Artigo de Carlos Cavalheiro sobre Patrimônio é publicado em revista da UNESP
Na edição de julho de 2023, na qual o artigo do professor Carlos Cavalheiro foi publicado, o título da capa foi “Mundo do trabalho e trabalhadores na escrita sobre o patrimônio cultural”
Foto enviada por Carlos Cavalheiro, e que compõe um artigo seu, publicado na página do Centro de Memória Operária de Sorocaba.
O professor Carlos Carvalho Cavalheiro, que leciona História na rede pública municipal de Porto Feliz (SP), teve seu artigo publicado este mês em revista científica da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP), campus de Assis. O artigo foi publicado na Revista História e Cultura (ISSN: 2238-6270 – Qualis A3).
Intitulado “Quando a fábrica se converteu em Shopping Center: patrimônio e memória dos trabalhadores de Sorocaba/SP”, o artigo, de acordo com a própria revista, “discorre, tomando como recorte espacial a cidade de Sorocaba no interior de São Paulo, sobre o patrimônio cultural dos trabalhadores, bem como tenta compreender a produção de articulações que contribuem para a constituição de uma memória emancipadora da classe operária a partir de estratégias que abarcam, inclusive, a constituição de patrimônios imateriais”.
A História e Cultura, atenta às pesquisas e ao debate acadêmico desenvolvido na área de História e em áreas afins, publica textos inéditos de autoria de doutores, mestres e pós-graduandos stricto sensu, redigidos em português, espanhol, francês e inglês. Além de artigos para dossiês, a revista recebe contribuições em fluxo contínuo de artigos livres, entrevistas, resenhas e traduções.
“A discussão no texto parte da realidade do uso dos patrimônios para outros fins que não os estabelecidos em sua origem. Assim, as antigas fábricas têxteis, em estilo inglês, são aproveitadas como hipermercados ou shopping center, invisibilizando, de certa maneira, a função original do prédio e toda a potência de memória que ele carrega, como a luta dos trabalhadores por melhores condições de vida”, esclarece o professor e historiador.
Carlos Carvalho Cavalheiro
Carlos Carvalho Cavalheiro reside em Sorocaba e leciona História na rede pública municipal de Porto Feliz. É licenciado em História e em Pedagogia, Bacharel em Teologia e Mestre em Educação (UFSCar, campus Sorocaba). É escritor, Historiador, pesquisador de cultura popular e produtor de vídeos. Colaborador dos jornais Tribuna das Monções, ROL (Região On Line) e do Portal de Notícias culturais “Marimba Selutu”, de Angola. Acadêmico correspondente da FEBACLA (Federação Brasileira dos Acadêmicos em Ciências, Letras e Artes) e acadêmico efetivo da Academia Independente de Letras.
“A esperança e a vida são duas coisas que s e acabam juntas”. “O amor é quando a gaiola tá aberta, quando a coleira tá frouxa. O amor é o de soltar, esse de prender é vaidade – trechos da peça.
Visto por mais de 15.000 pessoas, o premiado texto Cordel do Amor Sem Fim, de Cláudia Barral e direção de Daniel Alvim, ganha uma nova temporada gratuita no Teatro do SESI-SP, no Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso, de 4 de agosto a 3 de setembro. As apresentações acontecem às sextas e aos sábados, às 20h, e aos domingos às 19h.
Essa bem-sucedida montagem estreou em 2019, produzida por Helena Ranaldi e Daniel Alvim, e, desde então, circulou pelos principais teatros do estado de São Paulo, através de convites da Secretaria de Cultura, do SESI-SP e Sesc SP. A reestreia coincide com o lançamento do longa-metragem Cordel do Amor sem Fim, também produzidos por Helena Ranaldi e Daniel Alvim, que estreia em Festival Internacional (NY e Miami), no mês de setembro de 2023.
A peça apresenta ao público uma história simples, universal e familiar para muitos que passam a vida à procura de um sentido maior, para quem vive ou quer viver em função do amor e para quem se alimenta da difícil procura de encontrar-se no outro. Trata-se de uma história de encontros e desencontros, na qual o tempo não tem medida e esperar é viver intensamente o presente.
