Museu da Vida Marinha de Ubatuba promove atrações

Referência de atração turística em educação ambiental oceânica, o Museu da Vida Marinha terá atividades durante todos os dias do Dia das Crianças

Felipe Domingos/Instituto Argonauta
Além da programação prevista para todos os dias do feriado, com oficinas e jogos, visitantes poderão ainda conhecer outras atrações do Museu, como a remontagem da exposição Gigantes Marinhos

Para os turistas e moradores da região que buscam opções de entretenimento com qualidade durante o feriado prolongado do dia 12 de outubro, não podem deixar de visitar o Museu da Vida Marinha de Ubatuba, no litoral norte paulista – uma oportunidade única para fazer uma verdadeira viagem no tempo, e aprender sobre diversas espécies marinhas que habitaram e habitam os oceanos.

Estão previstas atividades para acontecer durante todos os dias do feriado. Uma das novidades para esse período, é a abertura de uma nova atração, a brinquedoteca – um espaço voltado para as crianças, que estará aberto a partir de quinta-feira, dia 12, que conta com jogos lúdicos sobre a temática da vida marinha.

Outra novidade do Museu, é que a estrutura dispõe agora de um ponto de conveniência do Madallena Café  com diversas opções de salgados, sucos, cafés, salada de frutas, bolos e doces. “Também temos agora um playground infantil, com escorregador e balanço, mais uma atração à disposição dos visitantes mirins.

Tanto o ponto de conveniência como o playground e a brinquedoteca estão localizados na área de visitação gratuita do Museu da Vida Marinha, aberta ao público em geral”, detalha a bióloga marinha e Diretora Administrativa do Instituto Argonauta Luciana Sonnewend Brondizio.

PROGRAMAÇÃO DO FERIADO

Quinta-feira, dia 12/10: 

Às 11h, oficina de pintura – serão disponibilizados aos participantes desenhos de educação ambiental e de animais marinhos;

Às 15h, atividade “jogando com o Argonauta” – serão oferecidos jogos de educação ambiental para todas as idades.

Sexta-feira, dia 13/10:

Às 11hoficina de adereço – consiste em confeccionar enfeites para cabeça, de pinguins e tubarões;

Às 15hoficina de dobradura – serão elaborados marcadores de página de animais marinhos como a tartaruga-marinha, pinguim, tubarão ou uma baleia.

Sábado, dia 14/10:

Às 11h, oficina de fantoche de sombra – serão confeccionados um fantoche de pinguim, lobo-marinho ou de um golfinho;

Às 15h, atividade “jogando com o Argonauta”.

Domingo, dia 15/10:

Às 11hoficina de pintura;

Às 15h, atividade “jogando com o Argonauta”.

As atividades inseridas na programação especial do feriado prolongado estão totalmente incluídas no valor do ingresso para entrada no Museu.

O Museu está aberto diariamente, e convida o público para uma viagem no tempo – aprender mais sobre como surgiu a vida nos oceanos -, com réplicas em tamanho natural de répteis marinhos gigantes que habitaram os mares pré-históricos, até esqueletos de animais marinhos atuais. Seu objetivo é sensibilizar seus visitantes, lembrando-os de onde viemos e da importância da preservação destes ambientes para a humanidade.

Segundo o oceanógrafo Hugo Gallo Neto, Diretor do Aquário de Ubatuba e Presidente do Instituto Argonauta, o objetivo do Museu é o de sempre conectar o público ao universo marinho. “Os visitantes poderão conhecer e aprender sobre a evolução de algumas espécies e a importância da conservação da biodiversidade marinha”.

