Dom Alexandre Camêlo Rurikovich Carvalho, presidente da FEBACLA, presta homenagem ao PICO DO DEDO DE DEUS, um dos atrativos naturais mais surpreendentes do Estado do Rio de Janeiro
Dom Alexandre Camêlo Rurikovich Carvalho, apreciando a belíssima obra da natureza
No ponto mais alto da Serra dos Órgãos, encontramos uma das
mais perfeitas obras do Criador.
A montanha conhecida como ‘Pico do Dedo de Deus’, reflete
a perfeição Dele nos mínimos detalhes.
Olhando tua beleza, minha alma se alegra
e meu espírito exulta Nele, que caprichou em cada detalhe.
Tua beleza extasia e eleva o meu pensamento a Ele;
és original, exuberante e harmonioso.
Tua beleza revela a supremacia do Autor da criação e
faz de ti a principal atração da cidade de Teresópolis.
És destaque na bandeira do Estado do Rio de Janeiro,
proporcionado lindas fotos em um cenário de belas paisagens.
É impossível te olhar e não contemplar a grandeza da criação.
Apreciando tua beleza, renovo minhas forças e minha
comunhão com o Criador.
Dom Alexandre Camêlo Rurikovich Carvalho
Dom Alexandre Camêlo Rurikovich Carvalho e sua namorada, Duquesa Claudia Lundgren, diante do mais belo cenário promovido pela natureza
CONHEÇA MAIS O POETA DOM ALEXANDRE CAMÊLO RURIKOVICH CARVALHO
I Bienal do Livro de Taboão da Serra promete encantar os amantes da cultura e das artes!
Nos dias 18 e 19 de agosto de 2023, das 9:00 às 20:00 horas, acontecerá a tão aguardada I Bienal do Livro de Taboão da Serra, no Cemur – Teatro Carlos Drummond de Andrade
Banner de divulgação d’ 1ª Bienal do Livro de Taboão da Serra
Nos dias 18 e 19 de agosto de 2023, das 9:00 às 20:00 horas, acontecerá a tão aguardada I Bienal do Livro de Taboão da Serra, no Cemur – Teatro Carlos Drummond de Andrade, localizado na Praça Nícola Vivilechio, 151, Jardim Bontempo – Taboão da Serra – SP.
O evento, que promete ser um marco na cidade, contará com a presença ilustre da renomada Dama do Teatro, Ítala Nandi, do Marquês Lisboa e de Janaina da Cunha, bisneta de Euclides da Cunha, além de outros escritores, artistas e expositores culturais.
Uma das grandes atrações da bienal será a emocionante “ITALA fala de NANDI”, onde a atriz Ítala Nandi apresentará o filme “O CAMINHO dos DEUSES”, dirigido e produzido na Índia. Após a exibição, haverá uma roda de conversa com a renomada atriz, proporcionando uma experiência única e enriquecedora para os espectadores.
O evento também celebrará o lançamento de diversos livros e exposição de obras de arte inéditas. Escritores e artistas plásticos interessados em expor suas obras podem se cadastrar através do link .
A I Bienal do Livro de Taboão da Serra é uma realização da Academia Hispano-brasileña de Ciencias, Artes y Letras (AHBLA) e da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Taboão da Serra, e tem como objetivo promover a cultura, a literatura e as artes na região, além de proporcionar um espaço para o encontro entre artistas, escritores, editoras e leitores.
Participe deste grande evento cultural e desfrute de momentos únicos de conhecimento e entretenimento. Seja bem-vindo à I Bienal do Livro de Taboão da Serra, onde a arte e a literatura se encontram para celebrar a cultura e a criatividade. Para mais informações, entre em contato através do e-mail contato@ahbla.com.br. Não perca essa oportunidade!
Venha viver a magia da literatura e das artes na I Bienal do Livro de Taboão da Serra!
