Expo D. Pedro Matsuri agita fim de semana em Campinas

Festival, que é realizado pelo Expo D. Pedro, acontece de 3 a 5 de novembro. A entrada é de graça

Cantora Karen Ito
Cantora Karen Ito
Divulgação

O festival Expo D. Pedro Matsuri vai transformar um dos maiores espaços multiuso do interior paulista em um “pedaço do Japão”. A programação conta com os principais nomes do meio cultural e artístico da comunidade nipo-brasileira do País, com workshops e exposições, além de uma praça de alimentação dedicada à gastronomia oriental.

“Serão diversas atrações, como shows musicais de estilo enka e j-music, danças típicas, apresentações de taikô, os tambores japoneses, exposições e ilhas de experiência de bonsai, ikebana, oshibana, origami e kirigami e um workshop de gastronomia. Teremos ainda o bon odori, que é a alma dos festivais de cultura japonesa”, afirma Sergio Takao Sato, CEO da Tasa Eventos e um dos principais organizadores de eventos de cultura japonesa no Brasil.

A cultura pop do Japão se faz representar no festival com shows de anime songs, tokusatsu music show, desfile e concurso cosplay, concurso de anime song dance, exposição e workshops de mangá e pixel art. Uma área será reservada também aos board games.

Entre as atrações confirmadas estão Ryukyu Koku Matsuri Daiko com seus tambores festivos, Wadan Taiko Ensemble, Wadaiko Tsubame, os cantores Karen Ito, Pamela Yuri, Ricardo Cruz e Joe Hirata, o show de Diogo Miyahara e a Akatsuki Band.

O festival promovido pelo Expo D. Pedro é palco também para o concurso Miss Nikkey Campinas.

Atração nos principais festivais japoneses do Brasil, o Sky Bridge Experience, originariamente desenvolvido para os planetários do Japão, vai permitir que o público aprecie, através de realidade virtual, música, artes plásticas e cênicas produzidas por artistas japoneses e brasileiros.

Segundo a superintendente do Complexo Expo D. Pedro, Marceli Oliveira, além de sushi, sashimi, tempurá e outras especialidades, pratos como takoyaki (bolinho de polvo) e okonomiyaki (panqueca frita), que não se encontram facilmente nos restaurantes do País, poderão ser apreciados pelo visitante.

Realizado pelo Expo D. Pedro e organizado pela Tasa Eventos, o Expo D. Pedro Matsuri tem o apoio do Instituto Cultural Nipo-Brasileiro de Campinas, da Fundação Japão, Prefeitura de Campinas e do Campinas e Região Convention & Visitors Bureau. A entrada do evento será gratuita.

EXPO D. PEDRO MATSURI

03/11 (sexta-feira), das 18h às 22h

04/11 (sábado), das 10h às 22h

05/11 (domingo), das 10h às 20h

Entrada: GRATUITA

Expo D. Pedro

Av. Guilherme Campos, 500, Bloco II, Jd. Santa Genebra – Campinas (SP)

Mais informações: expodpedromatsuri.com.br

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‘A Verdade de Cada um’ será lançado nesta sexta-feira

Através de uma linguagem simples, e certa dose de humor, a escritora, através de suas personagens, leva-nos a refletir sobre as nossas escolhas

Capa do livro 'A Verdade de Cada Um', de Laude Kämpos
Capa do livro ‘A Verdade de Cada Um’, de Laude Kämpos

A escritora Laude Kämpos, que recentemente teve seu livro ‘Registros de Muitas Vidas’ premiado no Prêmio Sorocaba de Literatura 2023, receberá em noite de autógrafo, nesta sexta-feira, dia 03 de novembro, às 19h, no auditório do Grand Hotel Royal, no centro Sorocaba-SP, amigos, autoridades, personalidades e simpatizantes da literatura para o lançamento do livro ‘A verdade de cada um‘.

A autora, reconhecida por sua fina habilidade para escrever sobre o cotidiano, presenteia-nos com mais uma obra encantadora: ‘A Verdade de Cada Um’, contos diversos. Através de uma linguagem simples, e certa dose de humor, a escritora, através de suas personagens, leva-nos a refletir sobre as nossas escolhas. Cada um traz sua ‘essência’, a sua verdade. Defenda a sua verdade na mesma medida que respeita a verdade alheia.

