Natura Musical apresenta ‘Trem Negreiro’, novo álbum do grupo Trem Tan Tan

Sob a coordenação artística de Babilak Bah, coletivo lança o trabalho digital inédito em show no dia 30 de agosto, no Centro Cultural Unimed-BH Minas, com as participações especiais de Tom Nascimento, Victor Melo, Raphael Sales e coral Fora da Caixa

Foto do grupo Trem Tan Tan
Foto: Lucas Bois

Conhecido nacionalmente pela luta antimanicomial e inclusão da pessoa com sofrimento mental na sociedade, o grupo musical mineiro Trem Tan Tan se prepara para mostrar ao mundo o seu novo álbum, Trem Negreiropatrocinado por Natura Musical, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais.  O show será realizado no dia 30 de agosto, quarta-feira, às 20h, no Centro Cultural Unimed BH-Minas (Rua da Bahia, 2244, Lourdes).

O lançamento, que conta também com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte, através do Fundo Municipal de Cultura, terá as participações especiais de Tom Nascimento, Victor Melo, Raphael Sales e coral Fora da Caixa, que marcam presença em canções do novo trabalho. A entrada é gratuita e os ingressos devem ser retirados pelo site www.eventim.com.br ou na bilheteria do teatro.

O álbum tem coordenação artística do multiartista Babilak Bah e direção musical e arranjos do talentoso trombonista Leonardo Brasilino, com arranjos de base de um dos seus participantes, Mauro Camilo.  As composições do novo trabalho do grupo Trem Tan Tan passeiam por diversos ritmos brasileiros. “As canções perpassam o frevo, ijexá, samba e funk-rock, destacando belas melodias, como a balada Pandemia dura que faz uma crônica do período do caos de saúde mundial que nos trouxe dor e solidão.

Já No morro mora gente boa retrata o cotidiano das periferias brasileiras e faz a denúncia da violência policial nos morros da cidade. Outra música em destaque é o funk-rock Os meus remédios têm dupla personalidade, que retrata o quanto os medicamentos e os efeitos colaterais, não passam de verdadeiras drogas e chamam a atenção para o uso e abuso na sua indicação e uso. 

No repertório também há espaço para o lirismo e canções românticas que abordam os dramas do coração como no samba canção Isaura e o samba-rock Samba sentimental. Já o ijexá que batiza o álbum convoca para a celebração da alegria, da cultura do autocuidado, além da conexão com a ancestralidade com a música título: Trem Negreiro, relata Babilak Bah.

Oito das dez canções que ilustram o álbum Trem Negreiro foram compostas pelo coletivo Trem Tan Tan e outras duas são parcerias com poetas da cena literária de Belo Horizonte: Wir Caetano e Cândidos Kamayurá. 

O novo trabalho conta com participações especiais. “Tom Nascimento compartilha o seu talento na música A voz do Bispo; Raphael Sales em Gentileza nessa dança, A voz do Bispo, Não me calo nem pranto, e No morro mora gente boa; Victor Melo participa nas canções Pandemia dura e Isaura. Já a música que dá nome ao álbum conta com os musicistas Cassiano Luiz, Jorge Bonfá, Almin Bah, Gilson júnior, Everton Coroné e Pablo Cavaquinho, além do coral “Fora da Caixa, formado por cidadãos com sofrimento mental, com direção de Tata Santana”, destaca o coordenador artístico do Trem Tan Tan.

Babilak Bah destaca a importância do álbum. “O novo trabalho autoral do coletivo vem coroar duas décadas de resistência, luta política e inclusão através da cultura, provocando reflexões sobre a loucura e a questão étnico racial com letras e melodias que estabelecem uma sintonia com a atualidade da revisitação histórica e a reivindicação pela cidadania, direitos e equidade que marca a sociedade brasileira”, diz.

O lançamento do álbum Trem Negreiro, do grupo Trem Tan Tan foi selecionado pelo edital Natura Musical, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais (LEIC), ao lado da Casa Sonora, Djalma Ramalho, Maíra Baldaia, Sérgio Pererê e Tavinho Leoni. No Estado, a plataforma já ofereceu recursos para mais de 160 projetos de música até 2022, em diferentes formatos e estágios de carreira como Maíra Baldaia, Sérgio Pererê e Meninos de Araçuaí.

Sobre Natura Musical

Natura Musical é a plataforma cultural da marca Natura que há 18 anos valoriza a música como um veículo de bem-estar e conexão. Desde seu lançamento, em 2005, o programa investiu mais de R$ 190 milhões no patrocínio de mais de 600 artistas e projetos em todo o Brasil, promovendo experiências musicais que projetam a pluralidade da nossa cultura. Em parcerias com festivais e com a Casa Natura Musical, fomentamos encontros que transformam o mundo. Quer saber mais? Siga a gente nas redes sociais: @naturamusical.

