Movimento Cultivista Café com Poemas abre chamada para Coletânea
O Movimento Cultivista Café com Poemas, surgido em 2013 na cidade de Belo Horizonte, está promovendo um chamado de poetas que queiram participar da publicação de uma coletânea
O Movimento Cultivista Café com Poemas, surgido em 2013 na cidade de Belo Horizonte, está promovendo um chamado de poetas que queiram participar da publicação de uma coletânea.
A proposta faz parte dos objetivos do Movimento que tem o propósito de promover a literatura nacional entre escritores e leitores.
Essa coletânea, de alta qualidade, fortalece a credibilidade que vem sendo conquistada desde 2013 e busca promover autores que desejam uma oportunidade para divulgar sua arte. O Brasil é um celeiro de poetas, mas nem todos têm condições econômicas para publicar um livro.
As coletâneas têm sido uma resposta positiva para os poetas – especialmente os iniciantes – que conseguem dessa maneira publicar seus trabalhos ao mesmo tempo em que vão consolidando seu nome e sua autoestima.
Podem participar dessa coletânea todos os poetas residentes ou naturais do Brasil, de qualquer idade, sendo que autor menor de idade deve ser representado por seu representante legal que deverá fornecer autorização escrita no ato da inscrição.
Essa coletânea de poesias, com temas variados será realizada pela Editora e Livraria Novos Sabores Publicações. A organização será de Leandro Flores e Priscila Mancussi, com a colaboração dos coordenadores do Movimento Cultivista pelo Brasil. Priscila Mancussi é poeta de Sorocaba e participante da FLAUS (Feira do Livro e Autores Sorocabanos).
Os poetas interessados em participar da Coletânea devem realizar a inscrição virtual por meio do link: https://forms.gle/X5fE2mcrFJGpR33B9
O prazo de inscrição se encerra no dia 31 de julho.
O autor selecionado se compromete a contribuir com o valor de R$50,00 (cinquenta reais) por página com direito a 1 (um) exemplar ou R$100 (cem reais) por página com direito a 3 (três) exemplares.
Outras informações de contas e agências poderão ser disponibilizadas. Favor entrar em contato por e-mail: mov.cafecompoemas.sorocaba@gmail.com ou por meio dos telefones: (71) 991535442 ou (15) 988094331.
Nas Entrevistas ROLianas, a bookstagram e colunista do ROL Lilian Oliveira!
Nesta entrevista ao Editor-Geral do ROL, Lilian Oliveira, ou Lee Oliveira, como é mais conhecida na área cultural, fala sobre a infância, adolescência, primeiros trabalhos, a importância de uma bookstagrame muito mais!
SD – Lilian, você se apresenta como Tecnóloga em Processos Gerenciais, artesã, poetisa e bookstagram. Antes de adentrarmos nessas áreas, fale sobre a sua infância, as brincadeiras de criança, a vida escolar, o início da adolescência e a escolha da futura profissão.
LO – Sou paulista de Mauá, Grande ABC. Minha infância foi muito boa, na minha inocência de achar que tudo era as brincadeiras na rua com as crianças da vizinhança e com meus irmãos. Até que um dia entendi que as coisas não estavam bem, porque minha mãe estava triste e meu pai no hospital.
Eu tinha dez anos quando, por causa de um problema na coluna, meu pai foi operado, e posteriormente, aposentado por invalidez e fomos morar em Ubari, um distrito de Ubá, em Minas Gerais. Eu imaginava que tudo seria só morar num sítio, cheio de bichos e ir para a escola.
Na escola sempre fui a que falava muito, coloria meus desenhos de forma diferente e tinha notas medianas, menos em Português, História e Geografia que eram as melhores matérias para mim. Na adolescência eu comecei a sentir que a vila era pequena demais para mim. Isso me fez querer abrir as asas.
Quando completei 17, resolvi fazer um curso de Cabeleireira em Volta Redonda no Rio de Janeiro. Ficando lá por um ano até finalizar o curso. Voltei, trabalhei por um tempo na profissão em casa mesmo. Mas não me adaptei à falta de liberdade e escassez de horários livre para cuidar de mim, e na primeira oportunidade que tive, fui trabalhar em São Paulo, num banco. E lá fui eu de novo para o ABC, de mala, cuia e felicidade.