Divirta-se com:

– Gatilhos para enriquecer;

– Despreconceito à mesa;

– Diferença entre ouvir e escutar;

– Nem todo abraço é carinho;

– Sorte é para quem tem;

– Nem tudo é mi, mi, mi , e muito mais.

SERVIÇO

Livro: ‘A verdade de cada um’

Autora: Laude Kämpos

Data: 03 de novembro

Horário: 19h

Local: Grand Hotel Royal – Rua Álvaro Soares, 451 – Centro de Sorocaba-SP.

Contatos com a autora

* Saite é a forma aportuguesada da palavra inglesa site, de acordo com o Manual de Estilo e Redação do Jornal Cultural ROL.

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Livro ‘Sorocabanas’ retrata, também, vida de mulheres de Porto Feliz

Dentre as diversas biografias contidas no livro está a de Ursulina Lopes Torres que foi a primeira médica de Sorocaba e de Porto Feliz

Capa do livro 'Sorocabanas - A Mulher na História de Sorocaba
Capa do livro ‘Sorocabanas – A Mulher na História de Sorocaba

O livro ‘Sorocabanas – a mulher na História de Sorocaba’, recém-publicado pelo escritor e Historiador Carlos Carvalho Cavalheiro retratou diversas mulheres que têm alguma relação com a cidade de Porto Feliz.

Dentre as diversas biografias contidas no livro está a de Ursulina Lopes Torres que foi a primeira médica de Sorocaba e de Porto Feliz. Nascida em Sorocaba no ano de 1882, Ursulina possui familiares em Porto Feliz. Formou-se como Farmacêutica em 1901 e, em seguida, em Medicina em 1929. Clinicou em Porto Feliz e em Sorocaba. Faleceu em 14 de abril de 1949 e está sepultada no Cemitério Municipal de Porto Feliz.

Outra porto-felicense retratada no livro é Benedita Toledo Silva Alves, que nasceu em 31 de outubro de 1940, na Fazenda Engenho D’Água. Formou-se na Escola Normal de Porto Feliz em 1961. Foi professora concursada na rede municipal de Sorocaba, lecionando nas escolas Lar Escola Monteiro Lobato, na Escola do Jardim dos Estados e Escola do Jardim Betânia, onde se aposentou como coordenadora pedagógica.

Em 2012 foi uma das participantes do documentário ‘Negros Nós’, série documental coordenada por Werinton Kermes e produzida pelo Centro Cultural Quilombinho em parceria com a Associação Cultura Votorantim. No dia 25 de julho de 2017, por iniciativa do vereador João Donizeti Silvestre, a professora Benedita Silva de Toledo Alves recebeu a Comenda Referencial de Ética e Cidadania. Faleceu aos 81 anos no dia 2 de setembro de 2021.

A ‘Primeira grande comunicadora’ do Rádio sorocabano foi a porto-felicense Zilá Gonzaga. Nascida Francisca Gonzaga, Zilá nasceu em Porto Feliz no dia 6 de janeiro de 1934. Veio para Sorocaba junto com seus pais que adquiriram uma casa na rua Júlio Ribeiro, na Vila Santana. Iniciou sua carreira como radialista em 1950. Antes, no fim da década de 1940, cantou como caloura – sem remuneração – na rádio PRD-7 (depois Rádio Clube).

Na década de 1980 trabalhou em rádio-emissoras de São Paulo (capital). Retornando a Sorocaba, trabalhou na Rádio Ipanema e na Rádio Cacique. Nessa última, criou o programa dedicado ao cantor e compositor Roberto Carlos: a ‘A Hora do Rei’, apresentado aos domingos. No dia 13 de maio de 2021, Zilá Gonzaga faleceu, vítima de complicações de um câncer, sendo sepultada no Memorial Park em Sorocaba.

