Professor Carlos Cavalheiro é premiado em concurso literário

De caráter internacional, o Concurso vem se firmando com um dos mais destacados do Brasil

Foto divulgação

O professor de História da rede pública municipal de Porto Feliz, Carlos Carvalho Cavalheiro, recebeu diversas premiações em concursos literários realizados na cidade de Irati, no Paraná. Pelo IV CONCURSO FOED CASTRO CHAMMA 2023, o professor Carlos obteve as seguintes premiações: 1º Lugar na Categoria Conto (âmbito Nacional / Internacional) com o conto O Aprendiz. Na mesma categoria, classificou-se em 5º Lugar com o conto “A Pedra Redonda”.

Já na categoria Crônica, o professor ficou em 3º Lugar com o texto “Pedra no Sapato”. Na categoria Poesia Livre, obteve o 2º Lugar com o poema “Requiescit In Hoc Lapide”. Também obteve o 2º Lugar (empate) o escritor e poeta André Telucazu Kondo, de Caraguatatuba, com o poema “Pedras sem limo”. Cavalheiro recebeu, ainda, nessa categoria, a Menção Honrosa pelo poema “Uma Pedra”.

O professor Carlos Carvalho Cavalheiro é o único representante da Região Metropolitana de Sorocaba representado nesse Concurso Literário. Além desse Concurso, na mesma cidade de Irati, Cavalheiro obteve o 2º Lugar no 1º Concurso de Jogos Florais de Irati na categoria Trova (Novo Trovador).

O IV CONCURSO LITERÁRIO FOED CASTRO CHAMMA – 2023 foi promovido pela Academia de Letras Artes e Ciências do Centro-Sul do Paraná (ALACS) com apoio da Prefeitura de Irati – Paraná, Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, Centro Cultural Clube do Comércio, Grêmio Haicai Chão dos Pinheirais e Associação Cultural Denise Stoklos. De caráter internacional, o Concurso vem se firmando com um dos mais destacados do Brasil.

O tema único foi “Pedra” e os gêneros participantes foram soneto, poema livre, crônica, conto, microconto. Esta não é a primeira vez que Carlos Carvalho Cavalheiro foi premiado nesse Concurso. Em 2020, durante a realização do III Concurso Literária Foed Castro Chamma, obteve o 1º Lugar (e também uma Menção Honrosa) na categoria Microconto. Foed Castro Chamma é o nome de um poeta, tradutor e ensaísta brasileiro natural de Irati e falecido no Rio de Janeiro em 2010.

Já o 1º Jogos Florais de Irati foi uma realização da seção municipal da União Brasileira de Trovadores (UBT). O concurso, também de âmbito internacional, recebeu trovas humorísticas, líricas e filosóficas, nas categorias Veterano e Novo Trovador (aquele que não obteve até a 03 (três) classificações entre os 05 (cinco) primeiros colocados em 03 (três) concursos oficiais da UBT em âmbito Nacional).

Carlos Carvalho Cavalheiro reside em Sorocaba e é escritor, poeta, Historiador, pesquisador de cultura popular e produtor de vídeos. É sócio correspondente da FEBACLA (Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes) e colaborador dos jornais Tribuna das Monções, ROL e do portal Marimba Selutu de Angola. Neste mês de maio, o professor Carlos Carvalho Cavalheiro foi homenageado com Moção de Aplausos pela Ordem Comendador Belmonte (OCB), no Rio de Janeiro.

As cerimônias de premiações desses concursos literários ocorrerão nos dias 28 e 29 de julho de 2023 (sexta-feira e sábado), a partir das 14 horas, no Centro Cultural Clube do Comércio, localizado na Rua 15 de julho, 310 Irati – Paraná.