Antes do show

O grupo Trem Tan Tan vai disponibilizar música, clipe e podcast antes do show de lançamento. No dia 27 de julho, quinta-feira, às 20h30, acontece a live de encerramento das comemorações dos 20 anos do coletivo. A transmissão será conduzida por Babilak Bah e vai contar com as participações do psiquiatra Paulo Amarante, da artista e produtora Tatiana Cavinato e a usuária e militante do Fórum Mineiro, Sílvia Vilarejo.

No dia 07 de agosto, será realizado o lançamento de Sabe onde fica o hospício?, primeira música que integra o álbum, seguida por um videoclipe, da canção Trem Negreiro, no dia 14 de agosto. Já no dia 21 de agosto, o público poderá conferir a série de podcasts que conta a história do grupo Trem Tan Tan.

“Com esses documentos sonoros e imagéticos o Trem Tan Tan faz um questionamento transversal entre a loucura e a questão racial, revelando compositores invisíveis que orbitam o serviço substitutivo e o Sistema Único de Saúde”, destaca Babilak Bah.

Todo o material poderá ser visto e ouvido pelas nas redes sociais do coletivo Trem Tan Tan:

Instagram: https://www.instagram.com/tremtantan/

Facebook: https://web.facebook.com/profile.php?id=100063737949775

YouTube: https://www.youtube.com/@tremtantan2274

Sobre o Trem Tan Tan

O Trem Tan Tan é um coletivo de compositores surgido nas oficinas de música e artes da política de saúde mental de Belo Horizonte. O grupo já participou de vários projetos culturais do estado de Minas Gerais e em inúmeros espaços culturais do país levando a bandeira da criatividade e da luta antimanicomial, tornando-se referência para cidadãos e outros grupos excluídos no campo da saúde mental no Brasil.

Desde 2019, o coletivo Trem Tan Tan se prepara para esse momento, depois de atravessar por um processo de imersão subjetiva e auto avaliação crítica a partir de sua trajetória, além de participar de oficinas com vários artistas da cena local com a perspectiva de avanço de sua linguagem na busca de aprimoramento técnico, ao realizar uma jornada que envolve ensaios contínuos, oficinas de criação para ampliar o processo de composição além de promover discussões sobre a loucura e a cidade, ao atravessar esse longo processo de investigação musical.

Ficha Técnica do show de lançamento:

Trem Tan Tan: Mauro Camilo, Marcos Evando, Marcos Alexandre, Rogéria Ferreira e   Babilak Bah

Músicos suportes: Almin Bah, Leonardo Brasilino, Jorge Bonfá. Gilson Junior e Buiu

Participações especiais: Tom Nascimento, Raphael Sales, Victor Melo e coral Fora da Caixa

Produção: ZenPreto Produções

SERVIÇO

Live de encerramento das comemorações de 20 anos do coletivo Trem Tan Tan

27 de julho, quinta-feira, às 20h30, pelas redes sociais do grupo Trem Tan Tan

Lançamento de Sabe onde fica o hospício?, primeira música que integra o álbum Trem Negreiro

07 de agosto, segunda-feira, nas plataformas digitais e redes sociais do grupo Trem Tan Tan

Lançamento do videoclipe da canção Trem Negreiro

14 de agosto, segunda-feira, nas redes sociais do grupo Trem Tan Tan

Lançamento de série de 04 podcasts

21 de agosto, segunda-feira, nas redes sociais do grupo Trem Tan Tan

Show de lançamento de “Trem Negreiro”, novo álbum do grupo Trem Tan Tan

30 de agosto, quarta-feira, às 20h, no Centro Cultural Unimed BH Minas (Rua da Bahia, 2244, Lourdes)

Entrada franca mediante retirada prévia de ingresso pelo site www.eventim.com.br ou na bilheteria do teatro, sujeito a lotação do espaço.

