Amor de Manjericão

Resenha do livro “Amor de Manjericão” de Ana Paula Couto, pela Editora Ases da Literatura.

Livro "Amor de Manjericão" de Ana Paula Couto

RESENHA

Uma mulher, com uma vida tranquila, que se casa cedo, mas, após muitos anos de união, descobre uma traição e se separa. Seu mundo caiu, e em meio ao caos, ainda perde sua mãe.

Chorou muito. Mas um dia acordou, pensou e decidiu: Hora de recomeçar.

Um livro narrado pela protagonista.

A mim, pareceu uma conversa com uma amiga próxima, que me contava suas confidências, suas histórias, seus medos e sua felicidade.

Li este livro totalmente absorta, tal é o capricho e carinho da autora em sua narrativa.

Me vi na história, sofri, chorei e ri muito, porque a protagonista é irônica consigo mesma. Torci, torci muito, em todas as páginas, como se torce por aquela amiga querida, para que ela seja, no próximo instante, mais e mais feliz.

É uma narrativa de vida, que pode ser a de qualquer pessoa que você conheça, ou de você.

Fala sobre assuntos importantíssimos, sem perder a ternura, a alegria, a suavidade e a delicadeza.

Um livro lindo, potente, amoroso e necessário, que me tocou a alma.

Super recomendo. Leiam!!

Assista à resenha do canal @oqueli no Youtube

SOBRE A OBRA

Ana Paula é uma escritora amante de crônicas. Já participou de várias antologias e coletâneas.

E como ela mesma diz, anda se “aventurando e gostando” de escrever contos também. (Sorte a nossa!).

Esta escritora de fala sensível nos conta que ‘Amor de Manjericão’ foi todo pensado nas mulheres desde a escrita fluida aos temas importantes sobre o cotidiano feminino.

Também é uma forma que Ana encontrou de homenagear a várias escritoras. Cada capítulo do livro tem uma citação de uma escritora renomada.


Amor de Manjericão surgiu por um desejo de retratar questões do universo feminino. Por intermédio de experiências vividas pela própria escritora e pela observação das vivências das mulheres que circundaram a vida da autora, nasceu esse romance que trata com leveza sobre temas como síndrome do ninho vazio, relações familiares, divórcio, etarismo, sexismo, amor e superação.

Ana Paula Couto


SINOPSE DO LIVRO

“No alto do mirante ficamos em silêncio. Coisa que nos caía muito bem também. Abraçados ficamos envoltos ao que estávamos sentindo e à energia da natureza.

Caio e eu abraçados, o céu berrando seu azul, as árvores lindas, a cidade lá embaixo e nós sozinhos, como se estivéssemos no topo do mundo, inatingíveis, intocáveis e sós.

Tão juntinhos, porém sós e mergulhados em nós mesmos.” (…)

AMOR DE MANJERICÃO é um sopro, um instante, assim como a vida. É uma conversa entre uma mulher e outras mulheres.

Para o mundo, é uma chance ímpar de encontros e descobertas sob um prisma feminino. Muitas vezes, damos voltas e mais voltas até encontrar nosso caminho.

Nessas idas e vindas, não é raro nos sentirmos perdidos, desorientados e soltos. Mas é nessa hora que se abre um portal, um achado, uma oportunidade.

É perdendo-se e revirando-se do avesso que podemos, enfim, apreciar o verso de quem somos.

Embora a obra tenha uma voz feminina, ela a todos aproxima e atinge, sem distinções, pois trata de recomeço, reencontro, autoestima e amor, em suas variadas formas.

Assim acontece com a mãe de Laurinha que, estando completamente perdida após completar quarenta anos e enfrentar um divórcio, decide encontrar a si mesma, abrir suas asas e alçar voo para um novo começo.

Não é difícil perceber nessa história o forte olhar feminino sobre a vida e as nuances da trajetória de uma mulher que não desiste de si mesma.

Perceber-se mulher, ganhar seu espaço e voltar a amar nem sempre são tarefas simples. E para essa mãe não foi. Mas, por que não tentar?

O manjericão entra aqui não só como tempero, mas como um aroma, um sabor, um gosto que precisamos ter pela vida. Essa erva aromática traz a esse romance um toque sutil, mas capaz de transformar completamente essa mulher. (FONTE: Amazon)

SOBRE A AUTORA

Imagem da escritora Ana Paula Couto

Ana Paula Couto tem 54 anos, nasceu em Nova Friburgo, no Estado do Rio de Janeiro. É casada, tem uma filha.

Formou-se na Faculdade de Letras e ingressou no magistério como professora de Línguas Inglesa e Portuguesa.

Começou a escrever na adolescência e sempre se sentiu mais representada pela palavra escrita do que pela falada.

Por muitos anos a escritora ficou adormecida, dando luz à educadora.

Em 2020, em meio à pandemia, a até então só professora, viu-se tragada pela necessidade de expressar-se novamente através das palavras e voltou a escrever contos e crônicas Em 2021 participou da ‘Antologia da Pandemia – Diário dos Confinados’ pela Editora Resilience e também da coletânea ‘Lendas da Nossa Terra: Quem conta um conto?’ pela mesma editora.

Em julho de 2022 lançou mais alguns contos e crônicas na coletânea DELAS PARA ELAS pela Editora Inovar.

Acaba de publicar em junho de 2023 mais um conto e uma crônica na coletânea ‘Juntas e Diversas’ pela Editora InMediares.

