P.E.R.D.O.A.R. O Caminho para a evolução espiritual
Neste novo livro, e numa linguagem simples, J. H. Martins apresenta oito áreas-chaves para a evolução espiritual
Capa do livro ‘P.E.R.D.O.A.R. – O caminho para a evolução espiritual, de J. H. Martins
“Este livro foi baseado em minhas próprias experiências de vida e não há temas de cunho religioso, psicológico ou médico. Se for isso que estiver procurando, então, este não é um livro para sua leitura.” (J. H. Martins)
Baseado no ditado “as aparências enganam”, J. H. Martins adverte os leitores que “este livro foi baseado em minhas próprias experiências de vida e não há temas de cunho religioso, psicológico ou médico. Se for isso que estiver procurando, então, este não é um livro para sua leitura”.
P.E.R.D.O.A.R. – O Caminho para a evolução espiritual, portanto, é um ‘caldeirão de experiências’ do autor, que reflete o pensamento do psicanalista e filósofo alemão Erich Fromm, quando afirma ser a espiritualidade parte integrante da dimensão antropológica da pessoa humana, e, neste sentido, constitui-se como um dos elementos da condição da existência humana.
Para J. H. Martins, buscar o caminho espiritual transcende a busca do caminho religioso. Sob sua ótica, há pessoas religiosas que não conseguem alcançar sua plenitude espiritual. E há pessoas que alcançam o espiritual, e só depois se identificam com a religião ou não.
P.E.R.D.O.A.R. foi uma revelação tida pelo autor após uma releitura de sua vida, em uma das várias viagens em busca de seu verdadeiro EU.
O livro tem como propósito apresentar as oito ações que se deve praticar para encontrar o caminho para a evolução espiritual. Caminho a ser percorrido sem um prazo para se alcançar o ponto de evolução espiritual almejado. Desta forma, para o autor são enganosas as fórmulas mágicas “Alcance sua evolução espiritual em 30 dias”, ou “Aprenda a evoluir espiritualmente em 12 semanas”. O meu intuito da obra é apresentar algumas ferramentas e técnicas para que o leitor possa buscar um caminho para sua busca e encontrar o melhor de dele, como ser humano.
SINOPSE
P.E.R.D.O.A.R., em síntese, é um caminho na busca da evolução espiritual e a elevação da consciência humana. A transformação para se tornar um ser humano melhor através de um processo contínuo de crescimento pessoal e desenvolvimento visando melhorar aspectos da sua personalidade, comportamento e valores para se transformar em uma pessoa mais compassiva, ética, responsável e realizada.
P.E.R.D.O.A.R. apresenta as oito áreas-chaves a serem consideradas durante esse processo de evolução espiritual, lembrando de que essa transformação é um processo único e pessoal, e não há um caminho único que funcione para todos. É importante acomodar essas áreas às próprias circunstâncias e objetivos pessoais. A jornada de autoconhecimento pode ser desafiadora, mas também pode ser incrivelmente gratificante à medida que cada ser humano se torna uma versão mais autêntica e melhorada de si mesmo.
Diferente de tudo que já foi lido, J. H. Martins proporciona ao leitor uma busca maravilhosa e delicada no caminho da espiritualidade. Um livro leve, de linguagem simples e muito inspirador, que, em seu acróstico, leva o leitor a pensar sobre oito tópicos que colaboram para o crescimento espiritual:
– Perseverar
– Empatia
– Retribuição
– Determinação
– Otimismo
– Altruísmo
– Resiliência
FICHA TÉCNICA
Título: P.E.R.D.O.A.R. – O Caminho para a evolução espiritual
Natural do Rio de Janeiro (RJ), J. H. Martins é pós-graduado em engenharia de software e trabalha como consultor da Tecnologia da Informação. E faz das letras seu software de sensibilidade!