Atrações do Museu

Além das atividades oferecidas durante a programação especial do feriado, o Museu ainda proporciona outras atrações para os visitantes:

a remontagem da exposição Gigantes Marinhos, que dispõe de diversas réplicas de animais pré-históricos que habitaram os oceanos, esqueletos reais de animais da atualidade – como da baleia jubarte, taxidermia em tempo real que pode ser acompanhada pelos visitantes,

um espaço temático de impactos, que conta com uma exposição sobre os impactos da atividade humana no ambiente marinho e uma parede de ossos de animais mortos, um espaço temático com informações dos trabalhos que são realizados pelo Instituto Argonauta em prol dos ambientes costeiros e marinhos, e

uma casa sustentável com exemplos de energias renováveis que podem ser replicadas por qualquer um para otimizar os recursos naturais. Os visitantes também podem acompanhar em tempo real os animais em reabilitação no Instituto Argonauta, através dos monitores disponibilizados no interior do Museu.

Assista o vídeo abaixo, e se encante com o Museu da Vida Marinha:

Conheça o Museu da Vida Marinha em Ubatuba!

Créditos: Felipe Domingos/Instituto Argonauta

Estrutura

O Museu da Vida Marinha também dispõe de um auditório multiuso, que é aberto ao público em geral para ações como palestras, workshops, e salas temáticas. Também há sanitários e espaços que contemplam inteira acessibilidade, além de salas administrativas, departamento financeiro e salas de educação ambiental.

A sede do Museu foi projetada pela equipe de arquitetos da Terramare sob o conceito de construção sustentável, utilizando estruturas reaproveitadas de contêineres doados pela empresa Log-In Logística Intermodal e uso de madeira reflorestada e telhados verdes.

O material que compõe o acervo é proveniente dos 27 anos de funcionamento e pesquisa do Aquário de Ubatuba, e do Instituto Argonauta. O Museu da Vida Marinha é um projeto criado pelo Aquário de Ubatuba para dar suporte financeiro ao Instituto Argonauta, garantindo assim a continuidade dos trabalhos praticados há anos pela organização.

O Museu estava instalado dentro do Aquário, mas foi ampliado e transferido para a base do Instituto Argonauta, em terreno cedido pela Prefeitura Municipal de Ubatuba, no bairro Perequê-Açu em Ubatuba/SP.

SERVIÇO

O Museu tem entrada gratuita para os moradores de Ubatuba, mediante cadastro que deve ser realizado presencialmente na bilheteria, com a apresentação dos seguintes documentos:

Documento pessoal com foto;

Endereço de residência;

Comprovante de moradia fixa – no qual será aceito um dos seguintes documentos: RG de Ubatuba; Título eleitoral de Ubatuba; CNH de Ubatuba; Carteira de trabalho, ou holerite de Ubatuba; Carteira Profissional de Classe de Ubatuba; documento escolar dos filhos, como: carteirinha da escola; boletim ou comprovante de matrícula.

Maiores de 60 anos e crianças até 6 anos acompanhadas de um adulto pagante também terão acesso livre, mediante apresentação de documento de identidade.

Atualmente, funciona diariamente (de segunda a domingo), das 10h às 18h. O valor do ingresso é R$21,00, com meia entrada (R$10,50) para estudantes até 17 anos com carteirinha, estudantes universitários com documento, professores com carteirinha e menores de 12 anos.

Para agendamento de escolas e grupos especiais entrar em contato pelo telefone: (12) 38335789.

O Museu da Vida Marinha @museudavidamarinha está localizado na Avenida Governador Abreu Sodré, 1067 – Perequê-Açu, Ubatuba/SP.

Para saber mais consulte o site: https://institutoargonauta.org/projetos/museu-da-vida-marinha/

Sobre o Instituto Argonauta

@institutoargonauta foi fundado em 1998 pela Diretoria do Aquário de Ubatuba @aquariodeubatuba.oficial e reconhecido em 2007 como OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público). O Instituto tem como objetivo a conservação do Meio Ambiente, em especial a conservação dos ecossistemas costeiros e marinhos.

Para isso, apoia e desenvolve projetos de pesquisa, resgate e reabilitação da fauna marinha, educação ambiental e resíduos sólidos no ambiente marinho, entre outras atividades. O Instituto Argonauta também é uma das instituições executoras do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS).

