Hino ao CAF- Banco de Desenvolvimento da América Latina e Caribe
Suziene Cavalcante: Hino ao CAF- Baco de Desenvolvimento da América Latina e Caribe


Contatos com a autora
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Meu silêncio ensurdecedor ecoa em minha mente;
ouço o apelo das palavras não ditas, dos gritos tolhidos,
dia e noite, tentando me convencer desesperadamente,
com chantagens inaudíveis, do meu interior, a expeli-los.
São segredos que guardo cativos nas cadeias da minh‘alma
e que hoje clamam, veementes, para que eu erga a aldraba.
Respostas que desejei vomitar, no ímpeto do furor,
retornam à garganta, flamejando-me tal qual tórrida brasa.
Meu silêncio desperta-me da inércia e do sono
e as vozes interiores suplicam por socorro,
enquanto as águas do rio correm tranquilas
e os meus lábios, feitos túmulos, nenhuma palavra anuncia.
Pobre de mim: um ser reservado com alma frenética!
Tapo os ouvidos; não ouço os apelos das minhas entranhas
querendo expor ao mundo as angústias morféticas,
meus medos secretos e os mais lúgubres dramas.
Meu sangue correndo nas veias, brados estridentes;
bacia hidrográfica que deságua no meu coração.
‘Tum-tum’ – quer ‘dar com a língua nos dentes’
revelar os mistérios; difamação.
Engulo o choro: com ele me engasgo; a tristeza alimento;
por não ter falado o que eu deveria em certos momentos.
E nesses instantes ouço alaridos, meu eu se revolta;
mas minha boca, uma moça covarde, de atadura, se envolta.
Cláudia Lundgren
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Núcleo Tríade celebra 15 anos com projeto que investiga diferentes processos de envelhecimento
Nos dias 02 e 03 de setembro de 2023, das 15h às 20h, com entrada gratuita, o TRÍADE (@nucleotriade), núcleo formado por Adriana Macul (@adrianamacul), Mariana Vaz (@maricota_vaz) e Mirella Marino (@mirellamarino), realiza o I Fórum | Corpos em Desaceleração, no Centro Cultural São Paulo, que fica na Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso, São Paulo – SP.
Com uma programação que prevê trocas, debates públicos e apresentações, o Fórum Corpos em Desaceleração é uma oportunidade para expandir reflexões e dançar tantas inquietações em torno da temática do envelhecer.
Através do Fórum, o TRÍADE pretende ecoar o debate acerca dos ganhos e perdas do contínuo processo de envelhecimento. Enquanto a juventude é usualmente vista não só como um período da vida, mas antes como “um valor” a ser alcançado eterna e continuamente, o envelhecimento – apesar de inevitável -, é visto como indesejável, ligado somente à deterioração e ao declínio do corpo e à incapacidade.
Celebrando 15 anos de pesquisa continua em dança, performance e intervenção urbana, o TRÍADE busca refletir sobre o tema através da dança, afinal, apesar das rupturas das danças contemporâneas, a dança cênica ocidental continua prioritariamente um campo de desfile de corpos jovens, potentes e flexíveis.
“Assim como não vivemos todos da mesma maneira, também envelheceremos de maneira plural, em termos de condições, privilégios e escolhas. Mas algo em comum é que, ao desacelerar, os corpos são – literalmente – tirados de cena. Essa supervalorização da juventude é corroborada, sendo prioritariamente um campo de desfiles de corpos jovens, virtuosos, elásticos, fortes e esbeltos. Mesmo nas danças contemporâneas nota-se que o corpo envelhecido tem pouco espaço nos palcos”, explica o TRÍADE.
De acordo com dados de uma pesquisa publicada pelo IBGE em 2022, nos últimos dez anos, no Brasil, a parcela de pessoas com 60 anos ou mais passou de 11,3% para 14,7% da população. Uma mudança na estrutura etária da população brasileira que reflete a queda no número de jovens e o aumento no número de pessoas idosas.
Já no cenário mundial, segundo a ONU, os idosos vão passar de 606 milhões para 1, 97 bilhão em 2050, quando haverá mais idosos do que crianças no mundo, o que corrobora a inevitabilidade e atualidade dessas questões.
Diante da real evidência de que o mundo caminha para um futuro com uma população 60+ cada vez maior, o TRÍADE propõe-se a investigar os envelheceres, a passagem do tempo e a desaceleração dos e nos corpos.
“A demografia comprova a celeridade de se trazer o tema para o cotidiano da sociedade e enfrentarmos tabus e preconceitos. Queremos refletir, dançar e publicizar os debates acerca dos ganhos e perdas do (inevitável) processo de envelhecimento”, comentam as artistas.