A carreira literária é recente, mas meteórica. Em 2022 lançou o romance ‘Nath – A jornada do despertar’, endereçada ao público juvenil, obra que conquistou o 1º lugar no Prêmio 20 Destaques Literários – Categoria Romance e o TOP 10 da influencer @CEMLIBROS. Depois, a obra ‘Fragmentos – Pedaços de mim’ (poesias).
Duas obras que o levaram ao âmago do meio literário, acumulando outras distinções, dentre as quais o Prêmio Prize Of Arts – London International Prize Of Arts; Prêmio Luso-Brasileiro de Literatura – Portugal e Prêmio Carioca de Excelência Literária.
É membro de várias academias de letras e coautor de antologias. Dentre várias honrarias recebidas, destaca-se o título Doutor Honoris Causa em Literatura, outorgado pelo Centro Sarmathiano de Altos Estudos Filosóficos e Históricos.
A Resilience tem uma equipe formada apenas de autoras apaixonadas pelo que fazem
Logo da Resilience
Trabalham com profissionalismo e dedicação, mas, acima de tudo, utilizando o marketing humanizado como estratégia principal.
Entendendo suas necessidades, e trabalhando em cima delas, para trazer um resultado mais preciso e assertivo!
Encontram disposição para lutar pelos próprios sonhos!
E claro, se vier acompanhado de friends, ou enemies to lovers, secound chances, e muito, muito amor e superação…
Então a Resilience está nessa!
Embora romance seja seu carro chefe, buscam também livros que possam impactar o mercado, trazer uma mensagem, falar através das páginas.
Nunca foi fácil gerir a Resilience, um mercado instável pós-pandemia, não valorizado no país e inacreditavelmente exigente.
Principalmente quando se trabalha por amor ao que faz.
A CEO não teve só acertos, errou muitas vezes e esses erros a ensinaram ao pé da letra o que é a Resiliência…
E ela que achava saber o significado desta palavra em meio à indignação com o mercado quando abriu essa empresa, precisou se ressignificar ou se readaptar sem perder sua essência mais vezes do que pode contar, para continuar amando o que faz e não desistir do seu objetivo.
E foi nessa trajetória e graças a parceiros e clientes incríveis que descobriu mais duas palavrinhas de ouro; Resistência e Revolução!
Além de editora, a Resilience também é uma agência focada em transformar sonhos em realidade!
Ela nasceu oficialmente há quase quatro anos, em meio a um período completamente turbulento, não só na nação, mas também na vida da CEO.
E embora ela já trabalhasse há quase três anos no mercado literário, a Resilience nasceu de dois corações que compartilhavam os mesmos sonhos e temores…
Primeiro, como uma editora prestadora de serviços com o objetivo de ajudar autores com poucas condições financeiras a realizar o sonho de publicar um livro.
Com pouco tempo de mercado, chegou a publicar mais de quinze autores e a trabalhar como agência para muitos outros, mas com o tempo e as responsabilidades que cobrar tão barato dentro de um mercado alto acarretava, foi preciso tomar a decisão de mudar…
A sócia – na época -, decidiu que era hora de migrar para outro mercado, afinal, o mercado editorial não é fácil.
Mas ela continuou com a agência, publicando sem exclusividade, realizando sonhos e se readaptando para acompanhar o mercado.
Hoje, de volta a ativa como editora, não perdeu a sua essência e mantém seus valores acessíveis, com o intuito de tornar sonhos e realidade.
Mas agora com uma novidade: Os autores tem a possibilidade de receber uma proposta para publicação tradicional.
A CAIXA Cultural São Paulo apresenta, a partir desta quinta-feira (19), o espetáculo teatral O Vira-lata. Com empatia, delicadeza e uma visão bastante positiva, o espetáculo cria uma reflexão sobre temas pouco discutidos nos trabalhos voltados ao público infantojuvenil.
A peça tem apresentações na Caixa Cultural São Paulo, entre 19 e 29 de outubro, de quinta a domingo, às 15h. Os ingressos são gratuitos e podem ser retirados uma hora antes do início da peça na bilheteria do teatro, com limitação de 1 par por pessoa.