Produção: ZenPreto Produções

Patrocínio:

Natural Musical, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais

Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte, através do Fundo Municipal de Cultura

Trem Tan Tan nas redes sociais

Instagram: https://www.instagram.com/tremtantan/

Facebook: https://web.facebook.com/profile.php?id=100063737949775

YouTube: https://www.youtube.com/@tremtantan2274

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21º CINEMATO – Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá abre as inscrições e divulga Dira Paes como a homenageada deste ano

Os premiados receberão aporte financeiro e o tradicional Troféu Coxiponé

Já estão abertas as inscrições para o 21º Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá (Cinemato) e podem ser feitas, gratuitamente, até o dia 06 de agosto de 2023. Com Dira Paes homenageada, é uma oportunidade de premiações e reconhecimento, a quem levar o Troféu Coxiponé. O Cinemato está entre um dos maiores festivais de cinema do país e é reconhecido internacionalmente como formador de plateias, tendo revelado importantes nomes para o cinema brasileiro. Dira é um deles.

Com a presença da atriz homenageada e outros expoentes do cinema nacional, o Festival acontecerá  de 22 a 28 de outubro, no Teatro da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), na capital mato-grossense, com o tema “Pachamama”, a Mãe Natureza, um mito presente na cultura de diversos povos sul-americanos.

Inscrições

As inscrições já estão abertas e deverão ser feitas gratuitamente através do endereço eletrônico: www.festivalcinemato.com.br até 23h59 do dia 06 de agosto de 2023. A não-observância da ausência de assinatura na ficha de inscrição implica na automática desclassificação da obra inscrita no Festival. Não serão aceitos/selecionados filmes publicitários, institucionais e/ou telerreportagens. Cada cineasta poderá inscrever até 2 filmes. Todas as mostras e atividades do Festival acontecerão presencialmente.

Premiações

A Mostra competitiva de filmes brasileiros de longa duração, composta por até 6 longas brasileiros, produzidos nos anos de 2021 a 2023, além do Troféu Coxiponé receberá um aporte financeiro via emenda parlamentar no valor de R$13 mil.

Já a Mostra competitiva de filmes brasileiros de curta duração, composta por até 14 curtas brasileiros e mato-grossenses com duração até 25 minutos, produzidos entre os anos de 2022 e 2023, além do Troféu Coxiponé, receberão aporte financeiro via emenda parlamentar de R$4 mil.

Para completar a mostra competitiva de videoclipes mato-grossenses, a curadoria selecionará até 7 videoclipes de até 4 minutos produzidos em Mato Grosso entre 2022 e 2023. O prêmio de melhor videoclipe mato-grossense será, além do Troféu Coxiponé, um aporte financeiro via emenda parlamentar de R$1 mil.

Os filmes selecionados nas Mostras Competitivas do Festival terão direito à remuneração simbólica pela seleção/exibição: Categoria Longa metragem R$2 mil; Curta metragem R$500.

“Participe, faça suas inscrições, venha para nossa calorosa Cuiabá, trazendo sua produção e não tenha dúvidas de que vamos fazer um festival memorável”, assegura Luiz Borges.

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Hungria anuncia ‘Atmosfera’, projeto inédito com Orquestra Sinfônica e participação de Maestro João Carlos Martins

Atualmente, o cantor segue liderando o ranking de artista do segmento com o maior número de inscritos no YouTube Brasil

Foto do cantor Hungria com o maestro João Carlos Martins
Hungria e Maestro João Carlos Martins
Divulgação

‘Um dia eu vi uma estrela cadente e fiz um pedido, creio fui atendido, era só um menino..’: provavelmente você já se pegou cantando a música “Um Pedido” do rapper Hungria, mas seu destaque nas plataformas vai muito além dessa canção.

Atualmente, o cantor segue liderando o ranking de artista do segmento com o maior número de inscritos no YouTube Brasil. São mais de treze milhões de pessoas, para mais de quatro bilhões e seiscentos milhões de visualizações em sua conta oficial. Fenômeno por onde passa, Hungria não se limita quando o assunto é música.

O artista conta em sua bagagem parcerias de peso como Claudia Leite, DJ Alok, Lucas Lucco, Gustavo Lima, Pixote, Marcelo Falcão e muito mais. Essa transição e mistura de estilos musicais ao longo de sua trajetória o levou até a idealização do novo projeto, intitulado ‘Atmosfera’, considerado o mais importante de sua carreira: “Quero que as pessoas sonhem o meu sonho, e a gente compartilhe isso juntos. Estou muito ansioso para ver acontecer tudo isso que estamos trabalhando há tanto tempo!”, declara Hungria.