As ações fazem parte do projeto “TRIADE 15 anos | Corpos em desaceleração, contemplado pelo 33o edital de Fomento à Dança para a cidade de São Paulo. Para promover uma imersão neste universo e refletir sobre o tabu do envelhecimento, a primeira etapa do projeto, contou com duas edições do “Laboratório Tiquetaque”, um laboratório sensível e criativo composto por jogos coreográficos participativos, rodas de conversa e atividades culturais com pessoas de 60+, 70+ e 80+, de onde inquietações potentes emergiram.
Foi criado um grupo de estudos sobre os “Temas da Gerontologia” e “Dançar os envelheceres: o corpo em desaceleração e as danças” e também um grupo de artistas colaboradores, todos com data de nascimento em 1978 ou antes, que participarão de todas as ações do projeto, incluindo a Residência Artística Compartilhada Corpos em Desaceleração. Como produto final dessa residência artística, em outubro de 2023, será realizada uma apresentação performática criada em conjunto.
Haverá ainda o “Café na Casa”, um encontro aberto ao público que será realizado no dia 23 de setembro, na Casa do Povo, uma criação inédita do TRÍADE e o lançamento do site comemorativo dos 15 anos do TRÍADE, previsto para a primeira quinzena de dezembro de 2023.
Informações: www.instagram.com/nucleotriade/
Teaser: https://youtu.be/v6AYBvWuPqY
FICHA TÉCNICA
Um projeto TRÍADE.
Ideia e criação: Adriana Macul, Mariana Vaz e Mirella Marino.
Artistas Colaboradores: Fredy Cunha, Marco Xavier, Rose Prado e Sandra X.
Pesquisadores e artistas convidados: Acácio Almeida, Ana Catarina Vieira, Érika Moura,Frank Ejara, Gal Martins, Helena Bastos, Helia Borges, Lu Favoreto, Luis Ferron e Paula Salles.
Desenho Gráfico: Mirella Marino.
Identidade Visual e Consultoria de Desenho Gráfico: Luciana Facchini.
Assessoria de imprensa: Luciana Gandelini.
Mídias Sociais: Adriana Macul e Thalles Terencio.
Produção: AnaCris Medina (Jasmim Produção Cultural).
Assistente de Produção: Mariana Pessoa.
Coordenação Geral: Mariana Vaz
SERVIÇO:
I Fórum | Corpos em Desaceleração,
Com Núcleo Tríade e pessoas convidadas
Onde: Centro Cultural São Paulo (Sala Adoniran Barbosa) – Endereço: Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso, São Paulo – SP, 01504-000
Link para o formulário de inscrição para o fórum: https://forms.gle/tuVb3jJ1J6DnUyba7
Entrada gratuita
Quando: 02 de setembro de 2023 (sábado)
15h – Abertura
15h30 às 17h30 – MESA 1 – Sobre os envelhe.seres
Mediação: Mirella Marino ( TRÍADE)
Participantes:
Prof. Acácio Almeida que é Doutorado em Sociologia pela Universidade de São Paulo – USP e Pós-doutorado pela Faculdade de Saúde Pública – USP.
Foi Pró-Reitor de Assuntos Comunitários e Políticas Afirmativas da Universidade Federal do ABC (2018 a 2022); é professor no curso de Relações Internacionais (BRI/UFABC); coordenador do Observatório de Políticas Afirmativas – OPA/FONAPRACE; pesquisador associado ao Grupo de Antropologia da Comunicação da Université Félix Houphouët-Boigny (Côte d´Ivoire); membro colaborador da Cátedra Sergio Vieira de Mello (CSVM/UFABC).
Profa. Helia Borges: É professora da Faculdade Angel Vianna da Graduação, da Pós-Graduação em Terapia através do Movimento – Corpo e subjetivação, da Pós- Graduação em Preparação Corporal na Artes Cênicas e Professora Permanente do Programa de Pós- Graduação Stricto Sensu – Mestrado Profissional da Faculdade Angel Vianna – PPGPDAN.
Organiza e realiza curadoria em eventos de arte da performance e dança. Possui três livros publicados: Movimento, o Corpo e a Clínica (2016); A Clínica Contemporânea e o abismo do Sentido (2019); Sopros da pele, murmúrio do mundo (2019).
18h às 20h – MESA 2 – Dançar os Envelheceres
Mediação: Adriana Macul ( TRÍADE)
Participantes:
Ana Catarina Vieira – Diretora Geral, fundadora, coreógrafa, pesquisadora e bailarina do “Grupo Ângelo Madureira e Ana Catarina Vieira”- Grupo Ana e Ângelo (desde 2000).
