Valores da Filosofia das Luzes

Diamantino Bártolo: Artigo ‘Valores da Filosofia das Luzes’

Diamantino Bártolo

Nenhum sistema político-constitucional, nenhum governo, nenhum cidadão, têm o direito de excluir da vida ativa na sociedade, aqueles que, independentemente de terem ou não frequentado estabelecimento de ensino superior, se prepararam também na Universidade da Vida, porque já viveram o suficiente para aceitar, sem reservas, que o conhecimento científico, as técnicas e tecnologias, os paradigmas, não são absolutos e imutáveis, porque a transitoriedade, a insuficiência, o desconhecido e o misterioso, provocam tal ansiedade e insatisfação que, para além dos valores e princípios imateriais e espirituais pouco, mesmo muito pouco, poderão ser definitivamente seguros e estáveis. 

É aqui, e por isso mesmo, que entra a acumulação de conhecimentos, experiências, atitudes, valores, princípios, deveres e direitos, e que a tal “Universidade da Vida” ensina. A impetuosa generosidade e voluntarismo da juventude; o calculismo, a objetividade e o materialismo dos adultos ativos, procuram justificar certas atitudes e comportamentos, podem ser moderadas, caldeadas, temperadas com esta prudência sábia, que se adquire ao longo da vida, e que deve ser transmitida, incutida, estimulada em toda a sociedade, e a todos os níveis etários, porque ninguém estará isento de erros, de atitudes menos boas, incorretas e injustas, de comportamentos menos exemplares, por isso, todos serão poucos para se melhorar a convivência entre cidadãos, desta mesma pátria que habitam.

Com esta reflexão, desenvolver-se-á um processo sequencial deste estudo, tomando como ponto de referência a figura de Silvestre Pinheiro Ferreira, que nasce na segunda metade do Século XVIII (1769-1846), período que comporta anos revolucionários, sendo a partir do último terço deste mesmo século, que certos países conheceram profundas alterações que afetaram o homem de forma irreversível.

Não se podem ignorar: a Revolução Industrial, pela qual o poder humano fica fortalecido e as economias avançam com o fornecimento de bens e serviços; o mundo rural dá lugar ao mundo urbano com as suas cidades tentaculares; o trabalho manual cede à máquina-ferramenta; da oficina artesanal, passa-se para a fábrica e surgem os profissionais, os técnicos, os engenheiros e uma infinidade de especialistas; uma elite burguesa, sobrepõe-se às classes tradicionalmente importantes nos meios rurais; nasce um proletariado cada vez mais reivindicativo e combatente e, pouco a pouco, todos os setores da sociedade são atingidos e transformados pelo trabalho quotidiano, pelas mentalidades, pelas culturas.

A Revolução Industrial concede à Europa uma grande vantagem tecnológica e económica, sobre o resto do mundo. O século XIX será testemunho da consolidação de uma Europa dominadora a nível mundial, mantendo, ainda hoje, primeiro quarto do século XXI, uma influência importante nas grandes decisões internacionais, em parceria com outras potências e blocos político-económicos.

Mas não foi apenas no domínio técnico e económico que o século XVIII se destacou. Tão importante como aqueles, também no plano político, se referenciam momentos de significativa importância: o despotismo esclarecido; a independência dos Estados Unidos da América e a Revolução Francesa de 1789, como que culminam um ciclo de revoluções, de revoltas, de emancipações, de recuo na hegemonia política europeia noutros países.

Defendiam-se, então, os princípios fundamentais da “Filosofia das Luzes”: igualdade, direito à vida, liberdade, felicidade, tolerância, fraternidade, humanismo, direito à educação e o cosmopolitismo. A burguesia, junta ao poder económico o poder político e faz passar à prática as ideias iluministas, cujo documento fundamental, foi a “Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão”, (1789), pela qual se proclamam os valores da igualdade, os direitos individuais, a liberdade de pensamento e de expressão e o direito inviolável e “sagrado” da propriedade privada.