Seja um Argonauta!

Venha conhecer o Museu da Vida Marinha @museudavidamarinha, na Avenida Governador Abreu Sodré, 1067 – Perequê-Açu, Ubatuba/SP, aberto diariamente.

Para acionar o serviço de resgate de mamíferos, tartarugas e aves marinhas, vivos debilitados ou mortos, entre em contato pelos telefones 0800-642-3341 (horário comercial) ou diretamente para o Instituto Argonauta: (12) 3833.4863 – 3833.5789/ (12) 3834.1382 (Aquário de Ubatuba) / (12) 3833.5753/ (12) 99705.6506 e (12) 99785.3615 – WhatsApp.

Também é possível baixar gratuitamente o aplicativo Argonauta, disponível para os sistemas operacionais iOS (APP Store) e Android (Play Store). No aplicativo, o internauta pode informar ocorrências de animais marinhos debilitados ou mortos em sua região, bem como informar ainda problemas ambientais nas praias, para que a equipe do Argonauta encaminhe a denúncia para os órgãos competentes.

Conheça mais sobre o nosso trabalho em: www.institutoargonauta.orgwww.facebook.com/InstitutoArgonauta e Instagram: @institutoargonauta

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O escritor e poeta Nicanor Filadelfo Pereira presta homenagem ao Dia da Criança, com o conto infantil 'Dona Abóbora e dona Melancia'

Não me julgo superior, e nunca me julgarei superior a ninguém, por que sei que todos, criados pela Mão Divina, temos o nosso valor. Não sou melhor, nem pior, sou a melancia.”

 

Numa fazenda bem grande, lá no sertão de Goiás, nasceram, perto do milharal, a dona Abóbora e dona Melancia. Eram pequenas e redondinhas. Bem bonitas, umas gracinhas. A terra onde elas nasceram era muito boa, e o clima quente e úmido favorecia para que elas crescessem rapidamente. Logo, logo, ficaram grandes e redondonas, gorduchas, maiores que as bolas de futebol. Todos que por ali passavam elogiavam-nas.

Que lindas!… Como cresceram… Até dá dó de colhê-las…

Mas, entre os visitantes da fazenda, não havia unanimidade de opiniões. Uns diziam que a melancia era mais bonita e mais importante para o ser humano, porque ela era mais vermelha e bem doce. Outros, porém, discordavam dizendo que a abóbora era muito mais bonita, com sua casca mais robusta e de muito maior utilidade para os homens, porque dela faziam-se doces e compotas, como também, pratos salgados de origem africana, como o quibebe, e servia, ainda, para a alimentação dos animais da fazenda.

Estas manifestações parciais, que menosprezavam uma e engrandecia a outra criavam um clima de disputa entre elas.

Dona Abóbora, cheia de complexos de inferioridade, exteriorizava este infeliz sentimento, com o seu ar de superioridade, enaltecendo as suas próprias qualidades, repetindo as frases que ouvia dos transeuntes a seu respeito; claro, que sempre acrescentando algo mais:

— Ouviste, dona Melancia, o que aquele senhor alto, de bigode, falou a meu respeito? Ele disse que eu sou mais robusta e consistente, não sou aguada como Vossa Senhoria, dona Melancia! Sou mais útil na culinária, tanto para doces quanto para salgados.

Dona Melancia, humilde e singela, que não tinha o tal complexo, silenciosamente ouvia tudo o que sua adversária alardeava e, simplesmente, respondia:

Não me julgo superior, e nunca me julgarei superior a ninguém, por que sei que todos, criados pela Mão Divina, temos o nosso valor. Não sou melhor, nem pior, sou a melancia.

Estavam nesta infrutífera discussão, quando passou por elas um homem de Deus que, ouvindo-as, disse:

Posso entrar nessa conversa?

— Pois não, Homem de Deus, respondeu toda cheia de empáfia, dona Abóbora, julgando que ouviria muitos elogios a seu respeito.

