Romance histórico sobre uma jovem imigrante que luta para estudar no Brasil do século XX

Com o livro ‘Os Amores de Clara’, Simone O. Marques transformou as memórias da tia-bisavó em ficção para homenagear a luta por direitos das mulheres e a importância da educação feminina

Capa do livro 'Os Amores de Clara'
Capa do livro ‘Os Amores de Clara

Em Os Amores de Clara, a escritora e pedagoga Simone O. Marques homenageia todas as mulheres que lutaram por uma sociedade mais igualitária no Brasil do século XX. Inspirada nas memórias da tia-bisavó, a autora também reconhece a luta dos imigrantes portugueses e italianos que vieram ao país com a promessa de melhores condições de vida, porém enfrentaram condições precárias de trabalho.

No enredo, Clara e a família se mudam de Portugal para o interior de São Paulo, com a crença de que teriam boas oportunidades de emprego na região. Quando chegam, descobrem estar em uma servidão por dívidas e precisam quitar o valor imposto pelo fazendeiro. Presa a esta realidade, mas ainda sem idade para entender a situação, a protagonista trava batalhas individuais ao sonhar em estudar.

Conforme fui crescendo, minha ânsia por aprender a ler e escrever também cresceu, mas meus pais tinham uma forte convicção sobre o mal que aquilo representava para uma mulher. E, naquilo, eram tão fortes quanto seus braços usando uma enxada. Tudo ficou ainda mais difícil, ou doloroso, quando construíram a escola na fazenda. (Os Amores de Clara, pg. 38)

Os pais acreditam que a garota deve cuidar do lar para se tornar uma esposa ideal, mas a paixão do irmão Romeu por histórias inspira Clara na busca por conhecimento. Teimosa, ela começa a assistir às aulas destinadas somente a meninos no telhado da escola. Todos os dias, entra na instituição com a ajuda do amigo Pedro e sobe até o topo do edifício para acompanhar as lições de longe e descobrir como formar palavras.

Na narrativa, a personagem recorda as próprias memórias através de uma perspectiva madura. Ao falar sobre o passado já na fase adulta, ela evidencia a inocência da infância, as desigualdades de gênero e os problemas financeiros da família na época – que antes passavam despercebidos sob o olhar da juventude.

Com uma linguagem simples, a obra percorre três décadas da trajetória da protagonista, até 1932, ano em que as mulheres conquistaram o direito ao voto no Brasil. A autora complementa: “este é um romance histórico que forma uma colcha de retalhos de vivências femininas no início do século XX, e a voz de Clara é parte das vozes de muitas mulheres que foram caladas por tanto tempo”.

FICHA TÉCNICA

Título: Os Amores de Clara

Autora: Simone O. Marques

Editora: Som Books

ASIN: B0CD9J7VN6

Páginas: 131

Preço: R$ 11 (e-book)

Onde comprar: Amazon

Sobre a autora

Divulgação / Simone O. Marques
Divulgação / Simone O. Marques

Graduada em Pedagogia e mestre em Educação, Simone O. Marques é escritora e roteirista. Exerceu o trabalho no magistério até 2007, quando começou a se dedicar integralmente à carreira literária.

Nestes 16 anos, escreveu 30 livros de gêneros diversos, como fantasia, realismo fantástico, distopia e infantil. Lançou o selo editorial Som Books, por onde publicou obras e sagas como “As Filhas de Dana”, “Os Amores de Clara”, “Triskle” e “Sabores de Sangue”.

Especializou-se, ainda, em temas como mitologia e culturas celtas e também fez curso de audiodescrição. Autora nasceu em São Paulo e mora em Bertioga, cidade localizada na região metropolitana da Baixada Santista.

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Sintonia

Patrícia Alvarenga: Poema ‘Sintonia’

Patrícia alvarenga
Patrícia Alvarenga
Paisagem. Foto de Patrícia alvarenga
Paisagem. Patrícia Alvarenga

As pedras rabiscam na terra meu desejo;

As águas ouvem nos rios minha poesia;

Os pássaros tecem nas árvores minha esperança;

As flores cantam nas matas meus sonhos;

O vento suspira nas brechas meus amores;

As estrelas me concedem a última dança.

De beleza e eternidade a natureza se veste.

Minha liberdade encontra sua paz.