De forma majestosa, Hungria pensou em cada detalhe na novidade que contará com um álbum visual e shows inéditos. Aquecendo o lançamento do projeto, a primeira faixa fica disponível hoje, 28 de julho, em áudio (ouça aqui) e vídeo (assista aqui). O álbum contará com um total de nove canções, cinco faixas inéditas, sendo elas “Seu Pai Falou”, “Melhor Lugar”, “Atmosfera”, “Amarula” com participação do DJ Alok, e “Preta” regida pelo mundialmente renomado Maestro João Carlos Martins, canção que dá início aos lançamentos e ao ponta pé inicial de um projeto considerado um dos mais inovadores do mercadoaudiovisual. Já as releituras de sua carreira serão “Só Era Nois”, “Temporal”, “Quem é o Boss” e “Coração de Carro Forte”, todas produzidas por uma orquestra sinfônica especial,composta por trinta e seis músicos de Orquestras como OSESP do Teatro Municipal e Fundação Filarmônica Bachiana.

A parceria entre o cantor e o maestro é algo completamente inusitado, visto que a junção de uma orquestra com um cantor de urban music brasileira quebra diversas barreiras e preconceitos da música.

O projeto em vídeo foi gravado no interior de São Paulo, em Vinhedo, com um conceito de cenário ao ar livre deslumbrante e atmosférico, misturando castelos medievais e paisagens naturais, com um pôr-do-sol ao fundo e o anoitecer.

‘Atmosfera’ não ficará apenas nas plataformas de vídeo e áudio. Seu show inédito estreou no último dia 22 de julho, no festival Na Praia em Brasília, com banda e orquestra completa, e a partir de agora, seguirá como turnê pelo país. O formato será composto por uma estrutura jamais idealizada por um cantor do segmento, levando cenário novo e show pirotécnico, em aproximadamente 1h30 de apresentação. Pelas capitais e cidades onde o espetáculo passar, Hungria fará questão de ter os mais conceituados músicos de cada região para formar uma orquestra temporária a apresentar suas canções, gerando assim incentivos para maior valorização da cultura e dos artistas locais.

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Orquestra Sinfônica Heliópolis e maestro Isaac Karabtchevsky retornam ao palco do Teatro B32

Concerto acontece dia 10 de agosto com obras de Lorenzo Fernandez e Tchaikóvsky no repertório

Foto da Orquestra Sinfônica Heliópolis, com o maestro Isaac Karabtchevsky
Orquestra Sinfônica Heliópolis retorna ao palco do Teatro B32 no dia 10 de agosto
(foto: Priscila Corderi)

No dia 10 de agosto, quinta-feira, acontecerá mais um concerto erudito da Temporada 2023 do Instituto Baccarelli, no palco do Teatro B32. A Orquestra Sinfônica Heliópolis, sob regência do maestro Isaac Karabtchevsky, presenteará o público com interpretações de grandes composições orquestrais nacionais e internacionais. Os ingressos já estão disponíveis na bilheteria do teatro e na plataforma INTI, com valores entre de R$20 (meia-entrada) e R$40. O evento também terá transmissão ao vivo pelo canal do YouTube do Instituto.

Para o programa, o grupo começa com a interpretação de Batuque, movimento final da suíte Reisado do Pastoreio (1930), do carioca Oscar Lorenzo Fernandez (1897-1948). A obra já foi regida por nomes como Arturo Tsocanini, Leopold Stokowski e Gustavo Dudamel, além de já ter sido gravada pela Filarmônica de Nova York, sendo considerada uma das peças orquestrais brasileiras de maior difusão internacional.

Outros destaques do repertório da noite são as peças Abertura-Fantasia de Romeu e Julieta (1869) e Capricho Italiano (1880), compostas pelo russo Piotr Ilitch Tchaikóvsky, que era professor do Conservatório de Moscou. Para a primeira obrga, Tchaikóvski começa com um retrato do Frei Lourenço – o sacerdote que realiza o casamento secreto dos amantes –, para depois retratar o conflito dos Capuletos e dos Montéquios, bem como o amor dos jovens – uma das mais arrebatadoras e inspiradas melodias do compositor. Já em Capricho Italiano, o compositor une temas folclóricos descobertos por ele – a peça teve uma estreia triunfal sob a regência de Nikolai Rubinstein, em Moscou, no mesmo ano.

A Orquestra Sinfônica Heliópolis (OSH) é a primeira no mundo a surgir em uma favela, e é o grupo instrumental mais avançado do Instituto Baccarelli. Ela conta com regência titular de um dos mais importantes maestros da atualidade, Isaac Karabtchevsky, que também é diretor artístico da instituição. A OSH é reconhecida internacionalmente por sua excelência, e tem uma temporada anual fixa, realizada em salas de concertos e teatros importantes da cidade de São Paulo e no contexto do país, como: Theatro Municipal de São Paulo, MASP Auditório, Sala São Paulo, Auditório Ibirapuera e Teatro B32.

