Verônica Moreira lança o livro ‘Vekinha em: O Mistério do Coco’

Vekinha em: O Mistério do Coco é uma aventura encantadora que desperta a curiosidade das crianças e dos adultos

Capa do convite para o lançamento do livro Vekinha em: O Mistério do Coco

No dia 27 de junho (terça-feira), às 19h00, na sede do NUDOC, a escritora, poetisa Verônica Moreira lançará seu primeiro livro infantil, Vekinha em: O Mistério do Coco, pela Editora Littrera.

SINOPSE

O livro fala sobre as aventuras da personagem Vekinha na Rua do Sapo. Vekinha fica intrigada sobre como a água entrou dentro do coco, e decide investigar, descobrindo segredos surpreendentes sobre o coco e sobre a própria rua.

Além do mistério central, o livro também apresenta outras brincadeiras e atividades das crianças da Rua do Sapo, mostrando a importância da amizade, da criatividade e da imaginação na infância.

Apesar de ser voltado para o público infantil, Vekinha Em… O Mistério do Coco pode ser uma leitura divertida e envolvente para adultos que desejam se reconectar com a inocência e a curiosidade da infância.

Segundo a autora, o livro foi inspirado em fatos que ocorreram na sua infância, vivida na antiga Rua do Sapo, hoje conhecida como Rua Paulina Miranda, em Caratinga (MG).

A AUTORA
Verônica Kelly Moreira Coelho, natural da cidade de Caratinga, MG, e mais conhecida no meio Cultural e acadêmico como Verônica Moreira, é autora do livro ‘Jardim das Amoreiras’; Baronesa da Augustíssima e Soberana Casa Real e Imperial dos Godos de Oriente;

Acadêmica Internacional, Delegada Cultural e Comendadora da FEBACLA – Federação Brasileira dos Acadêmicos das ciências, Letras e Artes; Acadêmica Efetiva da ACL- Academia Caratinguense de Letras; Acadêmica Correspondente na ACL – Academia Cruzeirense de Letras;  ACL- Academia Caxambuense de letras; Acadêmica Internacional da AILB/AICLAB;

Acadêmica Internacional de Ciências, Letras e Artes, Brasilis e Diretora de Cultura da mesma entidade; Embaixadora da Paz; Editora Setorial de Eventos e colunista do Jornal Cultural ROL; colunista do Internet Jornal e  da Revista Internacional The Bard;

Coautora de várias Antologias; coorganizadora da Antologia em Homenagem ao Bicentenário de Fiódor Dostoiévski e coorganizadora da Antologia ROLiana e da coletânea Tributo aos Grandes Nomes da Literatura Universal.

Link para comprar: https://shopee.com.br/product/925803649/23839586129/

CONTATOS DA EDITORA: 

WhatsApp: (033)999706504

E-mail: Editoralittera@gmail.com

CONTATOS DA AUTORA

E-mail: veronicanoe398@gmail.com

Intagram: http://@baronesa.veronicamoreira

Facebook: Verônica Moreira

SERVIÇO

Livro: Vekinha em: O Mistério do Coco
Autora: Verônica Moreira
Data: 27 de junho (terça-feira)
Horário: 19h
Local: NUDOC – Núcleo de Documentação e Estudos Históricos
Endereço: Moacyr de Mattos, 291, fundos. Centro. Caratinga. MG.

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Resenha: ‘Nath: A Jornada do Despertar’

Resenha do livro ‘Nath: A Jornada do Despertar’
do escritor J.H.Martins, publicado na editora UICLAP

Capa do livro Nath: A Jornada do Despertar
Capa do livro Nath: A Jornada do Despertar

Este livro conta a estória de Nath, uma adolescente, começando o ensino médio. Meiga e forte, seu maior desejo é encontrar o primeiro amor e dar o primeiro beijo.
Já no primeiro dia de aula ela conhece dois novos alunos: Greg e Lucas. Nath nem imagina que sua vida mudaria dali em diante.
Muita ação, emoção, desafios e perigos estão do enredo desta trama leve e envolvente.
E entre tantas coisas, Nath se reconhece forte e portadora de um dom que desconhecia.
Este é o primeiro livro da trilogia.
Uma estória cativante que nos faz querer saber os próximos passos e ficar ansioso pelo próximo livro.
Super recomendo!

