Oficinas de leitura e atividades sensoriais gratuitas são atrações durante férias escolares em São Paulo
Catapulta Editores oferece nos dias 15, 23 e 30 de junho, momentos de lazer, aprendizado e diversão para as crianças a partir de quatro anos
O mês de férias é ideal para proporcionar momentos de lazer e descanso para as crianças. Por isso, a Catapulta Editores realizará, em São Paulo, três oficinas de leituras e atividades gratuitas para crianças a partir de quatro anos. Os encontros serão realizados nas unidades da Livraria da Vila entre 15 e 30 de julho, aos finais de semana. Para participar, basta comparecer nos dias marcados, a partir das 15h.
O primeiro encontro será marcado pela leitura da obra “Eu estou com você”, que destaca a importância dos amigos e da construção da amizade. No mesmo dia, “Mãos à arte!” vai estimular a imaginação, além de auxiliar no desenvolvimento cognitivo dos pequenos.
Já no segundo dia as crianças vão acompanhar diversos animais que vão ajudar no entendimento dos conceitos de altura e tamanho em “Burundi – de grandes mistérios e linhas perdidas”. Os livros da coleção “Clube de arte infinita” também vão fazer parte do dia de oficina. Junto dos personagens Haikai, Disco, Oni e Pop, as crianças vão se divertir descobrindo técnicas sobre colagem, pintura, carimbos, massinhas, tintas e estêncil.
Por fim, no último dia, o livro da oficina será “Burundi – De espelhos, alturas e girafas”, que apresentará palavras e ilustrações sobre as diferenças das pessoas, estimulando o imaginário infantil.
CONFIRA A PROGRAMAÇÃO
Onde: Livraria da Vila Moema – Av. Moema, 493 – Moema, São Paulo – SP, 04077-022 | São Paulo
Quando: 23/07/2023 – 15h
Oficina “Burundi – De espelhos, alturas e girafas”
Onde: Livraria da Vila Eldorado – Shopping JK – Av. Rebouças, 3970 – Piso 1 – Pinheiros, São Paulo – SP, 05402-600 | São Paulo
Quando: 30/07/2023 – 15h
Sobre a Catapulta Editores
A marca Catapulta Editores possui mais de 18 anos de experiência no mundo literário e oferece para o mercado nacional uma proposta inovadora de livros paradidáticos que visa contribuir no aprendizado e entretenimento infantil. O papel da Catapulta é desenvolver obras que agregam as crianças desde a primeira infância até a fase adulta. Saiba mais em:https://catapultaeditores.com
Onde está a conquista da felicidade? Quando a verdade se repete, dói e repudia, qualquer ato de indecisão e a covardia se repete como um mal, num entrave desarmônico da alegria.
Não se sabe mais o que é liberdade e vida, que se contente com o dia a dia, se comprometendo, se desilude com o descaso, cada vez mais presente em nossos dias. Esse descaso de vida, que assola o nosso mundo. A vida e a alma se corrompem, sem poder soltar o grito preso, oprimido, descabido e indefeso. Só sonhando continuamente a realidade de uma utopia para não morrer no tédio, aprisionado pela social realidade.
Onde está a liberdade de viver o sonho? De correr de braços abertos ao que vier. Liberdade de ser, de amar, de falar, de conhecer, de entender e contestar. Agora a alma fala e a boca cala, tempos de emudecer, de se fazer de surdos.
Como saber se o riso se renova, se não há mais tempo para sorrir? Desaprova qualquer ingenuidade, a derradeira de algum coração puro. Onde está a paciência e a compreensão do outro? Onde se buscar e encontrar a verdade? Se ela já não mais existe, não mais persiste a consciência, e a demência se consola no cotidiano. Como ser humano?
Neste mundo corrupto, nesta depravação sem nexo de vaidades. Nestas desconexões da pura realidade. Quando o peito dos expropriados parece explodir, por que existir? Os atos de alguns destroem milhares, a dor de muitos é a recompensa e o orgulho de outros, cada vez mais insaciáveis, mais degenerados, mais famintos por poder, por glória, por dinheiro. E a raça humana relegada à descrença, à miséria, ao infortúnio de não ter, e ainda paga com sua ignorância a abundância desenfreada dos que nos levam a ruína.