O regente titular da Orquestra, Isaac Karabtchevsky, já foi nomeado pelo jornal The Guardian como um dos ícones vivos do Brasil. O maestro desenvolve uma das carreiras mais brilhantes do cenário musical brasileiro, desde 1970, atuando por 26 anos como maestro da Orquestra Sinfônica Brasileira, comandando o projeto mais ousado de comunicação popular da América Latina, o Aquarius, que reuniu durante anos milhares de pessoas ao ar livre e favorece, dessa forma, a formação de um público sensível à música de concerto.

Os ingressos para o concerto já estão à venda e podem ser adquiridos neste link. Para participar da transmissão ao vivo, basta se inscrever no site do Instituto Baccarelli.

Sobre o Instituto Baccarelli

O Instituto Baccarelli é uma das organizações sem fins lucrativos mais respeitadas no Brasil por proporcionar ensino de excelência combinando três eixos de grande importância: social, educacional e cultural. É responsável por formar a primeira orquestra sinfônica do mundo em uma favela, a Orquestra Sinfônica Heliópolis, que conta com o maestro Isaac Karabtchevsky como diretor artístico e regente titular, quebrando diversas barreiras e incentivando o surgimento de outros projetos similares no país. Sua sede está instalada na comunidade de Heliópolis, São Paulo, onde opera como agente de transformação social há 26 anos, mostrando um futuro com mais perspectivas a centenas de crianças e jovens.

Por meio do Instituto, anualmente 1200 alunos em situação de vulnerabilidade por meio de programas de ensino de excelência que se dividem em: Musicalização Infantil, Canto Coral, Aulas de Instrumentos (classes coletivas e individuais) e Prática Orquestral, com reais oportunidades de profissionalização na música para aqueles que desejam construir uma carreira.

A instituição também assiste as famílias dos beneficiados com a distribuição de alimentos e outros itens de primeira necessidade, além de disponibilizar atendimentos de uma equipe de assistentes sociais.

Em 2022, assumiu a gestão de 12 unidades dos CEUS, em contrato firmado com a Secretaria Municipal de Educação, e ampliou seu campo de atuação, levando esta consistente trajetória de transformação social em Heliópolis para outras regiões da cidade, em conformidade com os objetivos, planos e políticas estabelecidas pela SME para as áreas de educação, cultura, esporte, lazer, recreação e tecnologia da cidade de São Paulo.

Para mais informações, acesse: www.institutobaccarelli.org.br

Agradecemos aos nossos patrocinadores e parceiros que apoiam as atividades artístico-pedagógicas por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, do Programa de Ação Cultura de São Paulo – PROAC ICMS e do Programa Municipal de Apoio a Projetos Culturais – Pro-mac:

Patrocínio Master: Unilever Brasil, B3 – Brasil, Bolsa, Balcão, Instituto Cultural Vale

Patrocínio Ouro: Instituto CCR, Instituto Votorantim

Patrocínio Prata: Zurich, Kinea, Klabin, BTG Pactual, Pfizer e Pró-Vida

Patrocínio Bronze: Ultra, Bradesco, Bain & Company, EMS, Alelo, Eletrobras Furnas, Banco BV

Apoio: Jive, Velt Partners, IGC, Trench Rossi Watanabe, Cacau Show, Dexco, Sky, EDP, Havan, Ibiuna Investimentos, Astra, Magazine Luiza, Verde Asset, Automob

Apoio Institucional: Teatro B32, Mazars

SERVIÇO:

Orquestra Sinfônica Heliópolis Abel Rocha, regente

Data: 10/08/2023, quinta-feira

Horário: 20h

Local: Teatro B32

Endereço: Av. Brg. Faria Lima, 3732 – Itaim Bibi, São Paulo – SP, 04538-132

Ingressos: R$ 20 (meia entrada) a R$ 40.

Vendas na bilheteria do teatro e no site teatrob32.byinti.com.

Contato: imprensa@institutobaccarelli.org.br / (11) 3506-4610

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Camila Morgado protagoniza montagem de Sergio Módena para clássico A Falecida, de Nelson Rodrigues

Espetáculo ainda traz no elenco Thelmo Fernandes, Stela Freitas, Gustavo Wabner, Alcemar Vieira, Thiago Marinho e Alan Ribeiro

Cena da peça A Falecida, texto de Nelson Rodrigues

Fotos de  Victor Hugo Cecatto

Escrito há exatos 70 anos, o clássico teatral A Falecida, de Nelson Rodrigues (1912-1980), ganha uma nova montagem dirigida e idealizada por Sergio Módena e protagonizada por Camila Morgado, que volta ao teatro depois de um hiato de 11 anos distante dos palcos. 