SINOPSE DO LIVRO

O contexto geral deste livro se passa na Zona Norte de São Paulo, onde a protagonista, Nath, mora e estuda.

Ela é uma adolescente que está prestes a ingressar no primeiro ano do ensino médio. E tem somente uma coisa em mente: encontrar o primeiro amor e dar o primeiro beijo.

Já no primeiro dia de aula, entre abraços e boas vindas dos colegas e amigas, ela conhece dois novos alunos, Greg e Lucas, que mudarão seu destino e a fará entender muito sobre si mesma.

Nath é uma adolescente espiritualizada e acaba tendo sonhos estranhos e encontros astrais com seres de outra dimensão que será de suma importância no decorrer da estória.

Larissa, uma colega de Nath na escola, passa ser a sua arquirrival, após ela descobrir que sua colega mexe com o coração de seu namorado.  

Muitas coisas estranhas acontecem com Nath, Lary, Lucas e Greg. Muitas emoções envolvem esse livro.

Um livro que vai te prender, tenha você 13 ou 130 anos.

SOBRE O AUTOR

José Henriques Martins, filho de pais portugueses, casado, pai de três filhos, consultor em Tecnologia da Informação, com formação em Engenharia de Software e escritor. É brasileiro e tem cidadania portuguesa, da qual se orgulha muito. Assina suas obras como J.H.Martins.
Membro das academias de literatura: AIAP, FEBACLA, AILB, ABARS, OMDDH, NALAP e AIEB. Recebeu várias honrarias, prêmios e comendas literárias.
Escreveu poesias e contos para diversas antologias.

Escritor da Editora UICLAP
Instagram: J.H.Martins_oficial
Bio do Autor na UICLAP

OBRAS DO AUTOR

NATH: A JORNADA DO DESPERTAR

Editora UICLAP

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FRAGMENTOS – PEDAÇOS DE MIM

Editora UICLAP

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ONDE ENCONTRAR O LIVRO

LOJA UICLAP


Leia as resenhas de Lee Oliveira




Somos um

Sergio Diniz da Costa: Poema ‘Somos um’

Sergio Diniz

Crédito: Image by geralt
Direitos autorais: geralt
https://pixabay.com/pt/illustrations/pessoas-paz-humanidade-silhuetas-7832678/

Ontem, ouvi teu choro,

meu irmão, minha irmã,

E chorei contigo;

Hoje, ouvi teu riso e ri contigo.

Ontem, anunciaram tua queda

e me preocupei contigo;

Hoje, uma vitória e exultei contigo.

Não domino todas as línguas

mas entendo as lágrimas

de dor, ou de alegria.

Tua cultura é diferente da minha

Todavia, na diferença a beleza

tanto quanto uma flor é

é diferente da outra

porém, todas exalam perfume.

Aqui, de dia, contemplo as nuvens;

Aí, de noite, tu as estrelas

Como tudo é tão diferente!

Contudo, tão igual

quando, ainda que de longe,

não vejo a cor de tua pele,

não entendo tua cultura

e nem tua língua pátria

Porém, sinto a tua alma!

Sendo assim, meu irmão, minha irmã,

minha alma, em reverência,

sussurra à tua: Namastê!

“O deus que habita em mim saúda

O deus que habita em ti”!

Poema escrito para a coletânea em homenagem ao Dia da Unidade Humana – Editora Baronesa, e que constará na obra Viagens Poéticas, pela Crearte Editora (no prelo)

Sergio Diniz
jornalculturalrol2.com.br

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Museu das Culturas Indígenas promove encontro destinado à formação de educadores 

A formação é gratuita e acontece na sede do MCI. Foto: MCI 

Conduzidas por Mestres de Saberes do MCI, as atividades colocam em pauta a temática dos povos originários em escolas e centros de ensino brasileiros

São Paulo, junho de 2023– Em 15 de junho, educadores dos ensinos fundamental e médio poderão participar do ciclo de formação em temáticas indígenas organizado pelo Museu das Culturas Indígenas (MCI), instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo, gerida pela ACAM Portinari (Associação Cultural de Apoio ao Museu Casa de Portinari) em parceria com o Instituto Macapá e o Conselho Indígena Aty Mirim.  