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‘De frente com a Vida’

O livro De frente com a vida com um copo de vinho, um baralho semi aberto e alguns dados.
Livro de frente com a vida do autor Luiz Antônio de Paula, pela Editora Mepe

Resenha do livro
‘De frente com a Vida’
de Luiz Antônio de Paula.
Por Lee Oliveira

A matéria de hoje vem em forma de gratidão. Há seis meses, o autor Luiz Antônio de Paula, confiou a mim seu livro, ‘De frente com a vida‘ para minha primeira resenha. Desde então, se descortinou um mundo novo para mim, onde não só sou cercada por obras maravilhosas e pessoas incríveis, como posso toda semana falar com vocês do assunto que mais gosto: livros.

‘DE FRENTE COM A VIDA’

Este livro conta a história de Dionathan, um executivo ambicioso e prepotente, que vê sua ascensão profissional acima de tudo.

Ao longo da vida, para fugir do stress e da carga cada vez mais pesada que se impõe, deixa a família de lado e passa a jogar e beber cada vez mais, contraindo dívidas e delapidando o patrimônio da família.

Porém, uma fatalidade faz com ele fique de frente com a vida. E como resultado de uma longa conversa, ela o presenteia com uma chave. Entretanto, esta chave é um presente do autor para nossa vida. E você precisa ler o livro para receber.

Desta forma, esta obra nos leva a refletir:

  • Até que ponto a ganância pode nos levar?
  • O que é mais importante: prosperidade e felicidade ou ganância e poder?
  • Qual a linha tênue que separa a riqueza da felicidade?

O leitor experimentará um misto de emoções ao ler esta obra, que irá da raiva ao mais belo sorriso.

Uma narrativa vibrante com mensagens muito importantes sobre condutas, valores, amor e família.

“Chegou a hora de mudar sua vida. Use a chave.”

Uma obra excelente! Eu recomendo.

SOBRE O AUTOR

Luiz Antônio de Paula, 56 anos, casado e pai de três filhos. É empresário, administrador e consultor de empresas, com mais de 28 anos de experiência.

Professor de graduação e pós-graduação em instituições como a UNIVALI, UnC e UNIARP.
Palestrante nas áreas de Empreendedorismo, Gestão em Administração Financeira,

Planejamento estratégico, entre outros.

Escritor habilitado pela Editora Mepe

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Outras resenhas de Lee Oliveira



Teatro Escola Mario Persico apresenta ‘As Irmãs Fox’

As Irmãs Fox foram três mulheres que, nos Estados Unidos da América, tiveram um importante papel na gênese do Moderno Espiritualismo Ocidental

O Teatro Escola Mario Persico apresenta As Irmãs Fox. O espetáculo é o resultado de intensa pesquisa de Ivone Martins. Apesar disso, a história é transmitida de uma forma leve, inteligente e envolvente. A autora se utiliza de linguagem simples e faz boa descrição dos fatos, que vão muito além de uma simples apresentação burocrática, abordando os mais variados aspectos.

Explora o contexto social da época e relaciona-o às ocorrências históricas; desenvolve o perfil psicológico das irmãs Kate, Maggie e Leah e, em menor medida, da sociedade; discute ainda a importância da questão espiritual. Enfim, é um trabalho completo e harmonioso.

O tumultuado relacionamento entre as irmãs, o romance frustrado de Kate, os três casamentos de Leah, as sessões realizadas com cobrança de ingressos são temas abordados pela autora.

As Irmãs Fox foram três mulheres que, nos Estados Unidos da América tiveram um importante papel na gênese do Moderno Espiritualismo Ocidental. As irmãs eram Katherine “Kate” Fox, Leah Fox e Margaret “Maggie”. A importância das irmãs se deve ao fato que elas foram as primeiras a estabelecer algum tipo de contato entre espíritos e humanos.

Após o dia 31 de março de 1848, em que os fenômenos se mostraram com maior intensidade e chamaram a atenção para a casa da Família Fox, as três meninas padeceram humilhações e situações vexatórias.