Com “Ângelo Madureira” produziu, criou, montou e pesquisou mais de 30 espetáculos, trazendo o “Método Brasílica” (Balé Popular do Recife) para a cidade de São Paulo. Formada em Comunicação das Artes do Corpo (2014). Em 2019, idealizou o encontro entre a “Cia Cisne Negro” e a “Cia Pia Fraus” coreografando o espetáculo “Goitá” para a “Cia Cisne Negro” com direção artística de “Beto Andreetta”.
Em 2020, estreou “Aparições” sua primeira criação para “São Paulo Cia de Dança”. Foi curadora pelo Itaú Cultural na Mostra intitulada de Corpo, Memória e Autoria (2012), Cultura Inglesa Festival (2013) e o projeto “A Casa do Outro”.
Gal Martins que é artista e pensadora em dança, Dr.h.c em Arte e Cultura, Gestora Cultural e Socióloga. Em 2002, criou a Cia Sansacroma, em 2016 criou a Zona Agbara, grupo de dança formado por mulheres negras e gordas. Criou a metodologia denominada “A Dança da Indignação”.
Idealizadora do Circuito Vozes do Corpo. Atuou como curadora e assessora artística da 13ª do programa Dança Contemporânea do Sesc TV. Já recebeu várias indicações e contemplações ao Prêmio APCA e Prêmio Governador do Estado. Atua como Supervisora Artística Pedagógica do Programa Fábricas de Cultura.
Helena Bastos Artista do corpo, pesquisadora, docente do Departamento de Artes Cênicas/CAC da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo.
Título de Livre Docente pela ECA/USP (2021). Dedica-se à pesquisa nos temas relacionados com processos coevolutivos entre corpo, arte, cognição e política tendo como ênfase a/o artista do corpo. Co-fundadora e diretora do Grupo Musicanoar (1992).
Destaca-se projetos sob sua concepção, direção e atuação selecionados pelo Programa de Fomento à Dança (2009, 2010, 2012, 2014 e 2016), Prêmio Denilto Gomes (2017 e 2018), APCA (1993, 2001, 2006), Rede Stagium, Prêmio Flávio Rangel e Rumos Dança.
Recentemente, sublinha-se projetos de pesquisa em parceria com o LADCOR do PPGAC/ECA-USP onde atua como coordenadora. Destaca-se ações com as artistas/pesquisadoras Alexandra Tavares (Abaixo da Superfície, 2023), Rebeca Tadiello (Estudo N1S23, 2023) e Vanessa Macedo (Bordados de Corpus nas Dramaturgias dos Corpos, 2021,2022,2023).
Quando: 03 de setembro de 2023 (domingo)
15h – Abertura
15h30 às 17h30 – Roda de conversa: Dançar as articulações que enferrujam
Participantes
TRIADE + GRUPA colaboradores do projeto TRIADE (Fredy Cunha, Marco Xavier, Rose Prado e Sandra Ximenes ) + artistas da dança (Érika Moura, Paula Salles, Lu Favoreto, Frank Ejara, Luis Ferron)
MEDIAÇÃO: Mariana Vaz ( TRÍADE)
18h às 20h – JAM | Para dançar as articulações que enferrujam
Atividade aberta ao público
Participantes:
TRIADE + GRUPA colaboradores do projeto TRIADE (Fredy Cunha, Marco Xavier, Rose Prado e Sandra Ximenes ) + artistas da dança ( Érika Moura, Paula Salles, Lu Favoreto, Frank Ejara, Luis Ferron)
https://mail.google.com/mail/u/1/#inbox/FMfcgzGtwqQdzDtbftfKZBZsZFlqvDfp?projector=1





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Nesta terra tão mineira,
Tem palmeira e Sabiá;
A mão, que aqui semeia,
Não semeia para lá.
Nosso céu é ‘bão’ de estrela,
Nossa roça tem mais flores,
Nossa gente tem mais vida,
Nessa vida sem amores.
Quando chega o fim da noite,
Os Bem-te-vi vêm avisar:
Que nesta terra tão mineira,
Quem governa é o sabiá.
Neste solo tem valores,
Impossíveis de clonar!
As igrejas tem primores,
E a fé para abrandar.
Nesta terra tão mineira,
Tem preguinho e marajá;
A mão, que aqui semeia,
Não semeia para lá.
Não permita André que eu morra,
Para além deste lugar;
Onde o rio corre turvo
E quem governa é o sabiá.
Will Guará
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Resenha do livro “Kailey – O mundo em meus ombros”, de Emanuel Sousa, pela Editora Uiclap

Kailey é uma jovem que tem poderes misteriosos.
Descobre que o lugar onde mora está sob grande ameaça de uma invasão alienígena.
Pessoas que ela encontra pelo caminho a aconselham e instruem para que ela possa enfrentar este problema com mais segurança.
Ela sabe que será de imensa importância para a sobrevivência do planeta, pois seus poderes protegem e defendem todos que ali estão.
