Ode à Competência

Jornal ROL inaugura nova seção: ODE À COMPETÊNCIA, e apresenta aos leitores um nordestino arretado:
Bruno Alves Feitosa!

Logo da seção Ode à Competência
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Bruno Alves Feitosa
Bruno Alves Feitosa

Bruno Alves Feitosa é um brasileiro, feito ‘radiografia’ do Nordeste. Filho do professor universitário Nivaldo Alves Feitosa e de Maria de Lourdes da Silva, é natural de Recife (PE).

Posteriormente, transferiu-se com a família-se para Natal (RN) e, no início dos anos 80, fez de Recife (PE) seu segundo lar, trazendo para o estado acervos culturais, como o Cavalo Piancó. Do mestre Nonato Araújo, de Fortaleza (CE) , foi-lhe concedido o privilégio de articular o Jaraguá Reisado em Pernambuco, dentro do Maracatú Nação, do Cangaço e da Ciranda.

Bruno é artista cultural multifacetado: promotor da preservação do meio ambiente, da agricultura e do Patrimônio das tradições culturais; diretor de dois blocos de Carnaval: Bloco Cultural Cavalo Piancó e Bloco Cultural Malassombro do Jaraguá; locutor da Rádio Amizades da Saozinha; membro do Grupo Cultural Águia Nordestina de Bacamarteiros de Moreno; jornalista da Produtora de Filmes Latinidade; membro do Bará Brasil África Raízes Ancestrais Diversidades Culturais Afroindígenas em Minas Gerais e defensor dos direitos sociais na empresa Recanto Intelectual.

Bruno Alves Feitosa
Bruno Alves Feitosa

Na qualidade de presidente da República Alternativa Cultural Recife, Instituto que foi idealizado no ano de 1989 por ele e pelo professor e pedagogo Nivaldo Alves Feitosa, com um acervo multicultural e uma constelação de 48 reis e rainhas da cultura nordestina, tem como objetivo utilizar o multiculturalismo como ferramenta pedagógica, onde valores humanos são engajados para o exercício da cidadania cultural, a partir da interpretação da cultura como um acervo de conhecimentos aplicados mediante as capacidades humanas, agregadas em pleno exercício, visando a construção da identidade histórica de uma sociedade.

Buno Alves Feitosa é um expoente do veículo de comunicação, que tem como objetivo fundamental articular o acervo das tradições culturais como ferramenta multidisciplinar, que visa o engajamento da sociedade ao exercício da consciência de identidades, promovendo, assim, a preservação do Patrimônio Histórico e da Herança Cultural no Brasil e no mundo. Tem trabalhos realizados por meio de vários congressos culturais, como também pela rádio.

Na área da educação, Bruno é um incansável estudante: Doutorado em Jornalismo pela Coniedi; Doutorado em Ciência da Religião e Capelania, e Pós-Graduação em História da Igreja pelo Instituto Teológico Jeová Rafá – ITEF e Pós-Graduação em Jornalismo e História e Cultura Afro-indígena, pela Educa Mais Minas.

Na área acadêmica, detém o título de Cônsul Honorário de Pernambuco, outorgado pela Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências Letras e Artes – FEBACLA.

Apresentação do Cavalo Piancó: https://www.youtube.com/watch?v=Fu3YpAr8h8Y

Reisado Folia de Reis – Apresentação do Jaraguá: https://www.youtube.com/watch?v=oT7ZYiQzxn0

Bruno Alves Feitosa, desta forma, inaugura, honrosamente, a nova seção do Jornal Cultural ROL: ODE À COMPETÊNCIA! E, a partir de agora, também passa a ser Correspondente Cultural pelo Nordeste!

Bruno Alves Feitosa
Bruno Alves Feitosa

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De Recife (PE), Bruno Alves Feitosa é o mais novo Correspondente do Jornal ROL!

Bruno Alves Feitosa

Presidente da República Alternativa Cultural Recife PE, Bruno Alves utiliza o multiculturalismo como ferramenta pedagógica

Bruno Alves Feitosa  é natural de Terezina (PI). Possui Doutorado em Ciências das Religiões, Doutorado em Capelania, Mestrado em História da Igreja e Bacharelado em Teologia.

Atualmente, é promotor cultural e sua obra é realizada através de apresentação de programas e congressos culturais pelo Nordeste.