A escolha da profissão foi muito tardia. Fiz faculdade, um tempo depois de passar num concurso para Secretaria de Educação de Minas Gerais, já com 42 anos. Queria cursar Direito ou Administração, e fui para um ‘braço’ da Administração cursando Processos Gerenciais, na Unopar-Universidade do Norte do Paraná.
SD – Qual o âmbito de atuação de um Tecnólogo em Processos Gerenciais?
LO – O campo de atuação da minha Graduação em Tecnóloga em Processos Gerenciais é amplo. Podemos desempenhar qualquer atividade administrativa em qualquer tipo de empresa, seja ela de qual porte for, e até mesmo em instituições públicas.
O foco é liderança, habilidade em resolver problemas, criar novas tendências, analisar situações e propor resoluções práticas.
Na época em que estava cursando minha graduação, já trabalhava na secretaria de uma escola estadual em Coimbra-MG, onde morava com minha mãe. Lá desempenhava trabalhos ligados à administração. Uma área da qual que sempre gostei.
SD –Você é Bookstagram e proprietária do Instagram @o.que.li, onde escreve resenha de livros de autores nacionais e/ou independentes. O que a levou a essa atividade e qual tem sido a repercussão desse trabalho?
LO – Meu marido, J. H. Martins, é escritor, e quando lançou seu primeiro livro, e o ajudei fazendo leitura crítica e leitura beta.
Eu sempre amei ler, sempre li muito. Sempre amei falar sobre livros. Amo falar. Então pensei: deve ser perfeito trabalhar com livros! Depois comecei a acompanhar diversos profissionais da literatura que eram bookstagram e aprender com eles.
Até então, não tinha me imaginado trabalhando na área, por ter que gravar vídeos e tal. Não me sentia preparada. Mas, com apoio do meu marido, um pouco de treino e muita força de vontade, fiz o primeiro vídeo, e achei que eu tinha tino para o negócio.
E assim foi, até me sentir segura para criar a marca @O.QUE.LI e começar a trabalhar.
A escolha do nicho, literatura nacional, de novos escritores e/ou independentes, é pelo fato de ter muitos bookstagrams que falam de obras de autores estrangeiros, mas os novos autores nacionais não têm tanto espaço na mídia. Esse pessoal precisa de luz para sua potência! Precisam ser vistos, lidos, elogiados, queridos! Esse é o intuito da @O.QUE.LI. Dar luz a estas obras!
A repercussão tem sido maravilhosa, vários comentários, muitos elogios e curtidas, além do trabalho conjunto com os autores(as) de divulgação de seus livros nas mídias sociais e de comunicação. Esse é um trabalho de equipe. Eles me confiam a obra, eu faço o meu melhor, entrego e partilhamos (na essência, é isso!). Tenho muito a agradecer a cada autor(a) que confia em meu trabalho. E aprendo mais a cada dia, sempre buscando o melhor para os escritores.
SD – Quando surgiu a Lilian poetisa e artesã? E quais escritores e artistas a influenciaram?
Quem veio primeiro foi a artesã. Minha tia ensinou, a pedido da minha mãe, vários trabalhos manuais que ela fazia. E eu, muito antes disso, já incomodava meus colegas de classe no Primário, com meus desenhos coloridos “diferente”.
A poetisa veio na adolescência. Queria falar, expor meus sonhos, minhas vontades, minha revolta juvenil (sim, fui terrível, dei trabalho). Mas tudo que fiz nessa época se perdeu numa fogueira no quintal.
Minhas amigas falavam para que eu escrevesse um livro, e eu ria. Então, esporadicamente, escrevia, rasgava, esquecia em qualquer lugar.
Mas, na pandemia, aflorou, como em muita gente, a vontade de dizer, de expor de alguma forma, o que estava trancadinho aqui dentro de mim.
Não sei se com todos foi por isso, mas a mim pareceu justo que se algo tinha de ser deixado nesta vida, que fosse o que eu penso, então decidi recomeçar, já que aflorava sempre algo para pôr no papel.
