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Interesses

Clayton Alexandre Zocarato: Poema Interesses

Clayton A. Zocarato

Na sua vida…

O que eu esqueci,  dela

É um novo viver

Revés

Sentimental

Fico olhando para a lua

O interesse continua

Em tragédias pessoais

Procuro algo espiritual

Me,  interessando

A voltar a seu…

Amante…

Um amarante,  desesperado

Antes esperado

Dentro do sagrado desterro

Em fazer chamegos

E apelos

Pelo seu amor

Acompanhado de dores

E desamores

Interesses reversos

Saberes diversos

Paixões feitas em versos

Gerando amores

Em muitos léxicos

Clayton Alexandre Zocarato
Clatalexandrezocarato@yahoo.com.br

Instagram: http://clayton.zocarato

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Festa da Poesia em Caratinga-MG, Edição 2023

A Festa da Poesia – Manifesto das 7 artes, aberta no dia 19 de junho com a exposição de artes plásticas de vários artistas caratinguenses, vai até o dia 25 de junho com muitas novidades

A 5ª edição da Festa da Poesia, cujo tema é o Manifesto das 7 Artes, evento cultural promovido pela Casa Viva Meraki, entre os dias 19 e 25 de junho, semana de aniversário de Caratinga. O evento reunirá expoentes das 7 artes: música, dança, escultura, pintura, arte teatro, literatura e arquitetura, com participação gratuita para artistas profissionais e amadores.

A abertura do evento ocorreu ontem (19), com a exposição de obras de artes de vários artistas caratinguenses que enalteceram os 100 anos do Manifesto das 7 Artes, no Casarão das Artes, que fica no centro da cidade de Caratinga e contou com visitantes e amantes da arte.

Abaixo, a Programação desta 5ª edição, que ocorrerá nos seguintes locais: Casarão das Artes, Praça do bairro Esperança e no Mercado Municipal:

Para assistir à abertura da Programação, Acesse link: https://youtu.be/WbqXHLXGgoU

Sobre a programação, o programa Diversidade, da TV UNEC entrevistou a Produtora Cultural Chayane Izidoro.

Acesse a entrevista: https://youtu.be/llD63aRMMg0

Realização: Instituto Casa Viva Meraki
Direção Geral: Bia Mussi
Produção Executiva: Chayane Izidoro
Produção: Ingrid Medina

Instituto Casa Viva Merak

Meraki significa em grego: “Fazer com a alma, fazer de coração, colocar parte de si em algo que está a fazer”

Em 2017, inspirada pela educação integrativa, as portas do Instituto Casa Viva Meraki foram abertas, como um lugar que visa proporcionar, por meio da arte e da cultura, um espaço inclusivo de acolhimento que desperte o autoconhecimento, melhorando a relação do indivíduo consigo, com o outro e com o ambiente.

O Espaço Casa Viva Meraki oferece atividades artísticas e culturais tais como: oficinas de teatro, culinária, horta, consciência ambiental, contação de histórias, capoeira e musicalização, jogos, brincadeiras e artes manuais para crianças, jovens, adultos e idosos.

Além das oficinas, a Casa produz e realiza festivais, eventos e saraus culturais em parceria com artistas, produtores e projetos sociais de Caratinga e região. Dentre os projetos que atuou se destacam: Projeto Sementes- aprovado no 1º Edital Doce da Fundação Renova, Festival Cultural Meraki “Nossas Origens” e Vivência Cultural Meraki (aprovados na Aldir Blanc- MG), Projeto “Era uma Voz” junto ao Instituto Abrapalavra de BH e Festival Arteiros. Em 2021, recebeu uma moção de aplausos da prefeitura de Caratinga em reconhecimento aos trabalhos socioculturais desenvolvidos no município.

A idealizadora da Casa Viva Meraki

O Instituto Casa Viva Meraki foi idealizado pela produtora cultural paranaense, Beatriz Mussi Grigorevski, natural de Minas Gerais e graduada em Comunicação Social e em Artes Cênicas, especialista em Educação Estética pela UNiRio e em Preparação Corporal de Atores pela Faculdade Angel Viana (Rio de Janeiro).