Alzira Belline das Neves era uma famosa benzedeira que viveu em Sorocaba até o final de sua vida em 16 de julho 2018, aos 93 anos de idade. Nasceu em em 29 de abril de 1925 em Porto Feliz, no Bairro dos Sete Fogões, mas foi registrada em Capivari, sendo essa cidade, oficialmente, a sua terra natal. Alzira Belline das Neves foi um exemplo de mulher guardiã de conhecimentos milenares: sabia benzer praticamente para qualquer problema, mas, também, conhecia sobre as funções medicinais das ervas, as rezas “fortes” e os rituais para abrandar as tempestades, o contato com o mundo espiritual, as intuições aguçadas.

Olga Domingues Camilo foi uma líder comunitária, fundadora e diretora de escola de samba em Sorocaba. Nascida na cidade de Porto Feliz, em 14 de julho de 1944, Olga Domingues , ainda criança, foi trabalhar como babá em São Paulo, estudando em “colégio de freira”. Mas retornou logo depois para o convívio dos pais em Porto Feliz.

Seu pai era rezador e muito religioso. Por esse motivo, Olga passou toda a infância e adolescência participando de festas religiosas e tendo contato com diversas comunidades. Olga mudou-se para Sorocaba após casar-se em 21 de setembro de 1963 com Antônio Benedito Camilo, passando ambos a residir na Vila Fiori. No bairro, Olga logo se destacou por promover festas para as crianças. No entanto, talvez a memória de maior destaque sobre a sua vida tenha sido a fundação da Escola de Samba “Estrela da Vila”.

Em fevereiro de 1984, a imprensa local anunciava que o carnaval de rua teria uma nova escola de Samba, “a Estrela da Vila Futebol e Samba, uma escola pequena formada por moradores da Vila Fiori e bairros vizinhos” (CRUZEIRO DO SUL, 4 fev 1984, p. 8). Faleceu no dia 11 de março de 2018, vítima de falência múltipla de órgãos.

Curiosamente, todas as porto-felicenses retratadas no livro do professor Carlos Cavalheiro eram afrodescendentes, com exceção de Ursulina Torres.

O livro ‘Sorocabanas – a mulher na História de Sorocaba’ será lançado oficialmente durante a realização da FLAUS (Feira do Livro e Autores Sorocabanos), a ser realizada nos dias 8 a 10 de dezembro, nas dependências do SESC Sorocaba

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Cia. Paulista de Dança apresenta o espetáculo Giselle

Com direção de Adriana Assaf, o ballet clássico de repertório narra emocionante história de amor, traição, perdão e redenção

Cena do espetáculo 'Gisele'
Crédito: Renan Livi
Baixe aqui mais fotos do espetáculo
Baixe aqui o teaser do espetáculo

Cia. Paulista de Dança encena sua versão para Giselle, considerado um dos balés clássicos de repertório mais famosos do mundo. O espetáculo, dirigido por Adriana Assaf, tem apresentações no Teatro Sérgio Cardoso entre 17 e 26 de novembro, às sextas, às 20h30, aos sábados, às 16h e às 20h30, e aos domingos, às 16h.

Encenado originalmente em 1840 pela Ópera Nacional de Paris, com coreografia de Jules Perrot e Jean Coralli, o balé romântico foi composto em dois atos por Adolphe Adam sobre um libreto de Jules-Henri Vernoy de Saint-Georges e Théophile Gautier. Trata-se de uma história de amor, traição, perdão e redenção.

O espetáculo da Cia. Paulista de Dança é estrelado pelos primeiros-bailarinos Larissa Luna (Giselle), Livia Cassante (Mirtha), Paulo Vitor Rodrigues (Albretch) e Marcos Silva (Hilarion).

A história se passa em uma pequena vila na Europa, onde Gisele, uma camponesa apaixonada pela dança, vive com sua mãe viúva. A jovem apaixona-se por Albrecht, que finge ser camponês para conquistar seu coração. Eles planejam se casar, no entanto, Giselle descobre o amado é, na verdade, um nobre prometido em casamento a outra mulher, chamada Bathilde. Devastada com a traição, a protagonista enlouquece e morre de tristeza e decepção.

No segundo ato, a jovem desiludida retorna ao mundo como uma Willis, o espírito de uma noiva abandonada que dança na madrugada em busca de vingança contra os homens que a enganaram. Myrtha, a rainhas das Willis, ordena que Giselle dance com seu ex-noivo até a morte.