Resenha do livro “Amor de Manjericão” de Ana Paula Couto, pela Editora Ases da Literatura.
RESENHA
Uma mulher, com uma vida tranquila, que se casa cedo, mas, após muitos anos de união, descobre uma traição e se separa. Seu mundo caiu, e em meio ao caos, ainda perde sua mãe.
Chorou muito. Mas um dia acordou, pensou e decidiu: Hora de recomeçar.
Um livro narrado pela protagonista.
A mim, pareceu uma conversa com uma amiga próxima, que me contava suas confidências, suas histórias, seus medos e sua felicidade.
Li este livro totalmente absorta, tal é o capricho e carinho da autora em sua narrativa.
Me vi na história, sofri, chorei e ri muito, porque a protagonista é irônica consigo mesma. Torci, torci muito, em todas as páginas, como se torce por aquela amiga querida, para que ela seja, no próximo instante, mais e mais feliz.
É uma narrativa de vida, que pode ser a de qualquer pessoa que você conheça, ou de você.
Fala sobre assuntos importantíssimos, sem perder a ternura, a alegria, a suavidade e a delicadeza.
Um livro lindo, potente, amoroso e necessário, que me tocou a alma.
Super recomendo. Leiam!!
Assista à resenha do canal @oqueli no Youtube
SOBRE A OBRA
Ana Paula é uma escritora amante de crônicas. Já participou de várias antologias e coletâneas.
E como ela mesma diz, anda se “aventurando e gostando” de escrever contos também. (Sorte a nossa!).
Esta escritora de fala sensível nos conta que ‘Amor de Manjericão’ foi todo pensado nas mulheres desde a escrita fluida aos temas importantes sobre o cotidiano feminino.
Também é uma forma que Ana encontrou de homenagear a várias escritoras. Cada capítulo do livro tem uma citação de uma escritora renomada.
‘Amor de Manjericão surgiu por um desejo de retratar questões do universo feminino. Por intermédio de experiências vividas pela própria escritora e pela observação das vivências das mulheres que circundaram a vida da autora, nasceu esse romance que trata com leveza sobre temas como síndrome do ninho vazio, relações familiares, divórcio, etarismo, sexismo, amor e superação.‘
Ana Paula Couto
SINOPSE DO LIVRO
“No alto do mirante ficamos em silêncio. Coisa que nos caía muito bem também. Abraçados ficamos envoltos ao que estávamos sentindo e à energia da natureza.
Caio e eu abraçados, o céu berrando seu azul, as árvores lindas, a cidade lá embaixo e nós sozinhos, como se estivéssemos no topo do mundo, inatingíveis, intocáveis e sós.
Tão juntinhos, porém sós e mergulhados em nós mesmos.” (…)
AMOR DE MANJERICÃO é um sopro, um instante, assim como a vida. É uma conversa entre uma mulher e outras mulheres.
Para o mundo, é uma chance ímpar de encontros e descobertas sob um prisma feminino. Muitas vezes, damos voltas e mais voltas até encontrar nosso caminho.
Nessas idas e vindas, não é raro nos sentirmos perdidos, desorientados e soltos. Mas é nessa hora que se abre um portal, um achado, uma oportunidade.
É perdendo-se e revirando-se do avesso que podemos, enfim, apreciar o verso de quem somos.
Embora a obra tenha uma voz feminina, ela a todos aproxima e atinge, sem distinções, pois trata de recomeço, reencontro, autoestima e amor, em suas variadas formas.
Assim acontece com a mãe de Laurinha que, estando completamente perdida após completar quarenta anos e enfrentar um divórcio, decide encontrar a si mesma, abrir suas asas e alçar voo para um novo começo.
Não é difícil perceber nessa história o forte olhar feminino sobre a vida e as nuances da trajetória de uma mulher que não desiste de si mesma.
Perceber-se mulher, ganhar seu espaço e voltar a amar nem sempre são tarefas simples. E para essa mãe não foi. Mas, por que não tentar?
