I Concurso Internacional FEBACLA: Brasil&Angola – Berço dos poetas: ‘Um tributo ao meu país’

O concurso, sob a chancela da FEBACLA, reunirá sonetos, versos livres, e outras criações poéticas, em tributo aos seus países  

Logo da FEBACLA
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REGULAMENTO

1 – Prazo de inscrição  Os Organizadores, a partir da presente data, receberão poemas de autores e autoras lusófonos, até a data de 30/08/2023.  

2 – Temática O CONCURSO, sob a chancela da FEDERAÇÃO BRASILEIRA DOS ACADÊMICOS DAS CIÊNCIAS, LETRAS E ARTES – FEBACLA, reunirá sonetos, versos livres, e outras criações poéticas, em tributo aos seus países.   O objetivo fundamental do tema, é que possa ser estudados pelos literatos e historiadores de forma poética. 

3 – Requisitos Poderão participar do certame, autores do Brasil e de Angola, maiores de 18 anos e menores com autorização de um responsável. Há a obrigatoriedade de ineditismo dos poemas, ou seja, não podem ter sido publicados em livros ou postados no ambiente virtual (blogues, redes sociais etc.). 

4 – Seletiva  Os textos serão selecionados pelos organizadores da obra e jurados.  

5 – Regras de envio 

A. Os poemas terão, no máximo, 30 linhas, incluídos espaços, e deverão ser identificados somente com o pseudônimo do autor ou autora, o qual deve ser diferente do seu nome.

B. Os textos que ultrapassarem os limites especificados poderão ser desclassificados.

C. As biografias devem adotar um formato conciso, com no máximo 5 linhas.

D. Cada autor terá direito até 3 páginas, 1 para biografia com foto e 2 para o poema.

E. Os textos devem ser encaminhados já revisados, em arquivo Word, fonte Times New Roman, tamanho 12 e espaçamento 1,5, layout da página A5.

F. Proceder a Inscrição informando, no ‘Assunto’, I CONCURSO INTERNACIONAL FEBACLA,  e nos anexos, inserir foto, biografia e o poema (identificado com o pseudônimo). Ao final, enviar tudo para o e-mail concursodepoesiafebacla@gmail.com  

Cada autor poderá participar com até 3 poesias, sendo premiado em apenas 1.

6 – Aprovação dos textos  Os autores serão informados por e-mail, assim que os textos forem recebidos e aprovados.  

7 – Direitos Autorais  Os autores cederão o direito de publicação de acordo com o que dispõe o edital, após a remessa dos arquivos. Os direitos autorais serão dos autores, sendo a permissão somente para o edital em vigência.  

O poema que for divulgado, em qualquer meio, antes do resultado oficial, perderá a condição de ineditismo, o que acarretará a desclassificação do (a) postulante. 

8 – Premiação  1ª colocação: medalha, e certificado de mérito literário 2ª colocação: medalha, certificado de mérito literário, 3ª colocação: medalha, certificado de mérito literário, 4ª e 5ª colocação: certificados de menção honrosa.  

Os 5 melhores textos serão publicados na II ANTOLOGIA FEBACLA DOS ESCRITORES DA LÍNGUA PORTUGUESA gratuitamente, obra em versão impressa com 1 exemplar, em data a ser definida pelos organizadores.  

9 – Poemas Os arquivos relacionados aos poemas serão remetidos diretamente à Comissão Avaliadora, apenas com o título do poema, sem identificação do autor. 

10 – Critérios  Os critérios de seleção serão: criatividade, originalidade, conteúdo, linguagem poética e correção gramatical.  É vedada a participação dos organizadores e dos jurados do certame na premiação. Os textos submetidos ao certame em desconformidade com a temática proposta não serão aceitos, o que culminará na eliminação imediata dos (as) postulantes.

11 – Do Julgamento  O júri será composto de pelo menos 7 julgadores, convidadas pelos Organizadores, não cabendo recursos para o resultado.

12 – Do Resultado O resultado será divulgado por e-mail e nas redes sociais da FEBACLA até o dia 15/09/2023. A solenidade de entrega da premiação será realizada online, com possibilidade de simultaneamente ter a entrega presencial, no dia 23 de setembro, as 19 h, no SESC.

13 – Inscrições gratuitas A inscrição é gratuita. Não haverá nenhum ônus financeiro para os postulantes.  

