Fragmentos, pedaços de mim

Resenha do livro “Fragmentos, pedaços de mim”, de J.H.Martins, pela Editora Uiclap

Capa do livro " Fragmentos, Pedaços de mim" de J. H. Martins, pela Editora Uiclap

RESENHA

Nesta obra, J.H Martins nos fala sobre vários aspectos da vida e coisas que sentiu na pele, na época que esteve fora do Brasil, morando em Moçambique.

A partir desse período, o autor sente necessidade de expor tudo que ele estava sentindo, e começa a escrever.

Somos levados a perceber toda a gama de emoções às quais o autor foi submetido nesse período, enquanto esteve apartado da família e amigos.

Seus medos, incertezas, solidão, saudade, fé e amor.

Tal qual os poemas, este livro carrega a essência do autor, transformando-o em um livro único, cheio de emoções, que ele vem desenvolvendo e escrevendo, desde aquela época até os dias de hoje.

Uma obra delicada e sensível, que nos toca profundamente, e que nos põe a par de sentimentos claramente revelados, redigidos e guardados até que se tornaram este livro.

Um livro de puro sentimento que eu recomendo.

Assista à resenha do canal @oqueli no Youtube

SOBRE A OBRA

“Fragmentos, pedaços de mim” é uma obra poética.

Começou a ser escrita no período em que o autor estava morando em Moçambique.

E de lá para cá vinha escrevendo e guardando estas escritas, até que se transformaram neste livro.

Ele é composto de duas formas poéticas distintas:

Aldravia = É uma poesia composta por 6 linhas poéticas resumidas em palavras que exprimem grandes emoções.

Não necessita de título, se inicia por letras minúsculas (exceto nomes próprios), tendo somente uma palavra por linha.

Poetrix =É um poema com no máximo trinta sílabas métricas, distribuídas em uma estrofe com três versos (terceto) e título.

SINOPSE DO LIVRO

Fragmentos Poesia, pensamento, desabafo, amor, esperança e tudo o que há em um coração cheio de sentimentos.

Fragmentos é assim.

A essência de uma alma cheia de virtudes e defeitos como todas, mas com a pura vontade de ser feliz.

Fragmentos é ele, nu de preconceitos e medos.

É ele, atento ao mundo, e mostrando a que veio.

Fragmentos são pedaços dele, que se somam ao mundo para fazer a humanidade mais feliz.

Classificação para maiores de 13 anos.

SOBRE O AUTOR

Foto de  J.H.Martins autor de "Fragmentos, pedaços de mim"

J. H. Martins é natural do Rio de Janeiro/RJ, 60 anos, é filho de portugueses, casado, e tem três filhos e dois netos.

Pós-graduado em engenharia de software, trabalha como consultor da Tecnologia da Informação.

Editor Setorial de Tecnologia e colunista do Jornal Cultural Rol.

Lançou sua primeira obra em 2022. O romance, Nath: A Jornada do Despertar é um livro voltado para o público adolescente.

É o primeiro da trilogia.

Após o lançamento do primeiro livro, vieram várias conquistas rapidamente.

POSSES ACADÊMICAS

  • FEBACLA-Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes – Niterói-RJ-Brasil;
  • AIAP-Academia Intercontinental de Artistas e Poetas – Curitiba-PR-Brasil;
  • AILB-Academia Internacional de Literatura Brasileira – Nova York-EUA;
  • NALAP-Núcleo Académico de Letras e Artes de Portugal – Leiria-Portugal;
  • OMDDH-Organização Mundial dos Defensores dos Direitos Humanos – Nova IguaçuRJ-Brasil;
  • AIEB-Academia dos Intelectuais e Escritores do Brasil – Sorocaba-SP-Brasil;
  • ABARS-Academia de Belas de Artes do Rio Grande do Sul – Porto Alegre-RS-Brasil;

Outorga de Comendas

  • Brava Gente Brasileira – Brasil;
  • Láurea Acadêmica Qualidade Ouro – Brasil;
  • Ativista da Cultura Nacional – Brasil;
  • Mérito Literário Gonçalves Dias – Brasil;
  • Sete Maravilhas do Mundo Moderno – brasil;
  • Pablo Neruda – Chile;