A trama retrata o cotidiano simples de três irmãs, Madalena (Helena Ranaldi), Carminha (Patricia Gasppar) e Teresa (Márcia de Oliveira), que vivem à margem do rio São Francisco, na cidade Carinhanha, fronteira da Bahia com Minas Gerais.
No dia em que Teresa, a irmã mais nova, ficará noiva de José (Luciano Gatti), todos são surpreendidos com a chegada de Antônio (Rogério Romera), que promete voltar e ocupar o lugar do primeiro pretendente no coração da moça. A partir desse momento, as personagens passam a viver na expectativa do possível retorno de Antônio, transformando, assim, a simples rotina e a vida de todos que vivem na pequena cidade de Carinhanha.
Com personalidades distintas e que se complementam, as três irmãs podem ser vistas como uma só, de modo que o feminino é retratado de forma plena e absoluta. Por meio de personagens sutis e singelas, que trazem à cena uma apaixonante simplicidade, a autora apresenta um universo lúdico e genuíno, característicos de sua escrita.
Partindo de uma narrativa poética e da execução de canções originais, essa história de amor e esperança, permeia as relações entre as três irmãs. O texto discute temas como solidão, paixão, destino, força do feminino e a eterna busca pela felicidade e pelo amor, questões presentes e relevantes do mundo dito pós-moderno.
Aparentemente distante da realidade e das referências urbanas, as personagens conduzem a plateia rio adentro. Vezes ingênuas e paradoxalmente grifadas em cores marcantes, são completamente identificáveis pelos espectadores na alegria de viver, na força da atitude, na paixão, no desejo e na saudade. De tão humanas, essas personagens parecem romper com a distância entre o urbano e o sertão, entre as águas dos rios e o solo das fronteiras do nosso Brasil. Uma conexão da poesia e da mítica popular brasileira.
Cordel do Amor sem Fim é um suspiro de amor, um alívio para a alma do espectador, acredita o diretor Daniel Alvim. “Em tempos difíceis de polarização, Cordel do Amor sem Fim dá ao público a oportunidade de tentar resgatar o tempo e o verdadeiro sentido das relações humanas. Cordel resgata o cheiro, as cores e a escuta do silêncio. Estar diante desse texto, é como estar à beira de um pequeno cais à espera de uma embarcação soprada pelo vento. Cordel do Amor sem fim é tentar encontrar o amor, é tentar encontrar-se consigo mesmo”, esclarece.
Sobre Cláudia Barral
Cláudia Barral é formada em Interpretação Teatral pela Universidade Federal da Bahia, com estágio de aperfeiçoamento na Academia Russa de Arte de Moscou e formação em Roteiro pela Academia Internacional de Cinema.
Cláudia atua em diversos campos da produção literária, como dramaturga, roteirista, contista e poetisa no Brasil, em Portugal, na Alemanha e na Itália. Na sua produção em dramaturgia destacam-se “O Cego e o Louco” (Prêmio Copene 2000, com versão roteirizada para a TV Cultura em 2007), “Cordel do Amor sem Fim” (Prêmio Funarte 2004; Indicação ao Prêmio de Melhor Texto no Festival Internacional de Angra dos Reis, 2013) e “Hotel Jasmim” (Prêmio Heleny Guariba de Dramaturgia Feminina, 2013), peça de teatro que inspirou o curta de mesmo nome.
Sobre Daniel Alvim
O ator, diretor e produtor Daniel Alvim é um dos fundadores das companhias Pessoal do Faroeste e Bendita Trupe. Recentemente, foi indicado ao Prêmio Shell de melhor ator pelo trabalho em “Dias de Vinho e Rosas” (2015), com texto de JP Miller e direção de Fábio Assunção. Também atuou nas peças “Vidas Privadas” (2014), de Noel Coward, com direção de José Possi Neto; “Maria Miss” (2012), de Guimarães Rosa, dirigida por Yara Novaes; “O Casamento” (2013), de Nelson Rodrigues, com encenação de Johana Albuquerque; entre outras.