O espetáculo descreve o suplício pelo qual passaram, sendo tocadas, atadas, manipuladas e manuseadas. Examinadas por um comitê de mulheres, com total invasão de sua intimidade, somente seus soluços em alto volume permitiram que um fim fosse colocado àquela investigação, que objetivava encontrar instrumentos como bolinhas de chumbo, que pudessem ser as causadoras dos ruídos.

A autora é pródiga em detalhes, narrando como a imprensa da época tratava as questões, tanto quanto apresenta a variedade dos fenômenos mediúnicos das irmãs.

A pressão psicológica sobre as três irmãs, sua fraqueza para o álcool e, segundo boatos, por outras drogas, são abordadas. Narra algumas dissensões entre elas, as sessões que Kate realizou sozinha, servindo a determinados interesses.

Contudo, diga-se, é um verdadeiro resgate histórico dessas três médiuns, que movimentaram a opinião pública, que atraíram para si olhares de sábios e pesquisadores sérios, que atestaram da Imortalidade do Espírito, apesar de suas vidas cheias de contradições e idiossincrasias, construindo uma ponte espiritual entre Estados Unidos e Europa e cujas águas vieram desembocar aqui, ao sul do Equador, num Brasil ecumênico, espiritualizado, cheio de manifestações de fé.

O espetáculo dirigido por Mario Persico, conta com um elenco de 30 atores.

Iluminação e sonoplastia: Jeferson Pereira

Texto: Ivone Martins

Direção: Mario Persico

Fotos: José Alexandre B. Valentim

Serviço:

Espetáculo: As Irmãs Fox

Data: 11/06/2023

Local: Teatro Escola Mario Persico

Sala Carlos R. Mantovani

Horário: 19h00

Ingressos: R$ 20,00 (Preço Único)

Endereço: Rua da Penha, 823

Recomendamos reservas prévias: (15) 991986363

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3.º Lugar no Prêmio 20 Destaques Literários 2023

O escritor J.H.Martins conquistou mais um troféu com seu poema ‘Resiliência’

Certificado de reconhecimento do Prêmio 20 Destaques Literários
Certificado de Reconhecimento do Prêmio 20 Destaques Literários

O “Prêmio 20 Destaques Literários” está em sua segunda edição. Prêmio idealizado pelo Comendador e Professor em Literatura e Letras Lenilson de Pontes Silva, membro da Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes (FEBACLA) e organizador na Editora Versejar também de São Paulo, onde organiza antologias poéticas. Em 2022, o professor Lenilson Silva decidiu idealizar o “Prêmio 20 Destaques Literários” onde várias obras foram avaliadas por categorias. A cidade brasileira em que ocorre a premiação é Pedras de Fogo, na Paraíba.

O escritor, poeta e editor deste jornal, José Henriques Martins, conhecido como J.H.Martins, ganhou o 1.º lugar na categoria Autor de Romance, com o seu livro, romance juvenil, “Nath: A Jornada do Despertar” publicado na Editora UICLAP.

Este ano participou da 2.ª edição, 2023, deste prêmio, com o seu poema ‘Resiliência’ e conquistou mais um troféu de 3.º lugar na categoria “Poesia de Destaque“.

Estou muito feliz por esse prêmio. Isso me mostra que estou no caminho certo.

J.H.Martins

RESILIÊNCIA
 
Resiliência é a força que nos move
É a coragem de enfrentar as adversidades
É ter a capacidade de se reinventar e evoluir
E seguir em frente mesmo diante das dificuldades
 
A resiliência é a arte de se adaptar
E transformar as situações difíceis em oportunidades
É uma postura que nos ajuda a caminhar
E a encontrar a luz no fim das tempestades
 
Com resiliência, somos capazes de superar
Os obstáculos que surgem em nosso caminho
É a capacidade de aprender a recomeçar
E de se fortalecer com cada tropeço e espinho
 
A resiliência é uma virtude que nos ensina
Que somos mais fortes do que imaginamos
E que podemos encontrar a saída, mesmo em meio à neblina
E transformar nossos desafios em degraus que escalamos
 
Não há nada que não possamos conquistar
Quando temos resiliência em nosso coração
Pois com ela, podemos sempre nos superar
E encontrar a paz e a felicidade em cada situação
 
Então, cultivemos a resiliência em nosso ser
E deixemos nossa alma se fortalecer
Pois com essa virtude, podemos vencer
E nos tornar pessoas mais fortes e plenas de poder.”