A coprodução da premiada companhia curitibana Trupe Ava Lola de Teatro e da dinamarquesa Teatergruppen Batida tem direção da brasileiraAna Rosa Genari Tezza e dramaturgia do dinamarquês Søren Valente. Já o elenco é composto por Cesar Matheus, Eduardo Giacomini e Helena Tezza, além dos músicos Arthur Jaime e Breno Monte Serrat, que tocam a trilha sonora ao vivo.
O Vira-lata é uma história que toca com delicadeza e adequação em temas como as desigualdades social e de gênero, a violência contra a mulher, a fome e a dignidade humana na contemporaneidade, apresentando uma visão otimista a partir do fortalecimento dos afetos, da esperança e da capacidade de transformação.
Capaz de envolver pessoas de todas as idades, a peça conta a história de uma jovem que acredita só poder ser feliz se encontrar um grande amor e de um homem maltratado pela fome que acredita ser um cachorro vira-lata. Os personagens se conhecem e viram grandes amigos até que, certo dia, um homem desconhecido bate à porta da moça e se apresenta com palavras bonitas, flores e agrados. Ela se encanta e se entrega ao romance, mas seu fiel amigo-cachorro não gosta nada desse romance.
Além das apresentações, a Trupe Ave Lola traz para a programação da Caixa Cultural SP duas ações formativas gratuitas: a palestra “Oportunidades e Desafios no Século XXI para uma Sociedade mais Sustentável no Brasil: Explorando Novas Perspectivas,” que será ministrada por João Tezza Neto no 28 de outubro de 2023, às 16h, e a oficina teatral “Compartilhamento de Processo de Criação,” que será ministrada por Breno Monte Serrat e Helena Tezza nos dias 28 e 29 de outubro de 2023, das 10h às 13h.
Ave Lola, além de ser um espaço de criação, é também uma trupe que trabalha coletivamente por uma fazer artístico, poético e humano. Fundada em 2010 por Ana Rosa Genari Tezza, que desenvolveu um espaço de empoderamento onde todos os cargos de liderança são ocupados por mulheres de diferentes idades.
Os processos da Trupe prezam pela insubordinação, pela liberdade, pelo inusitado. Ao longo dos últimos anos, a Ave Lola montou os espetáculos “O Malefício da Mariposa” (2012), “Tchekhov” (2013), “Nuon” (2016), “Manaós – Uma Saga de Luz e Sombra” (2019) e “Cão Vadio” (2021), premiados e indicadas a importantes prêmios do Paraná e do Brasil, tais como Gralha Azul, Shell, Cesgranrio.
Os trabalhos já circularam por todo Brasil, incluindo cidades fronteiriças do extremo norte e também já estiveram em países como Chile e Dinamarca.
Sobre o Teatergruppen Batida
O grupo BATIDA, que já veio várias vezes ao Brasil e cujo nome é uma referência à batida da música brasileira, é um tradicional coletivo dinamarquês de atores e músicos. Ao longo de 30 anos, criou uma série de espetáculos para todas as faixas etárias e percorreu mais de 45 países diferentes. Desde o início, BATIDA vem mantendo seu princípio de atribuir à música ao vivo e ao movimento a mesma importância do texto e do visual. O grupo ocupa um antigo edifício de fábricas em Copenhague.
SINOPSE
Uma jovem acredita que só pode ser feliz se encontrar um grande amor, e vive sonhando com este encontro. Um homem, maltratado pela fome e pelo desamparo, acredita que é um cachorro vira-lata. A jovem e o homem-cachorro se conhecem e viram grandes amigos até que, um dia, um homem desconhecido bate à porta da moça e se apresenta com palavras bonitas, flores e agrados. Ela se encanta e se entrega ao romance. Quem não gosta nada do rumo da história é seu fiel amigo-cachorro.
