Diagnóstico de amor infindo

Verônica Moreira: poema ‘Diagnóstico de Amor Infindo’

Verônica Moreira
Verônica Moreira

Se pensas conhecer minha dor 
Dê-me o alívio que preciso 
Não me digas que sente muito 
Apenas me cura se te for possível.  

Minha dor parece pequena
Porque ninguém conhece a causa 
Se pensas que é tão minúscula
Não há razão para eu explicá-la. 

Não me perguntes onde doí
Pois nem eu mesma sei ao certo 
Às vezes parece ser na alma 
Às vezes tudo por completo. 

Dói os olhos e a boca 
As pernas, braços, coração 
Dói demais toda saudade 
Que traz de volta o que foi bom. 

Mas não poderei explicar 
O tamanho da dor que sinto 
Pré-diagnóstico de especialista 
Diz que se trata de um amor infindo. 

Verônica Moreira 

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A Cultura do Riso

Honorico de Bulhões, autor da crítica da obra ‘A Cultura do Riso’, do escritor José Humberto Henriques

Magna Aspásia Fontenelle
Magna Aspásia Fontenelle

José Humberto Henriques, médico, escritor mineiro, natural de Brejo Bonito-MG, é um dos maiores escritores vivo e, sua criação literária contemporânea de qualidade é inquestionável, composta de 407 livros publicados.

José Humberto Henriques
José Humberto Henriques

Henriques, em sua trajetória literária permeia por inúmeros gêneros literários, ganha destaque por sua genialidade, desvelando um emaranhado de fios que formam o tecido da sua criatividade, o que levou ao grande salto para literatura mundial e a indicação ao ‘Prêmio Nobel de Literatura’ 2023.

A Cultura do Riso

Esse romance de estreia de J. Humberto Henriques traduz a concepção do que seria toda as obras posterior desse autor prolífico. Publicado originalmente com o nome de Geomorfosintaxe do Riso, causou estranheza nos meios de comunicação de massa no público em geral, exatamente pelo fato de parecer hermético e de leitura difícil em demasia.

Henriques dividia o romance em três partes desiguais, uma que tratava da banda Geo, outra da banda Morfo e outra da banda Sintaxe da existência. De um modo mais sucinto, a primeira parte seria rural, a segunda seria urbana e a terceira reincorpora a parte rural e a urbana, atinge um ápice de atitude e correção até que as duas partes sejam uma apenas. Tudo se reintegra. 

Nesse romance, todo ele construído com a falta de linearidade que contempla a prosa universal moderna, nada é temporal. J Humberto Henriques remexe com a estrutura do romance, desconstrói tudo com a força do grande criador. Isso poderia ser chamado, em dias de hoje, de romance gauche, como existiu no passado muitas obras com esse referendum. O salto que esse romance propõe dentro da literatura brasileira é gigantesco.

Aqui estão várias vertentes da literatura. Essa divisão que muitas vezes têm o denodo da articulação simplesmente escolástica, didática, que nesse romance obedece a um ritmo sem pragmatismo declarado. Entretanto, aqui está reunido o romance como um todo contemplando a poesia, conto, dramaturgia, ensaio, crônica e a novela.

Por essa razão, quando lido com a atenção que uma grande obra exige, pode ser lembrado o romance como obra genial. O impacto inicial da leitura tida como hermética vai se arrefecendo devagar, sempre à medida que se direciona a leitura para as suas tangencias mais importantes. Muitas vezes a releitura é necessária para a devida compreensão dos objetivos maiores do autor, exatamente o ensejo de promover a novidade dentro da prosa.

A condensação dentro do texto é máxima. Trata-se de uma verdadeira saga, porém, pouco percebida porque o livro enxuga a prosa, reverencia o valor da palavra, como se ainda a verificasse sob condições mallarmaicas. O personagem principal, um certo Nhico, que muitos veem como alter ego do autor, perambula por todo o romance, inicia a descrição e a termina de uma maneira escondida. Zanza de lado a lado até encontrar a alma gêmea.

O amor é o ponto alto e nevrálgico desse livro, a ponto de tudo ser cumulativo em sua direção. O encontro dessa mulher, uma certa Michelle, protótipo do bom gosto e da beleza, faz da personagem em sua faceta masculina um verdadeiro encontro de felicitações. O livro não se resume a isso. Seria muito simplório para um texto criado pela força de JH Henriques, um dos maiores romancistas vivos do mundo moderno.

Capa do livro ‘A cultura do Riso’, de
José Humberto Henrique

      No dizer de Duílio Gomes, o grande mineiro de Belo Horizonte, esta obra de Henriques é ímpar. Assim, comentou Duílio no prefácio da primeira edição desse romance.  “A linguagem, que lembra, às vezes Guimarães Rosa, mas é extremamente pessoal, revela  a maturidade  do autor e detona seu longo fôlego nesse mergulho fundo ao universo rural de ‘Geomorfosintaxe do Riso’.