“Os Mestres de Saberes constroem narrativas a partir de suas próprias vivências individuais e coletivas, apresentando contextos que servem de aporte aos educadores não indígenas”, conta Ana Estrela, educadora do MCI que atua na supervisão do NUTRAS (Núcleo de Transformação e Saberes). 

O ciclo promove apoio aos educadores: “além de abordar as histórias de lutas dos povos originários, a formação também trata da adequação do uso de alguns termos e referências comuns aos indígenas que ainda não são esclarecidos em espaços não-indígenas”, completa Ana Estrela. 

Em junho, os encontros acontecem em dois horários: das 10h às 12h, com foco no ensino fundamental, e das 15 às 17h, para educadores do ensino médio. A  participação é gratuita e as inscrições estão abertas no site: https://museudasculturasindigenas.org.br/   

Além das escolas, o ciclo formativo, conduzido pelos Mestre de Saberes, membros indígenas do programa educativo do Museu, também pode ser acompanhado por educadores de outros espaços de aprendizagem.  

O MCI também conta com outros projetos que visam dar suporte ao professor em sala de aula, como pesquisa de conteúdo para trabalhar a temática indígena, produção coletiva de materiais didáticos e a elaboração de um curso de longa duração para formação de educadores.  

SERVIÇO 

Formação de Professores  

Datas e horários: 16/06, das 10h às 12h (ensino fundamental); e das 15h às 17h (ensino médio) 

Entrada: gratuita (exclusiva à atividade) 

Inscrições disponíveis aqui. 

MUSEU DAS CULTURAS INDÍGENAS (MCI) 

Funcionamento: De terça a domingo, das 9h às 18h; às quintas-feiras até às 20h; fechado às segundas-feiras (exceto feriados) 

Ingressos:  R$ 15 (inteiro) e R$ 7,50 (meia entrada); gratuito às quintas-feiras 

Agendamentoshttps://bileto.sympla.com.br/event/74784/d/149212 

Local: Museu das Culturas Indígenas (R. Dona Germaine Burchard, 451 – Água Branca, São Paulo/SP) 

Informações: (11) 3873-1541 

Site: www.museudasculturasindigenas.org.br 

Redes Sociais: 

Instagram (instagram.com/museudasculturasindigenas

Facebook (facebook.com/museudasculturasindigenas

Twitter (twitter.com/mcindigenas

YouTube (youtube.com/channel/UCYgc3AXP0-UfQye5pgbVloQ)  

Sobre o MCI 

O Museu das Culturas Indígenas (MCI) é uma instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo gerida pela ACAM Portinari (Associação Cultural de Apoio ao Museu Casa de Portinari) – Organização Social de Cultura – em parceria com o Instituto Maracá, associação sem fins lucrativos que tem como finalidade a proteção, difusão e valorização do patrimônio cultural indígena. O MCI apresenta uma proposta inovadora de gestão compartilhada a ser construída ao longo da experiência, com o fortalecimento do protagonismo indígena.

É em espaço de diálogo intercultural, pluralidade, encontros entre povos indígenas e não-indígenas, onde a memória da ancestralidade permitirá aos diversos povos originários compartilharem suas mensagens, ideias, saberes, conhecimentos, filosofias, músicas, artes e histórias. Uma conquista dos povos indígenas, ainda em processo de construção, neste território na cidade, aberto para que o público entre em contato com sua própria história, e com outras histórias do Brasil. 

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A minissérie Missa da Meia-Noite e uma reflexão sobre a eternidade

Bruna Rosalem

COLUNA PSICANÁLISE E COTIDIANO

“Missa da Meia-Noite, no original Midnight Mass, é uma minissérie de 2021 do gênero terror que traz narrativas, no mínimo, intrigantes.”

Bruna Rosalem
Bruna Rosalem

Missa da Meia-Noite, no original Midnight Mass, é uma minissérie de 2021 do gênero terror que traz narrativas, no mínimo, intrigantes.

De ambientação inóspita, nos transportamos para uma remota ilha de pescadores chamada Crockett, cercada de paisagens frias, cinzentas, quase que sem vida e cores, exceto pelos poucos 128 moradores que buscam tornar aquele lugar ainda habitável.