É também neste século XVIII que se intensifica, e generaliza, o interesse pelas ciências, pelo progresso científico, através das investigações que no domínio das matemáticas, da astronomia, da física e da química conduzirão, mais tarde, a aplicações práticas, seja na máquina a vapor, seja no plano da medicina e da prevenção e cura das doenças. Importantes foram, igualmente, as explorações científicas, realizadas no Pacífico por franceses e ingleses.

Bibliografia.

ASSEMBLEIA NACIOANAL FRANCESA (1789) Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão 1789, in: https://br.ambafrance.org/A-Declaracao-dos-Direitos-do-Homem-e-do-Cidadao

Diamantino Lourenço Rodrigues de Bártolo

Presidente do Núcleo Académico de Letras e Artes de Portugal

diamantino.bartolo@gmail.com

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Projeto ‘Tradição e Raiz’, na Feira da Lua da praça Ayrton Senna, receberá o violeiro Zé Rafael

Em seu show, apresentará a moda de viola raiz com presença marcante do fandango, da catira, da recomenda das almas, da queima do alho, do toque do berrante e do cururu

A Prefeitura de Tatuí, por meio da Secretaria de Esporte, Cultura, Turismo e Lazer, realizará nesta quarta-feira (12/7), às 19h, mais uma edição do Projeto “Tradição e Raiz” na Feira da Lua da Praça Ayrton Senna, na Vila Dr. Laurindo, com apresentação do violeiro José Rafael de Oliveira, mais conhecido como Zé Rafael.

Em seu show, apresentará a moda de viola raiz com presença marcante do fandango, da catira, da recomenda das almas, da queima do alho, do toque do berrante e do cururu, cultura esta que tomou conta de sua trajetória.

Aos 5 anos de idade, Zé Rafael já apresentava vocação para fazer música. Dois anos mais tarde, com 7 anos de idade, ele já cantava, tocava e dançava no Grupo “Tropeirinhos do Rancho”, tradicional no Bairro Congonhal, resgatando as tradições do interior que, com o passar dos anos e o desenvolvimento, foram se perdendo.

Também dançou no Grupo “Tropeiros da Mata”, que teve suas atividades interrompidas devido ao estado de saúde de seu líder, Júlio Cleto, um dos grandes nomes do fandango em Tatuí. Dos 11 aos 18 anos de idade, Zé Rafael estudou viola e violão no Conservatório de Tatuí.

Ele já registrou presença em diversos eventos de Tatuí e região, na festa de peão de Barretos – por três anos consecutivos -, e em programas de TV de âmbitos regional e nacional, entre eles na TV Aparecida e na TV Tem (filiada à Rede Globo).

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Espasmos da alma

Resenha do Livro “Espasmos da Alma” de Josemi Silva de Matos.

Capa do livro 'Espasmos da Alma' do autor Josemi Silva de Matos

RESENHA

Este livro é dividido em três partes, distintas e que se completam em sua beleza.

Josemi coloca nesta obra muitos sentimentos claros.

Quando ele faz os poemas do cotidiano, é sagaz e forte.

Quando fala de amor é intenso, arrebatador.

Quando faz os sonetos é de uma delicadeza linda!

Uma obra cheia de nuances que tocam a alma.

Um livro muito vívido e, ao mesmo tempo, de uma sensibilidade ímpar.

Assista à resenha do canal @OQUELI no YouTube

SOBRE A OBRA

O livro ‘Espasmos da alma’ tem 83 páginas dedicadas aos sentimentos mais profundos.
É dividido em três partes:
A primeira fala sobre poesias sociais e do cotidiano.
A segunda são poemas de amor.
A terceira são sonetos, que não seguem à risca a métrica dessa forma fixa de poema.
Em livro repleto de sentimentos e emoções.

SINOPSE DO LIVRO

“Espasmos da alma” é uma obra com um misto de sentimentos, retratando vários temas da sociedade.

Os fatos são relatados de forma bem real, como se o autor estivesse realmente passado por cada uma dessas descrições emocionantes; situações do dia a dia que presenciamos são abordadas aqui, com um sentimento tão real que, muitas vezes, parece perturbador.

O amor que alegra e machuca, a felicidade e a tristeza, as injustiças da nossa sociedade, tudo isso compõe a diversidade de sentimentos que só a realidade em versos é capaz de proporcionar.

