Poema ao pequeno cabo…

Luiz Otávio Gilone Bario: ‘Poema ao pequeno cabo…’

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Napoleão…

Em sua época gloriosa…

Demonstrou grande ganância…

Arrogante e beligerante…

Tentou ser conquistador na Rússia…

Conheceu a derrota em seus gélidos espaços…

Grande erro de sua estratégia…

Conheceu seu esplendor de glória…

Sendo novo e promissor…

Pelo ‘Galo Tricolor’ lutou…

E um grande território conquistou…

O inverno cossaco o pegou…

Quando à França retornou…

Cansado ficou…

E isso para sempre lhe marcou…

Luiz Otávio Gilone Bario

(Texto orientado pelo Professor Clayton Alexandre Zocarato, junto ao discente  do Ensino Médio  do 1º Ano A,  Luiz Otávio Gilone Bario, como parte integrante de incentivo à leitura e escrita  Poética , feito ao longo do  ano letivo  de 2023,  na Escola Estadual de Tempo Integral e Regular Professor Bento De Siqueira, do município de Marapoama – SP).

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Adaptação do ensaio homônimo de Virginia Woolf, Um Teto Todo Seu estreia no dia 24 de agosto na Oficina Cultural Oswald de Andrade

Espetáculo tem direção de Marcia Abujamra e é protagonizado por Noemi Marinho e Luciana Carnieli. Projeto ainda conta com um ciclo de palestras sobre alguns dos principais temas discutidos na obra 

Foto de atrizes do espetáculo 'Um teto todo seu'
Crédito: João Caldas Fº

Considerado um dos textos fundadores da crítica feminista, o ensaio Um Teto Todo Seu, da inglesa Virginia Woolf (1882-1941), serve como ponto de partida para o espetáculo homônimo dirigido por Marcia Abujamra e estrelado por Noemi Marinho e Luciana Carnieli. A adaptação estreia no dia 24 de agosto na Oficina Cultural Oswald de Andrade, onde segue em cartaz até 9 de setembro, com apresentações às quintas e sextas, às 19h30, e aos sábados, às 15h e às 18h.

Escrito em 1928, o ensaio é fruto de duas palestras que a autora foi convidada a dar em duas universidades para mulheres sobre o tema “Mulheres e Ficção”. Seu principal argumento é que a mulher deveria ter recursos materiais e um espaço com tranca na porta para poder se dedicar a escrever ficção, pois essas são condições capazes de afetar os aspectos psicológicos da escritora e o próprio processo criativo.

Em cena, estão duas personagens: a própria Virginia Woolf, interpretada por Luciana Carnieli, e uma artista de teatro dos nossos dias, vivida por Noemi Marinho. Cabe a essa artista mediar o encontro com a palestrante, conversar com ela, atualizar e problematizar algumas das questões apresentadas.

“Em seu ensaio, a autora alia fatos e ficções, realidade e histórias que inventa. Assim é o fictício encontro que propomos entre Virginia Woolf e uma artista de teatro do nosso tempo para que possamos questionar e apresentar um pouco da realidade da mulher hoje”, comenta a diretora Marcia Abujamra sobre o trabalho.

A primeira adaptação da obra foi feita por Veronica Stigger e o dramaturgismo do espetáculo foi desenvolvido em processo colaborativo entre elenco e direção.

Ciclo de palestras e encontros

Diante dos questionamentos levantados por Woolf que mostram a imensa desigualdade – que ainda permanece – entre homens e mulheres na sociedade, tornou-se importante ouvir e discutir com importantes pesquisadoras e ativistas qual a realidade da mulher brasileira hoje. 

Para isso, o grupo promove um ciclo de palestras e encontros no qual serão debatidos temas como a condição político-social da mulher e seus impactos sobre a criação, a participação da mulher na história das artes e na literatura e feminismo e educação. Serão quatro mesas com Margareth Rago, Rosane Borges, Cidinha da Silva, Maria de Lourdes Eleutério, Elizandra Souza, Fábia Mirassos e Sandra Guardini Vasconcelos. Além disso, a diretora e as atrizes do espetáculo participam de uma conversa sobre o processo de criação do trabalho.

Programação das palestras, encontros e debates

1º Encontro – Um Teto Todo Seu, com Sandra Guardini T. Vasconcelos

15 de agosto de 2023 às 19h00

2º.  Encontro – Mesa – Mulheres, Feminismos e Educação no Brasil: Processos históricos, com Margareth Rago e Rosane Borges

22 de agosto de 2023 às 19h00

3º. Encontro – Mesa – Mulheres nas Artes e na Literatura: Processos de criação, com Cidinha da Silva e Maria de Lourdes Eleutério

