Os quase 65

Sandra Albuquerque: Poema ‘Os quase 65’

Sandra Albuquerque
Sandra Albuquerque

Olho para mim
Uma mulher madura, estabelecida e feliz.
A felicidade está dentro de você
Ela não está na dependência do outro.

Você precisa se amar pelo que você é e por
cada conquista que você conseguiu até aqui.

Sou feliz, amo a Deus e sou evangélica.
Gosto de pregar a palavra, pois meu livro predileto é a Bíblia Sagrada.

Amo minha família, minha casa e meus animais
Os amigos que tenho e as artes também
Sou escritora e me orgulho muito disto.
Através da literatura fiz muitos amigos.

Entrei na FEBACLA como Acadêmica Correspondente, a seguir, Internacional e dentre todos os degraus, hoje, sou Benemérita (Imortal e Patrona de minha própria cadeira, sob o número 14), Comendadora Guanabara e Embaixadora da Paz.
Ah, Príncipe Dom Alexandre!

Sou chamada por todos, carinhosamente, de ‘Fada-madrinha do Jornal ROL’.
Além de ser colunista, sou Editora Setorial Social também.
Ah, Sergio Diniz da Costa!

Sou colunista e Representante Municipal
Do Internet Jornal.
Ah, Helio Rubens Rubens de Arruda e Miranda!

Conheci e passei a pertencer à Academia Caxambuense de Letras
Ah, Leandro Campos Alves!

Me apaixonei pelo estilo Camaquiano e sou
uma das escritoras Camaquianistas.
Ah ,Camac Leon!

Me encontrei nas Aldravias
Ah, minha mestra Marquesa Cláudia Lundgren!

Entrei na OMDDH, como Embaixadora Imortal da Paz e Comendadora da Justiça de Paz.
Ah, Dom Iguaci de Gouveia Junior!

Também sou acadêmica da AILAP
Ah, Charlan Fialho!
E, agora, da AHBLA
Ah, Marquês Lisboa!

Tenho muitos títulos e Comendas.
A maioria, Febaclianos e destaco três títulos em D. h. c: Comunicação, Educação e Serviços Históricos, Sociais e Humanitários.
E tudo, através dos meus trabalhos e ao apoio de vocês aqui, meus amores.
Afinal, perdi as contas das antologias das quais sou coautora.
E de que adiantaria ser coautora, sem vocês.
Em breve virá meu livro solo.

Amo tudo o que faço, mas galgo o caminho da humildade
Desprezo as mentiras e o engano
Minha vida é um livro aberto, voltado ao bom senso e sem senhas.
Sou o que sou e não preciso me esconder e nem vou mudar por causa de quem quer que seja..

Amo ao próximo
Faço trabalhos sociais
Sou madrinha da APTI e fui presenteada com o meu nome na biblioteca.
Não precisa estar perto para ser reconhecida.
E daqui do Rio de Janeiro, lá estou em Camaçari – Bahia
Ah, Nilson Carvalho!

Divulgo os trabalhos das ONGs de pessoas e animais e primo o meio ambiente, como por exemplo ‘Anjos da Noite’ (com moradores de rua na cidade de Suzano – São Paulo), ‘Greenpeace’ e ‘Quatro Patas’. Como é linda a natureza!

Para mim, um exemplo de mulher batalhadora:
Baronesa e escritora Verônica Moreira
Organizadora de antologias:

Escritora holística
Embaixadora Regina Caciquinho

Produtora de coletânea:
Pastora Élle Marques

Um espaço para o nosso crescimento cultural:
TV CHANNEL NETWORK.
Ah, Ale Abdo!
Uma rádio que divulga os artistas de todo o país!

Musiculturart, do amigo produtor Juninho Alves.
Um escritor de todos os estilos literários?
Iran Maceno dos Santos
Aprendo muito com eles.

Tenho muitos amigos, literatos ou não, em todo o país e no exterior.
Não faço acepção de pessoas.
A vida é um eterno aprendizado.
Você descobre que a felicidade está nas coisas simples da vida.

Quem pensa que a vida termina aos 65, engana-se, pois é, justamente, a partir daí que você deve viver com as experiências dos anos anteriores, pois as chances de errar serão bem menores.
Você aprende a não esperar nada de ninguém para não se decepcionar.
Você vê como a vida é linda !
E se valoriza a cada dia mais.
E vale a pena você viver dentro do seu tempo.

E que em 20 de outubro venha os 65
para eu escrever outro texto reflexivo, bem aqui na minha cidade e, de preferência, olhando para a praia da Urca.

Comendadora Poetisa Sandra Albuquerque
Rio de Janeiro, 31 de agosto de 2023.

