Quando o silêncio deixa de ser casa

Quando as paredes da mente ecoam o indizível: a escrita reflexiva e visceral de Adriana Rocha

Adriana Rocha
Adriana Rocha
Ilustração simbólica sobre o enfrentamento à violência doméstica, com uma mulher deixando um ambiente de medo e opressão por uma porta aberta para um caminho iluminado. Elementos em tons lilás representam proteção, escuta, diálogo, respeito, autonomia e dignidade. Em primeiro plano, flores, uma balança da justiça, uma fita lilás e materiais sobre mediação reforçam a mensagem de segurança e liberdade.
https://chatgpt.com/c/6a846ef7-2774-83e9-ad81-29b4869bfe7c

Agosto Lilás nos convida a olhar para uma realidade que, muitas vezes, permanece escondida atrás das portas de uma casa, dos silêncios de uma família e das justificativas que tentam normalizar aquilo que jamais deveria ser normalizado: a violência doméstica.

Falar sobre enfrentamento à violência contra a mulher é falar sobre proteção, dignidade, autonomia e, sobretudo, sobre o direito de viver sem medo.

Nesse contexto, a mediação privada precisa ser compreendida com responsabilidade. Mediação não é sinônimo de reconciliação a qualquer custo, tampouco pode transformar uma situação de violência em uma simples divergência entre partes colocadas em condições aparentemente equivalentes.

A essência da mediação está no diálogo qualificado, na autonomia e na construção responsável de soluções. Mas esses princípios somente podem ser exercidos quando existem condições mínimas de segurança, liberdade e equilíbrio para que a pessoa possa se expressar e decidir.

Em situações que envolvem violência doméstica, o primeiro compromisso deve ser com a proteção da pessoa em situação de violência. Antes de perguntar “como podemos construir um acordo?”, é necessário perguntar: “há segurança para que essa pessoa possa escolher?” Essa mudança de perspectiva é fundamental.

A violência pode assumir diferentes formas: física, psicológica, sexual, patrimonial e moral. Nem sempre deixa marcas visíveis. Algumas das feridas mais profundas são produzidas por ameaças, humilhações, controle, isolamento, medo e dependência econômica.

Por isso, o mediador e a mediadora precisam estar preparados para reconhecer sinais de vulnerabilidade, compreender os limites éticos e jurídicos de sua atuação e saber quando a mediação não é o caminho adequado.

A mediação privada não deve ser utilizada para silenciar conflitos, produzir acordos a qualquer preço ou conferir aparência de normalidade a relações marcadas pela violência.

Ao contrário: quando adequadamente compreendida, ela reafirma que autonomia não existe onde há coerção; consenso não existe onde há medo; e diálogo não pode ser confundido com submissão. Isso também nos leva a uma reflexão sobre a cultura da pacificação.

Pacificar não significa simplesmente fazer com que as pessoas parem de discutir. Pacificação verdadeira pressupõe respeito, segurança, reconhecimento de direitos e possibilidade real de escolha.

Em determinados contextos, a melhor intervenção do profissional da mediação pode ser justamente não mediar.

Reconhecer esse limite não representa fracasso. Representa competência, ética e compromisso com uma cultura de paz que não seja construída sobre o silêncio de quem sofreu violência.

O Agosto Lilás, portanto, não deve ser apenas um período de campanhas e manifestações simbólicas. Deve ser uma oportunidade para aprimorarmos práticas profissionais, ampliarmos a informação, fortalecermos redes de proteção e qualificarmos cada vez mais os espaços de acesso à justiça.

Na mediação privada, especialmente, precisamos compreender que acolher não significa substituir a vontade da pessoa; proteger não significa decidir por ela; e promover o diálogo não significa obrigá-la a dialogar.

Há momentos em que a escuta é o primeiro passo para a autonomia. Há momentos em que o silêncio é um pedido de proteção. E há momentos em que dizer “não” à mediação é, justamente, uma forma de dizer “sim” à dignidade.

Que o lilás de agosto não seja apenas uma cor. Que seja um compromisso!