14 – Demais informações  Demais dúvidas e informações devem ser buscadas diretamente com os organizadores responsáveis – Rita de Cássia e Kapa Afonso no seguinte email: concursodepoesiafebacla@gmail.com  

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FEBACLA abre inscrições para recebimento de propostas de Acadêmicos para ocuparem Cadeiras Patronímicas, com Título de Acadêmico Efetivo na categoria ACADÊMICO INTERNACIONAL

Informações WhatsApp (21) 98264-5612

e-mail: domalexandrecarvalho@gmail.com

Logo da FEBACLA
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FEDERAÇÃO BRASILEIRA DOS ACADÊMICOS DAS CIÊNCIAS, LETRAS E ARTES – EDITAL DE POSSE ACADÊMICA Nº 008.014/2023

Estão abertas as inscrições para recebimento de propostas de Acadêmicos para ocuparem Cadeiras Patronímicas, com Título de Acadêmico Efetivo na categoria ACADÊMICO INTERNACIONAL (Serão apenas 10 vagas)

Os candidatos poderão indicar uma das seguintes cadeiras:

Cadeira nº 287 Patrono Reginaldo Rossi.

Cadeira nº 288 Patrono Abelardo da Hora.

Cadeira nº 289 Patrona Gal Costa.

Cadeira nº 290 Patrono Moraes Moreira.

Cadeira nº 291 Patrono Aurélio de Figueiredo.

Cadeira nº 292 Patrona Maura de Senna Pereira.

Cadeira nº 293 Patrono Othon da Gama Lobo d’Eça.

Cadeira nº 294 Patrona Lúcia Machado de Almeida.

Cadeira nº 295 Patrona Mietta Santiago.

Cadeira nº 296 Patrona Celina Guimarães Viana.

As Solenidades de Posse Acadêmica serão realizadas nos seguintes locais e datas:

Dia 15 de setembro, às 15h.
Local: Câmara Municipal de Niterói Av. Ernani do Amaral Peixoto, 625 – Centro, Niterói – RJ.

Dia 29 de setembro, às 20h. Evento virtual pela plataforma google meet.

Dia 30 de setembro, às 16h.
Local: Casa da Memória Arthur Dalmasso Praça Baltazar da Silveira, 91 – Várzea, Teresópolis – RJ.

INFORMAÇÕES

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ENTRE LAÇOS E LIBERDADE

Livro “Entre laços e liberdade”, de Romilda Santos, pela Editora Ases da Literatura

Capa do livro "Entre laços e liberdade" de Romilda Santos, pela Editora Ases da Literatura. Uma autobiografia, que fala sobre mudanças, liberdade e amizades

RESENHA

Nesta autobiografia, a escritora Romilda Santos nos fala de sua vida em movimento.

Ela nos conta sobre todas as vezes que ela seguiu pela vida, na sua inquietação, na busca pelo inédito , pelo ainda não sentido ou vivido.

O desafio diário em frente ao monótono…

Uma narrativa de mudanças, de fuga da inércia que suga as energias.

A busca pelo novo, pelo inédito que vem do novo amanhecer, nova cidade, novo rumo…

Um livro lindo, cheio de reflexões poderosas sobre a vida e nossas escolhas.

Uma narrativa que me tocou profundamente, me lembrei de mim, da minha curiosidade perante a vida.

Pessoas com alma leve e asas abertas como a autora nos permitem saber que todos nós podemos voar…

Uma obra linda, sobre uma vida pulsante em toda sua trajetória.

Super recomendo!!!!

Assista à resenha do canal @oqueli no Youtube

SOBRE A OBRA

Romilda, quando pensou neste livro, queria escrever sobre quem muda de país e deixa seus laços familiares.

A princípio, era para a amiga Florença, que mora em Londres, escrever o livro junto com a autora, porém ela não pode.

Havendo apenas um texto no livro sobre a amiga Flor: “Conectados“.

Então, o livro foi escrito sob a ótica da autora, com suas vivências.

As demais obras são poesias.

SINOPSE

Suas palavras são como um abraço apertado de uma amiga que não se vê faz tempo.

É a pausa no fim do dia, que vem acompanhada de uma taça de vinho (no meu caso, uma xícara de chá quentinho porque sou lactante).

É aquela companhia na solidão que te traz paz.

Tem contos, passagens de uma vida bem vivida e há muitas páginas esperando novas amizades, novos desafios, novas mudanças.

Surpreendentemente belo. A delicadeza de uma leitura leve.

Encantador do início ao fim.