Shopping Center 3 expõe arte que conta histórias na rua
Mostra fotográfica destaca patrimônio paulistano com artistas e momentos marcantes
Fauno, de Brecheret Divulgação
São Paulo, julho de 2023 – No início dos anos 1940, em plena 2ª Guerra Mundial, o escultor Victor Brecheret não vivia um bom momento. Sem dinheiro para tocar sua obra mais ambiciosa, o Monumento às Bandeiras, ele se ocupava modelando um fauno. Em visita ao estúdio do artista, Prestes Maia, prefeito de São Paulo na época, se encantou com o esboço do ente mitológico e imediatamente encomendou a figura em granito.
Pronta, a estátua gigante (tem mais de 3 m de altura) parecia perfeita no jardim ao lado da Biblioteca Mario de Andrade. Mas a figura também conhecida como Pan — criatura mitológica com patas e chifres caprinos e imenso desejo sexual – não agradou ao arcebispo da época, que costumava fazer suas leituras religiosas no local. A pressão foi tanta que, em 1945, o Fauno ganhou nova morada no Parque Trianon, na avenida Paulista, onde está até hoje.
Monumento a Federico Garcia Lorca, de Flávio de Carvalho Divulgação
Esta e outras histórias sobre a cidade de São Paulo e seus moradores integram a mostra Patrimônios Históricos – Paulista e Região, que o Shopping Center 3 exibe a partir do dia 1 de agosto, como parte do Projeto Caminhos da Arte. Pelos corredores do empreendimento, o público poderá conhecer melhor 24 monumentos que integram o patrimônio histórico da Prefeitura de São Paulo, com obras assinadas por artistas reconhecidos internacionalmente, como Tomie Ohtake e Victor Brecheret.
“Muitas vezes passamos perto de uma obra dessas e nem a percebemos direito, tanto pela correria do dia a dia como pela falta de informações. Com essa exposição, o Center 3 reforça seu posicionamento como um espaço aberto para a arte e para a reflexão de temas correlatos, como o papel que a arte e a história têm nas nossas vidas”, diz Mara Romiti, diretora de marketing do Shopping Center 3.
Todas as fotos são acompanhadas por textos com detalhes sobre as obras. A exposição integra a Jornada do Patrimônio 2023, promovida pela Prefeitura de São Paulo. O evento reúne ações artísticas, roteiros culturais e de visitação a imóveis, entre outras iniciativas.
Oitenta Anos da Imigração Japonesa, de Tomie Ohtake Divulgação
Entre as criações enfocadas está o Monumento a Federico Garcia Lorca, de Flávio de Carvalho, alvo de polêmica em 1968, quando inaugurado, na praça das Guianas, nos Jardins. Lorca foi um dos maiores poetas e dramaturgos da Espanha e lutou contra os fascistas nos anos 1930.
Na inauguração nem a presença de Pablo Neruda, poeta chileno e ganhador do Nobel, amenizou a ira dos radicais que viam na estátua uma homenagem a um comunista. Em 1969, uma explosão danificou a escultura, restaurada em 1971.
Obra sem nome, de Tomie Ohtake Divulgação
Longe das polêmicas, as criações de Tomie Ohtake aparecem em dois momentos. O primeiro, na obra Oitenta Anos da Imigração Japonesa, instalada na Avenida 23 de Maio. A escultura reúne quatro lâminas de concreto armado dispostas lado a lado, representando as quatro gerações de japoneses no Brasil: issei, nissei, sansei e yonsei. A escolha do concreto expressa simplicidade e leveza.
A segunda obra, sem nome, está na altura do número 1110 da Avenida Paulista. Consiste em uma estrutura circular torcida, pintada com tinta automotiva nas cores vermelha e prata. Medindo 8,5 metros de altura e pesando 7 toneladas, a escultura está em frente ao banco Citibank, que patrocinou sua realização em conjunto com a Associação Paulista Viva.
A instalação foi parte das comemorações do centenário do Banco no Brasil. A inauguração da obra ocorreu em dezembro de 2015, mesmo ano em que Tomie Ohtake faleceu. O conceito foi idealizado pela artista em 2012, mas ela não pôde vê-la concretizada.
O que: Exposição Patrimônios Históricos – Paulista e Região
Quando: até 10 de setembro
Quanto: Grátis
Sobre o Shopping Center 3
Onde: Av. Paulista, 2064, Cerqueira César, tel: 3285-2458
Horários de funcionamento do shopping: de segunda a sábado das 08h às 22h.