Um compromisso com relações sem violência, com profissionais preparados, com instituições responsáveis e com uma sociedade capaz de compreender que a paz verdadeira jamais pode ser construída à custa da segurança, da liberdade ou da dignidade de alguém.

Porque, diante da violência doméstica, o primeiro consenso que precisamos construir é aquele que nenhuma mulher deveria precisar negociar: o direito de viver em segurança.

Adriana Rocha

Voltar

Facebook




No palco feminista

Carlos Carvalho Cavalheiro: Resenha ‘No palco feminista’

Carlos Carvalho Cavalheiro
Carlos Carvalho Cavalheiro
Adriana Rocha
Adriana Rocha Leite

No Palco feminista.

Este é o título do livro recém-publicado pela escritora Adriana Rocha Leite.

Advogada de profissão, especialista em mediação e comunicação não-violenta, Adriana – que já tem em seu ‘cartel’ mais de dez títulos publicados – enveredou pela estrada que leva a um lugar de reflexão do papel da mulher na sociedade e dos desafios diante de uma cultura massivamente patriarcal e machista. Nesse caminho, colheu as mais interessantes palavras com as quais vestiu as histórias contadas nesse livro.

Em ‘No palco feminista’, Adriana narra a trajetória de três personagens femininas, que, aparentemente, refletem a mesma mulher em processo de construção de sua identidade – essa busca de saber quem somos no lugar em que estamos – da infância, passando pela juventude e pela maturidade.

Poeticamente, as personagens de Adriana Rocha Leite possuem em seu nome o mesmo sufixo ‘ina’: Carina, Santina e Justina. Menina, feminina, mas, também, designativo feminino para muitas palavras: maestrina, inquilina, divina, taurina, matutina, bailarina…

Carina é a menina que procura entender o mundo que a rodeia e as regras sociais estabelecidas para a mulher. Não é necessariamente uma pessoa passiva, muito pelo contrário, mas que busca nas brechas as rotas de saída para a sua sobrevivência. Assim, vai entendendo o funcionamento da máquina que move a sociedade e, ao fim, por meio da aquisição do conhecimento, se transforma. Talvez, seja possível imaginar que o nome Carina se refira a caridade em sua etimologia: caritas, amor incondicional, algo caro, que possui valor. A transformação da consciência de Carina é, de fato, uma conquista de grande valor numa sociedade que ainda insiste em separar os seres humanos – por gênero, cor, etnia, religião, pensamento… – para produção da desigualdade.

Santina é a jovem que decide seguir as normas sociais e se tornar coadjuvante na vida de casada. O nome remete, parece, a santa e isso nos leva a diversos referenciais como a de mártir que abre mão de sua vida por algo que aparentemente é um bem maior. No entanto, a sua consciência se desperta no dia do casamento e ela percebe que esse não é a melhor opção. Quando somos jovens, tanto homens quanto mulheres, em geral ainda não desenvolvemos a maturidade suficiente para as nossas melhores escolhas. Mas a narrativa de Adriana Rocha vai um pouco mais a fundo. Ela desvenda o mundo em que a existência da mulher, via de regra, só é permitida quando associada a um homem. “Por trás de um grande homem há uma grande mulher”, diz o adágio. Por que atrás do homem? Por que não pode estar ao seu lado? “E eu os declaro marido e mulher”. Por que o homem é sempre homem, mesmo se não estiver casado, mas a mulher só se torna tal quando se casa? Que força tem essa união com o homem que legitima o reconhecimento da pessoa feminina como mulher?

Justina, por outro lado, é a mulher madura que já se viu em todas as outras situações vivenciadas pelas outras personagens e, também, por situações outras como a de abuso na infância. Porém, guerreira, ela superou todas e, agora, ensina as mulheres a não se sujeitarem mais aos desmandos do machismo. Alcançou a justiça (acho que é daí a inspiração do seu nome) e está num pedestal como a mulher que luta por seus direitos. Refaço a conclusão: ela não está no pedestal (talvez, Santina estivesse). Ela está no palco. Mas, agora, ela é a protagonista!

Ao final do livro, Adriana nos traz a trajetória da atriz Dina Lisboa, que rompeu com os padrões conservadores de sua época.

