia dedicado a reverenciar o Rio Mearim, data esta instituída por meio da Lei nº. 5.816 de 12 de novembro de 1993, de autoria do deputado estadual Kleber Branco, sancionada pelo Governador Edison Lobão.
Em meio a tantos problemas ambientais, e mudanças climáticas, como secas, desmatamentos, aquecimento global e poluições provocados em grande parte pela ação humana, temos que tomar medidas, conscientizar e mobilizar pessoas para compreenderem a importância de preservarmos nossas riquezas naturais, como nosso rio Mearim, que banha a cidade de Pedreiras e muitas outras cidades.
Nosso Mearim, possui uma extensão de 930 km, nasce no município de Formosa da Serra Negra e desagua na baia de São Marcos. É nele que acontece o fenômeno denominado pororoca, no município de Ararí/Ma e atrai muitos turistas.
Então, nesta data em que comemoramos o dia do Rio Mearim só temos a conclamar um esforço de todos os cidadãos e cidadãs a que preservem nosso Rio Mearim.
O imponente rio Mearim
Mearim tu és fonte de vida Relutante e imponente, Assim desces a banhar A nossa Princesa querida.
Tuas nascentes e águas correntes Firmes permanecerão, e ainda que as maltratem Jamais serão desvanecentes.
Impetuoso continuas a descer Tuas águas fluem incessantemente Não queremos que algum dia venhas a desfalecer.
Mearim nossa riqueza que para tantos já foi inspiração Preserve-o para nossos filhos e para a futura geração.
Marcus Krause Vice-presidente da Academia Pedreirense de Letras
Filme Demência – Da tediante certeza à liberdade tentadora
COLUNA CINEMA E PSICANÁLISE
Marcus Hemerly e Bruna Rosalem: Artigo ‘Filme Demência – Da tediante certeza à liberdade tentadora’
“Na vida, a coisa inútil, é carga a desprezar; Só o que o instante oferece é bem aproveitável.”
Fausto – Goethe
A conhecida história de Fausto derivou inúmeras adaptações nas mais diversas formas artísticas, tais como peças teatrais, filmes, romances, desenhos animados em tom de sátira, entre outros. A mais famosa concepção inspirada na lenda de origem alemã, é de autoria de Wolfgang von Goethe, em seu poema clássico, inicialmente composto em 1775, retratando o contrato firmado entre Fausto, que enseja o título da composição, e o demônio Mefistófeles.
Seja a partir de sua formatação original de feição mais ortodoxa, ou mesmo, nas inúmeras interpretações e vieses reflexivos que delas se inspiraram, a ideia do dilema moral e espiritual deflagrado pela obra é atemporal.
Na verdade, estamos fadados de alguma maneira a entrar em conflito com nossos ideais e aquilo que é apenas possível fazer, ou ainda, almejar e fantasiar algo que não conseguiremos alcançar por razões variadas, sejam elas impedimentos de ordem material, no sentido de realidade, ou mesmo, os desejos não terem força suficiente para serem bancados e sustentados. Lutamos com o ideal fantasiado e as frustrações encontradas durante o percurso da vida.
Com os olhos voltados para a dualidade do homem, a constante luta entre o bem e o mal, não raro, inserida no próprio indivíduo em seus matizes mais superficiais ou voltados ao âmago do ser, o que se verifica é um terreno fértil à criação artística. Na produção ‘Filme Demência’, de 1987, dirigida por Carlos Reichenbach (1945 – 2012), conhecemos a história de Fausto, vivido por Ênio Gonçalves, um industrial que fabricava cigarros da marca Fênix (talvez este nome possa nos remeter ao final da película, à questão do renascimento da personagem pós-destruição), que tem a falência recentemente decretada.
A partir do fracasso financeiro, existencial e afetivo, pois sua esposa o repudia traindo-o com seu sócio, o personagem embarca numa viagem de autoconhecimento e irresignação consciente ao seu derredor. Um ‘abrir de olhos’ impulsionado pela ciência ou aparência de autonomia pretérita, obliterada pelas brumas da negação e do niilismo, as quais emergem diante de sua nova realidade imposta.
