A primeira experiência arqueira

CRÔNICAS DA ORDEM DOS CAVALEIROS ARQUEIROS SARMATHIANOS

Jadson Porto: ‘A primeira experiência arqueira’

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Crônicas da Ordem dos Cavaleiros Arqueiros Sarmathianos
Crônicas da Ordem dos Cavaleiros Arqueiros Sarmathianos

A noite anterior foi de fortes chuvas e ventos em Gotland. O rio Gothmsam teve seu nível elevado por conta desta pluviosidade. Este rio atravessa os pântanos de Lojta, até desaguar em Aminne, ao leste, no Mar do Norte.

Ao amanhecer, ainda chuvoso, começaram a se identificar os impactos da intensa chuva e da maré alta oceânica sobre a planície, elevando o nível do rio em 7 metros, causando o alagamento da cidade de Visby, de aldeias, plantios e áreas de pecuária.

O Cavaleiro Eurico, por ser um profundo conhecedor da geografia, história e topografia do reino, foi designado po S. A. R. I. Severinus Teodomiro para avaliar as condições em que se encontrava aquela parte das terras de Gotland. O eminente Cavaleiro é um profundo conhecedor da geografia, história e topografia do reino.

Enquanto estava em seus preparativos para a viagem, foi à Universidade Nacional para recuperar suas anotações a respeito da região a ser visitada e melhor avaliar suas observações in loco. Com as informações em mãos, Eurico dirigiu-se à cidade de Visby, fundada no século X, famosa por possuir 200 casas de pedra medievais, por suas muralhas, e um importante centro comercial e área portuária de Gotland.

Ao passar pelo Centro de Treinamento Sarmathiano, observou, à distância, os exercícios executados pelos alunos, com apoio de seus escudeiros. Conhecia todos os alunos, mas os escudeiros, não. Percebeu dois que chamavam atenção pelos seus portes físicos. Ambos atingindo seus 1,75m de altura, com 15 anos de idade.

Ao verificar os brasões em seus peitos, estampados em seus uniformes, imediatamente reconheceu suas Casas: Ayrevich e Melovich, cujos guerreiros mais baixos são de 1,88m.

Praticando arqueria, encontrou a Marquesa Beatriz Girasoli. Foi ela quem apresentou a arte da arqueria à Eurico há mais de 10 anos. Ao seu redor, havia crianças da cidade, observando-a, curiosas e encantadas pela sua postura e formosura.

Uma delas pediu à Marquesa que a ensinasse a atirar com arco. A Lady, então, pegou o arco-escola, apresentou-lhe suas configurações; tipos de tiros executados pelo mundo e suas técnicas; a importância da postura, da disciplina, e explicou-lhe a técnica adotada no Centro Treinamento Sarmathiano.

A criança, atenta, acenava positivamente a cada explicação, confirmando seu entendimento; com brilhos nos olhos e olhar concentrado, o sorriso estampou-se no rosto quando tocou pela primeira vez o arco. A Marquesa observou a menina ao atirar e acertar o alvo, a felicidade infantil explodiu.

Eurico se aproximou da Marquesa e, ao ouvir a exposição daquela aula, lembrou de seu primeiro instrutor, Kroetz, quando iniciou suas atividades na arqueria e o questionou:

“Mestre, como faço para equilibrar os meus impulsos”?

Mestre Kroetz me respondeu: “Eurico, você é um arqueiro! Veja que o voo da flecha é resultado de meu foco, minha força, minha postura, minha puxada e minha técnica. Qualquer desequilíbrio entre eles, influenciará na trajetória, no objetivo e na meta”.

O Cavaleiro Arqueiro Eurico aprovou a postura e o comportamento deles.

Jadson Porto

Jadson Porto

Bacharel e licenciado em Geografia (UFPa, 1990, 1993); mestre em Geografia (UFSC,1998); doutor em Ciência Econômica (Unicamp, 2002); pós-doutor em Desenvolvimento Regional (FURB, 2014): pós-doutor em Geografia, pela Universidade de Coimbra (Portugal) (2015); pós-doutor em Estudos Sociais, pela Universidad Nacional de la Patagonia Austral – Unidade Rio Gallegos (UNPA/UARG), Argentina (2017); pós-doutor em Desenvolvimento Regional (UFT, 2020); pós-doutor em Planejamento Territorial (Idega/Universidade de Santiago de Compostela, Espanha, 2025).

Coordenador do Núcleo de Estudos Regionais e Urbanos (Nesur/Unifap).

Professor titular da Universidade Federal do Amapá (Unifap).