28 de agosto de 2023 às 19h00

4º. Encontro – Conversa com Elizandra Souza | Mediação: Fabia Mirassos

Tema: Processos de criação, diversidade e a literatura negra periférica

5 de setembro de 2023 às 19h00

5º. Encontro – Conversa com Marcia Abujamra, Noemi Marinho e Luciana Carnieli

Tema: Processo de criação do espetáculo 

9 de setembro de 2023 às 16h30

FICHA TÉCNICA

Um Teto Todo Seu, de Virginia Woolf

Com: Noemi Marinho e Luciana Carnieli

Direção: Marcia Abujamra

Primeira adaptação: Veronica Stigger, a partir da tradução de Bia Nunes de Sousa

Dramaturgismo: Marcia Abujamra, Noemi Marinho e Luciana Carnieli

Cenário: Marisa Bentivegna

Figurinos: Marichilene Artisevskis

Iluminação: Marisa Bentivegna

Sonoplastia: Aline Meyer

Operação de luz: Claudio Gutierres 

Operação de som: Julia Mauro – Lab Som

Curadoria e organização das palestras: Antonio Duran

Projeto gráfico: Heron Medeiros

Assessoria de imprensa: Pombo Correio

Produção executiva e administração: Maurício Inafre

Fotos: João Caldas

Assist. de fotografia: Andréia Machado

Uma produção da Dispositivo Produções Artísticas

SINOPSE:

O espetáculo é uma adaptação do ensaio Um Teto Todo Seu (1928) de Virginia Woolf, um dos textos fundadores da crítica feminista. Fruto de palestras que a autora foi convidada a dar em duas Universidades para mulheres sobre o tema “Mulheres e Ficção”, seu principal argumento é que a mulher deveria ter recursos materiais e privacidade para poder se dedicar a escrever ficção, pois essas são condições capazes de afetar os aspectos psicológicos da escritora e o próprio processo criativo.

Com as atrizes Noemi Marinho e Luciana Carnieli propomos um encontro entre Virginia Woolf e uma artista de teatro de hoje. O espetáculo tem direção de Marcia Abujamra.

SERVIÇO

Um Teto Todo Seu, de Virginia Woolf

Temporada: 24 de agosto a 9 de setembro de 2023, 

Quintas e sextas, às 19h30, e sábados, às 15h e 18h

Oficina Cultural Oswald de Andrade – Sala 11 – Rua Três Rios, 363, Bom Retiro

Ingressos: gratuitos, distribuídos 1 hora antes do início do espetáculo 

Duração: 60 minutos

Classificação: 14 anos 

Capacidade: 30 lugares

Acessibilidade: sala acessível a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Libras nos dias 01 e 08 de setembro. 

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Um país sem cultura é um corpo sem alma

Carlos Carvalho Cavalheiro: Entrevista

“Um país sem cultura é um corpo sem alma.” (Walter Franco)

Walter e Diogo Franco, Adilene Ferreira Carvalho Cavalheiro, Fernanda Ikedo e Carlos Carvalho Cavalheiro no camarim da Fundec em 2011. Walter Franco está segurando o exemplar do jornal Sepé-Tiaraju com a sua entrevista.
Walter e Diogo Franco, Adilene Ferreira Carvalho Cavalheiro, Fernanda Ikedo e Carlos Carvalho Cavalheiro no camarim da Fundec em 2011. Walter Franco está segurando o exemplar do jornal Sepé-Tiaraju com a sua entrevista.

O ano era 1994. Walter Franco, ícone da música brasileira, viria a Sorocaba, cidade do interior paulista, para realizar uma apresentação musical num bar. Era o dia 13 de maio e eu acabara de completar 22 anos de idade.

Apreciador da obra de Walter Franco, eu não me contentei apenas em assistir ao show. Eu o entrevistei – quase que de madrugada – após a apresentação. Simpático, o artista recebeu a mim e amigos para a entrevista que foi publicada no jornal cultural Sepé-Tiaraju.

No dia 29 de junho de 2011, dezessete anos depois, Walter Franco retornou à cidade para o show “Raça Humana”, com a participação de seu filho Diogo Franco. Na oportunidade, consegui entregar o exemplar do jornal de 1994, com a entrevista que fiz com ele. Walter Franco, então, pediu para que eu desse um autógrafo!

Claro que eu também pedi o meu. Walter Rosciano Franco nasceu em São Paulo em 6 de janeiro de 1945 (Dia de Reis). Faleceu em 24 de outubro de 2019, aos 74 anos de idade, após sofrer um AVC. Foi um dos grandes nomes da música popular no Brasil. Eis a íntegra da entrevista de 1994:

“Ele subiu ao palco com seu violão. Sentou-se num banquinho. Conversou com o público, apresentou sua banda e orquestra com corais e maestro imaginários. Cantou. E como não poderia deixar de ser, encantou. Pela primeira vez em vinte e poucos anos de carreira artística, Walter Franco se apresentou em Sorocaba no dia 13 de maio pp. no Bar Koisa Nossa. Após o show, ele concedeu a entrevista que vocês irão conferir agora. Agradecimentos especiais ao Cícero, ao pessoal do Koisa Nossa e da Ge-Hum pela colaboração, sem a qual esta entrevista não poderia ser realizada”.