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Meia-luz

Patrícia Alvarenga: Poema ‘Meia-luz’

Patrícia alvarenga
Patrícia Alvarenga
Meia-Luz
Crédito da foto: Patrícia Alvarenga

Adormecem os desejos sob neblina densa.

Sonham com a vida que se perdeu no futuro.

Acordam nas sombras de um passado presente…

Escondem-se na penumbra do coração cansado.

Cantarolam, desafinados, antigas melodias.

Perambulam, sem destino, em caminhos errantes…

Querem abraçar distantes horizontes,

Mergulhar, ainda que em rasas possibilidades,

Acreditar nas últimas promessas…

Patrícia Alvarenga

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Editora Baronesa realiza homenagem a Nelson Rodrigues

Composta pela Coletânea Digital Nelson Rodrigues ConVida, a Comenda Nelson Rodrigues | A vida como ela é! e azulejo comemorativo

Tributo e Prêmio Nelson Rodrigues
Tributo e Prêmio Nelson Rodrigues

Como um dos últimos projetos do ano, a Editora Baronesa vai homenagear o escritor, jornalista, romancista, teatrólogo, contista e cronista de costumes e de futebol brasileiro Nelson Rodrigues, considerado o mais influente dramaturgo do Brasil!

A homenagem é composta pela Coletânea Digital Nelson Rodrigues ConVida, A Comenda Nelson Rodrigues | A vida como ela é! e azulejo comemorativo.

Sobre o projeto

• Os participantes irão receber 02 laudas na coletânea, certificado de participação digital, Comenda e certificado físico.

• Taxa de adesão para Comenda, Coletânea poderá ser paga em 2x.

• Prazo de envio de texto até início de outubro.

Dúvidas

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Esaú e Jacó, de Machado de Assis

Elaine dos Santos: Artigo ‘Esaú e Jacob, de Machado de Assis’

Foto da colunista Elaine dos Santos
Elaine dos Santos
Machado de Assis
Machado de Assis. Crédito: Shutterstock
Direitos autorais: Copyright (c) 2021 mark designers/Shutterstock

Machado de Assis é um dos autores mais laureados da Literatura brasileira.

 Ele é considerado o grande nome do Realismo no Brasil , tendo escrito romances consagrados como ‘Memórias póstumas de Brás Cubas‘ , a história contada por um defunto-autor ou um autor-defunto, e ‘Dom Casmurro‘ , a emblemática história da traição ou não de Capitu (o que menos importa é se ela traiu, o enigma é a grande chave do romance).

No entanto, eu gosto muito de outro romance, trata-se de ‘Esaú e Jacó‘.

No livro do ‘Gênesis‘ , portanto, na Bíblia sagrada, encontramos a história primeira de Esaú e Jacó, que foram filhos de Isaque e Rebeca, netos de Abraão. Esaú, o primogênito, era um caçador habilidoso, enquanto Jacó mantinha uma vida simples e seguia as ordens do Senhor. Isaque demonstrava amar Esaú; Rebeca parecia amar mais Jacó.

Na verdade, desde a concepção, Rebeca percebera um conflito entre os irmãos:

E as crianças lutaram juntas dentro dela; e ela disse: Se é assim, por que estou assim? E foi consultar o Senhor. E o Senhor disse para ela: Duas nações estão em teu ventre e dois tipos de pessoas serão separadas de tuas entranhas; e um povo será mais forte do que o outro; e o mais velho servirá ao mais jovem (GÊNESIS: 25, 22-23).

Esaú, de toda forma, nasceu primeiro, contudo, certa feita, faminto, propôs trocar a progenitura por um prato de comida junto a seu irmão Jacó.

Segundo os estudiosos da tradição cristã. Esaú mostra um grande desapego com os desígnios divinos e mesmo com as tradições humanas, afinal, o filho primogênito é aquele que herda a liderança da família e a autoridade do pai. Quando Isaque, o pai, já estava velho e cego, Rebeca articula para que ele abençoe Jacó com o direito da primogenitura.

Muitos historiadores destacam a impulsividade, a imprudência e o egoísmo de Esaú, contudo, é preciso também ressaltar que o espírito enganador de Jacó aparece no episódio em que, com a ajuda da mãe, recebe a benção da progenitura do pai.

O que se ressalta, para refletir sobre o romance ‘Esaú e Jacó’, de Machado de Assis, é o caráter da gemelaridade, a convivência relativamente fraterna, mas também os espíritos, os gostos, os desejos que se opõem entre os dois personagens centrais da narrativa.

‘Esaú e Jacó’, o romance de Machado de Assis, foi lançado em 1904 e traz o Conselheiro Aires como narrador e personagem – com isso, para quem lida com Literatura num plano profissional, fica claro que se tem uma visão parcial dos fatos: a visão de uma personagem.