CAIXA e Cultura
A CAIXA desenvolve, há 43 anos, ações voltadas à difusão da cultura brasileira em seus espaços culturais: de oficinas de arte-educação à promoção de espetáculos de música, dança e teatro, além de exposições de obras de arte de ações para divulgação dos Acervos preservados pela CAIXA. Além da programação presencial nas unidades, a instituição promove atividades on-line, como mediações e cursos de formação. Mais informações disponíveis no site www.caixacultural.gov.br
FICHA TÉCNICA
Elenco:
Cesar Matheus como Vira-lata
Eduardo Giacomini como O Homem
Helena Tezza como A mulher
Autor: Søren Valente
Direção: Ana Rosa Genari Tezza
Composição e execução musical: Arthur Jaime e Breno Monte Serrat
Preparadora corporal e coreógrafa: Ane Adade
Iluminação: Beto Bruel
Figurino: Eduardo Giacomini
Assistente de figurino: Daniela Carvalho
Costureiras: Dora Peron (cortina), Marino Ferrara e Naty Lopes
Cenografia: A trupe
Adereços de cena: Eduardo Santos, Helena Tezza e Gabriel Rischbieter
Confecção de cases: Stronghold Custom Cases
Trupe Parceira: Grupo Batida
Colaboração Artística: Regina Bastos
Montagem e operação de luz: Alexandre Leonardo Luft
Direção executiva: Entre Mundos Produções Artísticas
Direção de produção: Dara van Doorn e Laura Tezza
Produção: Carlos Becker e Renata Bruel
Direção de Comunicação: Larissa de Lima
Assessoria de imprensa: Pombo Correio
Gestão de Mídias: D Meios Organizações de Eventos
Ilustrações e projeto gráfico: Gabriel Rischbieter
SERVIÇOS:
[Teatro] O Vira-lata Local: CAIXA Cultural São Paulo – Praça da Sé, 111 – Centro – São Paulo/SP (próxima à estação Sé do Metrô). Datas: De 19 a 29 de outubro de 2023, de quinta a domingo Horário: 15h
Apresentação com libras: 26 de outubro de 2023 às 15h
Apresentações seguidas de bate-papo: 20 e 27 de outubro de 2023 às 16h Entrada Franca: Os ingressos serão distribuídos 1h antes do espetáculo, limitados a um par por pessoa.
Duração: 45 minutos Classificação indicativa: Livre para todos os públicos Capacidade: 120 lugares Acesso a pessoas com deficiência Informações: (11) 3321-4400 | https://www.caixacultural.gov.br
Patrocínio: CAIXA e Governo Federal
[Palestra] “Oportunidades e Desafios no Século XXI para uma Sociedade mais Sustentável no Brasil: Explorando Novas Perspectivas”
Cidadania: perceber e realizar alguns deveres e direitos
Diamantino Lourenço Rodrigues de Bártolo: Artigo ‘Cidadania: perceber e realizar alguns deveres e direitos’
Diamantino Bártolo
A cidadania é algo que compete a todos. A cidadania, em Direito, é a condição da pessoa natural que, como membro de um Estado, encontra-se no gozo dos direitos que lhe permitem participar da vida política e na obrigação do cumprimento dos deveres, obviamente.
Todas as pessoas vivem em conjunto umas com as outras, isto é, nós não vivemos sozinhos, existimos em comunidade. Para que as pessoas se consigam entender e para que não subsistam conflitos entre elas, é necessário que todos cumpram um conjunto de regras. Estas regras vão permitir que todos possam viver da melhor forma, e com o maior entendimento entre todos.
A Cidadania é, então, percebermos bem, quais são os nossos deveres e os nossos direitos, para com os outros e dessa forma, sabermos viver em sociedade. A Cidadania é: termos responsabilidade perante aquilo que fazemos; sermos solidários para com os outros, isto é, procurar ajudar sempre quem precisa de nós. Ser cidadão significa estar atento a todas as decisões que são tomadas e que influenciam a nossa vida. Ser cidadão é chamar a atenção sempre que acontecer alguma injustiça, sempre que algo estiver mal. No fundo, ser cidadão é participar na construção de um futuro que é comum a todos.