Carlos Carvalho Cavalheiro – Walter, você estava desaparecido nos últimos tempos. Por onde você andava?

Walter Franco – É circunstancial essa minha parada… no disco. Na música, não. Eu tenho feito uma carreira mais sutil, digamos assim. Eu tenho me apresentado ciclicamente, nos espaços em São Paulo, algumas capitais que me atraem muito, e interior também. Tenho procurado não me afastar totalmente.

E acontece comigo um mistério grande: mesmo que eu desapareça por algum tempo, quando eu volto, o público aumenta. Há uma resposta grande para mim. Isso me deu tranquilidade porque eu nunca, na minha carreira toda, sempre me neguei a fazer um disco comum, nunca joguei esse jogo da mídia.

E acredito que, atualmente, seja uma consequência natural disso. As pessoas me chamam, eu estou mais disponível. Fechei para balanço. Continuei trabalhando com música, me aperfeiçoando, buscando compreender esse processo de autoconhecimento, mas não culpo ninguém por isso, não.

Eu sou responsável pelas coisas boas ou não-boas que me acontecem. Mas, não me afasto, não. Eu simplesmente tenho estado presente de uma forma mais sutil. Não tanto pela grande mídia, mas tenho estado presente esse tempo todo.

CCC – Você musicou letras de autoria de seu pai, Cid Franco. Fale um pouco sobre ele e sua influência em seu trabalho.

WF – Foi meu grande amigo, meu mestre na arte de discernir a vida, principalmente a partir dos princípios éticos, morais, enfim, coisas que hoje em dia estão meio postas de lado. Mas foi meu grande amigo e, circunstancialmente, por coincidência, nesta encarnação – nesta “encadernação” – foi, também, meu pai.

Foi um político, o primeiro vereador socialista eleito no Estado de São Paulo, mas, como político, um grande poeta. Uma pessoa que vivenciava, na verdade, os seus achados poéticos. E uma pessoa que deixou, para mim, para meus filhos, enfim, era uma pessoa pública, acredito que um dos maiores exemplos que um ser humano possa deixar, que é do desapego.

Uma pessoa que dedicou a sua vida a estudar Mahatma Gandhi, a vida de Cristo, a pesquisar as linguagens alternativas, já naquela época, desde discos voadores até a dedicação à literatura infanto-juvenil, à poesia, à literatura, prosa, o jornalismo, o radicalismo, enfim… Mas uma pessoa voltada para o crescimento do ser. Uma pessoa que buscava se aperfeiçoar.

Um político que, na verdade, passou para a outra vida em função do sofrimento porque foi cassado pelo Golpe de 64, por razões ideológicas, por ser um homem de esquerda, um socialista democrático, mas que deixou para nós, para mim, para os meus filhos, para minha família, para as pessoas todas que vocês viram aqui presentes,[1] o exemplo do amor fraterno.

Uma pessoa que nos ensinou a não sentir ódio ideológico, a combater o ódio ideológico, a conviver, a se relacionar até mesmo com os contrários ideologicamente. Eu acho isso o maior exemplo que o ser humano nessa vida pode aprender, a se aperfeiçoar na arte de conviver com os opostos, e se reduzir a zero, como diria Mahatma Gandhi, se colocar no último degrau dos seus semelhantes.

E aqui não vai nenhum sentido messiânico, místico- religioso, não. O princípio de fraternidade, de amizade, de humildade, enfim, sem sentido pejorativo nenhum, como diria Mahatma Gandhi: “Não haverá nenhuma salvação para eles”. Eu tive o privilégio de conviver com as artes, com a poesia, com a literatura, com a música desde garoto na minha própria casa. Talvez, por isso, eu tenha saído meio do jeito que sou.

CCC – Nos seus dois primeiros discos (Ou não e Revolver) você desenvolveu um trabalho mais de vanguarda, experimentalista, se é que assim podemos qualificar. Já a partir do terceiro LP (Long Play), Respire Fundo, houve uma mudança de estilo bem perceptível. Como está hoje o seu trabalho? Esse é o prenúncio de uma nova fase?

WF – Acredito que sim. A gente é a soma daquilo que fomos e do que fizemos. Eu sou a soma disso tudo. Busco me aperfeiçoar. Não há segredo nenhum nisso. Não há nem o personagem artista. Eu sou uma pessoa que está buscando se aperfeiçoar nesse caminho.

CCC – Neste show você se apresenta apenas com violão. Por quê?