O livro ‘No palco feminista’, de Adriana Rocha Leite é leitura obrigatória para toda e qualquer pessoa. Para as mulheres, há de servir como inspiração. Para os homens, certamente, como lição a ser aprendida.

Carlos Carvalho Cavalheiro

19.12.2023

Voltar: http://www.jornalrol.com.br

Facebook: https://facebook.com/JCulturalRol/




Adriana Rocha: 'Reagindo ao conflito'

Adriana Rocha

Reagindo ao conflito

A abordagem adequada em relação ao conflito pode ser transformadora de relações, ou seja, a forma como se lida com tais situações deve impulsionar o amadurecimento emocional e, consequentemente, o relacional. Mas como conseguir tal proeza?

O autoconhecimento é o primeiro passo: é preciso perceber que sentimentos aquele conflito gera, para, com tal identificação, buscar mecanismos que possibilitem que sejam trabalhados interna e externamente.

Socialmente, somos ‘bombardeados’ com ideias e máximas equivocadas, que ignoram o conflito ou o potencializa: medidas, atitudes e reações extremas, que não favorecem a solução, gerando desequilíbrios graves para convivência e rupturas desnecessárias.

O exercício do respeito mútuo às diferenças exige aprendizagem. Sim, é preciso aprender a conviver. Não vivemos isolados e, mesmo que se consiga morar em ambientes de maior controle comportamental, como em condomínios, o contato com o outro é inevitável. Estamos expostos e não há como negar tal situação. E, quanto mais pessoas envolvidas, maior o ‘risco’ e a possibilidade de conflito.

Neste contexto, como reagir e perceber o conflito numa perspectiva positiva? A busca da despolarização indica o início da abertura para o diálogo, que exige, sempre, a reciprocidade.

Significa que as ‘partes’ não devem ser vistas como antagônicas, em polos distintos (uma está certa e a outra, errada), mas como pessoas, que mesmo diante das diferenças, descobrem pontos em comum, que favoreçam a convivência, buscando ação e reação colaborativas e cooperativas, evitando a competição e a exclusão/aniquilação daquele que pensa e/ou age diferente.

Sob a perspectiva positiva, os envolvidos se preparam para a solução, focados na questão pontual do conflito e não nas suas espirais negativas, ou seja, a questão é tratada sob a visão das possibilidades e necessidades  de cada um, nos ganhos mútuos e não nos exclusivamente individuais.

A mudança comportamental não é linear, tampouco rápida: exige-se repetição de falas, análises e ação. É preciso ensinar que há opções válidas, seguras e eficientes para se resolver um conflito, sem confronto e sem violência. A escolha parece ser individual, mas tem que ser coletiva e, sobre isso conversaremos na próxima. Vamos em frente!

Adriana Rocha

adriana@lexmediare.com.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 




Adriana Rocha: 'Tudo novo ou tudo de novo?

Adriana Rocha

Tudo novo ou tudo de novo?

Todo início de ano repete-se o ritual de novas promessas, novas intenções, novos projetos, enfim, mudanças, mas… como concretizar o novo fazendo do mesmo jeito que antes? Não se trata de antigo, porque o antigo deve ser preservado e valorizado. Trata-se do ultrapassado, vencido, inservível.

Quando se fala em vivências e experiências, citando Belchior, “o passado é uma roupa que não nos serve mais”, e, por mais que se queira guardar (a roupa ou o passado), é preciso compreender e aceitar que “o novo sempre vem”.

Mas a vida exige posturas além das metáforas: exige reflexão e ação! Resultados diferentes não são obtidos a partir de repetições de padrão.

É, neste contexto, que trago, logo nos primeiros dias do ano novo, uma provocação: como você tem resolvido suas pendências e seu conflitos? Usa da tática de fuga, de evitação ou de enfrentamento e agressão?

Aprendemos, desde cedo, que conflitos são ruins e devem ser excluídos da nossa vida o mais rápido possível. Cada pessoa tem sua forma de ‘encará-los’, não raras vezes, com um imenso desgaste físico, emocional e financeiro.

