Entre cruzes e rosas

Resenha do livro “Entre cruzes e rosas”, de coautoria de Luana Leites e Michelle Jardim, pela Editora Uiclap.

Capa do livro, "Entre cruzes e rosas", em coautoria de Luana Leites e Michelle Jardim, pela Editora Uiclap.

RESENHA

Uma obra poética que reúne os mais caros e sublimes sentimentos de duas jovens poetisas.

Com textos cheios de maturidade, elas nos levam a momentos de pura sensibilidade com poemas inspiradores, cheios de amor, fé, amizade e muitos outros temas.

Um livro delicado, para ler devagar, sentindo cada palavra.

Super recomendo!!

Assista à resenha do canal @oqueli no Youtube

SOBRE A OBRA

Este livro foi idealizado por Luana Leites, em uma viagem para Aparecida do Norte, interior de São Paulo.

Num momento de descanso em um hotel em São Paulo, ela decide registrar todas as emoções vividas nesta experiencia de fé, onde se sentiu escolhida pelo Criador para realização desta obra.

Michelle Jardim recebeu o convite para coautoria desta livro com muita honra.

Ela nos conta que espera que todos ao lerem se apaixonem por esta obra.

São escritas muito diversas, mas que se encaixam perfeitamente.

Uma delicadeza de leitura!

SOBRE AS COAUTORAS

Imagem de Luana Leites, coautora do livro "Entre Cruzes e Rosas", pela Editora Uiclap

Luana Vitória Mariano Leites, natural de Porto Alegre, tem 23 anos.

Seus pais Neri Leites e Iracilda Rigol, desde cedo notaram que Luana mostrava interesse por assuntos literários.

Ela cursou ensino médio na escola Dr. Glicério Alves, onde estudou linguagem e comunicação, introdução e fundamentos a biblioteconomia.

Cursou sistema para internet na Escola Técnica QI.

Dedicada à leitura e escrita, participou do projeto ‘Galera Curtição’ e do livro “Tecendo Palavras, Construindo Ideias”.

Membro da Confraria Poetas Livres de Bagé.

Trabalhou na Produtora FênixArt durante alguns meses.

Concedeu matéria ao Jornal Zenger News pelo seu projeto internacional “Diário Poético”.

Atualmente, participa da “Coletânea Internacional Mulheres Notáveis” , promovida pelo Institute Cultive e participa da “Antologia Internacional Uni-Verso Poético”.

Michelly Jardim, 24 anos nascida em Porto Alegre, mas atualmente reside em Bage/RS.

Escritora há mais de 10 anos.

Imagem de Michelle Jardim, coautora do livro "Entre Cruzes e Rosas", pela Editora Uiclap.

Membro da Confraria de poetas livres de Bagé.

Autora do “Meus Eternos Rascunhos”.

Criadora do projeto “4 Amigas, poucas palavras e um café.”

Coautora de “Entre Cruzes e Rosas”.

Também participou de diversas Antologias como: “Universo Poético”, “Poesia Viva”, “FênixArt e seus talentos”, “Viva Poesia Todo Dia”, “Pólen: Mulheres Notáveis”, entre outras.

Organizadora da Antologia “Metamorfose: poesia e evolução” dentro do projeto 4 amigas.


Escrever é o que faz eu me sentir viva. É o que me ajuda a ter força para tolerar os momentos difíceis e a eternizar os momentos bons.”

Michelle Jardim


OBRA DAS COAUTORAS

Capa do livro "Entre cruzes e rosas" de Luana Leites e Michelle Jardim, pela Editora Uiclap

ONDE COMPRAR


Resenhas da colunista Lee Oliveira




Quando a máscara cai: quem está disposto a encarar os próprios defeitos?

Ficção-novela da mineira Jerusa Furbino evidencia as imperfeições humanas em uma história sobre preconceitos e segredos guardados a sete chaves

Capa do livro 'Inimigo Oculto', de Jerusa Furbino
Capa do livro ‘Inimigo Oculto’, de Jerusa Furbino

Encarar os próprios defeitos é tarefa que nem todos estão dispostos a enfrentar. Para quebrar essa barreira, a escritora mineira Jerusa Furbino propõe uma jornada de encontro com as imperfeições humanas por meio do livro Inimigo oculto.

Nesta ficção-novela, ela desvenda as complexidades da convivência familiar, aborda questões existenciais e põe à prova a máxima de que as pessoas nem sempre são o que aparentam, afinal, carregam consigo preconceitos e segredos velados.