Há alguns anos retomou à escrita de um conto que se transmutou, tornando-se o romance AMOR DE MANJERICÃO, primeira obra solo da autora publicada em dezembro de 2022 pela Editora Ases da Literatura.

OBRAS DA AUTORA

Livro "Amor de MAnjericão" de Ana Paula Couto

ONDE ENCONTRAR O LIVRO


Resenhas da colunista Lee Oliveira




Quem Conta um Conto, Aumenta um Sonho leva teatro para dentro das comunidades de São Paulo

 Link para download de fotos

As próximas ações acontecem na região do Jabaquara no dia 26, 27 e 28 de maio  e 150 famílias serão contempladas

Adaptado por conta do isolamento social, o projeto idealizado por Plínio Meirelles entrega um kit para as famílias na porta de suas casas: comida para estimular sabores, cheiros para estimular sensações… tudo para facilitar o processo afetivo ao contar uma história pela tela do celular

O projeto Quem Conta um Conto, Aumenta um Sonho tem como objetivo levar a arte do teatro dentro da residência de pessoas com pouco ou nenhum acesso cultural e, para isso, conta com 6 atores profissionais que interpretam contos dentro da casa de moradores de comunidades de São Paulo.

Adaptado por conta da pandemia, o projeto idealizado e produzido por Plínio Meirelles consistia no seguinte formato: cada ator visitava 50 famílias mensalmente no período de 6 meses, totalizando 300 famílias atendidas pelo projeto. A cada mês, um novo conto era ensaiado pelos atores para a representação pensado de forma integrada com um figurino e um cenário que podia ser instalado na casa desses moradores, em sua maior parte barracos ou construções irregulares.

Depois de cada apresentação na casa dessas famílias, os atores entregavam uma caneca do projeto e propunham um café juntos para baterem papo. Todo o material utilizado era oferecido gratuitamente para a família. O objetivo era  conversar sobre a experiência, jogar conversa fora, rir e construir juntos uma série de significados. E, claro, estimular que as famílias compartilhassem suas histórias, pois elas revelam nossa força e nossa potência.

O projeto teve início em novembro de 2019 e os três primeiros meses foram de intensa pesquisa no território do Jabaquara, escolhido para iniciar o projeto em parceria com a ONG AME. Os atores conheceram a comunidade junto com profissionais dessa instituição, além das lideranças locais, os morros e as histórias do bairro. Depois, os próximos dois meses de 2020 (fevereiro e março) tiveram seus contos realizados, “Olhos D’água” de Conceição Evaristo e “Eu Vi” de Fall Vitielo de Azevedo. “As visitas revelaram-se muito emocionantes, com algumas famílias arrumando sua casa para receber os artistas e chamando a vizinhança para compartilhar a experiência”, conta Plínio.

Com a pandemia de COVID 19, o projeto precisou parar para se reinventar

Em janeiro de 2021, sob nova pesquisa, o projeto resolveu seguir no formato online com um “delivery sensorial”. O novo formato tem um conto filmado para ser enviado pelo celular e um kit sensorial para ser entregue para as famílias na porta de suas casas. Esse kit busca dialogar com a história contada e ajuda a transformar a experiência de uma forma mais imersiva, mais sensível.

Em fevereiro e março, as famílias receberam o vídeo no mesmo dia em que, na porta de suas casas, um kit era entregue: comida para estimular os sabores, cheiros para estimular as sensações… tudo para facilitar o processo afetivo e contar uma história. Após esta entrega, os atores realizaram chamadas de vídeos para as famílias no objetivo de conversar e continuar a experiência de uma forma que os afetos e os veículos não se percam.

O próximo envio de kits e contos filmados será feito nos dias 26, 27 e 28 de maio de 2021 na região do Jabaquara.

O projeto “Quem Conta um Conto, Aumenta um Sonho” é financiado pelo edital CONDECA de 2019 e realizado pela Cia. dos Afetos em parceria com a ONG AME.

Acompanhe o projeto no Instagram: @aumentaumsonho




Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobre as famílias Mello e Florêncio

Afrânio Franco de Oliveira Mello
Eleito em 2017/8 como um dos Melhores do Ano do Jornal Cultural ROL na categoria Melhor Genealogista e em
2018 nas categorias Melhor Escritor e Melhor colunista de Jornal Virtual

Afrânio Mello fornece informações sobre as famílias MELLO e FLORÊNCIO

ATENDIMENTOS NÚMEROS 1.340 E 1.341

Prezado Apolônio, boa tarde.

Atendendo sua solicitação sobre a Genealogia dos Florêncio de Mello, informo que eu

tenho arquivos de sobrenomes individuais e não coletivos.

Assim sendo vou enviar os arquivos para você dos sobrenomes em separado.

São arquivos grandes, principalmente o do MELLO/MELO onde tem centenas de nomes

E ,quem sabe, encontre os seus.

Espero que goste.

Logo abaixo envio um resumo de cada arquivo para os leitores do JORNAL CULTURAL ROL.

MELLO/MELO……………………….. 44 páginas e 2 brasões.

FLORÊNCIO……………………………   3 páginas e 1 brasão.

       

Melo, Mello, sobrenome de origem portuguesa. Deriva este nome de uma alcunha e a família que o adotou por apelido é da mais remota e nobre ascendência.

Deriva ela, com efeito, de Dom Soeiro Reimondes, o Merlo – ou «melro» -, (contemporâneo dos reis Dom Afonso III e Dom Dinis) que era o chefe de linhagem dos «de Riba de Vizela» e, por esta via, da dos «da Maia».