Domingo e feriados: das 10h às 22h
Lojas: de segunda a sábado das 10h às 22h. Domingo opcional das 14h às 20h
Alimentação: todos os dias das 11h às 22h
Estacionamento: Rua Luís Coelho, 91
Sobre o Shopping Center 3
Localizado em plena Avenida Paulista, no movimentado quadrilátero que reúne ainda as ruas Augusta, Luís Coelho e Frei Caneca, o Shopping Center 3 foi inaugurado em 1967 e completou 55 anos. Frequentado por um público cativo de trabalhadores, moradores e estudantes da região, tem 130 lojas distribuídas em quatro pisos e oferece ampla praça de alimentação com excelentes restaurantes.
Diamantino Loureiro Rodrigues de Bártolo: Artigo ‘Experiência e teoria na equipa de trabalho’
Diamantino Bártolo
Na conceção de um projeto que vise alcançar o poder, é fundamental, como primeira medida, constituir uma equipa que ofereça garantias de moderação, de compreensão das situações e resolução justa das mesmas e, tanto quanto possível, favorável às vítimas de situações complexas, tal como para nós desejaríamos. Quem exerce um qualquer tipo de poder, tem a obrigação de ser equitativo, tolerante e solidário, porque de facto: “As pessoas terão de compreender que somos todos iguais, que somos todos o mesmo, que todos nós lutamos por um pouco de paz, de felicidade e segurança no nosso quotidiano.”
A constituição de equipas, para determinadas instituições e cargos, revela-se, muitas vezes, de extrema complexidade, precisamente porque a ânsia: de notoriedade, de protagonismo e vaidade, sobrepõe-se aos legítimos interesses de quem vai estar sob a alçada deste poder, seja ele de que natureza for: político, religioso, militar, instituições, empresas e quaisquer outros.
O líder tem de se rodear de pessoas simples, equilibradas, prudentes, humildes e, se exequível, sábias, que realmente saibam o que é a vida real: fora da proteção dos progenitores, dos padrinhos, das universidades, dos apoios sociais. O líder deve ter o cuidado de escolher pessoas que tenha códigos de ética e deontológicos, bem definidos, esclarecidos e demonstrados, que saibam avaliar as dificuldades de quem nunca foi protegido, beneficiado e privilegiado.
Uma equipa de trabalho, habitualmente, tem uma liderança, que responde hierárquica, e/ou publicamente, muito embora deva existir solidariedade e corresponsabilização nas medidas tomadas, nos atos praticados e nas consequências verificadas. Por isso, cada elemento deve assumir as suas funções com rigor, competência, permanente atualização e ética nos diversos domínios da sua profissão, porque: «A consciência plena é a prática de estarmos cientes do que estamos a dizer e a fazer. Quanto mais conscientes estivermos dos nossos pensamentos, palavras e ações, mais concentração desenvolveremos.» (HANH, 2004:24).
É notório que a experiência adquirida na “Universidade da Vida Real” é muito importante, não a única, para se saber analisar, e resolver situações que afetam as pessoas. Independentemente dos títulos académicos, que naturalmente são valorizados, honoríficos e sociais, o grau de “Doutor” com especialização em “Experiência de Vida Complexa e Responsável” é, igualmente, muito útil, para se ter mais possibilidades de governar bem uma instituição, uma comunidade, um povo, de resto, já reza a velha sabedoria popular: “Quem não sabe obedecer, não sabe mandar”; “Diz-me com quem andas; dir-te-ei quem és”; “Nunca sirvas a quem não soube servir, nem peças a quem foi ingrato”.
O exercício de funções executivas, ou de grande simbolismo, ou ainda de uma atividade, cujos profissionais, têm de tomar decisões, das quais, muitas vezes, depende o futuro de uma pessoa, de uma família, instituição ou de uma comunidade, supõe, realmente, pessoas muito equilibradas, humanas, que tenham conhecimento direto da vida real, seria conveniente que fosse assumido por pessoas a partir de uma certa idade. A título de exemplo, destaca-se, o exercício das funções de Presidente da República, cuja idade mínima, para o exercício do cargo, é constitucionalmente estabelecida, para pessoas com mais de 35 anos de idade, ou de juízes, de cujas decisões depende o futuro de uma pessoa, de uma família, de uma empresa e até de uma comunidade inteira.