Entretanto, Giselle ainda ama Albrecht e perdoa-o. Para salvá-lo, ela convoca a ajuda dos espíritos da natureza e lhe concede o perdão final. Giselle, então, retorna à sepultura e Albrecht lamenta a perda de seu amor.

Escrita em pleno século XIX, a emocionante história de Giselle combina o amor romântico, a tragédia, o sobrenatural e a redenção. A obra-prima do romantismo foi um sucesso imediato em 1840 e, desde então, tem sido montada por companhias de todo mundo em forma de ópera, musical e até filmes.

SINOPSE

Um dos balés românticos mais famosos do mundo, Giselle narra o drama de uma jovem camponesa que ama dançar e apaixona-se perdidamente por um nobre que esconde para ela o fato de já estar prometido a outra mulher. Quando descobre a traição, ela morre de desgosto e retorna sob a forma de Willis, o espírito de uma noiva abandonada que dança na madrugada em busca de vingança contra os homens que a enganaram.

FICHA TÉCNICA

Direção Artística: Adriana Assaf

Direção Executiva / Produção: Robson Luna

Primeiros Bailarinos: Larissa Luna, Paulo Vitor Rodrigues e Marcos Silva

Solistas: Giovanna Gomes, Murillo Miron, Livia Cassante, Isis Antonelli, Jonas Moraes, Hellen Santos

Corpo de Baile: Cia Paulista de Dança

Contras Regras: Luis Carlos Massaro, Luciano Mussa  

Iluminação: Vinicius ( VS Iluminação)

Fotos: Renan Livi

Figurinos: Albertini, Zize Pereira, Marcia Massonato

Cenografia: Carlos Alberto Belarmino, Adilson Vieira

Filmagem: Reflex Video, VOX TV

Realização: APDAA – Associação Paulista de Dança

Personagens:

Giselle- Larissa Luna e Giovanna Gomes 

Albrecht – Paulo Vitor Rodrigues e Marcos Silva

Hilarion- Marcos Silva e Murillo Miron

Myrtha – Livia Cassante e Ísis Antonelli

Paysant – Murillo Miron, Jonas Moraes e João Victor Maciel,

Giovanna Gomes, Helen Fernandes e Bianca Berloffa

Paysant casais- Luiza Toledo e Igor Tavares, Eduarda Ferreira e Matheus Pino

Bertha – Luciana Basso

Wilfrid – Geasi Rodrigues e Felipe Camarotto

Rei- Italo Rodrigues / Giasi Rodrigues

Bathilde- Amanda Gonzaga

Zulma e Moyna – Glenda Franco, Amanda Freitas, Giovanna Gomes, Laís Mello

SERVIÇO

Giselle, com Cia. Paulista de Dança

Apresentações: 17 a 26 de novembro, às sextas-feiras, às 20h30; aos sábados, às 16h e às 20h30; e aos domingos, às 16h.

Teatro Sérgio Cardoso – Rua Rui Barbosa, 153, Bela Vista

Ingressos: R$50 (inteira) e R$25 (meia-entrada)

Venda online em https://bileto.sympla.com.br/event/88022/

Bilheteria: de terça a sábado, das 14h às 19h, e vendas para o espetáculo do dia, das 14h até o início do espetáculo.

Duração: 105 minutos

Classificação: 10 anos

Acessibilidade: teatro acessível a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. 

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Um saci em festa

Dia 31 de outubro é o Dia do Saci. Para comemorar esse duendezinho do nosso folclore, a escritora Priscila Christine Mancussi publicou seu primeiro livro infantil: ‘A festa do Pererê’

'A Festa do Pererê'
‘A Festa do Pererê’

Dia 31 de outubro é o Dia do Saci. É do Halloween, também. E é para comemorar esse duendezinho do nosso folclore que a escritora e poeta Priscila Christine Mancussi publicou, nesse mesmo mês, o seu primeiro livro infantil “A festa do Pererê”.

O livro, publicado pela Editora Novos Sabores, acompanha um kit de atividades e de sequência didática. “Foi difícil dissociar a escritora da professora”, confessa Priscila Mancussi. Nascida na Baixada Santista, casada, professora e poeta, Priscila reside na cidade de Sorocaba/SP, onde é professora dos primeiros anos do Ensino Fundamental na Escola Municipal Norma Justa Dall’Ara.