Vivenciou experiências e aprendizados em países como Canadá (onde morou 1 ano e estudou Cinema Digital no George Brown College além de Inglês) e Espanha (onde morou por 3 meses e estudou Teatro na Escuela La Casona além de Espanhol.

Também morou em São Paulo onde atuou como atriz em espetáculos teatrais viajando pelo interior do estado e pelo estado do Paraná, e estudou interpretação na Escola Wolf Maya.

De 2006 a 2009 atuou em novelas na Rede Globo e Rede Record.

Entre 2010 e 2016, em Caratinga/MG, trabalhou como produtora, diretora e apresentadora de três programas de TV (Programa Divas, Tá Ligado e Na Estrada), ministrou oficinas de teatro, dirigiu espetáculos teatrais e a Cia teatral UaiSOul, produziu festivais culturais na cidade e atuou no curta-metragem “Não há gatos na casa”(exibido no Festival de Cannes em 2014).

Em 2017, ainda em Caratinga, fundou a Casa Viva Meraki, um espaço inclusivo e acolhedor, que oferece oficinas artísticas e culturais como : teatro, Artes Manuais, Capoeira, Culinária, Contação de Histórias, dentre outras.

Em 2018, regressou ao Rio de Janeiro onde ainda atua como facilitadora de Oratória e Expressividade (APPAI-RJ).

EM 2019 começou uma parceria com o projeto PULSAR ministrando cursos e oficinas de “Comunicação e Linguagem” e “Movimento e Linguagem Corporal”.

E em 2020 iniciou um projeto como Contadora de Histórias junto ao projeto Literatura Acessível, a APPAI-RJ e à Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro resinificando esta arte também no formato virtual.

Fundada em 2017, a Casa Viva Meraki é um espaço inclusivo e acolhedor que propões, por meio de oficinas educativas e culturais, que os participantes possam se expressar, ser ele mesmo, e empoderar-se desenvolvendo a criatividade, a comunicação e a autoestima.

Dentre as oficinas oferecidas estão: teatro, artes manuais, capoterapia, culinária, horta e consciência ambiental, dentre outras.

A Casa também produz a cada semestre um festival cultural onde os participantes de todas as oficinas…




Outorga de Título da Soberana Ordem da Coroa de Gotland

Estão abertas inscrições para quem se interessar em pleitear um
Título de CAVALEIRO COMENDADOR ou DAMA COMENDADORA da Soberana Ordem da Coroa de Gotland

Brasão de Armas da Augustíssima e Soberana Casa Real e Imperial dos Godos de Oriente

Estão abertas inscrições para quem se interessar em pleitear um Título de CAVALEIRO COMENDADOR ou DAMA COMENDADORA da Soberana Ordem da Coroa de Gotland.

A SOBERANA ORDEM DA COROA DE GOTLAND é Patrimônio Histórico e Cultural da Augustíssima e Soberana Casa Real e Imperial dos Godos de Oriente.

A soberana Ordem da Coroa de Gotland visa homenagear à memória de Sua Majestade o Rei Athanerik que é considerado o primeiro Rei Godo.

Em torno do ano 300, Sua Majestade o Rei Athanerik unificou todas as tribos godas sob sua soberania e formou o primeiro Reino Godo em terras da atual Ucrânia e Rússia, terras até então pertencentes à cultura Chernyakhov. A Augustíssima e Soberana Casa Real e Imperial dos Godos de Oriente, Dinastia Real e Imperial da Gothia e todo Oriente, honrará através da Ordem, todos aqueles que com trabalho comprovado tenham prestado serviços as causas sociais, culturais, artísticas e literárias.

A outorga do Título consistirá na concessão de Certificado e Medalha da Ordem.

As Solenidades de outorga da referida medalha serão realizadas nas seguintes datas:

Dia 21 de Julho de 2023, às 15h.

Local: CÂMARA MUNICIPAL DE NITERÓI
Av. Ernani do Amaral Peixoto, 625 – Centro, Niterói – RJ.

Dia 23 de Julho de 2023, às 19h.