Como diretor, Alvim montou os espetáculos “Quase Lá” (2011), de Maurício Barros; , “Vida & Obra de um Tipo à Toa” (2012), de Mário Viana e “Se existe eu ainda não encontrei” (2017/2018) de Nick Payne. No cinema, dirigiu e produziu o longa-metragem “Cordel do Amor sem Fim” e atuou no longa-metragem “Reis e Ratos”, de Mauro Lima, “O Doutrinador”, com direção de Gustavo Bonafé e Amando a Carolina de Martin Viaggio.
SINOPSE
Na pacata cidade de Carinhanha, no sertão baiano, às margens do rio São Francisco, vivem três irmãs, Madalena, Carminha e a jovem e sonhadora Teresa, por quem o namorado José nutre um sentimento arrebatador e possessivo. No dia em que José vai pedi-la em casamento, um encontro no porto da cidade sela o destino de Teresa: ela se apaixona por Antônio, um viajante que está de passagem pela cidade. A partir deste ponto, a trama se desenrola em função da espera de Teresa pelo retorno de Antônio. A espera contagia a todos e as personagens passam a viver na expectativa de que algo mude em suas vidas.
FICHA TÉCNICA
Texto: Cláudia Barral. Direção: Daniel Alvim. Elenco: Helena Ranaldi, Patricia Gasppar, Márcia de Oliveira, Luciano Gatti e Rogério Romera. Trilha Sonora: Marcello Amalfi e Alessandro Lima. Iluminação: Wagner Freire. Cenografia: André Cortez. Figurinos: Anne Cerutti. Produtores Associados: Helena Ranaldi e Daniel Alvim. Realização: Alvim Produções Artísticas e Arte Ranaldi Produções. Assessoria de Imprensa: Pombo Correio.
SERVIÇO
“Cordel do Amor sem Fim”
Temporada: de 4 de agosto a 3 de setembro. Sextas e sábados às 20h e domingos às 19h
SESI – Centro Cultural Fiesp– Avenida Paulista, 1313, Bela Vista – Em frente a estação do Trianon-Masp do metrô.
Ingressos: Gratuitos.
Duração: 1h
Classificação: 14 anos
Lotação : 450 pessoas
Acessibilidade: Teatro acessível para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida.
Língua, manifestação da existência humana: uma reflexão em torno da intolerância e preconceito linguísticos
Tomé Francisco Ângelo: Artigo ‘Língua, manifestação da existência humana: uma reflexão em torno da intolerância e preconceito linguísticos’
Tomé Ângelo
Este texto surge na sequência de se ter verificado que muita gente, em Angola, reclama o facto de ter sofrido bullying por conta da sua maneira de realização do Português que é influenciada pela sua língua autóctene. Um caso mais recente foi a publicação, na rede social face book, da poetiza Joice Zau, muita conhecida nas lides do activismo angolano, que conta que, há um tempo para cá, uma sua conterrânea (de Cabinda, província mais a norte de Angola) sofria bullying na escola, na Universidade Agostinho Neto.
A jovem na situação foi muito inteligente, segundo a narrativa, óptima estudante e gostava de tomar intervenção na aula, em relação às várias temáticas abordadas e, claro, com um pendor intelectual. Porém, tudo caía na risada, vexação e outros tipos de insultos só pelo facto de não ter uma realização linguística em conformidade com o padrâo linguístico vigente no país (principalmente pelos aspectos prosódicos). Vale lembrar que ela domina, antes do português, a língua local cabindense ibinda e esta tem interferido, no português da jovem.
Como consequência, ela desistiu da escola, pois não aguentava mais aquilo. E, assim, ela viu-se ‘morta’, em companhia dos seus sonhos e objectivos, pelos seus colegas e, talvez, não só.
Ora, é a partir daqui que entendemos que a sociedade angolana carece, ainda, de muitos tipos de educação, mas, para este caso em particular, a ‘educação linguística’ sobressai. E, quando falamos em educação linguística, estamos a pensar na concepção de língua e seus elementos envolventes.
Nesta linha de ideia, gostavamos de, em gesto de reforço, pois que já há muitas abordagens a respeito, referir que a língua, para além de ser um instrumento de comunicação, é um meio com o qual construímos sonhos e através da qual acedemos à cidadania e atingimos as nossas realizações.