SOBRE O AUTOR

Josemi tem 36 anos. É natural de Rafael Jambeiro – BA. Tecnólogo em redes de computadores.

Conquistou o segundo lugar do concurso de contos ZILFEROLI 2016, organizado pela Academia de Letras e Artes de São João de Meriti (ALASJM) (RJ), com ‘‘Bolsa de mulher’’. Com o mesmo título, foi selecionado para compor a antologia do 3º Prêmio Escriba de Crônicas de humor de 2017, promovido pela Prefeitura Municipal de Piracicaba, por meio da Secretaria Municipal da Ação Cultural e Turismo, juntamente com a Biblioteca Pública Municipal de Piracicaba “Ricardo Ferraz de Arruda Pinto”.
Josemi acredita que, por meio da escrita, é possível tocar emoções, conectar pessoas e fazer um mundo melhor.

Como ele mesmo costuma dizer:

“Escrevo o que vejo; às vezes, o que sinto e, sempre, o que imagino”

josemi Silva de Matos

OBRAS DO AUTOR

Imagem do livro 'Espasmos da Alma'

Imagem do livro "Rumores de Humor"

ONDE ENCONTRAR O LIVRO


Resenhas da colunista Lee Oliveira




Grupo holandês Apollo Ensemble apresenta obras de grandes mestres do barroco no Sesc Sorocaba 

Em atividade há trinta anos, o grupo holandês Apollo Ensemble é referência na cena de música barroca da Europa e já tocou em alguns dos mais importantes palcos de música clássica do mundo

Apollo Ensemble | Foto: Divulgação 

Em julho, o Sesc Sorocaba traz ao palco a arte da música clássica, com o objetivo de aproximar e cativar o público para esse gênero, que tantas vezes se mostra distante da população e das cidades brasileiras. Uma oportunidade para apreciar a beleza da música erudita, sua técnica, melodia e todas as peculiaridades nela envolvidas, buscando inspirar as pessoas a transcenderem por esse universo sensível. 

Em atividade há trinta anos, o grupo holandês Apollo Ensemble é referência na cena de música barroca da Europa e já tocou em alguns dos mais importantes palcos de música clássica do mundo. Possui uma discografia extensa e diversificada e marca presença constante em importantes teatros como Kennedy Center (EUA), Sydney Festival (Austrália), Händel Festival Halle (Alemanha) e Concertgebouw (Holanda). 

Foto: Divulgação

Com uma formação específica que varia a cada concerto, em Sorocaba, o grupo se apresentará em quarteto, no dia 12 de julho, às 20h, com David Rabinovich e Daphne Oltheten (violinos), Marion Boshuzen (cravo) e Thomas Oltheten (fagote), interpretando obras do barroco italiano de Vivaldi, Corelli, Veracini, Lotti e Vitali. 

Os valores dos ingressos são R$ 10,00 (credencial plena), R$ 15,00 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, estudante e servidor de escola pública com comprovante) e R$ 30,00 (inteira) e estão disponíveis para venda em centralrelacionamento.sescsp.org.br ou aplicativo Credencial Sesc SP, e presencialmente na Central de Atendimento. 

A turnê do Apollo Ensemble recebeu o apoio Head of International Cultural Policy & Coordination da fundação Dutch Culture, FPK (Fonds Podiumkunsten) The Performing Arts Fund NL, Provincie Frevoland e Consulado do Reino dos Países Baixos em São Paulo. 

SERVIÇO 

Apollo Ensemble 

Quarta, dia 12/7, às 20h. 

Lugares limitados. Classificação livre. 

R$ 30,00 | R$ 15,00 | R$ 10,00. 

Sesc Sorocaba       

Rua Barão de Piratininga, 555 – Jardim Faculdade.       

Fone: (15) 3332-9933.     

Prefira o transporte público 

Terminal São Paulo 

Linha 13: Santa Izabel/ Jd. Europa 

Linha 71: Campolim via Raposo Tavares 

Terminal Santo Antônio 

Linha 65: Campolim 

BRT 

Linha D200: Terminal Vitória Régia/ Campolim 

+ informações  

facebook.com/sescsorocaba 

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Jornal Cultural ROL lança nova seção: Jovens Talentos!