Em um passeio entre a capital e o interior de Minas Gerais, a narrativa retrata o comportamento da família Silva Rabelo,  que decide substituir o tradicional “amigo secreto” de Natal por uma técnica terapêutica ousada: o Inimigo oculto.

Proposta por Bruno, estudante de psicologia, a brincadeira desafia os participantes a descreverem a pessoa secreta sorteada com um defeito, sem receber questionamentos.

À medida que as máscaras caem e segredos vêm à tona – como traição, corrupção, preconceitos e rejeição de um filho gay –, os personagens precisam aprender a lidar com raiva e mágoas, mas também a se reconhecerem no amor e no perdão.

Desta forma, a autora faz pensar sobre a importância da convivência familiar, o respeito pelas individualidades e o valor da coragem de quem decide enfrentar as sombras da própria personalidade.

[…] Seguindo adiante, gostaria de dizer que meu “inimigo oculto” é quase
considerado um santo por muitos que estão sentados nessa roda de ódio natalina,
todavia, quando a namorada vira as costas, adora dar em cima das outras mulheres,
inclusive eu já fui vítima da sua conversinha mole sobre sexo tântrico, yoga e poliamor!

(Inimigo oculto, págs. 34 e 35)

Narrado de forma fluida, como em um roteiro de novela, o livro carrega ilustrações do multiartista e poeta Dione Machado, um dos fundadores do “ColetiVoz”, grupo de poesia marginal mais antigo de Belo Horizonte. As imagens dão dinamicidade ao enredo que, apesar das intrigas e reviravoltas, termina com uma mensagem de aceitação, amor e união.

Pensada pela autora como ferramenta de exploração emocional, a obra dá brechas para que o leitor reconheça a si mesmo e a própria família na história. Para Jerusa Furbino, a abordagem pode se tornar um trampolim para a evolução pessoal. “Somente quando conhecemos nossas sombras, podemos fazer brilhar nossa luz”, complementa.

FICHA TÉCNICA

Título: Inimigo oculto

Autora: Jerusa Furbino

ISBN: 978-65-00-79275-1

Páginas: 128

Preço: R$ 50,00 | R$ 24,99 (e-book)

Onde comprar: Com a autora | Amazon

Sobre a autora

Jerusa Furbino
Jerusa Furbino

Jerusa Furbino é natural de Governador Valadares (MG) e tem vários papéis no mundo: mãe, mulher, dona de casa, advogada por formação e poeta por paixão.

Atualmente faz da escrita sua trilha diária, com dois livros de poesias já publicados, Rabiscos e Luto – Um passeio da poesia entre o substantivo e o verbo, e também a obra de contos Catarse Literária.

Participou de diversas antologias poéticas, tendo destaque Mexerica, onde assina com seu pseudônimo Ponto Jota na poesia erótica.

No final de 2022, teve sua poesia “Indagações” como vencedora do primeiro lugar no Prêmio Nacional de Literatura de Clubes.

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Pondé lança livro sobre a imperfeição da natureza humana

Filósofo faz pensar sobre o aperfeiçoamento humano a partir dos conceitos de perfectibilidade e imperfectibilidade

Capa do livro 'Diálogos sobre a Perfectibilidade e Imperfectibilidade Humana', de
 Luiz Felipe Pondé
Capa do livro ‘Diálogos sobre a Perfectibilidade e Imperfectibilidade Humana’, de
Luiz Felipe Pondé

Será possível aos homens se aperfeiçoarem, de fato, com o passar do tempo e com as experiências adquiridas? Em Diálogos sobre a natureza humana, o renomado filósofo e professor Luiz Felipe Pondé traz uma discussão complexa e, para alguns, talvez um tanto polêmica, ao colocar em xeque a ideia da natureza perfeita e imperfeita do ser humano.

Ao revisitar de maneira aprofundada o tema – anteriormente abordado por ele no livro O homem insuficiente –, o autor entrega conceitos importantes aplicados às vivências contemporâneas.

Mas o que são os conceitos de perfectibilidade e imperfectibilidade? Para pensadores como Jean-Jacques Rousseau, com os quais Pondé dialoga na obra, a perfectibilidade é a capacidade do ser humano de evoluir, não no sentido darwinista, mas de melhorar a sociedade por meio do desenvolvimento moral e intelectual do indivíduo.