Nas artes, há várias referências: minha mãe e as mulheres tão inspiradoras, cheias de habilidades da família, que me ensinaram os trabalhos manuais, como crochê, pintura em tecido, bordado a mão e noção de costura, (apesar de ser uma família de costureiras, nunca fiz curso, o que sei aprendi vendo e xeretando).
Minhas lindas amigas, Silvana Francisco, me ensinou um pouco sobre velas e bijuterias. Crismassinha Lima, que me ensinou tudo que sei sobre decoupage e origami. E Astrid Sekkel, que vem me ensinando sobre faiança, um trabalho lindo e delicado de pintura em cerâmica. Cada qual de seu jeito, deixou em mim sua marca. E sou só gratidão.
Na literatura, por mais estranho que possa parecer, os ‘causos’ contados pelos meus avós, tios e pelo meu pai, me influenciam até hoje. O gosto pelo sobrenatural e o mistério vem das histórias de assombração que ouvi desde muito nova. Tinha medo depois de andar sozinha noite pela casa, mas amava!!!
Tem as referências famosas como Edi Lima, autora do primeiro livro que ganhei e tenho até hoje, Guimarães Rosa, Paulo Coelho, Cecilia Meireles, Zíbia Gasparetto, J.J.Benítez e muitos outros.
SD – Como você vê a Literatura Brasileira Contemporânea?
Eu vejo que existe muita gente boa, que não faz todo sucesso que merece, porque ainda há muita gente que prefere literatura estrangeira.
“Ah, mas vc só lê livro nacional?” Não, mas não leio só livro estrangeiro. Esta é a diferença. No Brasil existem muitos escritores ótimos, esquecidos nas próprias estantes, porque não são lidos, não são valorizados. E isso é triste.
Mas a minha esperança é que isso mude, tenho fé. E que eu consiga, mesmo que devagar, levar nomes ainda desconhecidos para o gosto e admiração dos que me seguem e gostam do meu conteúdo. È para isso que foi criado o @o.que.li
SD – Deixe uma mensagem para os leitores do Jornal Rol.
LO – Primeiramente, que bom que vocês estão aqui, lendo este jornal maravilhoso, que trabalha a favor da cultura e das artes. Num país de dimensões continentais como o nosso, a cultura nacional é vasta, é linda e poderosa. Valorizem! Desfrutem! Inspirem-se! Deem asas a imaginação! Criem! Leiam os autores nacionais. Eles são potentes e inspiradores!
E se inscrevam, curtam e compartilhem os conteúdos da página do Instagram @o.que.li, além do youtube, TikTok e principalmente a minha coluna no Jornal Cultural ROL: Resenhas com Lee Oliveira. Assim você também dará luz a estes escritores e escritoras da literatura Brasileira. Muito obrigada!!!!
Dia do Cantor Lírico: conheça os desafios da profissão que leva nome de instrumento da Grécia Antiga
Para o barítono austríaco que atua no Brasil, chave do sucesso está na disciplina de treinamentos
Norbert Steidl Divulgação
Você já ouviu ou conheceu algum cantor lírico? A profissão faz parte de um nicho não tão conhecido pelas pessoas, mas que com certeza já despertou a curiosidade de muita gente. Quem nunca ouviu um trecho de uma ópera e se pegou prestando atenção à voz do cantor, até mesmo tentando repetir o som marcante? A profissão é celebrada em 22 de julho, data que marca o Dia do Cantor Lírico.
Com o nome tendo origem no instrumento lira, muito usado na Grécia Antiga, o canto lírico é capaz de transmitir sentimentos e gerar emoções por meio da sua prática. Ele é marcado pela potência vocal e pode ser apreciado em óperas, concertos e cantos sacros.
O caminho para a profissão, contudo, exige dedicação e muito treinamento. Para o barítono austríaco Norbert Steidl, que mora e atua no Brasil, o segredo para o sucesso passa pela disciplina nos treinamentos.
“Todos começamos como iniciantes, e é preciso estudar muito para se desenvolver. Esse processo de profissionalização passa pela dedicação de cantar todos os dias, de praticar. Se eu pudesse dar um conselho seria para treinar, e muito. É preciso sentir e entender a sua voz para ganhar segurança, além de ter dedicação ao estudo da música”, afirma o profissional.