Títulos outorgados

  • Doutor Honoris Causa em Literatura do Centro Sarmathiano de Altos Estudos Filosóficos e Históricos;
  • Destaque Cultural 2022;
  • Mérito Nacional da Cultura Brasileira “Tributo à Memória de Ruy Barbosa pelo dia do seu Nascimento”;
  • Destaque Social 2022;
  • Embaixador da Paz;

Homenagens

  • Medalha Comemorativa Alusiva ao Bicentenário da Independência do Brasil;
  • O Prato Dourado, em Homenagem Alusiva ao Bicentenário da Independência do Brasil;
  • 10 anos da FEBACLA – Medalha;

Coautor de Antologias

  • 100 anos da Semana de Arte Moderna;
  • Tributo aos Grandes Nomes da literatura Universal;
  • Um Brinde de Natal;
  • Rimas – Versos em Bardos;
  • 1º Prêmio Fanzine de Literatura-2022;
  • Fanzine: Poesias de Outono;
  • Fanzine: Suscita tua Poesia Intrínseca;

Premiações Literárias

  • 1º lugar no prêmio 20 Destaques Literários, na categoria Romance, com o livro Nath: A Jornada do Despertar;
  • TOP 10 da Influencer @CEMLIVROS. O livro Nath: A Jornada do Despertar, ficou em 8º lugar entre 103 livros lidos e avaliados pela influencer Natália Balbina (@cemlivros) ;
  • 4º lugar no Prêmio Fanzine de Literatura com sua poesia “Solidão não desejada”;
  • Prêmio Caneta de ouro, como destaque literário do ano de 2022, da FEBACLA;
  • Concurso “Desafio Poético” da Revista The Bard, edição de novembro e dezembro de 2022, onde o escritor participou com o poema “Perfeitamente Minha”, conquistando o 3º lugar;
  • 3º lugar no prêmio 20 Destaques Literários, 2ª edição-2023, na categoria destaque Poesia, com a poesia Resiliência;
  • Prêmio Prize of Arts – London International Prize of Arts, da Associação Internacional de Escritores e Artistas em Londres;
  • Prêmio Carioca de Excelência Literária;
  • Prêmio Luso-Brasileiro de Literatura – Portugal

Atualidades Literárias

E o autor ainda está trabalhando em mais dois livros:

  • Novos Livros

    • P.E.R.D.O.A.R, que aborda de uma forma muito bonita os caminhos para o autoconhecimento na busca de evolução espiritual.
    • E outro (ainda sem título) que conta histórias da vida do autor pelo prisma de um jornalista.

  • Vai participar na 40ª Bienal do Livro, no Rio de Janeiro, nos dia 01 e 02 de Setembro de 2023, no stand da Editora Uiclap
  • Receberá o Prêmio Destaque Literário 2023, dia 02/09/23, às 16 horas, no estande Editora Ler na Bienal do Livro RJ.

REDES SOCIAIS

OBRAS DO AUTOR

ONDE ENCONTRAR O LIVRO


Resenhas da colunista Lee Oliveira




Cia. Coisas Nossas de Teatro passeia pela história do samba e sua relação com a cidade de São Paulo em O Samba da Pauliceia e Sua Gente 

Com direção geral de Cristiano Tomiossi, a peça estreia no dia 10 de agosto no Teatro Cacilda Becker e tem apresentações nos teatros Arthur Azevedo e Paulo Eiró e no Centro Cultural São Paulo

Banner do espetáculo 'O Samba da Paulicéia e Sua Gente'
Fotos de Barbara Campos

O Samba da Pauliceia e Sua Gente, o novo trabalho da Cia. Coisas Nossas de Teatro, mergulha na história do samba paulistano e nas transformações urbanas que afetaram os locais emblemáticos dessa manifestação artística na cidade. O espetáculo tem apresentações nos teatros Cacilda Becker (de 10 a 13 de agosto), Arthur Azevedo (de 17 a 20 de agosto) e Teatro Paulo Eiró (de 24 e 27 de agosto); e, depois disso, cumpre uma curta temporada no Centro Cultural São Paulo (CCSP), de 14 de setembro a 1º de outubro.

O trabalho tem direção geral de Cristiano Tomiossi, que está no elenco ao lado dos artistas-criadores Carlota Joaquina, Aldo Bueno, Tiganá Macedo, José Eduardo Rennó, Tayrone Porto, Lívia Camargo, Joaz Campos, Beatriz Amado, Roquildes Junior, Miró Parma, Alexandre Moura, Ildo Silva, Débora Veneziani e Zuba Janaína. A dramaturgia foi criada por Paulo Rogério Lopes e conta com a colaboração dos artistas da companhia.