O processo criativo nos remete ao melhor de Cortazar e Gabriel Garcia Márquez – é circular, complexo, morde a própria cauda e se estilhaça em várias opções de leitura. Os personagens, dezenas deles, passeiam no fio da navalha e trazem códigos pessoais que determinarão suas preferências e raízes socioeconômicas.

O autor é pendular entre a reflexão (com citações que irão mostrar sua cultura literária) e a narrativa, que pode estar tanto na primeira como na terceira pessoa. Essa narrativa, quando da primeira pessoa, alterna-se entre o masculino e o feminino. A arte de narrar, em José Humberto Henriques, é o seu grande trunfo.

Sua análise clara da alma e da mente dos personagens – assim como algumas terminologias do ramo – desnudam, diante do leitor, o médico profissional que ele é. Seu bisturi literário é preciso. Seu estilo, precioso.

Metáforas belíssimas estão semeadas ao longo do texto. A prosa é poética, de uma poesia sofisticada e lúdica. O autor se debruça sobre o lirismo para pescar, com rara habilidade, o insólito e o tragicômico.

“Geomorfosintaxe do Riso”, mapa aberto para muitas pistas e despistes do tesouro. Encontrá-lo é um desafio. E um prazer.”

Ps.: Publicação autorizada pelo autor.

Magna Aspásia Fontenelle

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Marionete da escuridão

Marcos Vinícius Aparecido Felippe: Poema ‘Marionete da escuridão’

Logo da seção 'Jovens Talentos'
Logo da seção ‘Jovens Talentos

Ao anoitecer

A escuridão ressurge

Perante a humanidade

Brotando do seu fundo esguio

Esperando alguma oportunidade

De preencher o coração do homem

Com obscenidades

Se rendendo aos seus encantos

Terminará sendo Marionete da Escuridão

Espalhando-se como uma doença

Penetrando no fundo de sua alma

Pouco a pouco

Transformando-a

E sem perceber

Sua mente

Se fecha

Perdendo sua essência

E sua consciência

Marcos Vinícius Aparecido Felippe

(Texto orientado pelo professor Clayton Alexandre Zocarato, junto com o discente  do Ensino Médio do 2º  Ano B, Marcos Vinícius Aparecido Felippe, como parte integrante de incentivo à  leitura e escrita  poética, feito ao longo do  ano letivo  de 2023,  na Escola Estadual de Tempo Integral e Regular ‘Professor Bento de Siqueira, do município de Marapoama – SP).

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Fiz…

Clayton Alexandre Zocarato: Poema ‘Fiz…’

Foto do autor e colunista do ROL Clayton Alexandre Zocarato
Clayton Alexandre Zocarato

Quando fiz…

O que fiz…

Não  precisou de nenhum giz…

Mas foi por um triz…

No que você diz…

Que fui feliz…

Hoje só sou infeliz…

Clayton Alexandre Zocarato

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Amor de mãe

Eliéser Lucena: Crônica ‘Amor de mãe’

Foto do colunista Eliéser Lucena
Eliéser Lucena
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Certas pessoas nos surpreendem pela forma como pensam, como veem as questões corriqueiras da vida e como reagem aos mais variados temas, até mesmo naqueles pontos mais complicados, onde muitos perderiam o rumo, teriam uma vida de questionamentos e argumentos (até razoáveis) para sofrimentos atrozes e eternos, outros constroem a sua trajetória, alicerçados apenas no amor.

E veja como é o ser humano, apesar de todas as facilidades do mundo atual, toda uma parafernália tecnológica, todo um sistema pensado e formatado para que as nossas emoções sejam varridas para baixo do tapete das nossas existências, ainda somos dotados de sentimentos.

Mas uma pergunta que semeia a mente das pessoas, não apenas a minha, é: mas, afinal, que sentimento é esse que faz com que algumas mulheres operem milagres ao mudarem trajetórias, ao escolherem determinados caminhos, por mais duros que possam parecer e até mesmo o são?

Vejamos o seguinte relato: “em determinado momento, fui esquecido no hospital, recém-nascido e a minha mãe (adotiva) viu aquela situação e me levou para casa”. É de emocionar a não revolta, o não odiar, o não querer o mal de ninguém, sem nenhum outro rastro que não seja o de muito amor e muita gratidão.

É de ter esperanças no ser humano olhar, hoje, a forma como isso é encarado, um homem adulto permeado de sentimentos que não faz a menor questão de esconder nenhum deles e se emociona com facilidade, sem pudores, sem máscaras e sem disfarces.

Que missão fantástica de uma mulher que acolhe alguém, que entrega o que tem de melhor e empresta ao mundo um ser humano que replica amor por onde passa. Uma mãe que não se pode chamar de biológica nem adotiva, não caberia. A melhor definição que podemos ter é: mãe de luz!