A nova seção visa incentivar leitores na faixa dos 7 aos 17 anos à Arte da Escrita

Logo da seção Jovens Talentos
Logo da seção Jovens ogo da seção

Desde o dia 1º de junho de 2023, o JORNAL CULTURAL ROL, considerado o mais importante veículo de divulgação cultural em língua portuguesa, está apresentando aos leitores um novo leiaute, mais moderno e dinâmico, mantendo, entretanto, a mesma proposta de sua fundação: a disseminação da cultura!

As inovações introduzidas foram muito bem recebidas e isso fica evidenciado pelo notável aumento de acesso dos leitores à nova plataforma.

Diante do sucesso, e ao lado das seções ‘O LEITOR PARTICIPA’ (publicação de textos) e ‘A ARTE DO LEITOR’ (fotografia, pintura, escultura etc.), o JORNAL ROL está lançando a seção ‘JOVENS TALENTOS’, destinada à publicação de textos de crianças e adolescentes na faixa dos 7 aos 17 anos.

O objetivo é incentivar a nova geração a dedicar-se à literatura e a aprender o gosto pela leitura, hábitos que estão em queda no Brasil e no mundo.

COMO PARTICIPAR:

Para participar, os jovens leitores devem enviar seus textos para o e-meio jornalculturalrol2@gmail.com, com uma foto close recente e um breve currículo.

No caso de menores de 12 anos, juntamente com o texto deve vir uma declaração dos responsáveis legais, autorizando a participação e exposição da foto.

A nova seção, com certeza, atrairá os jovens literatos, dando-lhes, desta forma, a oportunidade de expor e desenvolver a ARTE DA ESCRITA!

Para valorizar a nova seção, o ROL solicitou ao escritor, poeta e jornalista colaborador do ROL, CELSO RICARDO DE ALMEIDA, a criação de uma logomarca. 

Sergio Diniz da Costa

Editor-Geral

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Twitter: https://twitter.com/JornalRol

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7º Prêmio Territórios Tomie Ohtake recebe inscrições até 15 de agosto de 2023

A iniciativa organizada pelo Instituto Tomie Ohtake busca reconhecer experiências pedagógicas em todo o país que tiveram como base os princípios da Educação Integral

Idealizado e coordenado pelo Instituto Tomie Ohtake – com o patrocínio do Grupo Ultra, Ipiranga, Ultracargo, Ultragaz, da Alupar, da Taesa e do Grupo GPS, parceria técnica do Centro de Referências em Educação Integral e Associação Cidade Escola Aprendiz, e viabilizado por meio da Lei de Incentivo à Cultura –, o 7º Prêmio  Territórios Tomie Ohtake segue fundamentado  nos pressupostos dos Territórios Educativos e da Educação Integral, orientados pelo princípio de Cidade Educadora, e nos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável).

Em sua sétima edição, o Prêmio propõe um olhar sobre o amor como um território em disputa, baseado em referências fundamentais, como: as ideias de Muniz Sodré sobre o sensível na educação; os ensinamentos de bell hooks sobre a construção de uma ética amorosa; as pesquisas de Renato Nogueira sobre a pedagogia da pluriversalidade; e as práticas e pensamentos de Cristine Takuá, sobre as escolas vivas e a educação indígena.

Divulgação
EE Indígena Capitãozinho Maxakali – Bertópolis _ MG

Embora o foco desta edição seja uma questão complexa, entende-se a urgência no entendimento do amor como um princípio básico dos acordos coletivos e das transformações sociais. Como defende a escritora e professora bell hooks (1952-2021): amor é ação e ato político.  “A ética amorosa configura-se como um conjunto de princípios e modos de agir, construídos e valorizados por meio da convivência em comunidade”

Partindo dessas reflexões, o Prêmio Territórios Tomie Ohtake busca, em sua sétima edição, ações pedagógicas de escolas públicas brasileiras que estejam articuladas com os seus territórios (agentes e espaços) na construção de uma ética amorosa, promovendo estratégias comprometidas com a igualdade de direitos e a diversidade cultural; que fortaleçam a partilha de saberes, as parcerias, as conexões culturais, o brincar, o compromisso ambiental e que tenham entre seus fundamentos, o  acolhimento, a  escuta, o cuidado e o sentido de coletividade.  