Patrícia Alvarenga

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Trabalhador: a força reivindicativa do progresso

Diamantino Lourenço Rodrigues de Bártolo: Artigo ‘Trabalhador: a força reivindicativa do progresso’

Foto do autor do texto, o colunista Diamantino Bártolo
Diamantino Bártolo

O ‘Dia do Trabalhador’, comemorado no primeiro de maio, principalmente nos países democráticos, constitui um marco histórico na libertação da mulher e do homem: da escravatura salarial, da prepotência patronal e da reivindicação por melhores condições de trabalho, com garantias de uma velhice tranquila e materialmente confortável, porque ninguém deve iludir-se quanto ao futuro que, salvo alguma situação imprevisível, a maioria deseja atingir idade provecta, e usufrui-la com dignidade.

É normal que os trabalhadores lutem por melhores dias laborais, em todos os sentidos e, independentemente das profissões e estatutos que possuam, sejam: intelectuais, científicas, liberais, operários, agricultores, pescadores, mineiros, funcionários públicos, militares, policias, entre outras profissões.

É justo, e será legítimo e legal, que recorram a todos os meios para fazerem valer as suas pretensões, porém, e sempre que possível, minimizando os prejuízos aos colegas de outros setores, principalmente quando optam pelo instrumento mais incisivo, a grave que, sabendo-se o seu objetivo, é precisamente, causar danos e demonstrar que aquele grupo de profissionais faz falta à sociedade.

No “Dia do Trabalhador”, convém recordar que ele, em qualquer atividade profissional, é parte da máquina do progresso, cada um contribuindo com a sua quota-parte de tempo, de conhecimentos e de experiência, sem o que: cada empresário, patrões, chefias e outros interventores de topo, não teriam sucesso, ou então não continuariam a progredir numa determinada carreira.

Talvez interesse aqui referir que, por vezes, afigura-se existir algum afastamento, e até mesmo insensibilidade por parte dos trabalhadores no ativo, quando desencadeiam greves, para conseguirem melhores condições gerais pelo trabalho que realizam e, raramente, se lembram daqueles que, estando agora na reforma, já contribuíram para manter a empresa, onde os atuais têm os seus postos de trabalho, e até em melhores condições.

Verifica-se que nem sempre haverá solidariedade dos trabalhadores no ativo, para com os colegas reformados. Raramente ocorre uma greve, ou uma qualquer outra forma de luta, dos trabalhadores ainda em funções, a favor daqueles que, atualmente, aposentados, vivem com magras reformas.

Esta mentalidade, que poderá revelar falta de solidariedade e desconsideração pelos ex-colegas, em nada favorece a imagem de quem está no ativo que, afinal, também descartam aqueles que, eventualmente, no passado os tenha ajudado a entrar para a sua empresa, para a função pública, enfim, os tenha apoiado  para obterem um emprego., na gíria popular, aqueles que em tempos “meteram a cunha”.

O ‘Dia do Trabalhador’ também deve ser aproveitado, não só para manifestações, como também para refletir na situação que tendo sido trabalhadores, agora, grande parte, estão votados ao ostracismo. Neste dia, feriado nacional, consagrado ao trabalhador, não se pode ignorar, pelo contrário, quem trabalhou uma vida inteira e contribuiu para um país melhor, sofrendo na pele, quantas vezes, a humilhação, a repressão, a perseguição, para que hoje se possa comemorar este dia. Seria bom que nenhum trabalhador esquecesse o passado de seus avós, pais, parentes, amigos e conhecidos.

Não só no primeiro de maio, mas todos os dias, deseja-se que a população: quem trabalha; quem está a chegar ao mundo do trabalho e os que já deram décadas das suas vidas, deem as mãos para que haja mais união, mais solidariedade e mais reivindicações globais, para que possamos usufruir de melhores condições de vida. Na verdade, não pode haver portugueses de primeira e de segunda classes.

A comunhão intergeracional, agora mais do que nunca, é essencial para se revelar respeito, carinho e consideração por nos entes queridos que tanto nos ajudaram, quantas vezes, a sermos alguém na vida. Nós, os “velhos”, ou mais suavemente, os da “terceira idade” ou, ainda, diplomaticamente, os “seniores”, tal como dizia o Papa Francisco, não podemos ser “descartáveis”.

Diamantino Lourenço Rodrigues de Bártolo

Presidente do Núcleo Académico de Letras e Artes de Portugal

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Eu sou um cão de rua

Ivete Rosa de Souza: Crônica ‘Eu sou um cão de rua’

Foto da colunista Ivete Rosa de Souza
Ivete Rosa de Souza

Sou um cão de rua, como dizem os humanos. Nasci na rua porque minha mãe ali foi lançada, logo que descobriram que estava prenha. Eu e mais cinco irmãos nascemos no mato, bem perto de uma rodovia. Minha mãe nos amamentou e, apesar de estar fraquinha, debilitada, ainda conseguiu por dias nos manter protegidos e alimentados.