Os nossos Direitos
Se conhecermos bem os nossos direitos e também os nossos deveres, seremos mais e melhores cidadãos, não teremos medo da autoridade sempre que esta não tiver razão. No fundo, com a Cidadania, vamos perceber que a nossa liberdade termina onde começa a dos outros, que o conjunto dessas liberdades individuais é que é a verdadeira base da vida democrática.
Com a Cidadania percebemos como é bom viver em comunidade se todas as pessoas se respeitarem. Os direitos humanos são interdependentes e indivisíveis; englobam inúmeras facetas da existência humana incluindo questões sociais, políticas e económicas. Entre eles estão:
Todos os cidadãos têm a mesma dignidade social e são iguais perante a lei.
Todos os cidadãos gozam dos direitos e estão sujeitos aos deveres consignados na Constituição.
Todas as pessoas devem ter o direito de formar a sua própria opinião, de exprimi-la individualmente, ou em assembleias pacíficas. As sociedades livres criam um “mercado de ideias“, em que as pessoas trocam opiniões sobre qualquer assunto.
Todas as pessoas devem ter o direito de participar no governo. Devem ser criadas leis que protejam os direitos humanos, enquanto os sistemas judiciários as devem aplicar igualmente a toda a população.
Em países com diversidade étnica, as minorias religiosas e étnicas devem ser livres para usar a sua língua e manter as suas tradições, sem receio de recriminação por parte da maioria da população. Os governos devem reconhecer os direitos das minorias, respeitando ao mesmo tempo a vontade da maioria.
Todas as pessoas devem ter a oportunidade de trabalhar, ganhar a vida e sustentar a sua família.
Valores Cívicos são:
Os valores cívicos são um conjunto de características, comportamentos necessários para que exista uma cidadania responsável, para que as pessoas participem, realmente, na comunidade em que vivem.
Estes valores baseiam-se no princípio de que, para que haja um entendimento entre todos os cidadãos, é muito importante que estes respeitem os direitos e o bem-estar de todas as pessoas.
Estes valores podem ser:
Coragem: Ter coragem significa ter força para defendermos as nossas ideias, e criticarmos o que consideramos estar errado. Sem coragem cívica, o cidadão pode ser mais influenciado pelos líderes de opinião (partidos políticos, por exemplo), pela comunicação social e pelas pessoas que têm um maior poder na nossa sociedade.
Tolerância: É a capacidade de aceitar posições e pontos de vista diferentes dos nossos, desde que sejam baseadas no respeito pela dignidade humana. Isto significa que devemos sempre respeitar as opiniões dos outros, desde que estas respeitem os direitos de todas as pessoas.
Patriotismo: Ser patriota significa respeitar os princípios e os valores defendidos pelo nosso país. O patriotismo é uma virtude fundamental de qualquer democracia e que recusa atitudes de discriminação em relação a outras nações.
Compromisso: A Democracia diz-nos que devemos colocar os interesses da comunidade em primeiro lugar. Assim, a Cidadania deve preparar o cidadão para estabelecer compromissos com as outras pessoas, isto é, para entrar em acordo com os outros, de forma a que todos se sintam satisfeitos.
Legalidade: A legalidade significa que é a lei que regula o nosso comportamento, isto é, é através de regras e normas que sabemos aquilo que é, ou não é, correto fazer. Enquanto cidadãos devemos respeitar essas leis, mesmo quando não concordamos totalmente com elas, mas também devemos tentar mudar as leis que consideramos injustas ou inadequadas.