Divulgação
EM Quilombola Lydia Sherman

Para quem o Prêmio é dirigido

7º Prêmio Territórios Tomie Ohtake é dirigido às escolas públicas municipais, estaduais e federais de todo Brasil, contemplando o ensino infantil, ensino fundamental, ensino médio e educação de jovens e adultos (EJA). Alicerçado no território, a iniciativa propões um envolvimento entre estudantes, professores(as) e/ou famílias. Ao priorizar o caráter coletivo, o(a) professor(a) representante da iniciativa pedagógica (é necessário indicar um(a) representante para facilitar o contato com a escola) deve, no momento da inscrição, apontar no mínimo mais dois correalizadores da ação.

As inscrições, abertas até 15 de agosto, podem ser feitas exclusivamente pelo site: www.premioterritorios.institutotomieohtake.org.br

Divulgação
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Selecionados e ações de premiação

Em setembro de 2023 serão anunciadas as 10 experiências selecionadas por um júri e reveladas pelo site do prêmio. As escolas serão contempladas com livros oferecidos por editoras parceiras, um minidocumentário que apresentará parte dos processos e resultados da respectiva iniciativa, a ser veiculado nos canais de comunicação do Instituto Tomie Ohtake, patrocinadores e parceiros, conferindo visibilidade à experiência;  uma bolsa de estudos para um curso de graduação que poderá ser utilizada por um estudante, parceiros do projeto ou professor; e apoio financeiro de R$ 6.000,00 (seis mil reais) para o desenvolvimento da iniciativa.

Já o responsável pela inscrição participará dos “Encontros de Conexão e Reflexão”, que reúnem os representantes das 10 estratégias pedagógicas selecionadas em ações formativas com educadores(as) e artistas, além de uma bolsa para curso de arte do programa de Cursos da Escola Tomie Ohtake, em 2024, que poderá ser realizado on-line. Por sua vez, os dois outros representantes indicados na inscrição também recebem uma bolsa para curso de arte do programa de Cursos da Escola Tomie Ohtake, em 2024, com opção on-line.

Encerramento

Em dezembro de 2023 acontece “O Encontro de Territórios”, no Instituto Tomie Ohtake, e marca o encerramento da edição com uma cerimônia de premiação das 10 estratégias pedagógicas, quando as equipes poderão compartilhar seus projetos entre os participantes de diferentes regiões do país.

SOBRE O PRÊMIO TERRITÓRIOS OHTAKE

O Prêmio Territórios Tomie Ohtake, iniciativa do Instituto Tomie Ohtake, busca mapear, reconhecer e dar visibilidade a projetos que fortaleçam o vínculo entre as escolas e os territórios a partir dos diversos saberes culturais, compreendendo a cidade como espaço de aprendizagem.

Em 5 edições realizadas, o Prêmio Territórios já mapeou mais de 600 projetos da rede pública de todo o Brasil e, entre eles, premiou 60 projetos até o momento. Como forma de dar visibilidade e inspirar outras iniciativas, foram realizados documentários sobre cada um dos projetos premiados, compondo um banco inédito de práticas exemplares que podem ser acessados no site do Prêmio: www.premioterritorios.institutotomieohtake.org.br/escolas-premiadas

Em 2020 o Prêmio Territórios lançou sua primeira publicação: Prêmio Territórios – ideias sobre educação integral e a relação escola território. A publicação, além de delinear a trajetória e o impacto do Prêmio Territórios ao longo de seus quatro anos, convidou profissionais renomados das áreas da cultura e educação para contribuírem com suas reflexões sobre a importância da relação escola-território na formação integral dos estudantes. O download da publicação pode ser feito gratuitamente: www.premioterritorios.institutotomieohtake.org.br/publicacao/