 Mas um dia ela saiu à procura de comida e não voltou. Meus irmãos choraram, a procuraram, mas foi em vão. Dois deles foram atropelados, seus corpinhos ficaram esmagados no asfalto. Outros dois se perderam no mato eu os ouvi chorar, chamar por nossa mamãe. Ficamos um outro irmãozinho que era o menorzinho e eu.

Um rapaz de moto nos viu, vi piedade em seus olhos, nos colocou em uma mochila. Fiquei assustado, mas logo dormi abraçado ao meu irmão. Demorou um pouco para chegarmos em uma casa humana, uma senhora simpática veio logo nos ver.

Nos limpou com uma toalha, eu a ouvi dizer que nem tínhamos um mês de idade. Meu irmão estava em pior estado que eu, passados alguns dias ele não quis acordar. Chorei muito quando o vi inerte, sem voz, sem brilho em seus olhinhos negros.

 A senhora que cuidou de nós me chamava de filhinho, agora eu tinha uma nova mamãe. O rapaz da moto, me levou ao Doutor Cláudio, ele me examinou e me deu umas agulhadas ouvi ele dizer ao Ronaldo meu novo papai, que era para eu não ter vermes ou doenças por ser um filhote da rua.

Não posso dizer que estou triste, ganhei uma mamãe e um papai, tenho uma casinha toda minha. A minha mamãe fez uma roupinha para mim. Ela me deixa no sofá enquanto, costura alguma coisa. Tenho comida, água, petiscos, me sinto querido e seguro.

Só me entristeço porque lembro da minha mãe e meus irmãos. Todos mortos, vítimas da crueldade humana, penso neles, não tiveram a oportunidade de conhecer um lar, nem o privilégio de ser amado e acolhido.

 Meu tutor, me coloca no colo e faz carinho. Fala comigo dizendo que me ama, e nunca vai me abandonar. Eu acredito que ainda existem bons humanos. Mas vi muitos humanos passarem por nós e nem nos notarem, tinha muito medo deles. Tomara que o Ronaldo seja mesmo sincero e nunca me abandone.

 Todos pensam que somos inúteis ou animais irracionais. Mas posso lhes provar que somos inteligentes e eternamente gratos pela vida ao lado dos humanos. Somos guiados pelo coração. Nós não sabemos de nossos pais ou irmãos. Nossa sina é estar ao lado dos humanos. Em uma ninhada cada um de nós somos escolhidos ou abandonados à própria sorte. Vi meus irmãozinhos morrerem, minha mãe desaparecer.

Na minha espera por amor, senti a dor da fome, frio dores e a falta de carinho. Ainda no ventre de minha mãe, consegui sentir a dor de um chute humano. Ainda sinto a dor em minhas costelas, meu irmão menor estava bem coladinho a mim teve uma pancada maior, vi quando sua cabecinha se inclinou para trás.

Minha mãe ficou meio manca, nunca saberei se teve alguma fratura em seus ossos, depois daquela pancada e das dores de parir a todos nós, ficou ainda mais fraca talvez com a fome e a sede tudo tenha levado a uma morte prematura, em algum lugar seu corpo se encontra sem vida, sem mesmo ter feito mal a alguém.

 Eu sou muito protegido e amado e por esse motivo ninguém poderá fazer algum mal aos meus tutores. Eu os defendo com toda a minha coragem e amor. Hoje eu corri atrás de um homem que era muito esquisito, parecia ter más intenções. Eu mordi e ele quase me alcançou com um chute.

 Mas minha mamãe me viu e gritou para o malfeitor. Meu papai pegou a moto e correu atrás do bandido. Algumas quadras depois esse meliante foi preso. Minha mãe me deu petiscos e biscoitos dizendo que eu era um herói. Não sei se sou esse herói que ela fala, só sei dizer que amo os dois, que sou capaz de morrer por eles.

Foi o Ronaldo quem me tirou do mato, da chuva fria. Foi ele quem me deu uma vida sendo parte de uma família humana. Eu sei que muitos não tem a mesma sorte. Muitos são abandonados, doentes velhos ou apenas indefesos filhotes. Outros são os acorrentados, sofrem dores por surras ou pancadas., mesmo tendo donos, que deveriam protegê-los.