Além da provocação, apresento um desafio: e se os conflitos fossem ‘encarados’ como uma oportunidade de mudança? Ruptura à zona de conforto (está mesmo confortável?). E se você buscasse uma forma diferenciada para entendê-los e uma solução que contasse com a presença de uma pessoa capacitada, conhecedora de caminhos efetivos para o diálogo (não para a discussão)? E se, além das suas necessidades e interesses, fosse possível e razoável preservar também os interesses do outro lado, que até agora você chamava de oponente, parte contrária ou mesmo rival?

Não se resolvem pendências com mágoas, agressões e violência. Há opções viáveis e adequadas, dentre elas a mediação. Não, não é um acordo o objetivo, mas é a reflexão sobre a situação e o restabelecimento da comunicação, o enxergar as próprias necessidades sem ter que aniquilar e ignorar as do outro.

Não se busca “ganhar” tudo ou fazer concessões insatisfatórias. Trata-se de uma oportunidade de diálogo, um espaço seguro, sigiloso e confidencial, em que falar e ser ouvido, com respeito, é parte mínima da construção de um consenso, da tranquilidade para tomar decisões pautadas em reciprocidade, prevalecendo o protagonismo (você com poder de decisão) e autonomia de vontade.

A mediação oferece-lhe caminhos que facilitarão sua trajetória e, ao longo dos próximos meses, abordaremos temas relevantes para que você se sinta à vontade para conhecê-la e usufruir, integralmente, dos seus benefícios. Desafiador, não é? Mas, afinal, qual é o seu propósito para o ano que se inicia? Tudo de novo ou tudo novo?

Adriana Rocha

Adriana@lexmediare.com.br

 

 

 

 

 

 




Adriana Rocha lança o 11º livro na Edição Virtual da V FLAUS

‘Capuna’  é definido pela autora como “uma epifania, um momento de revelação entre dimensões não identificáveis, mas completas de significados”

A escritora Adriana Rocha lançará o seu 11º livro às 15h20, durante a Edição Virtual da V FLAUS – Feira do Livro e Autores Sorocabanos.

Capuna, publicado pela Crearte Editora é definido pela autora como “uma epifania, um momento de revelação entre dimensões não identificáveis, mas completas de significados”.

As ilustrações são de Caique Ferraz e o desenho da capa foi bordado por Zilda Fonseca Rosas.

Élcio Mário Pinto é o prefaciador.

A autora

Escritora com 11 (onze) livros publicados. Capista, revisora e diagramadora de livros.

Advogada. Pedagoga. Mediadora judicial e privada. Instrutora em mediação pelo Conselho Nacional de Justiça.

Presidente da Comissão de Mediação da OAB de Itapetininga/SP.

Participa dos projetos literários da Lexmediare: ‘O escritor em todos os cantos’, ‘Caravana Literária’ e ‘O escritor na casa do Leitor’.

 

 

 

 

 




Adriana Rocha: 'Silêncio!'

Adriana Rocha

Silêncio

Sou uma mulher de palavra. Literalmente. Metaforicamente. Palavra literária. Palavra escrita. Palavra falada. A fala é meu alimento diário: é líquida, é sólida,  é gasosa. Jamais insípida, inodora ou incolor (tríade que combina somente com a água).

Ouço as letras conversando, formando palavras que se unem em frases e parágrafos. Tornam-se textos. É um bailar visual, mas eu as consigo sentir! Enquanto elas dançam, provocantes, eu canto! Sigo o som dos bemóis que embalam a dança…

Nada entendo, tecnicamente, de música, das suas erudições, mas permito que me envolva e me embale em seu ritmo. Danço desengonçadamente, mas não me importo: permito-me a liberdade corporal e me entrego aos passos improvisados.  Letras dançantes, na escrita elciana.*

É assim que escrevo: permitindo que as palavras me provoquem (risos, cócegas, dores, êxtase, medo, insegurança…). Sei escutá-las. Sim, eu que falo tanto, silencio-me para deixar que elas falem comigo e para mim. Aceito que me convidem para sua dança. Não me importo se há ritmo! As palavras me tomam pela mão, puxam-me pela cintura e me enlaçam! Sopram obscenidades, mudam de assunto, fazem uma oração… Fecho os olhos e permito-lhes um momento de intimidade.