Por outro lado, a imperfectibilidade, presente em muitas tradições religiosas, sugere que a humanidade é inerentemente imperfeita. O filósofo aprofunda o debate entre esses dois pensamentos distintos, desde a Grécia Antiga, passando pelo Cristianismo até o Iluminismo.

O grande trunfo da defesa da perfectibilidade é achar
}que só há esperança se há perfectibilidade,
e aí a esperança fica hipotecada, o tempo todo,
ao otimismo como estrutura do mundo –
o que é, evidentemente, falso. 
(Diálogos sobre a natureza humana, p. 225)

A leitura de Diálogos sobre a natureza humana ajuda a entender o cenário mundial, cercado por guerras, disputas territoriais, colapso do meio ambiente, declínio das economias e avanço do fanatismo. Com uma abordagem filosófica, Luiz Felipe Pondé lança sua reflexão crítica sobre o comportamento humano sob a ótica da perfectibilidade para, em seguida, colocá-la ao agudo exame da dúvida.

FICHA TÉCNICA:

Título: Diálogos sobre a natureza humana – Perfectibilidade e imperfectibilidade

Autor: Luiz Felipe Pondé

Editora/selo:nVersos

ISBN: 978-65-87638-93-5

Formato: 14 x 21 cm

Páginas:256

Preço: R$ 59,90

Preço e-book: R$ 42,90

Links de venda do livronVersos Editora | Amazon | Amazon E-book

Sobre o autor

Luiz Felipe Pondé

Luiz Felipe Pondé, renomado filósofo e escritor brasileiro, nascido em Recife – PE, é também palestrante, colunista da Folha de S. Paulo, diretor do laboratório de política, comportamento e mídia da PUC-SP e apresentador do programa Linhas Cruzadas, transmitido pela TV Cultura.

É autor dos livros “Contra um Mundo Melhor”, “Marketing Existencial”, “Do Pensamento no Deserto”, “Guia politicamente incorreto da filosofia”, “Conhecimento na Desgraça”, “O Homem Insuficiente”, “Crítica e Profecia”, entre outros.

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SOBRE A EDITORA:
A nVersos Editora lançou o primeiro livro em 2011 e, desde então, segue aprimorando continuamente o catálogo, a fim de garantir a pluralidade de leitores e de saberes. O objetivo principal da editora é a superação e a expansão do conhecimento, por isso tem como missão publicar obras que façam parte da busca por novos conhecimentos e que proporcionem o enriquecimento intelectual do leitor, ao contribuir para a propagação da publicação de livros relevantes para resolução de problemas e na formação cultural de todos. problemas e na formação cultural de todos.

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Livro mostra o amor como fio condutor da vida

Nem tudo é tragédia nos romances policiais

Capa do livro 'apenas um esbarrão'
Capa do livro ‘apenas um esbarrão’
Divulgação / Eloy de Oliveira

Em ‘apenas um esbarrão’, o escritor Eloy de Oliveira conta a história de uma mulher que se abre para novos relacionamentos depois de muitos anos, mas por isso também se envolve em um suspense mortal

O que poderia ter sido Apenas um esbarrão, como diz o título do novo livro de Eloy de Oliveira, coloca a repórter Clarice no meio de uma série de eventos mortais e crimes aterrorizantes. Há muitos anos desacreditada do amor, ela dá uma chance a novos relacionamentos depois que colide com o delegado André Freitas a caminho do trabalho – e é assim que situações inimagináveis começam.

Até este encontro, a jornalista tinha a convicção de que nunca mais se apaixonaria. Após se envolver em relações frustrantes e abusivas, decidiu focar apenas na criação da filha e na busca por sucesso profissional. Alcançou os dois objetivos: tornou-se uma renomada repórter de cultura e a filha já está prestes a se formar em Psicologia. Mas, romântica desde sempre, sente um vazio devido à falta de um namoro saudável e estável.

Não é uma “solidão feliz”, como Sofia define. É uma carência específica. Clarice não deixou de acreditar no amor, mas só admite voltar a pensar em ter um novo relacionamento se encontrar alguém que realmente a ame. Como não encontra, prefere ficar sozinha. (Apenas um esbarrão, pg. 24)

Tudo parece seguir conforme os sonhos traçados quando inicia uma relação com o profissional responsável pelo comando da polícia. Atencioso, simpático e bem-humorado, a protagonista o considera diferente dos homens do passado. Mas apenas um envolvimento profundo e o tempo poderão dizer se a imagem que tem dele é verdadeira.