Abordando temáticas um tanto espinhosas como fanatismo religioso, dominação via discurso opressor e inquisidor, manipulação da fé das pessoas, promessas de cura e milagres, desde que haja total devoção e obediência às pregações, controle pelo medo, entre outras que poderíamos citar, há um questionamento muito interessante que a série nos apresenta através da personagem do padre, Monsenhor Pruitt, o líder do templo, que toma uma decisão extrema.

Após quarenta anos de intenso trabalho na paródia, os habitantes frequentadores da igreja, financiaram uma viagem a Israel para Pruitt conhecer os caminhos percorridos por Jesus, como forma de agradecimento pelos anos de dedicação e devoção. Como o padre já apresentava alguns indícios de demência, acabou se perdendo do grupo de turistas, refugiando-se em uma caverna após uma tempestade de areia. Lá ele recebe a visita de uma criatura alada, um misto de demônio e vampiro que lhe propõe algo tentador: renunciar ao inevitável fim da vida e conquistar a eternidade!

Após a criatura beber seu sangue, ele se vê jovem e belo novamente, ao passo que retorna a ilha como padre Paul. Porém este ato tem seu preço a pagar: o ser demoníaco estará junto com ele para todo o sempre, alimentando-se de seu sangue e das pessoas da ilha. Mais um detalhe: agora rejuvenescido, Paul não poderá mais ver a luz do dia, pois isso o fará queimar até a morte. Ao escolher ser jovem e nunca mais envelhecer, nem adoecer, o padre passa então a viver a maior parte do tempo recluso, mais restrito ao templo, refém da escuridão. Tanto é que passa a fazer os cultos somente à noite.

A chegada do padre Paul à ilha foi recebida com animosidade pelos moradores que sequer poderiam imaginar que era o velho Monsenhor Pruitt. Acreditavam que era apenas um substituto mais jovial que traria vigor à igreja.

De fato. Com uma abordagem mais radical, agressiva e distorcida dos textos bíblicos, as pregações de Paul eram ousadas, provocativas e chegavam a suscitar indagações aos fiéis acerca dos conteúdos do livro sagrado.

Realmente, os discursos proferidos pelo padre Paul eram sedutores e manipuladores. Ninguém desconfiava que aqueles dizeres estavam redimensionando a fé daquelas pessoas, atribuindo uma nova roupagem para as crenças. E uma das cenas mais marcantes foi a presença do demônio/vampiro junto aos fiéis que o viam como um anjo, mesmo sendo evidente que sua aparência não era nada angelical. Não houve espanto, nem incômodo. A criatura transitou livremente em meio a eles. E tão logo, o “anjo” mostrou a que veio: alimentar-se abundantemente de sangue.

Milagres foram realizados, e dois chamaram a atenção: a garota cadeirante voltou a andar e uma velha senhora, uma antiga paixão do padre Pruitt, rejuvenesceu assustadoramente, ficando ainda mais jovem que sua própria filha. Apesar dos rostos surpresos dos fiéis, eles estavam tão alienados que mal percebiam que tudo aquilo era muito estranho.

Gradativamente, a presença daquela figura infernal foi tornando a ilha caótica. Os habitantes que tiveram seu sangue sugado, transformaram-se em seres vampirescos, fadados às trevas, a viver em sombras, impossibilitados de sentir a luz solar.

O padre Paul, apesar de seu regozijo genuíno por voltar a ser jovial e de ter um corpo forte e saudável, começa a reconhecer que pagou um preço alto demais pela eternidade e que talvez não valesse tanto a pena se for às custas do sangue de inocentes que acreditavam em suas palavras e na fé que carregavam em seus corações.

Pela formosura da pele restaurada, pelo poder de não envelhecer, nem de sucumbir a doenças, Paul vendeu sua alma. No entanto, aprisionou-se para sempre neste abismo. Se formos pensar neste momento, o fator mais natural de nossa vida é a morte. Parece paradoxal que vivemos para morrer um dia. Mas se não for assim, qual o sentido que daremos a nossa existência?