WF – Isso tem a ver com o momento. Eu tenho várias alternativas. Eu trabalho com banda, tenho uma superbanda com seis músicos… uma banda concreta (risos).[2] São músicos de primeira. Eu tenho a satisfação de ter sempre tocado com grandes músicos, de João Donato a Wagner Tiso, aos meninos dos Mutantes, enfim, a minha trajetória, se você olhar os meus discos, a ficha técnica do “Respire Fundo” tem mais de 150 músicos…

CCC – Até mesmo o Lobão…

WF – Até o Lobão, até o Lulu Santos, enfim, eu tenho essa satisfação. Mas, no momento, histórico que estamos vivendo, o artista tem que ter várias alternativas para trabalhar.

Assim, como eu viajo com banda para espaços maiores, com produções maiores, eu viajo também com trabalho experimental, com engenheiros de som, trabalho que venho desenvolvendo há muito tempo, e viajo, também, só com violão solo; voz e violão, dessa maneira que vocês viram porque eu acho que o artista é um trabalhador, ele tem que estar presente. A mim me interessa estar presente fisicamente com as pessoas, com vocês e, profissionalmente, é importante isso porque é daí que a gente vive e sobrevive.

CCC – Você influenciou uma geração de roqueiros nos anos 80: Arnaldo Antunes (ex-Titãs), Camisa de Vênus (que regravou “Canalha”), Olho Seco (que regravou ‘Feito gente”)… Como você vê essa influência numa geração posterior, uma década depois de seu surgimento no cenário brasileiro?

WF – Eu acho que é isso que a gente quer. Quando a gente faz alguma coisa, a gente imagina que chegue a algum lugar. E, de fato, o Arnaldo[3] deu algumas entrevistas falando do resgate dessa linha evolutiva do “Revolver”, do “Araçá Azul”.[4] É meu parceiro também. Tenho uma canção inédita com ele.

O “Camisa de Vênus” me deixou feliz, e tantos outros, o próprio João Gordo do Ratos de Porão deu uma declaração falando do trabalho da gente como precursor dessa coisa punk e tal. Eu sempre atuei em vária faixas. A minha música vem desde o silêncio até o grito primal. Eu sempre trabalho dessa maneira. Talvez por isso eu tenha atingido tantas regiões, digamos assim, da musica.

CCC – É difícil ser um artista autêntico no Brasil? Artista que não se vende aos ditames da mídia e do mercado?

WF – O estar distante da mídia é circunstancial. Eu não parto desse princípio. É óbvio que há fases, a moda conduz a música popular para esse ou para aquele caminho. Mas como artista eu sempre estive na grande mídia. Eu sempre pertenci a grandes gravadoras. Eu nunca fiz um trabalho independente.

Eu sempre tive o apoio das grandes gravadoras para fazer meu trabalho. Se não gravei durante esse tempo todo é circunstancial, tanto quanto Paulinho da Viola que ficou sete ou oito anos sem gravar, e tantos outros. Mas eu acredito que o artista , na verdade, ele tenha mais poder. Não poder a partir da volúpia, a volúpia de poder, mas um poder oriundo de sua própria natureza.

Enquanto um político sobe ao palanque para fazer um discurso em época de eleição, atrás de votos, e essa coisa toda; enquanto um militar impõe o poder a partir de seu próprio status; o artista sobe ao palco e canta um refrão e estimula toda uma multidão, toda uma plateia.

Então, é preciso que os artistas em geral também partam para isso. Não se deixem usar simplesmente em época de eleição para esse ou aquele candidato, enfim, essa coisa toda. Porque o país sem cultura, sem querer ser redundante e cair num lugar comum, é um corpo sem alma.

Tivemos a experiência a pouco de um presidente que foi cassado,[5] que a primeira coisa que fez foi bloquear o estímulo à cultura. Por quê? Porque um povo culturalmente bem informado é um povo atento. Essa é a função dos artistas, de manter, de uma forma ou de outra, esse estímulo.

CCC – Proposta de um novo disco? Você volta a gravar?

WF – Espero que sim. Estou com um trabalho novo, estou compondo, fazendo as coisas. Vai depender do ritmo das coisas. Estou relançando agora dois LP’s em CD pela Warner, Continental-Warner e isso, com certeza, está dando um pique grande para a continuidade do meu trabalho posteriormente.

CCC – Como você define o seu trabalho hoje?

WF – Eu nunca defini o meu trabalho. Ele sempre foi definido pelas pessoas. Eu prefiro permanecer assim.

CCC – E, para encerrar, você gostaria de deixar alguma mensagem?

WF – Eu quero: “Tudo é uma questão de manter a mente quieta, a espinha ereta e o coração tranquilo”.

Carlos Carvalho Cavalheiro

[1] Walter Franco tinha familiares residentes em Sorocaba e que assistiram ao seu show naquele dia.
[2] No show, Walter Franco simulou a existência do acompanhamento de uma banda imaginária.
[3] Arnaldo Antunes
[4] Disco experimental de Caetano Veloso.
[5] Fernando Collor de Mello

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Poesias não vividas

Jairo Valio: Poema ‘Poesias não vividas’

Foto do colunista Jairo Valio
Jairo Valio

Aos poucos são esquecidas,
Vão se tornando esvaziadas
Pelo modernismo atual,
Que dilacera suas entranhas,
E deixa-as abstrata e sem vida.