Claudia Barbosa

SOBRE A AUTORA

Imagem de Romilda Santos, autora do livro "Entre laços e liberdade"

Romilda Santos, tem 53 anos, nascida em Prata – Minas Gerais. Atualmente mora no interior de São Paulo.

Formada em Sistemas de Informação há mais de 20 anos. Um trabalho que a possibilita que ela trabalhe em muitos estados sem sair de casa.

Tem um amor incondicional pela filha e pelo neto.

Uma pessoa que ama o canto dos pássaros, o silêncio das montanhas e reza com o som da cachoeira, diz que escrever é sua melhor terapia.

Ama escrever, mas faz pouco tempo que começou a expor suas obras.

Autora dos livros de poesia “Retratos” (2006) e “Avesso de mim” (2019).

E o mais recente é este “Entre laços e liberdade” (2023).

Romilda é inquieta, curiosa, potente e com gosto pelo simples, pelo belo e do rústico.

OBRAS DA AUTORA

Livro "Avesso de mim" de Romilda Santos, pela Editora Giostri.

Livro "Entre laços e liberdade" de Romilda Santos, pela Editora Ases da Literatura.

ONDE ENCONTRAR


Resenhas da colunista Lee Oliveira




Só ele

Denise Canova: Poema ‘Só ele’

Foto da autora do poema, a colunista do ROL Denise Canova
Denise Canova

Só ele

Meu vestido branco

Pureza

Amor

Sorte

Dama da Poesia

Contato com a autora

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Tensão presente/ passado

Diamantino Lourenço Rodrigues de Bártolo: Artigo ‘Tensão presente/ passado’

Foto do autor do texto, o colunista Diamantino Bártolo
Diamantino Bártolo

A pertença e a participação na linguagem, como meio da experiência no mundo é a verdadeira base da experiência hermenêutica. Esta, encontra a sua total realização na condição da linguagem, é uma compilação do passado, na medida em que ouvir é um poder muito maior do que ver: «A linguagem é finita e histórica, é um repositório e um condutor da experiência do ser que se tornou linguagem no passado. A linguagem tem que nos levar a compreender o texto, a tarefa da Hermenêutica é tomar a sério a linguicidade da linguagem e da experiência e desenvolver uma Hermenêutica verdadeiramente histórica. » (PALMER, 1969:215).

a) Estrutura Histórica da Compreensão – Seguramente que a compreensão possui uma estrutura intrinsecamente histórica e: «… não precisamos cair numa atitude psicologizante para defender que a compreensão não pode ser concebida independentemente das relações significativas que tem com a nossa experiência anterior» (PALMEIR, 1969:102), porque esta, como ato histórico, está sempre relacionada com o presente.

Seria demasiado ingénuo falar-se de interpretações objetivamente válidas e rigorosas, porque isso implicaria ser possível uma compreensão que partisse de um ponto de vista exterior à História. O passado não se nos pode opor como objeto de interesse puramente arqueológico, porque a autointerpretação do sujeito é apenas uma luz trémula, na corrente fechada da vida histórica, daí que os juízos prévios do indivíduo sejam mais que meros juízos: eles são a realidade histórica do ser.

Os juízos prévios traduzem a capacidade que temos para compreender a história, porque dentro ou fora das ciências não pode haver compreensão sem pressupostos, resultantes da tradição em que nos inserimos.

A tensão presente/passado é, em si mesma, essencial e frutífera em Hermenêutica. A distância temporal tem, simultaneamente, uma função negativa e positiva, porque tanto permite a eliminação de juízos prévios, como provoca o aparecimento daqueles que nos levam a uma compreensão verdadeira. Os pressupostos não são absolutos, antes sujeitos a mudança e são: positivos, quando conduzem à compreensão; negativos, quando originam mal entendimento.

b) Dialética Questão/Solução, Pretérito/Presente – Qualquer que seja a tentativa de compreender, ela implica, necessariamente, a dialética pergunta/resposta, pelo que entender, significa, precisamente, ajustar permanentemente, a pergunta, ou seja, pôr em jogo os pressupostos próprios para melhor formular a pergunta, o que envolve um jogo dialético entre leitor e texto, que faz parte da experiência mais originária do homem, cujo modo de ser é compreender.

Assim, ao interpretar o objeto (texto) o interpretante parte da sua experiência, que a coloca em jogo, por isso, os objetos históricos e os seus efeitos, participam, e influenciam, o presente, isto é, a compreensão não é uma atividade subjetiva (romantismo), mas uma inserção no processo de transmissão. A experiência hermenêutica implica, antes de mais, a participação e a pertença a uma tradição cultural, nasce da relação entre o familiar (pré-compreensão) e o estranho (texto).