Aí, quando não esperamos, quando já estamos mais do que acostumados com respostas burocráticas, simplesmente para que sejam mantidos interesses e máscaras, veio o seguinte questionamento: qual o motivo que te faz querer ingressar em um projeto que não tem a menor garantia de nada, que não está calcado em valores financeiros (embora eles sejam importantes) e provavelmente não trará ganhos substanciais de imediato?

Acredito que nunca mais vou ouvir uma resposta tão curta, surpreendente, emocionante e que me faz pensar valer muito a pena seguir em frente. Ah! A resposta? “Amor de mãe”!

Eliéser Lucena

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Academia Hispano-Brasileira de Ciências, Letras e Artes (AHBLA): Uma Ponte Cultural e Acadêmica entre Brasil e Espanha

Fundada com o objetivo de promover a colaboração e a troca de conhecimento entre esses dois países, a AHBLA desempenha um papel fundamental na promoção da cultura e da produção acadêmica

Logo da AHBLA
Logo da AHBLA

A Academia Hispano-Brasileira de Ciências, Letras e Artes (AHBLA) é uma instituição acadêmica única, que serve como uma ponte cultural e intelectual entre Brasil e Espanha. Fundada com o objetivo de promover a colaboração e a troca de conhecimento entre esses dois países, a AHBLA desempenha um papel fundamental na promoção da cultura e da produção acadêmica.

A Função de uma Academia de Letras para o Brasil e para a Espanha

As Academias de Letras têm uma longa tradição em promover a língua, a literatura e a cultura de seus respectivos países. No caso da AHBLA, sua função é especialmente relevante, uma vez que busca fortalecer os laços entre Brasil e Espanha por meio da promoção de estudos, pesquisas e produção literária e artística.

Para o Brasil, a AHBLA oferece uma série de eventos presenciais e online para acadêmicos brasileiros se destacarem internacionalmente e compartilharem suas contribuições com uma audiência global. Para a Espanha, a academia desempenha um papel crucial na divulgação da cultura e da língua espanhola no contexto brasileiro e, por extensão, na América Latina.

Benefícios de Participar da AHBLA

Os acadêmicos que fazem parte da AHBLA desfrutam de diversos benefícios:

Networking Internacional: A AHBLA oferece oportunidades de interação com acadêmicos, escritores e artistas de renome tanto do Brasil quanto da Espanha, criando uma rede de contatos potenciais.

Participação em Eventos e Publicações: Os membros têm a oportunidade de apresentar seu trabalho em eventos acadêmicos e culturais e contribuir para publicações conjuntas da academia.

Reconhecimento Acadêmico: Ser um membro da AHBLA é um reconhecimento de excelência acadêmica e contribuições significativas para a cultura e as letras.

Apoio à Pesquisa e Criação Artística: A academia apoia projetos de pesquisa e criação artística por meio de equipes de voluntários.

Ingresso na AHBLA

A AHBLA está atualmente com seu edital de ingresso aberto. Para se tornar um acadêmico, os interessados devem atender aos principais requisitos:

  • O(a) candidato(a) deverá possuir livro publicado, e ou participação em antologia publicada, obra plástica autoral, formação ou atividade musical ou teatral.
  • No caso de Literatura, o membro aprovado(a) deverá enviar uma unidade de sua obra para o acervo permanente da academia;

Os interessados podem solicitar mais informações e o edital completo entrando em contato por:

A AHBLA convida todos os interessados em fortalecer as relações culturais e acadêmicas entre Brasil e Espanha para se juntarem a esta prestigiosa academia e contribuir para a promoção da cultura e das letras em ambos os países.

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Revirada Musical da EMESP Tom Jobim completa 10 anos em edição com mais de 200 apresentações 

Festival proporciona que estudantes de todos os ciclos, cursos e instrumentos da Escola de Música do Estado de São Paulo se apresentem ao público, em uma programação intensa de shows, concertos e recitais com transmissões ao vivo pelo YouTube 

EMESP Tom Jobim é referência na formação de profissionais da música erudita e popular. Foto: Heloísa Bortz 

Entre 18 e 23 de setembro, a Escola de Música do Estado de São Paulo – EMESP Tom Jobim, instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, gerida pela organização social Santa Marcelina Cultura, realiza a 10ª edição da Revirada Musical.  

Promovido desde 2014, o festival oportuniza uma semana dedicada às apresentações dos alunos e alunas, onde as aulas são suspensas para que eles possam tocar e vivenciar essa grande confraternização musical, que visa incentivar a produção artística e enriquecer a experiência em performance, pontos amplamente trabalhados nas aulas individuais e coletivas, como destaca a gestora pedagógica da EMESP Tom Jobim, Ana Beatriz Valente

“É um momento muito importante, no qual toda a equipe e os mais de 2.000 alunos e alunas têm a oportunidade de mostrar uma parte do seu trabalho para os(as) colegas e à comunidade, em mais de 200 apresentações, praticamente ininterruptas, intercaladas entre o auditório e saguão da escola”, diz. 