A trama se desenrola durante os momentos finais da Vila Primavera, uma fictícia comunidade paulistana do samba que está prestes a ser despejada para dar lugar ao suposto progresso da cidade. Os moradores se reúnem para uma emocionante despedida, decidindo celebrar sua cultura e identidade por meio de uma última noite de samba. 

Para isso, eles pedem ajuda a Madrinha, a moradora mais antiga e guardiã das memórias da comunidade. Ao longo da peça, ela compartilha suas experiências e memórias, transportando os personagens e o público para o passado e “pincelando” fatos que fazem parte da história do samba em São Paulo.

A partir das vivências dos moradores da Vila Primavera, o espetáculo revisita das raízes do samba até a sua consolidação como uma expressão cultural de resistência. Ao mesmo tempo, propõe uma reflexão sobre as mudanças urbanas que impactaram os territórios pretos, bairros históricos do samba, e as consequências dessas transformações para a comunidade.

A montagem transmite a força e a resiliência de uma comunidade que luta para manter sua identidade. E convida os espectadores para refletir sobre a importância de preservar as raízes culturais mais autênticas e valorizar a memória coletiva, além de destacar o samba como bandeira de resistência e como uma manifestação que carrega consigo a história e a voz do povo.

FICHA TÉCNICA

Artistas Criadores: Carlota Joaquina, Aldo Bueno, Tiganá Macedo, José Eduardo Rennó, Tayrone Porto, Lívia Camargo, Joaz Campos, Beatriz Amado, Roquildes Junior, Miró Parma, Alexandre Moura, Ildo Silva, Débora Veneziani, Zuba Janaína e Cristiano Tomiossi

Produção: Cia Coisas Nossas de Teatro

Direção Geral: Cristiano Tomiossi

Co-Direção: José Eduardo Rennó

Direção de Movimento: Zuba Janaína e Beto Alencar

Direção Musical: José Eduardo Rennó

Arranjos Musicais: Alexandre Moura, Roquildes Júnior, Beatriz Amado, Miró Parma, Ildo Silva, Marco França e Tiganá Macedo

Arranjos Vocais: Roquildes Júnior e Alexandre Moura

Preparação Vocal: Roquildes Júnior, Alexandre Moura e Dani Nega

Dramaturgia: Paulo Rogério Lopes

Figurinos: Maiwsi Ayana

Cenário: Kleber Montanheiro

Projeção: Denis Kageyama

Iluminação: Karen Mezza

Desenho e operação de som: JP Hecht e Thiago Aparecido de Moraes Alves

Diretor de Palco: Nilton Araújo 

SINOPSE

Os moradores da Vila Primavera, uma comunidade fictícia do samba paulistano, estão prestes a serem despejados para darem lugar ao “progresso da cidade”. Durante os momentos finais, eles resolvem fazer uma despedida regada a muito samba. Para isso, buscam Madrinha, a líder comunitária e mais antiga moradora da Vila Primavera, e, a partir das memórias dela, fazem um percurso pela história do samba de São Paulo e das transformações urbanas na cidade, reflexo de diversos despejos impostos ao povo.

SERVIÇO

O Samba da Pauliceia e Sua Gente, da Cia. Coisas Nossas de Teatro

Classificação: Não Recomendado para menores de 14 anos

Duração: 110 minutos

Teatro Cacilda Becker – Rua Tito, 295, Lapa

Quando: 10 a 13 de agosto, de quinta a sábado, às 21h, e no domingo, às 19h

Ingressos: Gratuitos, distribuídos na bilheteria uma hora antes da sessão

Teatro Arthur Azevedo – Avenida Paes de Barros, 955 – Alto da Mooca

Quando: 17 a 20 de agosto, de quinta a sábado, às 21h, e no domingo, às 19h

Ingressos: Gratuitos, distribuídos na bilheteria uma hora antes da sessão

Teatro Paulo Eiró – Avenida Adolfo Pinheiro, 765, Santo Amaro

Quando: 24 a 27 de agosto, de quinta a sábado, às 21h, e no domingo, às 19h

Ingressos: Gratuitos, distribuídos na bilheteria uma hora antes da sessão

Centro Cultural São Paulo – Sala Jardel Filho- Rua Vergueiro, 1000, Paraíso

Quando: 14 de setembro a 1º de outubro. Quinta a sábado, às 20h e domingos às 19h