“A festa do Pererê” contempla nosso folclore brasileiro de forma leve e divertida. Os amigos de Saci preparam uma festa à fantasia para ele. Saci fica muito feliz com essa surpresa, mas, mesmo assim não deixa de aprontar situações engraçadas, fazendo todos se divertirem.

O livro será lançado no próximo dia 4 de novembro, no Clube de Campo do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Sorocaba, localizado na rua 28 de outubro, nº 370, Altos da Boa Vista, Sorocaba, a partir das 14 horas.

Este é o segundo livro da escritora que recebeu diversos prêmios em certames literários. Entre alguns prêmios e participações, em 2017 o poema “A Busca”, foi selecionado pela revista digital “Aspas Duplas”, além de outras participações em antologias como “Talento Poético 2015”. Em 2017 a poesia “Horizonte” foi selecionada pela Revista Poesia.

Em 2019 as poesias “O frio desses dias”, “Por falar em dor”, “Gelo” e “Diversão”, foram selecionadas em 1º lugar pelo Concurso Poesia Premiada, em 2022 participou da Antologia Contos de Lu, além de outros concursos e da criação e orientação do Projeto “Jovens Escritores” na rede pública de ensino de São Paulo, na cidade de Sorocaba.

Priscila Mancussi é ainda Coordenadora do Movimento Cultivista Café com Poemas Sorocaba, divulga artistas nacionais. Publicou seu 1º livro Súbito – a vida entre versos em 2020 e seu primeiro livro infantil “A festa do Pererê”, 2023, trabalha como divulgadora e consultora literária.

O kit (Livro + caderno de atividades) será comercializado ao preço de R$ 60,00.

A entrada para o evento de lançamento é franca.

CARDS

Atividades na versão colorida
Atividades na versão colorida

Atividades na versão preto e branco
Atividades na versão preto e branco

Recursos para explorar escrita
Recursos para explorar escrita

Personagens de papel para montar, que ficam em pé
Personagens de papel para montar, que ficam em pé

Livro + Kit de Atividades
Livro + Kit de Atividades

Venha garantir
Venha garantir

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A mente por trás de um dos maiores parques de dinossauros do mundo

Celebrando um ano de atividade, Márcio Clare é a mente por trás de um dos maiores parques de dinossauros do mundo, que já recebeu mais de 350 mil visitantes neste período

Márcio Clare
Marcio Clare
Divulgação

Empresário de diversos segmentos, o carioca revela detalhes desde a implantação do projeto que hoje se consolida com 99% de aprovação dos visitantes

Empreendedor nato, desde muito jovem Márcio Clare sempre buscou se envolver em negócios que lhe trariam conhecimento ao longo da vida e assim foi, após investir em tecnologia e em muitos outros mercados, ele se tornou um empresário de sucesso, que hoje celebra sua trajetória e também o aniversário de um ano do seu mais novo projeto: a Terra dos Dinos, um dos maiores parques de dinossauros do mundo, situado no município de Miguel Pereira, interior do Rio de Janeiro. 

Visionário, podemos fazer uma analogia de Márcio Clare com o personagem “Midas”, da mitologia grega, no entanto, Márcio seria o “Midas” do mundo dos empreendimentos, afinal, ele possui o dom de transformar tudo o que toca. Com a ideia que veio do prefeito André Português não foi diferente, Márcio ouviu a proposta do político responsável pela cidade, mas não se convenceu de início, até que o colega lhe disse a seguinte frase: “Dinossauro não prescreve!” e esta afirmativa impactou Márcio Clare de tal forma que ele entrou de cabeça no projeto e desenvolveu algo jamais visto no Brasil. 

Iniciado em meio a pandemia, o projeto nasceu como um refúgio para os envolvidos e para os futuros visitantes, priorizando a natureza e a preservação da área que possui 1 milhão e meio de m². Hoje o parque ocupa o equivalente a 50 mil m² e se adapta entre a reserva florestal, que ganha o público desde o primeiro contato. 