O espetáculo estreia no dia 18 de agosto no Sesc Santo Amaro, onde segue em cartaz até 1º de outubro, com apresentações às sextas, às 21h; aos sábados, às 20h; e aos domingos, às 18h.

“Eu e Camila somos apaixonados por esse texto e pelo legado de Nelson Rodrigues. E ela é uma atriz “rodrigueana” por excelência, assim como o Thelmo Fernandes. Esta montagem marca a minha primeira direção de uma obra dele. Estamos criando uma encenação atemporal para a peça, que, originalmente, foi escrita em 1953 e se passa no subúrbio do Rio de Janeiro. Mas Nelson vai além da crônica carioca. Ele radiografa a miséria da alma humana, presente nos mais diversos lugares e épocas”, comenta o diretor sobre a idealização do projeto.

Protagonizando o espetáculo ao lado de Camila Morgado está Thelmo Fernandes, com uma vasta experiência em torno da obra do autor. A montagem conta ainda com Stela Freitas como atriz convidada. E também os atores  Gustavo Wabner, Alcemar Vieira, Thiago Marinho  e Alan Ribeiro

Classificada pelo saudoso crítico teatral Sábato Magaldi como uma das Tragédias Cariocas de Nelson Rodrigues, A Falecida narra o plano da tuberculosa e frustrada Zulmira, que sonha em ter um enterro cheio de luxo e pompa. Dessa forma, ela causaria inveja em sua prima e vizinha Glorinha, com quem nem fala mais e tem uma relação inexplicável de competição. 

Um pouco antes de morrer, Zulmira pede para seu marido Tuninho, que está desempregado e gasta todo o dinheiro com apostas, procurar o milionário Pimentel. Ela quer que o empresário pague para ela um enterro de 35 mil contos – o que beira o absurdo, uma vez que, na época, os funerais custavam menos de um conto. 

Logo depois da morte de Zulmira, ainda sem saber como ela conheceu Pimentel, Tuninho vai à mansão dele descobre que o rico empresário e sua esposa eram amantes. O marido traído ameaça contar tudo para um jornal inimigo de Pimentel e consegue arrancar dele uma pequena fortuna. Tuninho, então, dá à Zulmira um enterro “de cachorro” e aposta todo o resto do dinheiro.

Mesmo tendo sido escrita nos anos 1950, A Falecida “revela sua força e atualidade num país ainda regido pela falsa moralidade e hipocrisia. Nos dias de hoje o fanatismo religioso abordado por Nelson Rodrigues tornou-se ainda mais significativo em nosso país. A personagem Zulmira traiu o marido e, por esse motivo, ela é consumida pela culpa. Seu desejo por um velório luxuoso é sua maneira de se vingar de um mundo que não lhe oferece possibilidade de transformação. A morte torna-se sua redenção. Desse modo, o autor nos coloca um dilema: Poderá um enterro de luxo compensar uma vida de desilusões?”, indaga o diretor.

Segundo o diretor, a encenação propõe uma estética  atemporal. No cenário de André Cortez, um grande mausoléu (um signo da ostentação social em meio aos mortos) é o espaço por onde os diversos planos de ação irão ocorrer. Os figurinos de Marcelo Olinto não buscam a reprodução histórica da década de 50. Ao contrário, parecem apenas  evocar  um tempo passado, atravessando diversas épocas.  A  trilha sonora, composta por Marcelo H, explora o conflito entre o sagrado e o profano. 

“Quando Zulmira se sente culpada, ela busca se afastar do profano, sendo constantemente atormentada por essa ideia. A trilha sonora percorreu diversos estilos, combinando desde obras de Dalva de Oliveira até samba. Essa mescla de estilos é uma característica marcante de Nelson Rodrigues, que inseria elementos cômicos em suas tragédias. O humor peculiar de Nelson está presente em nossa montagem, mesmo diante da trágica história de Zulmira”, acrescenta Módena.

Sobre Nelson Rodrigues

Nelson Rodrigues foi jornalista, cronista, romancista e um dos maiores dramaturgos brasileiros. Nascido no Recife, Pernambuco, mudou-se em 1916 para a cidade do Rio de Janeiro. Quando maior, trabalhou no jornal A Manhã, de propriedade de seu pai, Mário Rodrigues. Foi repórter policial durante longos anos, de onde acumulou uma vasta experiência para escrever suas peças a respeito da sociedade. 