Ingressos: Gratuitos, distribuídos na bilheteria uma hora antes da sessão

Voltar: http://www.jornalrol.com.br




Agosto Indígena, programação especial relacionada aos povos indígenas

Exibições de filmes, bate-papos, oficinas, narração de histórias, apresentações artísticas, entre outras ações

Foto divulgação, de autoria de Diego Janata, da índia Djuena Tikuna
Djuena Tikuna | Foto: Diego Janata

No mês de agosto, o Sesc Sorocaba apresenta uma programação especial relacionada aos povos indígenas, dentro do projeto Agosto Indígena. A ação em rede tem como objetivo valorizar e difundir a diversidade cultural desses povos no Brasil, especialmente por meio de atividades que suscitem espaços de protagonismo para indígenas – provenientes tanto de aldeias, comunidades e Terras Indígenas, quanto de contextos urbanos. 

O público poderá conferir exibições de filmes, bate-papos, oficinas, narração de histórias, apresentações artísticas, entre outras ações. O projeto inicia com a Mostra Katahirine, um recorte de filmes realizados por mulheres indígenas cineastas de diferentes biomas do Brasil. Todas as terças, às 19h, com retirada de ingressos grátis na Central de Atendimento, a partir das 18h.

Dia 8/8, serão exibidos os filmes Mensageiras da Amazônia, A história do antes, Ãgawaraitá: mãe do igarapé e Nũhũ Yãg Mũ Yõg Hãm:essa terra é nossa!. Após a exibição, o bate-papo será com Natali Mamani, imigrante boliviana, jornalista, artista visual e integrante da Rede Katahirine. Dia 22/8, a mostra segue com os filmes Karaiw a’e wá (Os civilizados), Thakhi e Nhemongueta Kunhã Mbaraete – Conversa n. 2 e o bate-papo é com a diretora, produtora, editora de documentários e coordenadora da Rede Katahirine, Mari Corrêa. Finalizando a mostra, dia 29/8 tem a exibição de Originárias, Aguyjevete Avaxa’i, Wehsé Darase – Trabalho da Roça e Ava Yvy Vera – Terra do Povo do Raio, seguido do bate-papo com Natali Mamani.

Nũhũ Yãg Mũ Yõg Hãm: essa terra é nossa! | Divulgação

As crianças poderão curtir a Mostra Katahirine para crianças, uma seleção de filmes em que crianças indígenas mostram a importância de manter a cultura de seus povos e a luta pelo território, narrando a partir de seus olhares o cotidiano nas aldeias.

Dia 6/8, domingo, às 16h. Grátis, retirada de ingressos com 1 hora de antecedência na Central de Atendimento. E no dia 19/8, as crianças participam da narração de histórias Contos de Yvy Tenondé, que apresenta contos de um outro tempo, que se passou no primeiro mundo, na terra chamada Yvy Tenondé, onde os animais e humanos viviam em pequenos grupos e todos os seres falavam a mesma língua.

Através do tempo, essas histórias vieram em forma de espíritos, se transformando em elementos da natureza para fazer contato nesse mundo com nosso povo. A revelação dessa conexão acontece em conversas em rodas de fogueiras, rituais e no dia a dia com nossos espíritos.

Os contos baseiam-se nas obras “Yvy Tenondé”, “Jacy Kuaray”, “Nhemongarai” e “Tatá Piri”, criadas por Xadalu Tupã Jekupé, artista indígena, e em exposição no 37º Panorama de Arte Brasileira – Sob as cinzas, brasa”. Sábado, às 16h, na Convivência do Sesc Sorocaba.

Olhar o céu, para os povos indígenas, é pensar nas suas histórias e num calendário próprio – ciclos ecológicos, econômicos, rituais – e a vida em comunidade. O encontro O céu do povo Tukano: entre miradas e histórias apresenta um diálogo de saberes entre a cosmovisão indígena do céu noturno para os povos Tukano orientais, da região do rio Tiquié, do Alto Rio Negro (AM), e a perspectiva astronômica acadêmica.