 Tem outros que sofrem coisas horrendas, com os humanos que os tem sob sua tutela. Apesar de meus poucos meses de vida eu sei tudo o que se passa com meus companheiros na rua. Como sei disso? Sei por que eu já nasci outras vezes. Já estive em outros lares, já fui feliz. Também já fui idoso e abandonado cego e com dores nas juntas. Não consegui andar por muito tempo. Em menos de um mês morri e renasci.

 Sabe como eu sei? Vivendo intensamente todas as vidas que vivi. Foi Deus quem me fez assim. Tão cheio de amor, mais importante sempre tenho que estar bem-disposto e contente, para merecer o amor dos humanos. Enquanto eu vou passando pela existência humana, aprendo a entendê-los e a respeitá-los. É uma pena que alguns deles não entendam que estamos neste planeta para ensinar o verdadeiro sentido de amar, de ser leal, compreender a verdadeira alegria, gentileza e, acima de tudo, respeito.

 Deus nos fez assim perfeitos para amar sem preconceito, sem medo e submissos aos humanos. Nós viemos ao mundo para doar compaixão, felicidade e a vontade de ser útil. Nós entendemos quem não nos vê, nós sentimos as mudanças de humor dos humanos. Entendemos a dor, a tristeza e se gostam ou não de nós.

Como eu gostaria de saber falar, contar tudo o que sei. Sabe, vivemos muito pouco tempo neste planeta. Porque viemos revestidos de amor puro e simples, não nos importamos com a nacionalidade, cor da pele, ou status social. O que nos importa é ser amados. Ter um cantinho quente para dormir água e comida. E seremos sempre companheiros de nossos tutores, sempre amigos fiéis, que nada pedem, mas têm muito a oferecer.

Ivete Rosa de Souza

Contatos com a autora

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Orgulho, inveja e ingratidão são os temas do 18º Salão Internacional de Humor de Caratinga


A 18ª edição contará com apresentação de charges, cartuns, caricaturas e quadrinhos, enviados por artistas do Brasil e exterior

Banner do 18º Salão Internacional de Humor de Caratinga
Banner do 18º Salão Internacional de Humor de Caratinga

O evento, idealizado e realizado pelo cartunista e produtor cultural Élcio Danilo Russo Amorim, o Edra, acontecerá na Casa Ziraldo de Cultura, no período de 20 a 30 de novembro de 2023. Como informa Edra, paralelo ao evento, realizado em parceria com a Estação Cultural de Caratinga e com apoio da Prefeitura de Caratinga, através da Secretaria de Educação, Esporte e Cultura, acontecerá também o 3º Festival Jal&Gual, cujo objetivo homenagear os cartunistas do Brasil, fato inédito no mundo.

Fernando Coelho dos Santos será tema caricatura, em reconhecimento a sua importante participação na realização do 1º Salão Mackenzie de Humor e Quadrinhos (1974). o primeiro realizado no Brasil e na implantação do Salão Internacional de Humor de Piracicaba, que neste ano completa 50 anos de
atividades. “Ambos influenciaram centenas de eventos que até hoje seguem seus conceitos iniciais, tanto na organização e regulamento, salões estes que são, no decorrer deste tempo, responsáveis por nossas destacadas gerações de humoristas gráficos”.

Segundo Edra, o Salão de Humor de Caratinga, já apresentou trabalhos de artistas de todas os estados do Brasil e de mais de 75 países, sendo considerado o mais tradicional e importante de Minas Gerais, estando entre os maiores e longevos do Brasil.

“O evento, aberto ao público com entrada franca, é uma atração artística que fomenta a cultura, estimula o turismo, servindo de importante opção de entretenimento que agrada a todas as faixas etárias. Em breve será divulgado os regulamentos do 18º Salão de Humor e do 1º Salão Maluquinhos de Humor de Caratinga.

Salão de Humor para Crianças

 Edra, com o neto João Gabriel Medina Costa Amorim
Edra, com o neto João Gabriel Medina Costa Amorim

Edra anuncia uma novidade para a edição deste ano do Salão de Humor. “Para este ano teremos uma grande novidade: a realização o 1º Salão Maluquinho de Humor de Caratinga. Direcionado a estudantes da rede pública e privada com idade entre 9 a 12 anos, ele visa incentivar as crianças à prática artística e contribuir para o seu desenvolvimento cultural e crítico através da linguagem do humor gráfico. A arte do cartaz é do meu neto João Gabriel Medina Costa Amorim”, comenta Edra, com entusiasmo.