Como Ser no mundo, o homem tem, forçosamente, um comportamento perante esse mundo e que inclui diálogo. É este diálogo que faz para além do ambiente, o mundo do homem. Em consequência, o homem encontra-se numa relação de pertença para com a sua experiência originária do mundo: não é sem o que já foi, sem o que já viveu e experimentou; não é sem a experiência acumulada por si e seus antepassados.

A sua experiência hermenêutica realiza-se dentro de uma tradição, numa atitude de escuta e interpretação. A estrutura dessa experiência assenta no acontecer da linguagem, inserta numa tradição cultural. A História é a que primeiramente interpreta. Importa trazer à linguagem os princípios determinantes da vivência cultural do homem, o qual vive numa relação de pertença com a dialética passado/presente, pergunta/resposta, pondo em confronto os pré-conceitos do interpretante.

Ao falar-se da tradição cultural, como condição do ato de compreender, é interrogar-se pelos últimos pressupostos, que tornam possível o entender e a verdade enquanto tal. Sem a cultura não é mais possível ao homem integrar-se num processo evolutivo; qualquer que seja o apadrinhamento de tal processo; quaisquer que se verifiquem as ideologias que lhe estão subjacentes. O analfabeto, o inculto, tal como o imbecil, não compreendem a verdade do texto, precisamente porque lhes falta o alimento cultural.

Bibliografia

ORTIZ-OSÉS, Andrés, (1983). Antropologia Hermenêutica. Tradução, L. Ferreira dos Santos. Braga: Eros.

PALMER, Richard E., (1969). Hermenêutica. Tradução, Maria Luísa Ribeiro Ferreira. Lisboa: Edições 70

Diamantino Lourenço Rodrigues de Bártolo

Presidente do Núcleo Académico de Letras e Artes de Portugal

Contatos com o autor

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Fábrica de Graffiti faz dobradinha de arte e educação em SP

Em agosto é a vez de Diadema receber obra de arte a céu aberto e um projeto de arte educação completo e homenagem a Ordalina Candido, patrimônio da cidade

Dona Ordalina Candido
Divulgação Prefeitura de Diadema
Dona Ordalina é conhecida por suas habilidades de cabeleireira: faz verdadeiras obras de arte com tranças inconfundíveis

A cidade de Diadema, Sudoeste da Grande São Paulo, recebe a Fábrica de Graffiti (fabricadegraffiti.com.br) entre os dias 16 e 26 de agosto. Com o patrocínio da ArcelorMittal, que tem unidade fabril próxima à cidade, a Fábrica de Graffiti leva arte a distritos industriais, ampliando o acesso a iniciativas culturais.

Essa é a segunda cidade paulista a receber o projeto em 2023: no mês de junho e julho, Ermelino Matarazzo, distrito da Zona Leste, teve muros de escola e escolas públicas recuperados e jovens do ensino público aprenderam sobre a arte do graffiti.  

Ao longo de dez dias, o projeto contemplará uma pintura artística na Praça Céu das Artes, levando cores e cultura para o centro de Diadema. Os artistas locais Pixote, conhecido por cenários urbanos do cotidiano e pessoas de diferentes padrões, e Kelly Reis —  com trabalho voltado para a valorização do feminino, com elementos florais e fluidos — vão pintar 227 metros quadrados de uma empena lateral e frontal na praça da cidade. 

O tema da arte da empena abordado pelo artista Pixote será “Corte de quebrada”, uma homenagem à Ordalina Candido. A proposta consiste em um mural que traz representações de pessoas periféricas com cortes de cabelos e penteados comuns na periferia, junto uma homenagem à artista plástica e cabeleireira, Ordalina Cândido, residente do bairro.

Ordalina Candido é daquelas mulheres que são patrimônio de Diadema e fonte inesgotável de inspiração. Pintora e cabeleireira autodidata, com exposição do seu trabalho em diversos países, dona Ordalina tem sua história de vida misturada com a construção da cidade e do fortalecimento do povo negro diademense.

As reconhecidas imersões artísticas da Fábrica também integram a ação e ocorrerão no centro cultural Fábrica de Cultura de Diadema com um curso completo de graffiti, levando arte e educação a 100 jovens da cidade. A comunidade também pode participar do “Conexão BH-Diadema”, evento de encerramento que vai estabelecer a conexão entre jovens e adolescentes de São Paulo, que recebem o projeto este ano. 