Com Durvalino Moura Fernandes, kumu da etnia Desana (Kisibi na língua Desano) e Walmir Thomazi Cardoso, astrônomo e mediação da antropóloga Melissa Oliveira. Dia 24/8, quinta, às 19h. Grátis, retirada de ingressos a partir das 18h na Central de Atendimento. Essa atividade também contará com transmissão ao vivo em youtube.com/sescsorocaba.

Djuena Tikuna | Foto: Divulgação

Djuena Tikuna é uma das maiores referências na música indígena no país. Seu canto remete ao universo cultural do seu povo, originário do Alto Solimões, na fronteira do Brasil com o Peru e a Colômbia, coração da floresta amazônica. Ela apresenta o seu mais recente trabalho, Torü Wiyaegü, fruto do constante aprendizado da artista sobre a cultura do seu povo, em especial a música.

Uma forma de homenagear e registrar os seus saberes preciosos, que dão um significado especial à obra. Sexta, dia 25/8, às 20h. Classificação 12 anos e lugares limitados. Vendas antecipadas a partir do dia 15/8, às 12h, em centralrelacionamento.sescsp.org.br ou aplicativo Credencial Sesc SP. E presencialmente na Central de Atendimento a partir do dia 16/8, às 17h. Os valores dos ingressos são R$ 10,00 (credencial plena), R$ 15,00 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, estudante e servidor de escola pública com comprovante) e R$ 30,00 (inteira).

E para fechar a programação, no dia 26/8, sábado, das 15h às 17h, Gean Carlos e Wilson Castro, do povo Tukano, estudantes da UFSCar Sorocaba e integrantes do Centro de Convivência Indígena – CCI, participam da atividade Benzimento dos povos Tukano, onde os participantes podem conhecer a cultura dos povos Tukano por meio do benzimento, uma possibilidade de compreender a natureza como uma forma de cura e de contato com seres sagrados invisíveis. Classificação 14 anos e vagas limitadas. Grátis, retirada de ingressos com 1 hora de antecedência na Central de Atendimento.

Sesc Sorocaba      

Rua Barão de Piratininga, 555 – Jardim Faculdade.      

Fone: (15) 3332-9933.    

Prefira o transporte público

Terminal São Paulo

Linha 13: Santa Izabel/ Jd. Europa

Linha 71: Campolim via Raposo Tavares

Terminal Santo Antônio

Linha 65: Campolim

BRT

Linha D200: Terminal Vitória Régia/ Campolim

+ informações 

facebook.com/sescsorocaba

instagram.com/sescsorocaba

youtube.com/sescsorocaba

twitter.com/sescsorocaba

sescsp.org.br/sorocaba

Voltar: http://www.jornalrol.com.br




Cantora mineira ganha notoriedade nacional com suas canções

A cantora e compositora Marcela Reis está sendo a revelação do momento na música popular brasileira

Foto da cantora mineira Marcela Reis

Já no Brasil, quem também vem ganhando notoriedade é a cantora mineira Marcela Reis, que está em total crescimento natural na música brasileira atual.

Marcela Reis, nasceu em Ponte Nova e foi criada em Manhuaçu, desde cedo encontrou na música sua verdadeira paixão. Com uma trajetória marcada por dedicação e talento, a cantora vem conquistando corações por onde passa, e hoje é uma das principais escolhas para animar festas de casamento e eventos que demandam um repertório diversificado.

Aos 17 anos, Marcela iniciou sua carreira profissional, encantando os ouvintes em bares, eventos particulares e nos palcos das cidades. Seu primeiro single, “Não sou culpada”, lançado em 2016, já revelava sua personalidade musical única e o poder de sua voz cativante.

    
 O ano de 2018 trouxe uma conquista memorável para a artista. Marcela foi a grande vencedora do 1º FESTICAFÉ, concurso de músicas autorais na cidade de Manhuaçu, com a emocionante composição “O JOGO VIROU”. Desde então, essa música vem ecoando nas rádios da cidade, marcando o início de uma trajetória ascendente.

       
Surpreendendo o cenário musical em 2022, a talentosa cantora participou do Sesi Música, em Belo Horizonte, onde se destacava o estilo MPB. Mas Marcela não se limitou a tradições, e brilhou ao interpretar “Presepada”, da eterna rainha da sofrência, Marília Mendonça, conquistando o terceiro lugar no concurso e mostrando sua versatilidade.