Vindo para o Sul, fundou na Beira a vila de Merlo, depois Melo, sendo dela senhor, bem como de Gouveia.

Do seu casamento com Dona Urraca Viegas, filha de Dom Egas Gomes Barroso e de sua mulher Dona Urraca Vasques de Ambia, teve descendência na qual se fixaria o nome Melo.

MantÉm-se, na atualidade, o uso por parte de várias famílias, da grafia Mello. Na impossibilidade de saber com exatidão quem assim assina ou está registado e também por uma questão de uniformidade de critérios, adotamos aqui a grafia moderna, isto é, Melo.

Florêncio, sobrenome de origem latina. Derivado de Flora, procedente do latim Florens, “florescente, em flor”

Registra-se Antonia Manoel Florêncio, nascida em 17.10.1879, Lanlivery, Cornwall, Ingalterra. Registra-se Balbina manoel Florêncio, nascida em 12.07.1874, Lanlivery, Cornwall, Inglaterra. Registra-se Cândida Manoel Florêncio, nascida em 29.06.1877, Lanlivery, Cornwall, Inglaterra. (todos citados acima são filhos de Manoel  e Emiliana Florêncio, ambos nascidos em Portugal). Registra-se José Florêncio, nascido em 12.03.1877, Blewbury, Berkshire, Inglaterra. Registra-se Pedro Florêncio, nascido em 06.10.1878, Wilton, Somerset, Inglaterra. Registra-se Vicência Florêncio, nascida em 25.05.1875, Blewbury, Berkshire, Inglaterra.

 

Apolonio, você tem bons arquivos para sua pesquisa.

É o que posso fazer.

Grande abraço.

Afrânio Franco de Oliveira Mello

afrânio@tintaspig.com.br

“ Estas informações estão sendo fornecidas gratuitamente e serão publicadas no Jornal Cultural ROL-

(www.jornalrol.com.br).

A não concordância com esta publicação deve ser informada Imediatamente.

Gratos”

 

 

 

 

 

 




Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobre as famílias Moraes e Rosa

Afrânio Franco de Oliveira Mello
Eleito em 2017/8 como um dos Melhores do Ano do Jornal Cultural ROL na categoria Melhor Genealogista e em
2018 nas categorias Melhor Escritor e Melhor colunista de Jornal Virtual

Afrânio Mello fornece informações sobre as família MORAES e ROSA

ATENDIMENTOS NÚMEROS 1.338 E 1.339

Prezada Clara, boa tarde.

Em prosseguimento ao seu atendimento estou enviado :

MORAES/MORAIS………………… 19 PÁGINAS E 17 BRASÕES e mais 2 em separado.

ROSA………………………………….. 12 páginas e 8 brasões e mais 2 em separado.

Os brasões você pode fazer belos quadros, colocá-los em suas paredes e fica um mote para contar as histórias da família.

Abaixo um resumo para os leitores do JORNAL CULTURAL ROL e no seu e-mail os arquivos completos dos sobrenomes.

Do Moraes/Morais tem inúmeras associações com outros sobrenomes e de pessoas muito importantes no cenário politico brasileiro.

MoraisMoraes, ignora-se se os deste nome o tiraram do lugar de Morais, em Trás-os-Montes, ou se provêm dos Morales da Espanha.

Os genealogistas atribuem-lhes remotas mas incomprovadas origens, se bem que seja indiscutível que a família já existia em Portugal usando este sobrenome durante a primeira Dinastia.

Moraessobrenome de origem geográfica. Topônimo de Portugal. Plural de um substantivo moral que devia ter significado «amoreiral». O espanhol tem moral, amoreira, e o sobrenome Morales. O substantivo desapareceu, ficando só o topônimo e o sobrenome. Guérios derivou de Murales, muros (Antenor Nascentes, II, 207). Do espanhol Morales, lugar onde há amoreiras (Anuário Genealógico Latino, IV, 25). O solar desta família é no lugar de Morais, têrmo de Bragança, província de Trás-os-Montes, Portugal. Gonçalo Rodrigues de Morais, senhor de muitos lugares, era descendente dos senhores da cidade de Bragança; em 1217 deu sua ermida de Santa Catarina aos franciscanos, quando foi a Bragança fundar o convento (Anuário Genealógico Latino, I, 67). Ilha da Madeira: o genealogista Henrique Henriques de Noronha, em sua importante obra Nobiliário Genealógico das Famílias da Ilha da Madeira, composta em 1700, dedicou-se ao estudo desta família [Henriques de Noronha – Nobiliário da Ilha da Madeira, Tomo II, 365]. Brasil: No Rio de Janeiro, entre as mais antigas, a de Diogo de Morais, n. no Rio, e fal. antes de 1721. Cas. no Rio, em 1695, com Felícia de Abreu Pereira, n. em Lisboa, e fal. no Rio, em 1721 (Rheingantz, II, 619). Antiga e importante família estabelecida em São Paulo, procedente, na metrópole portuguesa, de Rui Martins de Morais, alcaide-mor de Bragança [1321], Senhor de Morais, 3.º Padroeiro do Convento de S. Francisco, que deixou numerosa descendência do seu cas. com Alda Gonçalves Moreira. Foram pais de Ignez Rodrigues de Morais, que do seu cas. com D. Mendo Esteves de Antas, da Casa de Vimioso, descendem os Moraes de Antas, de São Paulo.