Um homem diante de suas próprias inquietações antes nunca sentidas ou pouco percebidas, sofrendo de perdas fálicas, representadas aqui pelas posses de dinheiro e mulher, que até então tornavam Fausto um sujeito poderoso e “dono de si.” Agora se enxerga fracassado, perdido em seus referenciais, impotente. Em um ímpeto de fúria, faz usufruto de uma arma de fogo (outro recurso simbólico que parece remeter a poder e domínio), comete assassinatos de seus semelhantes masculinos, talvez projeções de seu vergonhoso estado enquanto tal, além de humilhar outras pessoas na cena e rejeitar as investidas de uma mulher que o seduz, numa tentativa de mostrar-se (ainda) desejante e cobiçado.
Após uma tortuosa tentativa de intercurso com a mulher, como que confrontado por sua derrocada rumo ao abismo, o personagem se envereda pelas ruas da São Paulo noturna. A selva de pedra agora como cenário da releitura moderna do clássico anti-herói, intensifica a obscuridade que retrata o atual estado anímico de Fausto.
A fotografia escura e conscientemente lúgubre, atua de forma coadjuvante à própria cidade, indiferente às mazelas de seus habitantes (errantes), mormente seu submundo, a fim de retratar um tom de pessimismo e ausência de perspectiva. Durante a sua jornada, Mefisto, interpretado de forma genial por Emílio Di Biase, se revela diante de Fausto nas mais diversas formas, sempre seduzindo sutil e sorrateiramente.
Nesse passo, enquanto tenta ganhar sua alma, induz o personagem ainda que de forma indireta, a uma vereda libertária em relação ao seu passado cada vez mais longínquo, vetor recorrente das obras de Reichenbach. Parece convidar Fausto rumo a uma nova aventura que se abre diante dos possíveis horizontes, porém, sem antes ter que renunciar ao presente e um suposto futuro.
No passado, havia para Fausto talvez algumas certezas posicionando-se enquanto empresário e homem de família. Agora, os caminhos vindouros são tentadoramente incertos e, quem sabe, surpreendentes. Fausto tem de lidar com o imperativo de Mefisto, que provoca-o apresentando um suposto “paraíso” retratado em seus sonhos e devaneios, ao mesmo tempo que tenta refutar a ceder a tudo isso.
Nestes sonhos, a figura de uma criança aparece intencionalmente em vários lugares nos cenários de suas fantasias. É possível que ela possa nos remeter à ideia de uma infância latente do personagem, como se ele cultivasse um anseio por uma liberdade pueril, brincalhona, leve, que escapasse do mundo sisudo, seco, monótono, angustiante do adulto.
A fotografia do filme, como já mencionada, vem tornar esta realidade ainda mais nauseante, como se não houvesse espaço para colorir a vida. A presença da criança que olha para Fausto traz este frescor, um fio de esperança, um respiro.
De maneira diversa de suas películas pretéritas, financiadas a partir de produtoras privadas, situação comum na Boca do Lixo paulistana, seu reduto inicial, a obra foi filmada a partir de recursos da extinta Embrafilme. Trata-se de uma questão altamente peculiar, pois a empresa Estatal àquela época, já se encontrava rumo à finitude, que seria oficializada no governo Collor concomitantemente a extinção da lei de obrigatoriedade.
Se de um lado, a legislação que fomentava a reserva de mercado para a distribuição e exibição de produções nacionais, quadro favorável às distribuidoras e exibidoras privadas, a Embrafilme irradiava feixes para produções de feições menos comerciais. Decerto, revela-se certa coerência, pois se os filmes anteriores de Carlão, como era conhecido, ainda que imbuídos de sua distinta erudição conseguiram cotejar elementos de erotismo, chanchada e pensamento anárquico libertário, materializando conteúdo facilmente vendável.