A língua não é uma estrutura rígida, mas, sim, maleável que obedece a circunstâncias e situações individuais e de grupos, situações estas, sobretudo, socioculturais, identitárias e espirituais.
Desta forma, em contextos reais de comunicação, e não só, o falante comunica não apenas as suas mundividênicas e mundividências, mas também a sí próprio, ou seja, espelha também a sua alma. Ele procura firmar-se enquanto humano, enquanto indivíduo enraizado em crenças, ideologias e culturas.
Quer dizer, ele apropria-se da língua para também dar a saber, e porque é uma condição humana, pedaços de si, para informar, embora de forma inconsciente, o seu ‘tear’, ou seja, as substâncias envolvidas na construção do seu ‘eu’: quem ele é, de que, como e onde foi feito, em que acredita, o que e como pensa, seu ser, estar, desejos…
No processo do uso individual da língua, exteriorizam-se os elementos visíveis e invisíveis de um indivíduo que ninguém faria por ele e são esses elementos que tornam a pessoa única (indivíduo), afinal, o ser humano difere do seu congénere não apenas pelos traços físicos, mas também pelos aspectos interiores (e sensíveis), manifestados pela língua, e é isso que faz a vida de cada ser, na face desta terra.
Assim, o falante exercita a sua individualidade que é uma condição vital para ele, é aqui onde está o seu ‘muntu‘ e também a sua manifestação existencial no mundo. Pelo que, sem isso, a existência humana é nula.
Neste sentido, ao debocharmos, zombarmos ou vexarmos alguém pela forma como realiza a língua, estaríamos a incorrer em intolerância e preconceito linguísticos, a sobrepormo-nos ao ‘outro’, a reprimi-lo e a reduzi-lo a qualquer coisa que não seja humana, estaríamos a anular a sua existência.
Entretanto, ninguém tem o direito de o fazer com ninguém, mas temos todos e todas o dever de respeitar e de permitir que ele seja ele mesmo e porque natural e juridicamente ele tem esse esse direito.
Por outro lado, gostaríamos de recordar que tais comportamentos favorecem a desarmonia, exclusão, conflitos e subdesenvolvimento ou desestabilidade sociais.
Então, pensamos que, para dirimir esta situação, seja necessário repensar as políticas educacionais, redefinir a glotopolítica e repensar o ensino do português em Angola.
É preciso que as políticas educacionais atendam realmenete às necessidades educativas da sociedade, é preciso pensar numa educação que tranforme de facto o codadão de formas a corresponder os anseios da sociedade em que está inserido, é preciso uma educação capaz de levar o indivíduo a compreender as diferenças, de formas a conviver unido na diversidade.
A política linguística angolana é excludente e, neste sentido, não atende às reais necessidades linguístico-comunicativas da nação, sendo que privilegia o português europeu, que não é uma realidade nos contextos de comunicação do dia a dia do do povo angolano, e deixa as línguas locais, também tidas como nacionais, em desprestígio, pois que não são tidas, nem achadas.
Em relação ao ensino da Língua Portuguesa, em Angola, é necessário, ao nosso ver, um equilíbrio entre o ensino da língua como estrutura e o ensino desta como instrumento de comunicação e este último implica colocar o sujeito-falante no centro, sendo ele que faz o uso da própria língua e não o contrário, e, ao fazê-lo, acciona todos os mecanismos intrapessoais e socioculturais.
É o sujeito que tem o poder sobre a língua, daí a razão de, na relação binóminal ‘sujeito-língua’, o sujeito poder ser prioridade. Aliás, pensamos que estes elementos existem com finalidades previamente bem definidas: a língua existe para atender ao falante em todas as suas necessidades comunicativas e o sujeito, para gozar da prerrogativa de ter uma servidora para os fins já aludidos.
Ou, ainda, o sujeito manda e a língua obedece. Portanto, é preciso um ensino da língua que não empurre os falantes para o cárcere da cegueira gramatical, pois isto é perigoso!