Para transformar o sonho em uma realidade cativante, Márcio Clare recrutou ex-diretores da Globo para desenvolver toda a narrativa do parque. O objetivo era permitir que as pessoas se imergissem na história e vivessem uma experiência extraordinária. Este é o maior diferencial do projeto, que se distingue de exposições tradicionais de dinossauros.

“Nós rompemos com o conceito de exposição em tamanho real. Na maioria dos eventos de dinossauros, os proprietários encomendam as atrações de outros países, instalam-nas e pronto. Nós fizemos algo diferente. Quem visita o parque pode mergulhar em uma narrativa única e vivenciar tudo o que preparamos de maneira muito especial”, afirma o carioca.

A “Terra dos Dinos” de Márcio Clare é uma verdadeira celebração da ciência, da história e da magia que os dinossauros trazem para todas as gerações. Este projeto audacioso possui hoje 99% de aprovação dos visitantes, que vem de todas as regiões do Brasil. Atualmente, 350 mil visitantes já passaram por lá, despertando interesse de diversos empresários no modelo de negócio que vem sendo usado como exemplo em outros países.  

Antes do parque, Márcio cogitou se inserir no universo de outras profissões. A princípio, pensando em ser médico, o empresário percebeu que trilhar outros caminhos acarretaria em um tempo muito maior para alcançar os seus verdadeiros objetivos: “Eu pensei em seguir outras áreas, mas sabia que o retorno financeiro demoraria muito tempo.

Não há como negar, sempre tive o espírito empreendedor muito aflorado e, ainda quando criança, juntava as frutas que tinham no sítio onde eu vivia pra montar uma barraca de venda enquanto as outras crianças brincavam de banho de mangueira. A escolha certa sempre esteve um tanto clara pra mim”. 

Entretanto, ainda que um empreendimento de sucesso, a Terra dos Dinos não foi a primeira tentativa de Márcio em se destacar no mercado. Como todo bom empresário, ele diz que acumula diversas histórias que levaram-o a alguns declínios: “Uma vez um amigo me disse que tinha uma oportunidade única. Conseguiu um contrato de exclusividade para vender alimentos no evento que trouxe o Papa para o Brasil.

Eu tinha certeza de que daria certo, mas haviam tantas pessoas que os convidados não conseguiam se mover para comprar sequer um dos nossos produtos. Vendemos cerca de seis lanches. Acho que isso acontece com todo empreendedor. Foi uma tentativa falha que serviu de aprendizado”, comenta. 

Com um “tiro no escuro” que trouxe resultados surpreendentes, Márcio agora pretende expandir o conceito da Terra dos Dinos em outros estados do país. Nos planos do empresário, há pelo menos doze parques à vista e três regiões que já estão em processo de pesquisa. São Paulo, Espírito Santo e Goiânia são as localidades visadas para os próximos empreendimentos.

“Com o crescimento da Terra dos Dinos, vi que acertamos em muitas das estratégias. Tenho certeza que esse conceito cairia bem em outras regiões e já estamos estudando algumas delas. O diferencial de investir na indústria do entretenimento é a necessidade de ter que inovar o tempo todo. E é isso que pretendemos fazer. Pretendemos sempre tentar melhorar a experiência do visitante”, finaliza.  

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Nas Entrevistas ROLianas um ‘SaibaMais’ sobre o escritor L. F. Magellan

L. F. Magellan, pseudônimo do carioca Luiz Fernando Magalhães de Almeida, estreia como escritor com o livro de ficção ‘As Crônicas de Terraclara – O Abismo’ 

Entrevistas ROLianas
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Considerado por muitos como um geek – alguém viciado em tecnologia, em computadores e internet – o escritor carioca L. F. Magellan, até então um mestre em Engenharia de Produção, executivo com carreira consolidada e professor universitário, deixa a mesa do escritório e a sala de aula para enveredar no universo da literatura.

Nesta entrevista concedida ao Jornal ROL, Magellan revela suas raízes e influências literárias; o que o levou a deixar a carreira empresarial e o magistério superior para se dedicar integralmente à literatura; a origem do sobrenome Magellan como pseudônimo; a influência de obras literárias do mesmo gênero em seu livro; o processo de criação da história e construção dos personagens, e ainda adianta o título do próximo livro da saga ‘As Crônicas de Terraclara’, bem como dá dicas para os escritores iniciantes.