Como relata Edra, na série homenagem que o evento vem prestando aos ilustres caratinguenses, como já aconteceu com Ziraldo, Agnaldo Timóteo, Míriam Leitão, Ruy Castro e Zélio, neste ano será rendida a homenagem à escritora caratinguense Marilene Godinho, que será tema de caricatura tanto na mostra competitiva oficial do Salão quanto do 1º Salão Maluquinhos de Humor.

O Salão Maluquinhos por Humor terá como público alvo alunos do 4º e 5º ano, com idade entre 09 e 12 anos, da rede pública e privada de Caratinga. Os interessados puderam se inscrever, gratuitamente, no período de 21 a 31 de agosto. Cada aluno inscreveu apenas um desenho, exercido dentro de sala de aula, em papel oficial do concurso, no formato máximo de 210 x 297 mm (A4), em qualquer técnica e desenvolvidos na linguagem do humor e caricatura.

Cada escola designará uma equipe de professores para acompanhar o desenvolvimento do concurso em salas de aula e selecionar os dez melhores desenhos da sua instituição e entregá-los em um envelope devidamente identificado e lacrado, na Secretaria Municipal de Educação, Cultura e Esporte, no Setor Pedagógico. Uma Comissão indicará, entre os dez desenhos selecionados por cada instituição, os três primeiros colocados que representarão a escola na exposição na Casa Ziraldo de Cultura.

Contatos com Edra

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Lilian Cardoso estreia na literatura e fica entre os mais vendidos da editora na Bienal do Livro Rio

O Livro Secreto do Escritor’, com pré-lançamento no maior evento literário do ano, é a primeira obra completa publicada no Brasil direcionada para escritores

Crédito da foto: Felipe Pillon
Crédito da foto: Felipe Pillon

Lançado com exclusividade na Bienal do Livro Rio (e agora em pré-venda na Amazon), O Livro Secreto do Escritor reúne os conhecimentos e experiências de 15 anos da especialista em marketing literário, Lilian Cardoso.

Lançada pela Citadel Grupo Editorial, a obra é a primeira a ser publicada no Brasil com o objetivo de ajudar de aspirantes a escritores até aqueles que buscam por novas estratégias para a carreira.

Com duas sessões de autógrafos realizadas no maior evento literário do ano, a autora alcançou a segunda colocação entre os cinco títulos mais vendidos da editora na feira, apenas atrás da obra Mais esperto que o diabo, clássico de Napoleon Hill.

Na obra, a autora revela os bastidores do mundo literário, detalha as etapas de lançamentos, desmistifica os rankings dos mais vendidos, além de mostrar como atrair o público-alvo, escolher o melhor caminho para publicar, negociação com editoras e marketing focado na divulgação de livros.

Segundo Lilian, o lançamento de O Livro Secreto do Escritor representa um marco em sua carreira e receber o carinho de tantos fãs foi a realização de um sonho. “Estudei e trabalho por muitos anos o mercado editorial e existem muitos livros sobre escrita, mas faltava uma obra que reunisse todas as etapas que contemplasse também a publicação e divulgação”, comenta a autora.

A especialista completa: “Esse público que tive na Bienal foi resultado de uma campanha intensa nas minhas redes sociais que venho construindo há quatro anos. É isso que eu ensino os autores a fazerem e o resultado [de vendas] de ‘O livro Secreto do Escritor’ é fruto desse trabalho.”

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Helio Rubens, o atemporal

Sandra Albuquerque: Crônica ‘Helio Rubens, o atemporal’

Sandra Albuquerque
Sandra Albuquerque
Helio Rubens e a esposa, Ana Elisa
Helio Rubens e a esposa, Ana Elisa

Pensa num homem que tem um caráter impecável e que é um sonhador desde muito jovem.

Um homem que não sonha não chega a lugar algum.
Esse é o nosso Helio Rubens, esposo desta magnífica mulher, a Ana Elisa, Aninha para ele.
Um dia, ele pensou: “Por que não criar um jornal?”.

E seus rabiscos, suas ideias, até chamadas de atemporais, porque ele é atemporal, criaram formas e vida. E foi assim que nasceu o meu afilhado Jornal ROL.

E como isto não bastasse, pois era pouco pra suas ideias mirabolantes, criou o irmão do ROL e o chamou de Inter-NET Jornal.

Como ele tem um coração cheio de amor pra dar, conquistou os nossos corações.

Um dia, ele precisou parar para se tratar.

Ai, que buraco causou em nós!

É… Mas sabíamos que ele retornaria.

E aí está ele.

Vida longa a você, Helio Rubens!

Comendadora Poetisa Sandra Albuquerque

Rio de Janeiro,13 de setembro de 2023.

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