Seus conteúdos se esvaziam,
Diante de argumentos tão vagos,
Que mancham suas estruturas tão bonitas,
Quando narram sobretudo o amor,
Diminuídos diante de ódios que predominam.

Casais enamorados dela se esquecem,
Mesmo sabendo quanto é bela,
Pois estrutura todo um amor,
Despertando as paixões,
Necessárias para uma vida bela.

A natureza então chora as consequências,
Pois suas flores lindas perdem seus perfumes,
E criancinhas graciosas não mais às colhem,
Para entregarem as mamãezinhas,
Que lágrimas derramavam então,
Quando às recebiam com sorrisos.

O Sol quando despertava no alvorecer,
Derramava luzes para todas as dimensões,
Dando vidas para flores sonolentas,
Que expeliam então doces perfumes,
Que a brisa suave vinha buscar e espalhar,
E cachoeiras mimosas enfeitavam cenários,
Com a passarada cantando em festas,
Até que os encantos se acentuavam,
Quando se punha majestoso no horizonte,
Pincelando as nuvens de coloridas cores.

Um manto escuro então vai se estendendo,
E estrelinhas brilhantes despontam aqui e ali,
Piscando no céu como crianças brincando,
Até que o cenário lindo irá se completar,
Com a lua esplendorosa iluminando todas as dimensões,
E isso desperta até amores ausentes,
Que num piscar reascendem o amor,
E nunca jamais será vencido,
Pois foi Deus que o implantou.

Jairo Valio

CONTATOS COM O AUTOR

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16° Festival da Cultura Coreana espera atrair 50 mil pessoas para o Bom Retiro, em celebração aos 60 anos de imigração

Evento acontece nos dias 19 e 20 de agosto, das 11h às 21h, na Praça Tiradentes, Bom Retiro, em São Paulo

16° Festival da Cultura Coreana celebra os 60 anos de imigração no Brasil
Divulgação Festival Cultura Coreana
16° Festival da Cultura Coreana celebra os 60 anos de imigração no Brasil Divulgação Festival Cultura Coreana

Em comemoração aos 60 anos da imigração coreana no Brasil, acontece nos dias 19 e 20 de agosto (sábado e domingo) o 16° Festival da Cultura Coreana.

O evento, que é uma iniciativa da Associação Brasileira dos Coreanos (ABC), tem o apoio do Centro Cultural Coreano no Brasil, do Comitê de Desenvolvimento do Bom Retiro (Feira do Bom Retiro) e da Prefeitura de São Paulo, e será realizado na Praça Coronel Fernando Prestes (também conhecida como Praça Tiradentes), no Bom Retiro, das 11h às 21h, com entrada gratuita para os visitantes.

Neste ano, o evento espera receber mais de 50 mil pessoas. A entrada será realizada próximo à estação Tiradentes, com acesso pela linha azul do metrô.

Atrações inéditas e grupos culturais direto da Coreia

A programação do Festival desse ano fará jus à celebração dos 60 anos da imigração coreana no Brasil. Segundo a organização do evento, algumas atrações inéditas estão reservadas para o final de semana, entre elas a final da  (às 16h do dia 19) e a apresentação de dois grupos vindos diretamente da Coreia: Yedam Y Group (dança tradicional coreana) e Dosi Band (música contemporânea), no sábado e domingo, às 18 horas. As atrações são organizadas pelo Centro Cultural Coreano no Brasil.

Outra atração internacional é o Siga Company (dança contemporânea), que se apresenta no domingo às 17h20. Quem estiver no Festival também poderá assistir ao GaMuSeong, grupo que mistura gayageum-byeongchang (instrumento tradicional coreano com canto), dança tradicional coreana e canto lírico coreano. A apresentação vai acontecer no dia 19, às 14 horas.

No mesmo dia, às 15h, outra novidade está reservada. Será a performance especial de preparação de um Bibimbap gigante, que será feita por representantes da comunidade coreana do Bom Retiro. O Bibimbap, também chamado de “arroz mesclado”, é um prato tradicional da culinária coreana composto por uma base de arroz, o qual são colocados diversos ingredientes coloridos e saborosos dispostos artisticamente.

A programação do Festival ainda inclui apresentações de grupos de dança, de artes marciais, de canto, além de exposições, oficinas de arte, jogos e concursos. Toda a programação está disponível no perfil oficial do Instagram, @festivalculturacoreana (programação sujeita a alterações).