Será mesmo que conseguiríamos suportar uma vida eterna? Transitar por gerações e gerações, vivenciar guerras, colapsos, pandemias, tsunamis, contágios em massa, doenças “novas e velhas”, infecções, mudanças climáticas? Claro que não vivenciaríamos somente aspectos negativos, mas será que é justamente neste ínterim, entre momentos bons e ruins, que enxergamos a beleza da vida? Que buscamos realizar sonhos e alimentar desejos, pois sabemos que um dia deixaremos de existir?

Missa da Meia-Noite é repleto de diálogos e monólogos muito ricos acerca do que é a vida e a morte. Nos convida a refletir de diversas maneiras e nos deixa livres para atribuir nosso peculiar sentido a estas indagações. Afinal, é extremamente subjetivo as respostas que buscamos para o nosso viver.

As batalhas são diárias, vencemos umas, perdemos outras. A única luta que certamente já nascemos derrotados é para a morte. E não haverá nada a se fazer.

A vida é magnífica, mas a morte é triunfal!

Bruna Rosalem

Psicanalista Clínica

Instagram: @psicanalistabrunarosalem

Blog: http://www.psicanaliseecotidiano.com.br

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Impulsividade

Sinto-me cheia de tudo que é pouco, morno e desconexo“.

(Verônica Moreira)

Verônica Moreira

Impulsiva, sim, eu sou, confesso. Impulsiva na hora e forma de amar, no ato de beijar e me entregar ao prazer.

Descontrolada, às vezes exigente e furiosa por receber pouco daqueles aos quais entrego tudo de mim.

Sobretudo, sou cheia de medos. Sinto-me cheia de tudo que é pouco, morno e desconexo.

Não quero uma vida de indecisões, de quero, mas não posso, de vou, mas não é agora, de fico qualquer dia desses. Ah, como isso tudo me cansa, me balança e me tira o ânimo me causando ânsia. Pois não tenho o controle de mim.

Eu simplesmente fiz o que achei certo, sempre quis viver o melhor do amor e das maravilhas que ele proporciona aos seres viventes. Mas creio que, em minha entrega, não fui muito exigente. Eu deveria ter te estudado mais um pouco.

Deveria ter visto tua alma de menino por mais tempo, para ter a certeza de tuas fragilidades, entender que teu coração era menino demais, imaturo demais.

Lá estava eu! Naquele momento louco, levando tudo tão a sério sem entender que não passava de uma aventura. Hoje compreendo minha insensatez e inocência.

Eu apenas concordei com o meu coração, que pensava que o teu era cheio de maturidade. Mesmo assim, eu me entreguei de forma Impulsiva. Pena que, com aquela mesma impulsividade, eu que quis te ver de perto, hoje quero te ter bem longe do meu corpo e do meu coração.

Não é nenhuma mágoa não! Eu creio que é amor-próprio, talvez, superação.

Verônica Moreira
veronicanoe398@gmail.com

Instagram: http://baronesa.veronicamoreira

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Entrevista com escritor e palestrante Michael Winetzki

Celso Ricardo entrevista o escritor e palestrante Michael Winetzki que está lançando o seu novo livro intitulado “Falando e Convencendo – Um manual de oratória e persuasão”

“Michael é um palestrante experiente e exerceu cargos de liderança em empresas de tecnologia, além de ter se dedicado ao estudo da maçonaria e história após sua aposentadoria. Seu livro mais recente, “Falando e Convencendo – Um manual de oratória e persuasão”, foi inspirado em técnicas aprendidas durante o curso na USP e tem como objetivo compartilhar sua experiência e ensinamentos para ajudar outros oradores a aprimorarem suas palestras.

Bem-vindos a mais uma entrevista da série “Entrevistas ROLianas”! Hoje, temos o prazer de receber o renomado escritor Michael Winetzki (https://www.michaelwinetzki.com.br), que está lançando seu mais novo livro intitulado “Falando e Convencendo – Um manual de oratória e persuasão”. Além de escritor, Michael é historiador e palestrante, trazendo consigo uma vasta experiência como executivo de empresas de alta tecnologia médica, especialmente na área de telemedicina, sendo um dos pioneiros no Brasil.