Acudiu, então, o Homem de Deus:

— Perdoem-me por me intrometer na conversa alheia, mas, o que nós, criaturas do Deus Eterno, devemos levar em conta que não são as nossas diferenças físicas, nossas qualidades ou eventuais defeitos, porque todos, desde os bilhões de estrelas e os milhões de galáxias, ao mais ínfimo dos seres, somos a manifestação da Sua glória, e devemos servir uns aos outros. Assim como o lavrador cavou a terra, adubou-a e lançou as sementes de sua espécie, donde nasceram vocês, para admirar-se de suas virtudes, assim nos fez o Criador que tem prazer em vê-las crescer e servir aos homens. Amem-se, mesmo que sejam abóbora ou melancia.

 

Glossário:

Unanimidade – Todos com a mesma opinião;

Robusta – Forte, vigorosa, consistente, dura;

Menosprezavam – Do verbo menosprezar = ter em menos conta, pouco apreço, desprezar;

Complexos – (Psicol.) Sentimentos total ou parcialmente reprimidos, que determinam atitudes, ou comportamentos;

Exteriorizava – Do verbo exteriorizar = Tornar exterior; dar a conhecer; manifestar, externar, colocar para fora;

Enaltecendo – Do verbo enaltecer = Exaltar, engrandecer;

Transeuntes – Os que passavam pelo local;

Culinária – Relativo a cozinha, cocção de alimentos;

Singela – Simples;

Alardeava – Do verbo alardear = ostentar, publicar com vanglória, gabar-se;

Empáfia – Orgulho vão; soberba, altivez;

Eventuais – Por acaso, fortuito, ocasionais;

Galáxias – Aglomerado de estrelas;

Ínfimo – O menor de todos;

Espécie – Conjunto de indivíduos muito semelhantes entre si e aos ancestrais;

Virtudes – Qualidades

 

Nicanor Filadelfo Pereira – nicanorpereira@gmail.com

 




Banda Municipal de Itapetininga realiza concerto especial no Dia das Crianças

Mais de 200 crianças participaram da apresentação nesta segunda (9) 

Já em clima de comemorações da semana do Dia das Crianças, os alunos da EMEF Prof.ª Benedita Vieira Madalena de Almeida tiveram uma manhã especial nesta segunda-feira (9).

Os estudantes foram recepcionados pelos integrantes da tradicional Banda Municipal “Maestro Edil Lisboa” de Itapetininga.

Sob a regência do maestro Gerson Ramos, a banda executou clássicos do cancioneiro infantil, jazz, MPB, temas de filmes e canções internacionais para mais de 200 crianças.

Além de ouvirem uma boa música ao vivo, os alunos tiveram a oportunidade de conhecer de perto instrumentos musicais como saxofone, trompete, flauta e bateria. Os músicos, após a apresentação, explicaram para as crianças a finalidade e importância de cada instrumento.

A Banda “Maestro Edil Lisboa” faz visitas constantes nas escolas municipais e realiza um projeto didático que tem como finalidade estimular o gosto musical nos pequenos e destacar a finalidade de cada instrumento que compõe a banda.

Para o maestro Gerson Ramos, é sempre gratificante quando a banda se apresenta nas escolas infantis: “É muito emocionante tocar para as crianças. Percebemos que elas ficam interessadas, gostam de ouvir as músicas, cantam e dançam. Muitas delas nunca tinham visto um instrumento de perto. Todos os músicos ficam muito emocionados”, comentou após o concerto.

Sobre a Banda “Maestro Edil Lisboa”

A Banda Municipal de Itapetininga, “Maestro Edil Lisboa”, teve sua denominação criada em 1º de julho de 1.992, tendo como primeiro maestro o Sr. Laelson Cardoso do Amaral que organizou a corporação nos moldes tradicionais (dobrados, marchas militares, valsas), permanecendo no cargo  até 1.996, quando assumiu o Sr. Joani de Oliveira promovendo  a diversificação e modernização do repertório. Em 2.000, alcançou o 3º lugar em sua categoria, em Concurso promovido pela Secretaria de Estado da Cultura.