Tal era a tônica das produções da Boca do Lixo, títulos montados a partir de recursos próprios objetivando lucro e consequente aplicação nos títulos vindouros. Filmes como ‘A Ilha dos Prazeres Proibidos’ e ‘Império do Desejo’, apesar de sua classificação inicial como espetáculos de pornochanchada, conseguiam verter um conteúdo político e filosófico em meio ao erotismo mercadológico.
Retornando ao peregrino Fausto, interessante notar que se anos antes as produções demonstravam o sucesso da expansão industrial Paulista, como na obra-prima de Luis Sérgio Person ‘São Paulo – Sociedade Anônima’ de 1965, Filme Demência retrata as difíceis condições impingidas ao campo empresarial em meio à crise econômica de meados dos anos 80. Inclusive, Person, professor de Reichenbach na graduação de cinema, é homenageado em algumas passagens no curso do filme com adaptações da trilha sonora, claramente em referência a SP/S.A.
Repise-se, mais do que uma jornada de conhecimento, contraste e confrontos pessoais, Filme Demência revela uma nova fase na carreira do cineasta, pelo qual em um filme altamente intimista, insere elementos autobiográficos tal como a morte prematura do pai e a perda dos bens da família, também oriunda de industriais.
Além da inserção da erudição em citações filosóficas de forma mais sutil, mas não menos profundas e densas, a narrativa a todo momento e instigada pelo pensamento lírico abstrato, como na participação do ator e poeta Orlando Parolini, que aparece em outros filmes do diretor.
De toda sorte não se trata de uma película palatável a todos os gostos, tanto é, que consoante adiantado, foi financiada pela Estatal de cinema, quadro que facilitava a concepção de produções afastadas da roupagem mais popular. Nas palavras do diretor Marcelo Lyra, 2007 na Imprensa Oficial
“Em Filme Demência, optei por uma indústria de cigarros para tirar fora qualquer vínculo cultural da questão da falência. Além disso, vi também muitas pequenas fábricas artesanais de cigarro serem fechadas por pressão das majors do tabaco, já que muitas delas imprimiam suas embalagens na gráfica de meu pai. Também quis fazer uma indústria de cigarros chamada Fênix, para ironizar a tentativa de ressurgir das cinzas.
Outro aspecto interessante é que falência significa também quebra de tradição familiar. Fausto vinha de uma linhagem de pequenos industriais do cigarro, da mesma forma que minha família tradicionalmente trabalhou com gráficas. Em meio à perda financeira, Fausto vê seu casamento desmoronar”.
Aliás, o título já descortina um cenário provocador, (anagrama para filme de cinema), numa proposição aparentemente pleonástica, mas que atua como prólogo às sucessivas disposições e sobreposições de interpretações abertas em relação ao destino do personagem. Enquanto o anticristo materializa-se objetivando sua alma, Fausto, inserido em sua realidade utópica de rompimento com o passado e presente, flutua entre dois extremos, como Dante guiado por Virgílio entre os assombros do inferno e purgatório.
Nas últimas cenas, Fausto acorda na poltrona onde estava sentado no começo do filme, denotando aos que assistem que tudo não passava de um sonho perturbador. Além disso, as ações impulsivas do personagem nos revelam que só seriam possíveis em sonho, pois a realidade não comportaria tais atitudes. Mas será mesmo?
Nesse confronto, teria ele ainda futuro, ou mesmo, sua alma? Caberia a nós, suspender por alguns minutos – tempo do filme – a descrença quanto aos caminhos que Fausto escolheu acreditando ser possíveis ou conformar-se a imagos, distorções, ficções, conjecturas, como no sonho? Cabe ao espectador ponderar e decidir. Ou para os mais ousados, permanecer na dúvida.