Confira na entrevista!

L. F. Magellan
L. F. Magellan

JCR – Regra geral, Luiz Fernando, todo escritor tem suas raízes literárias na infância e adolescência, com o incentivo dos pais, professores e autores. Você se enquadra nessa regra? De que forma?

L.F. Magellan – Eu me enquadro totalmente, acho que posso me definir como um verdadeiro clichê quanto a essas influências. Meu pai foi um grande incentivador da leitura, sempre facilitando meu acesso aos livros. Tenho uma lembrança muito nítida dele chegando do trabalho um dia trazendo a trilogia do Senhor dos Anéis em edição portuguesa que havia encomendado em uma livraria no Centro do Rio de Janeiro. 

Também tive um professor de redação no ensino fundamental que foi um grande incentivador da escrita com equilíbrio entre conteúdo e forma. Até hoje, algumas décadas depois, guardo com carinho um caderno de capa dura que produzi com várias redações ao longo de dois anos. Quanto aos autores, comecei com Monteiro Lobato e Júlio Verne, e foi quando tomei o gosto pela leitura ainda criança. Depois devorei muita ficção científica com Asimov, Clarke e tantos outros.

Os mundos de fantasia sempre estiveram presentes com Tolkien, Lewis e depois de adulto acabei virando um fã de Harry Potter porque comprava os livros para meus filhos e lia antes deles. De muitas formas, o contato com esses mundos criados por tantos autores talentosos foi ajudando a moldar na minha cabeça meus próprios mundos com realidades alternativas, sendo Terraclara o primeiro a ganhar vida.

JCR – O que levou o mestre em Engenharia de Produção, executivo com carreira consolidada e professor universitário a fazer da escrita um trabalho em tempo integral?

 L.F. Magellan – Existe uma frase atribuída ao cineasta Federico Fellini que diz que “devemos viver nossa vida esfericamente, em várias direções”. Sinceramente nunca fui verificar a autenticidade da autoria dessa frase, mas eu me identifico totalmente com ela. Desde adolescente cultivei o hábito de fazer várias coisas que me dessem prazer e realização. Desde os quinze anos toco bateria, ainda que nunca profissionalmente e enveredei profissionalmente em uma carreira administrativa, mas sempre com um prazer enorme em ensinar. Isso me levou a buscar o mestrado para me credenciar a ser um professor universitário.

Em todas essas atividades sempre escrevi muito e tentava equilibrar a chatice de textos técnicos com alguma abordagem mais lúdica. Eu trabalhava em uma multinacional, dava aulas e escrevia, escrevia muito. Essas carreiras foram se sobrepondo até que recentemente tomei a decisão, há muito adiada, de tornar a escrita um trabalho de tempo integral. 

JCR – Você adota como pseudônimo J. F. Magellan. O sobrenome Magellan é um sobrenome que surgiu aleatoriamente ou foi inspirado em algo?

L.F. Magellan – Na verdade um dos meus sobrenomes é Magalhães, mas essas palavras anasaladas típicas do idioma português são extremamente difíceis de serem pronunciadas por pessoas com outras línguas nativas – acredite em mim, trabalhei em multinacional norte-americana por muitos anos. Esse livro é o primeiro de uma trilogia que estou trabalhando fortemente que seja um sucesso não só no Brasil, mas também internacionalmente. Dessa forma, Magellan foi uma adaptação do meu sobrenome Magalhães para que fosse mais facilmente pronunciado por estrangeiros. 

Capa do livro 'As Crônicas de Terraclara - O Abismo
Capa do livro ‘As Crônicas de Terraclara – O Abismo’

JCR – Estreando como autor, você está lançando o livro ‘As Crônicas de Terraclara – O Abismo’. E, inevitavelmente, uma pergunta: a inspiração surgiu com a saga ‘O Senhor dos Anéis’, do escritor britânico J. R. R. Tolkien?