Seu talento não passou despercebido, e em 2023, Marcela gravou o aclamado projeto “Sala do Groove” com o renomado produtor musical nacional, Daniel Silveira, conhecido por trabalhos com artistas como Gusttavo Lima e a dupla Mateus e Kauan. Essa colaboração só reforçou a certeza de que estamos diante de uma artista promissora.

E o futuro reserva ainda mais para Marcela Reis! Ela está concentrada em seu primeiro DVD, que será gravado em Goiânia, com músicas inéditas e de autoria própria, mostrando sua versatilidade como cantora e compositora.

O que torna Marcela uma escolha perfeita para festas de casamento e eventos diversos é sua animação contagiante, energia pulsante e um repertório diversificado capaz de envolver e emocionar a todos os presentes. Sua voz poderosa transmite emoção e alegria, tornando cada apresentação uma experiência única e memorável.

    
Portanto, não deixe de acompanhar a carreira dessa talentosa cantora que está trazendo uma nova e cativante energia à música. Marcela Reis é, sem dúvida, uma das grandes revelações da região e tem tudo para conquistar ainda mais o coração do público. Fiquem atentos ao seu primeiro DVD e embarquem nessa jornada musical repleta de sensações e surpresas.

Matéria: Comendador Fabrício Santos

Crédito das fotos: Marcela Reis

Foto do correspondente da cidade de Manhuaçu (MG(, Fabrício Santos

Fabrício Santos é Correspondente do Jornal Cultural ROL pela cidade de Manhuaçu (MG).

CONTATOS COM O AUTOR

Voltar: http://www.jornalrol.com.br




Orquestra Sinfônica do Paraná une composições russa, tcheca e brasileira no Guairão

Apresentação com maestro convidado Claudio Cruz e violoncelista renomada Marina Martins acontece neste domingo (06)

Orquestra Sinfônica do Paraná
Orquestra Sinfônica do Paraná

A Orquestra Sinfônica do Paraná se apresenta no palco do auditório Bento Munhoz da Rocha Neto (Guairão) no próximo domingo 6 de agosto, às 10h30, com a participação do maestro convidado Claudio Cruz e a renomada violoncelista Marina Martins. O programa une os compositores russo Dimitri Shostakovitch e tcheco Antonin Dvorák ao brasileiro Arthur Barbosa.

“O maestro Claudio Cruz é um grande amigo, um grande músico e violonista. É um dos melhores regentes que temos no país. A Marina Martins é uma jovem brasileira que está fazendo uma carreira brilhante na Europa”, destaca o regente titular da Sinfônica, o maestro Roberto Tibiriçá.

O programa inicia com a peça “Fantasia Velhos Carnavais”, do grande compositor brasileiro e pesquisador musical Arthur Barbosa. Depois, Marina vai tocar o concerto de Shostakovich: Concerto para violoncelo nº 2, e a manhã encerra com a linda Sinfonia nº 7, de Dvorák.

Os ingressos já estão à venda, com valores de R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada). Eles podem ser adquiridos na bilheteria do Teatro Guaíra e na plataforma DeuBalada.com, pelo link https://deubalada.com/evento/81/ORQUESTRA_SINFONICA_DO_PARAN.

Convidados

O maestro convidado para reger o concerto é Claudio Cruz, vencedor de dois Grammys Latino, em 2002 e 2004. Considerado um dos grandes compositores brasileiros, o regente e violinista é atualmente maestro e diretor musical da Orquestra Jovem do Estado de São Paulo. Ele também coleciona apresentações pela Europa e foi o primeiro violino do Quarteto Carlos Comes.

Junto a ele estará a jovem Marina Martins. A violoncelista fez sua estreia como solista aos 16 anos, na Inglaterra, e é considerada um dos principais entre os musicistas de sua geração. Nascida em 1999, ela coleciona apresentações ao lado de renomados maestros e orquestras.

Compositores

A Orquestra Sinfônica vai prestigiar o compositor brasileiro renomado Arthur Barbosa, estudioso dos ritmos latino-americanos. A composição “Fantasia Velhos Carnavais” faz referência à época dos grandes carnavais brasileiros, quando orquestras tocavam marchinhas e marchas-rancho em salões de bailes, além de frevos e outros ritmos tradicionais.