J.H.Martins

O poeta e escritor este ano já conquistou outros prêmios com seu trabalho literário, a saber:

  • Prêmio Carioca de Excelência Literária
  • Prêmio de Londres de Literatura
  • Prêmio Luso brasileiro



Portugueses, ex-colonos e migrações

Nestes dez de junho de dois mil e vinte e três, pensa-se que será oportuno escrever algo sobre Portugal, Camões e as Comunidades Portuguesas, espalhadas por todos os cantos do mundo.”

Diamantino Bártolo

Diamantino Bártolo

Nestes dez de junho de dois mil e vinte e três, pensa-se que será oportuno escrever algo sobre Portugal, Camões e as Comunidades Portuguesas, espalhadas por todos os cantos do mundo.

Muito embora Portugal, desde o princípio da sua História, como país independente, sempre se tenha integrado, fisicamente, no agora denominado ‘velho mundo’ (Europa), ainda que tacitamente, na verdade, foi a partir dos sucessivos alargamentos do Bloco Económico, hoje designado União Europeia e da adesão de Portugal a este Grupo, que o país se sentiu mais europeu, designadamente a partir de 1986, até à revolução de Abril de 1974, porque até então, nem todos os países da Europa e do resto do mundo democrático, tinham boas relações com Portugal.

Também é certo que as ligações com as ex-colónias portuguesas nem sempre foram as melhores, devido ao regime político autoritário vivido no país, que afetava a boa convivência com o mundo democrático. Tal situação, não é da responsabilidade do povo anónimo português, nem dos povos colonizados por Portugal, que apenas desejavam uma vida de trabalho e em paz.

Conhecem-se os reflexos migratórios dos portugueses no século XIX e início do século XX para uma das mais importantes ex-colónias, o Brasil, que à época teria acolhido centenas de milhares de portugueses, por vários motivos, que nunca tiveram dificuldades de integração naquele país, bem pelo contrário, de resto, ainda hoje, os portugueses e Portugal beneficiam de facilidades diversas, relativamente evidentes, comparativamente com outras ex-colónias, acreditando-se que a partir de um passado muito recente, a situação possa vir a melhorar, principalmente devido à alta qualidade de mão-de-obra portuguesa e brasileira.

No que à União Europeia se refere, é sabido que ao nível dos vinte e sete países que atualmente (2023) a integram, a livre circulação de pessoas, mercadorias, capitais e estabelecimento, constituem como que os principais pilares para um espaço de mais de quinhentos milhões de habitantes, embora continuem a verificar-se diversas dificuldades, na fixação de nacionais de uns países noutros países, isto é: nem tudo é tão fácil, conforme parece resultar dos diversos tratados.

A institucionalização de uma moeda única (euro) para os países que a ela aderiam é outro fator de coesão, também parcial. O Parlamento Europeu funciona plenamente e a Comissão Europeia elabora, coordena e fiscaliza as diretivas que são emanadas para todos os países. Estuda-se, também, a possibilidade de uma Federação de Estados e de uma Constituição Federal e vários têm sido os Tratados aprovados e postos em vigor.

Portugal assumiu, porém, outros compromissos com as suas ex-colónias: PALOP – Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa e, mais recentemente, o que foi designado por CPLP – Comunidade dos Povos de Língua Portuguesa que, em concreto, ainda não atingiram toda a dinâmica que estaria na perspectiva dos respetivos legisladores e, portanto, os resultados, não surgiram, na sua plenitude, pensando-se que, finalmente, se começam a dar os primeiros passos.