Atualmente, Michael é diretor comercial da trading Brasil Global Importação e Exportação e também presta consultoria a pequenas e médias empresas. Sua trajetória na Maçonaria iniciou-se em 1981, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, na Loja Maçônica “Estrela do Sul” n° 3, alcançando o grau 33° do filosofismo em 1989. Além disso, é membro da Loja Maçônica “Tríplice Aliança” n. 341 de Mongaguá-SP, vinculada à Grande Loja Maçônica do Estado de São Paulo. Ele também faz parte do Rotary Club do Distrito 4420.

Ao longo dos últimos 15 anos, Michael tem se dedicado a palestras beneficentes gratuitas em todo o Brasil, arrecadando mais de 200 toneladas de alimentos, 800 cobertores e uma infinidade de agasalhos e material escolar para doação. Como autor, ele já lançou sete livros, sendo coautor de um manual de comércio exterior editado pela USP.

Além de suas realizações profissionais, Michael é um homem de família, tendo cinco filhos, doze netos e três bisnetos espalhados pelo Brasil. Quando não está viajando com sua esposa Alice para realizar palestras, ele desfruta do convívio de seus cinco cachorros em sua casa de praia, localizada em Mongaguá-SP. Vale destacar também sua participação nos volumes II e III da Série Maçons em Reflexão.

Com todas essas conquistas e experiências, estamos ansiosos para mergulhar na mente brilhante de Michael Winetzki e descobrir mais sobre seu novo livro e suas perspectivas únicas. Sejam bem-vindos à entrevista!

Para começarmos nossa conversa, poderia se apresentar e nos contar um pouco sobre você? Quem é o Michael? Conte-nos resumidamente qual é a sua história?

Nasci em Israel em 1950 e meus pais emigraram para o Brasil em 1956. Fui criado em Sorocaba onde me formei em Química Industrial e depois fui cursar Direito na Universidade Católica de Petrópolis. Ainda na Faculdade fui trabalhar na IBM e desde então, por toda a vida, estive na área comercial de empresas de tecnologia até culminar com a presidência da Card Guard Scientific Survival Ltd. de Israel, com a qual implantei telemedicina no Brasil. Também dei consultoria e treinamento de gestão para empresas públicas e privadas. A partir de 2003, aposentado, passei a estudar e escrever sobre vários assuntos, especialmente maçonaria e história.

Como palestrante com um impressionante currículo de centenas de palestras, gostaria de saber onde você adquiriu as técnicas que utiliza em suas oratórias. Qual foi a sua fonte de aprendizado e como você aprimorou suas habilidades ao longo do tempo?

Ainda na Faculdade de Direito fui convidado para ser monitor de turmas de anos anteriores e os estudantes gostavam de minhas aulas. A minha primeira palestra foi 1972 em uma igreja de Juiz de Fora, para um pastor que era colega de Faculdade. Na época o presidente da Casa de Cultura de Petrópolis, Dr. Mário Fonseca, vaticinou que eu viria a ser um bom palestrante. Mas depois de 25 anos de experiencia, achando que sabia tudo sobre falar em público, fiz um curso na USP, que foi um divisor de águas e proporcionou que eu atingisse um novo e elevado patamar.

E falando agora sobre livros, gostaria de saber se este é o seu primeiro trabalho literário ou se você já tem outros livros publicados anteriormente. Se você já tem outros livros, poderia compartilhar um pouco sobre eles, incluindo suas temáticas e onde os leitores podem encontrá-los?

Meu primeiro e segundo livros foram livros técnicos: O guia do Mercosul editado pelo Sebrae de MS e um Manual de Investimentos e transferência de tecnologia editados pelo Sebrae de SP e pela USP.

Meu terceiro livro se intitula “O caminho da felicidade”, uma exegese da Cabalá para o comportamento do homem no dia a dia e já está em 10ª edição com mais de 25.000 livros vendidos. Recebo constantes relatos de leitores que afirmam terem mudado o rumo de sua vida devido aos ensinamentos do livro.

Meu quarto livro, em 4ª edição, foi “O caminho da felicidade nos negócios” onde apresento de maneira leve e bem humorada técnicas de gestão para pequenas e médias empresas, com base na minha própria experiência de mais de quatro décadas de atividade e de 25 anos como diretor de associações comerciais.