Assim, a política linguística que marginaliza a variedade do português angolano e afasta as outras linguas igualmente angolanas, a política educacional que cubiça as realidades ocidentais e o ensino do português centrado na gramática fazem, no nosso entender, com que os cidadãos tenham uma paixão ardente pelo que é estrangeiro e que, sobretudo, tenham uma realização linguística colonizadora e fiquem em ‘prontidão combativa’ para todo tipo de realização linguística que tenha algum cheiro das realidades étnica, social e cultural angolana.
Portanto, a democracia linguística é também uma das formas de aceitação das diferenças e promove a harmonia e coesão social.
Pela primeira vez Studio Z patrocina a Oktoberfest Blumenau
Ativações especiais ao público se iniciam em julho nas lojas da marca; STZ ainda apoia concurso da Realeza do evento
Banner publicitário da Oktoberfest
Blumenau, 13 de julho de 2023 – A Studio Z, rede varejista de calçados e acessórios, anuncia o patrocínio na 38ª Oktoberfest Blumenau, com participação ativa na maior festa alemã das Américas por meio de ativações especiais que já começam neste mês, mesmo antes da data oficial do evento, em pontos estratégicos da empresa.
Além de trazer a Studio Z para a Oktoberfest, o festival também estará presente dentro dos pontos de venda da marca em shoppings nos próximos dias. Alguns empreendimentos vão receber visitas da realeza do evento (a rainha e as princesas eleitas na edição passada) e serão prestigiados por uma série de ativações nos shoppings e lojas STZ. A rede varejista de calçados e acessórios será também uma das apoiadoras do tradicional concurso oficial de Realeza e presenteará as vencedoras, bem como 10 finalistas.
“Hoje, Santa Catarina é o estado com maior densidade de lojas da Studio Z. Nós participamos diretamente da vida e da economia local. Portanto, para nós, estar ativamente neste evento é algo que nos deixa muito felizes e orgulhosos, afinal não é apenas a principal festa do munícipio, mas a maior festa alemã de toda América. Como uma marca de moda descomplicada e acessível, queremos estar no dia a dia de todos, em diferentes ocasiões de uso, inclusive na hora de festejar,” comenta Cristiano Poloniato, diretor de Marketing e Digital da Studio Z.
“A presença de empresas como a Studio Z em nossa festa é gratificante. Ela está presente no dia a dia do Catarinense e agora também vai fazer parte deste evento, que representa, além da cultura germânica, toda a resiliência e determinação do blumenauense que nunca desisti seja qual for o cenário adverso”, destaca o secretário de Turismo e Lazer, Marcelo Greuel.
SERVIÇO:
38ª edição Oktoberfest Blumenau 2023
Data: 04 a 22 de outubro de 2023
Horário: 18h às 3h
Localização: Parque Vila Germânica, Blumenau/SC
Endereço: R. Alberto Stein, 199 – loja 109 – Velha, Blumenau – SC, 89036-200
A 38ª Oktoberfest Blumenau ocorre de 4 a 22 de outubro. Os ingressos para a festa podem ser adquiridos on-line pelo site oficial do evento. A festa tem como cerveja oficial a Spaten e conta com o patrocínio de Unifique, Bradesco, Elo, Nacional Gás, Veolia, Intelbras, Hering, Tintas Coral, Fort Atacadista, Koerich, Stuttgart Porsche, Havan, Ventisol, Bem Brasil, Fritz e Frida Alimentos, Studio Z, Segala’s, IPEL, Imply e CVC Corp.
Sobre a Studio Z
A rede de lojas de calçados e acessórios com faturamento anual de R$ 1 bilhão foi fundada em 1975 e teve seu primeiro ponto de venda em Várzea Grande, Mato Grosso. Hoje, conta com mais de 2.600 colaboradores, mais de 100 lojas próprias espalhadas pelo Brasil em 16 estados e 55 cidades, além de dois centros de distribuição (Palhoça – SC e Recife – PE). Desde 2016, a Studio Z conta com um e-commerce proprietário com o intuito de conectar os clientes às 12 coleções anuais, garantindo a capilaridade de distribuição em todo país.
Com a missão de oferecer uma moda fácil, descomplicada e acessível para os clientes, a Studio Z está entre as melhores empresas para trabalhar no varejo desde 2016. Acompanhe marca nas redes sociais, Instagram e TikTok.