Pouco se tem progredido nas dimensões culturais, eventualmente, por dificuldades diversas, excetuando-se a manutenção da língua portuguesa, cultura, história, artes, tudo o resto funcionara como países terceiros à União Europeia, o que se considera injusto e até imoral: injusto porque nem sempre existe reciprocidade do lado português, relativamente a determinadas facilidades concedidas pelas ex-colónias; imoral porque Portugal teria o dever de dar melhor acolhimento aos nacionais dos países da CPLP, uma vez que estabeleceu com eles um tratado, aliás, veja-se a título de exemplo, o “Tratado de Amizade e Cooperação entre o Brasil e Portugal de 2000” assinado em Porto Seguro em 22 de Abril de 2000 e que, ao que se comenta, tem vindo a ser de difícil aplicação, designadamente na legalização de cidadãos lusófonos, em Portugal.

Igual atenção deverá ter para com os imigrantes, refugiados e perseguidos, oriundos de países que, em tempo, acolheram os nossos emigrantes com carinho e respeito, para além de lhes concederem trabalho e as regalias sociais, tais como os nacionais desses países. Felizmente, há vários indícios que Portugal estará a reestabelecer as melhores relações possíveis, com as suas ex-colónias.

Parece, portanto, chegado o tempo de Portugal, e as suas ex-colónias, implementarem os acordos a que se comprometeram, regulamentarem todos os preceitos neles contidos, em ordem ao funcionamento de uma verdadeira comunidade, onde a livre circulação e fixação de pessoas, bens, mercadorias, capitais, seja uma realidade de imediato.

Não se coloca em causa o estabelecimento de condições, para que todos os cidadãos possam usufruir da qualidade de vida, a partir do direito ao trabalho, à segurança social, à assistência médica e medicamentosa, a uma habitação condigna, educação e formação, entre outras, tal como está previsto para os cidadãos nacionais.

Diamantino Lourenço Rodrigues de Bártolo

Presidente do Núcleo Académico de Letras e Artes de Portugal

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Na magia dos loucos

Paulo Siuves: Poema Na magia dos loucos

Paulo Siuves

Em meio à escuridão, a solidão me envolve

Lágrimas silenciosas escorrem pelo rosto

Na magia dos loucos, encontro meu refúgio

Onde as emoções fluem e o mundo se torna difuso

As lágrimas são como notas musicais silenciosas

Compondo uma canção triste, cheio de fastio

A dor transborda em cada acorde, em cada verso

No palco da minha alma, sou o protagonista vazio

Nessa magia dos loucos, os pensamentos se libertam

As máscaras caem, revelando a verdadeira face

Sou um equilibrista, dançando na corda bamba da insanidade

Um artista desajustado em um circo que não tem lugar

Enquanto choro em silêncio, a esperança se esconde

Mas nos olhos cansados, ainda brilha um pouco de luz

A loucura me abraça, sussurra segredos em meus ouvidos

E na escuridão, encontro um conforto que me seduz

Na magia dos loucos, encontro um lar na insanidade

Um lugar onde a tristeza é transformada em arte

E mesmo em meio ao caos, encontro minha serenidade

Chorando em silêncio, na magia dos loucos, encontro minha parte.

Paulo Siuves

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Blog: Paulo Siuves
Poesias: Paulo Siuves

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Alimentar

Clayton Alexandre Zocarato: Poema ‘Alimentar’

Clayton Zocarato

Por suas bocas…

A peste…

Se, pronuncia…

Na mesa vazia…

Razias de estômagos…

Famintos…

Caminhando pela mendicância…

Muitas extravagâncias…

A ganância…

Produz ânsias…

É necessário alimentar o…

Espírito…

E jejuar…

O ego…

Clayton A. Zocarato

Clatalexandrezocarato@yahoo.com.br

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