É  Diretor da República Alternativa Cultural Recife PE, instituto que foi idealizado no ano de 1989 por ele e pelo professor e pedagogo Nivaldo Alves Feitosa, tendo como objetivo  utilizar o multiculturalismo como ferramenta pedagógica, onde valores humanos são engajados para o exercício da cidadania cultural  a partir da interpretação da cultura como um acervo de conhecimentos aplicados mediante as capacidades humanas agregadas em pleno exercício visando a construção da identidade histórica de uma sociedade.     

Presidente da República Alternativa Cultural – Recife PE; Diretor do Bloco Cultural Cavalo Piancó – Recife (PE); Diretor do Bloco Cultural Malassombro do Jaraguá – Recife e Vice-líder  do Recanto Intelectual – Recife.

Bruno Alves trouxe pela primeira vez na história de Pernambuco a cultura do Cavalo Piancó, folclore do Piauí. Através do Mestre Nonato Araújo presidente do Bloco Fuzuê Cultural do Jaraguá do Ceará, teve o privilégio de trazer para Recife a Cultura do Jaraguá Reisado.

Conheça estas duas expressões do folclore piauiense:

CAVALO PIANCÓ

Cavalo Piancó – Foto: Mundo da Dança

Dança realizada com casais que ficam em círculos para imitar o trote do cavalo. São diversos passos que alternam a velocidade entre moderado e rápido. Como as músicas podem ser improvisadas, a coreografia pode ser alterada por isso.

Essa palavra um tanto diferente surgiu há um tempo, como uma brincadeira divertida entre crianças de uma comunidade nordestina, que mais tarde se transformou em dança, com direito a variados ritmos e cantigas. A dança, como era de se esperar, foi passando de geração em geração e perdura até hoje nos costumes da população e até de outras regiões do Brasil.

A origem dessa dança, que possui descendência negra, se deu no município de Amarante, no estado do Piauí. Amarante se localiza às margens de três rios: Canindé, Parnaíba e Mulato. É sabido que foram nas margens do rio Canindé que os negros, na intenção de espantar o sono sob as noites de luar, dançavam o Cavalo Piancó. Hoje é difícil encontrar um habitante que não conheça essa dança, que se tornou praticamente parte da cultura da cidade de Amarante, e é também um motivo de orgulho para os cidadãos.

 

JARAGUÁ  REISADO

Elemento fantástico existente no folclore brasileiro, o Jaraguá é encontrado em várias regiões.

No Nordeste tem papel secundário no Bumba-meu-boi, aparecendo em alguns lugares de Pernambuco, Ceará, Maranhão, Alagoas, Rio Grande do Norte.

Em São Luís, o Jaraguá é “Onça”, em alguns lugares de Pernambuco a cabeça do cavalo, representa o “Babau” e no Amazonas é “Juarauá”.

Embora hoje se constitua numa figura complementar de um grupo, o Jaraguá talvez tenha sido originalmente um Reisado, um folguedo autônomo, sendo despersonalizado através dos tempos pela força do Boi.

O estranho animal dança em passos miúdos, mas de vez em quando investe sobre os assistentes aos saltos, vai de um lado para o outro batendo as queixadas, fingindo morder. É feito de uma caveira ou mandíbula de cavalo, completa, sendo os dois maxilares manobrados por um cordão forte preso a uma mola para que possam abrir e fechar acompanhando o ritmo da música com o entrechocar dos dentes. Essa “cabeça” é presa a um pau comprido e forte que lhe serve de suporte e de pescoço, tão longo quanto seja possível o portador manejar. Um pano colorido, geralmente estampado em corres berrantes, veste-o até ao chão, cobrindo também quem o carrega, havendo uma abertura à altura dos olhos. Não costumam faltar os tradicionais arranjos de flores e longas fitas ou tiras de papel à guisa de cabeleira.

O sucesso do Jaraguá é grande, principalmente entre as crianças que têm medo e fogem assustadas com a feia cabeça que bate os dentes. Sua figura, porém, é irresistível e, apesar do temor, seguem-no encantadas entre risos, cantos e gritos nervosos e alegres. No Estado do Rio de Janeiro marca sua presença no carnaval ao lado de boizinhos, mulinhas e dançadores do Mineiro-pau.