Professor do Mestrado em Desenvolvimento da Amazônia Sustentável da Unifap.

Integrante efetivo da Academia de Letras José de Alencar (Curitiba, PR), cadeira de no 3, patrono Alberto Oliveira (2022).

Integrante efetivo da Academia Amapaense de Letras (Macapá, AP), cadeira de no 17, patrono Joaquim Caetano da Silva (2022).

Tem se destacado em pesquisas sobre a Amazônia Setentrional brasileira e a Região das Guianas. Doutor Honoris Causa Multiplex.

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As Crônicas de Terraclara – O Abismo

 Heróis inesperados e jornada fantástica com DNA brasileiro

Capa do livro 'As Crônicas de Terraclara'
Capa do livro ‘As Crônicas de Terraclara – O Abismo’
Divulgação / L. F. Magellan

Escritor cria atmosfera recheada de fantasia e transporta o leitor para as aventuras de três jovens em outro universo

A literatura fantástica brasileira ganha mais um título que promete envolver os apaixonados pelo gênero: o livro As Crônicas de Terraclara – O Abismo, escrito por L. F. Magellan. Em sua estreia na ficção, o autor conta a história dos jovens artenianos Mia, Gufus e Teka. Juntos, eles irão encarar o Povo Sombrio, um antigo e lendário inimigo que vive do outro lado do grande abismo – um lugar cheio de incógnitas para os moradores de Terraclara.  

Com capítulos curtos e de leitura fluida, os leitores serão apresentados a uma terra distante, com política, economia e normas sociais aparentemente bem estabelecidas, mantidas pelo Venerável Zelador dos Interesses do Povo. Conhecerão também os poderosos clãs Patafofa, Ossosduros, Serrador, Mão-de-Clava, Muroforte e Aguazul. É nesse contexto que os três heróis lidam com um histórico de guerras, assembleias e disputas de poderes.  

A trama guia o leitor diretamente a um universo cheio de aventuras, como nos clássicos escritos por Júlio Verne, J.R.R. Tolkien e C. S. Lewis, mas com o olhar apoiado no cotidiano. Ao se inspirar nesses grandes nomes da literatura, L. F. Magellan ajuda a popularizar a produção de alta fantasia entre autores nacionais. Os protagonistas enfrentam inúmeros desafios, aprendem a lutar, encontram novos aliados e também precisam aprender a lidar com as diferenças. “Tento mostrar que é possível discutir temas relevantes, como diversidade e respeito, em meio a uma aventura épica”, descreve o autor. 

O isolamento dos artenianos era uma estratégia questionada de tempos em tempos. Mas o relativo equilíbrio social e o medo das histórias antigas do Povo Sombrio tinham direcionado as decisões sempre a favor da manutenção desse isolamento. Mas havia uma inquietação constante por parte dos jovens em saber o que havia do outro lado do Abismo ou ao norte do mar depois dos Dentes do Tubarão. Mais cedo ou mais tarde se os artenianos não saíssem para o mundo exterior, o mundo exterior viria até eles. (As Crônicas de Terraclara – O Abismo, p. 41) 

Primeiro de uma trilogia, o livro foi escrito para os leitores ávidos por fantasia e realidades alternativas, que procuram uma boa dose de entretenimento capaz de despertar análises importantes. É uma obra para repensar o mundo e, quem sabe – como os heróis da trama –, transformar a própria jornada.  

FICHA TÉCNICA

Título: 
As Crônicas de Terraclara – O Abismo 

Autor: L. F. Magellan
  
Editora: Novo Século 

ISBN: 978-65-55-61559-3 

Formato: 16 x 23 cm 

Páginas: 320 

Preço: R$ 59,90  

Onde encontrar: Novo Século Editora e Amazon 

SOBRE O AUTOR

L. M. Magellan

Geek desde o tempo em que este adjetivo não existia, L.F. Magellan é pseudônimo do autor carioca Luiz Fernando Magalhães de Almeida. 

As Crônicas de Terraclara – O Abismo é o primeiro livro de ficção do escritor, que tem carreira consolidada como executivo e professor universitário e agora busca fazer da escrita um trabalho em tempo integral. 

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As relíquias ainda estão perdidas

O destino do universo mágico e não mágico está nas mãos de sete jovens bruxos em uma jornada alucinante comandada pelo autor mineiro Sillas Lopes

Bruxos, magos, deuses e criaturas mitológicas se misturam entre o mundo Feérico e Não Feérico, mágico e não mágico, no universo fantástico criado pelo escritor Sillas Lopes. Após dez anos de produção e aperfeiçoamento, o primeiro livro da Trilogia dos Sete, “As relíquias perdidas”, chega aos amantes da leitura de fantasia sedentos por novas aventuras.