TEATRO DO SESC TERESÓPOLIS

Av. Delfim Moreira, 749 – Várzea

Mais Informações:
WhatsApp (21) 98264-5612
E-mail: domalexandrecarvalho@gmail.com

Príncipe Dom Alexandre da Silva Camêlo Rurikovich Carvalho
Grão Mestre da Soberana Ordem da Coroa de Gotland, Chefe da Augustíssima e Soberana Casa Real e Imperial dos Godos de Oriente

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Servidão Humana

Quais os limites da paixão?

Embora a história de Servidão Humana seja principalmente conhecida pela relação masoquista do casal principal, vide as adaptações cinematográficas e mesmo as adaptações teatrais, a verdade é que a intenção de Sommerset Maugham foi escrever um romance filosófico. O próprio titulo veio da Ética de Espinoza.

Fortemente influenciado por Maupassant, Zola, Flaubert, Maugham quis lançar um alerta para todos aqueles que se deixam enredar pela armadilha de uma visão romântica da existência, baseando-se nas palavras do próprio Espinosa: “ Chamo Servidão à impotência do ser humano para governar ou restringir (às suas) emoções.”

Nesta adaptação o foco também são as relações amorosas e a dificuldade que as personagens têm de manter o controle sobre esses sentimentos.

Alberto ama Miriam, ou pensa ama-la, ela ama, ou pensa amar a todos, menos ele. Uma ciranda trágica da qual eles não possuem o menor controle e que os arrasta para um fatídico desfecho.

A adaptação de Mario Persico se fundamenta na tese de Étienne de La Boétie e seu discurso da Servidão Voluntária, como forma para se entender como algumas pessoas se submetem a tanto sofrimento em nome do amor, em nome de uma paixão que só os arrasta à ruína.

A Cia Clássica realizou na década de 80 uma primeira adaptação com Mario Persico no personagem central. Se chamava “Tangos” e cumpriu longa temporada na cidade.

Fazem parte da montagem atual, sob a direção de Mario Persico os atores Tiske Reis (Alberto), Giovana Tegani (Miriam), Valéria Nastri (Enfermeira) e Pedro Sales (Guilherme).

Serviço:

Espetáculo: Servidão Humana

Local: Teatro Escola Mario Persico

Endereço: Rua da Penha, 823

Data: 25/06/2023

Horário: 18h00

Ingressos: R$ 20,00 (Preço Único)

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Busca diária

Patrícia Alvarenga

Patrícia Alvarenga: Poema Busca diária

Crédito da foto: Patrícia Alvarenga

Busco o despertar de seus olhos,

Na preguiçosa manhã de minh´alma.

Busco o poente de seus lábios,

Na enfadonha tarde de minha saudade.

Busco as estrelas de seu corpo,

Na ansiosa noite de meu desejo.

Busco o adormecer de seus sonhos,

Na serena madrugada de meu aconchego.

patydany@hotmail.com

Instagram:http://patriciapoeticamente

E-meio: patydany@hotmail.com

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O bem e o mal no mundo. Anjos e demónios

“Toda a pessoa, eventualmente, não nasce nem boa, nem má.”

(Diamantino Bártolo)

Diamantino Bártolo

O mundo atual, primeiro quarto do século XXI, está “recheado” destes dois tipos de seres, na circunstância: pessoas que se comportam como “Anjos” (não como anjinhos), felizmente, muitas, mas sem condições para agir; outras, desgraçadamente, que talvez sejam muitas, são autênticos “Diabos” (Capetas), na sua pior conceção, resultando, em boa verdade, a proliferação e manutenção de inúmeros conflitos, sejam eles a nível individual, grupal, entre nações, ideologias, estratégias e interesses vários.

Tem sido nesta dualidade que algumas pessoas se movimentam na sociedade, revelando-se autênticas malabaristas dos relacionamentos humanos e, em geral, comportam-se de forma a passarem a imagem de sinceras, irradiando uma permanente simpatia, um sorriso persistente para, na opinião delas, conseguirem alcançar os seus objetivos interesseiros, todavia, muitas não passam de criaturas impostoras, falsas, desleais que trocam uma amizade autêntica e incondicional, por, como se costuma dizer: “um prato de lentilhas

Tais seres, que na sua formação ético-moral, assim como no seu caráter, não passam de desprezíveis “Demónios”, conseguem, com mil e um artifícios, passar por “Anjos”, por pessoas que, forçada e hipocritamente, são capazes de levar a pensar, quem com elas convive, que os valores da honestidade intelectual, da gratidão, da lealdade, da amizade e da solidariedade, são as suas características de maior impacto.