O quinto livro “As lições da Arca de Noé, os preceitos para um relacionamento feliz” que apresenta as técnicas melhorar os relacionamentos entre casais, com base nas lições bíblicas da viagem de Noé, metáfora de um casamento, onde os casais embarcam em uma longa viagem sem saber o destino ou o tempo do trajeto na expectativa de um final feliz. Também está em 4ª edição.

Publiquei depois “Uma breve história da maçonaria” em três edições e então “Falando e Convencendo – um manual de oratória e persuasão”

Ainda tenho participação em diversos outros livros editados pelo Grupo Maçons em Reflexão, pela Academia Maçônica Virtual Brasileira de Letras, pela Fundação Ubaldino do Amaral, e agora pela CMSB.

Seu novo livro leva o título “Falando e Convencendo – Um manual de oratória e persuasão”. Quais foram as principais motivações e inspirações por trás da criação deste livro?

Como eu disse acima o curso de extensão que fiz na USP me apresentou a técnicas e exercícios que foram determinantes para uma grande melhoria na minha capacidade de expressar ideias e persuadir os ouvintes. Como a professora que me orientou já não está entre nós, decidi, em sua homenagem, compartilhar a minha experiência e os seus ensinamentos para que muitos outros oradores possam elevar o nível de suas palestras.

Qual é a importância da oratória e da persuasão nos dias de hoje? Por que as habilidades de comunicação são tão cruciais?

Falar bem é arte e ciência. Arte quando dom natural das pessoas que nascem com o carisma e extrema facilidade de comunicação. Ciência no sentido de que qualquer pessoa, utilizando as técnicas certas pode apresentar um expressivo desempenho.

Aristóteles ensina que a retórica (a arte da oratória) tem por finalidade convencer, persuadir. Levar o interlocutor a aderir às ideias de que fala através de argumentos plausíveis e verossímeis, embalados numa linda mensagem (eloquência).

José de Alencar, em sua Carta sobre a Confederação dos Tamoios define a palavras como “esse dom celestial que Deus deu ao homem e recusou ao animal, é a mais sublime expressão da natureza: ela revela o poder do Criador e reflete toda a grandeza de sua obra divina…mensageira indivisível da ideia, íris celeste de nosso espírito, ela agita suas asas douradas, murmura no nosso espírito docemente, brinca ligeira e travessa na imaginação, embala-nos em sonhos fagueiros ou nas suaves recordações do passado.”

Quais são os principais elementos que um orador eficaz deve dominar para persuadir e influenciar seu público?

São muitos: o domínio do tema, a extensão do vocabulário, a postura corporal, as técnicas de respiração e impostação vocal, a flexibilidade articulatória, a modulação e entonação e muita coisa mais. Parece complicado, mas não é. O livro ensina tudo isso.

Quais são os principais desafios que as pessoas enfrentam ao tentar melhorar suas habilidades de oratória? Como você aborda esses desafios em seu livro?

Talvez o mais difícil de todos seja redigir o discurso dentro das técnicos e padrões necessárias para uma perfeita transmissão da ideia e para o convencimento (persuasão) dos ouvintes. Outra dificuldade muito comum é a respiração inadequada, sôfrega, que torna incomoda para o ouvinte a audição da palestra.

Você poderia compartilhar algumas técnicas ou estratégias práticas que os leitores podem utilizar para aprimorar sua capacidade de persuadir e convencer os outros?

São muitas, mas alguns exercícios de dicção são divertidos:

O prestidigitador prestativo está prestes a prestar a prestidigitação prodigiosa e prestigiosa.

Outro:

As pedras da pedreira de Pedro Pedreiras são os pedregulhos com que Pedro apedrejou três pobres pretas.

O livro traz muito mais exemplos que favorecem o desenvolvimento da dicção do orador.

Existem diferenças culturais que devemos levar em consideração ao aplicar técnicas de oratória e persuasão? Se sim, como podemos adaptar nossas abordagens para diferentes audiências?