Em 12 edições, a Fábrica de Graffiti já realizou os maiores murais de graffiti de Minas Gerais e da Bahia, além do maior mural de graffiti da América Latina, em Barra Mansa, no Rio de Janeiro. Outras grandes produções artísticas já ocorreram em cidades de Minas, São Paulo e Rio Grande do Sul, deixando um legado para as comunidades locais e para a arte nacional.

“A Fundação ArcelorMittal, se baseia em três pilares: esporte, educação e cultura. Acreditamos que podemos influenciar e melhorar nossa sociedade com estas três premissas. O projeto de grafite que a Fábrica irá desenvolver em Diadema, proporciona inclusão, recupera espaços subaproveitados e o mais importante, valoriza as pessoas e lhes traz dignidade em fazer um ofício e desenvolver sua arte de maneira produtiva, dando a merecida visibilidade aos artistas”, destaca Marcelo Trevizani, Diretor Regional Sul/Sudeste da ArcelorMittal Brasil.

Graffiti e Hip Hop nas escolas

A ação da Fábrica de Graffiti em Diadema contempla uma rodada completa de curso de graffiti na Fábrica de Cultura de Diadema. São vários momentos e aprendizados, proporcionando uma imersão completa na arte de rua e valorizando seus muitos elementos. Os participantes vão conferir uma aula de desenho para graffiti com foco nas técnicas das letras; desenho para graffiti com a construção de personagens; e desenho com o objetivo da composição de cenários. As atividades educativas também incluem uma aula prática de introdução de pintura em tela. 

Depois de tanto conhecimento compartilhado, é chegada a hora dos alunos que participaram das imersões mostrarem sua arte para a comunidade. Eles integram ativamente a produção de um mural na escola, sob a orientação dos artistas desta edição. 

Por fim, será apresentada uma oficina de Hip Hop, que inclui aspectos da história e do desenvolvimento do break dance, introduzindo os diversos momentos da dança e as principais músicas e estilos de cada época. Após a apresentação da palestra, haverá um show de dança.

O curso completo será realizado em dois turnos (manhã e tarde), com capacidade máxima de 50 alunos por turma. Logo, serão impactados ao total 100 crianças da rede pública de ensino. Os arte educadores responsáveis por essa ementa serão Aran Vieira e Denise, conhecida como Dninja, que é pioneira no graffiti feminino mineiro, com preferência por pintar “bichos e coisas”, desde 1997.

Levantando a bandeira da equidade de gênero, todas as edições do projeto têm, ao menos, 50% do time de artistas formado por talentosas mulheres.

Programação cultural ‘Conexão BH-Diadema’

Para potencializar ainda mais as ações, a Fábrica de Graffiti também realiza o evento “Conexão BH-Diadema”, no dia 26, na Casa do Hip Hop em Diadema (endereço), com entrada gratuita e aberto ao público. O encontro encerra as ações na região, celebrando a arte de rua. 

A programação cultural contemplando palestras sobre a história do Graffiti e aula de Hip Hop, ambas com representantes de Belo Horizonte e Diadema para explicitar diferentes perspectivas, apresentação de dança de grupos locais e uma breve confraternização ao fim do encontro.

Teremos também a apresentação de dança da turma da Escola Irmã Anette, de Ermelino Matarazzo, que está recebendo a aula de Hip Hop pela Fundação ArcelorMittal. “Somos uma das primeiras iniciativas do país a sair dos grandes centros urbanos e apostar na descentralização do grafite, humanizando distritos industriais”, comenta Paula Mesquita Lage, produtora executiva da Fábrica de Graffiti.

Sobre a Fábrica de Graffiti

Humanizar distritos industriais por meio da arte urbana e democratizar o acesso à arte são os propósitos que movem a Fábrica de Graffiti. Realizando projetos de graffiti através de Leis de Incentivo à Cultura, é responsável pela pintura dos maiores murais de graffiti de Minas Gerais e Bahia e do maior da América Latina, no estado do Rio de Janeiro.