Este tipo de “Anjos”, “sem asas e com pelo menos dois chifres”, é muito frequente surgirem em determinados contextos, principalmente, quando pretendem relacionarem-se com “Gregos e Troianos”, para daí retirarem os melhores benefícios, em proveito próprio, quantas vezes humilhando, ofendendo e magoando quem, até, eventualmente, durante certos períodos da vida os apoiou, sem reservas.

A sociedade, de certa maneira contribui para que cada vez existam mais “Demónios” vestidos de “Anjos”, porque o princípio, defendido por muitas pessoas, aponta no sentido de haver todo o interesse em se conviver com “Deus e com o Diabo”, na medida em que assim será possível alcançarem-se objetivos importantes na vida, alguns de seriedade ético-intelectual muito duvidosa.

Nas pequenas comunidades, (também na sociedade em geral) onde proliferam os “Demónios” disfarçados de “Anjos”, a hipocrisia, o cinismo, a traição, esta levada, inclusivamente, até ao seu limite, se dela resultar um grande benefício, que será a infidelidade, poderão ser comportamentos utilizados, por algumas pessoas.

Tal benefício, não tem de ser, necessariamente, material, podendo assumir uma dimensão de prazer sexual, de exibição machista ou feminista e, em algumas situações, de retaliação, de vingança, ou de simples indiferença, humilhação, para com outra pessoa, acerca da qual se pensa já não se precisar dela, apesar de, algumas vezes, num passado recente, se ter recebido grande e incondicional apoio.

As nossas pequenas localidades, as grandes cidades, o mundo em geral, na verdade, estão repletos de “Demónios” disfarçados de “Anjos”, que agem à falsa-fé, que apunhalam pelas costas, quem outrora lhes fez muito bem, que adotam estratégias evasivas, porque não têm a hombridade, nem o caráter, nem sequer um pouco de coragem e de vergonha, para assumirem que se relacionam sob a máscara covarde da falsidade: “Demónios”, profissionalmente, envernizados de “Anjos”.

A composição da humanidade tem, felizmente, acredita-se que em grande parte, pessoas muito boas, autênticos “Anjos” que, quais estrelas fulgentes, nos orientam na vida, pelos seus princípios, valores, sentimentos e boas condutas permanentes. Estas pessoas, que deveriam ser tomadas por referências, e excelentes exemplos, infelizmente, nem sempre são assim consideradas, designadamente, pela outra parte, constituída pelos “Demónios”.

Toda a pessoa, eventualmente, não nasce nem boa, nem má. A sociedade no seu todo, a família, os amigos, as companhias, as instituições, em particular, vão moldando a personalidade humana, naquilo que ela tem de dinâmico, porque alguns traços do caráter até poderão ser hereditários. Se assim é, então tornar-se-á necessário formar pessoas que possam vir a ser verdadeiros “Anjos”, no conceito mais nobre do termo: pessoas do e para o Bem, genuinamente dotadas de valores humanistas.

Nesta dualidade que compõe o mundo, a principal, será, porventura, a mulher e o homem que, obviamente, se complementam: seja para o Bem; seja para o Mal e que, tanto ela quanto ele, também assumem, em determinadas fases das suas vidas, os papéis de “Anjos” e “Demónios”, com consequências, por vezes, catastróficas, para uma das partes, ou até mesmo para as duas. “Anjos” e “Demónios” sempre existiram e vão continuar a conviver com todos nós. Não há que temê-los; há, isso sim, que nos aliarmos aos primeiros e precavermo-nos contra os segundos.

Diamantino Lourenço Rodrigues de Bártolo

Presidente do Núcleo Académico de Letras e Artes de Portugal

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