Steidl teve seu primeiro contato com o canto lírico ainda na Áustria, por volta dos 17 anos, quando entrou para o coral da igreja. Aos 24, ele começou o Bacharelado de Canto no país natal — e foi, então, que a carreira profissional teve início.
O austríaco já se apresentou em diferentes continentes, com passagens pelo Brasil, Alemanha e China. Entre suas referências estão os cantores líricos alemães Fritz Wunderlich e Dietrich Fischer-Dieskau. A profissão também conta com outros nomes de destaque, como Luciano Pavarotti.
Outro desafio para os profissionais da área é o próprio mercado de trabalho, por se tratar de uma profissão bastante nichada. Neste caso, Norbert orienta que cantores líricos busquem estar inseridos e em contato com outros praticantes da arte.
Além disso, Steidl cita também o poliglotismo — que, ao mesmo tempo, pode ser um diferencial profissional. Isso porque muitas músicas líricas são em idiomas como italiano e alemão. Para ele, além da boa pronúncia, entender o significado da letra é fundamental para uma boa apresentação.
“Quando você canta, você está passando um sentimento por meio da sua voz. Um momento de emoção, de energia. Toda música foi composta a partir de um sentimento, é o que dá sentido ao que está sendo cantado e expresso naquelas palavras. É uma profissão desafiadora, que exige muito, mas é gratificante”, avalia.
Conselho para iniciantes
Profissional de renome, Norbert Steidl também é professor de canto. Segundo ele, para quem deseja investir na profissão, a recomendação é o estudo do canto lírico junto a um profissional competente. Este é um fator primordial para o desenvolvimento da profissão.
Aliado a isso, é preciso compreender a importância de, assim como no caso de profissionais, estar em constante treinamento e prática para ter autoconhecimento e percepção da voz.
Sobre Norbert Steidl –Com atuação internacional, o cantor de ópera Norbert Steidl se formou na Universität Mozarteum de Salzburg, na Áustria. Ao longo de sua carreira participou de diversos Festivais de Música e já realizou mais de mil apresentações ao redor do mundo. Seu timbre ébarítono, que fica entre tenor e baixo. Atualmente mora em Curitiba onde também atua como professor particular de canto.
Resenha do livro ‘Sangue & Ódio‘ do aultor Lucas Raiths, pela editora UICLAP
RESENHA
Uma história intensa, contada cronologicamente pelo próprio protagonista. John, era esse seu nome, viveu muitos anos com os avós, e, após a morte deles, foi morar na casa de uma tia. Lá conheceu uma moça por quem se apaixonou, mas, fatalmente, descobre que está sendo traído.
Querendo acertar as contas com o traidor, após uma bebedeira John dá um tiro num homem, imaginando ser seu desafeto, mas não era.
Foi para a prisão, passando vários anos lá.
Nesse período, conhece um homem, que deu a ele um presente e muitas ideias que mudariam radicalmente os rumos de sua vida para sempre!
John se transforma em um matador de aluguel.
Leiam, é impactante!
Assista à resenha do canal @OQUELI no YouTube
SOBRE A OBRA
A livro ‘Sangue & Ódio‘ surgiu a partir de histórias que o autor ouvia quando criança, sobre um parente distante que era um matador de aluguel.
A partir dessas histórias, desenvolveu a narrativa marcante e cheia de emoções de sua primeira obra não acadêmica. Tem alguns contos já escritos.
E já está trabalhando em um novo livro, ainda sem data para publicação.
SINOPSE DO LIVRO
‘Sangue & Ódio‘ traz a história de John, um matador de aluguel, narrada pela perspectiva do próprio assassino, numa espécie de diário falado de sua própria jornada.
O romance de formação retrata diversas partes de sua vida, iniciando com seu primeiro contato com a morte e seguindo com os acontecimentos que o levaram a entrar neste famigerado ramo.
A história retrata um submundo existente no Brasil na segunda metade do Século XX e que ainda existe até hoje, usando de personagens e lugares com nomes fictícios.