RosaRosasRoza sobrenome de origem latina. Encontramos famílias em Portugal, Espanha, Itália e França. Sobrenome que pode ter fundo religioso  classificado como matronímico, isto é, deriva do nome próprio da matriarca desta família ou pessoas que cultivavam rosas.  No Brasil a região com a maior concentração deste sobrenome é o Rio Grande do Sul, isto se deve, ao fato de ser um estado que faz fronteiras com países de língua espanhola, Argentina e Uruguai.

Nome de mulher, muito difundido como nome de família. De rosa, subst. comum – flor da roseira; a rainha das flores (Antenor Nascentes, II, 265, 378; Silveira Bueno, Dic. Escolar, 1191). Ilha da Madeira: O genealogista Henrique Henriques de Noronha, em sua importante obra Nobiliário Genealógico das Famílias da Ilha da Madeira, composta em 1700, dedicou-se ao estudo desta família [Henriques de Noronha – Nobiliário da Ilha da Madeira, tomo II, 249]. Brasil: Há diversas famílias com este sobrenome estabelecidas em São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso, Ceará, Rio Grande do Sul, Bahiae Rio de Janeiro. No Rio de Janeiro, entre as mais antigas, registra-se a de André Rosa Carreiras [c.1627 – a.1690], filho de Francisco da Rosa e de Isabel Carreiras. Deixou geração do seu cas., c.1652, com Isabel Pinto [1630, RJ – 1697, RJ], filha de Domingos Rodrigues Barbosa (Rheingantz, III, 124). No Rio Grande do Sul, originária das ilhas portuguesas, registra-se, entre outras, a família de Luiz Antônio da Rosa [c.1729, Ilha do Pico – 27.02.1816, RS], filho de Pedro Rodrigues e de Maria da Rosa. Deixou geração de seu cas., c.1755, com Narcisa Maria do Espírito Santo [BAT. 07.03.1739, Rio Grande – ?], filha de Manuel da Silva Borges, patriarca da família Silva Borges (v.s.), do Rio Grande do Sul. Ainda no Rio Grande do Sul, cabe mencionar a família de José Cabral da Rosa, natural da Ilha de São Miguel, Portugal, que assinou termo de declaração, a 01.07.1848, onde informa ser católico e analfabeto. Ao registrar, em 16.03.1852, sua Carta de Naturalização, assinada por D. Pedro II em 04.02.1852, declarou ser casado com uma brasileira e ter com ela quatro filhos, sendo três homens e uma mulher (Spalding, naturalizações, 111).

 

Clara, espero que encontre suas referências genealógicas.

Se precisar de algo mais , solicite.

Afrânio Franco de Oliveira Mello

“ Estas informações estão sendo fornecidas gratuitamente e serão publicadas no Jornal Cultural ROL-

(www.jornalrol.com.br).

A não concordância com esta publicação deve ser informada Imediatamente.

Gratos”

 

 

 

 

 

 

 

 

 




Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobre as famílias Almeida e Gomes

Afrânio Franco de Oliveira Mello
Eleito em 2017/8 como um dos Melhores do Ano do Jornal Cultural ROL na categoria Melhor Genealogista e em
2018 nas categorias Melhor Escritor e Melhor colunista de Jornal Virtual

Afrânio Mello fornece informações sobre as famílias ALMEIDA e GOMES

ATENDIMENTOS NÚMEROS 1.328 , 1.329 e 1.330

Sandra, bom dia.

Atendo sua solicitação sobre os seus sobrenomes.

ALMEIDA………………… 19 páginas, 6 brasões e mais 2 em separado ;

GOMES…………………..  39 páginas com 35 brasões maravilhosos e

GOMES ESPANHOL …     3 páginas e sem brasão neste arquivo.

Sandra,  estou fazendo a remessa em duas etapas por serem arquivos acima do tamanho do Outlook.

Estou enviando por outro endereço de e-mail que tenho .

Abaixo resumos dos arquivos principais destinados à leitura dos leitores do Jornal Rol.

Abraços, cara confreira.

Afrânio Franco de Oliveira Mello

afrânio@tintaspig.com.br

“ Estas informações estão sendo fornecidas gratuitamente  serão publicadas na edição virtual do Jornal Cultural ROL – (www.jornalrol.com.br).

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Gratos”

             

Almeida é um sobrenome português, a origem do nome vem do árabe a ( al ) mesa ( meida ), em sentido geográfico seria “ planalto ou solo plano”  A origem é toponímica que provém de uma aldeia chamada de Almeida fundada entre os anos de 1223 e 1245 no julgado de Azurara da Beira, atualmente concelho de Mangualde, por João Fernandes, filho de Fernão Canelas, senhor das quintas do Pinheiro e de Canelas, na freguesia de Mangualde.

Provêm os Almeidas de Fernão Canelas, senhor das quintas do Pinheiro e de Canelas, na freguesia de Mangualde, pai de João Fernandes de Almeida, que pelos anos de 1223 a 1245 fundou no julgado de Azurara da Beira, hoje concelho de Mangualde, uma aldeia, denominada Almeida, em 1258, da qual tomou o apelido, que transmitiu aos seus descendentes.

João Fernandes de Almeida foi também senhor das quintas do Pinheiro e de Canelas. A aldeia de Almeida no século XVII passou a chamar-se Almeidinha, lugar que deu nome ao título de Barão e Visconde, concedido aos Amarais Osórios.

Foi a dos Almeidas uma das mais preclaras famílias do Reino, deixando imorredoura memória nos feitos do Vice-Rei da Índia D. Francisco de Almeida, na bravura do alferes-menor Duarte de Almeida, na batalha do Toro, na inteligência da Marquesa de Alorna e nas inumeráveis ações com que tantos outros ilustraram a História de Portugal, no Continente e na Índia.