O manjericão entra aqui não só como tempero, mas como um aroma, um sabor, um gosto que precisamos ter pela vida. Essa erva aromática traz a esse romance um toque sutil, mas capaz de transformar completamente essa mulher. (FONTE: Amazon)
SOBRE A AUTORA
Ana Paula Couto tem 54 anos, nasceu em Nova Friburgo, no Estado do Rio de Janeiro. É casada, tem uma filha.
Formou-se na Faculdade de Letras e ingressou no magistério como professora de Línguas Inglesa e Portuguesa.
Começou a escrever na adolescência e sempre se sentiu mais representada pela palavra escrita do que pela falada.
Por muitos anos a escritora ficou adormecida, dando luz à educadora.
Em 2020, em meio à pandemia, a até então só professora, viu-se tragada pela necessidade de expressar-se novamente através das palavras e voltou a escrever contos e crônicas Em 2021 participou da ‘Antologia da Pandemia – Diário dos Confinados’ pela Editora Resilience e também da coletânea ‘Lendas da Nossa Terra: Quem conta um conto?’ pela mesma editora.
Em julho de 2022 lançou mais alguns contos e crônicas na coletânea DELAS PARA ELAS pela Editora Inovar.
Acaba de publicar em junho de 2023 mais um conto e uma crônica na coletânea ‘Juntas e Diversas’ pela Editora InMediares.
Há alguns anos retomou à escrita de um conto que se transmutou, tornando-se o romance AMOR DE MANJERICÃO, primeira obra solo da autora publicada em dezembro de 2022 pela Editora Ases da Literatura.
Dimensão social e humanista de Silvestre P. Ferreira (1769-1846)
Diamantino Loureiro Rodrigues de Bártolo: Artigo ‘Dimensão social e humanista de Silvestre P. Ferreira (1769-1846)’
Diamantino Bártolo
O século XVIII não esqueceu as artes, tais como a pintura, a escultura, a arquitetura, principalmente a partir da França e, poder-se-ia incluir aqui, a literatura, que teve grande destaque não só no país de Napoleão Bonaparte, como também na Inglaterra e na Alemanha.
É na França que as ‘Luzes’ têm o seu maior desenvolvimento, onde se localiza o seu epicentro, cujas coordenadas ideológicas fundamentais são: a) Fundar toda a organização política e social no reconhecimento dos direitos naturais do homem: a igualdade face à lei; respeito pela propriedade privada; liberdade de pensamento e de expressão; b) Oposição da religião natural à religião tradicional da Igreja, defesa do deísmo e críticas à superstição e temporalidade eclesiásticas; c) Defesa de uma moral natural, no sentido do dever, de se praticar o bem enquanto benéfico para os indivíduos e, não por medo ou horror ao pecado, demonstrando assim um certo pragmatismo, enquanto passantes efémeros e errantes pela terra; d) Crença nas virtudes da liberdade, da tolerância e do progresso.
Anuncia-se, assim, com as ‘Luzes’ (não no seu todo, mas em parte delas) o liberalismo do século XIX, a condenação da intolerância religiosa e do despotismo; inicia-se a propagação de um pensamento burguês, em ruptura com o sistema feudal e, a partir dos filósofos da época, desencadeiam-se movimentos reformadores e revolucionários.
Outros eventos relevantes ocorreram no século XVIII, todavia, o objetivo aponta num outro sentido, que não apenas o filosófico-político-cultural, mas também a importância que teria tido o luso-brasileiro Pinheiro Ferreira, na maior implementação, cumprimento e aperfeiçoamento de uma educação para a cidadania e direitos humanos, no quadro de uma sociedade democrática e de liberdade plena, a partir das suas intervenções, e nos espaços com os quais há um passado comum, objetivamente como povos irmãos: Brasil e Portugal, no presente trabalho; Comunidade dos Povos de Língua Portuguesa, numa perspectiva mais ampla e de curto prazo; cidadania universal como projeto final.