O livro visa mostrar todo o relato de envolvimento em crimes, suas consequências, a passagem pela prisão, as tentativas de mudança e os dilemas filosóficos na mente do personagem como reações ao seu estilo de vida e profissão.
Por se tratar de um romance de formação, os capítulos vão acompanhando o personagem principal ao longo de sua vida e mostrando as mudanças em sua rotina, as mudanças de tratamento da sociedade que o cerca, principalmente em sua terra natal, além de suas tentativas de sair deste submundo, expondo principalmente os pensamentos contrários do próprio personagem, suas motivações, paixões e o vazio que carrega dentro de si mesmo.
Toda essa narrativa é acompanhada com os relatos de seus mais marcantes assassinatos, os quais contam com explicações detalhadas do planejamento e dos acontecimentos.
Os personagens, lugares e eventos deste livro, em sua maioria, são baseados em pessoas, locais e acontecimentos que foram baseados na realidade.
Muitos desses acontecimentos não aconteceram necessariamente com as pessoas narradas, no mesmo tempo da narrativa nem nos lugares citados, mas, boa parte deles, sim.
Por conta disso, foram alterados os nomes de todos os lugares e personagens, evitando que o que acontece no livro pudesse ser associado a qualquer acontecimento que quem venha a ler possa pensar estar relacionado.
SOBRE O AUTOR
Lucas Raiths Kipel, tem 27 anos, natural de Lages, Santa Catarina. É engenheiro mecânico, mestre em Letras – Práticas Transculturais e professor universitário.
Desde os 20 anos leciona.
Sempre foi entusiasta de livros e filmes, principalmente dos clássicos.
Apesar de sempre escrever em diversos formatos, contava apenas com pequenas publicações científicas, antes da publicação de ‘Sangue & Ódio‘.
Sempre me pergunto: qual o verdadeiro valor de um sonho? Ou sonhos? Para quem ainda não entendeu, os seres humanos são dotados de uma capacidade tão sublime quanto um milagre e, talvez por isso, não seja tão entendida como deveria. Todos nós temos objetivos (é claro), todos precisamos pagar contas (mais que óbvio). Mas o que morre em nós quando deixamos nos abalar por uma figura que aqui chamo de: o matador de sonhos ou simplesmente MS.
E vem da nossa infância, quer ver?
Nós: – Ah, quero ser jogador de futebol
MS: – Desista, isso não é pra você, não tem talento nem disciplina.
Nós – Então astronauta? Cantor de Rock? Piloto? Apresentador? Jornalista, escritor?
MS: – Realmente você não se toca. Vai ser um pagador de boletos e só.
Segue na vida adulta:
MS: – Mas você não nega a raça do seu pai/mãe. Não serve pra nada.
Nós: – Mas eu nem disse nada
MS – E precisava? Olha pra você… (aqui cada um completa com aquilo que já está enraizado).
E assim durante toda uma existência, tudo o que ouvimos e (infelizmente) assimilamos com uma verdade absoluta, apenas nos tira do caminho que um dia sonhamos e até nos vimos nele, aquilo que nascemos pra ser. E quais motivos? Aí cada um tem os seus.
Se eu pudesse ser escutado por todos, diria uma coisa bem simples: aprenda a identificar seus matadores de sonhos (MSs). Eles são muitos, estão por todos os lados, sempre à espreita, esperando a oportunidade certa e o momento exato de dizer: desista! Não vai conseguir mesmo. Olha os boletos vencendo, você não se toca? Está velho pra essas coisas, pare de sonhar agora!
Parece cruel não é? Identificou algum Matador de Sonhos? Creio que sim. Então qual a maior bandeira que a humanidade deveria encampar? Todos juntos… #foracaçadoresdesonhos.
Então que tal fundarmos a Irmandade dos Cultivadores de Sonhos e Realizações? Já pensou como o mundo seria muito mais simples? Quem sabe até teríamos o poder de parar o tempo? Ficaríamos jovens pra sempre. Tá bom, talvez algumas rugas e cabelos brancos. Mas e a alma? Imagina um lugar com almas leves, vivendo a plenitude de uma vida inteira livre do peso de ser um erro, simplesmente fazendo algo que parece tão distante. Apenas sonhando.