João Rodrigues de Sá, senhor de Matosinhos, cantou os Almeidas nestes versos:

Nas douro seys arruelas
em seus escudos pintados
do sangue honrrados perlados
sempre vimos dentro nelas,
& outros leygos destados;

Dalmeyda, que jaa fez cumes,
deu, & ajuda daa lumes
destado, & de senhorio
Abrantes, Crato, & quem Dio
vyo desbaratar os rumes.

 Trazem por armas: De vermelho, com uma dobre-cruz acompanhada de seis besantes, tudo de ouro; e bordadura do mesmo. Timbre: uma águia estendida de negro, carregada de nove besantes de ouro, três no peito, e três em cada asa, ou de vermelho também carregada de nove besantes de ouro. O priemrio brasão é a réplica do original, e os outros 2 são variantes do mesmo.

À família de Almeida pertencem grandes vultos da História de Portugal, de que são exemplo Dom Francisco de Almeida, vice-rei da Índia e Duarte de Almeida, o Decepado, herói da batalha de Toro, a Marquesa de Alorna, etc.

Outros conteúdos do arquivo enviado.

Títulos, Morgados e Senhorios em Portugal

Características da região de origem

Judeus Portugueses – Família Almeida

Obra: Raízes Judaicas no Brasil – O Arquivo secreto da Inquisição –Flávio Mendes de Carvalho

Os primeiros Almeida do Rio de Janeiro do século XVII.

Alguns Almeida de Destaque em séculos atrás

Jornais do Século XIX 

Texto no português da época

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Gomes, sobrenome de origem espanhola. Tratando-se de um patronímico, pois remonta ao nome próprio do fundador deste tronco familiar, a seu propósito se dirá antes de mais nada que existiram muitas famílias que o adotaram por sobrenome e nenhum laço de sangue os ligavam entre si.   Inicialmente, os primeiros a utilizar este sobrenome eram conhecidos “Fulano Filius Quondam Gomes “ ou seja “ Fulano filho do senhor Gomes” , já a Segunda geração, ou seja, os netos do senhor Gomes já utilizavam o nome do avô como sobrenome.

Mas a ser verdadeira a dedução genealógica que se reproduz na mais antiga carta de brasão com armas de Gomes – 20 de Março de 1621 – é plausível que el-rei D. João II tenha concedido a Martim Gomes Bravo, fidalgo galego casado com Cecília Cardoso, criada da Infanta D. Joana ou Beata Santa Joana, irmã daquele monarca, as armas que terão erradamente passado a ser consideradas armas desta família.

Este sobrenome tem origem portuguesa e galega ( Norte da Espanha ). Existem registros do século IX como Gomizi e Gomiz, em espamhol utiliza-se Gomez e Güemes, sua origem provável pode ser, afirmam alguns genealogistas, vem de uma abreviação do visigodo  “ Gomoarius “ que significaria “ Homem de Guerra “ , o qual pôr vezes foi utilizado como nome próprio. Isto é de origem patronímica. Acima o brasão português e abaixo o brasão galego.

Associações com outros sobrenomes.

Histórico do sobrenome na ESPANHA.