Talles Luan Viana Miranda: Poemas ‘Desejo a você’ e ‘A vida’
Logo Jovens TalentosDesejo a você paz em momentos de guerra Criador de imagens do Bing
Desejo a você
Eu desejo a você amor,
Amor em tempos de ódio,
Amor que na terra não há.
Desejo a você alegria,
Alegria em momentos de tristeza,
Paz em momentos de guerra.
E a tristeza? Essa passeia pela terra
À procura de moradia,
Quando ela encontra alma vazia,
Faz dessa o seu lar.
Desejo a você felicidade
Não a ausência de sofrimento,
Mas a fé nos bons momentos
Que hão de vir!
A Vida
Acho que a vida é uma viola;
Viola que ponteia e chora
E por mais que ela produza belos sons
ela continua sendo nem um pouco eclética;
Totalmente melancólica…
Ainda acho que a vida é dor e sofrimento
até por que não me lembro de ter sofrido antes de nascer;
E tenho a impressão de que não sofrerei depois de morrer.
Sobre o autor
Talles Luan V. Miranda
Talles Luan Viana Miranda é natural de Maristela de Minas, município Curral de Dentro/MG, nascido no dia 26/06/2006, atualmente com 17 anos de idade e estuda no 2º ano do Ensino Médio na Escola Estadual Fernão Dias Paes Leme na cidade de Itacambira/MG. Seus poemas mostram nas entrelinhas que a vida sem Cristo não há sentido. De acordo com as suas palavras “Leio pouco porque escolho muito, não é qualquer livro que me agrada, nada superficial me chama atenção, e acho que sou quem sou após ler a Bíblia, não falo isso como um “fiel” mas como pessoa, já li vários outros livros antes de lê-la mas nenhum teve o poder de me transformar. E assim como Jesus mudou o mundo com o Antes de Cristo e Depois de Cristo, ele mudou a minha vida”.
Academia de Intelectuais e Escritores do Brasil e Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes promovem cerimônia conjunta de posse e outorga de honrarias
Logo da AIEB
Logo da FEBACLA
O Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Sorocaba – IHGGS, com sede na Rua Dr. Ruy Barbosa, 84 – Vila Hortência – Sorocaba/SP, será palco de um grande evento na noite no dia 12 de dezembro de 2023, terça-feira, a partir das 19h.
Em seu auditório ocorrerá uma cerimônia conjunta entre a Academia dos Intelectuais e Escritores do Brasil – AIEB, e a Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes – FEBACLA.
Estarão presentes diversas autoridades, além de uma série de acadêmicos e personalidades que serão homenageados pelas duas Instituições, após a execução do Hino Nacional, entoado pela cantora Teresa Baddini, acompanhada do tecladista Gerluis Francisco Nogueira.
Pela AIEB, representada na ocasião por seu Presidente Nacional Dr. Nelson Malzoni (advogado e autor de 49 livros), tomarão posse como acadêmicos, dentre outros, o Maestro Eduardo Pereira (FUNDEC), o Coronel maranhense Carlos Augusto Furtado Moreira, o Vereador de Sorocaba Dylan Roberto VianaDantas, o médico paulistano Dr. Juarez Moraes de Avelar (Hospital Albert Einstein e Presidente da Academia Cristã de Letras para o biênio 2024-2025), as escritoras Laude Kampos e Maria Gorete de Macedo Lira, o advogado e economista Hélio Aparecido de Godoy (ex-vereador e Secretário Municipal), e os doutores e mestres Luiz Henrique Sormani Barbugiani, Luiz Antonio Loureiro Travain e Gilson Roberto de Oliveira Lima.
Pela FEBACLA, uma concorrida cerimônia de homenagens liderada pelo seu Presidente Nacional Dom Alexandre da Silva Camêlo Rurikovich Carvalho, também conhecido como Príncipe das Artes, cujo trabalho cultural, acadêmico e literário é reconhecido em nível global, e também Presidente da Embaixada Cultural da Paz, e de diversas outras Instituições, inclusive entidades detentoras de Títulos Reais e Nobiliárquicos.