Diamantino Lourenço Rodrigues de Bártolo
Presidente do Núcleo Académico de Letras e Artes de Portugal
Museu da Língua Portuguesa lança exposição virtual
Do cilindro à nuvem virtualiza a linha do tempo com objetos utilizados para reproduzir música presente na exposição física Essa nossa canção, em cartaz na sede do Museu
Ciete Silvério Mostra temporária Essa nossa canção
O Museu da Língua Portuguesa, instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, lança uma exposição virtual baseada em sua atual exposição temporária, a Essa nossa canção, que aborda o elo profundo da língua portuguesa com a canção popular brasileira.
Por meio deste projeto on-line, disponível na plataforma Google Arts & Culture, é possível ter acesso a uma linha do tempo que apresenta objetos usados para a reprodução de músicas desde o fim do século 19, uma instalação que faz adultos relembrarem aparelhos como a vitrola e crianças se perguntarem como funciona um walkman.
Com texto de Marcelo Macca e imagens feitas na mostra temporária Essa nossa canção, a exposição virtual, intitulada Do cilindro à nuvem, faz um apanhado histórico de como os seres humanos têm conseguido reproduzir as músicas que compõem e cantam.
Se até a segunda metade de século 19 só era possível ouvir as canções quando tocadas ao vivo, isso mudou quando Thomas Edison, no ano de 1877, criou o fonógrafo – há um exemplar deste objeto na exposição física em cartaz no Museu da Língua Portuguesa.
Ciete Silvério Mostra temporária Essa nossa canção
Depois, surgiram o gramofone, os rádios, que se popularizaram a partir dos anos 1940, e os discos de vinil. Na mostra virtual, há um texto explicando por que o termo vitrola se tornou tão popular mundialmente.
Há ainda espaço para destacar o papel da televisão na disseminação da música. Anos antes da MTV, emissora dedicada ao lançamento de videoclipes surgida nos Estados Unidos na década de 1980, que no Brasil teve a primeira transmissão em outubro de 1990, programas de TV, como o Fantástico, já tinham espaço para este tipo de conteúdo.
Enquanto a exposição virtual Do cilcanção pindro à nuvem contém um texto explicando este processo, quem vem ao Museu da Língua Portuguesa ver a mostra Essa nossa canção tem a oportunidade de assistir, na íntegra, Rita Lee cantando o hit “Esse tal de Roque Enrow”, apresentado em uma edição do dominical Fantástico (Globo), em 1975.
Depois, surgiriam o walkman, a fita cassete, o iPod e outras tecnologias que ganham menções tanto na exposição on-line quanto na presencial de Essa nossa canção – nesta, há exemplares desses objetos expostos também. A equipe do Centro de Referência do Museu da Língua Portuguesa é a responsável pela exposição Do cilindro à nuvem.
Ciete Silvério Mostra temporária Essa nossa canção
A exposição Essa nossa canção Em Essa nossa canção, música e língua se unem como um sopro e se espalham como o vento pelo espaço expositivo. A experiência dos visitantes começa já no elevador, quando o público é surpreendido por uma intervenção sonora criada pelo produtor cultural Alê Siqueira a partir de vocalizes de músicas brasileiras.
O projeto é composto por quatro ambientes. Em um deles, o público encontra a instalação sonora Palavras Cantadas, também de Alê Siqueira, na qual 54 músicas brasileiras são despidas do acompanhamento instrumental: cantadas à capela e entremeadas umas nas outras, parecem conversar entre si.
Outro destaque é uma sala onde dez canções emblemáticas do cancioneiro nacional ganham novos intérpretes. Em vídeos dirigidos por Daniel Augusto, Carlinhos Brown, Teresa Cristina e Tom Zé, entre outros artistas, cantam faixas como O vento (Dorival Caymmi) e Pelo telefone (Donga).
Com curadoria de Hermano Vianna e Carlos Nader, consultoria especial de José Miguel Wisnik e curadoria especial de Isa Grinspum Ferraz, a exposição temporária Essa nossa canção conta com o patrocínio máster da CCR, patrocínio do Grupo Globo, e com o apoio do BNY Mellon, da PwC Brasil e do Itaú Unibanco – todos por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.