 L.F. Magellan – Sem sombra de dúvida. Nesse livro há uma clara influência de Tolkien e de outras sagas de fantasia e de ficção científica. Quando olhamos o universo de Duna, por exemplo, é uma saga de realidade alternativa com fortes elementos políticos, ainda que passada em galáxias distantes. Um aspecto que fiz questão de manter nas Crônicas de Terraclara é que fosse uma saga com todos os aspectos clássicos: a situação vigente, uma ruptura, a viagem de aprendizado e o retorno.

Uma outra característica que fiz questão de seguir foi que é uma história de pessoas, lidando com pessoas e dependendo de pessoas. Não há monstros, bruxos, fadas, elfos nem dragões. Não que isso seja ruim, muito pelo contrário – já pedindo desculpas a Aslam, Gandalf e Albus Dumbledore – mas neste livro eu quis mostrar o que há de melhor enfrentando o que há de pior nas pessoas. Cada volume das Crônicas de Terraclara tem um aspecto de fundo que procura destacar questões importantes da sociedade.

Neste primeiro volume o que procuro mostrar é o quanto podemos estar alheios às realidades e dificuldades dos outros quando nos isolamos em nossa própria “Terraclara”, que pode ser nosso nicho social, nosso bairro ou condomínio. No volume dois haverá um personagem novo – muito importante – com deficiência auditiva e com isso pretendo trazer esse assunto de forma natural para a história. Já no volume três haverá refugiados e o drama que essas pessoas passam quando precisam abandonar suas vidas. Assim, creio que podemos contar histórias empolgantes, cativantes e, ao mesmo tempo, contribuir para a conscientização de temas relevantes. 

JCR – Quanto tempo durou e como foi o processo de criação da história e construção dos personagens?

L.F. Magellan – A ideia deste livro povoava a minha mente há alguns anos, mas comecei a trabalhar com foco e disciplina em 2021 levando mais ou menos um ano para escrever o primeiro volume. Em 2022 comecei o trabalho de buscar uma editora e logo encontrei uma casa para esse livro na Editora Novo Século.

O processo de criação da história foi interessante. Inicialmente comecei com os três personagens principais buscando integrar características complementares e depois criando a sociedade de Terraclara. Conforme a história ia se desenvolvendo algumas informações de fatos pregressos iam se fazendo necessárias e com isso foram surgindo a guerra dos clãs, Almar Bariopta e o Orfanato. Pode parecer piegas, mas ao escrever um livro a história realmente ganha vida e com isso fatos, locais e personagens surgem ou ganham destaque como no caso do barqueiro e seu filho ou ainda da insuportável Madame Cebola. 

JCR – Quando os leitores vão ter acesso às demais Crônicas de Terraclara?

 L.F. Magellan – Não consigo precisar uma data porque isso não depende apenas de mim, mas de aspectos mercadológicos, agenda de lançamentos da editora e receptividade do público. O que posso adiantar é que o volume dois já está bastante adiantado e leva a aventura a outros locais e realidades, sem deixar de lado a nossa amada Terraclara. Como não posso adiantar uma data, vou tentar compensar divulgando em primeira mão o subtítulo do segundo volume: As Crônicas de Terraclara – A Espada.

JCR – O Jornal Cultural ROL, como o próprio nome indica, é um jornal de natureza estritamente cultural, e que tem duas seções que incentivam novos escritores: O Leitor Participa e Jovens Talentos, abrangendo uma faixa etária de 6 anos até 60, 70, 80… Que mensagem você pode deixar a eles, para que continuem insistindo na Arte da Escrita?

L.F. Magellan – Escrever, como qualquer outra atividade, exige preparo e prática. Então ler muito e escrever muito são os primeiros passos para seguir nessa empolgante atividade. Outra dica que deixo é: não deixe que seu ego impeça que críticas sejam absorvidas e construam uma escrita melhor, mas também não permita que críticas mal intencionas ou destrutivas desanimem ou afastem autores e autoras do caminho da escrita. Ah, e anote suas ideias ainda que não vá desenvolvê-las imediatamente, eu mesmo tenho ideias anotadas para mais uns dez livros. Às vezes estou na cama já naquela fase de quase adormecendo quando me vem uma ideia, prontamente anoto para uso futuro – pode espantar o sono, mas compensa!

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