SOBRE O INSTITUTO TOMIE OHTAKE

O Instituto Tomie Ohtake, inaugurado em 28 de novembro de 2001, tornou-se uma referência no circuito das artes visuais pela qualidade de sua programação. Destaca-se por ser o único espaço da cidade que se dedica a organizar mostras nacionais e internacionais de artes, arquitetura e design, além de prêmios nestas três áreas e um dedicado a escolas públicas, o Prêmio Territórios Tomie Ohtake. Em sua programação contempla ainda apresentações musicais e de dança. A instituição consagrou-se por conceber um amplo e criativo trabalho de educação por meio da arte, fundamentado na pesquisa, produção de material, no treinamento de professores e numa grade de cursos com visão inovadora no ensino da arte. Além disso, desenvolve inédito programa de acessibilidade para repensar questões como acesso à cultura e diversidade, com foco no atendimento de públicos que não têm garantidos seus direitos sociais.

Saiba mais através do site do Prêmio Territórios Tomie Ohtake:

www.premioterritorios.institutotomieohtake.org.br

Imagens aqui: https://drive.google.com/drive/u/0/folders/1ezgp_bB_l4MPOvkOElk7O0Zfx_oXL5QF

Dúvidas

Escreva para premioterritorios@institutotomieohtake.org.br ou via WhatsApp: + 55 11 94913-3923

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trupe à grega estreia O Dragão Dourado no Teatro Alfredo Mesquita dia 28 de julho

Grupo mistura teatro e cinema com espetáculo dirigido por Dagoberto Feliz e filme de Gabi Jacob para refletir sobre populações invisíveis

Baixe aqui mais imagens de divulgação

Que barreiras existem em nossa comunicação com o outro? Questões como esta norteiam a criação de O Dragão Dourado, da trupe à grega, que estreia no dia 28 de julho, no Teatro Alfredo Mesquita. 

O espetáculo segue em cartaz por lá até 20 de agosto, com apresentações às sextas e aos sábados, às 21h, e aos domingos, às 19h, e, depois disso, tem novas sessões no Teatro Arthur Azevedo, entre 31 de agosto e 10 de setembro, de quinta a sábado, às 20h, e aos domingos, às 18h.

Com dramaturgia premiada mundialmente de Roland Schimmelpfennig, a peça é uma tragicomédia que discute a exclusão. A partir do recorte da comunicação como fronteira basilar em relações de poder, Dagoberto dirige um elenco composto por cinco atores ouvintes e uma atriz surda para falar sobre a invisibilização social.

A trama começa no térreo de um prédio residencial, na minúscula cozinha do restaurante de comida chinesa, tailandesa ou vietnamita O Dragão Dourado, onde os cozinheiros tentam desesperadamente amenizar a dor de dente de um deles, o novato. 

Ao mesmo tempo, na parte da frente do restaurante duas aeromoças se sentam à mesa número 11. 

Em cima, num apartamento de quatro cômodos, vive um casal à beira da separação. Um velho que gostaria de ser jovem outra vez, em sua sacada, observa o pôr-do-sol. Dois jovens apaixonados prestes a descortinar uma absoluta catástrofe, enquanto o dono do mercadinho vizinho ao restaurante pede o número 103 para viagem, extra picante. 

A montagem ainda explora a fábula da cigarra e da formiga como uma poderosa metáfora das relações estabelecidas entre os personagens. As histórias se misturam e as máscaras são arrancadas, assim como o dente do novato, que desaparece como se nunca houvesse existido.

O elenco traz Alice Guêga, Dani Theller, Juliano Verríssimo, Ian Noppeney, Luiza Magalhães e Sueli Ramalho.

Antes de cada sessão, o grupo ainda exibe o curta-metragem “O Dente da Frente”, dirigido por Gabi Jacob, gravado em 2021, que mostra os bastidores dos primeiros dias de ensaio desta peça e busca refletir sobre questões como: O que contém o processo de criação no teatro de grupo? É possível a integração entre ouvintes e surdos quando máscaras aumentaram ainda mais a barreira da comunicação?

Sobre a trupe à grega

trupe à grega é um coletivo teatral de artistas que embasam sua pesquisa fundamentalmente no teatro épico, a partir de dramaturgias contemporâneas e do treinamento em Viewpoints. Com dois espetáculos em seu repertório, já tendo rodado por quatro cidades brasileiras e alcançado um público de mais de 2.000 pessoas, a trupe se lança experimentalmente neste novo projeto que mistura teatro, cinema, português e Libras.