Sua origem, história e feitos. Em sua origem, este sobrenome foi patronímico, pois  provem do nome próprio Gome, muito usado entre os godos. Sua origem se remonta, desde  ao tempo do Império Visigodo, encontramos muitos cavaleiros assim chamados entre aqueles que acompanharam a Dom Pelayo em seu refúgio nas montanhas das Asturias, diante a invasão Sarracena que inundava a Península Ibérica. De fazer caso às  crônicas da época, este sobrenome é, pois, de origem asturiano e muito antigo, pôr parte de certo cavaleiro chamado Gome que se distinguiu nos primeiros tempos da  Reconquista, lutando corajosamente junto a Dom Pelayo na tarefa  de ir reconquistar o território pátrio dominado pelos sarracenos. Deste Gome se conta que em certa ocasião se viu separado de seus companheiros de armas em uma escaramuça contra os Mouros, tendo enfrentado a três inimigos a um dos quais teve a morte com sua espada, teve uma grande sorte bem na hora que o inimigo ia lançar contra ele uma pedra, esta rompeu-se ao seu lado esquerdo, então  pegando o seu punhal e conseguiu finalizar com seu segundo inimigo e, estando ferido pelo terceiro, juntou as forças suficientes para terminar também com ele. Vários filhos do anterior personagem se distinguiram na luta contra os árabes até chegar a Rodrigo Gómez quem obteve o governo das montanhas de Burgos. É possível, portanto, que foi nesta província, Burgos, donde o nome próprio de Gome se tornou no sobrenome Gómez. Outro singular personagem desta linhagem foi o Conde Fernán Gómez, que se chamou “el Cuervo” o “el Negro” ou seja “ O Corvo, o Negro “ pela negrura do corvo que levava em suas armas. Foi um verdadeiro homem de armas que se assemelhava a “ El Cid, ” seu descanso era  batalhar e matar Mouros”, isto lá nos ido de 961. Homem muito temido pelos Mouros, bastava que no campo de batalha aparecesse seu escudo para que, de imediato, criasse o pânico entre seus adversários. A linhagem foi pródiga em guerreiros: Um de seus descendentes foi Diego Gómez. Participou em tantas batalhas que, fatalmente, em una delas  encontrou a morte e esta foi a do Campo Espino, no arredores de Segovia, mais precisamente em Sepúlveda. Outro dos descendentes de ” El Negro” foi Rodrigo Gómez quem contraiu matrimonio com a infanta Dona Elvira Ramírez, da  Casa Real de Navarra. Este personagem é considerado como o tronco principal de algumas famílias Gómez e também de outras sobrenomes como, González, Sandoval, Salvador e Sarmiento (Sarmento ). Corriam tempos turbulentos en Castilla (Reino de Castela ). Um homem de que se supõe era filho de Gonzalo Fernández, Conde de Burgos, chamado Fernán González, administrou várias  jurisdições dos condados de Burgos, Lantaron, Amaya, Alva e Corezo. Desde o começo, lutou pela independência de Castilla da tutela do Reino de León ( Leão ). Toda sua vida foi uma luta continua e no ano  943 se declarou em aberta rebeldia contra León. Em 951 fez vários decretos para administração castellana. Guerreou vitoriosamente em Osma, Simancas e San Esteban de Gormaz. Pelo que o Conde Fernán Gónzalez precisava de fieis vasalos que lhe ajudariam em seus ambiciosos projetos. Um destes nobres foi Gutiérrez Gómez, um rico-homem castellano que pois todo seu poder a serviço do Conde emancipador de Castilla do Domínio leonês. Contribuindo em grande parte a difusão do sobrenome Gómez en Castilla e das casas solariegas desta linhagem sairam outras linhagens que foram se estendendo pelo resto da Península libertada do domínio Mouro. Com a unificação da Espanha vários  Reis Católicos, com sobrenome Gómez foram ampliando sua zona de influência, estendendo rapidamente pela Andalucía e ambas as regiões de Castela. Pois  foi neste solo da Península donde os Gómez estabeleceram seu campo de ação. Um deles, Dom Diego Gómez participou na colonização das Ilhas Canárias donde fundaram casa na Ilha de Gomera. Desta linhagem saíram  vários ramos que passaram para o  Novo Mundo, entre os que se pode citar  Don Pedro Gómez de Carvajal, que participou na conquista do México, com as hostes de Hernán Cortes. Outro cavaleiro deste sobrenome, Dom Juan Gómez interveio junto com o conquistador Valdivia na conquista do Chile, distinguindo-se na luta contra os araucanos. Fundou  casa naquele país, pelo que se supõe que varias linhagens deste tronco passaram a diversas localidades que iam sendo fundadas pelos espanhóis naquela parte de América. Existe certa confusão entre os nomes de Juan Godinez, o Juan Gómez, que aparece como um dos fundadores da cidade de Santiago, no Chile (1.551). Foi na Espanha onde o sobrenome Gómez se difundiu muito amplamente. Passou a Portugal também e com o tempo degenerou em Gomes, em sua origem pode citar a Estebán Gómez (ano 1.538) um navegante português que esteve a serviço da Espanha e participou na Expedição de Magallanes ( Magalhães ). Mostrou-se ser homem  com espírito de aventura  que uma vez descoberto o estreito regressou com sua nau “San Antônio” a Sevilla ( Sevilha ) onde foi processado pôr insubordinação. No saiu excessivamente mal deste assunto, dado que em 1.524 organizou uma expedição para recorrer as costas da Terranova na Florida, com o propósito de descobrir outro estreito na América do Norte. Seu destino estava em morrer no Novo Mundo como assim aconteceu  no Rio da Plata ( Prata ).Com este sobrenome, são numerosas as vezes que se complementa com outro o que dá origem a escudos e armas distintas  àquela que poderíamos denominar como geral da família. Os sucessivos entronques desta linhagem com outros, é a causa de que, pôr exemplo, Gómez de Carvajal, ostente armas distintas às de Gómez de Avellaneda, ou Gómez de Buitrago, etc. Não obstante, como regra, só nos resta repetir o que é indicado em um consenso: Que sua origem parece ser visigoda, e que é igual, que partiu das Montanhas das Astúrias, sendo derivativo do nome Gome. Armas: Em campo de ouro, três faixas vermelhas. Bordada de prata, com oito cruzes flechadas em sinopse.

 

 

 

 

 

 




Genealogia: Afrânio Mello presta informações sobre as famílias Mendes, Meira e Leite

Afrânio Franco de Oliveira Mello
Eleito em 2017/8 como um dos Melhores do Ano do Jornal Cultural ROL na categoria Melhor Genealogista e em
2018 nas categorias Melhor Escritor e Melhor colunista de Jornal Virtual

Afrânio Mello presta informações sobre as famílias MENDES, MEIRA e LEITE

ATENDIMENTOS NÚMEROS  1.309,1.310 E 1.311

Caro Silas, boa noite.

Estou atendendo sua solicitação sobre os arquivos de sua família.

O Cyríaco eu não tenho, mas tenho os outros três.

Ai vão eles só no seu endereço e, logo abaixo, um resumo de cada um para os leitores do Jornal Cultural ROL.

MENDES……………………… 17 PÁGINAS E 4 BRASÕES . Inúmeras associações com outros sobrenomes;

MEIRA………………………… 11 PÁGINAS E 2 BRASÕES. História dos Meira na Bahia está incluso no arquivo.

LEITE…………………………..  13 PÁGINAS E 3 BRASÕES. Associações com outros sobrenomes.

Espero que tenha uma boa leitura e que encontra as referências que procura.