Todos os projetos desenvolvidos levam em consideração os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU), praticando igualdade de gênero, sustentabilidade, promovendo geração de renda para artistas locais e educação de qualidade por meio da arte-educação para jovens das comunidades locais. Saiba mais em fabricadegraffiti.com.br

SERVIÇO

16 a 26 de agosto – arte educação na Fábrica de Cultura de Diadema

23 a 26 de agosto – finalização da empena na Praça Céu das Artes

26 de agosto – evento de encerramento Conexão BH – Diadema

Fotos da última edição da Fábrica de Graffiti para download: 

https://drive.google.com/drive/folders/18kS6ejq7XcqDhzRwEDFuhbkGM9OounpV

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Nova campanha do FSC Brasil mostra como a floresta se transforma em música

‘A Floresta que me Habita’ convida João Camarero, um dos grandes violonistas da MPB atual, para apresentar a cadeia produtiva sustentável do violão

Divulgação / FSC
Abertura A Floresta que me Habita
Divulgação / FSC
Abertura A Floresta que me Habita

Antes de a música acontecer, existe um show à parte onde o palco principal é a floresta, e os artistas são empreendedores locais da Amazônia. Estamos falando da arte de construir instrumentos musicais a partir de madeiras nativas certificadas FSC, com manejo florestal responsável e desenvolvimento socioambiental. 

Esse é o tema do segundo vídeo da campanha ‘A Floresta que me Habita’, criada pelo FSC Brasil como um convite para contemplar a natureza com outros olhos. O objetivo é mostrar para o grande público, consumidores finais, que a floresta está muito mais próxima do que costumamos imaginar e faz parte dos nossos prazeres do dia a dia, como a música. 

Divulgação / FSC
João Camarero e o violão feito de madeira nativa certificada pela OELA
Divulgação / FSC
João Camarero e o violão feito de madeira nativa certificada pela OELA

“Nossa ideia é revelar a potência da economia da floresta e como ela nos proporciona tantas coisas boas na vida. A música é uma das dádivas que recebemos da natureza e é isso que celebramos nesta nova campanha”, afirma Daniela Vilela, diretora executiva do FSC Brasil.

O vídeo é protagonizado por João Camarero, um dos grandes músicos e violonistas da atualidade, que fala sobre a sua conexão com o instrumento e a música. O mini doc inédito também se passa na OELA Brasil – Oficina Escola de Lutheria da Amazônia – onde são fabricados instrumentos de corda certificados pelo FSC. E retrata ainda as operações da Mil Madeiras Preciosas em Itacoatiara, referência em manejo florestal responsável de produtos madeireiros de florestas nativas no Brasil.

Produção de violão com madeira nativa certificada na OELA, em Manaus
Divulgação / FSC
Produção de violão com madeira nativa certificada na OELA, em Manaus

O caminho, como se vê, é longo e começa com a gestão responsável e sustentável das florestas e passa pelas oficinas de luthiers (profissionais especializados na construção de instrumentos musicais) até chegar de fato às mãos dos músicos e instrumentistas.

‘A Floresta que me Habita’ lança luz sobre essa jornada que pouca gente conhece e mostra como a madeira da Amazônia pode tomar forma de violão e se transformar em melodia. Conexão com a natureza, saberes ancestrais, empoderamento de comunidades tradicionais e empreendedorismo formam esse caldo de cultura da floresta manejada com responsabilidade e certificada. 

“Com essa campanha, unimos todos os elos da produção responsável de produtos florestais e mostramos que a floresta é também sinônimo de arte, música, cultura e bem-estar. Ela está presente em tudo que apreciamos”, afirma Rodrigo Boro, CCO da FLX Comunicação e idealizador da ‘Floresta que me Habita’.

Para acessar a plataforma completa da campanha, clique aqui https://br.fsc.org/br-pt/a-floresta-que-me-habita/a-floresta-que-me-habita 

Logo da FSC

SOBRE O FSC
É uma organização independente, não governamental, sem fins lucrativos, que promove o manejo florestal responsável ao redor do mundo desde 1994. Com sede na Alemanha, está presente em mais de 80 países. O FSC é o sistema de certificação florestal de maior credibilidade internacional e o único que incorpora, de forma igualitária, os interesses de grupos sociais, ambientais e econômicos. O selo FSC é encontrado em milhões de produtos de base florestal. Acompanhe o FSC Brasil no FacebookInstagramLinkedInYouTube e Website.

Ficha técnica ‘A Floresta que me Habita

Agência: FLX Comunicação

Anunciante: FSC Brasil

Título: A Floresta Que Me Habita

Produto: Institucional

CCO: Rodrigo Boro

Diretor de Criação: Rodrigo Boro

Produtora: Candela Filmes

Direção / Fotografia / Edição: Marco Rempel

Operadora de Áudio
: Isadora Simeão Carneiro

Aprovação: Daniela Vilela, Flávia Ribeiro 

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