O Conselheiro Aires é um observador privilegiado, pois interage com Natividade, a mãe dos gêmeos Pedro e Paulo, protagonistas do romance e que têm temperamentos opostos em tudo. Assim, há um interessante jogo entre semelhanças (eles são gêmeos) e oposições.

Pedro é monarquista (a Monarquia foi suplantada em 1889) e estuda Medicina no Rio de Janeiro; Paulo é republicano e decidiu-se por estudar Direito em São Paulo. Porém, ambos se apaixonam por Flora, o que acirra a rivalidade entre ambos.

Parece claro que o narrador traz a luta ideológica dominante no período entre monarquistas e republicanos – cá estamos diante da Literatura como representação de uma sociedade e do ideário que se acha presente nela – é bom que se diga que Flora não se decide por nenhum dos irmãos, o que evita a opção por um dos sistemas de governo.

Haveria, ademais, uma metáfora sobre a própria política, que interessaria apenas para alguns, mas que é capaz de gerar inimizades entre irmãos. Natividade, a mãe, consegue que, por um ano, os dois irmãos mantenham uma relação fraterna, porém, a sua morte desencadeia novas brigas, a inimizade retorna.

Não nos olvidemos, contudo, que os anos finais do século XIX e o princípio do século XX, foram marcados pela modernização do país. A capital federal, o Rio de Janeiro, desde 1903, tinha um novo prefeito, Pereira Passos , que foi responsável por sua transformação, no que ficou conhecido como ‘Bota-Abaixo‘ ; vivia-se a Bèlle Èpoque à brasileira , tanto em Manaus, como no Rio de Janeiro e em São Paulo, especialmente; entre outros aspectos.

Dessa forma, faz-se possível inferir também que Pedro fosse a metáfora do Brasil do século XIX – do Brasil que se deixava para trás. Ele, inclusive, traz o nome dos imperadores, enquanto Paulo representava o Brasil de um novo século, que seria palco de grandes transformações.

Alguns estudiosos identificam um tom melancólico no romance. É certo que Machado de Assis já havia atingido a maturidade literária e que ultrapassara a idade de 60 anos (1904 é também o ano de falecimento de sua esposa, Carolina , mas a obra é rica, “saborosa” e merece ser lida, ainda mais se considerarmos os tempos de polaridade ideológica.

Elaine dos Santos

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Mulher é… Pintura de afectos, por César Salgado

Carla Pimenta: Artigo ‘Mulher é… Pintura de afectos, por César Salgado

Foto da colunista Carla Pimenta
Carla Pimenta
Mulher é... Exposição de César Salgado
Mulher é… Exposição de César Salgado

A 8 de Julho de 2023, pelas 18 horas, o Salão Nobre INCLUIR + da Associação Incluir + em Torres Vedras abriu as portas à exposição de pintura ‘Mulher é…’ de César Salgado.

Foi no seguimento de um trabalho realizado pelas utentes da Associação Incluir + intitulado ‘A Mulher é…’ que César escolhe os trabalhos a apresentar, trabalhos esses que representam algumas das facetas da mulher.

Mulher é... Exposição de César Salgado
Mulher é… Exposição de César Salgado

Apaixonado pela pintura Carlos César Salgado, nasceu há 56 anos em Lisboa, formado em Design de Equipamento e Interiores na Escola António Arroio; Design da Comunicação no IADE e Desenho e Pintura n AR.CO.

Inicia a carreira de pintor na década de 90, expondo as suas obras. Trabalhou na área do design tendo abraçado definitivamente a carreira de pintor em 2010 assim como o ensino das artes plásticas dando aulas a crianças e adultos.

Para o artista o ensino e a pintura completam-se no sentido em que o que trabalha com os alunos, o que ensina e o que aprende influência inevitavelmente o seu trabalho como pintor, especialmente com as crianças pois elas não têm receios e entregam-se à criação de uma maneira muito mais intensa e espontânea enquanto os adultos são mais contidos, mais reservados.

Mulher é... Exposição de César Salgado
Mulher é… Exposição de César Salgado

No seu percurso profissional, César trabalhou com o pintor António Viana, foi aluno da pintora Susana Chasse e da escultora Rosa Fazenda, efetuou residências artísticas nas galerias DotStar, Micro, Wagner e Square Waves.

Tem participações em projetos coletivos na área da Expressão Plástica, como exemplo, com associações como a M.I.C.O (Movimento de Intervenção Cultural Organizada), o G.E.I.C (Grupo Experimental de Intervenção Cultural).