Dom Alexandre, pessoalmente, estará nomeando novos Embaixadores Culturais da Paz, Comendadores, Acadêmicos Imortais e concedendo Títulos Dr. Honoris Causa através das Instituições que representa. Em Sorocaba, Dom Alexandre assina o livro dos visitantes ilustres do Gabinete de Leitura e foi diversas vezes homenageado pela Câmara Municipal dos Vereadores, bem como pela Prefeitura de Sorocaba.
Evento concorrido, contará ainda com a presença dos maiores fotógrafos da região, representantes do Poder Público, e da cobertura da imprensa local.
Os interesse em conhecer ou fazer parte da Academia dos Intelectuais e Escritores do Brasil deverão entrar em contato direto com o Dr. Nelson Malzoni, pelo Whatsapp (15) 99148-1409. De igual maneira, entrar em contato direto com Dom AlexandreRurikovich Carvalho, os que desejarem fazer parte do evento e das homenagens ali auferidas, pelo Whatsapp (21) 98264-5612.
No Quadro de Colunistas do ROL, a versatilidade literária de Priscila Mancussi
Os textos literários de Priscila Mancussi vêm assinado com a alma da poetisa!
Priscila Mancussi
Priscila Christine Mancussi, natural de Cubatão/SP, e residente em Sorocaba/SP, é professora e poeta.
Iniciou seus escritos em 2002. A partir de 2011, começou a receber os galardões poéticos: o poema Silencia foi selecionado pelo Grupo Coesão Poética. Em 2014, o poema Súbito foi selecionado no concurso Sarau Brasil 2014.
Em 2016, outro poema publicado pela seleção no 15º Concurso do CNE Vital. Em 2017 o poema A Busca, foi selecionado pela revista digital Aspas Duplas, além de outras participações em antologias como Talento Poético 2015.
Em 2017 a poesia Horizonte foi selecionada pela Revista Poesia. Em 2019 as poesias O frio desses dias, Por falar em dor, Gelo e Diversão foram selecionadas em 1º lugar pelo Concurso Poesia Premiada, além de outros concursos e da criação e orientação do Projeto Jovens Escritores na Rede Pública de Ensino de São Paulo, na cidade de Sorocaba.
É Coordenadora do Movimento Cultivista Café com Poemas Sorocaba, faz parte do Clube de Escrita de Sorocaba, divulga artistas nacionais, parceira de Clube de Lu e Consultora literária da Editora Nova Sabores.
Em 2023 lançou o livro A festa do Pererê e A pequena Paloma e seus amigos e no mesmo ano recebeu o prêmio Polímata como Referência Literária.
Trabalha como divulgadora e consultora literária, e… adora o Saci!
É esta versátil literata que o Jornal ROL tem o prazer de apresentar aos seus leitores. E Priscila Mancussi os contempla com o pungente poema Revogo, em homenagem ao Dia da Consciência Negra (20 de novembro).
Revogo
Brada a voz entre os porões de navios carregados de gente onde dores são resistências Criador de Imagens do Bing
Brada a voz entre os porões De navios carregados de gente Onde dores são resistências E não há o que cale A voz de quem quer falar
Mesmo sem privilégios Sem lugar de fala Despidos pela ignorância Julgados pela arrogância
Gente que mostra suas glórias Ecoa suas vozes Escreve suas histórias E não se acovarda de medo
Gente que revoga seus direitos Encara a sua luta Se apresenta sem temor Mostra sua força com ardor
De chicotes e açoites A palavras em versos Escritas por Machados, Castros, Carolinas e tantos outros Que se ergueram em revelia
De correntes e angústias Aos palcos de Pixinguinha Lázaro, Alcione, Taís e tantos Que brilharam suas alegrias
Sua vozes são suas verdades Seus corpos insistem em dizer Que resistir não é escolha É resposta de quem luta para viver
Basta de tanta hipocrisia Basta de cor que privilegia Somos todos gente E gente que não silencia!