Comidas e atividades para todos os gostos

Não é só Bibimbap que o visitante pode encontrar por lá. A Feira do Bom Retiro, que encabeça a curadoria gastronômica do festival, levará 26 barracas para a celebração, com preços atrativos entre R$10 e R$35. Nas barracas, será possível encontrar pratos típicos como Hot Dog coreano no palito, kimchibulgogui, batata tornado, entre outras. Haverá também contribuições de outras localidades, trazendo um pouco da culinária asiática e latina. Bebidas diferenciadas poderão ser degustadas, como drinks de macha, soda italiana, sojusomaek (o famoso soju + cerveja), makgeolli (vinho de arroz) e muito mais.

Além das comidas, também há barracas para experiência cultural como vestimenta de Hanbok, artesanato, dobradura e caligrafia coreana (onde o público poderá levar para casa seu nome escrito no idioma).

A cultura coreana se tornou muito popular no Brasil, especialmente devido às novelas (K-Drama), à música pop (K-Pop) e à gastronomia (K-Food). Durante o Festival, os visitantes terão acesso a outras manifestações de nossa cultura. É importante demais que os visitantes conheçam hábitos e valores que, ao longo desses 60 anos de imigração, foram também incorporados à cultura brasileira”, afirma Augusto Kwon, presidente da Associação Brasileira dos Coreanos.

O evento conta com o apoio da Prefeitura de São Paulo, junto da Subprefeitura da Sé. Para atender ao público esperado, o local vai dispor uma infraestrutura completa incluindo equipe de bombeiros civis, 26 banheiros químicos e uma tenda com equipe de enfermaria, com ambulâncias disponíveis durante os dois dias de evento.

O Festival da Cultura Coreana é realizado desde 2006, sendo parte do calendário oficial de eventos da cidade de São Paulo. Ele ocorre anualmente em agosto, no multicultural bairro do Bom Retiro, considerado desde 2010 o “polo cultural das tradições coreanas”, pela diversidade de comércio e serviços, restaurantes típicos, padarias e cafeterias ao estilo coreano.

SERVIÇO: 

16° Festival da Cultura Coreana

  • Data: 19 e 20 de agosto (sábado e domingo)
  • Horário: das 11h às 21h
  • Local: Praça Cel. Fernando Prestes (Praça Tiradentes), bairro do Bom Retiro. Acesso pela estação Tiradentes da linha azul do metrô.
  • Entrada: Gratuita.
  • Saiba mais em: 

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

Sábado 19/agosto

  • 12h00-13h00: Exibição de K-Pop MV
  • 13h00-13h20: Coral das Mães Coreanas & Banda da GCM
  • 13h20-14h25: Cerimônia de Abertura
  • 14h25-15h05: Apresentação especial: GaMuSeong
  • 15h05-15h25: Performance de Preparação do Bibimbap
  • 15h35-16h00: Brasil Taekwondo Demonstration Team
  • 16h00-18h00: 11° Edição do Concurso K-Pop Festival
  • 18h00-19h00: Atração internacional: Yedam Y Group & Dosi Band
  • 19h00-19h40: Francinne
  • 19h40-20h00: Stagebreaker & Samulnori Hanullim

Domingo 20/agosto

  • 12h00-13h00: Exibição de K-Pop MV
  • 13h00-13h10: Tae Kyu Kung (músicas coreanas na guitarra)
  • 13h10-13h30: Sung Ju Na (performance de caligrafia coreana)
  • 13h30-13h50: BDS Line Dance
  • 13h50-14h10: In Kang (canto e guitarra)
  • 14h10-14h40: Stagebreaker (K-Pop cover)
  • 14h40-15h00: Mayara Almeida (saxofone)
  • 15h00-15h15: Samulnori Hanullim
  • 15h15-15h35: Instituto de Dança Tradicional Coreana
  • 15h35-15h50: Samulnori Hanullim
  • 15h50-16h00: Instituto de Dança Tradicional Coreana
  • 16h00-16h20: Grupo de Saxofone Hanullim
  • 16h20-16h40: KC Girls (K-Pop cover)
  • 16h40-17h20: KCC Taekwondo Team
  • 17h20-18h00: Atração Internacional: Siga Company
  • 18h00-19h00: Atração Internacional: Yedam Y Group & Dosi Band
  • 19h00-19h25: Poz-e e Dance Studio (K-Pop cover, jazz e hip-hop)
  • 19h25-19h30: Grupo de Dança IMOSP
  • 19h30-20h00: Rocket Dance Team (K-Pop cover)

Porta-vozes do Festival da Cultura Coreana:

  • Augusto Kwon – Presidente da Associação Brasileira dos Coreanos – ABC (porta-voz oficial do evento para falar sobre a programação, segurança e estrutura. Ele também pode tratar sobre a presença coreana no Brasil e, principalmente, no bairro do Bom Retiro).

  • Insang Hwang – Cônsul-geral da Coreia no Brasil (porta-voz para temas como os 60 anos de imigração coreana no Brasil e as relações internacionais).

  • Stephanie Kim – embaixadora do evento (porta-voz para assuntos como caligrafia, roupas e cultura coreana em geral).