Exercer funções executivas públicas, (não se invoca a maturidade em função da idade, nem outras qualidades, as quais se encontram em idades ainda jovens como, eventualmente, não se verificam em idades mais avançadas) aconselha, portanto, uma certa cautela, até porque antes de se chegar a tais responsabilidades, há muitos outros cargos que até podem servir de preparação.
Em tudo na vida deverá haver uma teoria, uma aprendizagem, uma prática que confere alguma experiência, se se quiser, “a escada da vida”, a qual se deveria subir a “pulso”, sem “redes”. É aqui que reside o mérito e a segurança de quem vai depender dessas pessoas, quando elas atingirem o cume das suas carreiras.
Bibliografia.
BRIAN L. Weiss, M.D. (2000). A Divina Sabedoria dos Mestres. Um Guia para a Felicidade, Alegria e Paz Interior. Tradução, António Reca de Sousa. Cascais: Pergaminho.
Um luto, sete histórias: dilemas que atravessam a juventude contemporânea
No romance ‘Tudo que dizemos no silêncio’, a escritora e filósofa Marta Vasconcelos aborda as marcas do abandono parental e outros temas sensíveis
Capa do livro ‘Tudo o que dizemos no silêncio’, de Marta Vasconcelos
Quando um grupo de oito amigos universitários perde um integrante, todos comparecem ao velório — mas um mistério instiga o leitor até o final: de quem é o corpo? É nesse cenário que se desenrola a trama de Tudo que dizemos no silêncio, publicado pela Qualis Editora. A partir de flashbacks, a escritora e filósofa Marta Vasconcelos aborda a história de cada personagem, revelando conflitos que atravessam não só a juventude, mas a sociedade de forma geral.
A autora transforma a dinâmica dos amigos em espaço fértil para discutir questões contemporâneas urgentes. De modo sensível, ela retrata a complexidade das relações abusivas, da dependência química, da elaboração do luto, da descoberta da sexualidade e da aceitação dos diferentes corpos.
Em primeira pessoa, cada personagem narra um pedaço da obra e protagoniza diferentes situações. O enredo se divide nos seguintes focos: Becca e Thiago namoravam, mas a relação ficou abusiva quando ele desenvolveu um vício; Cris se envolveu em uma situação policial pois guardou as drogas de Bernardo; Bruno e Caio iniciaram um relacionamento, mas só um deles tem clareza da própria sexualidade; Amanda e Felipe se apaixonaram, mas por causa do vitiligo ele enfrenta inseguranças em relação ao corpo. Nesse contexto, um deles morre e os outros passam a lidar com o luto.
Tento respirar fundo, mas o ar entra tremido enquanto olho para tela do celular. Um zumbido agita ainda mais meus pensamentos e, em menos de um segundo, não consigo ouvir mais nenhum deles. Eu apenas aperto o aplicativo de uma vez e digito, sem pensar, o destino: cemitério. (Tudo que dizemos no silêncio, p. 27)
Em uma escrita envolvente, com alertas para prevenir gatilhos emocionais, a história conduz o leitor a uma intensa jornada. Além de perpassar as vivências dos personagens, a narrativa foge da superficialidade ao explorar as raízes e os desdobramentos de cada caso. No âmago da trama, por exemplo, residem as marcas do abandono parental. Depois, é revelada a trajetória de recuperação da dependência química e todas as consequências dessa luta. Por fim, a morte e os preconceitos desafiam os personagens a encontrar formas de resiliência e resistência. Assim, Tudo que dizemos no silêncio é um convite a refletir profundamente sobre as questões mais delicadas que emergem na atualidade.
FICHA TÉCNICA Título: Tudo que dizemos no silêncio Autora: Marta Vasconcelos Editora: Qualis ISBN: 9788570270924 Dimensões: 23 x 16cm Páginas: 212 Preço: R$ 52,00 (físico), R$ 16,90 (e-book) Onde comprar: Qualis Editora
SOBRE A AUTORA:
Marta Vasconcelos é escritora e filósofa, e atualmente mora em Macaé com o marido e a filha.