Gerson Ramos é o atual maestro da banda, composta por 16 integrantes. Além de se apresentar na cidade de Itapetininga, excursiona pelas cidades de todo interior do Estado de São Paulo.

A próxima apresentação da Banda Municipal “Edil Lisboa” acontece na próxima segunda (16), às 19h, na Catedral Nossa Senhora dos Prazeres, à Praça Duque de Caxias, durante a abertura da 1ª Mostra Artística da Catedral.




Escola “Coronel Esmédio”, de Porto Feliz, comemora a Semana das Crianças

    A EMEF. Coronel Esmédio, da cidade de Porto Feliz, comemorou a Semana das Crianças, de 9 a 11 de outubro, com a realização de diversas atividades envolvendo alunos, professores e comunidade

 

A EMEF. Coronel Esmédio, da cidade de Porto Feliz, comemorou a Semana das Crianças, de 9 a 11 de outubro, com a realização de diversas atividades envolvendo alunos, professores e comunidade.  O projeto foi batizado como “Semana das nossas crianças”.

A equipe gestora percebeu a necessidade da inclusão de atividades diferenciadas, que envolvessem aspectos diversos de âmbito cultural, educacional, esportivo e artístico. A ideia surgiu devido a avaliação feita em anos anteriores, nos quais verificou-se um número excessivo de ausências de alunos na escola por conta de dois feriados seguidos, o dia 12 e 13 de outubro. Diante desse desafio, a Equipe Gestora construiu, juntamente com professores e funcionários, uma ampla grade de eventos.

Dentro da programação ocorreu o Circuito esportivo com a realização de jogos de tênis de mesa, badminton, xadrez, vôlei e futsal.  Dessas modalidades, o xadrez e o badminton (jogo de raquetes e petecas) já são projetos desenvolvidos na escola.  O evento contou ainda com apresentação de Ginástica Rítmica e Dança, com participantes do Projeto “Ginástica Rítmica de Porto Feliz”, realizado pela professora Rosemeire em parceria com a Diretoria de Esportes.

Na parte cultural e artística, o projeto teve aula de Dança e apresentação de filmes num “cinema” montado dentro da estrutura escolar. No aspecto educacional, os alunos da EMEF. Coronel Esmédio tiveram uma aula especial de história com a professora Sônia Bellon que realizou uma visita monitorada na Igreja Matriz e na Casa da Cultura. Os estudantes receberam ainda a apresentação dos palhaços Alegria e Feliz, do grupo “Doadores da Alegria”, de Itu, que proporcionaram às crianças um momento de descontração e lazer, recuperando o lúdico típico dos espetáculos circenses.

Os estudantes tiveram acesso a brinquedos e à piscina da escola e nesses dias o cardápio especial, com acompanhamento da Camila, nutricionista da prefeitura que prepara os cardápios das escolas.

O projeto “Semana das nossas crianças” tem por objetivo promover a interação entre alunos, professores e comunidade, bem como promover formas diferenciadas de intervenção educacional, tendo em vista que o aspecto pedagógico norteou todas as atividades.

A EMEF. Coronel Esmédio contou, para a realização desse projeto, com o apoio da Secretaria de Educação, Cultura, Esportes e Turismo, por meio da Diretoria de Cultura e Esportes, bem como da Central de Alimentos da Prefeitura e de doações voluntárias da comunidade.

A equipe Gestora da EMEF. Coronel Esmédio é formada pela diretora Michelle Alexandra Alves Pinho, pela vice-diretora Mariana Gomes Genestra Romano e pelas Coordenadoras pedagógicas Selma Morro Correa e Andrea Dagmar Antunes dos Santos.

 

Michelle (15)99725-2580/99107-4634

Mariana (15)98161-5334