Neste livro Emanuel Sousa nos dá um texto descritivo de aventuras de Kailey.
Seus medos, suas angústias e suas vitórias.
No final da narrativa ele nos dá de presente alguns conselhos.
Um livro intrigante.
Leiam!
Assista à resenha do canal @oqueli no Youtube
Esta obra começou a nascer em 2010, ainda na adolescência de Emanuel.
Durante esse período, o autor estava em contato muito próximo à população e começou a perceber com detalhes cada dificuldade que as pessoas enfrentavam em seu dia a dia.
Sentindo-se motivado por essas observações, decidiu canalizar sua criatividade para criar um mundo literário que refletisse essas experiências e desafios que ali se apresentavam, desenvolvendo personagens fictícios para representar e enfrentar essas dificuldades cotidianas.
Esta obra explora as histórias destas pessoas, suas lutas e triunfos perante as diversidades do mundo em que vivem.
Oferece ainda uma visão profunda e empática das experiências humanas, trazendo à tona questões universais e emocionais com as quais muitos leitores podem se identificar.
Através dessa narrativa, apresenta perspectivas únicas e, possivelmente, inspira reflexões sobre as complexidades da vida e os caminhos para a superação.
Usando o conhecimento e a força que havia adquirido, ela agora passou a abraçar os medos e as incertezas da vida, pois sabia que cada experiência e cada dificuldade eram passos necessários para alcançar seus objetivos.
Agora estava mais forte, mais inteligente, e mais preparada para qualquer que fosse o desafio.
E foi assim que descobriu o poder de enfrentar seus medos e mudar o seu destino.
A partir deste momento, ela decidiu que nunca mais deixaria o medo limitar suas escolhas e ações, mas que o usaria como combustível para buscar o que queria.
E passou a escalar cada obstáculo como uma oportunidade de crescimento e aprendizado.
Francisco Emanuel Sousa Silva, nasceu em uma pequena cidade no interior, em Milagres – CE, rodeado por uma atmosfera de imaginação e curiosidade.
É formado no curso Técnico de Meio-Ambiente.

Desde jovem, ele desenvolveu uma paixão pela escrita, sendo fascinado pela capacidade das palavras de criar mundos inteiros e transportar os leitores para outras realidades.
Ao longo de sua jornada, Emanuel cultivou seu amor pela literatura e escrita, encontrando inspiração em autores clássicos e contemporâneos que moldaram sua visão de contar histórias.
Ele se dedicou a aprimorar suas habilidades como escritor lendo e devorando uma variedade de livros de diferentes gêneros.
Com o tempo, Emanuel descobriu seu estilo único e sua voz autêntica como autor.
Sua escrita é marcada por uma prosa envolvente, personagens complexos e tramas cativantes, que tocam temas profundos como amor, esperança, superação e reflexões sobre a vida.
Em suas obras, o autor abraça a diversidade e a riqueza da experiência humana, apresentando narrativas que emocionam, desafiam e provocam a reflexão dos leitores.
Seus livros são uma mistura de fantasia, realismo mágico e ficção, que o levaram a construir um público cativo que anseia por suas novas criações literárias.
A escrita de Emanuel Sousa é uma jornada de autodescoberta, em que ele explora questões existenciais e dilemas morais, transmitindo mensagens de esperança e força interior.
Seu compromisso com a arte literária o tornou um autor notável e admirado por seus leitores.
Seu legado é o de um contador de histórias apaixonado, cujas palavras continuam a ecoar nas mentes e corações daqueles que têm o privilégio de ler suas obras.


Recorrer…
A humanidade precisa mais…
Do querer…
Que para qualquer…
Bel-prazer…
Necessita-se de um novo…
Morrer…
Para voltar…
A viver…
Nesse Marasmo…
De não entender…
O que deveria por obrigação…
Entender…
Clayton Alexandre Zocarato
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Não sei mais quem eu fui
Me perdi pelo caminho
Que tanto almejava
Pois sou falho
Mas por algum tempo
Não percebi isso
Pensando que iria conseguir
Mas era ingênuo
Não pude perceber realmente
Será que meu caminho era mal?
Já que, com ele, me sentia bem
Se não fosse aquela voz
Me perderia aos poucos
Aos poucos me dominaram
Aos poucos me consumiram
Chega até ser irônico
O que eu pensava ser invencível
Se foi
Derrotado por meus sentimentos pessoais
Davi de Mattos
(Texto orientado pelo Professor Clayton Alexandre Zocarato, junto com o discente do Ensino Médio, 2º Ano B, Davi de Mattos, como parte integrante de incentivo à leitura e escrita Poética, feito ao longo do ano letivo de 2023, na Escola Estadual de Tempo Integral e Regular ‘Professor Bento de Siqueira’, do município de Marapoama – SP).
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