Sua primeira peça foi A Mulher sem Pecado, que lhe deu os primeiros sinais de prestígio dentro do cenário teatral. O sucesso veio com Vestido de Noiva, que trazia, em matéria de teatro, uma renovação nunca vista nos palcos brasileiros. Com seus três planos simultâneos (realidade, memória e alucinação), as inovações estéticas da peça iniciaram o processo de modernização do teatro brasileiro. A consagração se seguiria com vários outros sucessos, transformando-o no maior dramaturgo brasileiro do século vinte. 

Em 1962, começou a escrever crônicas esportivas, deixando transparecer toda a sua paixão por futebol. Grandes atores e encenadores continuam a revisitar suas obras, visto que esta parece jamais se esgotar e permanece relevante ainda hoje. Nelson morreu no rio de janeiro no ano de 1980, deixando um legado literário reconhecido internacionalmente.

Sobre Sergio Módena

Bacharel em Artes Cênicas pela Unicamp é também formado pela École Philipe Gaulier em Londres, onde realizou especializações em Shakespeare, Tchecov e Melodrama. Seus trabalhos mais recentes como diretor são “Longa Jornada Noite Adentro, de Eugene O’Neill, “As Cangaceiras Guerreiras do Sertão” (de Newton Moreno), “Diários do Abismo” (com Maria Padilha) e “O Musical da Bossa Nova” (Aventura Entretenimentos) “Os Vilões de Shakespeare”, de Steven Bercoff (com Marcelo Serrado), “Estes Fantasmas!” de Eduardo De Filippo, “Esse Vazio”, de Juan Pablo Gomez, “Como Me Tornei Estúpido”, adaptação da obra de Martin Page feita por Pedro Kosovski, “O Último Lutador”, de Marcos Nauer e Tereza Frota, “Janis”, de Diogo Liberano, “Ricardo III” de William Shakespeare, “A Arte da Comédia”, de Eduardo De Filippo, “Politicamente Incorretos”, “Forró Miudinho” “Bossa Novinha- A Festa do Pijama” e “Sambinha”, musicais de Ana Velloso, “A Revista do Ano – O Olimpo Carioca”, de Tânia Brandão, “As Mimosas da Praça Tiradentes”, de Gustavo Gasparani e Eduardo Rieche e o show “Paletó de Lamê – os grandes sucessos (dos outros)”. Seus espetáculos receberam mais de trinta indicações e treze prêmios nas principais premiações do Rio de Janeiro e São Paulo.

Ficha Técnica

Texto: Nelson Rodrigues

Direção: Sérgio Módena

Elenco: Camila Morgado, Thelmo Fernandes, Stela Freitas, Gustavo Wabner, Alcemar Vieira, Alan Ribeiro, Thiago Marinho

Direção Musical: Marcello H

Cenário: André Cortez

Iluminação: Renato Machado

Figurino: Marcelo Olinto

Preparação Corporal: Laura Samy

Produção Executiva: Ana Velloso, Vera Novello e Cacau Gondomar

Direção de Produção: Lúdico Produções Artísticas

Programação Visual e Fotos: Victor Hugo Cecatto

Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

Produtores Associados: Camila Morgado, Sergio Módena e Lúdico Produções

SINOPSE

A Falecida apresenta a jornada de Zulmira para realizar o sonho de ter um enterro espetaculoso. Cenas de flashback se misturam à narrativa presente, numa troca de ambientes que, por vezes, tenciona e, por outras, causa um inusitado e bem-vindo alívio cômico.

Espetáculo

A Falecida

De 18/08 a 01/10. Sextas, 21h. Sábados, 20h. Domingos, 18h. Teatro. R$40 R$20 R$12. 16 anos. 90 minutos.

https://www.sescsp.org.br/programacao/a-falecida-2/

Sesc Santo Amaro      

Rua Amador Bueno, 505, Santo Amaro, São Paulo (SP)   

Horário de funcionamento: terça a sexta, das 10h às 21h30 | Sábado, domingo e feriado, das 10h às 18h30. 

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OCB realiza novas homenagens

Dentre as honrarias estão Moções de Congratulações e Aplausos, bem como a concessão das Medalhas de Mérito do Líder e Mérito Himalaia, além da Comenda OCB

Banner de divulgação de evento da OCB
Divulgação

Cumprindo o seu objetivo de conceder honrarias, a OCB – Ordem Comendador Belmonte – que surgiu em 2019 e é dirigida pelo Comendador Márcio Belmonte -, realiza hoje (28) uma tarde solene de entregas de homenagens a ser realizada no Espaço Cultural de Angola, na cidade de Rio de Janeiro, Brasil.

Dentre as honrarias estão Moções de Congratulações e Aplausos, bem como a concessão das Medalhas de Mérito do Líder e Mérito Himalaia, além da Comenda OCB.