“É sempre feliz ter uma orquestra sinfônica brasileira importante tocando obras minhas. A obra escolhida é bem representativa do trabalho que faço como compositor, que é o de resgate da música brasileira e latino-americana. Será um concerto memorável”, frisa Arthur Barbosa.

Os demais compositores deste concerto deixaram obras marcantes. O russo Shostakovitch se consagrou, em todo o mundo, como o maior sinfonista soviético em 1942, com sua Sétima Sinfonia “Leningrado”. A obra a ser apresentada é a última concertante de Shostakovitch, composta aos 60 anos, em setembro de 1966; uma das mais ricas e atrativas dele.

Dvorák, nascido no Império Austríaco, foi integrante da Escola dos organistas de Praga, onde ingressou em 1857 e aprendeu, ao mesmo tempo, piano e violino. Criador da sinfonia tcheca, reflete exatamente o conjunto de referências culturais de seu país, com apego às tradições históricas e lendárias eslavas. A obra a ser apresentada foi inspirada pela Terceira Sinfonia de Brahms e escrita em quatro meses e contém quatro movimentos.

Orquestra

Fundada em 1985, a Orquestra Sinfônica do Paraná é a primeira e maior orquestra pública mantida pelo Governo Estadual. Com sede no Centro Cultural Teatro Guaíra, tem uma intensa agenda, tanto na capital, como no interior, a preços acessíveis. Em 38 anos de história, a Orquestra já tocou com mais de 50 maestros e estima-se ter alcançado um milhão de pessoas.

Além do repertório clássico de orquestra, já tocou ao lado de grandes estrelas nacionais; e fez filmes-concertos, apresentações de filmes mudos com a trilha sonora tocada ao vivo pela orquestra. No arquivo musical, possui em torno de mil obras catalogadas de compositores paranaenses, brasileiros e internacionais.

O concerto é realizado por meio da Lei de Incentivo à Cultura, com o patrocínio da Sanepar, Compagás e Roto & Fermax, e realização da Associação Brasileira de Apoiadores Beneméritos do Teatro Guaíra, PalcoParaná, Centro Cultural Teatro Guaíra, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Estado do Paraná, Ministério da Cultura e Governo Federal: Brasil, união e reconstrução.

Serviço

Data: 6 de agosto (domingo), às 10h30

Local: Auditório Bento Munhoz da Rocha Neto – Guairão

Maestro: Claudio Cruz

Solista: Marina Martins (cello)

Tempo de duração: aproximadamente uma hora e trinta minutos

Programação:

Arthur Barbosa: Fantasia Velhos Carnavais;

Shostakovich: Concerto para violoncelo nº 2;

Dvorak: Sinfonia nº 7

Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada). Disponíveis na bilheteria do Teatro Guaíra ou pela internet no link https://deubalada.com/evento/81/ORQUESTRA_SINFONICA_DO_PARAN

Sobre a OSP – Fundada no ano de 1985, a Orquestra Sinfônica do Paraná é a primeira e maior orquestra pública mantida pelo Governo Estadual. Com sede no Centro Cultural Teatro Guaíra, tem uma intensa agenda, tanto na capital, como no interior, a preços acessíveis. Em 38 anos de história, a Orquestra já tocou com mais de 50 maestros e estima-se ter alcançado um milhão de pessoas. Além do repertório clássico de orquestra, já tocou ao lado de grandes estrelas nacionais, como Bibi Ferreira, e locais, como a Banda Blindagem. Desde 2012, traz também os filmes-concertos, apresentações de filmes mudos com a trilha sonora tocada ao vivo pela orquestra. No arquivo musical, possui em torno de mil obras catalogadas de compositores paranaenses, brasileiros e internacionais.

Voltar: http://www.jornalrol.com.br




Falhar… nunca  desistir…

Clayton Alexandre Zocarato: Conto ‘Falhar… nunca desistir…’

Foto do autor e colunista  do ROL Clayton Alexandre Zocarato
Clayton Alexandre Zocarato

Posso cair e falhar mil vezes, mas uma coisa é certa; não irei desistir, disse “Marta, toda confiante”…, Apoiando todas as meninas, de que forma?