Conhecer a audiência, ou seja, para que se fala, é fundamental no discurso. Não adianta fazer a melhor palestra do mundo em alemão perfeito se a plateia só fala português. Não apenas a linguagem deve ser comum, mas é necessário que os códigos de linguagem entre quem fala e quem ouve sejam iguais para ambos, por exemplo: “Galo massacra o Diabo Rubro no Brinco da Princesa,” só é entendida por um fanático por futebol enquanto “precisamos efetuar um nefrectomia radical” não é entendida por quem não é médico.

Você poderia fornecer alguns exemplos de discursos famosos ou momentos históricos em que a oratória e a persuasão tiveram um impacto significativo?

O Discurso de Gettysburg, de Abraham Lincoln, que foi proferido na cerimônia dedicação do Cemitério Nacional de Gettysburg, na Pensilvânia, em 19 de novembro de 1863.

Provando que, para quem tem o que dizer, dois minutos é tempo suficiente, em apenas 269 palavras, Lincoln invocou os princípios da Declaração de independência e definiu a Guerra Civil como um renascimento da Liberdade criando uma nação igualitária e unificada, em que os poderes dos estados não se sobrepusessem ao “governo do povo, pelo povo, para o povo”.

Estas poucas e inspiradas palavras tornaram-se o mais importante discurso da história dos Estados Unidos e até hoje inspiram os ideais de liberdade e democracia daquele país.

Há 87 anos, os nossos pais deram origem neste continente a uma nova Nação, concebida na Liberdade e consagrada ao princípio de que todos os homens nascem iguais.

E n c o n t r a m o – n o s a t u a l m e n t e empenhados numa grande guerra civil, pondo à prova se essa Nação, ou qualquer outra Nação assim concebida e consagrada, poderá perdurar. Eis-nos num grande campo de batalha dessa guerra. Eis-nos reunidos para dedicar uma parte desse campo ao derradeiro repouso daqueles que, aqui, deram a sua vida para que essa Nação possa sobreviver. É perfeitamente conveniente e justo que o façamos.

Mas, numa visão mais ampla, não podemos dedicar, não podemos consagrar, não podemos santificar este local. Os valentes homens, vivos e mortos, que aqui combateram já o consagraram, muito além do que nós jamais poderíamos acrescentar ou diminuir com os nossos fracos poderes. O mundo muito pouco atentará, e muito pouco recordará o que aqui dissermos, mas não poderá jamais esquecer o que eles aqui fizeram.

Cumpre-nos antes, a nós, os vivos, dedicarmo-nos hoje à obra inacabada até este ponto tão nobremente adiantada pelos que aqui combateram. Antes, cumpre-nos, a nós, os presentes, dedicarmo-nos à importante tarefa que temos pela frente.

Que estes mortos veneráveis nos inspirem maior devoção à causa pela qual deram a última medida transbordante de devoção, que todos nós aqui presentes solenemente admitamos que esses homens não morreram em vão, que esta Nação com a graça de Deus venha gerar uma nova Liberdade, e que o governo do povo, pelo povo e para o povo jamais desaparecerá da face da terra

Além da prática regular, quais outras atividades ou recursos você recomendaria para aqueles que desejam aprimorar suas habilidades de oratória e persuasão?

Luciano Pavarotti, cujo lindíssimo registro de tenor marcou as últimas décadas, disse em entrevista que, pelo menos dois meses antes de realizar um recital, cuidava de quatro coisas básicas, alimentação, sono, exercícios físicos e cuidados com a voz. Se pretendemos fazer da voz o nosso instrumento de trabalho, temos de tomar os mesmos cuidados.

Quais são suas principais mensagens ou conselhos para os leitores que desejam se tornar comunicadores mais influentes e persuasivos?

Estudar, aprender as técnicas e praticar, praticar, praticar……

Por fim, gostaria de saber onde os leitores podem adquirir o seu livro. Ele está disponível em alguma livraria específica ou pode ser adquirido online?

O livro pode ser adquirido diretamente do autor, com dedicatória, pela e-mail michaelwinetzki@yahoo.com.br ou pelo WhatsApp (61) 98199.5133 pelo valor de R$ 50,00 + correio. O valor do livro, exceto dos custos de sua produção, são destinados à beneficência.

Agradeço imensamente a oportunidade de poder apresentar mais este trabalho aos seus leitores. Gratidão. Paz e benção.

Celso Ricardo de Almeida
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