Transmissões ao vivo 

Na edição de 2023 – a Revirada da Década -, 100% das exibições serão transmitidas ao vivo pelo canal do YouTube da EMESP Tom Jobim. Além disso, neste ano, diversas apresentações acontecerão no entorno da escola, em locais parceiros. Aproveite para conferir esse momento de celebração do trabalho e da dedicação de professores e estudantes da Escola de Música do Estado de São Paulo, referência mundial na formação de profissionais e no ensino de música.  

“É uma oportunidade muito especial. Durante os 6 dias, podemos ver toda a diversidade de idades, gêneros, sons e estilos musicais que compõem a EMESP Tom Jobim”, ressalta Ana Beatriz Valente. 

SERVIÇO 

Revirada Musical 2023 – EMESP Tom Jobim 

Data: 18 a 23 de setembro  

Local: EMESP Tom Jobim (Largo General Osório, 147, Luz, São Paulo/SP)  

Entrada franca 

Programação completa em: https://emesp.org.br/noticias/revirada-musical-2023/ 

Acesse o canal do YouTube da EMESP Tom Jobim em: https://www.youtube.com/@TJEMESP 

10ª Revirada Musical ocorre de 18 a 23 de setembro, na EMESP Tom Jobim. Foto: Heloísa Bortz
10ª Revirada Musical ocorre de 18 a 23 de setembro, na EMESP Tom Jobim. Foto: Heloísa Bortz 

ESCOLA DE MÚSICA DO ESTADO DE SÃO PAULO – EMESP TOM JOBIM  

Referência no ensino brasileiro de música, a EMESP Tom Jobim é uma escola do Governo do Estado de São Paulo gerida pela Santa Marcelina Cultura, Organização Social parceira da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo.

Atende gratuitamente mais de 1.300 alunas e alunos em seus cursos e habilitações em música popular e erudita, da teoria à prática musical. Em 2019, a EMESP Tom Jobim comemorou 30 anos de atuação. A Escola tem como objetivo a formação dos futuros profissionais da música erudita e popular.

Com um corpo docente altamente qualificado, a EMESP Tom Jobim vem construindo um projeto pedagógico inovador, com foco no ensino de instrumento, no convívio dos alunos com grandes mestres e nas práticas coletivas (música de câmara e prática de conjunto), além de disciplinas teóricas de apoio.

Em constante diálogo com as principais instituições de formação musical do Brasil e do mundo, a EMESP Tom Jobim oferece a cada ano centenas de shows, concertos, workshops e master classes. A EMESP Tom Jobim mantém um eixo de difusão artística complementar às atividades de formação com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento de seus alunos e criar uma ponte entre o aprendizado e a profissionalização, além de fomentar a formação de público e a difusão da música em todas as modalidades.

A Escola mantém os grupos artísticos: Banda Sinfônica Jovem do Estado, Coral Jovem do Estado, Orquestra Jovem do Estado e Orquestra Jovem Tom Jobim que oferecem bolsas para as alunas e os alunos da Escola.   

SANTA MARCELINA CULTURA  

Eleita a melhor ONG de Cultura de 2019, além de ter entrado na lista das 100 Melhores ONGs em 2019 e 2020, a Santa Marcelina Cultura é uma associação sem fins lucrativos, qualificada como Organização Social de Cultura pelo Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura, Economia e Indústria Criativas que atua com a missão de formar pessoas.

Criada em 2008, é responsável pela gestão do Guri, da Escola de Música do Estado de São Paulo – Tom Jobim (EMESP Tom Jobim) e do Theatro São Pedro. O objetivo da Santa Marcelina Cultura é desenvolver um ciclo completo de formação musical integrado a um projeto de inclusão sociocultural, promovendo a formação de pessoas para a vida e para a sociedade.

No Theatro São Pedro, a Santa Marcelina Cultura desenvolve um trabalho voltado a montagens operísticas profissionais de qualidade aliado à formação de jovens cantores e instrumentistas para a prática e o repertório operístico, além de se debruçar sobre a difusão da música sinfônica e de câmara com apresentações regulares no Theatro.

Para acompanhar a programação artístico-pedagógica do Projeto Guri, da EMESP Tom Jobim e do Theatro São Pedro, baixe o aplicativo da Santa Marcelina Cultura. A plataforma está disponível para download gratuito nos sistemas operacionais Android, na Play Store, e iOS, na App Store. Para baixar o app, basta acessar a loja e digitar na busca “Santa Marcelina Cultura”.  

  

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