Abraços

Afrânio Mello
afranio@tintaspig.com.br

“Estas informações estão sendo fornecidas gratuitamente e serão publicadas na edição virtual do Jornal Cultural
ROL – (www.jornalrol.com.br).
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Gratos”

       

Mendes,  sobrenome de origem luso-espanhola. Tratando-se do patronímico de Mendo, existem inúmeras famílias que o usam, sendo das mais diversas origens. Manuel Mendes foi um ilustre fidalgo português que se fixou na cidade de Tânger na África.

Sobrenome de grande antigüidade e de origem no norte da Espanha. Suas casas mais antigas se situam em Vigo, Cangas de Tineo, Gijón, Sanabria, da qual procede a de Alcobendas. Santo Domingos de la Calzada e em Higuera la Real. Lá em Alava houve um entrelaçamento com a família dos Mendoza, linhagem castelhana oriunda de Llodia. Pedro de mendez, esteve na fundação de Buenos Aires na Argentina. Dom Casto Mendez  Nuñez, exímio navegador que na guerra com o Perú e Chile, dirigiu as batalhas de Abtao e El Callao. É dele a frase “Más vale honra sin barcos que barcos sin honra“. Mais vale honra sem barcos que barcos sem honra. Juán Mendez, presidente interino do México; Santiago Mendez, militar espanhol héroi na guerra da Independência.

     

Meira, sobrenome de origem galega. Sobrenome de raízes toponímicas, foi tirado da vila de Meira, na diocese de Tui, na Galiza. Fazem-na derivar de Rodrigo Afonso da Meira, marido de D. Ourana Correia, filha de Paio Soares Gravel, com geração que deu continuidade a este apelido.

Na atualidade, são conhecidas pelo menos três famílias deste apelido a residir em Viana do Castelo sem que estejam estabelecidas relações de parentesco entre si.

Vem esta família de Pedro de Novais, o velho, rico-homem de D. Sancho II. Seu solar era junto à lagoa chamada Meira, donde nasce o rio Minho. Passou a Portugal Paio de Meira, no tempo de D. Diniz, fal. em 1325, rei de Portugal (Antenor Nascentes, II, 64). Brasil: Para o Brasil, em princípios do séc. XVII, vieram Marcos de Meira [1693- ?] e Luiz de Meira [1706- ?], filhos de Baltazar de Meira.

     

Leite, sobrenome de origem portuguesa . O mais remoto indivíduo que se conhece usando este nome como apelido é um Álvares Anes Leite, que viveu na primeira metade do séc. XV e que teve o senhorio de Calvos e de Basto, em Entre Douro e Minho, a alcaidaria-mor de Monforte de Rio Livre, e que de seu casamento com Filipa Borges deixou sucessão que deu continuidade ao seu nome.

Uma disputa jurídica que ele teve – e que ganhou – com João Rodrigues Pereira, sobre a terra de Calvos, é indício verosímil de se verificar parentesco entre ele e os Pereiras.

 

 

 

 

 

 




Genealogia: Afrânio Mello fornece informações sobre as famílias Gomes e Valente

Afrânio Franco de Oliveira Mello
Eleito em 2017/8 como um dos Melhores do Ano do Jornal Cultural ROL na categoria Melhor Genealogista e em 
2018 nas categorias Melhor Escritor e Melhor colunista de Jornal Virtual

Afrânio Mello fornece informações sobre as famílias GOMES e VALENTE

ATENDIMENTO NÚMERO 1.296 e 1.297

Atendendo sua solicitação via e-mail , encaminho o arquivo do sobrenome

Gomes, para o seu conhecimento.

  • Verifiquei a região de Oriximiná no Pará e não encontrei esse nome.
  • Alenquer também não encontrei.
  • Valente , segue o arquivo.

GOMES/GOMEZ………………..39 páginas e 37 brasões, inclusive a grande variedade de sua origem , espanhola.

VALENTE………………………….10 páginas e 12 brasões, de origem portuguesa, espanhola e italiana.

Veja que os seus brasões são dos mais belos que existem.

Um resumo dos arquivos enviados:

Gomes, sobrenome de origem espanhola. Tratando-se de um patronímico, pois remonta ao nome próprio do fundador deste tronco familiar, a seu propósito se dirá antes de mais nada que existiram muitas famílias que o adotaram por sobrenome e nenhum laço de sangue os ligavam entre si.   Inicialmente, os primeiros a utilizar este sobrenome eram conhecidos “Fulano Filius Quondam Gomes “ ou seja “ Fulano filho do senhor Gomes” , já a Segunda geração, ou seja, os netos do senhor Gomes já utilizavam o nome do avô como sobrenome.

Mas a ser verdadeira a dedução genealógica que se reproduz na mais antiga carta de brasão com armas de Gomes – 20 de Março de 1621 – é plausível que el-rei D. João II tenha concedido a Martim Gomes Bravo, fidalgo galego casado com Cecília Cardoso, criada da Infanta D. Joana ou Beata Santa Joana, irmã daquele monarca, as armas que terão erradamente passado a ser consideradas armas desta família.

Este sobrenome tem origem portuguesa e galega ( Norte da Espanha ). Existem registros do século IX como Gomizi e Gomiz, em espamhol utiliza-se Gomez e Güemes, sua origem provável pode ser, afirmam alguns genealogistas, vem de uma abreviação do visigodo  “ Gomoarius “ que significaria “ Homem de Guerra “ , o qual pôr vezes foi utilizado como nome próprio. Isto é de origem patronímica. Acima o brasão português e abaixo o brasão galego.