  • Francinne (cantora) – embaixadora do evento (porta-voz para assuntos de música e dança).

  • Milenna Yoo – organizadora da Feira do Bom Retiro (porta-voz para assuntos de gastronomia / barracas de comida no evento).

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Espetáculo infantojuvenil ‘Cora, Doce Poesia’ celebra a vida e obra da poetisa Cora Coralina no Teatro do SESI


“Eu vou escrever poesia sim!
Vou escrever por todas as desgraças e aflições
Que eu terei na minha vida
Eu vou escrever nem que o mundo desabe sobre
A minha cabeça!”
(Cora Coralina) 

Cena do espetáculo infantojuvenil 'Cora, Doce Poesia'
Cena do espetáculo infantojuvenil ‘Cora, Doce Poesia’

Fotos de Michel Igielka

Núcleo Caboclinhas, em celebração aos seus 16 anos de trajetória, apresenta o premiado espetáculo infantojuvenil ‘Cora, Doce Poesia‘. Esta produção homenageia a vida e obra da grande poeta goiana Ana Lins dos Guimarães Peixoto Brêtas, mais conhecida como Cora Coralina.

O espetáculo será apresentado de forma gratuita no Teatro do SESI na Avenida Paulista, de 10 de agosto a 3 de setembro. O público-alvo são crianças a partir de 7 anos, embora seja permitido para todas as idades.

“Cora, Doce Poesia” é um espetáculo narrativo lítero-musical, destacando a vida simples, os versos, as flores, os doces e as lições de vida de Cora Coralina. A trajetória de sua vida, desde a infância até a velhice, é contada e cantada com muito lirismo, música e poesia pelas talentosas atrizes do Núcleo Caboclinhas.

O Núcleo Caboclinhas tem dedicado seus 16 anos de trajetória à pesquisa e valorização da diversidade cultural brasileira, explorando sua literatura, musicalidade, cores, danças e várias outras manifestações que compõem este universo vasto e rico.

A produção conta com dramaturgia e direção do Núcleo Caboclinhas, cenografia e adereços de Victor Merseguel, figurinos de Rogerio Romualdo, trilha original e direção musical de Zé Modesto e elenco formado por Aline AnfiloGeni CavalcanteGiuliana Cerchiari e Luciana Silveira.


Sinopse 
A vida simples, os versos, as flores, os doces e as lições de vida de Cora Coralina estão impressos nesta singela homenagem à poetisa goiana Ana Lins dos Guimarães Peixoto Brêtas. A trajetória de sua vida, desde a infância até sua velhice, é contada e cantada com muito lirismo, muita música e muita poesia pelas atrizes do Núcleo Caboclinhas.

Sobre o Núcleo Caboclinhas
Neste ano de 2023, as caboclinhas completam 16 anos de trajetória comprometidas com a pesquisa e valorização da diversidade cultural brasileira- sua literatura, musicalidade, cores, danças e diversas outras manifestações que fazem parte deste vasto e rico universo.

Dentro desta pesquisa, o Núcleo Caboclinhas desenvolveu trabalhos inspirados em grandes nomes da literatura nacional, tais como: Tatiana Belinky (russa, mas radicada no Brasil), Rolando Boldrin, Patativa do Assaré, Ana Maria Machado, Guimarães Rosa e Cora Coralina.

Também foram realizadas narrações de histórias, shows, intervenções  e cortejos lítero-musicais de resgate dos costumes e tradições nacionais, como os ritmos nordestinos, as festas e costumes populares, as canções carnavalescas e folclóricas .

Ao longo deste caminho de atividades o grupo conquistou o reconhecimento da crítica especializada e atingiu milhares de espectadores. Participou de mostras e festivais de teatro, além de ter tido a grande alegria de percorrer diversos espaços do território brasileiro levando seus espetáculos e também de realizar uma itinerância cultural por Portugal com o espetáculo Letras Perambulantes – sobre vida e obra do poeta Patativa do Assaré no ano de 2016.

O Núcleo Caboclinhas foi laureado com importantes prêmios nacionais e contemplado em editais de circulação de espetáculos das secretarias de cultura municipal e do estado de São Paulo e do Governo Federal.

Ficha técnica
Dramaturgia e direção: Núcleo Caboclinhas
Cenografia e adereços: Victor Merseguel
Cenotécnicos: Lucas Bonfim Weishaupt do Nascimento e Bira Nogueira
Montador: Paulo Pellegrini
Figurinos: Rogerio Romualdo
Trilha original e direção musical: Zé Modesto
Preparação corporal e direção de movimentos : Aline Alves
Designer de luz: Priscila Carla
Elenco: Aline Anfilo, Geni Cavalcante, Giuliana Cerchiari e Luciana Silveira
Técnica de luz: Cristiane Urbinatti e Cic Morais.
Técnicos de som: Leandro Wanderley, Cic Morais e Leandro Goulart
Fotos: Michel Igielka
Produção Geral: Núcleo Caboclinhas
Produção Executiva: Taís Cabral

Redes sociais: Príscila Galvão.

Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

Serviço
De 10 de agosto a 3 de setembro no Teatro do SESI
Endereço: Avenida Paulista, número 1313. Prédio da Fiesp.

Capacidade: 456 lugares.
Grátis. Retirada de ingressos: Faça a sua reserva. Os ingressos são liberados toda segunda-feira, à partir das 08h00 no site do Sesi: www.sesisp.org.br/eventos

Sessões às quintas-feiras e sextas-feiras às 11h. Sábados e domingos às 15h.Duração: 55 minutos
Faixa etária recomendada: A partir de 7 anos
Livre

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Trilhas do cinema marcam encontro online com João Carlos Martins

Maestro e Bachiana apresentam composições de John Williams no próximo dia 19

Divulgação da Temporada 2023 da Orquestra Bachiana Filarmônica SESI-SP
Divulgação da Temporada 2023 da Orquestra Bachiana Filarmônica SESI-SP
Maestro João Carlos Martins
Maestro João Carlos Martins

Dando continuidade à programação da Temporada de Concertos 2023, o maestro João Carlos Martins e a Bachiana Filarmônica SESI-SP, se apresentam online no dia 19às 20h. O repertório homenageará John Williams, compositor de diversas trilhas sonoras de clássicos do cinema, entre elas: Star Wars ET.

Para assistir a essa apresentação online, basta acessar o canal do maestro na plataforma YouTube ou a página da Caras Brasil, no Facebook. O concerto conta com recursos de acessibilidade: tradução em libras, audiodescrição e legendagem.

A Temporada de Concertos 2023 é produzida pela Fundação Bachiana, por meio da Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura do Governo Federal.

MAESTRO Dono de um talento ímpar, João Carlos Martins iniciou seus estudos de piano ainda aos 8 anos de idade. Aos 13 anos começou a consolidar sua carreira no Brasil e cinco anos mais tarde no exterior. Patrocinado por Eleanor Roosevelt, que era, naquele momento, a primeira-dama dos Estados Unidos, João fez sua estreia no Carnegie Hall, uma das salas de espetáculos mais famosas de Nova York. Na época, ele tinha 21 anos e, depois disso, todos os concertos que ele realizou no local tiveram lotação esgotada.

Porém, uma série de acontecimentos quase interrompeu sua carreira. O maestro teve que lidar com os efeitos de um acidente durante uma partida de futebol, um golpe dado em sua cabeça durante um assalto na Bulgária, e uma distonia focal, doença que altera o funcionamento dos músculos e compromete os movimentos. Com a progressão da enfermidade, João Carlos Martins sentia dificuldades para tocar piano, o que resultou, em 2002, que ele abandonasse os palcos como pianista.

Em 2006, criou a Fundação Bachiana com a missão de democratizar o acesso à música e fomentar o cenário da arte no Brasil e no mundo. Atualmente, é regente e diretor-artístico da Bachiana Filarmônica SESI-SP, orquestra conhecida internacionalmente. Recentemente, voltou a tocar piano usando as duas mãos com a ajuda de ‘luvas biônicas’, desenvolvidas e presenteadas pelo designer industrial Ubiratatan Bizarro Costa.

ORQUESTRA O primeiro concerto da Bachiana Filarmônica aconteceu em 2004, na Sala São Paulo, seguindo, logo depois, para salas de espetáculo renomadas do Brasil e do mundo, levando um repertório composto por obras de Brahms, Tchaikovsky, Beethoven, entre outros grandes nomes da música erudita. No desejo de atuar na evolução musical dos jovens, foi fundada a Orquestra Bachiana Jovem, em 2006. Após apresentações em diversas cidades, as duas orquestras — Bachiana Filarmônica e Bachiana Jovem — se tornaram uma só: a Bachiana Filarmônica SESI-SP, uma das mais importantes orquestras da iniciativa privada do país.

REPERTÓRIO – LIVE 19/08

  1. Williams – Superman Returns
  2. Williams – Tubarão Theme
  3. Williams – ET Theme
  4. Williams – Indiana Jones Theme
  5. Williams – Schindler List
  6. Williams – Star Wars Suíte

LINK PARA VÍDEOS
E agora, João? Clique Aqui 

Maestro ao piano Clique Aqui

PARA MAIS FOTOS: Clique aqui

SERVIÇO
Concerto Maestro João Carlos Martins e Fundação Bachiana Filarmônica SESI-SP (ONLINE)

Data
 19/08 l Horário: 20h

Onde assistir? YouTube Maestro João Carlos Martins ou Facebook Caras 

Acessibilidade: Tradução em libras, audiodescrição e legendagem

Mais Informações fundacao@fundacaobachiana.org.br

A Temporada de Concertos 2023 é produzida pela Fundação Bachiana, por meio da Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura do Governo Federal.

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