Não se estranhará que na primeira metade do século XIX, a importância de Silvestre Ferreira no Brasil tenha sido notória, ainda que, no Portugal metropolitano, não se haja verificado grande interesse pela sua obra e intervenção social. Goste-se ou não, das teses liberais, apoie-se ou não as filosofias tradicionais oficiais sobre política, educação e sociedade, não restam dúvidas acerca da postura global deste autor, cuja vida poderá constituir um estímulo na implementação de valores, que se consideram decisivos para a paz e justiça mundiais.
Em termos políticos, Silvestre Ferreira, fervoroso adepto do Constitucionalismo, tem um conceito de democracia que consiste na ausência de todo o privilégio. Um governo em que a lei não exclui ninguém do exercício de todo e qualquer direito político, a partir do momento em que tenha sido considerado apto pelos seus concidadãos, aqui residindo o princípio da igualdade como fundamento exclusivo das democracias.
A valorização das ciências sociais e morais por parte de Pinheiro Ferreira será uma constante, e a relação que ele estabelece entre estas e as ciências experimentais, permitirá esclarecer sobre a importância das primeiras, que considera encerrarem uma linguagem mais rica.
Na sua dimensão política, a filosofia de Silvestre Ferreira, será desenvolvida a partir do contributo que, na sua época, deu a Portugal e ao Brasil, escrevendo algumas obras que em pleno século XXI, se podem considerar estimulantes e inspiradoras, destacando-se aqui, salvo melhores e doutas opiniões, o “Manual do Cidadão em um Governo Representativo”, que tinha por objetivos: um sistema de governação pública; uma política de educação; a constituição dos vários poderes.
Apesar da notoriedade da sua obra filosófica no Brasil, o certo é que, à época, havia na então colónia portuguesa outro tipo de preocupações que não estimulavam o estudo de matérias humanístico-filosóficas; inversamente, os cursos de natureza prática e profissional suscitavam maior interesse, criando-se no mesmo ano em que a Corte Portuguesa se transferiu para o Rio: a Academia da Marinha, depois a Academia Real Militar, o curso de Cirurgia no Hospital Militar da Baía; os cursos de Anatomia, de Cirurgia e de Medicina, o Curso de Agricultura, Química, Geologia e Mineralogia; D. João VI estava mais sensibilizado para a criação de cursos práticos com vista à formação de técnicos e de especialistas, em ordem à satisfação das necessidades públicas mais prementes
No Quadro de colunistas do Jornal Cultural ROL as tintas literárias de Eliéser Lucena!
Eliéser Lucena navega na área lítero-cultural na gestão de Projetos Culturais
Eliéser Lucena Foto por Carol Lucena
Eliéser Affonso Lucena é natural da cidade de Cruz Alta/RS e radicado em Brasília/DF.
Na área profissional é Gestor de Projetos, CEO da Matriz Cultural – Escritório de Gestão de Projetos Culturais.
Na área educacional, professor com quatro licenciaturas (Pedagogia, Música, Educação Física e História).
Na área Lítero-cultural, mais conhecido como Eliéser Lucena, é músico, compositor, poeta, escritor e jornalista.
Fundador da banda autoral Trupe Lendas e Canções. Concebeu, escreveu, dirige e toca em espetáculos como Seis Faces – A Trilha dos Sentimentos, A Bola Azul, Arte Louca e Arrancada, Caminhos – Viajantes de Nós e, atualmente, o musical Cássia Rejane – Muito mais que Eller, e é Acadêmico Internacional da FEBACLA – Federação Brasileira dos Acadêmicos das ciências Letras e Artes.
É este múltiplo artista que o Jornal Cultural ROL tem o prazer de apresentar aos leitores, e que inaugura sua participação como colunista com o poema ‘Arte: Ar que se respira’.
Arte – Ar que se respira
Um desejo, em frente Simplesmente voar Sem chegadas… partidas… despedidas Sou aquilo que posso sonhar
O coração é o limiar da nova era Alma leve, em frente Meu Universo é de paz Simplesmente viver
O desejo se transforma Agora somos sonhos! A arte nos renova Ela contém a verdade
E a vida passa diferente Nada escapa aos olhos da Criação O artista é o condutor De todas as transformações