Disse o homem machista, com a torcida repetindo, em alta voz, “reduzindo sua vontade, com o coro de que o lugar de mulher é na cozinha”…

– Bem…. o lugar da mulher é aonde ela quiser…

– Nossas meninas, estão aí, para apresentar o nosso Brasil, e o que ele tem de melhor…

Nosso dever é oferecer apoio, com nosso coração cheio de alegria, jorrando respeito e incentivo…

Nenhuma jogadora não é tão boa, sem nossa torcida, para apoiar e gritar por nossas meninas…

Clayton Alexandre Zocarato

(Texto adaptado pelo Professor Clayton Alexandre Zocarato, junto com a discente do Ensino Fundamental do Oitavo Ano B, Iasmin Santana Silva, como parte integrante de incentivo à leitura e escrita da poesia , feito ao longo do  ano letivo  de 2023,  na Escola Estadual de Tempo Integral e Regular Professor Bento De Siqueira, do município de Marapoama – SP).

CONTATOS COM O AUTOR

Voltar: http://www.jornalrol.com.br




Qual o significado de liberdade para você?

Em ‘Contos pra Libertar’, Rosa Scarlett explora os aprisionamentos emocionais, sociais, econômicos e políticos de diferentes personagens para defender a importância da luta pela emancipação

Capa do livro 'Contos para libertar', da escritora Rosa Scarlett
Capa do livro ‘Contos para libertar’, da escritora Rosa Scarlett

No livro Contos pra Libertar, de Rosa Scarlett, a liberdade tem muitos significados. Ela pode ser a busca por sucesso profissional, ou o ócio da aposentadoria. É a descoberta da própria identidade ao retornar às raízes, como também o distanciamento do núcleo familiar para fugir de um contexto de violência. Entre os 18 contos apresentados, a obra atravessa o mesmo tema a partir de diferentes perspectivas: social, econômica, emocional, política e religiosa.

Em “O Poder das Letras”, um menino trabalha em uma plantação e nunca frequentou a escola. Quando o garoto se senta pela primeira vez em uma sala de aula e lê seu nome no quadro, percebe: liberdade é estudar. Já “Política da Vida” conta a trajetória de um jovem rico e militante que se percebe prisioneiro ao descobrir a corrupção do pai. Construir novas relações em uma comunidade será seu ingresso na luta pela libertação.

Será que depois de morrer podia-se brincar? Ou no céu também teria que trabalhar? Ele não queria morrer, porém, com seus 10 anos, ainda não conhecia muita coisa além da plantação e dos trapos no chão, onde se sentava e brincava até dormir com pedaços de madeira. A brincadeira não durava muito tempo, o cansaço sempre vencia os planos de se divertir.  Ele queria brincar de ir à escola, no entanto, antes de sequer imaginar um caderno, Leleco já estava roncando no chão. (Contos pra libertar, pg. 11)

Mulher negra, moradora de periferia e apaixonada por histórias, a escritora é inspirada por experiências individuais e profissionais, pela literatura e pela leitura da vida. Ela percorre assuntos como racismo estrutural, machismo, relacionamentos abusivos, desigualdades socioeconômicas, mercado de trabalho, exploração de terras indígenas, entre outras discussões recorrentes no país.

A publicação utiliza textos curtos e simples, mas está repleta de narrativas profundas sobre conflitos humanos. Rosa Scarlett explicita: “A ideia do livro surgiu para que pudéssemos pensar em diferentes caminhos, ainda que nos digam ‘sempre foi assim’. Muitas coisas podem ser transformadas e redefinidas. A nossa humanidade nos permite caminhar e lutar para quebrar as amarras que nos aprisionam”.

FICHA TÉCNICA

Título: Contos pra Libertar
Autora: Rosa Scarlett
ISBN: 978-65-00-51531-2
Páginas: 91
Preço: R$ 35 (físico) | R$ 10 (e-book)
Onde comprar: Amazon

SOBRE A AUTORA

Formada em Serviço Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rosa Scarlett também é escritora, poeta e roteirista.

Publica obras literárias há cinco anos e, durante esse período, lançou títulos como “Momentos de Poesia”, “Belo Despertar”, “Nas Tramas das Famílias” e “Contos pra Libertar”.

Como mulher negra, mãe, moradora de periferia e assistente social, inspira-se em experiências de sua vida pessoal, do seu trabalho e de suas leituras acerca da vida para escrever os textos.

Redes sociais: Site | Instagram | LinkedIn | Youtube

Voltar: http://www.jornalrol.com.br