Com capítulos curtos, um texto repleto de diálogos e vários mistérios a serem resolvidos, Eloy de Oliveira narra os acontecimentos a partir de uma perspectiva feminina com o intuito de apresentar a luta íntima da personagem principal para superar traumas do passado e batalhar pelo amor. Além de ser um romance policial, esta obra também mostra que é possível ser feliz apesar das tragédias da vida.

O autor explica: “O livro defende que o amor é o fio condutor da vida de cada um de nós e que é por ele que lutamos diariamente. Mas não é só sobre o amor romântico, é também sobre o amor por nós mesmos, por nossos ideais e por nossa vida. É esse amor que vence no final e que, sem ele, não seríamos nada. Clarice é uma heroína em busca desse amor, apesar de a vida lhe trazer o que de pior podia experimentar”.

FICHA TÉCNICA

Título: Apenas um esbarrão
Autor: Eloy de Oliveira
ASIN: B0CGMC8MPS
Páginas: 152
Preço: R$ 14,90 (e-book)
Onde comprar: Amazon

Sobre o autor

Divulgação / Bruna Curti

Nascido em Pederneiras e morador de Salto, no interior de São Paulo, Eloy de Oliveira é jornalista e gestor de marketing especializado em Comunicação Integrada e em Gestão de Crise. Atualmente, é o editor responsável pelo jornal Primeira Feira e articulista do veículo Taperá.

Na carreira literária, pertence à Academia Saltense de Letras e já trabalhou em 19 livros de crônicas, poesias, contos, ensaios e romances. Em 2020, venceu o concurso de crônicas realizado pelo Clube de Autores, com o texto “Se beber, é batata”, que foi publicado na coletânea “Crônicas de Quarentena”.

Títulos mais recentes do escritor são “Catarina – A maturidade não é doce” e “Apenas um esbarrão”.

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Canção da paz

Sergio Diniz da Costa: Poema ‘Canção da paz’

Sergio Diniz
Sergio Diniz
A paz é uma brisa para todos respirarem
A paz é uma brisa para todos respirarem
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Se o sacrifício de minha vida

Valer o silenciar da voragem

De um mundo consumido por guerras,

No altar da inconsequência humana

Imolarei meu corpo,

Para que a curta existência

De um pobre mortal,

Guerreiro de si mesmo,

Seja espalhada aos ventos

Pelas sendas de um mundo

Onde homens de corações flamejantes

Incendeiam sonhos de paz!

Sergio Diniz da Costa
(Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012)

Contatos com o autor

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Tempo de agradecer

Denise Canova: Poema ‘Tempo de agradecer’

Denise Canova
Denise Canova
Tempo de felicidade
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Tempo de agradecer

Tempo de ser grata

Tempo de felicidade

A poesia está dando frutos

Eu estou feliz e grata

Obrigada, Senhor!

Dama da Poesia

Contato com a autora

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Inscrições abertas para outorga de Título Doutor Honoris Causa

Estão abertas inscrições para quem se interessar em pleitear um Título Doutor Honoris Causa do Centro Sarmathiano de Altos Estudos Filosóficos e Históricos em parceria com a Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes

Logo do Centro Sarmathiano de Altos Estudos Filosóficos e Históricos
Logo do C.S.A.E.F.H.

Logo da FEBACLA
Logo da FEBACLA

De conformidade com o Edital nº 01102.20/2023, estão abertas inscrições para quem se interessar em pleitear um Título Doutor Honoris Causa do Centro Sarmathiano de Altos Estudos Filosóficos e Históricos em parceria com a Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes.

O Centro Sarmathiano de Altos Estudos Filosóficos e Históricos fará a concessão de Títulos Honoris Causa nas seguintes áreas:

Literatura, Belas Artes, Arte Fotográfica, Administração, Cultura Popular Brasileira, Jornalismo, Arquitetura e Urbanismo, Filosofia, Educação, História, Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural, Ciências Jurídicas, Direitos Sociais e Humanitários, Música, Comunicação Social, Psicanálise e Psicologia.

A outorga do Título Doutor Honoris Causa consistirá na concessão de Diploma e Medalha.

A Solenidade de outorga será realizada no dia 18 de novembro de 2023, às 15h.

LOCAL: Auditório da Universidade Estácio de Sá. Rua Nilza Chiapeta Fadigas, 488 – Várzea Teresópolis – RJ.

Evento virtual: 16 de dezembro às 15h. (Plataforma Google Meet)

Informações:

WhatsApp (21) 98264-5612 (Solicite o edital)

domalexandrecarvalho@gmail.com

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