Ficha técnica de O Dragão Dourado

Dramaturgia: Roland Schimmelpfennig

Tradução: Marcos Barbosa

Direção: Dagoberto Feliz

Preparação corporal/Assistência de Direção: Marcella Vicentini

Elenco: Alice Guêga, Dani Theller, Juliano Verríssimo, Ian Noppeney, Luiza Magalhães, Sueli Ramalho

Trilha sonora: Dagoberto Feliz, Gabriel Edé e Juliano Veríssimo 

Criação de cenário: Evas Carretero

Criação de Figurino: Nour Koeder

Criação de Luz: Oliveira Azul

Consultoria em Libras: Sueli Ramalho

Técnica de Luz: Oliveira Azul

Acessibilidade em Libras: Gabi Martins e Elisangêla de Jesus

Acompanhamento de processo: Milla Cristie e Abayomi Olugbala

Design gráfico: Everson Verdião e Ciro Jarjura

Cinegrafista: Everson Verdião

Assessoria de imprensa: Pombo Correio 

Direção de produção: Paloma Alves – Obará Produções Artísticas

Produção Executiva: Paloma Alves – Obará Produções Artísticas

Realização: trupe à grega

Sinopse da peça

Na minúscula cozinha do restaurante de comida chinesa, tailandesa ou vietnamita, os cozinheiros tentam amenizar a dor de dente de um deles, o novato. Ao redor desta pequena torre de Babel, outros personagens surgem e escancaram as relações sociais estabelecidas. As histórias se misturam e as máscaras são arrancadas, assim como o dente do novato, que desaparece como se nunca houvesse existido.

Ficha técnica do curta “O Dente da Frente” 

Direção: Gabi Jacob

Direção de Fotografia: Dariely Belke

Direção Teatral: Dagoberto Feliz

Preparação Corporal: Marcella Vicentini

Operação de Câmera: Dariely Belke e Danilo Rosa

Assist. câmera: Rafaella Arcuschin e Giovanna Darcie

Iluminação: Gabriele Souza

Técnico de luz: Diego F.F. Soares

Som direto: Henrique Gentil

Trilha Original: Gabriel Edé, Juliano Veríssimo

Mixagem e Masterização: Gabriel Edé

Montagem:  Luma e Gabi Jacob

Finalização: Luma                                                                                   

Edição Teaser: Marcelo Stehlick  

Figurino: Nour Koeder

Catering: Ensaio Cozinha

Elenco: Alice Guêga, Juliano Verríssimo, Luíza Magalhães, Marcelo Stehlick, Rosana Santesso e Sueli Ramalho

Produção e Realização: trupe à grega

Sinopse do curta

O que contém o processo de criação? O que vem antes, bem antes, da cortina abrir no terceiro sinal para a plateia? Como um espaço vazio com uma mesa e uma cadeira se transforma numa cozinha quente, barulhenta e apertada com um enorme conflito entre os cozinheiros?  É possível a integração entre ouvintes e surdos quando máscaras aumentaram ainda mais a barreira da comunicação? Um filme que procura refletir sobre as relações sociais e criativas a partir do teatro de grupo.

Serviço

O Dragão Dourado + curta O Dente da Frente

Duração:  102 minutos (22 minutos do curta + 80 minutos da peça)

Classificação Indicativa: 14 anos 

Gênero: Tragicomédia 

Temporada 1

Teatro Alfredo Mesquita – Av. Santos Dumont, 1770, Santana

Temporada: 28 de julho a 20 de agosto
Às sextas e aos sábados, às 21h, e aos domingos, às 19h

Ingressos: Gratuitos

Capacidade: 198 lugares

Acessibilidade: teatro acessível a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, tradução em Libras em todas as sessões.

Temporada 2

Teatro Artur Azevedo (Sala Multiuso) – Av. Paes de Barros, 955, Mooca

Temporada: 31 de agosto a 10 de setembro

De quinta a sábado, às 20h, e aos domingos, às 18h

Ingressos: Gratuitos

Capacidade: 60 lugares

Acessibilidade: teatro acessível a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, tradução em Libras em todas as sessões.

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