Sobrenome de formação patronímica: filho de Goma, do gótico guma, inglês antigo guma, antigo francônio goma, feito de goma. A forma primitiva seria Gomici, que nas fontes aparece como Gomece, Gomice, Gumice, Gomize, Gumize, Gomeze, Gomez. Já foi nome de batismo (Antenor Nascentes, II, 127). Segundo alguns, em Portugal, procedem da família Gomes, da Itália, onde era nobre, e da qual houve alguns «Patrícios» em Roma (Anuário Genealógico Latino, I, 50). Assim como os demais patronímicos antigos – Eanes, Fernandes, Henriques, etc. – este sobrenome espalhou-se desde os primeiros anos de povoamento do Brasil por todo o seu vasto território. Ilha da Madeira: o genealogista Henrique Henriques de Noronha, em sua importante obra Nobiliário Genealógico das Famílias da Ilha da Madeira, composta em 1700, dedicou-se ao estudo desta família [Henriques de Noronha – Nobiliário da Ilha da Madeira, Tomo II, 311]. Galiza: o genealogista, frei José S. Crespo Pozo, O. de M., em sua obra Linajes y Blasones de Galicia, dedica-se ao estudo desta família – Gómez [Pozo – Linajes de Galicia]. Brasil: Há diversas famílias com este sobrenome, em diversas partes do Brasil, de origem portuguesa, colombiana, espanhola. paraguaia, argentina, uruguaia, etc. No Rio de Janeiro, entre as quase 150 famílias com este sobrenome, dos séculos XVI e XVII, temos a de Amador Gomes, n. por volta de 1598 e fal. antes de 1654.

Valente, Valiente,   sobrenome  de origem latina, pois existem famílias de origem portuguesa, italiana e espanhola, primitivamente classificado como alcunha . Nome de homem, também usado como nome de família. Do latim Valente, de valenstis, forte na saúde (Antenor Nascentes, II, 309). A família tem a mesma origem dos Freitas. Afonso Peres Valente foi o primeiro que se chamou Valente  (Anuário Genealógica Latino, I, 93). Felgueiras Gayo, em seu Nobiliário de Famílias de Portugal [Tomo XXVIII], principia esta família em D. Gonçalo Oveques, homem da idade média, que fundou o Mosteiro de Sete. Foi quarto avô de Affonso Pires Valente, o primeiro que indica com o uso deste sobrenome. Brasil: Sobrenome de uma família estabelecida no Rio de Janeiro; e outra em São Paulo. Sobrenome de diversas famílias estabelecidas no Pará, vinda da Praça de Mazagão, em África, ramo da antiga família Valente do Couto. Entre outros, registram-se: A – Antônio Valente Cordeiro, que, no estado de viúvo, migrou para o Pará, compondo o grupo 340 famílias que embarcaram para o Brasil, em 1770, estabelecendo-se na nova colônia de Mazagão. Fazia parte do corpo de Infantaria da 1.ª Companhia, grupo familiar n.º 31, recebendo 26$854 rs. de soldo e moradia. Veio em companhia de quatro filhos, entre eles: I – João José Ribeiro, que encabeçava o grupo, com 82$0661 de soldo; II – Francisco Luiz Ribeiro, com 36$734, de soldo e praça; e III – Manuel Vicente Ribeiro, com 30$787, de sua praça; B – Capitão Antônio Valente Cordeiro [c.1775, PA -], que deixou geração do seu cas. com Constança Maria de Jesus Bello. Foram pais de: I – Paulo Valente Bello [c.1800, PA -], Alferes de 1.ª Linha do 1.º Regimento, casado em 1825, em Belém, PA, com Maria Juliana de Mendonça Corte-Real, filha do Tenente-Coronel Diogo de Mendonça Corte-Real e de Leonor de Pinho Velasco, procedentes de famílias de Mazagão, África. Sobrenome de uma família de origem italiana estabelecida no Brasil, onde chegou a 07.11.1882, a bordo do vapor France, Gaetano, natural da Itália, procedente de Genova, católico, 45 anos de idade, com destino a Bethlem Descalvado – SP [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, LIVRO 001, pág. 052 – 07.11.1882]. Sobrenome de uma família de origem italiana, estabelecida no Brasil, onde chegou a 13.09.1882, a bordo do vapor Bearid, Gius Valente, natural da Itália, procedente de Genova, católico, 27 anos de idade, com destino à capital do Estado de São Paulo [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro  001, pág. 071 – 13.09.1882]. Sobrenome de uma família de origem italiana estabelecida no Brasil, onde chegou a 13.09.1882, a bordo do vapor Bearid, Angelo Valente, natural da Itália, procedente de Genova, católico, 27 anos de idade, com destino à capital do Estado de São Paulo [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 001, pág. 071 – 13.09.1882]. Sobrenome de uma família de origem italiana estabelecida no Brasil, onde chegou, a 14.03.1884, Angeli Valente, natural da Itália, procedente de Genova, 30 anos de idade, com destino a Campo Limpo – SP [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 002, 022 – 14.03.1884]. Sobrenome de uma família de origem portuguesa estabelecida no Brasil, onde chegou a 19.02.1884, a bordo do vapor Neva, Manoel da Silva Valente, natural de Portugal, procedente de Lisboa, 16 anos de idade, com destino a Rio Claro – SP [Hospedaria dos Imigrantes – São Paulo, Livro 002, 009 – 19.02.1884].

Espero que goste e que encontre sua ascendência.

Abraços
Afrânio Franco de Oliveira Mello
afranio@tintaspig.com.br

Observação:
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ROL – (www.jornalrol.com.br).
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