Crick Angell descobre aos 15 anos que pertence a um mundo mágico e, além com a notícia, recebe uma missão: comandar uma alucinante viagem com objetivo de resgatar sete itens incomuns que dão ao seu possuidor uma magia absoluta. Duras provações aguardam Crick e outros seis jovens: juntos eles formam a Companhia das Relíquias. O destino dos dois mundos está nas mãos dos Sete!

O prólogo da obra relata o sequestro da mãe de Crick, Lyygia Angell. Logo nas primeiras páginas, o leitor é introduzido ao vilão da história: Flausto Aphonsus Rockenbach, assassino do então presidente da magia Kenneth Bamberg. Com a perda da mãe e o perigo iminente no mundo mágico, Crick é enviado ao Brasil para ser criado pela avó em Copacabana, Rio de Janeiro. Depois de 14 anos sem sequer sonhar ser bruxo, o personagem descobre sua verdadeira origem.

“— Irei poupá-lo do ceticismo. Alice remexeu o interior de seu casaco e retirou uma varinha de madeira com uma empunhadura em marfim. O objeto tinha uns trinta centímetros de comprimento e se assemelhava a uma batuta.
— Isto, Crick, é o terceiro braço de um bruxo, o símbolo do nosso poder. — então ela apontou a varinha para a lareira e para total espanto de Crick, o objeto sugou as chamas que ardiam vigorosamente e no minuto seguinte as cuspiu de volta ao lugar.”
 – As relíquias perdidas, pág. 24

Os jovens conseguirão encontrar os itens e garantir a paz do mundo mágico? Essa é a aventura que propõe a Trilogia dos Sete, uma leitura destinada principalmente aos fãs da boa e velha fantasia, narrada de forma inovadora e criativa. Desta forma, Sillas tem misturado em seu caldeirão, os principais elementos para fazer de seu livro de estreia, um sucesso absoluto. E ao leitor, não cabe outra opção senão se render.

Ficha Técnica:
Título:
 As relíquias perdidas
Autor: Sillas Lopes
ISBN: 978-65-5079-007-3
Páginas:
 471 páginas
Formato: 22×15
Preço: R$ 45,00
Link para compra: 
https://bit.ly/39nvhpg

Sinopse do livro: Viaje pelo fantástico mundo criado por Sillas F Lopes, numa jornada entre bruxos, magos, deuses, criaturas e um inimigo que ameaça ambos os mundos – Feérico e Não Feérico. A Crick Angell é dada uma missão: ele deve empreender uma alucinante viagem juntamente com seus seis novos amigos. Juntos, eles fazem parte da Companhia das Relíquias, cujo objetivo é resgatar sete itens incomuns que dão ao seu possuidor uma magia absoluta. Em meio às duras provações que os aguardam pelo caminho, Crick e sua comitiva descobrem sua força e bravura. O destino dos dois mundos está nas mãos dos Sete!  As Relíquias Perdidas é uma aventura destinada principalmente aos amantes da boa e velha fantasia, narrada de forma inovadora e criativa, o que a torna um prato cheio para todos os tipos de leitores. Os traços mitológicos ganham novos nuances, não perdendo sua originalidade. Mais do que isso; adquirem ainda mais riqueza e coerência!  Prepare-se, leitor, você vai se surpreender com este livro!

Sobre o autor

Desde pequeno aficionado por livros, histórias, contos e crônicas, Sillas praticamente cresceu em uma biblioteca; imerso entre as estantes, frequentador assíduo da literatura e defensor nato das obras clássicas e fantásticas. Nasceu e cresceu na pequena Felisburgo (MG); lugar onde teve uma infância ligada ao bucolismo e os prazeres da vida interiorana. Desenvolveu ali o gosto pela escrita, e iniciou, em um caderno finito, um mundo mágico infinito, cheio de aventuras, mistérios e fantasias. Atraído e tocado pela culinária tanto quanto por degustar pratos novos, viciado e amante do café, elemento este sempre presente nos momentos de inspiração e escrita, o autor declara paixão pela Inglaterra, sentimento que transparece no estilo literário que desenvolve. Sillas é jovem sagaz e inteligente, que nunca abandonou o sonho de ser um grande escritor e o reino fantástico dele a todos. Para um sonhador, não existe limites, e Sillas, definitivamente, nunca os teve.

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Sillas está disponível para entrevistas pelo e-mail sillas.loppes@hotmail.com e pelo telefone  (31) 9 9538-7523.