O evento é uma referência ao Mês da Mulher Negra, Latino-Americana e Caribenha, comemorado no dia 25 de Julho.

Os homenageados são escolhidos a partir de indicações e, também, por envio de currículos que são analisados pela OCB para a concessão das honrarias. Para tanto, há uma taxa de adesão referente aos custos do evento.

Na ocasião serão homenageados os professores Carlos Carvalho Cavalheiro e Adilene Ferreira Carvalho Cavalheiro com a Medalha Mérito Líder “em homenagem aos relevantes serviços prestados à Pátria Brasileira”. O professor Carlos Cavalheiro é colunista do Jornal Cultural ROL.

O Espaço Cultural de Angola é anexo ao Consulado e está localizado na Avenida Presidente Wilson, 113, Centro, Rio de Janeiro.

Informações e adesões às honrarias podem ser realizadas por meio do WhatsApp: +55 21 98445-8080.

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Vida (des)encontros

Resenha do livro Vida (des)encontros, de Ighor Botti, pela Editora Uiclap

Capa do livro Vida (des)encontros de Ighor Botti, pela Editora Uiclap

RESENHA

Este livro conta a história de Gilbert, Jimmy e Elizabeth.

Gilbert Macdonald, por causa de seu sobrenome, sofria bullying.

Um dos autores deste bullying era o Jimmy, que sempre que o via cantava aquela musiquinha: “O velho Macdonald, tinha uma fazenda, ia, ia, oww”…

Elizabeth, uma aluna recém-chegada aquela escola, resolve apoiá-lo neste período ruim que ele estava passando.

Surge aí uma amizade que vai se fortalecendo, se transformando…

Com a chegada do período de férias, se separam.

Quando voltam das férias Elizabeth percebe que Gilbert mudou.

E esta mudança foi percebida por Jimmy, que entende e se torna amigo de Gilbert também, formando assim um trio improvável e inseparável.

Conhecem um tempo depois, Natália Lima, uma brasileira, e não se separam mais.

A partir daí a história se desenrola de uma forma muito bonita, com vários desdobramentos incríveis.

É uma história sensível, fala de temas como bullying, assédio, mas fala também de amor, amizade, destino e tudo mais que aquece o nosso coração.

Ighor nos deu este presente em forma de livro e delicadeza.

Super recomendo. Leiam!

Assista à resenha do canal @oqueli no Youtube

SOBRE A OBRA

Ighor explica que Vida é uma duologia, que traz reflexos da vida humana, tais como romance, drama, comédia e suspense.
Aborda temas sérios e sensíveis como bullying, obesidade, suicídio e assédio, porém , de uma forma muito leve.
Vida, Encontros e Desencontros, foi desenvolvido a partir de experiências e vivências do autor, algumas verídicas e outras fictícias, ficando a curiosidade e a dúvida no ar de quais seriam elas.

SINOPSE DO LIVRO

VIDA é uma duologia que traz reflexos da vida humana: romance, drama, comédia e suspense.

Ainda que de forma leve, existem temas sensíveis como bullying, obesidade, suicídio e assédio.

Recomendável para maiores de 16 anos.

O primeiro livro Vida, Encontros e Desencontros, inicia em Inverness, na Escócia. Gilbert Macdonald está com problemas e Elizabeth Green resolve ajudá-lo.

Os dois se aproximam de Jimmy Piers Junior e Natália Lima, e eles se tornam melhores amigos.

Porém, uma notícia pega todos de surpresa e suas vidas viram de cabeça para baixo.

Quais serão as charadas e os desafios a serem desvendados?

SOBRE O AUTOR

Imagem do autor Ighor Botti

Nascido em Vitória – ES, Ighor Botti concluiu o ensino médio nos Estados Unidos e se formou em Relações Internacionais.

Depois, fez uma segunda graduação em Letras Português e Inglês, e uma terceira em Administração.

Também concluiu duas pós-graduações em Gestão Educacional e em Gestão Estratégica de Negócios.

O escritor fala cinco idiomas e conhece mais de 50 países.

Após atuar por mais de 15 anos na área da educação, Ighor decide lançar sua primeira obra literária.

Desde fevereiro de 2023, Ighor atua como Apresentador de TV, com o quadro “Botti seu mundo em dia”, no qual traz dicas de viagens e turismo.

OBRAS DO AUTOR

Imagem do livro Vida(des)encontros, de Ighor Botti, pela Editora Uiclap

ONDE ENCONTRAR O LIVRO


Resenhas da colunista Lee Oliveira