É autora da série Joquempô, A Trança e assina contos nas antologias Resilientes e Empodere-se.
Há mais de 15 anos, a Qualis se destaca no cenário literário como uma editora tradicional, reconhecida por seu comprometimento com a promoção e o investimento em talentos nacionais. Criada em 2008 com a missão de disseminar o conhecimento científico produzido no âmbito acadêmico, a editora se reinventou, e ampliou seu alcance com o selo de literatura. Todo esse processo sem jamais se desviar de um objetivo essencial: contribuir para uma sociedade mais justa e sem preconceitos. Sustentada por uma visão inclusiva e diversificada, a Qualis tem como norte o princípio de que todas as vozes merecem ser ouvidas e todas as histórias, contadas.
Esta é a Edição 212 do Internet Jornal, o jornal dos internautas inteligentes, agora às sextas-feiras!
Prezados leitores!
Agora saindo às sextas-feiras, antecipando assim, e prazerosamente o final de semana, esta é a Edição 212 do Internet Jornal, por integrar a lista de internautas selecionados.
A edição 212 está ‘completa’, com muitas, muitas matérias de seu interesse. Para ter acesso a ela, basta usar um dos linques que seguem abaixo.
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Carlos Cavalheiro recebe homenagem da Academia dos Intelectuais e Escritores
Carlos Carvalho Cavalheiro é autor de mais de 30 livros de assuntos variados como pesquisas históricas, romances, contos, poesias, estudos teológicos e pesquisas de cultura popular e folclore
O professor de História, escritor, poeta e Historiador Carlos Carvalho Cavalheiro recebeu nesta semana o Prêmio “Grandes Escritores do Brasil”, concedido pela Academia dos Intelectuais e Escritores do Brasil. A notícia da homenagem chegou no dia 25 de julho, consagrado como Dia do Escritor. Carlos Carvalho Cavalheiro é autor de mais de 30 livros de assuntos variados como pesquisas históricas, romances, contos, poesias, estudos teológicos e pesquisas de cultura popular e folclore. É o escritor que mais vezes recebeu o Prêmio Anual Sorocaba de Literatura em toda a história da premiação: quatro vezes.
Este ano, o autor projeta publicar o livro “Sorocabanas – a mulher na História de Sorocaba” e, também, “Um dragão no mundo da lua”, livro infantil escrito em parceria com a escritora Eliane Wagner Thomé. Os autores estão arrecadando fundos em campanha de financiamento coletivo pela plataforma Vakinha (https://www.vakinha.com.br/vaquinha/publicacao-do-livro-um-dragao-no-mundo-da-lua-eliane-wagner-thome?utm_source=site&utm_medium=product-thanks-page).
Além de escritor e pesquisador, Carlos Carvalho Cavalheiro realizou trabalhos de produção de CDs e direção e produção de vídeos.
A Academia dos Intelectuais e Escritores do Brasil foi fundada na cidade de Sorocaba em 2 de janeiro de 2023 e tem como presidente o advogado e escritor Nelson Malzoni. De acordo com o presidente, após participar de diversas academias pelo Brasil afora, sentiu-se a necessidade de se criar “algo para Sorocaba e região, que congregasse o melhor que tenho visto nas demais Academias, para ficar mais próxima de nossa gente e porque Sorocaba tem quase 1 milhão de habitantes e em minha análise mereceria mais grupos de estudos e Academias do que temos”.
A AIEB congrega hoje escritores, pensadores e expoentes da cultura de diversas localidades do Brasil. Vem se tornando, por seu árduo trabalho, uma das mais destacadas instituições culturais do país. O homenageado Carlos Carvalho Cavalheiro é professor de História na rede pública municipal de Porto Feliz e colaborador dos jornais Tribuna das Monções e ROL (Região On Line), além do portal Marimba Selutu, de Angola. É acadêmico correspondente da FEBACLA (Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes) e sócio efetivo da Academia Independente de Letras.