Mágica! Viajo por histórias que não são minhas, mas que gritam para que eu as revele ao mundo! Não posso ignorá-las, fingir que nada tenho com isso, que se virem e busquem outra pessoa para trazê-las ao mundo. É a mim que querem. É a mim que se despiram, mostrando-se completamente. Mesmo de olhos fechados eu as enxergo. Então, sorrio e as acolho. Quero um contato delicado, não assustá-las, mas, às vezes, elas simplesmente saltam sobre mim: sinto o baque do chão sem proteção. Aceito.

Aprendi muito cedo a força que emana das palavras. Aprendi que elas têm a força de romper os grilhões. Masculinos. Autoritários. Misóginos.

A palavra é feminina e sabe seduzir. Quem se atreve a ignorá-la tem que suportar a limitação de não conseguir se expressar, de forma adequada: faltaram-me as palavras! E quando isso acontece, resta o calar-se. Caso e assunto encerrado. Quem tem as palavras vangloria-se da vitória e quem não as tem, lamenta pelo vexame de não conseguir se manifestar.

Não nego, tampouco desconsidero as múltiplas possibilidades de linguagem e de comunicação, mas valorizo a beleza de formar frases, de permitir o nascimento de uma história, de um manifesto, de uma lei, de uma oração. Inegável que podem ser orais, mas como ficam belos quando são registrados em palavras! Eternizam-se.

Palavras exigem silêncio. Que contradição! Não é possível ouvi-las quando o barulho se instala. Exigem foco, atenção exclusiva. Eu as entendo. Respeito. Concordo.

Eu as aprecio, as degusto como um cálice divino. Cada uma tem o seu sabor, embriago-me. Então, faço uma reverência e silencio-me também. Depois, como se estivesse esperando o grande momento catártico, grito e permito que elas ocupem todos os espaços. Fecundadas. Palavras de mulher!

*Elciana: referente ao escritor Élcio Mário Pinto.

Adriana Rocha

adriana@lexmediare.com.br

 

 

 

 




Escritora itapetiningana Adriana Rocha lança seu 8º livro: Confissões Pandêmicas!

O lançamento foi virtual, pela Plataforma Google Meet e teve a participação dos leitores de Sorocaba, Itapetininga, Boituva, Tatuí e Votorantim/SP, Taperoá/PB e Navegantes/SC

Na noite do 13 de agosto de 2020, quinta-feira, em Sorocaba, às 20h, a escritora itapetiningana Adriana Rocha, promoveu o lançamento do seu 8º livro, Confissões Pandêmicas. Publicado pela Crearte Editora e prefaciado pelo escritor Élcio Mário Pinto, teve o apoio da Primeira Câmara de Mediação e Arbitragem de Itapetininga e Região – LEXMEDIARE Ltda, através de seu projeto cultural e literário, Lexpublica.

O lançamento foi virtual, pela Plataforma Google Meet e teve a participação dos leitores de Sorocaba, Itapetininga, Boituva, Tatuí e Votorantim/SP, Taperoá/PB e Navegantes/SC. A interação com o público aconteceu por meio de perguntas e comentários num ambiente de total descontração!

O cerimonial ficou sob a condução da escritora e poetisa Ana Cristina Rodrigues Henrique e do ilustrador Caique Ferraz.

Adriana foi agraciada com os poemas escritos durante o evento pelos amigos Cláudio Marinho de Oliveira e Leandro Leite, ambos de Taperoá/PB.

Confissões Pandêmicas é um conto em forma de monólogo: em tempos de pandemia, uma vendedora enfrenta a maior crise de sua existência. Será pelo produto vendido?  Será pelo desejo de mudar de vida? Será pelo legado que quer deixar frente ao perigo da morte? O texto acompanha sua vida, seus alentos e desalentos em confissões abertas e sinceras. Impossível não refletir sobre os dilemas apresentados pela personagem.

O valor do livro autografado é R$ 20,00 (vinte reais) e será enviado pelos Correios.