Estagiou em cenografia com os La Fura Dels Baus em Barcelona, colaborou com os projetos Pintar o Chiado, MoitaMostra e 100×100, colabora com o Atelier de Artes da Câmara Municipal de Mafra e com o Centro Intergeracional da Carvoeira.

Mulher é... Exposição de César Salgado
Mulher é… Exposição de César Salgado

Participa em exposições individuais e coletivas desde 1990, estando representado em coleções particulares e institucionais, nomeadamente na Coleção de Arte da Câmara Municipal de Mafra e da Junta de Freguesia da Ericeira. É membro fundador do Projeto PopulArte.

Pintor de afectos, César apresenta-nos seis telas dedicadas à mulher, à sua essência, ao seu lado maternal, amante, à mulher apaixonada, a mulher como musa inspiradora do artista que sempre pintou rostos femininos

Na pintura de César podemos encontrar movimento quer pela posição em que as personagens se encontram quer pelo uso de círculos interligados, cores fortes e apelativas ao olhar, remetem-nos para o mar, a praia ambiente onde o artista habita, a bonita praia da Ericeira – Portugal.

Mulher é... Exposição de César Salgado
Mulher é… Exposição de César Salgado

Para além das telas, César trás também para esta exposição algumas peças de cerâmica padronizadas de forma digital pelo artista, ou seja, usa o seu digito para criar os padrões das suas obras; O reaproveitamento de vários veda luzes é também ponto de atenção no trabalho do artista.

Na pintura de César os padrões estão muito presentes, refere que é uma forma de ver até onde os padrões vão e até onde o podem levar em termos de trabalho.

Pintor de padrões, o uso dos círculos de forma mais ou menos aleatória tem também como objectivo tentar fazer sair desse caos aparente de círculos as figuras pretendidas – “primeiro o caos depois as formas”.

Mulher é… Exposição de César Salgado

De todas as obras expostas, César salienta a tela onde representa a esposa e o filho, tela oferecida à esposa, e ao pé da qual nos recebeu com o pequeno Santiago que nos confessou que “O pai é lindo!”.

Não restam dúvidas que a exposição “A Mulher é…” é toda ela uma Ode à mulher, onde os afectos do artista pela sua musa são demonstrados de forma apaixonada!

Para conhecer mais do artista  sugerimos a página de facebook: Estou-me nas tintas.

Carla Pimenta

Agosto 2023

Artigo escrito sem Acordo Ortográfico

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Idade gloriosa

Pietro Costa: Poema ‘Idade Gloriosa’

Pietro Costa
Pietro Costa

O poder de semear a sabedoria e a experiência

E colher os frutos do seu legado de resiliência

É árvore frondosa, e não se verga às ventanias

Galhos que ainda abraçam o decorrer dos dias 

É ser águia que triunfa livre no vasto horizonte

Com as asas fortalecidas pelas agruras defronte

Instinto que sabe quando se refugiar e se lançar 

O coração que serve para ser estação, ninho, lar

É ser lago de águas densas, repletas de vitalidade

A espelhar as auréolas dos anjos e o apogeu solar

O magno oceano que toda intempérie faz consolar

A idade gloriosa, para quem lutou com tenacidade

Pietro Costa

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Reflexão na jornada pessoal

Paulo Siuves: Poema ‘Reflexão na jornada pessoal’

Paulo Siuves
Paulo Siuves

Que cada amanhecer me traga a força para enfrentar o dia,

Que o amor seja meu guia, a luz que me irradia.

Que, mesmo nas corridas da vida, eu encontre calma,

E que o medo da morte jamais roube minha alma.

Que eu compreenda o que realmente importa,

Mesmo nos desafios que a vida comporta.

Que eu estenda a mão a quem mais precisa,

E que eu nunca recue, mesmo em meio à briga.

Que eu siga meu próprio caminho, com firmeza,

Sem me perder na correnteza da incerteza.

Que eu aprenda, cresça, e que cada experiência,

Seja vista como uma dádiva, uma valiosa vivência.

Que eu jamais me venda, mantenha minha essência,

E ame com sabedoria e consciência.

Que eu possa curar, não só a mim mesmo, mas também ao mundo,

De forma completa, com um amor profundo.

Que minha jornada nesta Terra tenha sentido,

E que ao retornar ao meu mundo, seja reconhecido,

Que minha alma nunca tenha sido pequena,

Mas sim, uma luz intensa e serena.

Que eu possa inspirar outros a trilhar sua própria estrada,

E que minha jornada seja uma canção sem fim,

Na melodia da vida, uma aventura abençoada,

Para encontrarmos nosso caminho, em cada verso, refrão, enfim.

Paulo Siuves

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