SERVIÇO Exposição virtual Do cilindro à nuvem No Google Arts & Culture – Disponível neste link Grátis
Mostra temporária Essa nossa canção Até março de 2024 De terça a domingo, das 9h às 16h30 (com permanência até as 18h) R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia) R$ 10 aos domingos para todos os públicos Grátis para crianças até 7 anos Grátis aos sábados Acesso pelo Portão A Venda de ingressos na bilheteria e pela internet: https://bileto.sympla.com.br/event/68203
Museu da Língua Portuguesa Praça da Luz, s/n – Luz – São Paulo
SOBRE O MUSEU DA LÍNGUA PORTUGUESA O Museu da Língua Portuguesa é uma realização do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, concebido e implantado em parceria com a Fundação Roberto Marinho. O IDBrasil Cultura, Esporte e Educação é a Organização Social de Cultura responsável pela sua gestão.
PATROCÍNIOS E PARCERIAS A Temporada 2023 conta com patrocínio da CCR, do Instituto Cultural Vale, da John Deere Brasil, da Petrobras e do Grupo Globo; com apoio do BNY Mellon, da PwC Brasil, do Itaú Unibanco, do Grupo Ultra e com as empresas parceiras Eaton, Paramount Têxteis, Machado Meyer e Verde Asset Management. Revista Piauí, Guia da Semana, Dinamize e JCDecaux são seus parceiros de mídia.
A EDP é patrocinadora máster da reconstrução do Museu. A reconstrução e temporada são uma realização do Ministério da Cultura, por meio da Lei de Incentivo à Cultura – Lei Rouanet.
Carla Pimenta: Prefácio do livro ‘Milagre do Coração’
Carla PimentaCapa do livro ‘Milagre do Coração’, de autoria de Vítor Sérgio Agostinho
Vitor Sérgio Agostinho, natural de Silveira – Torres Vedras, nascido a 13 de abril, pai de uma jovem menina, vive actualmente em Bulle – Friburg. Possuidor de uma capacidade maravilhosa de se conectar com o lado bom da vida é impelido a escrever Milagre do Coração como uma forma de partilhar valores morais importantes na sua vida.
PREFÁCIO
Milagres acontecem!…
É comum relacionarmos milagres com fé, com religião, com algo que está para além da nossa vontade, da nossa compreensão humana, mas nem sempre assim é.
Milagre do Coração é uma obra onde somos presenteados pelo autor com três deliciosas pequenas fábulas repletas de ensinamentos. Valores como confiança, amizade, amor ao próximo, perdão, entre outros, estão patentes em cada frase que encontramos. A família como base da vida é-nos apresentada na primeira história; Na segunda um acto de amor é praticado quando uma singela roseira ajuda uma pereira fazendo nascer uma amizade verdadeira entre ambas. Na terceira e última história, o autor remete-nos para uma situação que, infelizmente, vemos acontecer grandemente nas gerações mais novas – Bullying.
Uma sinfonia de lições é-nos colocada em cada história, acreditar e confiar; ajudar sem preconceito; perdoar quem voluntariamente nos magoa!
Em todas elas está presente o lado mais humano do autor, nascido em berço humilde, mas repleto de amor, tendo tido a família como base para os voos que foi efectuando ao longo da sua vida e que o trouxeram até esta aventura de colocar em palavras escritas o mais profundo da sua alma, da sua essência. O autor desnuda-se da sua pele de adulto e procura chegar junto das gerações futuras através da sua escrita.
Milagre do Coração, um exemplo de que a persistência em lutarmos pelos nossos sonhos, em confiarmos em nós, nos nossos instintos são fundamenais para alcançarmos os nossos sonhos, por colocarmos um sorriso no rosto dos que amamos.
Milagre do Coração uma obra a ler com os olhos da alma, do coração!!!
Histórias a serem lidas por todas as faixas etárias.